CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGOS NO ÂMBITO DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DE PETRÓPOLIS - SED
A SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DE PETRÓPOLIS - SED, no uso de suas atribuições, torna pública a abertura de inscrições e estabelece as normas para realização de Concurso de Provas e Títulos, para o provimento de cargos do quadro permanente dos profissionais da Educação Pública Municipal de Petrópolis, para o preenchimento de 1219 (mil duzentas e dezenove vagas, sendo: 295 (duzentos e noventa e cinco) vagas para cargos de Nível Fundamental, 486 (quatrocentas e oitenta e seis) vagas para cargos de Nível Médio e 438 (quatrocentos e trinta e oito) vagas para cargos de Nível Superior, observadas as disposições constitucionais e legais referentes ao assunto, especialmente, a Lei nº 3.884, de 15 de julho de 1977, que dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Públicos da Administração Direta e Indireta dos Poderes do Município de Petrópolis com fundamento no inciso IX, do art. 37 da Constituição Federal de 1988 e suas alterações, bem como as demais Leis pertinentes, inclusive as normas estabelecidas neste Edital.
1. DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
1.1. O Concurso será regido por este Edital, seus Anexos e publicações disponíveis na página do certame no endereço www.domcintra.org.br e sua elaboração, organização e execução caberá à FUNDAÇÃO DOM CINTRA - FDC, conforme Contrato sob Termo nº 35 fls. 86 e 87, lavrado nos autos do Processo nº 16815/2010, com apoio da Comissão Organizadora do Concurso Público, instituída pelo Decreto PMP nº 607 de 30 de agosto de 2011.
1.2. O Concurso será composto de:
1.2.1. Prova Objetiva de caráter eliminatório e classificatório para todos os cargos;
1.2.2. Prova de Títulos, de caráter classificatório, para todos cargos;
1.3. As provas serão realizadas no município de Petrópolis.
1.4. Os candidatos aprovados serão submetidos a estágio probatório durante 36 (trinta e seis) meses, conforme legislação em vigor, durante o qual as suas habilidades e desempenho serão objeto de avaliação.
1.5. O exercício das atividades de que trata este Concurso dar-se-á no município de Petrópolis - RJ, observada, para a nomeação e posse, a rigorosa ordem de classificação.
1.6. O presente Edital possui os seguintes Anexos:
a) Anexo I - Quadro de Vagas;
b) Anexo II - Quadro de Provas;
c) Anexo III - Conteúdos Programáticos;
d) Anexo IV - Cronograma de Atividades.
2. DOS CARGOS, DOS REQUISITOS, DAS ATRIBUIÇÕES, DAS REMUNERAÇÕES E DAS VAGAS
2.1. NÍVEL FUNDAMENTAL
2.1.1 CARGO: Auxiliar de Serviços Gerais
2.1.1.2 Requisito: Ensino Fundamental incompleto em instituição de ensino autorizada pelo Poder Público.
2.1.1.3 Atribuições específicas:
- percorrer as dependências das Unidades Escolares, abrindo e fechando janelas, portas e portões, bem como ligando e desligando pontos de iluminação, máquinas e aparelhos elétricos;
- limpar chão, paredes, aparelhos sanitários, bancadas, portas, janelas e mobiliário, utilizando materiais e equipamentos próprios, de modo a manter e conservar as dependências das Unidades Escolares;
- efetuar a reposição de materiais como sabão, sabonete, toalhas, panos de mão, de copa e de chão, papel toalha e papel higiênico;
- recolher o lixo, acondicionando detritos e depositando-os de acordo com as determinações definidas;
- verificar a existência de material de limpeza e alimentação e outros itens relacionados com seu trabalho, comunicando ao superior imediato a necessidade de reposição, quando for o caso;
- zelar pelo material sob sua guarda;
- comunicar ao superior imediato qualquer irregularidade verificada, bem como a necessidade de consertos e reparos nas dependências, móveis e utensílios que lhe cabe manter limpos e com boa aparência;
- respeitar as normas de segurança e higiene no trabalho.
2.1.1.2 Jornada de trabalho: 40 horas semanais
2.1.1.3 Remuneração: R$ 704,66 (setecentos e quatro reais e sessenta e seis centavos).
2.1.1.4 Vagas: 180
2.1.2 CARGO: Cozinheiro
2.1.2.1 Requisito: Ensino Fundamental incompleto em instituição de ensino autorizada pelo Poder Público.
2.1.2.2 Atribuições específicas:
- preparar refeições, selecionando, lavando, cortando, temperando e cozinhando os alimentos, de acordo com orientação recebida;
- verificar o estado de conservação dos alimentos, separando os que não estejam em condições adequadas de utilização, a fim de assegurar a qualidade das refeições preparadas;
- distribuir as refeições preparadas, servindo-as conforme rotina predeterminada, para atender aos comensais;
- registrar, em formulários específicos, o número de refeições servidas, bem como a aceitabilidade dos alimentos oferecidos, para efeito de controle;
- requisitar material e mantimentos, quando necessário;
- receber e armazenar os gêneros alimentícios, de acordo com normas e instruções estabelecidas, a fim de atender aos requisitos de conservação e higiene;
- proceder a limpeza, lavagem e guarda de pratos, panelas, garfos, facas e demais utensílios de copa e cozinha;
- dispor adequadamente, observando as normas de coleta seletiva do lixo, os restos de comida e lixo da cozinha, de forma a evitar proliferação de insetos;
- zelar pela conservação e limpeza do local de trabalho, bem como dos instrumentos e equipamentos que utiliza.
2.1.2.3 Jornada de trabalho: 40 horas semanais
2.1.2.4 Remuneração: R$ 769,66 (setecentos e sessenta e nove reais e sessenta e seis centavos).
2.1.2.5 Vagas: 97
2.1.3 CARGO: Zelador
2.1.3.1 Requisito: Ensino Fundamental incompleto em instituição de ensino autorizada pelo Poder Público.
2.1.3.2 Atribuições específicas:
- fiscalizar a entrada e saída de pessoas nas dependências da unidade, procurando identificá-las, para vedar a entrada de pessoas suspeitas, ou encaminhar as demais ao destino solicitado;
- receber correspondências e encomendas, bem como entregá-las ao destinatário;
- zelar pela higiene das dependências e instalações da unidade, supervisionando os trabalhos de limpeza, remoção ou incineração dos resíduos;
- inspecionar corredores, pátios, áreas e instalações da unidade, verificando as necessidades de limpeza, reparos, manutenção da parte elétrica e hidráulica, para solicitar os serviços necessários;
- executar ou providenciar serviços de manutenção geral, trocando lâmpadas e fusíveis, efetuando pequenos reparos e requisitando pessoas habilitadas para os reparos de bombas, caixas-d'água, torneiras e outros, para assegurar as condições de funcionamento e segurança das instalações;
- zelar pelo material, equipamentos e ferramentas colocados sob sua guarda;
2.1.3.3 Jornada de trabalho: 40 horas semanais
2.1.3.4 Remuneração: R$ 769,66 (setecentos e sessenta e nove reais e sessenta e seis centavos).
2.1.3.5 Vagas: 18
2.2. NÍVEL MÉDIO
2.2.1 CARGO: Auxiliar de Secretaria
2.2.1.1 Requisito: Ensino Médio completo, em instituição autorizada pelo Poder Público.
2.2.1.2 Atribuições específicas:
- atender ao público, interno e externo, prestando informações simples, anotando recados, recebendo correspondências e efetuando encaminhamentos;
- digitar textos, documentos, tabelas e outros originais;
- operar microcomputador, utilizando programas básicos e aplicativos, para incluir, alterar e obter dados e informações, bem como consultar registros;
- arquivar processos, leis, publicações, atos normativos e documentos diversos de interesse da unidade administrativa, segundo normas preestabelecidas;
- receber, conferir e registrar a tramitação de papéis, fiscalizando o cumprimento das normas referentes a protocolo;
- preencher fichas, formulários e mapas, conferindo as informações e os documentos originais;
- elaborar, sob orientação, demonstrativos e relações, realizando os levantamentos necessários.
2.2.1.3 Jornada de trabalho: 40 horas semanais
2.2.1.4 Remuneração: R$ 884,77 (oitocentos e oitenta e quatro reais e setenta e sete centavos).
2.2.1.5 Vagas: 11
2.2.2. CARGO: Educador de Educação Infantil
2.2.2.1 Requisito: Ensino Médio completo, em instituição autorizada pelo Poder Público.
2.2.2.2 Atribuições específicas:
- promover, nos horários determinados, a higiene corporal e bucal das crianças;
- promover atividades recreativas, empregando técnicas e materiais apropriados, conforme a faixa etária, a fim de despertar e desenvolver comportamento sadio, social e criativo entre os menores;
- acompanhar e cuidar dos menores, durante sua permanência na unidade, proporcionando-lhes um ambiente tranqüilo, afetuoso e seguro;
- observar e cumprir os horários, normas e recomendações determinados pela secretaria de educação;
- reunir-se periodicamente com a direção e com os professores de educação infantil para o planejamento de atividades e discussão de problemas;
- zelar pelo material sob sua responsabilidade;
- colaborar e participar de festas, eventos comemorativos dentro do horário de trabalho.
2.2.2.3 Jornada de trabalho: 40 horas semanais
2.2.2.4 Remuneração: R$ 884,77 (oitocentos e oitenta e quatro reais e setenta e sete centavos).
2.2.2.5 Vagas: 250
2.2.3 CARGO: Inspetor de Disciplina
2.2.3.1 Requisito: Ensino Médio Completo, em instituição autorizada pelo Poder Público.
2.2.3.2 Atribuições específicas:
- fiscalizar o cumprimento do horário de entrada e de saída dos alunos, bem como os horários destinados ao recreio e a outras atividades, fazendo soar campainha nos horários determinados, organizando a formação
- dos alunos e sua entrada em sala de aula;
- fiscalizar a entrada e a saída dos alunos, verificando se há autorização para a retirada da criança ou se a mesma pode sair da unidade escolar desacompanhada;
- contatar, quando solicitado por superiores, pais de alunos, para recados ou comunicações;
- supervisionar as atividades recreativas procurando evitar brigas e discussões entre alunos durante os horários de recreio;
- entregar pautas de presença, mensagens especiais, notas e bilhetes em sala de aula certificando-se do recebimento pelo professor e recolhendo as pautas de presença antes que as aulas se encerrem para devolvê-las à Secretaria;
- acompanhar alunos em atividades extracurriculares auxiliando os professores na manutenção da disciplina e assegurando a segurança dos alunos;
- acompanhar alunos em desfiles e solenidades que sejam organizadas pela escola;
- zelar pela segurança de materiais e equipamentos postos sob sua responsabilidade;
2.2.3.3 Jornada de trabalho: 40 horas semanais
2.2.3.4 Remuneração: R$ 884,77 (oitocentos e oitenta e quatro reais e setenta e sete centavos).
2.2.3.5 Vagas: 35
2.2.4. CARGO: Professor de Educação Básica Área de atuação: Educação Infantil
2.2.4.1 Requisito: Curso Normal (em instituição autorizada pelo Poder Público.); Curso Normal Superior (para Educação Infantil) ou Curso de Pedagogia (com habilitação para Educação Infantil, no caso dos cursos autorizados com base nas normas anteriores a Resolução CNE/CP Nº 01, de 05 de Maio de 2006), devidamente reconhecido, e obtido em instituição de ensino superior credenciada pelo Ministério da Educação.
2.2.4.2 Atribuições específicas:
- participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino;
- elaborar e cumprir plano de trabalho, segundo a proposta pedagógica do estabelecimento de ensino;
- zelar pela aprendizagem dos alunos;
- estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de menor rendimento;
- ministrar os dias letivos e horas-aula estabelecidos;
- colaborar com as atividades de articulação da escola com as famílias e a comunidade;
- efetuar registros pedagógicos;
- atuar em reuniões administrativas e pedagógicas;
- cumprir a legislação referente ao ensino;
- elaborar e cumprir planos de trabalho, programas e metas;
- comparecer às reuniões marcadas pela direção da escola ou pela Secretaria de Educação, sempre que convocados, dentro do horário de trabalho;
- encaminhar os alunos, quando necessário, ao Serviço de Orientação Educacional;
- zelar pela conservação do material que lhe for confiado;
- participar de comissões, quando designados;
- participar de reuniões ou grupos de trabalhos com setores da Secretaria Municipal de Educação e outras entidades, oferecendo sugestões e discutindo programas de trabalho;
- participar do Conselho de Classe;
- participar de atividades de aperfeiçoamento e treinamento.
2.2.4.3 Jornada de trabalho: 20 horas semanais
2.2.4.4 Remuneração: R$ 1.160,00 (hum mil cento e sessenta reais).
2.2.4.5 Vagas: 150
2.2.5. CARGO: Secretário Escolar
2.2.5.1 Requisito: Ensino Médio Completo e Curso Técnico em Secretariado Escolar, em instituição de ensino autorizada pelo Poder Público.
2.2.5.2 Atribuições específicas:
- estabelecer as normas operacionais de seu setor, definindo as responsabilidades funcionais e submetendo-as à aprovação da direção;
- organizar, superintender e distribuir entre seus auxiliares serviços de protocolo, escrituração, mecanografia, arquivo e estatística escolar;
- elaborar relatórios e instruir processos exigidos por órgãos da Administração Pública;
- manter e fazer manter atualizada a escrituração de livros, fichas e documentos relativos à vida escolar dos alunos;
- redigir e fazer expedir toda a correspondência submetendo-a à assinatura do diretor;
- receber o supervisor educacional, atendendo suas solicitações dentro do prazo estabelecido;
- manter atualizada e ordenada toda legislação de ensino;
- assinar, juntamente com o diretor, os documentos de vida escolar;
- lavrar e subscrever todas as atas;
- rubricar todas as páginas dos livros de secretária;
- promover incineração de documentos, de acordo com a legislação vigente;
- participar sempre que possível dos Conselhos de Classe.
2.2.5.3 Jornada de trabalho: 40 horas semanais
2.2.5.4 Remuneração: R$ 913,46 (Novecentos e treze reais e quarenta e seis centavos).
2.2.5.5 Vagas: 40
2.3. NÍVEL SUPERIOR
2.3.1. CARGO: Professor de Educação Básica Áreas de atuação: a) Ensino Fundamental (Anos Iniciais), b) Ensino Fundamental (Anos Finais) e Ensino Médio: Língua Portuguesa, Arte, Educação Física, Matemática, Ciências, Geografia, História, Ensino Religioso, Língua Estrangeira (Inglês), Língua Estrangeira (Espanhol), Física, Química e Biologia.
2.3.1.1. Requisito da área de atuação do Ensino Fundamental (Anos Iniciais): Curso Normal Superior (para os Anos Iniciais do Ensino Fundamental) ou Curso de Pedagogia com habilitação para os Anos Iniciais do Ensino Fundamental, no caso dos cursos autorizados com base nas normas anteriores à Resolução CNE/CP Nº 01, de 15 de Maio de 2006) devidamente reconhecido e obtido em instituição de ensino superior credenciada pelo Ministério da Educação.
2.3.1.1.2 Requisito para as demais áreas de atuação, exceto Ensino Religioso: Curso de Licenciatura, de graduação plena correspondente à área de conhecimento à qual o candidato concorre ou Curso de Graduação com complementação pedagógica, reconhecidos e obtidos em instituição de ensino superior credenciada pelo Ministério da Educação.
2.3.1.1.3 Requisito Ensino Religioso: Curso de Licenciatura de graduação Plena em qualquer área de conhecimento, reconhecido e obtido em instituição de ensino superior credenciada pelo Ministério da Educação e autorização para ministrar Ensino Religioso, emitida por autoridade Religiosa competente.
2.3.1.2 Atribuições específicas:
- participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino;
- elaborar e cumprir plano de trabalho, segundo a proposta pedagógica do estabelecimento de ensino;
- zelar pela aprendizagem dos alunos;
- estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de menor rendimento;
- ministrar os dias letivos e horas-aula estabelecidos;
- colaborar com as atividades de articulação da escola com as famílias e a comunidade;
- efetuar registros pedagógicos;
- atuar em reuniões administrativas e pedagógicas;
- cumprir a legislação referente ao ensino;
- elaborar e cumprir planos de trabalho, programas e metas;
- comparecer às reuniões marcadas pela direção da escola ou pela Secretaria de Educação, sempre que convocados, dentro do horário de trabalho;
- encaminhar os alunos, quando necessário, ao Serviço de Orientação Educacional;
- zelar pela conservação do material que lhe for confiado;
- participar de comissões, quando designados;
- participar de reuniões ou grupos de trabalhos com setores da Secretaria Municipal de Educação e outras entidades, oferecendo sugestões e discutindo programas de trabalho;
- participar do Conselho de Classe;
- participar de atividades de aperfeiçoamento e treinamento.
