Prefeitura de Timbó - SC

PREFEITURA MUNICIPAL DE TIMBÓ

ESTADO DE SANTA CATARINA

EDITAL Nº 01/2008

ALTERADO PELO EDITAL 02/2008

Notícia Relacionada: Fundação Cultural e SAMAE abrem vagas em Timbó - SC

O Prefeito de Timbó, Santa Catarina, no uso de suas atribuições, conferidas pelo artigo 50 incisos II, V, VII e X da Lei Orgânica do Município de Timbó, e considerando o que dispõe o decreto municipal n° 1021 de 14 de janeiro de 2008, e Lei Complementar 01/93 resolve tornar pública a abertura das instruções especiais destinadas à realização do Concurso Público para o preenchimento dos cargos públicos existentes no Município de Timbó - SC, conforme o Edital a seguir:

1. DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

1.1. Os cargos objeto do Concurso Público, os valores dos respectivos vencimentos, o número de vagas e a jornada de trabalho são os constantes do Anexo I deste Edital.

1.1.1. O Município de Timbó - SC reserva-se o direito de admitir o número total ou parcial dos candidatos aprovados em relação às vagas quantificadas no Anexo I deste Edital.

1.2. As condições de habilitação, a descrição sumária dos cargos, a definição de conteúdos programáticos e as demais informações próprias de cada cargo constarão de instruções específicas, expressas nos Anexos I, II e III do presente Edital.

1.3. No ato da inscrição o candidato deverá registrar, no espaço destinado na ficha de inscrição, a denominação do cargo ao qual se candidatará.

1.4. Para efeito do que dispõe o inciso VIII do art. 37 da Constituição Federal, bem como o Decreto 249/05, serão reservados aos portadores de deficiência 10% (dez por cento) do número de vagas de cada cargo.

1.5. O disposto no subitem 1.4 não terá incidência nos casos em que a aplicação do percentual de 10% (dez por cento) implique, na prática, em majoração indevida do percentual mínimo fixado.

1.6. Os candidatos aprovados no Concurso Público poderão ser designados para as vagas existentes em qualquer unidade de serviço, de acordo com as necessidades do Município de Timbó.

2. REQUISITOS BÁSICOS PARA INVESTIDURA NO CARGO

2.1. Ter nacionalidade brasileira ou equivalente;

2.2. Estar em pleno gozo dos direitos políticos;

2.3. Estar quites com as obrigações militares e eleitorais;

2.4. Ter nível de escolaridade e capacitação técnica exigida para o exercício do cargo;

2.5.Idade mínima de 18 (dezoito) anos (a serem completados até a data da realização do concurso);

2.6. Ter aptidão física e mental para o exercício das atribuições do cargo;

2.7. Apresentar, quando se tratar de profissão regulamentada, no ato da posse, o competente registro de inscrição no respectivo órgão fiscalizador do estado de Santa Catarina.

2.8. Apresentar declaração de não possuir acúmulo de cargo ou emprego público, exceto aqueles previstos legalmente.

3. VAGAS DESTINADAS AOS PORTADORES DE DEFICIÊNCIA

3.1. É considerada pessoa portadora de deficiência a que se enquadra nas categorias descritas no art. 4º. do Decreto Federal no 3.298, de 20 de dezembro de 1999.

3.2. Ao candidato abrangido pelo Decreto Federal no 3.298, de 20 de dezembro de 1999, é assegurado o direito de inscrever-se na condição de portador de deficiência, desde que declare essa condição no ato da inscrição e a deficiência de que é portador não seja incompatível com as atribuições do cargo ao qual concorre.

3.3. O candidato portador de deficiência deverá declarar tal condição em local apropriado, na ficha de inscrição.

3.4. Conforme disposto no Decreto Federal no 3.298, de 20 de dezembro de 1999, em seu art. 39, o candidato deverá apresentar no ato de inscrição laudo médico atestando a espécie e o grau ou nível da deficiência, com expressa referência ao código correspondente da Classificação Internacional de Doença - CID, bem como a provável causa da deficiência.

3.5. O candidato que tenha declarado sua deficiência será encaminhado, antes da homologação da inscrição, em data a ser amplamente divulgada, a uma junta oficial para avaliação da compatibilidade da deficiência com o cargo a que concorre, sendo lícito à Administração programar a realização de quaisquer outros procedimentos prévios, se a junta de especialistas assim o requerer, para a elaboração de seu laudo.

3.6. A junta oficial será composta conforme disposto no Decreto Federal no 3.298, de 20 de dezembro de 1999.

3.7. Compete à junta oficial, além da emissão do laudo, declarar, conforme a deficiência do candidato, se este deve ou não usufruir do benefício previsto no item 1.4.

3.8. A avaliação em questão será realizada sem ônus para o candidato, garantido recurso em caso de decisão denegatória, na forma estabelecida no item 7 deste Edital.

3.9. Os portadores de deficiência somente poderão disputar cargos cujas atividades sejam compatíveis com a deficiência de que são portadores.

3.10. Caso a deficiência do candidato seja avaliada pela junta oficial como incompatível com o cargo para o qual se inscreveu, o candidato poderá optar por outro cargo, com o mesmo valor de inscrição, desde que compatível com sua deficiência. Caso não haja essa possibilidade, o candidato receberá de volta o valor pago a título de inscrição.

3.11. A não-observância do disposto nos itens anteriores acarretará a perda do direito ao pleito das vagas reservadas aos candidatos em tais condições.

3.12. Os portadores de deficiência participarão do Concurso em igualdade de condições com os demais candidatos.

3.13. O candidato portador de deficiência que necessitar de tratamento diferenciado no dia do Concurso deverá especificá-lo na ficha de inscrição, indicando as condições diferenciadas de que necessita para a realização da prova, como, por exemplo, prova em braile ou ampliada.

3.14. A não-solicitação de recursos especiais, tempestivamente, conforme disposto no subitem 3.13, implica a sua não-concessão no dia da realização das provas.

3.15. A realização das provas por estes candidatos, em condições especiais, ficará condicionada à possibilidade de fazê-las de forma que não importe quebra de sigilo ou não enseje seu favorecimento.

3.16. O candidato que, no ato de inscrição, se declarar portador de deficiência, se aprovado no Concurso, além de figurar na lista geral de classificação, terá seu nome publicado em relação à parte, observada a respectiva ordem de classificação.

4. INSCRIÇÃO NO CONCURSO

4.1. Período: de 11 de fevereiro a 22 de fevereiro de 2008, pela Internet, através do site (www.ibam-concursos.org.br) ou presencialmente nos locais definidos neste Edital.

4.1.1. Valores de inscrição

CARGO/ESCOLARIDADE e VALOR

> no posto de inscrição:

§ Cargos de Nível Superior

§ R$ 80,00 - oitenta reais

§ Cargos de Nível Médio

§ R$ 50,00 - cinqüenta reais

§ Cargos de Nível Fundamental Completo

§ R$ 30,00 - trinta reais

> pela Internet:

§ Cargos de Nível Superior

§ R$ 82,00 (*) - oitenta e dois reais

§ Cargos de Nível Médio

§ R$ 52,00 (*) - cinqüenta e dois reais

Cargos de Nível Fundamental Completo

§ R$ 32,00 (*) - trinta e dois reais

(*) acréscimo de R$ 2,00 (dois reais) de tarifa bancária.

O depósito deverá ser feito em espécie, não sendo aceitos pagamentos de inscrição com cheques.

4.2. Os candidatos deverão seguir os seguintes procedimentos para inscrição:

a) Para os candidatos que optarem pela inscrição presencial.

Horário: de 8h às 17h.

Local: Prefeitura de Timbó

Av. Getúlio Vargas, 700

Centro - Timbó - SC

4.3. Os pedidos de inscrição presencial obedecerão aos seguintes procedimentos:

a) Recolher, através de depósito bancário, nas agências do Banco Bradesco a quantia especificada no item 4.1.1. - Banco Bradesco S/A -IBAM - Concursos, Conta Corrente nº 4364-8 agência: 3369 - 3

b) Dirigir-se ao posto de atendimento definidos no item 4.2, portando o comprovante de depósito bancário.

c) Efetuar o preenchimento, sem emendas ou rasuras e de forma legível, da ficha de inscrição, na qual o candidato se compromete a apresentar, em época própria, os documentos comprobatórios dos requisitos exigidos para a investidura no cargo, previstos no item 2 deste Edital.

d) Apresentar documento de identidade sempre oficial, original e com fotografia, que será devolvido aos candidatos após as devidas anotações na ficha correspondente.

Serão considerados documentos de identidade: Cédula Oficial de Identidade (RG); Carteira expedida por Órgão ou Conselho de Classe (CREA, CRA etc.); Carteira de Trabalho e Previdência Social; Certificado de Reservista; Carteira de Motorista com foto e Passaporte.

4.3.1. Os candidatos postulantes ao benefício previsto na Lei Municipal no. 2.275/2005, deverão apresentar a Carteira de Trabalho e Previdência Social - CTPS e/ou declaração do candidato, declarando não possuir renda, firmada em cartório, que serão apresentadas à assistente social, no posto de atendimento para análise sócio econômica.

4.3.1.1. Confirmada a falta de condições econômicas para o pagamento dos valores de inscrição, a assistente social fornecerá documento para a inscrição sob amparo da Lei, citada no item anterior.

4.3.2. Os candidatos doadores de sangue, que tenham doado 3 (três) vezes nos últimos 12 (doze) meses, perante cópia da carteira de doador com os devidos registros de doação, estarão isentos dos valores de inscrição, conforme a Lei Municipal no 2.275/2005.

4.3.2.1. A cópia do documento comprovante da qualidade de doador, deverá ser anexada à ficha de inscrição.

4.4. Cumpridas as exigências do subitem 4.3, o candidato receberá o seu cartão de confirmação de inscrição através de envio postal.

4.5. O candidato, no ato do recebimento do cartão de confirmação de inscrição, se responsabilizará pela conferência de todos os dados, verificando sua exatidão e solicitando correção, se for o caso, ao IBAM, através dos telefone (47) 3041 6262 ou no site www.ibam-concursos.org.br, não cabendo aos organizadores qualquer responsabilidade pela não conferência.

4.6. O candidato que não receber o cartão de confirmação de inscrição até 05 (cinco) dias úteis anteriores à data da prova deverá verificar através do site do IBAM (www.ibam-concursos.org.br) na Área Documentação do Concurso as informações sobre a data da prova, horário e local de realização da mesma ou através dos telefones (47) 3041 6262.

4.6.1. A comunicação pessoal dirigida ao candidato, ainda que extraviada ou por qualquer motivo não recebida, não desobriga o candidato do dever de acompanhar a divulgação das informações sobre a realização da prova.

4.7. Os candidatos impossibilitados de preencher a ficha de inscrição serão auxiliados por pessoa devidamente designada para esse fim, que lerá todos os dados constantes da referida ficha, antes de o candidato formalizar seu pedido de inscrição.

4.8. Será admitida a inscrição por intermédio de procurador, desde que seja apresentado instrumento público ou particular, que lhe confira os poderes específicos necessários, acompanhado de cópia legível do documento de identidade do candidato.

4.9. No caso de instrumento particular não há necessidade de reconhecimento de firma.

4.10. O candidato inscrito por procuração assume total responsabilidade pelas informações prestadas por seu procurador, arcando com as conseqüências de erros no preenchimento do formulário de inscrição e na efetivação da inscrição.

4.11. Não haverá inscrição condicional ou extemporânea nem inscrição por correspondência.

4.12. O candidato será responsável por qualquer erro ou omissão no preenchimento da ficha de inscrição, não sendo permitido pedido de retificação após o encerramento do prazo das inscrições, exceto na situação prevista no item 4.5.

4.13. O valor pago a título de inscrição não será devolvido, salvo na hipótese prevista no subitem 3.10 deste Edital.

b) Para os candidatos que optarem pela inscrição via Internet.

4.14. O candidato deverá acessar o site (www.ibam-concursos.org.br) onde terá acesso ao Edital e seus Anexos, à ficha de inscrição e aos procedimentos necessários à efetivação da inscrição, que estará disponível no período entre 0 (zero) hora do dia 11 de fevereiro de 2008 e 20:00 (vinte) horas do 22 de fevereiro de 2008.

4.15. O pagamento da inscrição pela Internet implicará o acréscimo de uma tarifa bancária no valor de R$ 2,00 (dois reais) e deverá ser feito, obrigatoriamente, por meio do Boleto Bancário específico, impresso pelo próprio candidato no momento da inscrição.

4.16. As inscrições efetuadas via Internet somente serão aceitas após o banco confirmar o efetivo pagamento do valor da taxa de inscrição. O candidato poderá verificar a aceitação de sua inscrição no endereço eletrônico (www.ibam-concursos.org.br) através da opção Área do Candidato.

4.17. O pagamento do Boleto Bancário deverá ser feito em espécie ou através de Internet Banking, não sendo aceito pagamento em cheque ou mediante agendamento eletrônico.

4.18. O pagamento deverá ser efetivado, impreterivelmente, até o último dia previsto para o encerramento das inscrições, até o horário definido no item 4.14, caso contrário não será considerado.

4.19. Os candidatos doadores de sangue, que tenham doado 3 (três) vezes nos últimos 12 (doze) meses, estarão isentos dos valores de inscrição, conforme a Lei Municipal no 2.275/2005.

4.19.1. Os candidatos doadores de sangue que se inscreverem pela internet, deverão enviar cópia do documento comprovante da qualidade de doador, autenticadas em cartório, para o endereço definido no item 4.21, com postagem até o dia 22/02/2008.

4.20. O candidato é responsável por confirmar se os dados da inscrição pela Internet foram recebidos e se o valor da inscrição foi pago. Se até 05 (cinco) dias úteis antes da data de realização da prova não estiver confirmada a inscrição, o candidato deverá entrar em contato com o IBAM - Instituto Brasileiro de Administração Municipal, organizador do concurso, no telefone (47) 3041 6262, a fim de verificar a razão da pendência.

4.21. Os candidatos portadores de deficiência que se inscreverem pela Internet deverão enviar, através de Sedex ou AR, o documento mencionado no item 3.4, que deverá ser postado até o dia 22/02/2008, para o seguinte endereço: Prefeitura de Timbó

Secretaria Municipal da Fazenda e Administração
Endereço: Av. Getulio Vargas, 700 - Centro
Timbó - SC - Cep.: 891 20-000
A/C.: Comissão Especial de Concurso Público

5.CONCURSO PÚBLICO

5.1. Provas Escritas

5.1.1. As provas escritas objetivas serão eliminatórias, e se constituirão de questões objetivas de múltipla escolha, conforme descrito nos Anexos II e III deste Edital.

5.1.2. Nas provas escritas objetivas eliminatórias, serão considerados habilitados os candidatos que obtiverem pontos em número igual ou superior ao limite mínimo estabelecido no Anexo II deste Edital.

5.1.3. O conteúdo das questões variará de acordo com o grau de escolaridade exigido para o preenchimento do cargo ao qual o candidato concorrer.

5.1.4. Em nenhuma hipótese haverá segunda chamada destas provas.

5.2. Realização das Provas

5.2.1. As provas escritas serão realizadas no dia 16 de março de 2008, para todos os cargos, no período matutino, às 9h e terão a duração de 03 (três) horas.

5.2.2. O local da realização das provas, além de ser divulgado no site do IBAM (www.ibam-concursos.org.br), constará do cartão de confirmação de inscrição a ser enviado pelo correio e estará exposto no site e no mural da Prefeitura de Timbó.

5.2.3. Só será permitido o ingresso dos candidatos nos locais de prova até o horário divulgado.

5.2.4. O candidato que chegar após o horário estabelecido não poderá ingressar no local de prova, ficando, automaticamente, excluído do concurso público.

5.2.5. Para evitar atrasos, recomenda-se que os candidatos compareçam aos locais de provas 30 (trinta) minutos antes do horário previsto para o início de sua realização.

5.2.6. O candidato deverá comparecer aos locais de prova munido de documento original de identidade, sempre oficial e com fotografia, de 02 (duas) canetas esferográficas de tinta azul ou preta e do documento de confirmação de inscrição.

5.2.7. Serão considerados documentos de identidade: Cédula Oficial de Identidade (RG); Carteira expedida por Órgão ou Conselho de Classe (CREA, CRA etc.); Carteira de Trabalho e Previdência Social; Certificado de Reservista; Carteira de Motorista com foto e Passaporte.

5.2.8. O candidato não poderá levar para o local de realização da prova qualquer aparelho eletrônico. O porte e/ou uso de bip, telefone celular, walkman, receptor/transmissor, gravador, agenda eletrônica, note book, calculadora, palm­top, relógio digital com receptor, entre outros, incorrerá na exclusão do candidato do concurso, podendo a organização do certame vetar o ingresso do candidato com outros aparelhos, além dos acima citados.

5.2.9. Nos locais de prova poderá haver rastreamento eletrônico de sinais.

5.2.10. Caso o candidato não possa apresentar nenhum dos documentos de identidade relacionados no subitem 5.2.7, no dia de realização da prova, por motivo de perda, furto ou roubo de todos eles, deverá ser apresentado documento que ateste o registro da ocorrência em órgão policial, expedido há, no máximo, 30 (trinta) dias.

5.2.11. Os candidatos só poderão sair do local de realização do certame após 01 (uma) hora do início da prova, podendo levar o caderno de provas.

5.2.12. Os 03 (três) últimos candidatos a terminar as provas só poderão deixar o local juntos.

5.2.13. A Comissão de Concurso Público poderá, justificadamente, alterar as normas previstas no item 5 e seus desdobramentos, desde que com a finalidade de preservar o bom andamento do Concurso.

5.2.14. Constatando-se, durante a realização da prova, qualquer erro ou equívoco relacionado às questões, os organizadores já tomarão a providência cabível, podendo inclusive determinar a anulação da questão ou questões afetadas.

5.3.Títulos

5.3.1. Serão atribuídos pontos aos títulos a serem apresentados pelos candidatos a qualquer dos cargos, sendo considerados até, no máximo, 30 pontos aos títulos que somarem 100 horas de cursos de aperfeiçoamento.

5.3.1.1. Aos candidatos que apresentarem cursos com carga horária inferior, os pontos serão calculados proporcionalmente.

5.3.1.2. Serão válidos os cursos de aperfeiçoamento ou qualificação (devidamente comprovados com certificados reconhecidos e com carga horária discriminada) na área afim ou de atuação do cargo ao qual pretende se inscrever, desde que os mesmos não sejam requisitos para provimento do cargo.

5.3.1.3. Somente serão válidos os certificados emitidos após 30 de janeiro de 2003, exceto os títulos de especialização, mestrado e doutorado que não possuem limite de tempo.

5.3.2. Só serão avaliados e pontuados os títulos dos candidatos aprovados nas provas objetivas.

5.3.3. Não haverá desclassificação do candidato pela não apresentação de títulos.

5.4.4. Apresentação de títulos:

5.3.4.1. Para fins de cumprimento dos prazos legais para homologação, os títulos deverão ser enviados para análise, exclusivamente no período de inscrições, para a Prefeitura de Timbó, situada a Av. Getúlio Vargas, 700, Centro, CEP 891 20-000, Timbó, Santa Catarina, através de Sedex ou AR, postados no período de 11 a 22 de fevereiro de 2008, ou entregues no Protocolo Geral da Prefeitura Municipal no mesmo endereço, aos cuidados da Comissão Especial de Concurso Público.

5.3.4.2. Os títulos em cópia autenticada, deverão ser apresentados em envelope fechado, contendo na sua parte externa o número de inscrição, nome do candidato e a descrição dos títulos contidos no envelope.

5.3.4.3. A autenticação das cópias dos títulos de que trata o presente item deverá ser feita em cartório ou por servidor público mediante a prévia apresentação dos originais antes da efetivação da entrega dos títulos.

6. CONTAGEM DE PONTOS

6.1. A contagem de pontos obedecerá aos critérios a seguir:

O total geral de pontos do candidato será obtido pela soma dos pontos a ele atribuídos em cada uma das disciplinas da prova objetiva, sendo adicionado a esse valor os pontos obtidos com os títulos, quando houver.

7. RECURSOS E REVISÕES

7.1. Aos candidatos serão assegurados recursos em todas as etapas do Concurso.

7.2. O candidato que se sentir prejudicado em qualquer das etapas do Concurso, poderá interpor recurso, mediante requerimento individual, desde que:

a) seja dirigido ao Presidente da Comissão Especial de Concurso Público da Prefeitura de Timbó e entregue para registro no protocolo geral da Prefeitura, situado na Av. Getúlio Vargas, 700, Centro, nos horários de 08:00h às 12:00h e de 14h às 17h, no prazo máximo de 03 (três) dias úteis, contados após o ato que motivou a reclamação;

b) constem obrigatoriamente do recurso nome completo do candidato, número da inscrição, cargo ao qual se candidatou, fundamentação clara e ampla dos motivos, e, no caso de recursos contra questões ou gabaritos, a bibliografia pesquisada. O referido recurso deverá ser devidamente firmado pelo candidato.

c) seja apresentado datilografado ou digitado, devendo ser uma folha para cada questão recorrida, no caso de recursos contra questões, conforme modelo constante do Anexo IV deste Edital.

7.3. Será indeferido, liminarmente, o requerimento que não estiver fundamentado ou for apresentado fora do prazo estabelecido na letra a do item 7.2.

7.4. Não serão aceitos recursos interpostos por telegrama, via postal, Internet ou outro meio que não seja o especificado neste Edital.

7.5. Se do exame de recursos resultar anulação de questão ou item de questão, a pontuação correspondente será atribuída a todos os candidatos, independentemente de terem recorrido.

7.6. No caso de o gabarito da prova ser fornecido incorretamente por falha de digitação, publicação ou outra, a questão não será anulada, procedendo-se à sua correção e publicação.

7.7. Será dada publicidade às decisões dos recursos.

8. RESULTADO FINAL E CLASSIFICAÇÃO

8.1. Considerar-se-á aprovado o candidato que, submetido ao concurso público descrito no item 5 do presente Edital, satisfizer todas as condições lá estabelecidas.

8.2. Em caso de igualdade de pontos na classificação, serão adotados, sucessivamente, os seguintes critérios para o desempate dos candidatos:

a) para os cargos de Nível Superior e Nível Médio:

1º) maior no de pontos na prova de Conhecimentos Técnico-profissionais;

2º) maior no de pontos na prova de Legislação;

3º) maior no de pontos na prova de Português.

4º) maior idade.

b) para os cargos de Professor:

1º) maior no de pontos na prova de Conhecimentos Técnico-profissionais;

2º) maior no de pontos na prova de Aspectos Legais da Política Educacional;

3º) maior no de pontos na prova de Português.

4º) maior idade.

c) para os cargos de Nível Fundamental Completo

1º) maior no de pontos na prova de Conhecimentos Técnico-profissionais;

2º) maior no de pontos na prova de Matemática;

3º) maior no de pontos na prova de Português.

4º) maior idade.

8.2.1. Quando a igualdade de pontos envolver, pelo menos, 01 (um) candidato com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos, o desempate far-se-á considerando como primeiro critério o mais idoso, a partir do qual serão aplicados os demais critérios estabelecidos.

8.3. Apurada a classificação, esta será publicada como resultado final do Concurso, em ordem decrescente dos pontos, em duas listas, contendo, a primeira, a pontuação de todos os candidatos aprovados, inclusive a dos portadores de deficiência, e, a segunda, somente a pontuação destes últimos.

8.4. Os candidatos aprovados passarão a constituir um cadastro de reserva pelo período de validade do Concurso, cabendo-lhes a responsabilidade de manter atualizado, através de documento protocolado junto ao órgão de gestão de pessoal da Prefeitura de Timbó, seu endereço para fins de convocação, sob pena de serem considerados desistentes.

8.5. Os gabaritos serão divulgados no 2º dia útil, após a aplicação das provas, no site do IBAM (www.ibam-concursos.org.br) e posteriormente nos meios de comunicação julgados convenientes pela Comissão Especial de Concurso Público da Prefeitura de Timbó.

9. DISPOSIÇÕES GERAIS

9.1. A classificação dos candidatos aprovados será feita em ordem decrescente dos pontos obtidos.

9.2. A homologação do Concurso será feita por ato do Prefeito de Timbó, mediante a apresentação das listagens finais dos resultados do certame.

9.3. O Concurso terá validade de 02 (dois) anos, a contar da data da publicação de sua homologação, podendo ser prorrogado, uma vez, por igual período, por ato do Prefeito de Timbó.

9.4. Os candidatos aprovados e classificados no Concurso, inclusive os portadores de deficiência, serão convocados para o exame médico realizados por junta médica oficial e para a comprovação dos requisitos exigidos nos itens 2.1 a 2. 8 do presente Edital, através dos meios de comunicação julgados convenientes pela Comissão de Concurso Público.

9.4.1. Os exames médicos são eliminatórios, sendo excluídos do Concurso os candidatos que não apresentarem aptidão física e/ou mental para o exercício do cargo para o qual se inscreveram.

9.5. Os candidatos que não atenderem aos requisitos exigidos neste Edital serão automaticamente eliminados do concurso público em qualquer de suas fases. 9.6. Será excluído do certame, por ato da Comissão de Concurso Público, o candidato que:

a) faltar a qualquer uma das fases do concurso público;

b) portar-se de maneira inadequada nos locais de realização das provas, de modo a prejudicar o andamento normal do Concurso;

c) for surpreendido, durante a realização das provas, em comunicação com outro candidato;

d) for apanhado em flagrante tentativa de burla, fraude ou falsificação na realização da prova, sem prejuízo do indiciamento cabível;

e) prestar, em qualquer documento, declaração falsa ou inexata;

f) deixar de apresentar qualquer documento comprobatório dos requisitos exigidos neste Edital.

9.7. O presente Concurso objetiva o preenchimento de cargos, sob a égide do Regime Estatutário, na forma da Lei Complementar Municipal no 01/93.

9.8. A inscrição do candidato implicará o conhecimento do presente Edital, bem como o compromisso tácito de aceitar as condições do Concurso, tais como se acham estabelecidas.

9.9. Não poderão inscrever-se pessoas que possuam qualquer vínculo com o IBAM, instituição organizadora deste Concurso, bem como seus ascendentes, descendentes ou colaterais.

9.10. A aprovação em concurso público não gera direito à nomeação, a qual se dará, a exclusivo critério da Prefeitura de Timbó, dentro do prazo de validade do Concurso, respeitada a ordem de classificação.

9.11. É de inteira responsabilidade do candidato acompanhar pelos jornais ou qualquer outro meio de divulgação definido pela Comissão de Concurso Público a publicação de todos os atos e editais relativos ao Concurso, inclusive alterações que por ventura ocorram durante o concurso público.

9.12. O candidato deverá manter atualizado seu endereço, junto ao IBAM, enquanto estiver participando do Concurso, sendo de inteira responsabilidade do candidato os prejuízos decorrentes da não-atualização desta informação.

9.13. Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão de Concurso Público, competente também para julgar, em decisão irrecorrível, quaisquer que sejam os recursos interpostos pelos candidatos.

9.14. São partes integrantes deste Edital os Anexos I, II, III e IV que o acompanham.

9.15. O presente Edital e demais atos relativos ao concurso estarão disponibilizado no Mural oficial da Prefeitura de Timbó, bem como no site do IBAM, (www.ibam-concursos.org.br) e no site da Prefeitura de Timbó (www.timbó.sc.gov.br).

9.16. Como referência de horário será considerado o horário local.

Prefeitura de Timbó, 28 de janeiro de 2008.

Oscar Schneider
Prefeito de Timbó - SC

CÓDIGO

CARGOS

REQUISITOS (ESCOLARIDADE / FORMAÇÃO)

TOTAL DE VAGAS

Vagas, em relação ao total de cada cargo, reservadas aos portadores de necessidades especiais - Decreto no 249/2005.

JORNADA DE TRABALHO (HORAS SEMANAIS)

VENCIMENTO R$

NÍVEL SUPERIOR

01

ASSISTENTE SOCIAL

Diploma de conclusão do curso superior em Serviço Social e registro no CRESS

01

-

35h

1.877,48

02

DENTISTA (#)

Diploma de conclusão do curso superior em Odontologia com Registro no CRO.

01

-

20h

1.877,48

03

ENFERMEIRO (#)

Diploma de conclusão do curso superior em Enfermagem com Registro no COREN

01

-

30h (***)

1.451,09

04

ENGENHEIRO CIVIL

Diploma de conclusão do curso superior em Engenharia Civil, certificado de, no mínimo, 60h de curso de operação em softwares aplicados à área e Registro no CREA.

01

-

30h

2.015,32

05

FARMACÊUTICO

Diploma de conclusão do curso superior em Farmácia e registro no CRF.

01

-

30h

1.877,48

06

FISIOTERAPEUTA

Diploma de conclusão do curso superior em Fisioterapia e registro no CREFITO.

01

-

30h

1.877,48

07

MEDICO CLINICO GERAL (#)

Diploma de conclusão do curso superior em Medicina e Registro no CRM.

01

-

20h

2.379,57

08

MEDICO GINECOLOGISTA/OBSTETRA

Diploma de conclusão do curso superior em Medicina com Especialização em Ginecologia e Obstetrícia e Registro no CRM.

01

-

20h

2.379,57

09

MEDICO PLANTONISTA

Diploma de conclusão do curso superior em Medicina e Registro no CRM.

01

-

Hora plantão

34,08 por hora

10

MEDICO DO TRABALHO

Diploma de conclusão do curso superior em Medicina com Especialização em Medicina do Trabalho e Registro no CRM.

01

-

20h

2.379,57

11

MEDICO VETERINÁRIO

Diploma de conclusão do curso superior em Medicina Veterinária e Registro no CRMV.

01

-

30h

2.015,32

12

NUTRICIONIST

Diploma de conclusão do curso superior em Nutrição e registro no CRN.

01

-

30h

1.877,48

13

PSICÓLOGO

Diploma de conclusão do curso superior em Psicologia e registro no CRP.

01

-

30h

1.877,48

NÍVEL SUPERIOR - MAGISTÉRIO

14

PROFESSOR DE COMPUTAÇÃO

Licenciatura Plena em Pedagogia ou Normal Superior, Certificado de curso de, no mínimo, 100 horas em Informática Básica e mais 40 horas em Informática Pedagógica.

01

20

6,48 a hora/aula (**)

15

PROFESSOR DE ESPANHOL

Licenciatura Plena com habilitação em Letras /Espanhol.

01

-

10h

6,48 a hora/aula (**)

16

PROFESSOR DE INGLÊS (Educação Infantil)

Licenciatura Plena com habilitação em Letras /Inglês.

01

-

12h

6,48 a hora/aula (*)

17

PROFESSOR DE PORTUGUÊS

Licenciatura Plena com habilitação em Letras /Português.

01

-

15h

6,48 a hora/aula (**)

NÍVEL MÉDIO - MAGISTÉRIO

18

EDUCADOR INFANTIL

Diploma de conclusão do Ensino Médio - Magistério - ou do Ensino Superior com habilitação em Educação Infantil.

15

01

40h

730,76

NÍVEL MÉDIO - GERAL

19

AGENTE DE SAÚDE PÚBLICA

Diploma de conclusão do Ensino Médio

01

-

44h

646,50

20

AUXILIAR DE SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS

Diploma de conclusão do Ensino Médio.

05

-

35h (***)

840,21

21

ATENDENTE DE ODONTOLOGIA (#)

Diploma de conclusão do Ensino Médio com formação na área, ministrada por instituição de ensino legalmente habilitada e registro no CRO.

01

-

30h

736,20

22

TÉCNICO DE AGRIMENSURA

Diploma de conclusão do Ensino Médio de Técnico em Agrimensura, Certificado de, no mínimo, 20h de Curso de operação em softwares aplicados à área e registro no CREA.

01

-

35h

1.385,26

23

TÉCNICO EM AGROPECUÁRIA

Diploma de conclusão do Ensino Médio de Técnico em Agropecuária, Certificado de Curso de Inseminação Artificial e registro no CREA.

01

-

35h

1.385,26

24

TÉCNICO EM ENFERMAGEM (#

Diploma de conclusão do Ensino Médio e de Técnico em Enfermagem e registro no COREN.

01

-

30h (***)

752,48

25

TÉCNICO EM RADIOLOGIA

Diploma de conclusão do Ensino Médio e Curso de Técnico em Radiologia e registro no CRTR.

01

-

24h

674,94

NÍVEL FUNDAMENTAL COMPLETO

26

AUXILIAR OPERACIONAL I

Certificado de conclusão do Ensino Fundamental.

62

06

44h (***)

453,96

27

ELETRICISTA

Certificado de conclusão do Ensino Fundamental, carteira de habilitação, categoria "C" e comprovação de experiência mínima de 02 (dois) anos na área de eletricidade na construção civil.

01

-

44h

646,50

28

MECÂNICO MANUTENÇÃO

Certificado de conclusão do Ensino Fundamental Curso na área de veículos automotores e comprovação de experiência mínima de 02 (dois) anos na área de mecânica de veículos automotores.

01

-

44h

878,46

29

MOTORISTA

Certificado de conclusão do Ensino Fundamental Carteira de Habilitação categoria "AD" e comprovação de experiência mínima de 02 (dois) anos na condução de veículos automotores.

01

-

44h (***)

720,31

30

MOTORISTA DE AMBULÂNCIA

Certificado de conclusão do Ensino Fundamental, Carteira de Habilitação categoria "E" e comprovante de experiência na condução de veículos de emergência.

01

-

44h (***)

720,31

31

OPERADOR DE MÁQUINAS

(Escavadeira Hidráulica, Motoniveladora, Retro-Escavadeira, Trator de Esteira e Trator de Pneus)

Certificado de conclusão do Ensino Fundamental, Carteira de Habilitação categoria "C" e comprovante de experiência na condução de máquinas pesadas.

05

-

44h

786,27

32

PEDREIRO

Certificado de conclusão do Ensino Fundamental e comprovante de experiência mínima de 02 (dois) anos na construção civil.

06

44h

646,50

33

SOLDADOR

Certificado de conclusão do Ensino Fundamental e comprovante de experiência mínima de 02 (dois) anos em soldagem.

02

-

44h

674,94

(#) Nestes cargos há a opção para trabalho no PSF, que permitirá somar ao vencimento do cargo, valores referentes a extensão de jornada e gratificação.
(*) A este valor é adicionado uma gratificação de 20% a título de regência de classe;
(**) Os professores do ensino fundamental, além da regência de classe, receberão mais 20% de hora atividade.
(***) Cargos com possibilidade de jornada de trabalho em escalas.

ANEXO I - CONTINUAÇÃO

DESCRIÇÃO SINTÉTICA DOS CARGOS

CARGO

DESCRIÇÃO SINTÉTICA

CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR - GERAL

ASSISTENTE SOCIAL

Visitas domiciliares, estudos sócio econômicos, atendimento individual ou grupo, encaminhamentos e soluções a população, que se encontre em risco ou exclusão social, conforme LOAS e Plano Municipal de A. Social; Elaboração de programas, convênios e projetos de cunho social; e demais serviços afins e/ou compatíveis com a área de atuação.

DENTISTA

Praticar todos os atos pertinentes à odontologia; Planejar e executar ações curativas/clinicas, preventivas e de educação em saúde de forma individual e coletiva em todos os espaços de atuação da equipe de saúde da família; Trabalhar na atenção básica buscando máxima resolutividade; Prescrever e aplicar especialidades farmacêuticas indicadas para a Odontologia; Aplicar anestesia local e troncular, atestar estados mórbidos e outros; Requisitar exames complementares ao diagnostico odontológico; Fazer visitas domiciliares; Supervisionar o trabalho do ACD; Participar na equipe multidisciplinar em saúde publica referendando os programas preconizados pelo Ministério da Saúde e/ou implantados a nível estadual e/ou municipal; atividades de prevenção (palestras, seminários, etc.) e demais serviços afins e/ou compatíveis com a área de atuação.

ENFERMEIRO

O processo de trabalho deste profissional é desenvolvido em dois campos essenciais: na unidade ou serviço de saúde junto à equipe de profissionais; na comunidade apoiando e supervisionando o trabalho dos ACS - Agentes Comunitários de Saúde, bem como, assistindo às pessoas que necessitam de atenção de enfermagem. Tem como atribuições básicas: executar ações de assistência básica, ou de urgência/emergência, no nível de suas competências, nas áreas de atenção à criança, ao adolescente, à mulher, ao trabalhador, ao idoso, na área de vigilância epidemiológica e sanitária; desenvolver ações para capacitação dos ACS, auxiliares e técnicos de enfermagem, para o desempenho de suas funções junto ao serviço de saúde; oportunizar contatos com indivíduos sadios ou doentes para promover a saúde e abordar aspectos de educação sanitária; promover a qualidade de vida e contribuir para que o meio ambiente seja mais saudável; discutir de forma permanente junto a equipe de trabalho e comunidade o conceito de cidadania, enfatizando os direitos de saúde e as bases legais que os legitimam; participar do processo de programação e planejamento das ações e da organização do processo de trabalho nas unidades e serviço de saúde do município; referendando os programas preconizados pelo Ministério da Saúde e/ou implantados a nível estadual e/ou municipal; atividades de prevenção (palestras, seminários, etc.) e demais serviços afins e/ou compatíveis com a área de atuação.

ENGENHEIRO CIVIL

Elaborar projetos de edificações públicas e/ou de interesse social e de parcelamento do solo de acordo com as atribuições determinadas pelo CREA (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia); Acompanhar e fiscalizar a implantação de loteamentos e desmembramentos; Coordenar os serviços da equipe de topografia; Coordenar atividades de sondagem geotécnica; Aplicar, e oferecer apoio técnico na elaboração e revisão da legislação urbanística e de uso e ocupação do solo e revisão do Plano Diretor; Efetuar acompanhamento de obras; Elaborar memoriais descritivos, quantitativos, orçamentos e demais documentações pertinentes para a licitação de obras públicas ou para encaminhamento a órgãos estaduais ou federais; Executar vistorias e efetuar laudos técnicos; Analisar e aprovar processos de loteamentos, desmembramentos e construções; Participar de congressos técnicos, seminários, painéis, encontros e em outros eventos relacionados especificamente ao setor para aperfeiçoamento das atividades; Responder tecnicamente junto ao órgão competente - CREA (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia), pelas ações de Engenharia pela Prefeitura, de acordo com as atribuições; Operar ferramentas de informática disponíveis na área de engenharia; Executar outros serviços afins e/ou compatíveis com a área de atuação.

FARMACÊUTICO

Assegurar assistência farmacêutica a população e rede de serviços em saúde pública, através do controle, compra, dispensação e reposição de medicamentos em farmácia básica e/ou medicamentos excepcionais e/ou especiais, nas unidades de saúde centrais e/ou periféricas; participar da equipe multidisciplinar de saúde pública; execução de ações juntamente com a equipe de vigilância sanitária, para orientação e vistorias em unidades de saúde do município; referendando os programas preconizados pelo Ministério da Saúde e/ou implantados a nível estadual e/ou municipal; atividades de prevenção (palestras, seminários, etc.) e demais serviços afins e/ou compatíveis com a área de atuação.

FISIOTERAPEUTA

Visitas domiciliares; Atuar como fisioterapeuta trabalhando na prevenção e reabilitação de pacientes, empregando as técnicas adequadas, junto às unidades de saúde do Município referendando os programas preconizados pelo Ministério da Saúde e/ou implantados a nível estadual e/ou municipal; atividades de prevenção (palestras, seminários, etc.) e demais serviços afins e/ou compatíveis com a área de atuação.

MÉDICO CLÍNICO GERAL

Clínica geral, incluindo execução de consultas clínicas, exames físicos, procedimentos ambulatoriais, exames ectoscópicos, diagnóstico, tratamento, prognóstico e acompanhamento de patologias; Prestar assistência integral, contínua e sistemática, com resolutividade e boa qualidade em relação às necessidades individuais ou coletivas de saúde da população em geral, no atendimento em unidades de saúde e/ou serviços de saúde do município; referendando os programas preconizados pelo Ministério da Saúde e/ou implantados a nível estadual e/ou municipal; atividades de prevenção (palestras, seminários, etc.) e demais serviços afins e/ou compatíveis com a área de atuação.

MÉDICO GINECOLOGISTA

Médico com especialização e/ou residência em ginecologia/obstetrícia, que execute consultas clínicas, exames físicos, procedimentos ambulatoriais, exames ectoscópicos, diagnóstico, tratamento, prognóstico e acompanhamento de patologias; prestar assistência integral, contínua e sistemática, com resolutividade e boa qualidade em relação às necessidades individuais ou coletivas de saúde em especial da população feminina em geral de forma específica à gestantes, parturientes, puérperas, no atendimento em unidades de saúde e/ou serviços de saúde do município; referendando os programas preconizados pelo Ministério da Saúde e/ou implantados a nível estadual e/ou municipal; atividades de prevenção (palestras, seminários, etc.) e demais serviços afins e/ou compatíveis com a área de atuação.

MÉDICO PLANTONISTA

Clínica geral, incluindo execução de consultas clínicas, exames físicos, procedimentos ambulatoriais, exames ectoscópicos, diagnóstico, tratamento, prognóstico e acompanhamento de patologias com risco mediato ou imediato de vida; Prestar assistência integral, contínua e sistemática, com resolutividade e boa qualidade em relação às necessidades individuais ou coletivas de saúde da população em geral, no atendimento em unidades de saúde de emergência e/ou serviços de saúde do município; referendando os programas preconizados pelo Ministério da Saúde e/ou implantados a nível estadual e/ou municipal; atividades de prevenção (palestras, seminários, etc.) e demais serviços afins e/ou compatíveis com a área de atuação.

MÉDICO DO TRABALHO

Consultas clínicas, exames físicos, procedimentos ambulatoriais, exames ectoscópicos, diagnóstico, tratamento, prognóstico e acompanhamentos de patologias diversas; Avaliações ambientais com emissão de laudos; Realização de exames admissionais, periódicos e demissionais; Execução das atividades de promoção e proteção da saúde, visando a recuperação e reabilitação da saúde dos trabalhadores submetidos aos riscos e agravos; Prestar informações aos interessados sobre os riscos de acidente de trabalho e resultados de fiscalização e avaliações ambientais; Emissão de laudos e relatórios circunstanciados sobre os agravos com o trabalho ou limitações (seqüelas) deles resultantes; Realização sistemática de ações de vigilância ambientais e processos de trabalho, compreendendo o levantamento e análise de informações, a inspeção sanitária nos locais de trabalho, a identificação e avaliação das situações de risco, a elaboração de relatórios e aplicação de procedimentos administrativos e investigação epidemiológica; Elaboração de PPP - Perfil Profissiográfico Previdenciário dos servidores públicos municipais; Atuação como Médico Assistente do Município e integrante da Junta Médica Oficial do Município; Assessoramento ao Poder Executivo nos assuntos relacionados a sua área de atuação; referendando os programas preconizados pelo Ministério da Saúde e/ou implantados a nível estadual e/ou municipal; atividades de prevenção (palestras, seminários, etc.) e demais serviços afins e/ou compatíveis com a área de atuação.

MÉDICO VETERINÁRIO

Planejar, organizar, supervisionar e executar programas de defesa sanitária, proteção e aprimoramento da pecuária e realizar estudos e pesquisas aplicando conhecimentos; Desenvolver programas de profilaxia, diagnósticos e tratamento de doenças dos animais, promover a fiscalização sanitária nos locais de produção animal; Prestar assistência técnica urbana e em extensão rural, com inseminação artificial inclusive, integral em propriedades agrícolas, contínua e sistemática, com resolutividade e boa qualidade em relação às necessidades individuais ou coletivas da saúde animal, atendimento em unidades de inspeção de saúde animal do município promovendo orientação aos produtores quanto a manipulação, armazenamento, comercialização, classificação da carcaça animal; Assistência técnica na defesa sanitária animal; auxilio e participação em eventos, feiras e congressos, execução auxiliar de atividades de escritório, dar consultas e emitir relatórios, exercer procedimentos de informática em editoração de texto e planilha de cálculos; referendando os programas preconizados pelo Ministério da Saúde e/ou implantados a nível estadual e/ou municipal; atividades de prevenção (palestras, seminários, etc.) e demais serviços afins e/ou compatíveis com a área de atuação.