2.3.1.3 Jornada de trabalho: 20 horas semanais
2.3.1.4 Remuneração: R$ 1.299,20 (Hum mil duzentos e noventa e nove reais e vinte centavos).
2.3.1.5 Vagas: Consultar o Anexo I, conforme área de atuação.
3. DOS REQUISITOS PARA A NOMEAÇÃO E POSSE
3.1. O candidato deverá atender, cumulativamente, para posse, aos seguintes requisitos:
a) ter sido aprovado e classificado no presente Concurso;
b) ter nacionalidade brasileira ou estar amparado pelo estatuto de igualdade entre brasileiros e portugueses, com reconhecimento do gozo dos direitos políticos, nos termos do § 1º do Art. 12 da Constituição da República Federativa do Brasil;
c) estar em gozo dos direitos políticos;
d) estar em dia com as obrigações eleitorais;
e) ter certificado de reservista ou de dispensa de incorporação, em caso de candidato brasileiro, do sexo masculino;
f) possuir os pré-requisitos exigidos para o cargo, conforme item 2 deste Edital;
g) ter idade mínima de dezoito anos completos, na data da posse;
h) não haver sofrido, na esfera administrativa e/ou judicial, nenhuma penalidade incompatível com a investidura em cargo público;
i) ter aptidão física e mental para o exercício das atribuições do cargo, que deverão ser comprovadas, no ato da posse, com a apresentação de exames médicos a serem definidos à época da nomeação;
j) cumprir as determinações deste Edital.
4. DA PARTICIPAÇÃO DOS CANDIDATOS PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS
4.1. O candidato que se julgar amparado pelo Decreto nº 3.298, de 20/12/99, publicado no DOU de 21/12/99, Seção 1, alterado pelo Decreto nº 5.296, de 02/12/2004, publicado na Seção 1 do DOU do dia 03/12/2004, poderá concorrer às vagas reservadas a Portadores de Necessidades Especiais - PNE, fazendo sua opção no ato da inscrição no Concurso.
4.2. O candidato com deficiência deverá, se necessário, requerer tratamento diferenciado para o dia do certame, indicando as condições diferenciadas de que necessita para a realização das provas no Requerimento de Inscrição;
4.3. O atendimento diferenciado do subitem 4.2 será atendido, obedecendo a critérios de viabilidade e de razoabilidade e será dado a conhecer ao candidato, quando da informação, via internet, do local onde este irá prestar as provas.
4.4. O candidato Portador de Necessidades Especiais - PNE participará do Concurso em igualdade de condições com os demais candidatos, no que se refere ao conteúdo, à avaliação, ao horário, ao local de aplicação das provas e à nota mínima exigida para todos os demais candidatos.
4.5. O candidato de que trata o subitem 4.1, se habilitado e classificado em todas as etapas do certame, será, antes da nomeação e posse, submetido à perícia médica por Equipe Multiprofissional designada pela SED na forma do disposto no art. 43 do Decreto nº 3.298/99, alterado pelo Decreto n. 5.296/2004.
4.6. Para os efeitos do subitem 4.5, o candidato será convocado uma única vez.
4.7. O não comparecimento à avaliação de que trata o subitem 4.6, no prazo a ser estabelecido em edital de convocação, implicará ser o candidato considerado desistente do certame.
4.8. A Equipe Multiprofissional decidirá sobre a qualificação do candidato como pessoa com deficiência e sobre a compatibilidade da deficiência da qual é portador, com as atividades a serem exercidas.
4.9. Caso o candidato tenha sido qualificado pela Equipe Multiprofissional como portador de necessidade especial, mas a sua deficiência seja considerada, incompatível para o exercício das atribuições da área de atuação, definidas no item 2 deste Edital, este será considerado INAPTO e, conseqüentemente, eliminado do Concurso, para todos os efeitos.
4.9.1. Caso o candidato seja considerado não portador de necessidade especial, passará, o mesmo, a concorrer às vagas de ampla concorrência.
4.10. Os candidatos PNE, aprovados no Concurso, serão classificados considerando-se a proporcionalidade e a alternância entre o quantitativo de vagas destinado à ampla concorrência e o destinado a deficientes, em conformidade coma Constituição Federal de 1988, art. 37, inciso VIII; Lei 7.853/89; Decreto nº 3.298/99, art. 37, parágrafos primeiro e segundo; Decreto nº 5.296, de 02.12.2004, no percentual de 5% (cinco por cento) das vagas ofertadas por cargo, na forma da Lei.
4.10.1. Na aplicação deste percentual serão consideradas as partes decimais sendo as mesmas arredondadas.
4.11. Os candidatos considerados PNE, se habilitados e classificados, além de figurarem na lista geral de classificação, terão seus nomes publicados em separado.
4.12. As vagas reservadas a candidatos PNE não preenchidas reverterão aos demais candidatos aprovados e classificados de ampla concorrência, observada a ordem classificatória.
4.13. Quando do preenchimento do Requerimento de Inscrição, o candidato Portador de Necessidades Especiais que desejar concorrer às vagas reservadas, deverá indicar sua opção no campo apropriado a este fim.
4.13.1. O candidato PNE deverá enviar, obrigatoriamente, via SEDEX, postado até o último dia de inscrição informado no cronograma - Anexo IV, para o Departamento Jurídico da FUNDAÇÃO DOM CINTRA - laudo PMP/RJ Caixa Postal 90859 - CEP: 25620-971 - Petrópolis - RJ, Laudo Médico ou Atestado (original ou cópia autenticada) indicando a espécie, o grau ou o nível de deficiência, com expressa referência ao Código correspondente da Classificação Internacional de Doenças (CID) vigente, a provável causa da deficiência e o enquadramento previsto no Art. 4º do Decreto Federal nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, e suas alterações. Não serão considerados resultados de exames e/ou documentos diferentes do descrito.
4.13.1.1. O laudo médico ou atestado não será devolvido e não serão fornecidas cópias do mesmo.
4.13.1.2.. A comprovação da tempestividade do envio do laudo médico ou atestado será feita pela data de postagem do SEDEX para o Departamento Jurídico da FUNDAÇÃO DOM CINTRA.
4.13.2.. Se o candidato não cumprir o disposto no subitem 4.13 deste Edital, perderá o direito de concorrer às vagas reservadas para os candidatos portadores de deficiência.
4.13.3. O candidato, com deficiência ou não, que necessitar de condição(ões) especial(ais) para realização da prova, no ato da inscrição, deverá informá-las, sendo vedadas alterações. Caso não o faça, sejam quais forem os motivos alegados, fica sob sua exclusiva responsabilidade a opção de realizar ou não a prova.
4.13.3.1. O candidato com deficiência visual total deverá indicar sua condição no Requerimento de Inscrição, informando a opção de realizar a prova com software específico ou com o auxílio de um ledor. Neste caso, o ledor transcreverá as respostas para o candidato, não podendo a FUNDAÇÃO DOM CINTRA ser responsabilizada, sob qualquer alegação, por eventuais erros de transcrição cometidos pelo ledor.
4.13.4. O candidato amblíope deverá indicar sua condição, informando, no Requerimento de Inscrição, se deseja que sua prova seja confeccionada de forma ampliada.
4.13.5. O candidato que necessitar de condições especiais para escrever deverá indicar sua condição, informando, no Formulário de Inscrição, que necessita de auxílio para transcrição das respostas. Neste caso, o candidato terá o auxílio de um fiscal, não podendo a FUNDAÇÃO DOM CINTRA ser responsabilizada, sob qualquer alegação, por eventuais erros de transcrição cometidos pelo fiscal.
4.13.6. O candidato deverá informar a(s) condição(ões) especial(ais) de que necessita, caso não seja qualquer uma das mencionadas nos subitens 4.13.3 ao 4.13.5 deste Edital.
4.13.7. A candidata que tiver a necessidade de amamentar no dia da prova deverá levar um acompanhante, que ficará com a criança em local reservado e diferente do local de prova. A amamentação dar-se-á nos momentos em que se fizer necessários, não tendo a candidata, nestes momentos, direito a acompanhante, além de não ser dado qualquer tipo de compensação em relação ao tempo de prova dispensado com a amamentação.
5. DAS INSCRIÇÕES
5.1. A inscrição do candidato implicará o conhecimento prévio e a tácita aceitação das presentes instruções e normas estabelecidas neste Edital.
5.2. Antes de efetuar a inscrição e/ou seu pagamento, o candidato deverá tomar conhecimento do disposto neste Edital e em seus Anexos e certificar-se de que preenche todos os requisitos e atende às determinações estabelecidas. Todas as informações relativas ao certame encontram-se disponíveis no endereço www.domcintra.org.br.
5.3. As inscrições serão realizadas exclusivamente via Internet, na página do concurso no endereço www.domcintra.org.br, no período compreendido entre as 10 horas do dia 14 de dezembro de 2011, até as 23 horas e 59 minutos do dia 18 de janeiro de 2012, considerando-se o horário de Brasília.
5.3.1. O candidato deverá efetuar o pagamento da taxa de inscrição, unicamente, por meio de boleto bancário, obtido no próprio endereço, pagável em qualquer agência bancária ou por intermédio de qualquer opção disponibilizada pelo sistemafinanceiro para pagamento de contas via Internet.
5.3.1.1 O pagamento poderá ser feito após a geração e a impressão do boleto bancário (opção disponível após o preenchimento e o envio do Requerimento de Inscrição).
5.3.1.2 O boleto bancário a ser utilizado para efetuar o pagamento da taxa de inscrição deve ser aquele associado ao Requerimento de Inscrição enviado.
5.3.2. O boleto bancário poderá ser emitido ou reemitido até o último dia do período de inscrições e deverá ser pago até o primeiro dia útil subsequente ao do término das inscrições.
5.3.3. A FUNDAÇÃO DOM CINTRA não se responsabiliza pelas inscrições realizadas e não recebidas por motivos de ordem técnica alheias ao seu âmbito de atuação, tais como falhas de telecomunicações, falhas nos computadores ou provedores de acesso ou quaisquer outros fatores que impossibilitem a correta transferência dos dados dos candidatos para a FUNDAÇÃO DOM CINTRA.
5.4. O valor da taxa de inscrição será de R$ 35,00 (trinta e cinco reais) para os cargos de Nível Fundamental, R$ 50,00 (cinquenta reais) para os cargos de Nível Médio e de R$ 70,00 (setenta reais) para os cargos de Nível Superior.
5.4.1. O valor da taxa de inscrição só será devolvido em caso de cancelamento do certame, por conveniência ou interesse da Administração.
5.4.2. Não será permitida a transferência do valor pago como taxa de inscrição para outra pessoa, assim como a transferência da inscrição para pessoa diferente daquela que a realizou.
5.4.3. O pagamento da taxa de inscrição deverá ser efetuado somente em dinheiro.
5.5. O candidato somente terá sua inscrição efetivada após a informação referente à confirmação do pagamento do respectivo boleto bancário ter sido enviada pelo agente bancário e ter sido recebida pela FUNDAÇÃO DOM CINTRA.
5.6. Caso ocorra atraso na informação bancária em relação ao pagamento da inscrição, a efetivação da mesma, cujo pagamento venha a ser feito por meio de depósito, DOC (operação bancária), caixa rápido, transferência ou similar, só será realizada após o candidato comprovar a quitação do boleto bancário, com o envio da cópia do documento respectivo para a Fundação Dom Cintra - Financeiro Caixa Postal 90859 - CEP: 25620-971 - Petrópolis - RJ, obrigatoriamente por SEDEX, respeitado o estabelecido no subitem 5.3.2.
5.7. Não serão aceitas inscrições condicionais, via fax, via correio eletrônico ou fora do prazo.
5.8. Ao preencher o Requerimento de Inscrição, o candidato deverá, obrigatoriamente, indicar as informações solicitadas nos campos apropriados, sendo vedadas alterações posteriores, sob pena de não ter a sua inscrição aceita no Concurso.
5.9. Da isenção do pagamento da taxa de inscrição
5.9.1. A isenção de taxa de inscrição é um benefício concedido aos que comprovarem insuficiência de recursos financeiros para o pagamento da mesma, mediante o atendimento aos critérios estabelecidos, observando-se as condições contidas no presente Edital.
5.9.2. Será concedida, nos termos do art. 1º da Lei Municipal nº 5.711, de 22.12.2000, a isenção de pagamento de taxa de inscrição ao candidato que comprovar estar desempregado ou perceber, no trabalho, até 2 (dois) salários mínimos mensais (salário mínimo nacional vigente na data da publicação deste edital).
5.9.2.1. O Requerimento de Isenção da taxa de inscrição deverá ser acessado e impresso no endereço eletrônico www.domcintra.org.br, no período estabelecido no Cronograma previsto.
5.9.3. Ao requerimento preenchido deverá ser anexada toda a documentação comprobatória, sendo considerados válidos, para efeito de identificação, os seguintes documentos:
a) Documento de identidade expedido pelas Secretarias de Segurança Pública dos Estados, pelas Forças Armadas ou Polícias Militares, Passaporte, Carteira de Trabalho, Certificado de reservista, Carteira Nacional de Habilitação (desde que tenha fotografia e assinatura) ou Carteira expedida por Ordens ou Conselhos criados por lei federal e controladores do exercício profissional, desde que contenha o número do documento de identificação que lhe deu origem;
b) Documentos do requerente e de todos os componentes da família (todos os documentos deverão ser entregues em fotocópia e terão como finalidade comprovar as informações fornecidas no requerimento de isenção);
c) Se o requerente for solteiro, deverá apresentar certidão de casamento dos pais ou responsáveis (casados ou separados), sentença judicial de separação e/ou protocolo de andamento de ação judicial, certidão de nascimento de irmãos, filhos e outros menores de 18 anos, certidão de óbito de pais ou responsáveis, certidão de guarda ou tutela de menores sob a responsabilidade da família;
d) Se o requerente for casado, deverá apresentar, além da documentação citada, sua certidão de casamento ou declaração informando seu estado civil;
e) Carteiras de Trabalho (cópias das páginas referentes à identificação, contratos de trabalho e demais anotações), inclusive daqueles que estiverem desempregados ou que nunca trabalharam, bem como dos aposentados, autônomos, funcionários públicos e da economia informal (as cópias das carteiras deverão ser identificadas com o nome da pessoa a que pertencem)
f) Comprovante de seguro-desemprego, rescisão de contrato de trabalho e do recebimento do FGTS;
g) Último contracheque ou recibo de pró-labore de pagamento de serviços prestados, envelope de pagamento ou declaração do empregador;
h) Pensão alimentícia e/ou ajuda financeira (paga ou recebida). Na falta destes, extrato bancário ou declaração do concedente, especificando o valor;
i) Contrato de sociedade ou firmas;
j) Declaração referente aos rendimentos de trabalho autônomo;
k) Recolhimento da Previdência Social (carnê do INSS) relativo ao último mês de pagamento;
l) Comprovante de recebimento de comissões, aluguéis, complemento de aposentadoria e/ou outros;
m) Comprovante de rendimento fornecido pelo INSS referente à aposentadoria, auxílio-doença, pensão, pecúlio, auxílio-reclusão; na falta destes, extrato bancário atualizado e identificado referente ao benefício recebido;
n) Todas as páginas da última declaração do imposto de renda de pessoa física, jurídica, espólio ou proprietário rural;
o) Comprovante de propriedade de bens: imóveis (casa, apartamento, loja, sítio etc.) e móveis (veículo para passeio, táxi, carreto etc.);
p) Comprovantes de despesas; pagamento do financiamento ou do aluguel da casa, vaga ou pensionato, conforme o caso; contas de consumo de energia elétrica, água, gás, telefone e condomínio; carnê de imposto predial, territorial Urbano, Imposto Territorial Rural, mensalidades escolares e de cursos; recibo de pagamento aos empregados domésticos, plano de saúde, serviços odontológicos, médicos e outros;
q) Para outras formas de moradia (herança, posse, cessão, doação), declaração informando a situação;
r) Atestado médico, atualizado, referente a doenças crônicas.
5.9.4. Outros documentos que comprovem a situação econômico-financeira relatada no formulário.
5.9.5. O requerente não deve anexar nenhum documento original, considerando que os documentos anexados ao requerimento não serão devolvidos. Não serão aceitos protocolos de quaisquer documentos.
5.9.6 Somente serão analisados os requerimentos de isenção de inscrição entregues no período definido no cronograma previsto e que estejam com a documentação exigida anexada.
5.9.7. O preenchimento do requerimento de isenção de taxa de inscrição será de inteira responsabilidade do candidato ou responsável e, em nenhuma hipótese, serão admitidas alterações após a entrega.