NUTRICIONISTA

Elaboração e balanceamento de cardápios e dietas para clientes ou população específica; planejamento e supervisão de compras e elaboração de alimentos; educação nutricional individual e coletiva; execução de atividades em educação e saúde; participação da equipe multidisciplinar em saúde pública referendando os programas preconizados pelo Ministério da Saúde e/ou implantados a nível estadual e/ou municipal; atividades de prevenção (palestras, seminários, etc.) e demais serviços afins e/ou compatíveis com a área de atuação.

PSICÓLOGO

Atuação junto às unidades de saúde do Município com execução de atividades em psicologia que incluem: psicoterapias individuais, familiares e grupais (inclusas clientelas diversificadas, para todas estas ações); elaboração e execução de psicodiagnóstico adulto e infantil; atendimento para clientes referendados pela saúde mental ; Participação na equipe multidisciplinar de saúde pública, referendando os programas preconizados pelo Ministério da Saúde e/ou implantados a nível estadual e/ou municipal; atividades de prevenção (palestras, seminários, etc.); referendando os programas preconizados pelo Ministério da Saúde e/ou implantados a nível estadual e/ou municipal; atividades de prevenção (palestras, seminários, etc.) e demais serviços afins e/ou compatíveis com a função.

CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR - MAGISTÉRIO

PROFESSOR

Orientar a aprendizagem do aluno, participar no processo de planejamento das atividades da escola, organizar as operações inerentes ao processo de ensino aprendizagem, contribuir para aprimoramento da qualidade do ensino, e demais serviços afins e/ou compatíveis com a área de atuação, etc.

PROFESSOR DE COMPUTAÇÃO

Orientar a aprendizagem do aluno, participar no processo de planejamento das atividades da escola, organizar as operações inerentes ao processo de ensino aprendizagem, contribuir para aprimoramento da qualidade do ensino, dar suporte aos demais educadores na sala informatizada e demais serviços afins e/ou compatíveis com a área de atuação, etc.

CARGOS DE NÍVEL MÉDIO - MAGISTÉRIO

EDUCADOR INFANTIL

Estimular experiências físicas, sociais e intelectuais através de atividades espontâneas; Adequar as atividades ao nível de desenvolvimento; Observar, planejar, registrar e avaliar constantemente as atividades desenvolvidas no Núcleo de Educação; Atender prontamente às solicitações da coordenação, visando à troca de experiências e aperfeiçoamento do trabalho; Despertar a atenção da criança através do uso de brinquedos, contato físico carinhoso e emprego de voz suave; Participar ativamente dos centros de estudo e reuniões de equipe convocadas pela Coordenação; Estar atento para detectar eventuais desvios de comportamento e desenvolvimento, e levá-los ao conhecimento da direção do Núcleo de Educação através de registros escritos e contatos pessoais; Atender as demais atribuições inerentes ao cargo ou previstas na legislação ou nos regimentos e demais serviços afins e/ou compatíveis com área de atuação.

CARGOS DE NÍVEL MÉDIO - GERAL

AGENTE DE SAÚDE PÚBLICA

Atuação no programa de combate e controle de vetores; Orientação e fiscalização em vigilância sanitária de baixa complexidade; Ações de controle de zoonoses, educação em saúde, visitas domiciliares para prevenção de proliferação de vetores; emissão de relatórios administrativos e boletins; participação na equipe multidisciplinar em saúde pública referendando os programas preconizados pelo Ministério da Saúde e/ou implantados a nível estadual e/ou municipal; atividades de prevenção (palestras, seminários, etc.) e demais serviços afins e/ou compatíveis com a área de atuação.

AUXILIAR DE SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS

Realizar atividades administrativas e burocráticas (digitação, arquivo e guarda de documentos, emissão, classificação e controle de correspondências e documentos oficiais, relatórios, lançamentos, etc.); Executar atividades de apoio ao desenvolvimento de trabalhos de natureza técnica e administrativa na área de pessoal, orçamentária, contábil e financeira; Atender ao público e encaminhar soluções e alternativas; Obter informações de fontes determinadas e autorizadas pela chefia imediata, fornecendo-as aos interessados; Redigir e digitar textos, cartas, ofícios, memorandos, e outros documentos; Auxiliar na separação, classificação, distribuição, numeração e expedição de licenças e correspondências; Entregar avisos, correspondências, impressos de divulgação e outros de interesse do Município, aos respectivos munícipes; Organizar e atualizar os fichários ou listagens; Executar outros serviços afins e/ou compatíveis com a área de atuação, etc.

ATENDENTE DE ODONTOLOGIA

Realizar sempre sob supervisão do cirurgião dentista, orientações sobre saúde bucal de maneira individual ou coletiva em todos os espaços de ação da Equipe de Saúde da Família, marcar consultas, preencher e anotar fichas clínicas, manter em ordem arquivos e fichários, solicitar e repor o material de uso odontológico, preparar o paciente para o atendimento, auxiliar no atendimento clinico dos pacientes, instrumentar o dentista junto a cadeira operatória, realizar limpeza e esterilização de instrumentais, manipular materiais de uso odontológico, aplicar métodos preventivos para controle da carie dental, proceder a manutenção e conservação do equipamento odontológico, incluindo sua assepsia; participação da equipe multidisciplinar em saúde publica referendando os programas preconizados pelo Ministério da Saúde e/ou implantados a nível estadual e/ou municipal; atividades de prevenção (palestras, seminários, etc.) e demais serviços afins e/ou compatíveis com a área de atuação.

TÉCNICO EM AGRIMENSURA

Execução de serviços de campo como levantamentos planialtimétricos e planimétricos de imóveis, de vias públicas, de edificações; Locação de obras viárias, construção civil e drenagem pluvial; Levantamentos com GPS e Estação Total. Auxiliar em serviços de alinhamento para expedição de alvarás de construção; Execução de serviços de escritório como edição de levantamentos planimétricos e planialtimétricos, projetos geométricos, cálculo de volumes (corte e aterro), projetos de calçamento, desmembramentos e remembramentos, elaboração de memoriais descritivos; Executar outros serviços afins e/ou compatíveis com a área de atuação, etc.

TÉCNICO EM AGROPECUÁRIA

Execução de serviços de campo orientando agricultores nas tarefas de preparo dos solos, plantios, colheitas e beneficiamento de espécies vegetais, combate a parasitas e outras pragas; Auxiliar especialistas de formação superior no desenvolvimento agrícola e em serviços de atendimento clinico veterinário, extensão rural e assistência técnica em inspeção de carnes, instruir a população quanto às técnicas agrícolas e uso correto de defensivos agrícolas, execuções de jardinagem e paisagismo, administração de patrulhas mecanizadas agrícolas e atendimento nas diversas culturas agrícolas na região e em criação pecuária com especial atenção à ovinos, caprinos, suínos, bovinos de corte e leite, aves e piscicultura. Expedição de guias, laudos e requisições da área, auxiliar no atendimento em eventos, feiras e congressos municipais; execução auxiliar de atividades de escritório, limpeza de equipamentos de uso agrícola ou veterinário e procedimentos de informática em editoração de texto e planilha de cálculos; e demais serviços afins e/ou compatíveis com a área de atuação.

TÉCNICO EM ENFERMAGEM

Execução de atividades descritas para o cargo de Auxiliar de Enfermagem, e de nível médio técnico, dentre estas: educação em saúde, procedimentos básicos nas unidades de saúde e domicílios, acompanhamento e assistência ao enfermeiro no planejamento, programação, orientação e supervisão das atividades de assistência de enfermagem; executar outros serviços descritos no Decreto Federal nº 94.406, de 08/06/87, do COREN; participar da equipe multidisciplinar em saúde pública; referendando os programas preconizados pelo Ministério da Saúde e/ou implantados a nível estadual e/ou municipal; atividades de prevenção (palestras, seminários, etc.) e demais serviços afins e/ou compatíveis com a área de atuação, etc.

TÉCNICO EM RADIOLOGIA

Executar exames radiológicos sob a supervisão de profissionais da área. Orientar e preparar o paciente, de acordo com instruções médicas estabelecidas. Operar máquinas e equipamentos, preparar soluções. Revelar, fixar, lavar, secar e identificar chapas radiográficas. Efetuar limpeza e conservação dos equipamentos e instrumentos sob sua responsabilidade, seguindo normas e instruções de segurança. Executar tratamento e descarte de resíduos de materiais provenientes de seu local de trabalho. Zelar pela guarda dos equipamentos, instrumentos e materiais peculiares ao trabalho, bem como dos locais. Auxiliar na organização de arquivos, envio e recebimento de documentos, pertinentes a sua área de atuação para assegurar a pronta localização de dados. Referendar os programas preconizados pelo Ministério da Saúde e/ou implantados a nível estadual e/ou municipal; atividades de prevenção (palestras, seminários, etc.). Executar outras tarefas correlatas, conforme necessidade ou a critério de seu superior.

CARGOS DE NÍVEL FUNDAMENTAL COMPLETO

AUXILIAR OPERACIONAL I

Serviços gerais de limpeza, manutenção e conservação do patrimônio público municipal (móveis, imóveis, instalações, equipamentos, utensílios), serviços de higienização de ambientes, recolhimento de lixo, limpeza de sanitários, preservação do patrimônio público em qualquer dos serviços ou unidades do serviço público municipal. Serviços de cozinha em Unidades de Ensino e demais órgãos/estabelecimentos do município, no preparo de refeições; Auxiliar em levantamentos planialtimétricos, roçadas, abertura de rumos. Serviços de lavação de veículos, Conservação e manutenção de vias públicas, abertura de valas, colocação de tubos, serviços de calcetaria, auxílio aos operadores de máquinas e veículos e demais serviços auxiliares com predominância de esforço físico.

ELETRICISTA

Executar serviços de manutenção na iluminação pública (troca e ajustes de conexões, fiação, comendo fotoelétrico, equipamentos auxiliares, braço, luminária e lâmpadas), atendendo as normas e exigências da concessionária; Executar serviços de manutenção e diagnóstico de defeitos da rede elétrica dos prédios do poder público municipal (fiação, quadros de distribuição, luminárias, lâmpadas, reatores, disjuntores, tomadas, etc); Executar serviços de manutenção e instalação de equipamentos e aparelhos elétricos; Executar outros serviços afins e/ou compatíveis com a área de atuação.

MECÂNICO DE MANUTENÇÃO

Executar serviços de reparo e manutenção em veículos de passeio, camionetes, caminhões, com sistema de carburação normal, bico injetor e injeção eletrônica, serviços de suspensão da frota municipal, executar serviços de reparo e manutenção em máquinas leves e pesadas na frota municipal, relacionar e especificar tipo e quantidade de materiais necessários aos serviços e providenciar a retirada no almoxarifado; efetuar a limpeza e a manutenção dos instrumentos e equipamentos de uso diário;executar outros serviços afins e/ou compatíveis com a área de atuação.

MOTORISTA

Serviços gerais de condução/direção de motos, veículos, caminhões e ônibus, etc; Dirigir veículos para condução de servidores nos trabalhos externos e transportar máquinas e equipamentos; Viajar para localidades fora da sede, para conduzir servidores e usuários do serviço público; transportar máquinas e equipamentos; Manutenção, conservação e proteção dos veículos, caminhões ou equipamentos sob sua responsabilidade; Verificar e controlar o nível de óleo do cárter, comparar a ficha de óleo com quilometragem rodada e providenciar o reabastecimento ou a troca, conforme o caso; Fazer as verificações rotineiras das condições dos freios, faróis, pisca-piscas, pneus, níveis de água da bateria e do radiador, encaminhar os veículos às oficinas ou providenciar os reparos que não exigirem especialização; Controlar o nível de combustível pelo hodômetro e providenciar o reabastecimento; Observar as aparências internas e externas dos veículos e zelar pelas suas conservações; Anotar no relatório diário de uso de veículos, a hora de partida, o percurso, os passageiros, a hora de retorno do veículo à sede e demais ocorrências exigidas em normas da Autarquia; Transmitir ordens e informações entre locais onde tenham ocorrido avarias nos sistemas; Executar pequenos reparos de emergência nos veículos e solicitar a manutenção periódica ao ser atingida a quilometragem estabelecida; Participar e executar serviços de plantões nos feriados, finais de semana e noturnos; Executar serviços auxiliares e correlatos ao bom desempenho dos serviços públicos; e demais serviços afins e/ou compatíveis com a área de atuação.

MOTORISTA DE AMBULÂNCIA

Transportar usuários do sistema público de saúde em risco mediato ou imediato de vida, para atendimento em serviços de referências; Viajar para localidades fora da sede; Manutenção, conservação e proteção dos veículos ou equipamentos sob sua responsabilidade; Verificar e controlar o nível de óleo do cárter, comparar a ficha de óleo com quilometragem rodada e providenciar o reabastecimento ou a troca, conforme o caso; Fazer as verificações rotineiras das condições dos freios, faróis, pisca-piscas, pneus, níveis de água da bateria e do radiador, encaminhar os veículos às oficinas ou providenciar os reparos que não exigirem especialização; Controlar o nível de combustível pelo hodômetro e providenciar o reabastecimento; Observar as aparências internas e externas dos veículos e zelar pelas suas conservações; Anotar no relatório diário de uso de veículos, a hora de partida, o percurso, os passageiros, a hora de retorno do veículo à sede e demais ocorrências exigidas em normas da Autarquia; Transmitir ordens e informações entre locais onde tenham ocorrido avarias nos sistemas; Executar pequenos reparos de emergência nos veículos e solicitar a manutenção periódica ao ser atingida a quilometragem estabelecida; Participar e executar serviços de plantões nos feriados, finais de semana e noturnos; Executar serviços auxiliares e correlatos ao bom desempenho dos serviços públicos; e demais serviços afins e/ou compatíveis com a área de atuação.

OPERADOR DE MÁQUINAS

Serviços gerais de operação/condução/direção de máquinas leves e pesadas (trator de pneu, trator de esteira, retroescavadeira, motoniveladora, escavadeira hidraúlica, etc.); Operar retro-escavadeiras, pás-carregadeiras, trator de esteira e outras máquinas pesadas, destinadas a carregamento de caminhões, remoção de barro, reaterro, abertura de valas, colocação de tubulação, terraplenagens, abertura e conservação de ruas, etc; Conduzir máquinas e equipamentos aos locais de operação; Manutenção, conservação, proteção e revisão dos equipamentos; Realizar reparos de emergência em máquinas e equipamentos; Zelar pela limpeza e conservação da máquina operada; Promover o abastecimento de combustível, controle dos níveis água e óleo de seus veículos ou máquinas; comunicar, ao superior imediato, os defeitos de funcionamento apresentados pela máquina operada; preencher relatório diário de funcionamento da máquina; Demais serviços afins e/ou compatíveis com a área de atuação.

PEDREIRO

Executar a abertura e fechamento de bocas de lobo, valas, com a remoção e conserto do pavimento, reaterro e apiloamento da vala; Executar consertos e substituição de tubos, fugar tubos, meio-fio, etc.; Executar instalações de pisos, azulejos e similares, reboco e acabamentos em geral, relacionar e especificar tipo e quantidade de materiais necessários aos serviços e providenciar a retirada no almoxarifado; Executar obras municipais; Serviços de alvenaria em geral; Efetuar serviços de pinturas; Efetuar a limpeza e a manutenção dos instrumentos e equipamentos de uso diário; executar outros serviços afins e/ou compatíveis com a área de atuação.

SOLDADOR

Executar serviços de solda MIG, solda de oxigênio e eletrodo (solda elétrica), realizar serviços de serralheria em geral, reparos com solda em veículos e máquinas da frota municipal, relacionar e especificar tipo e quantidade de materiais necessários aos serviços e providenciar a retirada no almoxarifado; Efetuar a limpeza e a manutenção dos instrumentos e equipamentos de uso diário; executar outros serviços afins e/ou compatíveis com a área de atuação.

ANEXO II

DEMONSTRATIVO DAS PROVAS OBJETIVAS

Escolaridade: Nível Superior

Cargo

Disciplina

Número de Questões

Valor de cada Questão

Mínimo de Pontos Exigido

Engenheiro Civil

Conhecimentos Técnico-profissionais

20

02

50 % do total

Legislação Municipal e Constituição Federal, Conhecimentos Gerais e Regionais.

10

1,5

Português

10

1,5

Escolaridade: Nível Superior

Cargo

Disciplina

Número de Questões

Valor de cada Questão

Mínimo de Pontos Exigido

Assistente Social, Dentista, Enfermeiro, Farmacêutico, Fisioterapeuta, Médico Clínico Geral, Médico Ginecologista/Obstetra, Médico Plantonista, Médico do Trabalho e Médico Veterinário, Nutricionista e Psicólogo.

Conhecimentos Técnico-profissionais

20

02

50 % do total

Legislação do SUS, Constituição Federal e Conhecimentos Gerais e Regionais.

10

1,5

Português

10

1,5

Escolaridade: Nível Superior

Cargo

Disciplina

Número de Questões

Valor de cada Questão

Mínimo de Pontos Exigidos

Professor de Computação, de Espanhol, de Inglês, de Português.

Conhecimentos Técnico-profissionais

20

02

50%

Aspectos Legais da Política Educacional e Conhecimentos Gerais e Regionais.

10

1,5

Português

10

1,5

Escolaridade: Nível Médio

Cargo

Disciplina

Número de Questões

Valor de cada Questão

Mínimo de Pontos Exigidos

Educador Infantil.

Conhecimentos Técnico-profissionais

20

02

50%

Aspectos Legais da Política Educacional e Conhecimentos Gerais e Regionais.

10

1,5

Português

10

1,5

 

Cargo

Disciplina

Número de Questões

Valor de cada
Questão

Mínimo de Pontos Exigidos

Auxiliar de Serviços Administrativos, Técnico de Agrimensura e Técnico em Agropecuária.

Conhecimentos Técnico-profissionais

20

02

50%

Legislação Municipal e Constituição Federal e Conhecimentos Gerais e Regionais.

10

1,5

Português

10

1,5

Escolaridade: Nível Médio

Cargo

Disciplina

Número de Questões

Valor de cada Questão

Mínimo de Pontos Exigidos

Agente de Saúde Pública, Atendente de Odontologia, Técnico de Enfermagem e Técnico em Radiologia.

Conhecimentos Técnico-profissionais

20

02

50%

Legislação do SUS, Constituição Federal e Conhecimentos Gerais e Regionais.

10

1,5

Português

10

1,5

Escolaridade: Nível Fundamental Completo

Cargo

Disciplina

Número de Questões

Valor de cada Questão

Mínimo de Pontos Exigidos

Auxiliar Operacional I, Eletricista, Mecânico de Manutenção, Motorista, Motorista de Ambulância, Operador de Máquinas, Pedreiro e Soldador.

Conhecimentos Técnico-profissionais

20

2,5

50%

Português

05

02

Matemática

05

02

- NÍVEL SUPERIOR

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS E REFERÊNCIAS PARA AS PROVAS COM NÚCLEO COMUM

Português para todos os cargos de Nível Superior

1.Elementos de construção do texto e seu sentido: gênero do texto (literário e não-literário; narrativo, descritivo e argumentativo); organização interna. 2.Semântica: sentido e emprego dos vocábulos; campos semânticos; emprego de tempos e modos dos verbos em português. 3.Morfologia: reconhecimento, emprego e sentido das classes gramaticais; processos de formação de palavras; mecanismos de flexão dos nomes e verbos. 4.Sintaxe: frase, oração e período; termos da oração; processos de coordenação e subordinação; concordância nominal e verbal; transitividade e regência de nomes e verbos; padrões gerais de colocação pronominal no português; mecanismos de coesão textual. 5.Estilística: figuras de linguagem. 6.Ortografia. 7.Pontuação.

REFERÊNCIAS

CUNHA, Celso & CINTRA, Lindley. Nova gramática do português contemporâneo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985.

GARCIA, Othon Moacir. Comunicação e prosa moderna. Rio de Janeiro: FGV, 1999.

RIBEIRO, Manoel P. Gramática aplicada da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Metáfora Ed., 2000.

SAVIOLI, Francisco Platão & FIORIN, José Luiz. Para entender o texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 1997.

Conhecimentos Gerais e Regionais para todos os cargos de Nível Superior.

Aspectos sócio-econômicos, geográficos, históricos e político do Brasil, de Santa Catarina, do Médio Vale do Itajaí e do Município de Timbó.

REFERÊNCIAS

TIMBO. Lei Orgânica do Município, atualizada.

TIMBO. Lei Complementar nº 01, de 1993 (Regime jurídico dos servidores do Município), com alterações.

www.ibge.gov.br

www.ipea.gov.br

www.sc.gov.br

www.timbo.sc.gov.br

Legislação Municipal e Constituição Federal para o cargo de Engenheiro Civil.

1.O Município e a Federação. O conceito de interesse local. A organização do Município. 2.A Administração Pública na Constituição Federal. 3.A Lei Orgânica Municipal. Conteúdo, competência e limitações. 4.O Poder Legislativo e sua competência. A Câmara Municipal. As proibições e incompatibilidades aplicáveis aos Vereadores. O processo legislativo. 5.O Poder Executivo. A responsabilidade do Poder Executivo. 6.Os servidores públicos: normas constitucionais e legais.

REFERÊNCIAS

BRASIL. Constituição Federal de 1988, com emendas (arts. 37 a 41).

GONÇALVES, Marcos Flávio R. (coord.). Manual do Prefeito. Rio de Janeiro: IBAM.

MORAES, Alexandre de. Direito constitucional. São Paulo: Atlas.

MEIRELLES, Hely Lopes. Direito municipal brasileiro. São Paulo: Malheiros Ed.

Legislação do SUS, Constituição Federal para os cargos de Assistente Social, Dentista, Enfermeiro, Farmacêutico, Fisioterapeuta, Médico Clínico Geral, Médico Ginecologista/Obstetra, Médico Plantonista, Médico do Trabalho e Médico Veterinário, Nutricionista e Psicólogo.