5.9.8. A entrega do requerimento preenchido pelo candidato ou seu representante legal, com os documentos específicos que comprovem a solicitação de isenção do pagamento da taxa de inscrição, deve ser realizada por postagem para a Caixa Postal 90859 - CEP: 25620-971 - Petrópolis - RJ ou na FUNDAÇÃO DOM CINTRA, Rua Barão do Amazonas, 124, centro, Petrópolis, no período informado no cronograma do Concurso ( Anexo IV ), das 09h às 17h
5.9.9. A concessão da isenção de taxa de inscrição será determinada em função da análise das informações contidas no requerimento e da documentação apresentada pelo candidato ou responsável.
5.9.10. A documentação encaminhada pelo candidato será analisada por uma comissão da FUNDAÇÃO DOM CINTRA, responsável pelo Concurso, que emitirá parecer sobre a situação de cada candidato quanto ao pedido de taxa de isenção.
5.9.11. O resultado do pedido de isenção de taxa de inscrição será divulgado no endereço eletrônico www.domcintra.org.br, na data informada no Cronograma previsto.
5.9.12. O candidato que tiver o pedido de isenção de taxa inscrição aceito estará, automaticamente inscrito, devendo retirar o seu cartão de confirmação de inscrição, no endereço eletrônico www.domcintra.org.br, na data estabelecida no Cronograma previsto.
5.9.13. O candidato que tiver o pedido de isenção de taxa inscrição negado, poderá continuar realizando a inscrição, requerendo a emissão do boleto para pagamento, no endereço eletrônico www.domcintra.org.br, na data estabelecida no Cronograma previsto, conforme procedimentos neste Edital.
5.9.14. A solicitação de isenção de taxa de inscrição implicará na aceitação irrestrita das condições estabelecidas neste Edital.
5.9.15. Componentes da mesma família que residam no mesmo domicílio e venham a solicitar isenção do pagamento da taxa devem enviar, individualmente, os documentos necessários e informar no formulário de solicitação nome e grau de parentesco do outro solicitante.
5.9.16. O candidato cuja solicitação de isenção do pagamento da taxa de inscrição for deferida, não necessitará efetuar nova inscrição, pois o Requerimento de Inscrição enviado via Internet será considerado.
5.10. O candidato, ao efetivar sua inscrição, assume inteira responsabilidade pelas informações constantes no requerimento de inscrição, sob as penas da Lei, bem como assume que está ciente e de acordo com as exigências e condições previstas neste Edital, do qual o candidato não poderá alegar desconhecimento.
5.11. A declaração falsa ou inexata dos dados constantes do requerimento de inscrição implicará o cancelamento da inscrição e a anulação de todos os atos decorrentes dela, em qualquer época, assumindo o candidato as possíveis consequências legais.
5.12. O candidato somente será considerado inscrito no Concurso após ter cumprido todas as exigências estabelecidas nos itens e subitens deste Edital.
6. DA CONFIRMAÇÃO DA INSCRIÇÃO
6.1. As inscrições efetuadas de acordo com o disposto no item 5 deste Edital serão homologadas pela FUNDAÇÃO DOM CINTRA, significando tal ato que o candidato está habilitado para participar do Concurso.
6.2. Os Candidatos que tiverem as inscrições homologadas, terão as mesmas divulgadas no endereço, www.domcintra.org.br na data prevista no cronograma - Anexo IV.
6.2.1. O candidato poderá entrar com recurso contra a não homologação de sua inscrição, com o objetivo de regularizá-la, no período informado no cronograma - Anexo IV.
6.2.2. Pedidos de troca de cargo ou local de prova não serão aceitos, conforme o disposto no subitem 5.8 deste Edital.
6.2.3. Somente realizará a prova o candidato que tiver sua inscrição homologada, ou seja, confirmada, não sendo possível entrar com pedido para regularizar a sua inscrição após o período informado no cronograma - Anexo IV.
6.3. O Cartão de Confirmação de Inscrição - CCI, contendo as informações referentes à: data, horário de fechamento dos portões, tempo de duração e local de realização da prova (nome do estabelecimento, endereço e sala), cargo e tipo de vaga escolhida pelo candidato (vaga de ampla concorrência ou vaga reservada para portadores de necessidades especiais), assim como as orientações para realização da prova, estará disponível, somente, no endereço www.domcintra.org.br, no período informado no cronograma - Anexo IV. Caso o candidato não consiga obter o CCI, deverá entrar em contato com a FDC, através dos telefones (24) 2231-5711 ou (24) 2231-0575, ou pelo e-mail pmp2011@domcintra.org.br, no horário de 09:00h às 12:00h ou de 14:00h às 17:00h.
6.4. Erros referentes a nome, documento de identidade ou data de nascimento, deverão ser comunicados apenas no dia de realização da prova, na sala de prova, junto ao fiscal e exigido seu registro na ata da sala.
6.5. É de responsabilidade do candidato a obtenção de informações referentes à realização da prova.
6.6. O candidato não poderá alegar desconhecimento do local da prova como justificativa de sua ausência.
7. DAS PROVAS
7.1. Da Prova Objetiva
7.1.1. A prova objetiva será composta de questões do tipo múltipla escolha, sendo que cada questão conterá 05 (cinco) opções de resposta e somente uma correta.
7.1.2. A quantidade de questões por disciplina, o valor de cada questão, o total de pontos por disciplina e o mínimo de pontos para aprovação estão descritos no Anexo II deste Edital.
7.1.3. Os conteúdos programáticos estão disponíveis no Anexo III deste Edital.
7.2. Da Avaliação de Títulos
7.2.1 - Os candidatos aprovados e classificados, de acordo com o somatório dos pontos das provas objetivas, até o limite abaixo estabelecido, serão convocados, observada a ordem de classificação, para apresentar seus títulos, que serão analisados e pontuados, conforme quadro constante do subitem 7.2.6: Títulos a serem analisados Até 05(cinco) vagas 30 (trinta) vezes o número de vagas previsto no edital Acima de 05(cinco) vagas 20 (vinte) vezes o número de vagas previsto no edital
| Títulos a serem analisados | |
| Até 05(cinco) vagas | 30 (trinta) vezes o número de vagas previsto no edital |
| Acima de 05(cinco) vagas | 20 (vinte) vezes o número de vagas previsto no edital |
7.2.1.1 - Aos números indicados no subitem anterior serão acrescidos aqueles cujas notas empatarem com a última nota classificada.
7.2.1.2 - Os demais candidatos não convocados para apresentação dos títulos, na forma estabelecida no subitem 7.2.1, serão considerados eliminados do Concurso para todos os efeitos.
7.2.2. A análise dos títulos será efetuada por comissão constituída de membros indicados pela Fundação Dom Cintra - FUNDAÇÃO DOM CINTRA da Universidade Católica de Petrópolis.
7.2.3. Somente serão analisados os títulos registrados no formulário, cujo modelo estará disponível quando da convocação, no endereço www.domcintra.org.br, acompanhado dos respectivos documentos comprobatórios, entregues pessoalmente pelo candidato ou a quem ele autorize, no endereço a ser disponibilizado no formulário, no prazo definido no Anexo IV.
7.2.4. A comprovação dos títulos deverá observar obrigatoriamente:
a) ser apresentada mediante cópia, devidamente autenticada em cartório de instrumentos legais que as certifiquem, sendo que somente serão computados como válidos os títulos pertinentes ao cargo/habilitação para o qual concorre;
b) o comprovante de conclusão de curso deverá ser expedido por instituição oficial de ensino devidamente credenciada/autorizada, somente sendo aceitas certidões ou declarações nas quais constem todos os dados necessários à sua perfeita avaliação;
c) quaisquer documentos relacionados à prova de títulos, provenientes do exterior, somente serão considerados quando traduzidos para o português, por tradutor juramentado e, no caso dos títulos, se o respectivo comprovante de conclusão do curso houver sido revalidado por instituição nacional competente para tanto;
d) se for entregue apenas uma única cópia (autenticada em cartório) de cada título apresentado, a mesma não será devolvida;
e) os cursos de Pós-Graduação Lato Sensu deverão ser apresentados por meio de Certificados acompanhados do correspondente histórico;
f) os documentos relacionados a este subitem deverão obrigatoriamente enquadrar-se nas exigências das resoluções do Conselho Nacional de Educação (CNE) N.º 12/83; N.º 03/99; N.º 01/01 e N.º 01/07;
g) para os cursos de mestrado e doutorado concluídos até 2007 exigir-se-á, o certificado no qual conste a comprovação da defesa e aprovação da dissertação/tese;
h) declarações de conclusão desses cursos somente serão aceitas se o curso for concluído a partir de 2007, desde que constem do referido documento a comprovação da defesa e aprovação da monografia, dissertação/tese;
i) não serão computados pontos para os cursos exigidos como pré-requisito para os cargos pleiteados de formação de grau inferior ao apresentado como pré-requisito ao exercício do cargo;
j) Os títulos deverão ser apresentados encadernados, em forma de apostila, em cuja capa deverá constar o nome do candidato, o número de inscrição, o cargo pleiteado e o índice de títulos.
7.2.5 Cada título será computado uma única vez.
7.2.6 Serão considerados para efeito de pontuação, os títulos que estejam diretamente relacionados a cada cargo oferecido e para o qual, e para o qual o candidato tenha se inscrito :
a) Título de Doutor - 8 pontos;
b) Título de Mestre - 4 pontos;
c) Curso de Pós-graduação Lato Sensu - 3 pontos;
d) Curso de Graduação - 3 pontos;
e) Curso Técnico - 1,5 ponto;
f) Ensino Médio - 1 ponto;
g) Curso avulso com duração igual ou superior a 80 horas - 0,5 ponto.
7.2.6.1 A nota máxima na prova de títulos é de 20 (vinte) pontos e será considerado um único título em cada item supramencionado.
8. DAS CONDIÇÕES DE REALIZAÇÃO DAS PROVAS OBJETIVAS
8.1. A prova objetiva será realizada no local definido pela FUNDAÇÃO DOM CINTRA. A distribuição dos candidatos será feita conforme a necessidade e conveniência da administração.
8.2. A data definitiva e os locais de realização da prova objetiva serão divulgados no cartão de confirmação de inscrição, que deverá ser obtido no endereço eletrônico www.domcintra.org.br conforme cronograma - Anexo IV.
8.2.1. As provas serão realizadas no horário da tarde, iniciando-se às 14h (horário de Brasília), com 4 (quatro) horas de duração para todos os cargos.
8.2.2. Os portões dos prédios onde ocorrerão as provas serão fechados no horário definido para o início destas. O candidato que chegar ao local de provas após o horário determinado não poderá entrar, ficando, automaticamente, eliminado do certame.
8.2.3. O início da prova ocorrerá após o fechamento dos portões e assim que os candidatos encontrarem-se em seus locais de prova, sendo respeitado o tempo estipulado para realização da prova, independentemente do horário de início da mesma em cada sala de aplicação.
8.2.4. A FUNDAÇÃO DOM CINTRA poderá utilizar sala(s) extra(s) nos locais de aplicação da provas, alocando ou remanejando candidatos conforme as necessidades.
8.3. O candidato deverá comparecer ao local designado para prestar as provas com antecedência mínima de 01 (uma) hora do horário estabelecido para o início das mesmas, munido de caneta esferográfica de tinta azul ou preta e de documento oficial e original de identidade, contendo foto e assinatura, devendo este ser apresentado ao fiscal de sala, conferido pelo mesmo e imediatamente devolvido ao candidato.
8.3.1. Serão considerados documentos de identidade: carteiras expedidas pelos Comandos Militares, pelas Secretarias de Segurança Pública, pelos Institutos de Identificação, pelos Corpos de Bombeiros Militares, carteiras expedidas pelos órgãos fiscalizadores de exercício profissional (Ordens, Conselhos, etc.), passaportes, certificados de reservista, carteiras funcionais do Ministério Público, carteiras funcionais expedidas por órgão público que, por lei federal, valham como identidade, carteiras de trabalho e carteiras nacional de habilitação (somente o modelo novo com foto).
8.3.2. Não serão aceitos como documentos de identidade: certidões de nascimento, títulos eleitorais, carteiras de motorista (modelo antigo, sem foto), carteiras de estudante, carteiras funcionais sem valor de identidade.
8.3.3. Não serão aceitas cópias de documentos de identidade, ainda que autenticados, nem protocolos de entrega de documentos.
8.4. Os documentos deverão estar em boas condições, de forma a permitir, com clareza, a identificação do candidato e de sua assinatura.
8.4.1. O candidato será submetido à identificação especial caso seu documento oficial de identidade apresente dúvidas quanto à fisionomia ou assinatura.
8.4.2. Caso o candidato esteja impossibilitado de apresentar documento oficial de identidade, por motivo de perda, roubo ou furto, deverá ser apresentado documento que comprove o registro do fato em órgão policial, expedido no máximo há 30 (trinta) dias, sendo o candidato submetido à identificação especial.
8.5. É vedado ao candidato prestar as provas fora do local, data e horário pré-determinados pela organização do Concurso.
8.6. Não será admitido o ingresso de candidatos no local de realização das provas após o fechamento dos portões.
8.6.1. Poderá ser admitido o ingresso de candidato que não esteja portando o comprovante de inscrição no local de realização das provas, quando o seu nome constar devidamente na relação de candidatos do respectivo local de provas.
8.6.2. Poderá, ainda, ocorrer inclusão de candidato em um determinado local de provas, quando o nome do candidato não estiver relacionado na relação do local de provas e o mesmo portar protocolo de inscrição que ateste que deveria estar devidamente relacionado no local de provas correspondente ao seu cargo. A inclusão, caso realizada, terá caráter condicional, e será analisada pela FUNDAÇÃO DOM CINTRA, com o intuito de se verificar a pertinência da mesma. Constatada a improcedência da inscrição, esta será automaticamente cancelada, não cabendo reclamação por parte do candidato eliminado, independentemente de qualquer formalidade, sendo considerados nulos todos os atos dela decorrentes, ainda que o candidato obtenha aprovação nas provas.
8.7. Não será permitida, durante a realização das provas, a comunicação entre os candidatos, nem a utilização de anotações, impressos ou qualquer outro material de consulta, inclusive consulta a livros, à legislação simples e comentada ou anotada, a súmulas, a livros doutrinários e a manuais.
8.8. Não será permitido, durante a realização da prova, o uso de celulares, pagers, calculadoras, bem como quaisquer equipamentos que permitam o armazenamento ou a comunicação de dados e informações. Caso o candidato leve consigo esses tipos de aparelhos no dia de realização do certame, os mesmos serão desligados, lacrados e devolvidos aos candidatos, que somente poderão abri-los ao final das provas.
8.8.1. A FUNDAÇÃO DOM CINTRA não se responsabilizará por perdas, danos ou extravios de quaisquer aparelhos ou demais objetos vedados por motivos de segurança, trazidos pelos candidatos no dia da prova.
8.8.2. Recomenda-se que o candidato não leve nenhum dos objetos citados no subitem 8.8 no dia de aplicação da prova.
8.9. Não será permitido ao candidato fumar durante o período de realização de sua prova.
8.10. Não haverá segunda chamada para as provas, independentemente do motivo alegado.
8.11. Não haverá, por qualquer motivo, prorrogação do tempo previsto para a aplicação das provas em virtude do afastamento do candidato da sala onde estão sendo aplicadas as provas.
8.12. No dia de realização das provas não serão fornecidas, por qualquer membro da equipe organizadora do certame ou pelas autoridades presentes, informações referentes ao conteúdo e aos critérios de avaliação destas.
8.13. O registro de eventuais problemas durante a realização da prova objetiva deverá constar em ata com o testemunho de candidatos e da coordenação.
8.13.1. O candidato deverá transcrever as respostas da prova objetiva para a folha de respostas, que será o único documento válido para a correção. O preenchimento da folha de respostas é de inteira responsabilidade do candidato, que deverá proceder de conformidade com as instruções específicas contidas no caderno de questões. Não haverá substituição da folha de respostas por erro do candidato.
8.13.2. Será atribuída pontuação zero à questão da prova objetiva que contiver mais de uma ou nenhuma resposta assinalada ou que contiver emenda ou rasura.
8.13.3. Não será permitido que as marcações na folha de respostas sejam feitas por outras pessoas, salvo em caso do candidato que tenha solicitado condição especial para esse fim e tenha sido deferido. Nesse caso, o candidato será acompanhado por um agente da FUNDAÇÃO DOM CINTRA , devidamente treinado.
8.14. Por motivo de segurança, serão adotados os seguintes procedimentos:
a) após ser identificado, nenhum candidato poderá retirar-se da sala ou local de prova sem autorização e acompanhamento da fiscalização;
b) o candidato somente poderá retirar-se do local de realização das provas após a primeira hora de seu início;
c) não será permitido ao candidato levar o caderno de questões da prova;
d) o candidato poderá copiar e levar seus assinalamentos feitos na folha de respostas da prova objetiva somente na área destinada, que se encontrará no caderno de perguntas, devendo recortá-la, antes de devolvê-lo;
e) ao terminar a prova, o candidato entregará ao fiscal de sala, obrigatoriamente, o caderno de perguntas e a folha de respostas, esta devidamente assinada. O caderno de perguntas estará disponível na página do Concurso no segundo dia útil após a realização da prova;
f) os três últimos candidatos deverão permanecer na sala de prova e somente poderão sair juntos do recinto após a aposição em ata de suas respectivas assinaturas.
8.15. Por motivo de segurança, a FUNDAÇÃO DOM CINTRA poderá proceder, no ato da aplicação das provas, à coleta da impressão digital de cada candidato.
8.16. Por motivo de segurança, a FUNDAÇÃO DOM CINTRA poderá solicitar que o candidato transcreva, em letra cursiva, de próprio punho, um texto apresentado.
8.17. Terá sua prova anulada e será automaticamente eliminado do Concurso o candidato que, durante a realização da prova:
a) usar ou tentar usar meios fraudulentos ou ilegais:
b) for surpreendido dando ou recebendo auxílio para a execução da prova;
c) for surpreendido portando (carregando consigo, levando ou conduzindo) armas ou aparelhos eletrônicos (bip, telefone celular, qualquer tipo de relógio com mostrador digital, mp3 e similares, agenda eletrônica, notebook, palmtop, receptor, gravador, etc.), quer seja na sala de prova ou nas dependências do seu local de prova;
d) utilizar-se de máquinas de calcular ou equipamentos similares, livros, dicionário, notas ou impressos que não forem expressamente permitidos, telefone celular, gravador, receptor ou pager, ou que se comunicar com outro candidato;
e) faltar com a devida urbanidade para com qualquer membro da equipe de aplicação da prova, as autoridades presentes ou os demais candidatos;
f) fizer anotação de informações relativas às suas respostas da prova objetiva em qualquer meio;
g) afastar-se da sala ou do local de prova, a qualquer tempo, sem o acompanhamento de fiscal;
h) ausentar-se da sala da prova objetiva, a qualquer tempo, portando a folha de respostas ou caderno de questões, celulares ou quaisquer equipamentos eletrônicos;
i) descumprir as instruções contidas no caderno de prova, e em especial, o não atendimento ao item 8.14 alínea e;
j) não permitir a coleta da digital caso seja utilizado o procedimento descrito no subitem 8.15 deste Edital ou não efetuar a transcrição do texto apresentado caso seja utilizado o procedimento descrito no subitem 8.16 deste Edital;
k) perturbar, de qualquer modo, a ordem dos trabalhos;
l) portar relógios de qualquer espécie, acessórios de chapelaria (gorros, chapéus, bonés, etc) e lápis, lapiseiras, réguas, borrachas ou quaisquer outros itens que não a caneta de tinta azul ou preta;
m) quando, após a prova, for constatado - por meio eletrônico, estatístico, visual, grafológico ou qualquer meio em Direito admitido - ter o candidato se utilizado de procedimentos ilícitos.
8.18. Por motivo de segurança, a Fundação Dom Cintra poderá submeter os candidatos a sistemas de detecção de metais e aparelhos eletrônicos.
9. DOS RECURSOS E DOS GABARITOS
9.1. No caso de recurso contra qualquer ato da FUNDAÇÃO DOM CINTRA, admitir-se-á um único, para cada candidato, desde que devidamente fundamentado e apresentado no prazo máximo de 24 horas após seu acontecimento.
9.2. Os gabaritos oficiais das provas objetivas serão divulgados na página do Concurso, na data prevista no cronograma - Anexo IV.
9.2.1. No caso do recurso contra o gabarito preliminar da prova objetiva, admitir-se-á, para cada candidato, um único por questão, relativamente ao gabarito, à formulação ou ao conteúdo das questões, desde que devidamente fundamentado e observando os seguintes procedimentos, sob pena de não apreciação sumária:
a) utilização do formulário específico disponível no endereço www.domcintra.org.br;
b) preenchimento obrigatório de todos os campos do formulário, contendo a fundamentação das alegações, comprovadas por meio de citação de artigos amparados pela legislação, itens, páginas de livros, nome dos autores e anexando sempre que possível imagem da documentação comprobatória;
c) apresentado dentro do prazo estabelecido no cronograma - Anexo IV.
9.2.2. Após o julgamento dos recursos, a banca examinadora poderá efetuar alterações ou anular questões do gabarito preliminar.
9.2.3. Os pontos correspondentes às questões porventura anuladas serão atribuídos a todos os candidatos, indistintamente, excetuando-se àqueles que os computaram na divulgação do gabarito inicial. Na hipótese de alteração do gabarito, será divulgado novo gabarito da questão.
9.3. O cartão de respostas será disponibilizado na Internet no endereço www.domcintra.org.br, no período informado no cronograma - Anexo IV.
9.4. Os cadernos de perguntas serão disponibilizados na página do Concurso, no período informado no cronograma - Anexo IV.
9.5. Não será analisado o pedido de recurso apresentado fora do prazo, fora de contexto e de forma diferente da estipulada neste Edital.
9.6. Estará à disposição dos candidatos no endereço www.domcintra.org.br, no período informado no cronograma Anexo IV, o resultado dos recursos, assim como as alterações de gabaritos das provas objetivas, que vierem a ocorrer após julgamento dos mesmos.
9.6.1. As notas obtidas por intermédio do julgamento do recurso impetrado contra o resultado preliminar das provas objetivas poderão permanecer inalteradas, sofrer acréscimos ou até mesmo reduções, em relação à nota divulgada preliminarmente.
9.7. A decisão final da Banca Examinadora será soberana e definitiva, não existindo desta forma recurso contra resultado de recurso.
10. DO RESULTADO FINAL E DA CLASSIFICAÇÃO NO CONCURSO PÚBLICO
10.1. A nota final do candidato será calculada, respeitados os valores estabelecidos no Anexo II, considerando-se que NF é a nota final, NO é a nota da prova objetiva e NT é a nota da avaliação dos Títulos, da seguinte forma: NF = NO + NT.
10.2. Os candidatos considerados aprovados serão ordenados e classificados por cargo, conforme a opção escolhida, segundo a ordem decrescente da nota final.
10.3. Em caso de igualdade na nota final, para fins de classificação o desempate far-se-á da seguinte forma:
1º) maior idade dentre os de idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos;
2º) maior pontuação na Avaliação de Títulos;
3º) maior nota nas questões de Conteúdo Específico;
4º) maior nota nas questões de Língua Portuguesa;
5º) maior nota nas questões de Raciocínio Lógico ( para Nível Fundamental) e Conhecimentos Pedagógicos (para Nível Médio e Superior);
6º) maior idade.
11. DA NOMEAÇÃO E POSSE
11.1. O resultado final e a homologação do Concurso serão publicados no Diário Oficial do Município de Petrópolis, e nos endereços eletrônico www.domcintra.org.br e www.petropolis.rj.gov.br, de acordo com o cronograma - Anexo IV.
11.2. O candidato cujo nome conste nas relações de homologação do resultado final do Concurso será convocado para posse, obedecendo à estrita ordem de classificação do resultado final do Concurso e o número de vagas oferecidas.
11.2.1. Os candidatos classificados serão nomeados e convocados para a posse, por meio de publicação no Diário Oficial do Município de Petrópolis. O não pronunciamento do candidato convocado para a posse e exercício imediato do cargo, nos prazos previstos na legislação em vigor, contados a partir da publicação, dará o direito à Administração de excluí-lo do concurso, convocando candidato com classificação subseqüente.
11.2.2. Os exames médicos solicitados para a realização da inspeção médica oficial serão realizados pelo candidato às suas expensas.
11.2.3. A regulamentação da inspeção médica oficial e os exames médicos a serem apresentados juntamente com a certidão de antecedentes criminais serão informados quando da convocação do candidato.
11.3. O candidato convocado para nomeação e posse apresentar-se-á para tanto às suas expensas.
11.4. O prazo de validade do Concurso será de dois anos prorrogáveis por igual período, a critério da administração, contado a partir da data da publicação do Edital de homologação do resultado final do Concurso.
11.5. No período de validade do Concurso, em caso de necessidade da Administração, poderão ser chamados a posse candidatos classificados, quantos se fizerem necessários, observada rigorosamente a ordem de classificação, a contar da data da primeira nomeação.
11.6. Os candidatos aprovados e classificados, quando chamados para nomeação e posse, deverão apresentar, junto aos exames médicos requeridos, os seguintes documentos:
a) certidão que comprove não ter sido, nos últimos cinco anos, na forma da legislação vigente:
I. punido, em decisão da qual não caiba recurso administrativo, em processo disciplinar por ato lesivo ao patrimônio público de qualquer esfera de governo;
II. condenado em processo criminal, por prá tica de crimes contra a Administração Pública, capitulados nos Títulos II e XI da Parte Especial do Código Penal Brasileiro, na Lei nº 7.492, de 16 de junho de 1986, e na Lei nº 8.429, de 2 de junho de 1992.
b) original e cópia de certidão dos distribuidores criminais da Justiça Estadual, Eleitoral, Federal e Militar, dos locais em que tenha residido nos últimos cinco anos, que comprovem não registrar antecedentes criminais, achando-se no pleno exercício dos seus direitos civis e políticos.
11.7. Aos candidatos nomeados e empossados, serão vedados pedidos de disposição para outro órgão da administração pública municipal, estadual ou federal, durante o período de estágio probatório, previsto no item 1.4
11.8. No ato da posse, o candidato convocado apresentará declaração de bens e valores que constituem seu patrimônio e declaração quanto ao exercício ou não de outro cargo, emprego ou função pública.
11.9. A posse dependerá de prévia inspeção Médica Oficial do Município, sendo empossado aquele que for julgado apto física e mentalmente para o exercício do cargo.
12. DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
12.1. As informações referentes ao concurso, poderão ser obtidas através do site www.domcintra.org.br, pelos telefones (24) 2231-5711 ou (24) 2231-0575, no horário de 08:00h às 12:00h ou de 14:00h às 18:00h ou pelo email pmp2011@domcintra.org.br.
12.2. Não será fornecido qualquer documento comprobatório de aprovação ou classificação do candidato, valendo para esse fim a publicação do resultado final em Diário Oficial da SED.
12.3. Será considerada a legislação atualizada até a data da publicação deste Edital.
12.3.1. Será considerado o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, assinado em Lisboa, em 16 de dezembro de 1990, promulgado pelo Decreto Nº 6.583, de 29 de setembro de 2008.
12.4. Todas as informações relativas à nomeação e posse, após a publicação do resultado final, deverão ser obtidas junto ao Secretária de Administração de Petrópolis (Avenida Koeler, 260, Centro, Petrópolis - RJ, CEP 25685-060).
12.5. Os candidatos aprovados e classificados neste Certame devem manter atualizados seus endereços junto a Secretária de Administração de Petrópolis (Avenida Koeler, 260, Centro, Petrópolis - RJ, CEP 25685-060), sendo de sua responsabilidade os prejuízos decorrentes da não atualização desta informação.
12.6. Cabe a SED de Petrópolis a definição do horário de trabalho do candidato aprovado e nomeado neste concurso.
12.7. Os casos omissos e situações não previstas serão resolvidos conjuntamente pela Fundação Dom Cintra e pela Comissão do Concurso de Petrópolis no que tange à realização deste Concurso.
12.8. Ressalvadas as hipóteses previstas na legislação pertinente, ao candidato convocado, não será permitido o adiamento de sua posse, sendo eliminado do Concurso o candidato que, por qualquer motivo, não compareça para posse no prazo estabelecido nesse Edital.
Petrópolis, 10 de Dezembro de 2011.
Paulo Mustrangi
Prefeito do Município de Petrópolis
ANEXO I
QUADRO DE VAGAS
| NÍVEL | CARGO | PNE | AC |
| FUNDAMENTAL | AUXILIAR DE SERVIÇOS GERAIS | 10 | 170 |
| COZINHEIRO | 5 | 92 | |
| ZELADOR | 2 | 16 | |
| Subtotal | 17 | 278 | |
| MÉDIO | AUXILIAR DE SECRETARIA | 11 | |
| EDUCADOR DE EDUCAÇÃO INFANTIL | 12 | 238 | |
| INSPETOR DE DISCIPLINA | 2 | 33 | |
| SECRETARIO DE ESCOLAR | 2 | 38 | |
| PROFESSOR EDUCAÇÃO BÁSICA - EDUCAÇÃO INFANTIL | 15 | 135 | |
| Subtotal | 31 | 455 | |
| SUPERIOR | PROFESSOR EDUCAÇÃO BÁSICA - ARTES | 20 | |
| PROFESSOR EDUCAÇÃO BÁSICA - BIOLOGIA | 2 | ||
| PROFESSOR EDUCAÇÃO BÁSICA - CIÊNCIAS | 10 | ||
| PROFESSOR EDUCAÇÃO BÁSICA - EDUCAÇÃO FÍSICA | 2 | 36 | |
| PROFESSOR EDUCAÇÃO BÁSICA - ESPANHOL | 4 | ||
| PROFESSOR EDUCAÇÃO BÁSICA - FÍSICA | 2 | ||
| PROFESSOR EDUCAÇÃO BÁSICA - GEOGRAFIA | 15 | ||
| PROFESSOR EDUCAÇÃO BÁSICA - HISTÓRIA | 10 | ||
| PROFESSOR EDUCAÇÃO BÁSICA - LÍNGUA INGLESA | 3 | ||
| PROFESSOR EDUCAÇÃO BÁSICA - LÍNGUA PORTUGUESA | 12 | ||
| PROFESSOR EDUCAÇÃO BÁSICA - MATEMÁTICA | 20 | ||
| PROFESSOR EDUCAÇÃO BÁSICA - PARA OS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL | 12 | 248 | |
| PROFESSOR EDUCAÇÃO BÁSICA - QUÍMICA | 2 | ||
| PROFESSOR EDUCAÇÃO BÁSICA - ENSINO RELIGIOSO | 2 | 38 | |
| Subtotal | 16 | 422 | |
| Total Geral | 64 | 1155 | |
Legenda:
PNE - Portadores de Necessidades Especiais.
AC - Ampla Concorrência.
ANEXO II
QUADRO DE PROVAS
| NÍVEIS DE ESCOLARIDADE | DISCIPLINAS | Nº DE QUESTÕES | PONTOS POR QUESTÃO | TOTAL EM PONTOS | MÍNIMO EM PONTOS PARA APROVAÇÃO |
| Superior | Língua Portuguesa | 10 | 2 | 40 | 20 |
| História e Geografia de Petrópolis | 5 | 1 | |||
| Conhecimento Pedagógico | 10 | 1 | |||
| Legislação (Políticas da Educação brasileira) | 5 | 1 | |||
| Conhecimentos Específicos | 25 | 3 | 75 | 36 | |
| Médio | Língua Portuguesa | 10 | 2 | 35 | 17 |
| História e Geografia de Petrópolis | 10 | 1 | |||
| Conhecimento Pedagógico | 5 | 1 | |||
| Legislação (Políticas de Educação Brasileira) | 5 | 1 | |||
| Conhecimentos Específicos | 20 | 3 | 60 | 30 | |
| Fundamenta | Língua Portuguesa | 10 | 2 | 35 | 17 |
| História e Geografia de Petrópolis | 5 | 1 | |||
| Raciocínio Lógico | 10 | 1 | |||
| Conhecimento específico | 10 | 3 | 30 | 15 |
ANEXO III
PROGRAMA E SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS DA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO PARTE COMUM
PROGRAMAS DE LÍNGUA PORTUGUESA
NÍVEL SUPERIOR
Compreensão e estruturação de textos. Coesão e coerência textual. Semântica: sinônimos, antônimos, polissemia. Vocábulos homônimos e parônimos. Denotação e conotação. Sentido figurado. Sistema ortográfico em vigor: emprego das letras e acentuação gráfica. Formação de palavras: prefixos e sufixos. Flexão nominal de gênero e número. Flexão verbal: verbos regulares e irregulares. Vozes verbais. Emprego dos modos e tempos verbais. Emprego dos pronomes pessoais e das formas de tratamento. Emprego do pronome relativo. Emprego das conjunções e das preposições. Sintaxe de colocação. Colocação pronominal. Concordância nominal e verbal. Regência nominal e verbal. Emprego do acento da crase. Nexos semânticos e sintáticos entre as orações, na construção do período. Emprego dos sinais de pontuação.