Legislação do SUS

1.Sistema Único de Saúde - SUS: Princípios, diretrizes, leis e regulamentação. Universalização, Eqüidade, Integralidade, Hierarquização, Participação e Controle Social, Responsabilidade sanitária das instâncias gestoras do SUS. Consolidação do Sistema Único de Saúde, publicado na Portaria/GM nº 399, de 22 de fevereiro de 2006; 2.Diretrizes para a gestão do SUS: Descentralização; Regionalização; Municipalização; Financiamento; Planejamento; Programação Pactuada e Integrada; Regulação; Responsabilidade sanitária das instâncias gestoras do SUS; Planejamento e Programação; Regulação, Controle, Avaliação e Auditoria; Responsabilidade sanitária das Instâncias Gestoras do SUS.

Constituição Federal

A Administração Pública na Constituição Federal. O Poder Executivo. A responsabilidade do Poder Executivo. Os servidores públicos: normas constitucionais e legais.

REFERÊNCIAS

ANDRADE, L. O. M. SUS passo a passo: normas, gestão e financiamento. São Paulo: Hucitec; Sobral: Uva, 2001.

BRASIL, Constituição Federal de 1988, com emendas (arts. 37 a 41).

______, Lei 8.080, 19/09/1990. Disponível em http://bvsms.saúde.gov.br/html/pt/legislação/leis.html.

______, Lei 8.142, 28/12/1990. Disponível em htpp://bvsms.saúde.gov.br/html/pt/legislação/leis.html.

______, Gestão Municipal de Saúde: textos básicos. Rio de Janeiro: Brasil. Ministério da Saúde, 2001. Disponível em http://bvsms.saúde.gov.br/bvs/publicações/gestão_municipal_de_saude.pdf.

______, Portaria no. 399/GM de 22/02/2006. Disponível em http://dtr2001.saude.gov.br/sas/PORTARIAS/Port2006/GM/GM-399.htm

______, O SUS de A a Z , 2006. Disponível em: www.saude.gov.br/susdeaz.

CARVALHO, G. I.; SANTOS, L. Comentários ‘a Lei Orgânica da Saúde (Leis 8.080/90 e 8142/90): Sistema Único de Saúde. 3ª. Ed. Campinas - SP: Unicamp, 2001.

Aspectos Legais da Política Educacional para os cargos de Professor de Computação, de Espanhol, de Inglês e de Português.

1..A Legislação Educacional - Lei 9394/96. 2. Organização da Educação Básica: níveis de ensino, órgãos e competências. 3.Parâmetros Curriculares Nacionais. 4. Sistemas Educacionais na LDB. 5. A Legislação atual e as abordagens de cidadania.

REFERÊNCIAS

Constituição da República Federativa do Brasil - Artigos 205 a 214. Disponível em: www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituiçao.htm

Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - Lei 9.394/69. Disponível em: www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm

Ampliação do Ensino Fundamental - Lei 11.274/2006. Disponível em: www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11274.htm#art3

Diretrizes Curriculares do Ensino Fundamental - Resolução CEB Nº 2/1998. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/rceb02_98.pdf

- NÍVEL SUPERIOR

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS E REFERÊNCIAS PARA AS PROVAS OBJETIVAS

ASSISTENTE SOCIAL

1. Estado e Políticas Sociais no Brasil: desenvolvimento histórico e tendências atuais. 2. A questão social no contexto da globalização e da reestruturação produtiva. 3.Seguridade Social: saúde, previdência e assistência social: formas de atuação e controle social. 4. Legislação social, direitos sociais e conjuntura brasileira. 5.O Serviço Social no Brasil: trajetória histórica e debate contemporâneo. 6.Elaboração e avaliação de Políticas sociais, de programas e projetos de intervenção em Serviço Social. 7.Processos de trabalho e Serviço Social: a categoria trabalho; os elementos constitutivos do processo de trabalho. 8.Família e violência. 9. Pesquisa em Serviço Social. 10. Ética profissional do assistente social: desafios ético-políticos e demandas à profissão.

REFERÊNCIAS

ANTUNES, Ricardo. Adeus ao Trabalho? São Paulo: Cortez, 1995.

BARROCO, Maria Lúcia Silva. A inscrição da ética e dos direitos humanos no projeto ético-político do Serviço Social. Serviço Social e Sociedade, São Paulo, nº 79, p.27-42, setembro. 2004.

BEHRING, Elaine Rossetti e BOSCHETTI, Ivanete Política Social: fundamentos e história. Coleção Biblioteca Básica de Serviço Social. Volume 2. 2ª edição. São Paulo: Cortez, 2007.

BOSCHETTI FERREIRA, Ivanete S. As políticas brasileiras de seguridade social: assistência social. Capacitação em Serviço Social e Política Social. Módulo 3. Brasília: CEAD / UNB, 2000.

_________ . Seguridade Social e projeto ético-político do Serviço Social: que direitos para qual cidadania? Serviço Social e Sociedade, São Paulo, nº 79, p. 108-132, setembro. 2004.

BRASIL. Lei nº 8.662, de 7 de junho de 1993. Dispõe sobre a profissão de Assistente Social e dá outras providências. In: Coletânea de Leis. Florianópolis, CRESS 12ª Região, gestão 1996-1999.

_________ . Lei n.º 8.742, de 7 de dezembro de 1993. Lei Orgânica da Assistência Social: legislação complementar. Ministério do Desenvolvimento Social e do Combate à Fome. Conselho Nacional de Assistência Social. Secretaria Nacional de Assistência Social et al. Brasília, MDS, 2004.

_________ . Resolução nº 145, de 15 de outubro de 2004. Política Nacional de Assistência Social. Brasília, Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Disponível em http://www.mds.gov.br

_________ . Resolução nº 130, de 15 de julho de 2005. Norma Operacional Básica - NOB-SUAS. Brasília, Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Disponível em http://www.mds.gov.br

_________ . Norma Operacional Básica de Recursos Humanos - NOB-RH/SUAS. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Conselho Nacional de Assistência Social. Disponível em http://www.mds.gov.br

BRAVO, Maria Inês Souza. Serviço Social e Reforma Sanitária: lutas sociais e práticas profissionais. São Paulo, Cortez/UFRJ, 1996.

_________ . Políticas públicas e estratégias urbanas: o potencial político dos Conselhos de Saúde na construção de uma esfera pública democrática. Serviço Social e Sociedade, São Paulo, nº 49, p. 99- 115, novembro, 1995.

CABRAL, Maria do Socorro Reis. As políticas brasileiras de seguridade social: previdência social. In: Capacitação em Serviço Social e Política Social. Módulo 3. Brasília: CEAD / UNB, 2000.

CASTELS, Robert. As Transformações da Questão Social. In: Desigualdade e Questão Social. CASTEL, W.; BELFIORE-WANDERLEY. p.235-264, São Paulo: Educ, 2000.

COSTA, Teresa Hilda Bezerra S. e LIMA, Rochelly Euzébio de. Questão Urbana e Serviço Social. Serviço Social e Sociedade, São Paulo, nº 79, p. 162-1 71, setembro. 2004.

COSTA, Maria Dalva Horácio. O Trabalho nos Serviços de Saúde e a Inserção dos Assistentes Sociais. Serviço Social e Sociedade, São Paulo, nº 62, p. 35-72, março. 2000.

CARNEIRO, Carla Bronzo Ladeira. Concepções sobre pobreza e alguns desafios para a intervenção social. Serviço Social e Sociedade, Ano XXVI, nº 84, p. 66-90, novembro 2005.

CFESS. Código de ética profissional do assistente social. Resolução CFESS nº 290/94 e 293/94 de 13 de março de 1993. In: Coletânea de Leis. Florianópolis, CRESS 12ª Região, gestão 1996-1999.

FILGU EIRAS, Cristina Almeida Cunha. Avaliação de Programas: oportunidade para a institucionalidade social. Serviço Social e Sociedade, São Paulo, nº 90, p.155-168, junho, 2007.

IAMAMOTO, Marilda Villela. Serviço Social na Contemporaneidade: trabalho e formação profissional. São Paulo, Cortez, 1998.

_________ . CARVALHO, Raul de. Relações sociais e Serviço Social no Brasil: esboço de uma interpretação histórico-metodológica. São Paulo, Cortez/Celats, 1983.

NETTO, José Paulo. A Conjuntura Brasileira: o Serviço Social posto à prova. Serviço Social e Sociedade, São Paulo, nº 79, p.5-26, setembro. 2004.

NOGUEIRA, Marco Aurélio. O desafio de construir e consolidar direitos no mundo globalizado. Serviço Social e Sociedade, São Paulo, nº 82, p. 05-23, julho. 2005.

PEREIRA, Potyara Amazoneida Pereira. A utilidade da pesquisa para o Serviço Social. Serviço Social e Saúde, Ano IV, n° 4, p. 17-28, maio 2005.

RAICHELIS, Raquel. Assistência Social e esfera pública: os conselhos no exercício do controle social. Serviço Social e Sociedade, São Paulo, nº 56, p. 77-96, março. 1998.

RAICHELIS, Raquel. Articulação entre os conselhos de políticas públicas: uma pauta a ser enfrentada pela sociedade civil. Serviço Social e Sociedade, Ano XXVII, nº 85, p. 109-116, março 2006.

SANT´ANA, Raquel Santos. O desafio da implantação do projeto ético-ético político do Serviço Social. Serviço Social e Sociedade, São Paulo, nº 62, p. 73-92, março. 2000.

SALES, Mione Apolinário; MATOS, Maurílio Castro; LEAL, Maria Cristina (orgs.) Política Social , Família e Juventude: uma questão de direitos. São Paulo: Cortez, 2004.

SILVA, Maria Ozanira da Silva. Avaliação de Políticas Sociais: concepções e modelos analíticos. Serviço Social e Sociedade, São Paulo, nº 53, p. 75-79, março, 1997.

SOUZA, Marli Palma. Famílias em situação de violência: mediando conflitos. In: VERONESE, Josiane Rose Petry.

SOUZA, Marli Palma. MIOTO, Regina Célia Tamaso. Infância e Adolescência, o conflito com a Lei: algumas discussões. Florianópolis, Fundação Boiteux, 2001.

DENTISTA

Saúde Pública: Epidemiologia em saúde bucal. Dados do relatório SB Brasil; Política Nacional de Saúde Bucal; Saúde bucal coletiva, processo de trabalho e organização de serviços; Princípios e legislação de saúde no Brasil. Conhecimentos Específicos: Cariologia - Aplicações Clínicas; Controle da Cárie como Doença; Quando restaurar e quando deter a doença cárie; Preparos cavitários em dentistica restauradora; Propriedades dos materias restauradores: Amalgama, resina composta e ionômero de vidro, Adesão aos tecidos dentinários; Lesões não cariosas; Oclusão em dentistica; Diagnóstico e tratamento das alterações pulpares e periapicais;

Anatomia, fisiologia e patologia da polpa e canal radicular; Preparo biomecânico dos canais radiculares; Obturação endodôntica - tratamento; Anatomia do Periodonto; Placa e cálculo dental; Exame periodontal; Epidemiologia da doença periodontal.

REFERÊNCIAS

ANTUNES, J.L.F.; PERES,M.A. Epidemiologia da saúde bucal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 441p.

BARATI ERI , Luiz Narciso. cols; Dentistica, Procedimentos Preventivos e Restauradores;Quintessence, 1992

BARATIERI, Luiz Narciso/ et al. Odontologia Restauradora- Fundamentos e Possibilidades, Quintessence,2001.

BRASIL. Diretrizes da Política Nacional de Saúde. 2004. Disponível em: http://saude.gov.br

CARRANZA, Fermin A.; NEWMAN , Michaes G.; Henry H. Carranza periodontia clínica. 9 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 899 p. ISBN 85-277-0896-5

CARVALHO, G.I.; SANTOS,L. Comentários à Lei Orgânica da Saúde ( Leis 8.080/90 e 142/90): Sistema Único de Saúde. 2. ed. São Paulo: Hucitec, 1995. 394 p.

LEONARDO, Mário Roberto. Endodontia: tratamento de canais radiculares: princípios técnicos e biológicos. São Paulo: Artes Médicas, 2005. 2v, il.

LINDHE, Jan.; KARRING, Thorkild; LANG, Niklaus Peter (Ed). Tratado de periodontia

Clínica e implandodontia oral. E D. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan, 1999. 720 p. ISBN 85-277-0524-0.

LOPES, Hélio Pereira; SIQUEIRA JÚNIOR, José Freitas. Endodontia: biologia e técnica. 2. ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 2004. 650 p, il.

MONDELLI, J. et. al. Dentística Restauradora-Tratamentos Clínicos Integrados. Rio de Janeiro: Quintessence, 1984.

PINTO, V.G. A odontologia no município: guia para organização de serviços e treinamento de profissionais a nível local. Porto Alegre: RGO, 1996. 253p

ENFERMEIRO

1 .Fundamentos de enfermagem. Conhecimentos técnico-científicos para execução de procedimentos de enfermagem; registro de enfermagem; consulta de enfermagem; ética de enfermagem e legislação do exercício profissional; administração dos serviços de enfermagem: previsão, provisão, organização e armazenamento de recursos materiais, dimensionamento e desenvolvimento de recursos humanos, liderança e supervisão, auditoria e avaliação de desempenho em enfermagem; metodologia da assistência de enfermagem. 2.Saúde pública. Política nacional de saúde, epidemiologia, história natural das doenças e níveis de prevenção; indicadores de saúde, sistema de vigilância epidemiológica; atenção primária em saúde, saneamento e programa nacional de imunização; programas especiais de saúde voltados à assistência da criança, do adolescente, da mulher, do adulto, do idoso, do trabalhador e da família; atividades de educação em saúde. 3.Enfermagem médico-cirúrgica. Ações de enfermagem às pessoas com distúrbios psiquiátricos, em situações de urgência e emergência, distúrbios clínicos e cirúrgicos; prevenção e controle de infecção hospitalar; ações de enfermagem na realização de curativos; intervenções de enfermagem no preparo, esterilização e acondicionamento de materiais hospitalares. 4.Enfermagem materno-infantil. Cuidados de enfermagem à mulher durante o ciclo gravídico-puerperal e às portadoras de patologias específicas da gravidez e ginecológicas; cuidados de enfermagem ao recém-nascido, à criança e ao adolescente no ciclo de desenvolvimento normal e aos portadores de patologias específicas.

REFERÊNCIAS

BARROS, Maria Celeste (et all) Enfermagem cirúrgica, RJ: Ed.Senac Nacional, 1996

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria Executiva. Departamento de Apoio à Descentralização. Regulamento dos pactos pela vida e de gestão/Ministério da Saúde, secretaria-Executiva, Coordenação de Apoio à Gestão Descentralizada -Brasília: Ministério da Saúde, 2006 V. 0 1, 02,03,04,05,06

______Ministério da Saúde. Fundação Nacional da Saúde. Centro de Referência Prof. Helio Fraga. Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia. Controle de Tuberculose: uma proposta de Integração Ensino­Serviço.5 ed RJ: FUNASA,2002.

BOLICH, Diana at al, Segurança e controle de infecção-Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso Editores 2000.

CABRAL, Ivone (et all) Enfermagem no cuidado materno e neonatal:RJ. ed. Guanabara. 2005

ELSEN, Sonia Ingrid et all. O viver em família e a sua interface com a saúde e a doença.Maringa:Eduem,2002

GUYTON, M.D, Fisiologia Humana. Ed. R.J Ed. Guanabara.1988

HUTTEL, R. Enfermagem Médico-Cirúrgica.R.J; Ed Guanabara 2 Ed.2004

KNOBEL, Elias, Condutas no paciente grave. 3 Ed. SP,\: Ed.Atheneu ,2006

NASI, L. (et al) Rotina em pronto socorro.2 Ed. Porto Alegre. Artmed,2005.

SANTOS, Guido C. Sistema Único de Saúde. SP, Hucitec 1992

WAINTZBERG, Dan L. Nutrição enteral e parenteral na pratica clinica 3 Ed. Atheneu. São Paulo.2006.

ENGENHEIRO CIVIL

1.Etapas Preliminares e Obras de Infra-Estrutura: Aspectos legais, Estudo do terreno, Sondagens, Topografia, Demarcação da obra, Fundações diretas, Fundações indiretas. 2.Obras de Supra-Estrutura: Formas, Armaduras, Tecnologia do concreto, Concreto, Alvenaria. 3.Instalações Prediais. 3.1.Instalações hidráulicas: - Instalações prediais de água fria. a) Sistemas de alimentação predial e distribuição de água fria. b) Dimensionamento do sistema de alimentação. c) Dimensionamento da estação elevatória. d) Dimensionamento do sistema de distribuição de água fria. 3.2.Instalações prediais de esgoto sanitário. a) Partes constituintes e funcionamento das instalações prediais de esgoto sanitários. b) dimensionamento das canalizações de esgoto e ventilação. 3.3.Instalações prediais de esgotos pluviais. a) Dimensionamento das instalações prediais de esgotos pluviais. 3.4.Instalações hidráulico-prediais contra incêndio. a) Sistemas de proteção contra incêndio por extintores manuais. 4.Instalações Elétricas. a) Alimentação predial. PC. b) Quadros corta circuitos. c) Tubulações, condutores, dimensionamento. d) Pontos de utilização / dimensionamento. 5.Instalações de Gás. a) Medidores. PI. b) Reguladores de pressão. c) Tubulação - dimensionamento. d) Pontos de utilização. e) Aquecimento / exaustão. 6.Instalações de Telefone. a) Quadros de distribuição. b) Tubulação interna e rede interna. c) Cabeamento. 7.Rede Lógica. a) Quadros de distribuição. b) Tubulação interna e rede interna. c) Cabeamento. 8.Esquadrias: a) Madeira. b) Metálica. c) PVC. 9.Serviços de Acabamento: a) Revestimento. b) Pavimentação. 10.Coberturas e Tratamento: a) Impermeabilização. b) Telhados - Madeiramento e telhas. 11.Louças e Metais. 12.Equipamentos Eletromecânicos. 13.Vidros: a) Lisos. b) Temperados. 14.Pavimentação: a) Projetos de vias urbanas. b) Obras de arte. c) Pavimentação. d) Ensaios tecnológicos. 15.Arquitetura e Urbanismo.

REFERÊNCIAS

Evolução Urbana do Brasil 1500/1 720 - Ref.: 1274 Ed. PINI.

Introdução ao Desenho Urbano no Processo de Planejamento - Ref.: 1162 Ed. PINI.

Manual de Contratação dos Serviços de Arquitetura e Urbanismo - Ref.: 1273 Ed. PINI.

ALVES, José Dafino. Materiais de construção, São Paulo, Ed. Nobel, 1974, 2 vol.

AZEVEDO, H.A. O Edifício até sua cobertura, Ed. Edgar Blucher, 1993.

BARATA, Fernando Emmanuel. Propriedades mecânicas dos solos, Ed. LTC, 1984.

BAUD, G. Manual de pequenas construções, Ed. Hemus, 1978.

BORGES, A.C. Prática das pequenas construções, vol. 1, Ed. Edgar Blucher, 1987.

CARDÃO, C. Técnica da construção, Ed. LTC, 1983, 6.ª Ed., Belo Horizonte.

CAPUTO, H.P. Mecânica dos Solos, Ed. LTC, 1978.

CREDER, Hélio. Instalações hidráulicas e sanitárias, Ed. LTC, 1978.

CREDER, Hélio. Instalações elétricas, Ed. LTC, 1984.

MACINTYRE, A.J. Manual das instalações hidráulicas e sanitárias, Ed. Guanabara, 1990.

NETTO, Antônio Vieira. Como gerenciar construções, Ed. PINI, 1988.

ARAUJO, José Milton de. Curso de Concreto Armado, Editora Dunas, 2003, 4 volumes.

CARVALHO, Roberto Chust et al. Cálculo e detalhamento de estruturas usuais de concreto armado. EdUFSCar, 2004.

POLLILO, Adolpho. Dimensionamento de concreto armado vol. 1, Ed. Científica, 1976.

POLLILO, Adolpho. Dimensionamento de concreto armado vol. 2, Ed. Científica, 1977.

PRETRUCCI, Eládio G. R. Materiais de construção, Porto Alegre, Ed. Globo, 1975.

RIPPER, Ernesto. Tarefas do Engenheiro na obra, Ed. PINI, 1986.

STABILLE, Miguel. Composição de custos, Ed. Boletim de custos, 1993.

SUSSEKIND, José Carlos. Curso de análise estrutural, Ed. Globo, 1980. Manual de pavimentação - DNER.

Normas da ABNT.

Informações básicas sobre materiais asfálticos - IBP, 2.ª Ed., 1978.

FARMACÊUTICO

1. Farmacologia: Farmacocinética e Farmacodinâmica; Interações Farmacológicas; Efeitos Adversos; Fármacos que atuam sobre o sistema nervoso, cardiovascular, renal e gastrointestinal. Fármacos antimicrobianos. Fármacos antiparasitários. Fármacos antivirais. Fármacos contraceptivos. Classificação dos medicamentos. Vias de transmissão. Dispensação, conservação e acondicionamento de medicamentos. Controle de qualidade. Controle de qualidade da água para uso farmacêutico. Controle de qualidade de embalagens para edicamentos. 2. Farmacotécnica: Aspectos Biofarmacêuticos das formas farmacêuticas, Soluções, Xaropes, Suspensões, Emulsões, Formas farmacêuticas nasais, Formas farmacêuticas oftálmicas, Formas farmacêuticas auriculares, Pomadas, Cremes, Pastas, Géis, Produtos Transdérmicos, Pós, Grânulos, Cápsulas, Comprimidos, Comprimidos revestidos, Injetáveis, Supositórios, Óvulos e Aerossóis. Farmacotécnica fitoterápica. 3.Fitoterapia na assistência a saúde. Produtos fitoterápicos. Produção-matéria primas vegetais aspectos envolvidos na qualidade e produção. Uso racional de produtos fitoterápicos. 4. Assistência Farmacêutica: Seleção e Padronização de Medicamentos e Correlatos; Programação; Aquisição; Armazenamento e Estocagem; Controle de Estoque de Medicamentos; Princípios de Farmacoepidemiologia e Farmacovigilância; Assistência Farmacêutica no SUS; Dispensação Ambulatorial e Atenção Farmacêutica.4. Legislação Sanitária e Profissional Pertinente a Farmácia: Código de ética, o Exercício Profissional, Política Nacional de Medicamentos; Política Nacional de Assistência Farmacêutica, Relação Nacional de Medicamentos Essenciais e Medicamentos Genéricos; Medicamentos Controlados, Boas Práticas na Manipulação de Medicamentos e Boas Práticas em Farmácias e Drogarias. Biossegurança. A Saúde como direito do cidadão e dever do Estado; Lei Orgânica da Saúde; Organização dos serviços de saúde no Brasil: Sistema Único de Saúde: Princípios, diretrizes, leis e regulamentação. Responsabilidade sanitária das instâncias gestoras do SUS;

REFERÊNCIAS

ACURCIO, Francisco de Assis. Medicamentos e assistência farmacêutica. Belo Horizonte: Coopmed, c2003. 124 p.