Sugestões Bibliográficas: ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa. 5 Ed.Rio de Janeiro: Global Editora. BECHARA, Evanildo. Gramática escolar da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Lucerna. CARNEIRO, Agostinho Dias. Redação em construção; a escritura do texto. São Paulo: Editora Moderna. CARNEIRO, Agostinho Dias. Texto em construção; interpretação de texto. São Paulo: Editora Moderna. CUNHA, Celso; CINTRA, Luís Lindley. Nova gramática do português contemporâneo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. FIORIN. J. Luiz & SAVIOLI,F. Platão. Lições de texto: leitura e redação. São Paulo: Editora Ática. INSTITUTO ANTÔNIO Houaiss. Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Editora Objetiva. GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas. RIBEIRO, Manoel P. Gramática aplicada da língua portuguesa: a construção dos sentidos. Rio de Janeiro: Metáfora.
NÍVEL MÉDIO
Compreensão e estruturação de textos. Coesão e coerência textual. Semântica: sinônimos, antônimos, polissemia. Vocábulos homônimos e parônimos. Denotação e conotação. Sentido figurado. Sistema ortográfico em vigor: emprego das letras e acentuação gráfica. Formação de palavras: prefixos e sufixos. Flexão nominal de gênero e número. Flexão verbal: verbos regulares e irregulares. Vozes verbais. Emprego dos modos e tempos verbais. Emprego dos pronomes pessoais e das formas de tratamento. Emprego do pronome relativo. Emprego das conjunções e das preposições. Sintaxe de colocação. Colocação pronominal. Concordância nominal e verbal. Regência nominal e verbal. Emprego do acento da crase. Nexos semânticos e sintáticos entre as orações, na construção do período. Emprego dos sinais de pontuação.
Sugestões Bibliográficas: ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa. 5 Ed. Rio de Janeiro: Global Editora. BECHARA, Evanildo. Gramática escolar da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Lucerna. CARNEIRO, Agostinho Dias. Redação em construção; a escritura do texto. São Paulo: Editora Moderna. CARNEIRO, Agostinho Dias. Texto em construção; interpretação de texto. São Paulo: Editora Moderna. CUNHA, Celso; CINTRA, Luís Lindley. Nova gramática do português contemporâneo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. FIORIN. J. Luiz & SAVIOLI, F. Platão. 2 Lições de texto: leitura e redação. São Paulo: Editora Ática. INSTITUTO ANTÔNIO Houaiss. Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Editora Objetiva. GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas. RIBEIRO, Manoel P. Gramática aplicada da língua portuguesa: a construção dos sentidos. Rio de Janeiro: Metáfora.
NÍVEL FUNDAMENTAL INCOMPLETO
Compreensão e interpretação de textos. Ortografia: emprego das letras e acentuação gráfica. Flexão de gênero e número. Conjugação dos verbos regulares e auxiliares. Noções de concordância nominal e verbal. Sinônimos e antônimos. Sinais de pontuação: vírgula, ponto final, ponto de exclamação e ponto de interrogação.
Sugestões Bibliográficas: Livros de Português do Ensino Fundamental Incompleto.
RACIOCÍNIO LÓGICO
ENSINO FUNDAMENTAL INCOMPLETO:
Questões envolvendo o entendimento das estruturas lógicas de relações entre pessoas, lugares, coisas ou eventos; Raciocínio verbal; Raciocínio sequencial (sequências lógicas); Raciocínio Espacial e Raciocínio Temporal; Diagramas lógicos e leis de formação; problemas sobre as quatro operações fundamentais da matemática.
Sugestões bibliográficas: DANTE, L.R. Formulação e Resolução de Problemas de Matemática - Teoria e Prática. Ed. Ática. MACHADO, N. J. Lógica? é Lógico! Coleção Vivendo a Matemática. Ed. Scipione. Testes de Lógica: Treine o Raciocínio e Mantenha Sua Mente Sempre Afiada - Ed. Marco Zero, 2011. Outros livros que contenham os conteúdos programáticos listados.
HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PETRÓPOLIS
1- Antecedentes históricos: as sesmarias no período colonial; os caminhos serra acima: as fazendas : Córrego Seco, Itamarati, Padre Correia. A presença de D. Pedro I na região.
2- A fundação de Petrópolis, o major de engenheiros Júlio Frederico Koeler e a povoação planejada; a vontade de D. Pedro II ; a dedicação de Paulo Barbosa da Silva : o Decreto Imperial nº 155, de 16 de março de 1843.
3- Evolução do povoado: a colonização germânica; povoadores de outras etnias; os serviços, o artesanato, o comércio e a indústria; formação administrativa e judiciária. A passagem de povoado à cidade em 1857. A criação da Câmara Municipal.
4- Nos tempos imperiais; sede de verão do governo; evolução urbana e social; as estradas: ferroviária e de rodagem; a expansão industrial. D. Pedro II, a Princesa Isabel e outras personalidades em Petrópolis.
5- Tempos de República: o exílio da Família Imperial. Os governadores e a cidade. A capital fluminense em Petrópolis e a retomada, pelos presidentes, dos veraneios do Imperador. Getulio Vargas e Petrópolis: a fundação do Museu Imperial. Santos-Dumont e "A Encantada".
6- Evolução político-econômica: da Câmara Municipal à Prefeitura: Oswaldo Cruz, o primeiro prefeito. A indústria têxtil: ápice e decréscimo. O Hotel Quitandinha, o complexo hoteleiro, os palacetes, a vida nos bairros. A II Guerra Mundial e a presença dos pracinhas petropolitanos: honra e glória.
7- A Cultura, as Artes, o Esporte, o Pensamento: as agremiações culturais e esportivas, o cinema e o pioneirismo petropolitano; a imprensa, os monumentos; as personalidades em Petrópolis e seus feitos: o Barão do Rio Branco e o "Tratado de Petrópolis"; Raul de Leoni, o poeta; Peter Bryan Medawar, o petropolitano "Prêmio Nobel de Medicina", Antônio Cardoso Fontes, o cientista de Manguinhos.
8- O turismo: bens turísticos naturais e históricos: a Catedral de Petrópolis e a Capela Imperial e seu significado; a Mata Atlântica que resiste; o traçado arquitetônico e a expansão do urbanismo na Petrópolis de hoje. Os 5 distritos e a importância na economia e no turismo do Município.
9- Os bens arquitetônicos e sua utilização contemporânea: O Palácio Sérgio Fadel, o Palacete Mauá, o Forum, a Casa da Princesa Isabel, a casario da Avenida Koeler, o Teatro Municipal, os prédios escolares: Universidade Católica, Colégios Santa Isabel e Santa Catarina; o Paço Hermogênio Silva; o Batalhão D. Pedro II. O IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e sua missão de preservar e cuidar de todos os bens culturais.
10-Geografia de Petrópolis: Localização, altitude, clima, fauna, flora, população, principais acidentes geográficos: elevações, rios, avenidas e ruas no traçado da primeira cidade planejada do Brasil.
Sugestões bibliográficas: ALVES NETTO, Jeronymo Ferreira. Brasileiros Ilustres em Petrópolis. Petrópolis. Park.Graf Editora Ltda, 2004. ASSIS, José Ribeiro de. Petrópolis e seus Monumentos. Petrópolis. Gráfica da Universidade Católica de Petrópolis, 1980. AGUIAR, Mário Noronha. A Cooperação dos Portugueses em Petrópolis. Brasil, 1940. BADE, Aloysio & MENDES, Gustavo Duriez Teixeira. Conhecendo Petrópolis. Petrópolis. Edição dos Autores, 1987. CUSATIS, José de. Os Italianos em Petrópolis. Petrópolis. Edição da Câmara Municipal de Petrópolis, 1993. CENTENÁRIO DE PETRÓPOLIS. Trabalhos em Comissão. 7 volumes, Petrópolis. Prefeitura Municipal de Petrópolis, 1939. CARVALHO, Áurea Maria de Freitas. O Município de Petrópolis. Rio de Janeiro. Editora do Livro Técnico, 1991. GEOPOLÍTICA DOS MUNICÍPIOS. Petrópolis Cem Anos de Cidade: 1857-1957. Ano 2, nº 12, 1958. JUDICE, Ruth B. Palácio de Cristal. Petrópolis. Editora Crayon, 1998. _____. Igrejas Neogóticas. Petrópolis. Editora Crayon, 2000. LAMEGO, Alberto Ribeiro. Petrópolis e o Halo da Coroa. O Homem e a Serra. Rio de Janeiro, Conselho Nacional de Geografia, 1950. LACOMBE, Lourenço Luís. D. Pedro II em Petrópolis. Petrópolis. Editora do Museu de Armas Ferreira da Cunha, 1964. ____. Isabel, a Princesa Redendora. Petrópolis. Instituto Histórico de Petrópolis, 1989. LACOMBE, Lourenço Luís & COTRIM, Álvaro. Museu Imperial. Petrópolis. Ministério da Cultura, Museu Imperial, Ata Combustão Técnica, 1995. MONTEIRO, Ruy de Souza. A República em Petrópolis - Política e Eleições Municipais. Petrópolis. Editora Gráfica Serrana, 1997. REVISTA DO INSTITUTO HISTÓRICO DE PETRÓPOLIS. Petrópolis. Nºs. 1 a 6, de 1960 a 1989. SANTOS, Joaquim Eloy Duarte dos. Os Três Heleodoros. Petrópolis. Gráfica e Editora Revista Social, 1971. _____. O Retorno da Princesa - Direção e Organização com Paulo Jeronymo Gomes dos Santos. Petrópolis. Prefeitura e Câmara Municipal de Petrópolis, 1971. SANTOS, Renato Peixoto dos. Batalhão D. Pedro II - Orgulho do Exército Brasileiro. Petrópolis. Editora Gráfica Serrana, 1973. RABAÇO, Henrique José. História de Petrópolis. Petrópolis. Instituto Histórico de Petrópolis, 1985. RETRATO DE PETRÓPOLIS, nº 1, Ano 1, dezembro de 1974. Petrópolis. Editora Revista Social, 1974. TRIBUNA DE PETRÓPOLIS 100 ANOS - A História agora em Revista. Petrópolis, Editora Tribuna de Petrópolis, 2002. VASCONCELLOS, Francisco de. Petrópolis, sua Administração na República Velha. Petrópolis. Gráfica Nossa Senhora das Graças, 1º volume, 1978; 2º volume, 1981. _____. Petrópolis, do Embrião ao Aborto. Petrópolis. Edição do Autor, 1981. _____. Três Ensaios sobre Petrópolis. Petrópolis. Edição do Autor, 1984. _____. Julio Frederico Koeler - a Dura Conquista da Praça. Petrópolis. Edição do Autor, 1994. FONTES DE CONSULTA NA INTERNET - "Sites" da Universidade Católica de Petrópolis, Instituto Histórico de Petrópolis, Academia Petropolitana de Letras, Prefeitura Municipal de Petrópolis, Fundação de Cultura e Turismo de Petrópolis, Museu Imperial.
CONHECIMENTO PEDAGÓGICO - PARA TODOS OS PROFESSORES NÍVEL SUPERIOR
Aspectos Filosóficos da Educação - o pensamento pedagógico moderno: iluminista, positivista, socialista, escolanovista, fenomenológico -existencialista, antiautoritário, crítico. Tendências atuais:liberais e progressistas. O pensamento pedagógico brasileiro: correntes e tendências na prática escolar. Aspectos Sociológicos da Educação - as bases sociológicas da Educação, a Educação como processo social, as instituições sociais básicas, educação para o controle e para a transformação social, cultura e organização social, desigualdades sociais, a relação escola / família / comunidade. Educação e Sociedade no Brasil. Aspectos Psicológicos da Educação - a relação desenvolvimento / aprendizagem: diferentes abordagens, a relação pensamento / linguagem - a formação de conceitos, crescimento e desenvolvimento: o biológico, o psicológico e o social. O desenvolvimento cognitivo e afetivo. Aspectos do Cotidiano Escolar - a formação do professor; a avaliação como processo, a relação professor / aluno; a função social do ensino: os objetivos educacionais, os conteúdos de aprendizagem; as relações interativas em sala de aula: o papel dos professores e dos alunos; a organização social da classe; os direitos da criança e do adolescente; a sala de aula e sua pluralidade.
Sugestões Bibliográficas: CANDAU, Vera Maria (org.). Magistério: Construção Cotidiana. 6ª ed. Petrópolis: Vozes, 2008. DAVIS, Claudia; OLIVEIRA, Zilma. Psicologia da educação. São Paulo: Cortez, 1990.DEL - CAMPO, Eduardo Roberto; OLIVEIRA, Thales Cezar. Estatuto da Criança e do Adolescente: Provas e Concursos. São Paulo: Atlas, 2007. FONTANA, Roseli; CRUZ, Nazaré. Psicologia e Trabalho Pedagógico. Atual, 1997. GADOTTTI, Moacir. História das Ideias Pedagógicas. São Paulo: Ática, 1999. GADOTTTI, Moacir. Pensamento Pedagógico Brasileiro. São Paulo: Ática, 2004. GOMES, Cândido Alberto. A Educação em Novas Perspectivas Sociológicas. São Paulo: EPU, 2005. HOFFMANN, Jussara. Avaliação: Mito e Desafio. Porto Alegre: Mediação, 2002. LEI FEDERAL nº 9394/1996 - Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. LUCKESI, Cipriano. Filosofia da educação. São Paulo: Cortez, 2002. MEC - Parâmetros Curriculares Nacionais p/o Ensino Fundamental e para o Ensino Médio. Brasília,1996/ 2000. PARECER CNE/CEB 04/98. Diretrizes Curriculares para o Ensino Fundamental. PARECER CNE/CEB 15/98. Diretrizes Curriculares para o Ensino Médio. PILETTI, Nelson. Sociologia da Educação. São Paulo: Ática, 2006. TOSCANO, Moema. Introdução à Sociologia Educacional. 13ª ed.Petrópolis: Vozes: 2008. ZABALA, Antoni. A Prática Educativa - como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.
LEGISLAÇÃO (POLÍTICAS DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA) PARA TODOS OS PROFESSORES - NÍVEL SUPERIOR
Constituição Federal (Capítulo relativo aos direitos fundamentais e o capítulo da Educação). Plano Nacional de Educação. Plano Municipal de Educação. LDBEN nº 9394/96. Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Básica. Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. Diretrizes Curriculares para a Educação Especial. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos. Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Parâmetros Curriculares do Ensino Fundamental. Parâmentros Curriculres Nacionais do Ensino Médio. Legislação relativa ao Ensino Fundamental de 9 anos.
Sugestões bibliográficas: Legislação referente aos assuntos mencionados no programa
CONHECIMENTO PEDAGÓGICO - PARA PROFESSOR DE EDUCAÇÃO INFANTIL (NÍVEL MÉDIO)
Aspectos Filosóficos da Educação - o pensamento pedagógico moderno Tendências atuais:liberais e progressistas. O pensamento pedagógico brasileiro: correntes e tendências na prática escolar. Aspectos Sociológicos da Educação - as bases sociológicas da Educação, a Educação como processo social, as instituições sociais básicas, educação para o controle e para a transformação social, cultura e organização social, desigualdades sociais, a relação escola / família / comunidade. Educação e Sociedade no Brasil. Aspectos Psicológicos da Educação - a relação desenvolvimento / aprendizagem: diferentes abordagens, a relação pensamento / linguagem - a formação de conceitos, crescimento e desenvolvimento: o biológico, o psicológico e o social. O desenvolvimento cognitivo e afetivo. Aspectos do Cotidiano Escolar - a formação do professor; a avaliação como processo, a relação professor / aluno; a função social do ensino: os objetivos educacionais, os conteúdos de aprendizagem; as relações interativas em sala de aula: o papel dos professores e dos alunos; a organização social da classe; os direitos da criança e do adolescente; a sala de aula e sua pluralidades.
Sugestões Bibliográficas: CANDAU, Vera Maria (org.). Magistério: Construção Cotidiana. 6ª ed. Petrópolis: Vozes, 2008. DAVIS, Claudia; OLIVEIRA, Zilma. Psicologia da educação. São Paulo : Cortez, 1990.DEL - CAMPO, Eduardo Roberto; OLIVEIRA, Thales Cezar. Estatuto da Criança e do Adolescente: FONTANA, Roseli; CRUZ, Nazaré. Psicologia e Trabalho Pedagógico. Atual, 1997. GADOTTTI, Moacir. História das Ideias Pedagógicas. São Paulo: Ática, 1999. GADOTTTI: Ática, 2004. GOMES, Cândido Alberto. A Educação em Novas Perspectivas Sociológicas. São Paulo: LEI FEDERAL nº 9394/1996 - Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. LUCKESI, Cipriano. Filosofia da educação. São Paulo: Cortez, 200. Referenciais Nacionais para Educação Infantil. TOSCANO, Moema. Introdução à Sociologia Educacional. 13ª ed. Petrópolis: Vozes: 2008. ZABALA, Antoni. A Prática Educativa - como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.