ANSEL, Howard C; POPOVICH, Nicholas G; ALLEN, Loyd V. Farmacotécnica: formas farmacêuticas e sistemas de liberação de fármacos. 6. ed. São Paulo: Premier, 2000. 568 p.

ANTUNES JÚNIOR, Daniel. Farmácia de manipulação: noções básicas. São Paulo: Tecnopress, 2002. 140 p.

BISSON, Marcelo Polacow. Farmácia clínica & atenção farmacêutica. São Paulo: Medfarma, 2003. 284 p.

BRASIL. Ministério da Saúde. Planejar é preciso: uma proposta de método para aplicação à assistência farmacêutica. Brasília, D.F: Ed. do Ministério da Saúde, 2006. 73 p.

______ . Ministério da Saúde. A fitoterapia no SUS e o programa de pesquisas de plantas medicinais da central de medicamentos. Brasília, D.F : Ministério da Saúde, 2006. 148 p. (Série B. Textos básicos de saúde).

______ . Ministério da Saúde. Secretaria da Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos. Assistência Farmacêutica na atenção básica: instruções técnicas para sua organização. Brasília, D.F: 2º. Ed. Do Ministério da Saúde, 2006. 93 p.

_____ . CFF, Resolução nº. 417, de 29 de setembro de 2004. Regulamenta o código de ética da profissão Farmacêutica.

_____ . CNS, Resolução RDC nº 338, de 06 de Maio de 2004 Aprova a Política Nacional de Assistência Farmacêutica.

_____ . Lei 9787 de 10 de fevereiro de 1999 estabelece o medicamento genérico, dispõe sobre a utilização de nomes genéricos em produtos farmacêuticos e dá outras providências.

_____ . Portaria 3. 916 de 30 de Outubro de 1998; Regulamenta a Política Nacional de Medicamentos.

_____ . Portaria nº 344 de 12 de maio de 1998; Aprova o Regulamento técnico sobre substâncias e medicamentos sujeitos a controle especial.

____. Portaria nº 3.237 de 24 de dezembro de 2007. Aprovar as normas de execução e de financiamento da assistência farmacêutica na atenção básica em saúde.

_____ . Resolução RDC nº. 328, de 22 de Julho de 1999; Dispõe sobre requisitos exigidos para a dispensação de produtos de interesse à saúde em farmácias e drogarias.

_____ . Resolução RDC 214, de 07 de fevereiro de 2007; Aprova o Regulamento Técnico sobre Boas Práticas de Manipulação de Medicamentos em Farmácias.

BRODY, Theodore M. (Ed.). Farmacologia humana. São Paulo: Elsevier, 2006. 724 p.

CIPOLLE, Robert J; STRAND, Linda M; MORLEY, Peter C. O exercício do cuidado Farmacêutico. Brasília, D.F: Conselho Federal de Farmácia, 2006. 378 p.

COSTA, Marco Antonio Ferreira da; COSTA, Maria de Fatima Barrozo da. Entendendo a biossegurança: epistemologia e competências para a área de saúde. Rio de Janeiro: Publit, 2006. 74 p.

CUNHA, A. Proença da; SILVA, Alda Pereira da; ROQUE, Odete Rodrigues. Plantas e produtos vegetais em fitoterapia. Lisboa : Fundação Calouste Gulbenkian, 2003. 701p.

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GOMES, Maria Jose Vasconcelos de Magalhães; REIS, Adriano Max Moreira. Ciências farmacêuticas: uma abordagem em farmácia hospitalar. São Paulo: Atheneu, 2000. 558 p.

KATZUNG, B. Farmacologia Básica e Clinica. 8a. edição, Editora Guanabara Koogan. 2005.

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MORAS, Giancarlo; HESS, Ryane Loredana. Farmácia: implantação e diferenciação. Florianópolis: Jornal da Noite, 1999. 132p .

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ZUBIOLI, Arnaldo. A farmácia clínica na farmácia comunitária. Brasília, D.F : Ethosfarma, 2001. 194 p.

FISIOTERAPEUTA

Fisioterapia preventiva: fundamentos e aplicações. Prevenção em Saúde Pública. Atuação Preventiva em Fisioterapia. Fisioterapia Preventiva em Saúde do Trabalho. Atenção Básica a Saúde. Fisioterapia na Atenção Básica. Educação em Saúde, Educação Popular e Educação Popular em Saúde. Distúrbios Neurológicos e Musculares da Infância. Reabilitação. Equipe multidisciplinar e Educação do paciente. Proteção das articulações e Uso de talas. Dor em Reumatologia. Reumatismo em tecidos moles. A mão reumática. O pé reumático. Artrites em crianças. Avaliação do paciente reumático - anamnese e exame físico. Tratamento das doenças reumáticas - medicina física e reabilitação. Introdução ao estudo do envelhecimento e da velhice: envelhecimento comum e envelhecimento bem-sucedido, envelhecimento normativo, senecência ou senectude e senilidade, e multidimensionalidade e interdisciplinaridade. Qualidade de vida na velhice: conceitos de qualidade de vida na velhice e a medida da qualidade de vida na velhice. Aspectos biológicos do envelhecimento: considerações sobre anatomia e fisiologia do envelhecimento. Fisioterapia aplicada aos idosos portadores de disfunções neurológicas: alterações neurológicas do envelhecimento normal e intervenções fisioterápicas. Emergências e primeiros-socorros em geriatria: plano de ação em primeiros-socorros, dor após queda na terapia, dificuldade respiratória e transporte de acidentados. Doença de Alzheimer: quadro clínico, exame físico e neurológico e tratamento não farmacológico. Atividade física no idoso: aspectos práticos na prescrição do exercício no idoso. Fisioterapia em gerontologia: a independência funcional e áreas de atuação da fisioterapia em idosos. Saúde da Família. A Família e seu Ciclo Vital: O Adulto. Anatomia Pulmonar e Cardíaca. Fisiologia Pulmonar e Cardíaca. Semiologia Pulmonar e Cardiaca: Manobras e Recursos Fisioterapeuticos. Oxigenioterapia. Aerosolterapia. Ventilação não Invasiva. DPOC. Pneumonias. Doenças Ocupacionais. Hipertensão Arterial. Exames Complementares. Fisiologia Respiratória. Avaliação Respiratória. Oxigenioterapia. Ventilação não invasiva. Técnicas e Manobras Fisioterapeuticos. Anatomia Pulmonar e Cardíaca. Fisiologia Pulmonar e Cardíaca. Semiologia Pulmonar e Cardíaca. Manobras e Recursos Fisioterapeuticos. Oxigenioterapia. Aerosolterapia. Ventilação não Invasiva. DPOC. Pneumonias. Doenças Ocupacionais. Hipertensão Arterial.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

AZEREDO, Carlos Alberto Caetano. Fisioterapia respiratoria no hospital geral : expansao, reexpansao, recrutamento alveolar. Sao Paulo : Manole, 2000. xvi, 476p.

CANSADO, F. A. X; DOLL, J; FREITAS, E. V; GORZONI, M. L; PY, L. Tratado de geriatria e gerontologia. 2ed., Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2006.

CARVALHO, Mercedes Rocha Alves de. Fisioterapia respiratória : fundamentos e contribuições. 5.ed. Rio de Janeiro : Revinter, 2001. 355p.

CARVALHO, M. A. P; MOREIRA, C. Reumatologia - diagnóstico em tratamento. 2ª ed., Rio de Janeiro, MEDSI, 2001.

COSTA, Dirceu. Fisioterapia respiratoria básica. Sao Paulo : Atheneu, 1999. 127 p.

COSTA, E.M.A.; CARBONE, M.H. Saúde da família: uma abordagem interdisciplinar. Rio de Janeiro: Rubio, 2004.

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DELIBERATO, Paulo César Porto. Fisioterapia preventiva: fundamentos e aplicações. São Paulo : Manole, 2002. 362p, il.

LACERDA, Dailton Alencar Lucas; RIBEIRO, Kátia Suely Queiroz Silva (org) Fisioterapia na Comunidade - Experiência na Atenção Básica. João Pessoa: Editora Universitária UFPB, 2006. 277p.

LIMA, César Luiz Ferreira de Andrade; FONSECA, Luiz Fernando. Paralisia cerebral: neurologia, ortopedia, reabilitação. Rio de Janeiro : MEDSI : Guanabara Koogan, 2004. xxiv, 492 p, il.

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PRESTO, Bruno Lombaerde Varella; PRESTO, Luciana Damázio de Noronha. Fisioterapia respiratória : uma nova visão. Rio de Janeiro : BP, c2003. xii, 254 p.

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PEREIRA F.W.A. et al. A inserção da fisioterapia na estratégia saúde da família em Sobral/CE. Sanare, Revista de Políticas Públicas de Sobral/CE, Sobral, n.1, p.93-100, jan-mar, ano V, 2004. Disponível em: www.sobral.ce.gov.br/saudedafamilia/publicacoes/sanare/sanare.php.

MÉDICO CLÍNICO GERAL

1 .Hipertensão arterial. 2.Cardiopatia isquêmica. 3.Dislipidemias. 4.Asma. 5.Doença pulmonar obstrutiva crônica. 6.Infecções respiratórias do trato superior e inferior. 7.Tuberculose. 8.Prevenção a Neoplasias na atenção primária. 9.Infecção urinária alta e baixa. 10.Diarréias. 11.Parasitoses. 12. Gastrites e Úlcera péptica. 13.Hepatites agudas e crônicas. 14. Atenção a dependências de drogas lícitas (álcool e tabaco). 15.Diabete melito. 16.Doenças da tireóide. 17.Obesidade. 18.Síndrome da imunodeficiência adquirida. 19.Doenças Sexualmente Transmissíveis. 20. Consulta ambulatorial na atenção primária. 21. Principais dermatoses ambulatoriais.

REFERÊNCIAS

DUNCAN, Bruce B; SCHMIDT, Maria Ines; GIUGLIANI, Elsa R. J. Medicina ambulatorial: condutas de atenção primária baseadas em evidência.3. ed. Porto Alegre : Artes Médicas, 2004.

LUNA, Rafael Leite; SABRÁ, Aderbal. Medicina de família: saúde do adulto e do idoso. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2006.

HARRISON, Tinsley Randolph. Medicina interna. 12. ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2v. Tradução de: Harrisonïs principles of internal medicine.

GOLDMAN, Lee; BENNETT, J. Claude. CECIL Tratado de medicina interna. 21. ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2v. Traducao de: Cecil textbook of medicine.

GRISARD, Nelson. Manual de Orientação Ética e disciplinar. Comissão de Divulgação de Assuntos Médicos. Conselho regional de Medicina do Estado de Santa Catarina, Florianópolis: 2006.

Código de Ética Médica. Disponível em www.portalmedico.org.br/novoportal/index5.asp. Acesse pelo CFM Portal Médico no menu Legislação / Código de Ética Médica

PROJETO DIRETRIZES AMB-CFM. Volumes I a VI. Disponíveis em: www.projetodiretrizes.org.br RBM (Sao Paulo) : Revista Brasileira de Medicina. Consulte: www.cibersaude.com.br. Edições de janeiro/07 a janeiro/08

JBM : Jornal Brasileiro de Medicina. Consulte www.epuc.com.br

Edições de janeiro/07 a janeiro/08.

MÉDICO GINECOLOGISTA/OBSTETRA

Ginecologia 1. Anatomia, embriologia e fisiologia do aparelho genital. 2.Anamnese e exame ginecológico. Exames complemetares em Ginecologia. 3. Malformações genitais. Estados intersexuais. 4. Ginecologia infantopuberal. Doenças sexualmente transmissíveis. 5.Vulvovaginites. Doença inflamatória pélvica. 6. Dismenorréia. Síndrome pré-menstrual. 7.Hemorragia uterina disfuncional.Amenorréias. 8.Distopias genitais.Distúrbios urogenitais. 9. Incontinência urinária. 10. Infertilidade conjugal.Endometriose. 11. Métodos contraceptivos. 12.Climatério descompensado. 13.Patologias benignas do colo e do corpo uterino. 14.Miomatose uterina.Doenças da vulva. 15.Síndrome dos ovários policísticos. 16.Câncer do colo do útero. 17.Tumores malignos e benignos dos ovários. 18.Lesões benignas e malignas das mamas. 19.Abdômen agudo em ginecologia. 20.Cirurgias ginecológicas e suas complicações. Obstetrícia. 1 .Fisiologia e endocrinologia do ciclo gravídico-puerperal. 2.Assistência pré-natal e propedêutica da gestação. 3.Estudo das doenças intercorrentes do ciclo gravídico. 4.Gestação de alto risco.Medicina fetal. 5.Deslocamento prematurode placenta. 6.Inserção viviosa placentária. 7.Abortamento. Prematuridade. Gravidez pós-termo. 8. Doenças hipertensivas do ciclo gravídico-puerperal. 9.Rotura prematura de membranas. 10.Crescimento intra-uterino restrito. 11 .Diabete melito e gestação. 12.Infecções pré-natais. 13.Prenhez ectópica.Gemelaridade. 14.Parto e puérpio: estudo e assistência. 1 5.Sofrimento fetal agudo. 1 6.Doença hemolítica perinatal. 1 7.Doença trofoblástica gestacional. 18. Hemorragias da gestação e do puérpio.

REFERÊNCIAS

FREITAS, F.Rotinas em Ginecologia.. Porto Alegre, 2001

FREITAS, F.Rotinas em Obstetrícia. Porto Alegre

HALBE, HW.

OLIVEIRA, HC;LENGRUBER,I. OLIVEIRA, HC;LENGRUBER,I.

REZENDE,J. Obstetrícia Fundamental,Rio de Janeiro, 2002.

SMITH, ROGER P.Ginecologia e Obstetrícia de Netter. Porto Alegre ,2004

Guias de Medicina Ambulatorial e Hospitalar UNIFESP/ Escola Paulista de Medicina, 2003

MÉDICO PLANTONISTA

1 .Hipertensão arterial. 2.Cardiopatia isquêmica. 3.Dislipidemias. 4.Asma. 5.Doença pulmonar obstrutiva crônica. 6.Infecções respiratórias do trato superior e inferior. 7.Tuberculose. 8.Prevenção a Neoplasias na atenção primária. 9.Infecção urinária alta e baixa. 10.Diarréias. 11.Parasitoses. 12. Gastrites e Úlcera péptica. 13.Hepatites agudas e crônicas. 14. Atenção a dependências de drogas lícitas (álcool e tabaco). 15.Diabete melito. 16.Doenças da tireóide. 17.Obesidade. 18.Síndrome da imunodeficiência adquirida. 19.Doenças Sexualmente Transmissíveis. 20. Consulta ambulatorial na atenção primária. 21. Principais dermatoses ambulatoriais.

1. Epidemiologia, fisiopatologia, diagnóstico, clínica, tratamento e prevenção das doenças cardiovasculares: insuficiência cardíaca, insuficiência coronariana, arritmias cardíacas, doença reumática, tromboses venosas, hipertensão arterial. 2. Insuficiência respiratória aguda e crônica, asma, doença pulmonar obstrutiva crônica, pneumonia, tuberculose, tromboembolismo pulmonar, pneumopatia intersticial, neoplasias. 3. Gastrite e úlcera péptica, colicistopatias, diarréia aguda e crônica, pancreatites, hepatites, insuficiência hepática, parasitoses intestinais, doenças intestinais inflamatórias, doença diverticular de cólon, insuficiência renal aguda e crônica, glomeruloneferites, distúrbios hidroeletrolíticos e do sistema ácido base, nefrolitíase, infecções urinárias. Hipovitaminoses, desnutrição, diabetes mellitus, hipotiroidismo, hipertiroidismo, doenças da hipófise e da adrenal. Anemias hipocrônicas, macrociticas e homolíticas, anemia aplástica, leucopenia, púrpuras, distúrbios da coagulação, leucemias e linfomas, acidentes de transfusão. Osteoartrose, doença reumatóide juvenil, gota, lupus eritematoso sistêmico, artrite infecciosa, doenças do colágeno; neurológicas: coma, cefaléias, epilepsia, acidente vascular cerebral, meningites, neuropatias periféricas, encefalopatias. Alcoolismo, abstinência alcoólica, surtos psicóticos, pânico, depressão. Infecciosas e transmissíveis: sarampo, varicela, rubéola, poliomielite, difteria, tétano, coqueluche, raiva, febre tifóide, hanseníase, doenças sexualmente transmissíveis, AIDS,

doença de Chagas, esquistossomose, leishmaniose, lepstopirose, malária, tracoma, estreptococciais, estafilococciais, doença meningocócica, infeccções por anaeróbicos, toxoplasmose, viroses. Escabiose, pediculose, dermatofitoses, eczena, dermatite de contato, onicomicoses, urticária, anafiloxia, intoxicações exógenas agudas.

REFERÊNCIAS

AZULAY & Azulay, Dermatologia. editores, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2006.

BRUCE, B. Duncan. SCHMIDT, Maria Inês. GIUGLIANI, Elsa R. J. e colaboradores. Medicina ambulatorial :condutas de atenção primária baseadas em evidência . -3.ed. - Porto Alegre : Artes Médicas, 2004. - xvii, 1600p. :il.

DIRETRIZES BRASILEIRAS PARA TUBERCULOSE (II Consenso de Tuberculose)

Jornal de Pneumologia Volume 30 - Suplemento 1 - Jul 2004. www.jornaldepneumologia.com.br.

Harrison's Principles of Internal Medicine. 16th. USA: McGraw-Hill, 2005.

Manuais da atenção básica do Ministério da Saúde.

www.saude.gov.br

www.sbmfc.org.br

MÉDICO DO TRABALHO

Legislação específica: Lei nº 6514, de 22/12/77; Conhecimentos da Portaria nº 3214, de 08/06/78 e as Normas Regulamentadoras aprovadas - NR 4, NR 5, NR 6, NR 7, NR9, NR 13, NR 15, NR 16, NR 17;Legislações complementares. Acidentes do trabalho: conceitos, registro, comunicação, análise e estatística; Prevenção e controle de riscos; Proteção contra incêndios e explosões. Gerenciamento de riscos. Higiene industrial. Ergonomia. Proteção ao meio-ambiente; Doenças profissionais - identificação e medidas preventivas; L.E.R. / D.O.R.T. e PAIR; Noções de saúde mental; Riscos ambientais.

REFERÊCIAS

VIANNA, Cláudia Salles Vilela. Manual prático das relações trabalhistas.8. ed. São Paulo : LTr, 2007. (Parte VII: higiene e segurança do trabalho)

MENDES, René. Patologia do trabalho. 2v. Sao Paulo : Atheneu, 2005.

ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DE SAÚDE; BRASIL, Ministério da Saúde. Doenças relacionadas ao trabalho: manual de procedimentos para os serviços de saúde. Brasília, D.F : Ministério da Saúde, 2001. (Série A. Normas e manuais técnicos, n.1 14).

Ou

Doenças relacionadas ao trabalho: manual de procedimentos para os serviços de saúde. Disponível em www.opas.org.br/publicmo.cfm?codigo=48 ou por download de www.opas.org.br/sistema/arquivos/Saudedotrabalhador.pdf

GRISARD, Nelson. Manual de Orientação Ética e disciplinar. Comissão de Divulgação de Assuntos Médicos. Conselho regional de Medicina do Estado de Santa Catarina, Florianópolis: 2006.

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ARAÚJO, Giovanni Moraes. Normas regulamentadoras comentadas: legislação de segurança e saúde no trabalho. 5. ed. rev., ampl. e atual. Rio de Janeiro : GVC, 2005. 2v.

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Fator Acidentário de Prevenção - FAP e Nexo Técnico Epidemiológico (Decreto 6.042 - de 12/02/2007, DOU de 12/2/2007). Disponível em www81.dataprev.gov.br/sislex/paginas/23/2007/6042.htm

VIANNA, Cláudia Salles Vilela. Manual prático das relações trabalhistas.8. ed. São Paulo : LTr, 2007. (Parte VII: higiene e segurança do trabalho)

MENDES, René. Patologia do trabalho. 2v. Sao Paulo : Atheneu, 2005.

ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DE SAÚDE; BRASIL, Ministério da Saúde. Doenças relacionadas ao trabalho: manual de procedimentos para os serviços de saúde. Brasília, D.F : Ministério da Saúde, 2001. (Série A. Normas e manuais técnicos, n.114).

Ou

Doenças relacionadas ao trabalho: manual de procedimentos para os serviços de saúde. Disponível em www.opas.org.br/publicmo.cfm?codigo=48 ou por download de www.opas.org.br/sistema/arquivos/Saudedotrabalhador.pdf

GRISARD, Nelson. Manual de Orientação Ética e disciplinar. Comissão de Divulgação de Assuntos Médicos. Conselho regional de Medicina do Estado de Santa Catarina, Florianópolis: 2006.