LEGISLAÇÃO (POLÍTICAS DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA) PARA PROFESSOR DE EDUCAÇÃO INFANTIL - NÍVEL MÉDIO
Constituição Federal (capítulo referente aos direitos fundamentais e o capítulo da educação). Plano Nacional de Educação. Plano Municipal de Educação. LDBEN n. 9.394/96. Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Infantil. Referenciais Curriculares Nacionais para Educação Infantil. Estatuto da Criança e do Adolescente. Diretrizes Curriculares para a Educação Especial.
Sugestões bibliográficas: Legislação referente aos assuntos mencionados no programa.
PROGRAMAS ESPECÍFICOS DE NÍVEL FUNDAMENTAL INCOMPLETO
AUXILIAR DE SERVIÇOS GERAIS
Manuseio de produtos de limpeza e ferramentas de trabalho. Limpeza de materiais, equipamentos e instalações diversas. Conhecimento de materiais de limpeza e respectiva utilização. Conhecimentos das normas de desinfecção, higienização e limpeza: uso de materiais específicos destinados à limpeza de diferentes ambientes e equipamentos. Normas de higiene pessoal, qualidade e proteção. Conhecimentos da técnica de varrição. Manuseio e acondicionamento do lixo das instalações prediais. Noções de controle de material de uso nas tarefas. Noções de segurança no trabalho:prevenção de acidentes. Uso de equipamentos de proteção individual e coletivo. Ergometria. Noções de primeiros socorros.Situações problema envolvendo o conhecimento das 4 operações fundamentais( adição, subtração, multiplicação,divisão), noções de medida; massa, comprimento, volume e tempo, números racionais, decimais e fracionários.
Sugestões bibliográficas: Quaisquer títulos que tratem dos assuntos mencionados no programa. Manual de instruções sobre o uso de materiais de limpeza . Apostilas sobre segurança no trabalho. Manual de Primeiros Socorros - SENAI ou quaisquer outras editoras. Livros usados no 1º segmento do ensino fundamental.
COZINHEIRO
Organização e planejamento das atividades. Relações Interpessoais no trabalho: comportamento ético no trabalho. Alimentação e Nutrição: classificação e função dos alimentos; molhos e temperos; confecção de alimentos quentes e frios; corte de carne e legumes; organização de materiais utilizados; preparação dos alimentos em grande escala; Controle de eletrodomésticos e outras máquinas; guarda de utensílios, equipamentos e de materiais de limpeza. Estocagem, conservação, distribuição e transporte corretos dos alimentos; planejamento da merenda. Higiene na Manipulação de Alimentos: cuidados com o ambiente onde é preparada a merenda; higiene e limpeza pessoal e de utensílios; uso de vestimenta adequada ao manipular alimentos; higiene pessoal; controle higiênico sanitário dos alimentos; contaminações. Tratamento e destino do lixo; qualidade da água; prevenção e controle de insetos e roedores. Prevenção de Acidentes, noções de segurança individual, coletiva e de instalações e Primeiros Socorros. Noções de Cidadania e Preservação do Meio Ambiente. .Situações problema envolvendo o conhecimento das 4 operações fundamentais( adição, subtração, multiplicação,divisão), noções de medida; massa, comprimento, volume e tempo, números racionais, decimais e fracionários.
Sugestões Bibliográficas: Manuais de orientações de utilização de equipamentos e materiais na cozinha; Manuais de segurança para o trabalho e livros do Ensino Fundamental que tratam de Meio Ambiente, higiene e educação ambiental. Livros didáticos usados no ensino fundamental.
ZELADOR
Noções de segurança. Segurança pessoal e predial. Como identificar pessoas. Identificação de remetente e destinatário em correspondências. Varreção de superfícies diversas: instrumentos, cuidados; Noções de Segurança no Trabalho: proteção individual. Noções de Primeiros Socorros. Conhecimento e uso de ferramentas para execução de serviços de manutenção. Conservação de ferramentas diversas. Cuidados com o lixo. Conhecimentos básicos de hidráulica e eletricidade. Noções básicas de primeiros socorros. Sigilo Profissional; Fiscalização e Guarda dos Próprios Municipais; Telefones públicos de emergência: Pronto Socorro, Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiro, Energia Elétrica, Abastecimento de Água, Postos de Saúde, Hospitais; Conhecimentos de uso de Extintor de Incêndio; Noções básicas sobre disjuntores elétricos; Recebimento e postagem de correspondência. Conhecimento das ferramentas, materiais e equipamentos sob a sua guarda. Situações problema envolvendo o conhecimento das 4 operações fundamentais (adição, subtração, multiplicação,divisão), noções de medida; massa, comprimento, volume e tempo, números racionais, decimais e fracionários.
Sugestões bibliográficas: Quaisquer títulos que tratem dos assuntos mencionados no programa. Manual de instruções sobre o uso de materiais de limpeza . Apostilas sobre segurança no trabalho. Manual de Primeiros Socorros - SENAI ou quaisquer outras editoras. Livros de matemática usados no ensino fundamental.
PROGRAMAS ESPECÍFICOS DE NÍVEL MÉDIO
AUXILIAR DE SECRETARIA
LDB - Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e suas atualizações. Lei Orgânica do Município de Petrópolis. Redação Oficial: aspectos gerais da redação oficial (princípios e conceituação; abreviaturas, siglas, símbolos, pronomes de tratamento; correspondências internas e externas; fax, requerimento, declaração, atestado, ata, relatório. Técnica Legislativa: atos normativos e atos de pessoal; estrutura dos atos; invalidação dos atos administrativos; níveis de competência para emissão de atos (Município); Gestão de recursos humanos; Avaliação de desempenho no serviço público; Planejamento: o projeto e suas partes. Noções de arquivamento:o que é arquivo, tipos de arquivo, sistema de arquivos, natureza dos documentos, idade dos arquivos, documentação, classificação, métodos de arquivamento:TIC - Tecnologia da Informação e Comunicação - Informática Conceitos básicos, Internet, MS Word( 2000/20032007) e MS Excel (2000/2003/2007).
Sugestões Bibliográficas: MEDEIROS, João Bosco. Correspondência- Técnicas de Comunicação Criativa. SP: Atlas, 2010.Manual de Redação da Presidência da República.Lei Orgânica do Município de Petrópolis. COSTA, R. Áquila, R. Informática Básica. Ed. Impetus, 2009. VELLOSO, F. Informática Conceitos Básicos. Ed. Campus, 2004.GONÇALVES, M.;KRITZ, S. Elementos do Microcomputador. Ed. Senac, 2004.MIYAGUSKU, R. Informática passo a passo para concursos públicos. Ed. Digerati Books, 2008.MATTOS, F.;LINHARES, J.;GOMES, R. Office 2000. Ed. Brasport, 2000. Quaisquer outros títulos que tratem dos assuntos contidos no programa.
EDUCADOR - EDUCAÇÃO INFANTIL
História da criança e os vários conceitos sobre infância. História e política da Educação Infantil. Legislação da Educação Infantil no Brasil. Fundamentos pedagógicos do trabalho nas creches: o educar, o cuidar e o brincar. Práticas com bebês. Conhecimento de brincadeira e jogos pedagógicos apropriados para a faixa etária A História da Educação Infantil. A construção social da criança. Educação e saúde. O desenvolvimento da motricidade,da linguagem e da cognição. A brincadeira e o desenvolvimento. Educação e saúde. Os ambientes de aprendizagem como recursos pedagógicos. O jogo como recurso privilegiado de desenvolvimento da criança pequena O trabalho com crianças com necessidades educativas especiais. As novas diretrizes para Educação Infantil:LDB e referenciais curriculares. Diretrizes educacionais do Município de PETRÓPOLIS. www.cmp.rj.gov.br/planodiretor/pdf/02- planoeducacao.pdf. Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Infantil Resolução CNE/CEB nº 5, de 17 de dezembro de 2009. Noções de Primeiros Socorros. Noções de controle e guarda dos materiais de uso nas tarefas de rotina. Situações problema envolvendo noções de temporalidade (medidas de tempo:segundo/minuto/hora/dia/mês/ano).Pressupostos legais e as diretrizes curriculares para a educação infantil. Direitos da criança e do adolescente: disposições preliminares; direito à vida e à saúde; direito à liberdade, ao respeito e à dignidade; direito à educação, à cultura, ao esporte e ao lazer. Atribuições do Conselho Tutelar. Atribuições do Educador de Educação Infantil de Petrópolis Sistema Municipal de Ensino de Petrópolis: A Educação Municipal: objetivos e responsabilidades do Poder Público Municipal. Organização do Sistema Municipal de Ensino: Instituições Educacionais; Secretaria Municipal de Educação. Gestão Democrática do Ensino Público Municipal. Organização da Educação Escolar: Educação Infantil; Ensino Fundamental, Educação de Jovens e Adultos; Educação Especial. Profissionais da Educação.
Sugestões Bibliográficas: Constituição Federal (capítulo referente aos direitos fundamentais e o capítulo da Educação). Plano Nacional de Educação. Plano Municipal de Educação. LDBEN n. 9.394/96. DCN para Educação Infantil. Referenciais Curriculares Nacionais para Educação Infantil. ECA. DCNs para Educação Especial. FILHO, Altino José Martins e outros. Infância Plural. Porto Alegre: Mediação, 2006. .OLIVEIRA, Zilma Ramos de. A criança e seu desenvolvimento. São Paulo: Cortez, 2000.. OLIVEIRA. Zilma R. Educação infantil:fundamentos e métodos SP. Ed Cortez. CECCON e CECCON (org) A creche saudável: educação infantil de qualidade, ed.artmed. Quaisquer publicações que tratem dos assuntos do programa. Livros de matemática usados no ensino fundamental.
PROFESSOR DE EDUCAÇÃO INFANTIL (NÍVEL MÉDIO)
Etapas do desenvolvimento infantil. Planejamento curricular centrado na criança. A criança e o número. Jogos e brincadeiras. Processos de aprendizagem da leitura a da escrita. Proposta pedagógica. Função sócio-política e pedagógica. Eixos norteadores e prática pedagógica na Educação Infantil. Espaço e tempo. Meio ambiente. Convivência e interação social. O professor como mediador. Novas Tecnologias. Avaliação da aprendizagem. Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Infantil (Resolução nº 5 de 17/12/09). Diretrizes Educacionais do Município de PETRÓPOLIS.
Sugestões bibliográficas: Antunes, Celso. Trabalhando Habilidades, Construindo Ideias. Editora Scipione. Assman, Hugo. Redes digitais e metamorfose do aprender. Editora Vozes. Diretrizes Educacionais do Município de PETRÓPOLIS. www.cmp.rj.gov.br/planodiretor/pdf/02-planoeducacao.pdf. Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Infantil. Resolução CNE/CEB nº 5, de 17 de dezembro de 2009. Ferreiro, Emília. Com todas as letras. Editora Cortez. Freire, Paulo. Pedagogia da autonomia. Editora Paz e Terra. Hoffmann, Jussara. Avaliação Mediadora. Editora Mediação. Kamii, Constance. A Criança e o Número. Editora Papirus. Oliveira, Zilma de Moraes. Educação Infantil: Fundamentos e métodos. Editora Cortez. Souza, Regina Célia de & Borges, Maria Fernanda S. Tognozzi. A Práxis Na Formação de Educadores Infantis. Editora DP&A. Weil, Pierre. A criança, o lar e a escola. Editora Vozes. Weisz, Telma. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. Editora Ática.
SECRETÁRIO ESCOLAR
ESCRITURAÇÃO ESCOLAR: Matrícula; Frequência; Histórico Escolar; Expedição de: Diplomas, Certificados de Conclusão de Séries e de Cursos; Preparar e Afixar: Quadros e Horário de Aula, Controle do Cumprimento de Carga Horária Anual e Termo de Visita; Manter Registros: Processo de Avaliação e Promoção, Dados Estatísticos e Informações Educacionais; Relatórios, Comunicados, Editais, atas e ofícios; Transferência; Adaptação;Inter complementaridade; Grades Curriculares; Lei 9394/96. ADMINISTRAÇÃO GERAL: Receber e Expedir correspondência, Processos e Papéis em Geral; Registro e Controle de Frequência Pessoal Docente e Administrativo; Escala de Férias; Folha de Pagamento; Inventário da Escola.. Ética no serviço público. Noções de arquivo: Conceito, tipos de arquivo, acessórios para arquivamento, método de arquivamento. noções de atendimento ao público e de relacionamento interpessoal. Redação oficial: ata, ofício, circular, atestado, declaração, relatório e suas características linguísticas e textuais. 6. Estatuto da criança e do adolescente (ECA), Lei n.° 8.069, de 13/07/1990: 6.1. Título I - Das Disposições Preliminares; 6.2. Título II - Dos Direitos Fundamentais: 6.2.1. Capítulo I - Do Direito à Vida e à Saúde, 6.2.2. Capítulo II - Do Direito à Liberdade, ao Respeito e à Dignidade, 6.2.3. Capítulo IV - Do Direito à Educação, à Cultura, ao Esporte e ao Lazer. TIC - Tecnologia da Informação e Comunicação - Informática Conceitos Básicos, Internet: Aplicações e conceitos, MS Word (2000/2003/2007 em português) e MS Excel (2000/2003/2007) - Conceitos Básicos.
Sugestões bibliográficas: ECA. Quaisquer materiais que tratem dos assuntos mencionados no programa. MEDEIROS, João Bosco. Correspondência- Técnicas de Comunicação Criativa. SP: Atlas, 2010. Manual de Redação da Presidência da República. Lei Orgânica do Município de Petrópolis. Diretrizes educacionais do Município de Petrópolis. COSTA, R. Áquila, R. Informática Básica. Ed. Impetus, 2009. VELLOSO, F. Informática Conceitos Básicos. Ed. Campus, 2004.GONÇALVES, M.;KRITZ, S. Elementos do Microcomputador. Ed. Senac, 2004. MIYAGUSKU, R. Informática passo a passo para concursos públicos. Ed. Digerati Books, 2008.
MATTOS, F.; LINHARES, J.; GOMES, R. Office 2000. Ed. Brasport, 2000.
www.cmp.rj.gov.br/planodiretor/pdf/02-planoeducacao.pdf. Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Infantil Resolução CNE/CEB nº 5, de 17 de dezembro de 2009. Manuais sobre Noções de Primeiros Socorros.
INSPETOR DE DISCIPLINA
Principais aspectos da organização e funcionamento da Educação Nacional - a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Medidas e dispositivos legais de proteção à criança e ao adolescente - o Estatuto da Criança e do Adolescente. Escola, Democracia e Cidadania : autonomia e autogestão; noções de teorias da educação. Ética e Cidadania. Estratégias para solução de conflitos. Situações problema envolvendo cálculos com medidas de tempo(segundo, minuto, hora,dia). Redação oficial. Noções sobre legislação que trate da criança e do adolescente,da violência doméstica. Conhecimento sobre o Programa nacional de Segurança com Cidadania- PRONASCI. Noções sobre a legislação que trata do portador de necessidades especiais. Noções de Primeiros Socorros.
Sugestões Bibliográficas: LEI FEDERAL nº 9394/96 - Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - considerar os seguintes Artigos e respectivos parágrafos e incisos, quando houver: 1º, 2º, 3º, 4º, 5º, 6º, 12, 13, 14, 18, 21, 22, 24 (incisos I e VI), 28, 29, 30, 32, 34, 37, 38 e 58. LEI FEDERAL nº 8069/90 - Estatuto da Criança e do Adolescente. GADOTTI, Moacir. Escola Cidadã. 7. ed. São Paulo: Cortez, 2001. Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA),Leis Municipais:6042/2003- trata de vagas para portadores de necessidades especiais.6753/2010- trata do combate à violência doméstica e exploração sexual. Leis federais:11340/2006 - cria mecanismos para coibir violência doméstica.11530/2010 -institui o PRONASCI.10836/2004- cria o bolsa-família.10098 de 2000- trata da promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de necessidades especiais. Quaisquer títulos que tratem sobre os assuntos do programa. LDB 9394/96 e suas atualizações.
PROGRAMAS ESPECÍFICOS DE NÍVEL SUPERIOR
PROFESSOR EDUCAÇÃO BÁSICA - PARA OS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
Letramento e alfabetização. Processos de aprendizagem da leitura, da escrita e dos números. Espaço e tempo. Meio ambiente. Objetivos do ensino fundamental. Proposta pedagógica. Função sócio-política e pedagógica. Avaliação da aprendizagem. Novas Tecnologias. A construção do conhecimento. Abordagem holística dos conteúdos. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais - Ensino Fundamental. Diretrizes Educacionais do Município de PETRÓPOLIS. Metodologia das diferentes áreas do conhecimento: Linguagens, Matemática, Ciências Humanas e da Natureza.