Código de Ética Médica. Disponível em www.portalmedico.org.br/novoportal/index5.asp. Acesse pelo CFM Portal Médico no menu Legislação / Código de Ética Médica

ARAÚJO, Giovanni Moraes. Normas regulamentadoras comentadas: legislação de segurança e saúde no trabalho. 5. ed. rev., ampl. e atual. Rio de Janeiro : GVC, 2005. 2v.

Normas Regulamentadoras. Ministério do trabalho e Emprego. Disponíveis em: www.mte.gov.br/legislacao/normas regu lamentadoras/default.asp

SALEM, Luciano Rossignolli; SALEM, Dina Aparecida Rossignolli. Prática forense nos acidentes de trabalho: tríplice esfera infortunística da relação de emprego : trabalhista, previdenciária, cível. Leme : Mizuno, 2007.

Fator Acidentário de Prevenção - FAP e Nexo Técnico Epidemiológico (Decreto 6.042 - de 12/02/2007, DOU de 12/2/2007). Disponível em www81.dataprev.gov.br/sislex/paginas/23/2007/6042.htm

MÉDICO VETERINÁRIO

1) Abate Humanitário de Animais de Produção. 2) Sistema Brasileiro de Classificação de Carcaças de Bovinos. 3) Normas Operacionais do Sistema Brasileiro de Identificação e Certificação de Origem Bovina e Bubalina - SISBOV. 4) Regulamento Técnico do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal. 5) Produção Animal: Manejo da vaca leiteira. Nutrição de ruminantes: alimentos volumosos, alimentos concentrados, minerais, vitaminas e água. 6) Reprodução Animal: Controle farmacológico do ciclo estral de animais domésticos. Inseminação artificial. Biotecnologia de embriões. 7) Clínica Veterinária: Mastite. Brucelose. Tuberculose. Doenças parasitárias dos animais domésticos. Doenças causadas por deficiências nutricionais. 8) Parasitologia Veterinária: Principais helmintos parasitas de ruminantes. Artrópodes (carrapatos, miiases e sarna). Diagnóstico parasitológico, técnicas de colheita, conservação e envio de material biológico destinado ao diagnóstico de parasitas. 9) Farmacologia e Terapêutica Veterinária: Antinflamatórios esteroidais e não esteroidais. Agentes antimicrobianos. Agentes antinematódeos e anticestódeos. Agentes antiprotozoários. Agentes empregados no controle de endo e ectoparasitas.

REFERÊNCIAS:

ALMOSNY, N.R.P. Hemoparasitoses em Pequenos Animais Domésticos e como Zoonoses. Rio de Janeiro: L.F. Livros de Veterinária Ltda, 2002.

ANDRIGUETTO, J.M.L et. al. Nutrição Animal. 4.ed. São Paulo: Nobel, 1989.

BLOOD, D.C.; RADOSTITS, O.M. Clínica Veterinária. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991.

BOOTH, N.H.; McDONALD, L.E. Farmacologia e Terapêutica em Veterinária. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1992.

FORTES, E. Parasitologia Veterinária. 2.ed. Porto Alegre: Sulina, 1993.

LEDIC, I.L. Manual de Bovinocultura Leiteira. Alimentos: produção e fornecimento. 2.ed. São Paulo: Varela, 2002.

GEORGI, J.R.; GEORGI, M.E. Parasitologia Veterinária. 4.ed., São Paulo: Manole, 1988.

HAFEZ, E.S.E; HAFEZ, B. Reprodução Animal. 7.ed. São Paulo: Manole, 2004.

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA e ABASTECIMENTO. INSTRUÇÃO NORMATIVA nº 3, DE 17 DE JANEIRO DE 2000. Regulamento técnico de métodos de insensibilização para o abate humanitário de animais de açougue.

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO.

GABINETE DO MINISTRO. INSTRUÇÃO NORMATIVA nº 9, de 4 de maio de 2004. Sistema Brasileiro de Classificação de Carcaças de Bovinos.

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO.

GABINETE DO MINISTRO. INSTRUÇÃO NORMATIVA nº 21, DE 2 DE ABRIL DE 2004. Normas operacionais do sistema brasileiro de identificação e certificação de origem bovina e bubalina - SISBOV.

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO.

GABINETE DO MINISTRO. INSTRUÇÃO NORMATIVA nº 6, DE 8 DE JANEIRO DE 2004. Regulamento Técnico do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal. SPINOSA, H.S.; GORNIAK, S.L.; BERNARDI, M.M. Farmacologia Aplicada à Medicina Veterinária. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999.

NUTRICIONISTA

1. Programa Nacional de Alimentação Escolar a) legislação, b) objetivo. 2. Segurança Alimentar: a) conceito, b) boas práticas. 3. Técnica Dietética a) higiene dos manipuladores b) armazenamento ( recepção e armazenamento das mercadorias c) pré-preparo e preparo ( alimentos), temperatura e distribuição d) técnica de higienização da área física, utensílios e equipamentos. 4. Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle ( HAPPCC): a) definições b) condições necessárias para monitoramento. 5. Código de Ética e responsabilidade Técnica do Nutricionista a) legislação. 6. Educação Nutricional a) nutrição (conceitos), b) nutrientes ( função, absorção, interação, biodisponibilidade), c) planejamento de cardápio, d) hábitos alimentares. 7. Nutrição Infantil a) epidemiologia, avaliação nutricional ( critérios e métodos ), b) necessidades nutricionais na infância. 8. Terapia Nutricional nas Patologias na Infância a) anemia, b) diabetes, c) dislipidemia, d) distúrbios do trato digestório, e) intolerância alimentar ( lactose, glúten, fenilalanina ). 9. Desnutrição e obesidade Infantil a) causas, b) consequencias, c) tratamento

REFERENCIAS

Conselho Federeal de Nutrição -Código de Ética do Nutricionista www.cfn.gov.br

SILVA JUNIOR, E.A.. Manual higiênico-sanitário em serviços de alimentação. 6 ed. São Paulo: Livraria Varela, 2005.

ORNELLAS, L.O..Técnica Dietética: seleção e preparo dos alimentos. 8ed. São Paulo: Atheneu,2007.

FISBERG, Mauro. Atualização em obesidade na infância e adolescência. 1ed. São Paulo: Atheneu, 2005.

VASCONCELOS, F.A.G.Avaliação nutricional de coletividades.3ed. Florianópolis: UFSC, 2000.

VITOLO, M.R. Nutrição da gestação à adolescência. 1ed. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso, 2003.

Ministério da Saúde - Coordenação Geral da Política de Alimentação e Nutrição e Centro Colaborador em Alimentação e Nutrição - Região Sudeste. Antropometria: como medir e pesar. www.nutritotal.com.br

Ministério da Educação- FNDE - Portaria Interministerial nº - 1.010, de 8 de maio de 2006.

www.fnde.gov.br/home/alimentacao_escolar/portaria_1010_08052006.pdf

PHILIPPI, S.T. Nutrição e Técnica Dietética - 1ºed.Barueri: Manole, 2003.

DUTRA DE OLIVEIRA, J.E.; MARCHINI, J. S. Ciências Nutricionais. São Paulo : Sarvier, 1998.

KRAUSE, M. U., MAHAN, L. K., Alimentos, nutrição e dietoterapia. 11 .ed. São Paulo : Roca, 2005.

PSICÓLOGO

1. O processo de produção de conhecimento científico em Psicologia; 2. A pesquisa científica como base para a atuação profissional; 3. Os diferentes métodos de observação do comportamento humano; 4. As diferentes etapas do desenvolvimento humano e sua relação com os procedimentos de intervenção do Psicólogo; 5. As relações entre aprendizagem e comportamento; 6. A compreensão do conceito de personalidade vista de diferentes perspectivas teóricas da Psicologia; 7.O conceito de saúde como fenômeno multideterminado; 8. O processo de avaliação psicológica como base para a intervenção profissional em saúde; 9. Desafios futuros para a Psicologia Organizacional e do Trabalho; 10. Aprendizagem e evolução do comportamento humano.

REFERENCIAS

Bee, Helen. O ciclo vital. Porto Alegre: Artmed, 1997.

Bronfenbrenner, Urie. A ecologia do desenvolvimento humano: experimentos naturais e planejados. Porto Alegre: Artmed, 2002.

Catania, A. Charles. Aprendizagem: comportamento, linguagem e cognição. 4.ed. Porto Alegre: Artmed, 1999.

Cunha, J. A. Psicodiagnóstico V. 5.ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Cruz, R. M.; Alchieri, J.C.; Sardá Júnior, J. (Orgs.). Avaliação e Medidas Psicológicas: produção do conhecimento e da intervenção profissional. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2002.

D'Oliveira, Maria Marta Hubner. Ciência e pesquisa em Psicologia: uma introdução. São Paulo: EPU, 2002.

Danna, M. F.; Matos, M. A. Ensinando observação: uma introdução. 4.ed. São Paulo: Edicon, 1999.

Fadiman, James.; Frager, Robert. Teorias da Personalidade. São Paulo: Habra, 2002.

Laville, Christian; Dionne, Jean. A construção do saber: manual de metodologia da pesquisa em ciências humanas. Porto Alegre: Artmed, 1999.

Rouquayrol, Maria Zélia; Almeida Filho, Naomar de. Epidemiologia e saúde. 5.ed. Rio de Janeiro: Medsi, 1999.

Spector, P. E. Psicologia nas organizações. Tradutor: Solange Aparecida Visconte; revisor técnico Maria Jose Tonelli. São Paulo: Saraiva, 2002.

Zanelli, José Carlos. O psicólogo nas organizações de trabalho. Porto Alegre: Artmed, 2002. Bibliografia complementar

Cozby, P. C. Métodos de pesquisa em ciências do comportamento. São Paulo: Atlas, 2003.

Figueiredo, L. C. M. Matrizes do pensamento psicológico. 9.ed. Petrópolis: Vozes, 2002.

Singer, P.; Campos O. et al. Prevenir e curar: o controle social através dos serviços de saúde. 3.ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1988.

Wechsler, S. Avaliação Psicológica: Perspectiva Internacional. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1999.

 NÍVEL SUPERIOR - MAGISTÉRIO

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS E REFERÊNCIAS PARA AS PROVAS OBJETIVAS

PROFESSOR DE COMPUTAÇÃO

1 - Noções básicas de: Informática básica; Sistemas operacionais; Internet; Editor de texto; Planilhas eletrônicas; Editor de imagens; Editor de apresentações. 2 - Noções básicas de: Hardware, Software, Banco de dados, LDB, PCNs, Psicologia da aprendizagem e do Desenvolvimento, Didática Geral. 3- Tecnologia e Educação : PROINFO, O professor e a informática.

REFERÊNCIAS

CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede - Era da informação: Economia, Sociedade e Cultura. v. 1, São Paulo: Paz e Terra, 1999.

CASTELLS, Manuel. A Galáxia da Internet: reflexões sobre a Internet, os negócios e a sociedade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003.

CAPRON, H. L. Introdução à informática /H. L. Capron, J. A. Johnson ; tradução José Carlos Barbosa dos Santos. -8.ed. - São Paulo : Pearson Prentice Hall, 2004.

HEIDE, Ann; STILBORNE, Linda. Guia do professor para a Internet: completo e fácil. Tradução de Edson Furmankiewz. 2. ed. Porto Alegre: Médicas Sul, 2000.

INFORMÁTICA BÁSICA.

Disponível em http://www.nfr.ufsc.br/informatica/Textos/manual_informatica_basica.pdf. Acessado em 05/01/2008.

Lei nº 9.394/96 LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO - LDB

Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil/LEIS/L9394.htm Acessado em: 20/01/2008.

Lei 8.069/90. ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE - ECA

Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8069.htm Acessado em: 20/01/2008.

LÉVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: Editora 34, 1999.

LÉVY, Pierre. A inteligência coletiva: por uma antropologia do ciberespaço. São Paulo: Loyola, 1998.

Licenciatura em Informática: Uma Questão em aberto.

Disponível em: http://www.unidavi.edu.br/~afischer/content/2002-Sep-27_19-53-34.pdf. Acessado em: 20 de janeiro de 2008.

LINUX.

Disponível em http://pt.wikipedia.org/wiki/Linux. Acessado em 20/01/2008.

LINUX X WINDOWS

Disponível em: www.tuxresources.org/blog/winlin/. Acessado em 17/01/2008.

LOPES, José Junio. A introdução da informática no ambiente escolar. Disponível em: www.clubedoprofessor.com.br/artigos/artigojunio.htm. Acessado em 19/01/2008.

MEC. Ministério da Educação. SEED - Secretaria de Educação a Distância

Disponível em http://portal.mec.gov.br/seed/index.php?option=content&task=view&id=136&Itemid=273 Acessado em 20/01/2008.

MEC. Programa Salto Para o Futuro: Tecnologia e educação: novos tempos, outros rumos. 5 programas .Disponível em www.tvebrasil.com.br/SALTO/boletins2002/te/pgm5.htm. Acessado em 15/01/2008.

MORAES, Maria Cândida. Informática educativa no Brasil: um pouco de história...

Disponível em www.rbep.inep.gov.br/index.php/emaberto/article/viewFile/843/755. Acessado em 14/01/2008.

MORAES, Maria Cândida. O Paradigma Educacional Emergente. Campinas, SP: Papirus, 1997.

PROINFO - Programa Nacional de Informática na Educação

Disponível em www.proinfo.mec.gov.br/, Acessado em 20/01/2008.

PEREIRA, Joaquim Alberto Aprendendo informática /Joaquim Alberto Pereira, Valeria Lotufo. -Sao Paulo : Makron Books, 1995.

TAJRA, Sanmya Feitosa. Informática na educação: professor na atualidade. São Paulo: Érica, 1998.

VALENTE, José Armando. Artigos disponíveis em

http://scholar.google.com/scholar?q=VALENTE,+J.+A.+Diferentes+usos+do+computador+na+Educa%C3%A7% C3%A3o:+repensando+a+educa%C3%A7%C3%A3o. +Campinas:+Gr%C3%A1 fica+Central+da+Unicamp, +1993. &hl=pt-BR&lr=lang_pt&pwst=1 &um= 1 &ie=UTF-8&oi=scholart Acessado em 20/01/2008.

VALENTE, José Armando. Aspectos críticos das tecnologias nos ambientes educacionais e nas escolas. Educação e Cultura. Rio de Janeiro: Universidade Estácio de Sá, v. 2, n. 3. jan./jun. 2005.

VALENTE, José Armando. Tecnologia e práticas diversificadas: Repensando as situações de aprendizagem: o fazer e o compreender. Disponível em www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2002/te/tetxt4.htm. Acessado em 21/01/2008.

VALENTE, José Armando. Questão do software: parâmetros para o desenvolvimento de software educativo /Jose Armando Valente. -Campinas: UNICAMP, 1989. - Núcleo de informática aplicada a educação. Universidade Estadual de Campinas.

VALSI, Tatiana. O fantástico mundo da informática. São Paulo: Editora Panda, 2003.

WORD BÁSICO

Disponível em www.faetec.br/download/nelson/Apostila_word_basico_faetec.pdf Acessado em 17/01/2008.

PROFESSOR DE ESPANHOL

1 - Análise e interpretação de textos. 2 - Estudos do vocabulário dos textos: significado de palavras e expressões; semelhança e diferenças de significado de palavras. 3 - Aspectos gramaticais: flexão do nome, do pronome, do artigo; flexão do verbo (modo, tempo, número, pessoa, voz); concordância nominal e verbal; regência nominal e verbal; nexos (preposições, conjunções); processo de relação de idéias de causa, conseqüência, fim, condição, oposição, concessão, comparação; 4 - Metodologia do ensino da língua estrangeira; 5 - Proposta curricular da língua estrangeira moderna; O ensino de língua para a comunicação; 7 - Dimensões comunicativas no ensino de espanhol.

REFERÊNCIAS

MILANI, Esther Maria. Gramática de Espanõl para Brasileiros. São Paulo. Editora Saraiva. BRUNO, Fátima. C; MENDOZA, Maria. A Hacia el espanõl. São Paulo. Ed. Saraiva. PERES, Ernesto m. Vamos a ver. Para entendermos em espanõl. Madrid. Ed Edelsa. Lei nº 9.394/96.

LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO - LDB

Lei 8.069/90. ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE - ECA

PROFESSOR - INGLÊS (Educação Infantil)

1. Compreensão e interpretação textual: compreender/interpretar idéias/informações em textos de vários gêneros, com temática variada; inferir o sentido de palavras/expressões com base no contexto lingüístico e no conhecimento prévio sobre o tema de um texto; apreender o sentido global de um texto; identificar o tema principal de um texto; localizar informações pontuais e explícitas em textos; identificar recursos lingüísticos que promovem a coesão e a coerência das idéias em um texto: elementos de co-referência (palavras que se referem a uma mesma realidade lingüística, garantindo a manutenção e a progressão das idéias em um texto: sinônimos, pronomes, expressões definidas); 2. Aspectos da morfossintaxe: formação de palavras (sufixação e prefixação); o sintagma nominal (classes de substantivos, adjetivos, locuções adjetivas, pronomes, determinativos); o sintagma verbal (classes de verbos, sistemas de tempo, aspecto e modo, concordância verbal, aspecto perfectivo e modalidade, voz ativa e voz passiva); o sintagma adverbial (advérbios e adjuntos adverbiais); o sintagma preposicional (preposições simples e complexas, verbos frasais e preposicionais); coordenação e subordinação (conjunções e conectivos); estratégias de coerência e coesão textuais. 3. Metodologia do ensino da língua inglesa: Diferentes metodologias para o ensino de língua inglesa:

metodologias pré-comunicativas; metodologias humanísticas; metodologias comunicativas (competência comunicativa).

REFERÊNCIAS

Artigos retirados de revistas, jornais, periódicos e sítios da Internet.

1-AMOS, PRECHER. Simplified Grammar Book. Editora Moderna.

2-AZAR, Betty Schrampfer. Understanding and Using Grammar. New Jersey, Prentice Hall Regents, 1989

3-CLARA, Maria Eliana. Neuza. New English Point. Editora Saraiva.

4-Eliana, Maria Clara, Neuza. English for all. Volume único - ensino médio Saraiva. 1º edição. São Paulo.

5-CRUZ, Décio Torres. SILVA, Alba Valéria. Rosas, Marta. Inglês .com. textos para Informática. São Paulo; Disal Editora, 2003.

6-FRANÇA, Milton Brito de. Inglês no Vestibular. Editora FTD, 2003 - edição revista e ampliada - São Paulo.

7-HOLLAENDER, Arnon. SANDERS, Sidney. New Keyword (A complete English Course). Editora Moderna - 2º Edição. SãoPaulo, 2001.

8-LIBERATO, Wilson. Compact English Book. Ensino Médio volume único - Editora FTD. São Paulo, 1998.

9-RUBIN, Sarah G. FERRARI, Mariza. Patchwork. Volume 1 - New edition. Editora Scipione.

10-MARQUES, Amadeu. New Password. Editora Ática - Volume 1 - 15ª edição - 3ª impressão.

11-MARQUES, Amadeu. Password Special Edition. Editora Ática - Volume 1 - 15ª edição - 3ª impressão.

12-MARQUES, Amadeu. Password Special Edition. Editora Ática. São Paulo, 1999.

13-MOLINSKY, Steven J. BLISS, Bill. SAITZ, Herlinda charpentier. Word by Word. New jersey, USA.

14-MURPHY, Raymond. English Grammar in Use. Cambridge: Cambridge University Press., 1995.

15-MUNHOZ, Rosângela. Inglês Instrumental: Estratégias de Leitura. Módulo 1. São Paulo; Ceeteps e Texto Novo, 2001.

16-SAMARA, Samira. BIOJONE, Lucia N. Start reading 2. Editora Saraiva - 17º ediçao. São Paulo, 1997.

17-TORRES, Nelson. Gramática Prática da Língua Inglesa (O inglês descomplicado). Editora Saraiva 8º edição reformulada. São Paulo

PROFESSOR DE PORTUGUÊS

O ensino da Língua Portuguesa no Ensino Fundamental Linguagem e ensino. - Linguagem: uso e função. - Língua oral e língua escrita. - Variação lingüística e norma padrão. Ensino e aprendizagem da gramática normativa. - Fonologia/Fonética: Conceito de som, fonema e letra; Encontros vocálicos, encontros consonantais, dígrafo; Sílaba; Acentuação gráfica. - Morfologia: Estrutura, formação e classificação das palavras, emprego das classes de palavras. - Sintaxe: Concordância e regência nominal e verbal; Colocação pronominal; Estrutura do período e da oração; Crase.

Leitura e produção de textos: -Tipos ou gêneros textuais; Intertextualidade; Coesão e coerência textuais; O texto e a prática de análise lingüística.

REFERÊNCIAS

BRASIL. SECRETARIA DE EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL. Parâmetros Curriculares

Nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: língua portuguesa. Brasília:

MEC/SEF, 1998.

CUNHA, Celso; CINTRA, Lindley. Nova gramática do português. 3. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001.

DOLZ, J.; SCHENEUWLY, B. Gêneros orais e escritos na escola. Campinas: Mercado de Letras, 2004.

GERALDI, João Wanderley (Org.). O texto na sala de aula. 7. ed. Cascavel: ASSOESTE, 1991.

KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça; TRAVAGLIA, Luiz Carlos. A coerência textual. 14. ed. São Paulo: Contexto, 2002.

KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. A coesão textual. 19. ed. São Paulo: Contexto, 2004.

______ . A inter-ação pela linguagem. 9. ed. São Paulo: Contexto, 2004.

______ . O texto e a construção de sentidos. 7. ed. São Paulo: Contexto, 2003.

KLEIMAN, Angela. Texto e leitor: aspectos cognitivos da leitura. 5.ed. Campinas: Pontes, 1997.

MARCUSHI, Luíz Antonio. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2003.

ROJO, Roxane (Org.). A prática de linguagem em sala de aula: Praticando os PCNs. São Paulo: Educ, 2000.

TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática e Integração: uma proposta para o ensino de gramática no 1o e 2o graus. São Paulo: Cortez, 1996.