Sugestões bibliográficas: Antunes, Celso. Trabalhando Habilidades, Construindo Ideias. Editora Scipione. Assman, Hugo. Redes digitais e metamorfose do aprender. Editora Vozes. Barbosa, José Juvêncio. Alfabetização e Leitura. Editora Cortez. Bizzo, Nelio. Ciências: fácil ou difícil? . Editora Ática. Cagliari, Luiz Carlos. Alfabetização & Linguística. Editora Scipione. Castrogiovanni, Antonio Carlos (org). Ensino de Geografia - práticas e textualizações no cotidiano. Editora Mediação. Dante, Luiz Roberto. Didática da resolução de problemas de matemática - 1ª a 5ª séries. Editora Ática. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais - Ensino Fundamental (Resolução CNE/CEB nº 4 de 13 de julho de 2010). http://portal.mec.gov.br/index.php?Itemid=866&id=14906&option=com_content&view=article
1. Diretrizes Educacionais do Município de Petrópolis.www.cmp.rj.gov.br/planodiretor/pdf/02- planoeducacao.pdf. Ferreiro, Emília. Com todas as letras. Editora Cortez. Freire, Paulo. Pedagogia da autonomia. Editora Paz e Terra. Kamii, Constance. A Criança e o Número. Editora Papirus.Morin, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. Editora Cortez. Pillar, Analice Dutra (org.) A Educação do Olhar no Ensino das Artes. Editora Mediação. Rossi, Mª Helena Wagner. Imagens que falam - leitura da arte na escola. Editora Mediação. Soares, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. Editora Autêntica. Vasconcellos, Celso dos Santos. Avaliação - Concepção dialética-libertadora do processo de avaliação escolar. Libertad - Editora do Centro de Pesquisa, formação e Assessoria Pedagógica. Weisz, Telma. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. Editora Ática.
PROFESSOR DE LÍNGUA PORTUGUESA
Noções de cultura, arte e literatura. O texto literário e o não literário. Aspectos básicos do texto literário: denotação e conotação; principais recursos expressivos. Gêneros literários: lírico, narrativo/épico, dramático. Principais aspectos da versificação. Elementos estruturais da narrativa. Formas narrativas: crônica, conto e romance. Texto: condições de leitura e produção textual: a enunciação. Coesão e coerência textuais. Intertextualidade. Tipologia textual. Modos de organização do discurso: narrativo, descritivo e dissertativo/argumentativo. Semântica: sinonímia, antonímia, homonímia, paronímia, polissemia. Sistema fonológico do português. Sistema ortográfico vigente. Morfossintaxe: classes de palavras. Formação de palavras. Morfologia nominal. Morfologia verbal. Morfologia pronominal. Processos sintáticos: subordinação e coordenação. Constituintes da oração e orações no período. Frase e discurso. Valores semântico-sintáticos dos conectivos. Concordância nominal e verbal. Regência nominal e verbal. Colocação dos termos na frase. Emprego do acento da crase. Normas de pontuação.
Sugestões Bibliográficas: ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa. 5 Ed. Rio de Janeiro: Global Editora.BECHARA, Evanildo. Moderna gramática portuguesa- Atualizada pelo Acordo Ortográfico. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009. CARNEIRO, Agostinho Dias. Redação em construção; a escritura do texto. São Paulo: Editora Moderna. CARNEIRO, A. Dias. Texto em construção: interpretação de texto. 2 ed. São Paulo: Moderna, 1994. CUNHA, C. & CINTRA, L. Nova gramática do português contemporâneo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001. FIORIN. J. Luiz & SAVIOLI, F. Platão. Lições de texto: leitura e redação. São Paulo: Editora Ática. INSTITUTO ANTÔNIO Houaiss. Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Editora Objetiva. GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2006. RIBEIRO, Manoel P. Gramática aplicada da língua portuguesa: a construção dos sentidos. Rio de Janeiro: Metáfora.
PROFESSOR DE MATEMÁTICA
Tendências em Educação Matemática: Resolução de Problemas, Modelagem Matemática, Etnomatemática, Tecnologias de Informação e Comunicação. Parâmetros Curriculares Nacionais de Matemática para o Ensino Fundamental (3º e 4º ciclos). Dimensão histórica da disciplina Matemática. Aplicação de conhecimentos de Matemática para a compreensão de situações do cotidiano e contextualização dos processos e fenômenos matemáticos. Diferentes metodologias na educação matemática. Sistemas de numeração em bases diversas. Operações fundamentais da Matemática e problemas de aplicação. Conjuntos Numéricos. Conjunto dos números naturais: múltiplos, divisores, mdc, mmc, números primos. Conjunto dos Números Inteiros: operações e problemas, justificativa das operações. Conjunto dos Números Racionais, forma fracionária e forma decimal: operações e problemas, justificativa das operações, razões, proporções, porcentagens. Conjunto dos números reais: Racionais e Irracionais. Equações, problemas e sistemas de primeiro e segundo graus. Produtos notáveis e fatoração. Introdução à Lógica: Proposições simples e compostas, conectivos, implicação, equivalência, negação, regras de "De Morgan", raciocínio lógico dedutivo, Tabelas-Verdade, argumentação lógica. Geometria Plana: Ângulos, Triângulos, quadriláteros e polígonos. Congruência e Semelhança. Teoremas de Tales e Pitágoras. Círculos e suas partes. Grandezas e Medidas: comprimento, perímetro, área, capacidade, volume. Simetrias e transformações no plano. Tópicos de matemática financeira: fatores de correção, Juros e Descontos simples e compostos: valor do dinheiro no tempo. Inflação: Taxa nominal x taxa real.
Sugestões Bibliográficas: BOYER, C. B. História da Matemática. São Paulo: Edgard Blucher, 3ª Ed. 2010. BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: Matemática - Ensino Fundamental. Brasília: MEC / SEF, 1998.D'AMBROSIO, U. Da realidade à ação: reflexões sobre Educação Matemática. Campinas: UNICAMP, 1986. D'AMBROSIO, U. Etnomatemática. Elo entre as tradições e a modernidade. São Paulo: Autêntica, 2001. DANTE, L. R. Formulação e Resolução de Problemas de Matemática - Teoria e Prática. São Paulo: Ática, 2009.DANTE, L. R. Tudo É Matemática - 6º, 7º, 8º e 9º ano - Conforme a Nova Ortografia São Paulo: Ática, 3ª Ed. 2009.DOLCE, O. POMPEU, J. N. Fundamentos de Matemática Elementar - Geometria Plana - Vol. 9. São Paulo: Moderna, 8ª Ed. 2005.IMENES, L. M. e LELLIS, M. Matemática - 6º, 7º, 8º e 9º ano. São Paulo: Moderna, 2010. LORENZATO, S. Para aprender matemática (Formação de Professores). São Paulo: Autores Associados, 2ª Ed. 2008.SÁ, I. P. Matemática Financeira para Educadores Críticos. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2011.SÁ, I. P. Raciocínio Lógico para Concursos Públicos e Formação de Professores. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2008.Outros títulos que abordem os assuntos citados nos conteúdos.
PROFESSOR DE QUÍMICA
Aspectos macroscópicos e microscópicos da matéria.Estrutura atômica: Modelos. Classificação periódica dos elementos. Ligações químicas. Estequiometria. Gases. Teorias ácido-base. Funções da química inorgânica: conceito, classificação, nomenclatura, propriedades físicas e reações. Funções da Química Orgânica. Reconhecimento e nomenclatura. Efeitos eletrônicos. Aromaticidade. Ácidos e bases em química orgânica. Isomeria Plana e Espacial. Estereoquímica. Análise conformacional. Reações da Química Orgânica: via radicais livres, substituição nucleofílica, substituição eletrofílica, eliminação, adição eletrofílica, adição nucleofílica, oxidação e redução. Métodos de obtenção das principais funções da química orgânica. Soluções. Conceito. Lei de Henry. Classificação. Solubilidade. Formas de expressar concentração. Diluição e misturas. Sistemas coloidais. Propriedades coligativas. Primeiro, segundo e terceiro princípios da Termodinâmica. Termoquímica. Cinética Química. Equilíbrio Químico. Equilíbrio iônico. Reações de óxido-redução. Eletroquímica: pilhas e eletrólise. Radioatividade. Química Ambiental. Poluição ambiental. Resíduos sólidos. Política Nacional de Resíduos sólidos. Tratamento de água e esgoto. Principais Teorias sobre ensino de química.
Sugestões Bibliográficas: ALLINGER, N. L. et al. Química orgânica. 2. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. ATKINS, P.W. Físico-Química. Vol. 1, 2 e 3. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. ATKINS, P.; JONES, L. Princípios de Química. Porto Alegre: Bookman. BRADY, J. E.; HUMISTON, G. E. Química Geral. Vol. 1 e 2. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científi cos. CASTELLAN, G.W. Fundamentos de Físico-Química. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científi cos. CHASSOT, Ático. Ensino de Química. UNIJUI. RS.FELTRE, Ricardo. Química. Ensino médio.. Vol. 1,2 e 3. São Paulo. KOTZ, J. C.; TREICHEL, Jr. P. Química e reações Químicas. Vol. 1 e 2. Rio de Janeiro:Livros Técnicos e Científicos. LEE, J. D. Química Inorgânica. Edgard Blucher, São Paulo. MACEDO, H. Físico- Química. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara Dois, 1981. McMURRY, J. Química orgânica. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. MASTERTON, W. L.; SLOWINSKI, E. J. Química Geral Superior. Rio de Janeiro: Ed.Guanabara Dois. MORRISON, R.; BOYD, R. Química orgânica. 13. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. PILLA, L. Físico- Química I e II. Livros Técnicos e Científi cos Ed. S. A. RUSSEL, J. B. Química Geral. Vol. 1 e 2. São Paulo: McGraw- Hill. SABOYA, Jorge; Gonçalves, Sebastião. Gestão e legislação ambientais. RJ. Auriverde. 2004. SOLOMONS, T. W. G.; FRYHLE, C. Química orgânica. 8. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos.
PROFESSOR DE ESPANHOL
Análise lingüístico-discursiva de textos de gêneros diversos. As concepções de linguagem e suas relações com os métodos de ensino de línguas estrangeiras. A gramática e o ensino de espanhol na Educação Básica. A lingüística aplicada em abordagem crítica e o ensino de espanhol na Educação Básica. A compreensão leitora e o ensino de espanhol: teorias e práticas. A pluralidade cultural e as questões identitárias no ensino de espanhol na Educação Básica. História e especificidades do ensino de espanhol no Brasil: línguas próximas em discussão. Os PCNs e a língua espanhola nos anos finais do Ensino Fundamental. A variedade do espanhol no mundo contemporâneo e o ensino de espanhol.
Sugestões Bibliográficas: BAKTHIN, M. Gêneros do discurso. In: Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 2003. BARROS, C.S.; COSTA, E.G.M. (org.). Espanhol: ensino médio. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2010, v. 16, Coleção Explorando o Ensino. BRANDÃO, H. Texto, gêneros do discurso e ensino. In: BRANDÃO, H. (org.). Gêneros do discurso na escola. São Paulo: Cortez, 2003. BRASIL/SEF. Parâmetros curriculares nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental. Língua Estrangeira. Brasília: MEC/SEF, 1998. CELADA, M. T.; GONZÁLEZ, N. M. Los estudios de lengua española en Brasil. Anuario Brasileño de Estúdios Hispânicos. Brasília-DF, v.X, Suplemento "El hispanismo en Brasil", p. 35-58, 2001. CORACINI, M. J. Língua materna estrangeira: entre saber e conhecer. In: CORACINI, M. J. A Celebração do Outro: arquivo, memória e identidade - línguas (materna e estrangeira), plurilinguismo e tradução. Campinas: Mercado de Letras, 2007. COSTA, E.G.M.; FREITAS, L. M. A.; RODRIGUES, F.C. A implantação do espanhol nas escolas brasileiras: polêmicas e desafios. Linguasagem - Revista Eletrônica de Popularização Científica em Ciências da Linguagem, v. 10, p. 1, 2009. DAHER, D.C. Enseñanzas del español y políticas lingüísticas en Brasil. Ensino do espanhol e políticas lingüísticas no Brasil. Revista Hispanista, Niterói, n.27, 2006. Disponível em: <www.hispanista.com.br/revista/artigo216.htm>.. FANJUL, A. P. Português brasileiro, espanhol de... onde? Analogias incertas. Letras & Letras, Uberlândia, v. 20 --1, p. 165-183, 2004. GONZALEZ, N.T.M.; KULIKOWSKI, M.Z. Español para brasileños. Sobre por dónde determinar la justa medida de una cercanía. Anuario Brasileño de Estúdios Hispânicos, Brasília-DF, v. 9, p. 11-19, 1999. LEFFA, Vilson J. Metodologia do ensino de línguas. In BOHN, H. I.; VANDRESEN, P. Tópicos em lingüística aplicada: o ensino de línguas estrangeiras. Florianópolis: Ed. da UFSC, 1988. MAINGUENEAU, D. Análise de textos de comunicação. São Paulo: Cortez, 2002. MOITA LOPES, L.P. (org). Por uma Lingüística Aplicada Indisciplinar. São Paulo: Parábola: 2006. PARAQUETT, M. Linguística Aplicada, inclusión social y aprendizaje de español en contexto latinoameriano. Revista Nebrija de Linguística Aplicada a la Enseñanza de Lenguas, v. 6, p. 01-23, 2009. PAVEAU, M-A; SARFATI, G-E. As grandes teorias da lingüística: da gramática comparada à pragmática. São Carlos: Claraluz, 2006. RICHARDS, J. C., RODGERS, T. S. Enfoques y métodos en la enseñanza de idiomas. Madrid: Cambridge University Press, 2001. SCHNEUWLY, B.; DOLZ, J. Gêneros orais e escritos na escola. Campinas: Mercado de Letras, 2004. SOLÉ, I. Estrategias de lectura. Barcelona: Graó, 2004. (edição brasileira: SOLÉ, I. Estratégias de leitura. Porto Alegre: Artmed, 1998.)