- NÍVEL MÉDIO

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS E REFERÊNCIAS PARA AS PROVAS COM NÚCLEO COMUM

Português para todos os cargos de Nível Médio

1. O texto: compreensão e interpretação. 2. Semântica: sentido e emprego dos vocábulos nos textos; sinônimos e antônimos. 3. Morfologia: classes gramaticais; flexões dos nomes e verbos. 4. Sintaxe: termos essenciais da oração; construção e sentido dos períodos compostos (orações coordenadas e subordinadas); concordância nominal e verbal; regência nominal e verbal. 5. Ortografia. 6. Pontuação.

REFERÊNCIAS

CIPRO NETO, Pasquale; INFANTE, Ulisses. Gramática da língua portuguesa. São Paulo: Scipione, 2003

NICOLA, José de. Gramática da palavra, da frase, do texto. São Paulo: Scipione, 2004

FERREIRA, Mauro. Aprender e praticar gramática. Ed. Renovada. São Paulo: FTD, 2003

CEREJA, Willian Roberto; MAGALHÃES, Thereza Cochar. Português: Linguagens. São Paulo: Atual, 2003

Conhecimentos Gerais e Regionais para todos os cargos de Nível Médio.

Aspectos sócio-econômicos, geográficos, históricos e político do Brasil, de Santa Catarina, do Médio Vale do Itajaí e do Município de Timbó.

REFERÊNCIAS

TIMBO. Lei Orgânica do Município, atualizada.

TIMBO. Lei Complementar nº 01, de 1993 (Regime jurídico dos servidores do Município), com alterações.

www.ibge.gov.br

www.ipea.gov.br

www.sc.gov.br

www.timbo.sc.gov.br

Legislação Municipal, Constituição Federal para os cargos de Auxiliar de Serviços Administrativos e Técnico em Agrimensura.

1.O Município e a Federação. O conceito de interesse local. A organização do Município. 2. A Administração Pública na Constituição Federal. 3. A Lei Orgânica Municipal. Conteúdo, competência e limitações. 4.O Poder Executivo. A responsabilidade do Poder Executivo. 5.Os servidores e empregados públicos: normas constitucionais e legais.

REFERÊNCIAS

BRASIL. Constituição Federal de 1988, com emendas (arts. 37 a 41).

______. Lei 8429 de 1992.

DI PIETRO, M. S. Z. Direito Administrativo. São Paulo: Atlas, 2001.

Legislação do SUS, Constituição Federal para os cargos de Agente de Saúde Pública, Atendente de Odontologia, Técnico de Enfermagem e Técnico em Radiologia .

1.Sistema Único de Saúde - SUS: Princípios, diretrizes, leis e regulamentação. Universalização, Eqüidade, Integralidade, Hierarquização, Participação e Controle Social, Responsabilidade sanitária das instâncias gestoras do SUS. Pacto pela Saúde em 2006 - Consolidação do Sistema Único de Saúde, publicado na Portaria/GM nº 399, de 22 de fevereiro de 2006; 2.Diretrizes para a gestão do SUS: Descentralização; Regionalização; Municipalização; Financiamento; Planejamento; Programação Pactuada e Integrada; Regulação; Controle, Avaliação e Auditoria; Responsabilidade sanitária das Instâncias Gestoras do SUS..

REFERÊNCIAS

ANDRADE, L. O. M. SUS passo a passo: normas, gestão e financiamento. São Paulo: Hucitec; Sobral: Uva, 2001.

BRASIL. Lei 8.080, de 19/09/1990. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/html/pt/legislacao/leis.html.

______. Lei 8.142, de 28/12/1990. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/html/pt/legislacao/leis.html.

______. Gestão Municipal de Saúde: textos básicos. Rio de Janeiro: Brasil. Ministério da Saúde, 2001. Disponível em: http:bvsms.saude.gov.br/bvs/publicações/gestão_municipal_de_saude.pdf

______. Portaria no. 399/GM de 22 de fevereiro de 2006. Disponível em: http://dtr2001.saude.gov.br/sas/PORTARIAS/Port2006/GM/GM-399.htm

BRASIL, O SUS de A a Z , 2006. Disponível em: www.saude.gov.br/susdeaz.

CARVALHO, G. I.; SANTOS. L. Comentários à lei Orgânica da Saúde (Leis 8.080/90 e 8.142/90): Sistema Único de Saúde. 3ª. ed. Campinas - SP : Unicamp, 2001.

Aspectos legais da Política Educacional para o cargo de Educador Infantil.

1..A Legislação Educacional - Lei 9394/96. 2.Organização da Educação Básica: níveis de ensino, órgãos e competências. 3.Parâmetros Curriculares Nacionais. 4.Sistemas Educacionais na LDB. 5.A Legislação atual e as abordagens de cidadania.

REFERÊNCIAS

Constituição da República Federativa do Brasil - Artigos 205 a 214. Disponível em: www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituiçao.htm

Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - Lei 9.394/69. Disponível em: www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm

Ampliação do Ensino Fundamental - Lei 11.274/2006. Disponível em: www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11274.htm#art3

Diretrizes Curriculares do Ensino Fundamental - Resolução CEB Nº 2/1998. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/rceb02_98.pdf

- NÍVEL MÉDIO

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS E REFERÊNCIAS PARA AS PROVAS OBJETIVAS

AGENTE DE SAÚDE PÚBLICA

Princípios e Diretrizes do Sistema Único de Saúde e a Lei Orgânica da Saúde. Visita domiciliar. Avaliação das áreas de risco ambiental e sanitário. Noções de ética e cidadania. Noções básicas de epidemiologia, meio ambiente e saneamento. Noções básicas de doenças como Leishmaniose Visceral e Tegumentar, Dengue, Malária, Esquistossomose, dentre outras. Noções de ética e cidadania. Formas de aprender e ensinar em educação popular Promoção da saúde: conceitos e estratégias. Principais problemas de saúde da população e recursos existentes para o enfrentamento dos problemas. Conceitos e critérios de qualidade da atenção à saúde: acessibilidade, humanização do cuidado, satisfação do usuário e do trabalhador, equidade, outros;

Atribuições do Agente de Combate às Endemias.

REFERÊNCIAS

BRASIL, Ministério da Saúde. Controle da Hanseníase na Atenção Básica.Série A: Normas e Manuais Técnicos, número 111. Brasília: Ministério da Saúde: 2001

BRASIL, Ministério da Saúde. Cadernos de Atenção Básica. Manual Técnico para o Controle da Tuberculose. Série A: Normas e Manuais Técnicos. Número 148. Brasília: Ministério da Saúde. 2002.

BRASIL, Ministério da Saúde. Guia de Vigilância Epidemiológica. 5ed. Brasília: FUNASA, v1, 2002.

BRASIL, Ministério da Saúde. Guia de Vigilância Epidemiológica. 5ed. Brasília: FUNASA, v2, 2002. BRASIL. Lei 8080 e 8142 - Lei Orgânica da Saúde.

CONSELHO NACIONAL DE SECRETÁRIOS DE SAÚDE. Progestores para entender a gestão do SUS. Volume 6. TOMO I e II. Brasília : CONASS, 2007.

ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO. 1º Curso de desenvolvimento Profissional de agentes locais e vigilância em saúde. Rio de Janeiro : FIOCRUZ/EPSJV/PROFORMAR, 2004.

www.anvisa.gov.br

www.saude.gov.br

www.fiocruz.br

www.funasa.gov.br

ATENDENTE DE ODONTOLOGIA

Dentição decídua. Uso de fluoretos. Dieta e saúde bucal. Promoção de saúde bucal. Equipe de saúde bucal. Atribuições de pessoal auxiliar em odontologia. Doenças periodontais. Cárie dentária. Risco de cárie dentária. Biossegurança no consultório odontológico, prevenção e controle de riscos. Aspectos éticos na prática odontológica. Prevenção das doenças periodontais. Educação e motivação em saúde bucal. Prevenção das doenças bucais. Bioética e odontologia. Anatomia dental. Identificação dos dentes. Arquitetura da maxila e da mandíbula. Anatomia da cavidade bucal. Atribuições da equipe de saúde bucal no programa de saúde da família.

Ações de saúde bucal em uma unidade de saúde da família. Importância da coleta de informações do usuário e documentação. Manutenção preventiva de equipamento odontológico e gerenciamento de resíduos em serviços odontológicos. Radiologia aplicada na odontologia. Aspectos epidemiológicos e sociais das doenças bucais.

REFERÊNCIAS

ABOPREV: Promoção de Saúde Bucal/Coordenação Léo Kriger. - 3ª ed. - São Paulo: Artes Médicas, 2003.

BIUSCHI, Yvonne de Paiva: Promoção de Saúde Bucal na Clínica. São Paulo: Artes Médicas - EAP-APCD, 2000.

BRASIL. Ministério da Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia Prático do Programa de Saúde da Família. Brasília, Ministério da Saúde, 2001.

______ . Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária: Manual de Prevenção e Controle de Riscos em Serviços Odontológicos/Ministério da Saúde, Agência Nacional de Vigilância Sanitária. - Brasília: Ministério da Saúde, 2006.

COLEMAN, Gary C. e John F. Nelson: Princípios de Diagnóstico Bucal. Trad. Maria Regina Sposto e cols.. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996.

CONSELHO FEDERAL DE ODONTOLOGIA: Código de Ética Odontológica. Florianópolis, 2002.

DECISÃO CONSELHO FEDERAL DE ODONTOLOGIA - CFO 47/2003. Rio de Janeiro, 2003.

FÍGUN, Mario Eduardo: Anatomia odontológica Funcional e Aplicada / Mário Eduardo Fígun e Ricardo Rodolfo Garino; Trad. Eduardo Grossmann.Porto Alegre: Artmed, 2003.

MOSS, Stephen J.: Crescendo sem Cárie: Um Guia Preventivo Para os Pais. Trad. Fabio C. B. De Abreu e Lima e cols.. São Paulo: Quintessence editora ltda, 1 996.

RESOLUÇÃO CONSELHO FEDERAL DE ODONTOLOGIA-CFO 185/1 993: art 20 e art 12.

PIAZZA, Ênio. Radiologia Odontológica: In: Guia Curricular Para formação do Atendente de Consultório Dentário Para Atuar Na Rede Básica do SUS - pagina 115. Brasília, Ministério da Saúde, 1998.

AUXILIAR DE SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS

1. Administração Pública Municipal: Funções, organização interna e relação entre os setores, características e atribuições dos órgãos municipais, principais documentos que norteiam as ações do Governo Municipal.

2. Administração e ambiente de trabalho: organização do local de trabalho, clientes internos e externos, follow up, organização de reuniões e eventos. Relacionamento interpessoal. Gerenciamento do tempo. Atendimento ao público. Tecnologias de comunicação. Comunicação por telefone. Ética no exercício profissional. Qualidades pessoais e técnicas relativas à função. Organograma e fluxograma. Administração de conflitos. Protocolo e arquivo de documentos. Teorias e técnicas administrativas.

3. Comunicação oficial: atributos básicos. Definição e finalidade dos seguintes atos de comunicação: ofício, memorando, mensagem, edital, ata, carta, declaração, despacho, ordem de serviço, parecer, portaria, procuração, resolução, relatório, requerimento, convênio.

4. Windows: Noções de trabalho no ambiente Windows, uso do Windows Explorer e conhecimento de funções do tipo transferir arquivos para disquete, armazenar arquivos no computador, separar arquivos em pastas etc. MS-Excel: uso do MS-Excel para criação e edição de planilhas, conhecimento das suas funções básicas, como utilização de fórmulas nas planilhas, trabalho com várias planilhas em um arquivo etc.

REFERÊNCIAS

AZEVEDO, Ivanize; DA COSTA, Sylvia I. Secretária: um guia prático. 4ª. ed. São Paulo: SENAC, 2004. 188 p.

BARROS NETO, João Pinheiro de. Teorias da administração: curso compacto: manual prático para estudante & gerentes profissionais. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2002. 150 p.

IVENS, Kathy. Usando Microsoft Windows 98. Rio de Janeiro: Campus, 1998.

MEDEIROS, João Bosco. Correspondência: técnicas de comunicação criativa.17ª. ed. São Paulo: Atlas, 2004. 384 p.

MINK, Carlos. Microsoft Word 2000. São Paulo: Makron Books, 1999.

MEDEIROS, João Bosco; HERNANDES, Sonia. Manual da secretária: técnicas de trabalho. 8ª. ed. São Paulo: Atlas, 2003. 345 p.

RODRIGUEZ, Manuela M. Manual de modelos de cartas comerciais. 8ª. ed. - São Paulo: Atlas, 2003. 194 p.

WEISSKOPF, Gene. Excel 2000 (Prático e Fácil). São Paulo: Makron Books, 2000.

www.timbo.sc.gov.br

EDUCADOR INFANTIL

1. A criança e a educação infantil: história, concepções. 2.Teorias de aprendizagem e desenvolvimento infantil. 3. Planejamento na educação infantil: dinâmica e processos. 4. Eixos do trabalho pedagógico na educação infantil: o cuidar e o educar. 5. Componentes curriculares da educação infantil: o brincar, o movimento e o conhecimento de si e do outro. 6. Avaliação na educação infantil. 7. O cotidiano na creche: espaço, rotina, afetividade, alimentação, higiene, cuidados essenciais. 8. O professor de educação infantil. 9. Família e instituição. 10. Projeto Político Pedagógico: princípios e finalidades. 11. Projetos de trabalho: concepção e perspectiva.

REFERÊNCIAS

ABRAMOWICZ, Anete; WAJSKOP, Gisela. Educação infantil: creches, atividades para crianças de zero a seis anos. 2. ed. São Paulo : Moderna, 1999. 112p.

ARIES, Philippe. História social da criança e da família. 2.ed. Rio de Janeiro: LTC, 1981. 279 p.

BRASIL. Ministério da Educação. Parâmetros nacionais de qualidade para a educação infantil. In: Educação Básica; Educação infantil; Publicações criadas pelo MEC para a Educação Infantil. Brasília, DF, 2006. v.1. Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/Educinf/eduinfparqualvol1.pdf >. Acesso em: 15 jan. 2008.

BRASIL. Ministério da Educação. Parâmetros nacionais de qualidade para a educação infantil. In: Educação Básica; Educação infantil; Publicações criadas pelo MEC para a Educação Infantil. Brasília, DF, 2006. v.2. Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/Educinf/eduinfparqualvol2.pdf>. Acesso em: 15 jan. 2008.

BRASIL. Ministério da Educação. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. In: Educação Básica; Educação infantil; Publicações criadas pelo MEC para a Educação Infantil . Brasília, DF, 1998. v.1. Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/rcnei_vol1.pdf>. Acesso em: 15 jan. 2008.

BRASIL. Ministério da Educação. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. In: Educação Básica; Educação infantil;. Publicações criadas pelo MEC para a Educação Infantil. Brasília, DF, 1998. v.2. Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/volume2.pdf>. Acesso em: 15 jan. 2008.

BRASIL. Ministério da Educação. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. In: Educação Básica; Educação infantil; Publicações criadas pelo MEC para a Educação Infantil. Brasília, DF, 1998. v.3. Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/volume3.pdf>. Acesso em: 15 jan. 2008.

DAVIS, Claudia; OLIVEIRA, Zilma de. Psicologia na educação. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1994. 125 p.

GOLDSCHMIED, Elinor; JACKSON, Sonia. Educação de 0 a 3 anos :o atendimento em creche. 2. ed. Porto Alegre : Artmed, 2006. 304 p.

HERNÁNDEZ, Fernando. Transgressão e Mudança na Educação: os projetos de trabalho. Portos Alegre: Artmed, 1998. 150p.

HOFFMANN, Jussara. Avaliar na pré-escola: um olhar sensível e reflexivo sobre a criança. 9. ed. Porto Alegre: Mediação, 2000. 87 p.

KRAMER, Sonia. Com a pré-escola nas mãos: uma alternativa curricular para educação infantil. 1 0.ed. São Paulo: Ática, 2000. 110 p.

KRAMER, Sonia. A política do pré-escolar no Brasil: a arte do disfarce. 5. ed. São Paulo: Cortez, 1995. 140 p.

OLIVEIRA, Zilma Ramos de. Educação infantil: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2002. 255 p.

OLIVEIRA, Zilma de M. Ramos de. A criança e seu desenvolvimento: perspectivas para se discutir a educação infantil. 4.ed. São Paulo: Cortez, 2000. 159 p.

OLIVEIRA, Zilma de M. Ramos de. (Org.) Educação infantil: muitos olhares. 4.ed. São Paulo: Cortez, 2000. 187 p.

OSTETTO, Luciana Esmeralda. Encontros e encantamentos na educação infantil. 3.ed. Campinas, SP: Papirus, 2002. 200p.

REGO, Teresa Cristina. Vygotsky: uma perspectiva histórico-cultural da educação. 14. ed. Petropólis : Vozes, 2002. 138 p.

RIZZO,Gilda. Creche: organização, currículo, montagem e funcionamento. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2003. 399 p.

ROSSETE - FERREIRA, Maria Clotilde et al. (Orgs.). Os fazeres na educação infantil. 4.ed. São Paulo:Cortez, 2001. 199 p.

VEIGA, Ilma Passos A. (Org.). Projeto Político - Pedagógico da escola: uma construção possível. 4. ed. Campinas, SP: Papirus, 1997. 192 p.

TÉCNICO EM AGRIMENSURA

Levantamentos topográficos: PLANIMÉTRICOS: medição direta de distâncias - goniometria - determinação magnética e cartas isogônicas - medição indireta de distâncias - métodos de levantamentos planimétricos - cálculos de área - dados omitidos; noções de ângulos azimutais e de declinação magnética, de rumos, métodos, noções de coordenadas cartesianas e arbitrárias, cálculos de poligonais através de ângulos internos, rumos ou azimutes, processo aos ângulos internos ou externos de uma poligonal em azimute ou rumos. Medidas de ângulos e distâncias entre pontos inacessíveis, fechamento de poligonal: cálculo de áreas e erro de fechamento angular, noções de cadastro: amarrações quanto às medidas, quanto aos ângulos e quanto aos ângulos e medidas (irradiação). Locação de curvas: métodos e aplicações. ALTIMÉTRICOS: generalidades - métodos gerais de nivelamentos - nivelamento e contra-nivelamento- precisão de nivelamentos - perfil longitudinal; Métodos: geométrico, trigonométrico e taqueométrico. PLANIALTIMÉTRICOS: curvas de nível - curvas em desnível - método de obtenção: irradiação taqueométrica, seções transversais e aerofotogrametria - métodos de levantamento planialtimétrico. Interpretação de desenhos e plantas. TOPOGRAFIA: Aparelhos e instrumentos topográficos: especificação e manuseio. SIG. GPS. Aerofotogrametria. Cálculo de áreas e volume e de coordenadas. Tipos de carta topográfica, noções na operação em topografia, geodésia e batimetria, cálculos, pontos topográficos e geodésicos. Elaboração de documentos cartográficos, estabelecendo semiologia e articulação de cartas. Levantamentos cadastrais urbanos e rurais, por meio de imagens terrestres, aéreas e orbitais; UBANIZAÇÃO DE GLEBAS: Noções de projetos de loteamento e cidades; Exploração e locação de estradas; Locações de obras civis e de arte em estradas; SOLOS: Composição geológicas e classificação. Trabalhos topográficos envolvendo projetos hidráulicos de poços, abastecimento de água e esgoto; Ciclo hidrológico, escoamento superficial composição e organização de bacias hidrográficas. UNIDADES DE MEDIDA: comprimento, superfície e medidas angulares (cálculos e operações com graus e grados). Noções de geometria analítica, trigonometria e noções de escala. TOPOGRAFIA DE ESTRADAS: Reconhecimento, estacamento e suas operações, nivelamento. FOTOG RAM ETRIA: Noções de estereoscopia, montagem de mosaico. Conhecimentos de informática, geoprocessamento e sensoriamento remoto à sua área de atuação. Conhecimentos de instrumentos da Agrimensura; Operação de estacionamento dos aparelhos; Alinhamentos e Nivelamentos; Descrição de perímetro; Plantas e configurações de terrenos; Aspectos básicos de topografia (medidas, ângulos e rumos); Plano altimétrico cadastral; Tópicos relativos à topografia em campo; Conhecimentos de AUTOCAD.

TÉCNICO EM AGROPECUÁRIA

1.Administração e Economia Rural: Conceitos, macro e microeconomia, complexo rural, o papel do administrador. Economia Agrícola catarinense. Políticas de desenvolvimento e seus reflexos no mercado agrícola. Políticas setoriais para a agricultura (país, estado e município); Tarefas administrativas: produção, finanças, recursos humanos, comercialização e marketing; Contabilidade rural: Controle de atividades, medidas de rendimento econômico. Processo administrativo: planejamento, organização, direção e controle. Gerenciamento pela Qualidade. Legislação agrícola. Política de Crédito Agrícola: Sistemática de funcionamento do crédito rural. 2. Olericultura. Introdução e história da Olericultura: Conceito de olericultura, conceito de hortaliças, característica das hortaliças, classificação das hortaliças, conceito e tipos de horta e suas características. Importância da classificação botânica. Valor nutricional das hortaliças. Escolha do local para a instalação das hortaliças. Fatores climáticos na produção de hortaliças com suas características. Tipos de propagação. Tipos de adubações: Química, orgânica, verde, foliar e fertirrigação. Principais tratos culturais com suas características: Irrigação, capina, amontoa, raleio, tutoramento, desbrota e desbaste. Classificação de pragas e doenças (controle fitossanitário). Olericultura especial - famílias: Asteracea, Quenopodiácea, Solanácea, Fabacea, Apiacea, Brassicacea. 3. Suinocultura. Manejo de leitões. Programas de reposição de machos e matrizes. Principais ingredientes da nutrição de suínos. Inseminação artificial. Sanidade. Manejo de machos e fêmeas. Manejo de leitões. 4. Avicultura de corte e postura. Fatores a serem considerados para a localização das instalação. Cama de aviário: Materiais utilizados, características e qualidade dos materiais, procedimentos para reutilização. Prepara do pinteiro: Montagem de circulo de proteção, instalação e disposição dos equipamentos utilizados na fase inicial da criação, procedimentos e controle para o recebimento de pintos de um dia. Manejo de temperatura. Manejo de arraçoamento. Manejo de água. Manejo de cama. Manejo de luz em frangos de corte. Manejo de luz em poedeiras. Manejo de cortina. Manejo no período de calor. Manejo de apanha e transporte das aves. Destino das aves mortas. Manejo de controle de peso corporal e uniformidade em poedeiras. Manejo de muda de penas forçada. Manejo de debicagem. Manejo de descarte de poedeiras não produtivas. Manejo de criação de poedeiras em gaiolas. Efeitos do fotoperíodo sobre frangas e sobre poedeiras. Sistema de aquecimento. Sistema de fornecimento de água: Bebedouros tipo nipel, bebedouros pendulares, bebedouros tipo copo de pressão. Sistema de fornecimento de ração: Comedouros tubulares e comedouros tipo helicoidal. Índices zootécnicos: Conversão alimentar, peso médio, eficiência alimentar, mortalidade, viabilidade, ganho médio diário, fator de produção. 5. Arroz irrigado. Importância da cultura. Sistema de plantio pré-germinado. Preparo do solo. Cultivares. Tratos culturais: Adubações, manejo d'água, aspectos fitossanitários. Colheita. 6. Bananicultura. Importância da cultura. Propagação. Cultivares. Tratos culturais: adubações, rebaixamento do pseudocaule, seleção de família, poda do coração, ensacamento, poda de pencas. Colheita e manejo pós-colheita. 7. Piscicultura. A qualidade da água. Os ambientes de cultivo. O meio em que vivem os peixes. Alimentação dos peixes. 8. Topografia. Conceitos gerais. Objeto da topografia. Grandezas lineares e angulares. Escala. Unidades de medida agrárias. Erros em topografia. Transposição de obstáculos. Planimetria: Métodos de levantamento, desenho, cálculo da área, elaboração de plantas. Altimetria: Métodos de levantamento, nivelamento, perfil, desenho, cálculo da área, elaboração de plantas. Planialtimetria: Curvas de nível, curvas em desnível, interpretação e utilização de plantas, métodos de levantamento, desenho, cálculo da área, elaboração de plantas. 9. Bovinocultura de leite. Legislação que caracteriza a classificação, transporte e qualidade do leite. Escolha de Matrizes Leiteiras. Raças leiteiras. Anatomia e fisiologia da reprodução. Anatomia e fisiologia da glândula mamária. Ordenha higiênica. Manejo de bezerras. Manejo de novilhas. Manejo de vacas em lactação. Manejo de vacas secas. 10. Mecanização Agrícola. Preparo do solo com trator agrícola: Aração, gradagem e subsolagem. Semeadura com semeadoras-adubadoras tracionadas por trator agrícola. Pulverização com pulverizadores de barras tracionados por trator agrícola. 11. Silvicultura. Sementes florestais: Germinação, produção, grau de melhoramento genético, colheita, secagem, extração, beneficiamento, armazenamento, quebra de dormência. Viveiros florestais: Conceito, tipos, localização, planejamento, substrato, semeadura, padrões de produção de mudas, repicagem, raleio, adubação, pragas, doenças, administração. Implantação de florestas: Espécies florestais recomendadas para as regiões de Santa Catarina, preparo do terreno, espaçamento, plantio, tratos culturais, poda, recuperação de áreas degradadas.

REFERÊNCIAS

AGUIAR, Ivor Bergemann de; PIÑA-RODRIGUES, Fátima; FIGLIOLIA, Márcia Balistiero. Sementes Florestais Tropicais. Brasília: ABRATES, 1993. 350p.

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ANTUNES, Luciano Medici; ENGEL, Arno. Agroqualidade: qualidade total na agropecuaria. Guaiba: Agropecuaria, 1997. 72p.

_________ , Luciano Medici; RIES, Leandro Reneu. Gerência Agropecuária. 2. ed. rev. e atual. Guaiba: Agropecuaria, 2001. 268p.

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COTTA, Tadeu. Galinha: Produção de ovos. Viçosa: Aprenda Fácil, 2002.

DA FONSECA, L.F.L. & DOS SANTOS, M.V. Qualidade do leite e controle de mastite. São Paulo: Lemos editorial, 2000. 175 p.

EPAGRI- Sistema de produção de arroz irrigado em SC(pré-germinado). 2005. 87p.

EPAGRI- Cultivares de arroz irrigado da Epagri: Descrição e caracterização. 2007. 76p.

ESPARTEL, Lelis. Curso de topografia. 5. ed. Porto Alegre: Globo, 1977. 655p.

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FONSECA, F. Aloízio. Fisiologia da Lactação. Viçosa: U.F.V.. 1985. 137 p

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GODINHO, Jose Ferraz. Suinocultura: tecnologia moderada, formação e manejo de pastagens. [2. ed., rev. e ampl., atual.]. São Paulo: Nobel, 1995. 263p.

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LICHTEMBERG, Luiz Alberto. XI Curso de bananicultura. Itajaí: EPAGRI, 1999. 174p.

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MACHADO, A. L. T., et al. Máquinas para preparo do solo, semeadura, adubação e tratamentos culturais. Pelotas: Universitária/U FPel, 1996. 229p.

MARTINS, Sebastião Venâncio. Recuperação de Matas Ciliares. Viçosa: Aprenda Fácil, 2001 .143p.

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Revista Cultivar Máquinas. Edição nº 561, Ano VII, Março 2007. Pelotas.

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SOUSA, E. C. Pereira Moreira de. Piscicultura Fundamental. São Paulo: Companhia Agrícola Imobiliária e Colonizadores, 1985.

SOBESTIANSKY, Jurij. Suinocultura Intensiva: produção, manejo e saúde do rebanho. Brasilia: EMBRAPA, SPI, 1998. 388p.

SOBESTIANSKY, Jurij. Patologia e Clínica Suína. [Concórdia]: Ed. dos Autores, 1993. (Lajeado: Gráfica Cometa) 350p.

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VENTOLA, Adriana; et al (Elab.). Administrando. Brasilia: SENAR, 2004. 56p.

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Sítio www.icepa.com.br

Sítio www.bcb.gov.br

Sítio www.bancobrasil.com.br

Sítio www.agricultura.sc.gov.br

TÉCNICO EM ENFERMAGEM

Atenção Básica a Saúde: Sistema de Informação da Atenção Básica - SIAB; O Técnico em Enfermagem inserido nos Programas Ministeriais de Saúde: PACS (Programa de Agentes comunitários de Saúde), Programa Nacional de Imunização (esquema básico e rede de frio), Tuberculose, Hipertensão, Diabetes, DST/AIDS, Atenção a Saúde da Mulher, Atenção a Saúde da Criança e do Recém Nascido (RN); Atenção a Saúde do Adolescente, Adulto e Idoso. Humanização e ética na atenção a Saúde. Saúde Mental; Educação Permanente como estratégia na reorganização dos Serviços de Saúde e Acolhimento. Biossegurança: Normas de biossegurança; Métodos e procedimentos de esterilização e desinfecção; Serviço de Controle de Infecções Hospitalares (SCIH). Procedimentos de enfermagem: Técnicas básicas de enfermagem - sinais vitais, medidas antropométricas, preparo e administração de medicações e fluidoterapia, oxigenioterapia, tratamento de feridas e técnica de curativos. Código de Ética e Lei do Exercício Profissional: Legislação e ética para o exercício do profissional de enfermagem.

REFERÊNCIAS

BRASIL. Manual de Procedimentos para Vacinação. 4.ed. Brasília: Ministério da Saúde: Fundação Nacional de Saúde; 200. 316p.

BRASIL. Manual de Rede de Frio. 3. ed. Brasília: Ministério da Saúde: Fundação Nacional de Saúde; 2001. 80p.

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BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. HIV/Aids, hepatites e outras DST / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. - Brasília: Ministério da Saúde, 2006. 196 p. il. - (Cadernos de Atenção Básica, n. 18) (Série A. Normas e Manuais Técnicos).

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Diabetes Mellitus / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. - Brasília : Ministério da Saúde, 2006. 64 p. il. - (Cadernos de Atenção Básica, n. 16) (Série A. Normas e Manuais Técnicos).

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas. Pré-natal e puerpério. Atenção humanizada e qualificada/ Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas. - Brasília: Ministério da Saúde,2005. 160 p. il - (Série A. Normas e Manuais Técnicos; Caderno n. 05).

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Obesidade / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. -

Brasília: Ministério da Saúde, 2006. 108 p. il. - (Cadernos de Atenção Básica, n. 12) (Série A. Normas e Manuais Técnicos).

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Saúde integral de adolescentes e jovens: orientações para a organização de serviços de saúde / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde. - Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2005. 44p.: il. - (Série A. Normas e Manuais Técnicos).

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Plano de reorganização da atenção à hipertensão arterial e ao diabetes mellitus: hipertensão arterial e diabetes mellitus / Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. - Brasília: Ministério da Saúde, 2001. 102 p.: il. - (Série C. Projetos, Programas e Relatórios; n. 59).

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Política nacional de promoção da saúde / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde. - Brasília: Ministério da Saúde, 2006. COREN-SC. Legislação sobre o exercício de enfermagem e código de ética dos profissionais de enfermagem. Disponível em: <http://www.coren-sc.org.br>. Acesso em 17/08/2007.

DALGALARRONDO, Paulo. Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.

GUYTON, Arthur C.; HALL, John E. Fisiologia humana e mecanismos das doenças. 6 ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan S/A, 1998.

MINISTÉRIO DA SAÚDE. HumanizaSUS: Política Nacional de Humanização. Documento Base para Gestores e Trabalhadores do SUS [PDF, 1,31 MB]. Ministério da Saúde, Secretaria Executiva, Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. Brasília: Ministério da Saúde, 2004.

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde. Programa Nacional de Imunizações: 30 anos. Série C. Projetos e Programas e Relatórios. Brasília, 2003.

RITCHMANN, R.. Guia prático do controle de infecção hospitalar. São Paulo: Soriak Comércio e Produções, 2002.

SMELTZER, S. C.; BARE, B. G. Brunner & Sudarth: tratado de enfermagem médico-cirúrgica. 9 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2000.

TÉCNICO EM RAIOLOGIA

1 .Física e química dos raios X. 2.Fatores radiográficos. 3.Métodos de exames radiológicos. 4.Contrastes radiográficos. 5.Anatomia humana. 6.Anatomia radiográfica. 7.Técnicas radiográficas gerais e especiais. 8.Câmara escura: técnicas e manutenção. 9.Equipamentos radiológicos: componentes básicos.

REFERÊNCIAS

BIASOLI Jr, A.M. Técnicas Radiográficas, Rio de Janeiro, Editora Rubio, 2006.

BOISSON, L. F. Técnica Radiológica Médica Básica e Avançada. Rio de Janeiro, Editora Atheneu, 2007.

MOLLER T; REIF, E. Posiciones Radiológicas, Editora Marban, S.L., 1998.

- NÍVEL FUNDAMENTAL COMPLETO

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS E REFERÊNCIAS PARA AS PROVAS COM NÚCLEO COMUM

Português para os cargos de Auxiliar Operacional I, Eletricista, Mecânico de Manutenção, Motorista, Motorista de Ambulância, Operador de Máquinas, Pedreiro e Soldador.

1. O texto: compreensão e interpretação. 2. Semântica: sentido e emprego dos vocábulos nos textos. 3. Morfologia: classes gramaticais; flexões (feminino e plural) dos substantivos e adjetivos; emprego de verbos. 4. Sintaxe: termos essenciais da oração; construção dos períodos compostos (emprego e sentido das orações coordenadas e subordinadas); concordância nominal e verbal; regência nominal e verbal. 5. Ortografia. 6. Pontuação.

REFERÊNCIAS

FARACO, Carlos Alberto; MOURA, Francisco. Gramática Escolar. São Paulo: Ática, 2003.

TUFANO, Douglas. Estudos de língua portuguesa. Gramática. 3.ed. São Paulo: Moderna, 1995.

MARIANO, Elizabeth Griffi. Gramática. São Paulo: Moderna, 1996

FERREIRA, Mauro. Aprender e praticar gramática. Ed. Renovada. São Paulo: FTD, 2003.

Matemática para os cargos de Auxiliar Operacional I, Eletricista, Mecânico de Manutenção, Motorista, Motorista de Ambulância, Operador de Máquinas, Pedreiro e Soldador.

1.Números e operações: interpretação e resolução de situações-problema, envolvendo as operações de adição, subtração, multiplicação e divisão de números naturais e decimais. Interpretação e cálculos com idéia de porcentagem e fração. 2.Espaço e Forma: sólidos e formas geométricas. 3.Tratamento de informações: Leitura e interpretação de gráficos e tabelas. 4.Grandezas e Medidas: reconhecimento e utilização das unidades de tempo, medidas de comprimento, superfície (área e perímetro), massa, volume e capacidade. Relação entre as medidas.

REFERÊNCIAS

ROCHA, Enrique. Raciocício Lógico- Você consegue aprender. Série Provas e Concursos. 2.ed. São Paulo: Impetus-Campus, 2006

AMARAL, João Thomas do. Minimanual Compacto de Matemática: Teoria e Prática: Ed. Rideel-Celebris, edição 1999.

DANTE, Luiz Roberto. Série: Vivência e Construção Matemática.4ª série. 4ª ed.. Editora Ática.

SARQUIS, Eduardo. Matemática com Sarquis, livro 4. Belo Horizonte: Formato Editorial, 1997.

IMENES, Luiz Márcio, LELLIS, Marcelo, JAKUBOVIC, José. Coleção Novo Tempo. 4ª série. Editora Scipione.

- NÍVEL FUNDAMENTAL COMPLETO

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS E REFERÊNCIAS PARA AS PROVAS OBJETIVAS

AUXILIAR OPERACIONAL I

1. Higiene pessoal a) higienização das mãos ( como lavar e secar as mãos, unha), b) produtos utilizados ( quais produtos para limpeza das mãos), c) limpeza do corpo ( banhos, cabelos, etc...). 2. Uniformes: a) uniforme adequado, como usar e guardar. 3. Higienização e preparo dos alimentos a) limpeza dos alimentos b) armazenamento ( recepção e armazenamento das mercadorias c) pré-preparo e preparo ( verduras, legumes, frutas, carnes, aves, pescados, temperos, cereais e outros), temperatura d) distribuição ( uniforme, postura pessoal, utensílios e higienização depois da distribuição) e) controle do lixo e limpeza dos utensílios. 4. Higienização do ambiente e equipamentos: a) paredes, pisos, armários, prateleiras, mesas. b) fogão, louças, talheres, liquidificador, refrigerador, freezer,balcão térmico, forno. 1. Conhecimentos gerais em 5.Ferramentaria. 6. Equipamento de proteção individual. 7.Materiais de construção. 8. Limpeza de ambientes e equipamentos.

REFERÊNCIAS

ANVISA -Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Higienização das Mãos em Serviços de Saúde.

ANVISA -Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Cartilha sobre Boas Práticas para Serviços de Alimentação, Resolução-RDC nº 216/2004.

Catálogos de ferramentas.

CHAVES, Roberto. Manual do construtor. 18ª ed., Ediouro, 1996.

Ministério da Educação- FNDE - Portaria Interministerial nº - 1.010, de 8 de maio de 2006. SENAC -Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial. Cartilha 2: as boas práticas I ,2001. SENAC -Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial. Cartilha 3: as boas práticas I I, 2001. www.fnde.gov.br/home/alimentacao_escolar/portaria_1010_08052006.pdf

Texto "Princípios básicos de segurança do trabalho" Disponível no site www.ibam-concursos.org.br

ELETRICISTA

1 .Materiais Elétricos: a)Tubulações - eletrodutos metálicos e de PVC, eletrocalhas. b) Condutores em geral, fios e cabos. c) Quadros (disjuntores, balanceamento de circuitos). d) Isolamento, aterramento. e) Substituição de lâmpadas, reatores e fotocélulas. 2.Ferramentas: a) Ferramentas manuais. b) Ferramentas elétricas. c) Aparelho de medição de corrente. d) Aparelho de medição de voltagem. 3.Manutenção Predial Elétrica. 4. Equipamentos de Segurança: a) Equipamentos de proteção individual (EPI).

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

CREDER, Hélio. Manual do instalador eletricista. 1ª ed., LTC 1995

CHAVES, Roberto. Manual do construtor. 18ª ed., Ediouro, 1996

BORGES, A. C. Prática das pequenas construções. V.1. São Paulo: Edgar Blucher, 1987

MARTIGNONI, Alfonso. Instalações elétricas prediais. 14ª ed., Editora Globo, 1982 Normas da ABNT

MECÂNICO DE MANUTENÇÃO

1 .Utilização de instrumentos de medição, tais como: paquímetro, especímetro, micrômetro, relógio comparador, goniômetro, torquímetro, manômetro, vacuômetro voltímetro, amperímetro e multímetro automotivo. 2.Conhecimentos técnicos sobre lubrificantes utilizados em automóveis e utilitários leves. 3.Manutenção, diagnóstico e correção de defeitos em motores de automóveis e utilitários leves, ciclos Otto e Diesel, seus órgãos periféricos e sistemas de lubrificação e arrefecimento. 4.Manutenção, diagnóstico e correção de defeitos em sistemas de transmissão, suspensão , direção, freios e elétrico de automóveis e utilitários leves. 5.Manutenção, diagnóstico e correção de defeitos de equipamentos e dispositivos eletromecânicos. 6.Manutenção, diagnóstico e correção de defeitos em implementos e acessórios de utilitários e máquinas pesadas.

REFERÊNCIAS

ALMEIDA, F. Amaury. Manutenção de Automóveis. Última edição.

CHOLLET, H. Motor e seus Acessórios. São Paulo, Hemus,s.d., última edição.

CHOLLET, H. Veículos e seus Acessórios. São Paulo, Hemus,s.d.. Última edição.

PAZ, M. Arias. Manual do Automóvel. Última edição.

Manuais de Manutenção e Reparos Caterpillar

REIS, A.V; MACHADO, A.L.T.; TILLMANN, C.A.C.; MORAES, M.L.B. Motores, tratores, combustíveis e lubrificantes. Pelotas: UFPel, 1999. 315 p.

MOTORISTA

1.Legislação brasileira de trânsito. 2.Conhecimentos sobre funcionamento, manutenção preventiva, diagnóstico e correção de pequenos defeitos em motores de combustão interna, ciclo Otto ( gasolina e álcool ), ciclo Diesel e dos sistemas de transmissão, suspensão, freios, direção e elétrico de veículos automotores. 3.Direção defensiva. Métodos e técnicas de condução segura e direção defensiva de veículos automotores visando a prevenção de acidentes de trânsito .

REFERÊNCIAS

ALMEIDA, F. Amaury. Manutenção de Automóveis. Última edição.

Código de Trânsito Brasileiro (Lei nº 9.503, de 23-9-1997).

PAZ, M. Arias. Manual do Automóvel. Última edição.

SENAI.RJ. GEP.DIEAD. Direção Defensiva. Unidade de Estudo.

www.detran.sc.gov.br/downloads.htm

Apostila Direção Defensiva "Transito Seguro é o Direito de Todos"

MOTORISTA DE AMBULÂNCIA

1.Legislação brasileira de trânsito. 2.Conhecimentos sobre funcionamento, manutenção preventiva, diagnóstico e correção de pequenos defeitos em motores de combustão interna, ciclo Otto ( gasolina e álcool ), ciclo Diesel e dos sistemas de transmissão, suspensão, freios (hidráulicos e pneumáticos), direção e elétrico de veículos pesados para transporte de passageiros. 3.Direção defensiva. Métodos e técnicas de condução segura e direção defensiva de veículos automotores visando a segurança dos passageiros e a prevenção de acidentes de trânsito .

REFERÊNCIAS

ALMEIDA, F. Amaury. Manutenção de Automóveis. Última edição. Código de Trânsito Brasileiro (Lei nº 9.503, de 23-9-1997). PAZ, M. Arias. Manual do Automóvel. Última edição.

SENAI.RJ. GEP.DIEAD. Direção Defensiva. Unidade de Estudo.

OPERADOR DE MÁQUINA

1.Conhecimentos sobre operação de máquinas de esteira, motoniveladoras, retro-escavadeiras e tratores e seus implementos : precauções e regras de segurança; leitura dos instrumentos do painel, manutenção básica e verificações de rotina, lubrificação e cuidados operacionais; ajustes, regulagens, acoplamento, desacoplamento, limpeza e conservação de implementos. 2.Conhecimentos sobre legislação de trânsito e direção defensiva.

REFERÊNCIAS

BRUNS, Cezar. Direção defensiva. Curitiba: Tecnodata educacional, 2002.

Código de Trânsito Brasileiro (Lei nº 9.503, de 23-9-1997) .

Manuais de Operação e Manutenção dos fabricantes.

SILVEIRA, Gastão Moraes da : Os Cuidados com o Trator ( Volume I )- Aprenda Fácil Editora - SP

PEDREIRO

1 .Materiais de construção. 2.Ferramentas básicas e ferramentas elétricas. 3.Equipamento de proteção individual. REFERÊNCIAS

CHAVES, Roberto. Manual do Construtor. 18ª edição. Ed. Ediouro, 1996.

BORGES, A. C. Prática das pequenas construções, vol, 1, Ed. Edgar Blucher, 1987.

Catálogos e manuais de fabricantes de materiais de construção e equipamentos de segurança.

SOLDADOR

1. Máquinas e ferramentas; 2.Tipos de solda utilizadas; 3.Tipos de materiais utilizados; 4. Equipamentos de segurança.

ANEXO IV

FORMULÁRIO PARA INTERPOSIÇÃO DE RECURSO

CONCURSO PÚBLICO

NOME DO CANDIDATO:

TIPO DE RECURSO:

[__]

1 - CONTRA GABARITO

2 - CONTRA PONTUAÇÃO PROVA

3 - CONTRA PONTUAÇÃO TÍTULO

[__]

1 - DEFERIDO

2 - INDEFERIDO

NO DE INSCRIÇÃO:

CARGO:

Nº DA QUESTÃO:

DATA:

FUNDAMENTAÇÃO:

Assinatura do Candidato ______________________________

Timbó, _____ de ___________________ de 2008.

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