PROFESSOR DE FÍSICA
Introdução: Notações científicas. Algarismos significativos. Operações com algarismos significativos. Ordem de grandeza. I. MECÂNICA: 1. Cinemática: 1.1 Cinemática escalar: posição, deslocamento, velocidade e aceleração; movimentos uniforme e uniformemente variado - descrição analítica e gráfica. Movimentos variados quaisquer. 1.2 Cinemática vetorial: vetores posição, deslocamento,velocidade e aceleração; componentes tangencial e normal (centrípeta) da aceleração. 1.3 Movimento em queda livre: na vertical, em um lançamento oblíquo e em um lançamento horizontal. 1.4 Movimento relativo: em relação a um referencial em translação em relação a outro referencial fixo; princípio da relatividade galileana; referenciais inerciais. 1.5 Cinemática do Sistema Rígido: translação; rotação - velocidade e aceleração angulares; movimento de rotação uniforme; período e frequência; movimento de rotação uniformemente variado (descrição analítica e gráfica) e movimento geral. 2. Dinâmica: 2.1 Dinâmica da partícula: as leis de Newton; forças de atrito estático e de deslizamento; dinâmica do movimento de uma partícula em trajetórias retilíneas e curvilíneas. 2.2 Os grandes teoremas da mecânica: trabalho, energia cinética, teorema da energia cinética e potência. Impulso, momento linear, teorema do momento linear (quantidade de movimento). 2.3 Energia mecânica e sua conservação: forças conservativas e não conservativas, energia potencial gravitacional e energia potencial elástica. Energia mecânica e teorema da conservação da energia mecânica. 2.4 Momento linear e sua conservação: teorema da conservação do momento linear, interações unidimensionais e coeficiente de restituição. 3. Gravitação: As leis de Kepler. Lei da gravitação universal. Aceleração da gravidade. Dinâmica do movimento planetário, segundo Newton, para órbitas circulares. Conservação da energia mecânica no movimento planetário. 4. Estática do sistema rígido: Momento de uma força em relação a um eixo. Centro de massa. Condições de equilíbrio de um sistema rígido. Binário. Teorema das três forças. Tipos de equilíbrio. Máquinas simples em equilíbrio: alavanca (tipos de alavanca), plano inclinado, roldanas fixas e móveis. Associações de máquinas simples. 5. Hidrostática: Conceito de Pressão, propriedades dos líquidos, teorema dos pontos isóbaros, teorema de Stevin, experimento de Torricelli, teorema de Pascal e teorema de Arquimedes. II. TERMOLOGIA: 1. Termometria: conceito de temperatura, lei zero da Termodinâmica, escalas Celsius e Kelvin; escalas arbitrárias. 2. Dilatação térmica: dilatação linear, superficial e volumétrica; variação da densidade em função da temperatura e dilatação anômala da água. 3. Calorimetria: conceito de calor, calor específico de uma substância, capacidade térmica, cálculo do calor sensível. Equação fundamental da calorimetria. 4. Mudanças de fase: leis da fusão (franca) - solidificação, vaporização (ebulição) - condensação. Calor de mudança de fase, cálculo do calor latente e aplicação da equação fundamental da calorimetria em situações em que ocorram mudanças de fase. 5. Gases perfeitos e Termodinâmica: coordenadas termodinâmicas, equilíbrio termodinâmico e processos quase-estáticos: isobárico, isométrico, isotérmico e adiabático e o trabalho realizado nesses processos. 1ª Lei da Termodinâmica, energia interna de um gás perfeito e análise energética em processos quase-estáticos. 2ª Lei da Termodinâmica, processos cíclicos, ciclo de Carnot, máquinas térmicas e refrigeradores. III. ÓPTICA GEOMÉTRICA: 1. Luz: velocidade da luz no vácuo e em meios transparentes. Índice de refração. Leis da reflexão e refração. Desvio angular. Refringência e reflexão total. Objetos e imagens reais e virtuais em relação a um sistema óptico. 2. Espelhos: planos e esféricos (condições de Gauss). Equações de Gauss e da ampliação linear. Determinação gráfica de imagens. 3. Lentes: esféricas e delgadas (condições de Gauss). Equações Gauss e da ampliação linear. Determinação gráfica de imagens. Olho humano e principais defeitos na visão. Instrumentos ópticos. IV. ONDAS: 1. Movimento ondulatório: conceito de ondas e suas classificações (mecânica e eletromagnética). Ondas mecânicas transversais e longitudinais. Ondas periódicas: período, frequência e comprimento de onda. 2. Fenômenos ondulatórios: reflexão e refração: suas leis; superposição e interferência, ondas estacionárias e difração. 3. Som: Ondas sonoras, características do som, cordas vibrantes, tubos acústicos abertos e fechados, ressonância e efeito Doppler. V. ELETRICIDADE: 1. Eletrostática: Carga elétrica e sua conservação. O átomo: prótons, elétrons e nêutrons. Transferência de carga. Condutores e isolantes. Tipos de eletrização. Lei de Coulomb. Campo e potencial elétrico de uma carga e de um sistema de cargas pontuais. Campo elétrico uniforme. Campo e potencial elétrico de um condutor em equilíbrio eletrostático. Linhas de força e superfícies equipotenciais. 2. Eletrodinâmica: 2.1. Corrente elétrica em um condutor: sentidos real e convencional e intensidade da corrente elétrica. 2.2 Resistor: Lei de Ohm; resistores ôhmicos e não ôhmicos. 1ª Lei de Kirchhoff. Associação de resistores. Potência consumida por um resistor. Curto-circuito. Gráficos tensão corrente. 2.3 Gerador e receptor (motor): força eletromotriz, força contra eletromotriz e resistência interna. Gráficos tensão-corrente. 2ª Lei de Kirchhoff. Circuitos elétricos simples. 2.4 Instrumentos de medida: amperímetros e voltímetros. Ligação à terra. VI. ELETROMAGNETISMO: 1. Ímãs naturais: propriedades e campo magnético criado por eles. Magnetismo terrestre. 2. Campo magnético: experimento de Oersted, campo criado por corrente elétrica em um fio e em uma espira circular. Bobinas. 3. Forças de origem magnética sobre cargas elétricas em movimento: movimento de partículas carregadas em um campo magnético uniforme. 4. Indução eletromagnética: fluxo magnético, lei de Faraday e lei de Lenz.
Sugestões Bibliográficas: GASPAR, Alberto. Física. Editora Ática. 1. ed., 2000.GUIMARÃES, Luiz Alberto e FONTE BOA, Marcelo. Física para o 2º grau. Ed. Futura, 3. ed., 2009.MÁXIMO, Antonio e BEATRIZ, Alvarenga. Curso de Física. Scipione, 6. ed., 2007.RAMALHO, NICOLAU e TOLEDO. Os Fundamentos da Física. Editora Moderna, 9. ed., 2009.
PROFESSOR DE BIOLOGIA
Taxonomia: caracterização geral dos cinco reinos e de seus grupos; Vírus: características gerais e doenças virais. Botânica: diversidade e reprodução; sistemática e fisiologia vegetal; Zoologia: diversidade e reprodução; sistemática e fisiologia animal.Ecologia: ecossistemas, biociclo, talassociclo, limnociclo, epinociclo; dinâmica de populações; ciclos biogeoquímicos; poluição e seus efeitos: tipos de poluição, Bioindicadores de poluição; fluxo de energia; relações ecológicas; eutrofização e seus efeitos; sucessão ecológica; biomas brasileiros; fatores bióticos e abióticos. Verminoses, protozooses e bacterioses. Genética; leis da genética; genética de melhoramentos; trangênicos; clonagem; genoma humano; geneterapia humana. Evolução; fatores evolutivos; darwinismo, lamarquismo e neodarwinismo.
Biologia celular e bioquímica; proteínas; ácidos nucléicos; bioenergética [fotossíntese - respiração celular - fermentação]. Anatomia e fisiologia humanas; DSTs: doenças sexualmente transmissíveis. Saúde pública; lixo; ambiente; sociedade e educação.
Sugestões Bibliográficas: AMABIS e MARTHO. Biologia - vols. 1, 2 e 3. 2 ed. São Paulo: Moderna, 2004.BARNES, e outros. Os invertebrados, uma nova síntese. Atheneu, 1995.BRANCO, S. Murgel. Transgênicos. Ed. Moderna. FERRI, M. G. Botânica: morfologia externa das plantas (Organografia). 15. ed. São Paulo: Nobel, 1983. 148p.FERRI, M. G. Botânica: morfologia interna das plantas. 9. ed. São Paulo: Nobel, 1999. 113p GARDNER, E.J; SNUSTAD, D.P. Genética. 7a ed. Editora Guanabara S.A. Rio de Janeiro - RJ, 1987. JUNQUEIRA, L.C. e CARNEIRO, J.Histologia básica. 10ª ed. Guanabara Koogan, 2004.LEHNINGER, A.L.; NELSON, D.L.; COX, M.M. Princípios de Bioquímica. 2. ed. São Paulo: Sarvier, 2000.MAGOSSI, L. Roberto & BONACELLA, P. Henrique. Poluição das águas. Ed. Moderna.. PURVES, W. K et ali. Vida: a ciência da biologia. Vols. I, II e III. Artmed.ORR, R. Biologia dos vertebrados. Ed. Universitária. Roca, 1996.ODUM, Eugene. Ecologia. Ed. Guanabara. RAW, I., MENUCCI, L. e KRASILCHIK, M. A Biologia e o Homem. 1 ed. São Paulo: EDUSP, 2001.RUMJANEK, F.D. Introdução à Biologia Molecular. 1 ed. Rio de Janeiro: Âmbito Cultural, 2001.SOARES, J. Luiz. Programas de saúde. Ed. Scipione. TORTORA, Gerard J. Corpo Humano: Fundamentos de anatomia e fisiologia . 4 ed. Porto Alegre: ARTMED, 2004.
PROFESSOR DE GEOGRAFIA
A Geografia e a questão metodológica. Correntes do pensamento Geográfico. A Geografia que se ensina. A era da informação e os sistemas de informações geográficas. Informações e o espaço geográfico. Ciberespaço. Meio geográfico. Mídia. O outro lado da internet. Sensoriamento remoto. GPS (Sistema de Posicionamento Remoto). Geoprocessamento. Mapas-tipos. Escalas. Mapas e visões do mundo. Projeções cartográficas. Contexto Geopolítico do Mundo atual. A Revolução Industrial e seus desdobramentos. Capitalismo monopolista. A crise do capitalismo. A hegemonia bipolar. A Guerra Fria e sua geopolítica. Organismos mundiais. O colapso do Socialismo. Novas fronteiras europeias. A ascensão japonesa , Alemã, Chinesa, os países do BRIC. Multipolaridade econômica. A Rússia atual. Os Estados Unidos e suas crises. A doutrina Bush. A Guerra de ocupação do Iraque. A Globalização e as redes da economia mundial. Globalização econômica. Espaço Geográfico e as redes multinacionais. O Estado na economia globalizada. Por uma outra globalização. Globalização, comércio mundial e Blocos econômicos. O comércio mundial e os Organismos Internacionais. A Rodada do Uruguai. A OMC (Organização Mundial do comércio). Rodada de Doha. Conferência de Cancun. Blocos Econômicos. O Brasil no mundo Globalizado. Consenso de Washington. Transformações na economia e na sociedade brasileira. O processo de privatização. O Brasil na economia Global. Regionalizações do território brasileiro: IBGE, meio técnico- científico- informacional e complexos regionais. Infraestrutura e desenvolvimento. As telecomunicações no mundo atual- fusões e incorporações. As telecomunicações no Brasil. Telefonia e privatizações. A rede de transporte brasileira (tipos, qualidade e problemas). A Energia no mundo atual. Ampliação do consumo de energia no mundo e seus desafios. A Geopolítica do petróleo. Outras fontes de energia. A estrutura energética brasileira. A questão do pré-sal. O Brasil e as energias alternativas. A Indústria no mundo atual. As tecnologias no processo de produção. Do Fordismo ao just-in-time. Principais centros industriais do mundo. A indústria no Brasil. Principais centros industriais por região. As privatizações. As multinacionais no território brasileiro. Os principais parceiros comerciais do Brasil. A Agricultura mundial. Da revolução agrícola a revolução verde. A nova revolução agrícola. Política agrícola e mercado no mundo desenvolvido. Atividade agrária no mundo subdesenvolvido. A fome. A questão agrícola na Am. Latina, África, Ásia Oriental e Sudeste Asiático. A questão agrícola e agrária no Brasil. Agroindústria, agricultura familiar, transgênico e a luta pela terra no Brasil. A Sociedade Mundial. Crescimento populacional. Estabilização demográfica no mundo desenvolvido. Explosão demográfica e as novas teorias populacionais. Crescimento populacional e os recursos naturais. População brasileira. Transição demográfica. Dados do censo de 2010. Economia, trabalho e Sociedade. Globalização, tecnologia da informação e serviços. O turismo no mundo. Transformações no mundo do trabalho. Economia informal e subterrânea. O Trabalho no Brasil. Mudanças recentes nos níveis de desemprego. População e renda. A mulher e o trabalho. A nova distribuição da população por rendimentos. O papel do Estado na política de distribuição de renda. IDH (Índice de desenvolvimento Humano). Movimentos Populacionais. As migrações no contexto da globalização. As fronteiras fechadas. Políticas atuais das migrações no mundo. O xenofobismo. As migrações no Brasil. Movimento da população brasileira internamente e externamente. O racismo. Conflitos étnicos e terrorismo. Conflitos étnicos nacionalistas/separatistas na Europa, na África e na Ásia. O terrorismo Contemporâneo e o terrorismo de Estado. A Urbanização mundial. Urbanismo e Planejamento urbano. O urbanismo do séc.XX. A rede de cidades. Metrópoles e cidades globais. A Urbanização no Brasil. O processo de urbanização. As tendências atuais da urbanização no Brasil. As metrópoles brasileiras. Problemas e soluções. Questão Ambiental e desenvolvimento Sustentável. Origens dos problemas ambientais. A Sociedade de consumo. O despertar dos problemas ambientais. As conferências do Meio Ambiente. Problemas ambientais de dimensões globais. A questão ambiental e os interesses econômicos. A questão ambiental no Brasil. Problemas. Unidades de conservação ambiental. Terra : dinâmica, estrutura, formas e atividades humanas. Eras Geológicas. Estrutura interna e externa da Terra. Os recursos minerais. A exploração dos recursos minerais no mundo. O Brasil e sua estrutura Geológica. Exploração mineral no Brasil e os problemas ambientais. Relevo e solos no Brasil. Dinâmica climática e paisagens vegetais. Elementos e fatores dos climas. Poluição atmosférica. As diferentes formas vegetais e suas relações com o clima. Clima e paisagens vegetais no Brasil. Características, localização e situação de preservação. Água: Uso e problemas no Brasil e no Mundo.
Sugestões bibliográficas: ALMEIDA, Lúcia Maria Alves e RIGOLIN Tércio. Geografia: Geografia geral e do Brasil. Volume único. 1ª ed. São Paulo: Ática, 2005. BOLIGIAN, Levon e ALVES, Andressa. Geografia: Espaço e Vivência. 2ª ed. São Paulo: Atual, 2007. COELHO, Marcos de Amorim e TERRA, Lygia. Geografia Geral e do Brasil. Volume único. 1ª ed. São Paulo: Moderna, 2003. IBGE. Atlas Geográfico Escolar. Rio de Janeiro: IBGE, 2002. LUCCI, Elian Alabi , BRANCO, Anselmo e MENDONÇA, Cláudio. Território e Sociedade no mundo globalizado: Geografia Geral e do Brasil. Volume único. 1ª ed. São Paulo: Saraiva, 2005. MAGNOLI, Demétrio. O Mundo Contemporâneo: os grandes acontecimentos mundiais- da Guerra Fria aos nossos dias. Edição Atualizada. São Paulo: Atual, 2008. MORAES, Antônio Carlos Robert. Geografia: Pequena História Crítica. 1ª ed. São Paulo: Annablume, 2003. MOREIRA, João Carlos e Sene, Eustáquio. Geografia Geral e do Brasil: espaço geográfico e globalização. Edição Atualizada. São Paulo: Scipione, 2007. PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS : Geografia /. Secretaria de Educação Fundamental (5ª a 8ª série). - Brasília: MEC/. SEF, 1998.. PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS : Ensino Médio. Ciências Humanas e suas Tecnologias. Ministério da Educação. Brasília: MEC/. SEMT, 1999. SANTOS, Milton. Por uma outra globalização - do pensamento único à consciência universal. São Pauto: Record, 2000.TAMDJIAN, James Onnig e MENDES, Ivan. Geografia Geral e do Brasil; estudos para o Ensino Médio. Volume único. São Paulo: FTD, 2005. VESENTINI, José William. Geografia: Geografia geral e do Brasil. Volume único. 1ª ed. São Paulo: Atlas. 2005
PROFESSOR DE CIÊNCIAS
O UNIVERSO - origem; astros, o Sistema Solar, o sol como fonte de energia; movimentos da terra e da lua e suas consequências. CONSERVAÇÃO E MANEJO DOS SOLOS - origem e estrutura da Terra; rochas: origem, tipos, composição e processos de modificação; solos: formação, fertilidade e técnicas de conservação; doenças relacionadas com o solo; combustíveis fósseis. AR ATMOSFÉRICO - composição; relações com os seres vivos; poluição do ar; doenças transmissíveis pelo ar; pressão atmosférica e suas variações; ventos; noções básicas de meteorologia.ÁGUA - propriedades físicas e químicas; ciclo da água; relações com os seres vivos; pressão na água; flutuação dos corpos; vasos comunicantes; poluição da água; purificação da água; doenças de veiculação hídrica; tratamento de água e esgoto. ECOLOGIA - conceitos ecológicos; ciclos biogeoquímicos; estudo das populações; sucessão ecológica; interações; cadeias, teias e pirâmides ecológicas; relações entre os seres vivos; a vida nos ecossistemas brasileiros; reciclagem; energias alternativas; poluição e desequilíbrio ecológico. EVOLUÇAO DOS SERES VIVOS - fósseis como evidências da evolução; Lamarck, Darwin, neodarwinismo; mutação e seleção natural. DIVERSIDADE DE VIDA - Estudo da célula (características, propriedades físicas e químicas; membrana, citoplasma, núcleo e organelas; atividades celulares; reprodução e desenvolvimento). Classificação dos Seres Vivos (cinco Reinos): classificação e caracterização geral (filos, classes, ordens, famílias, gêneros e espécies); funções vitais; adaptações ao ambiente e representantes mais característicos. Os Vírus. A DINÂMICA DO CORPO HUMANO - origem e evolução do homem; anatomia e fisiologia humanas; doenças carenciais e parasitárias; saúde preventiva. SEXUALIDADE - reprodução humana: características e ação hormonal, métodos contraceptivos, doenças sexualmente transmissíveis, mudanças na adolescência. UNDAMENTOS DE GENÉTICA - leis de Mendel; polialelia; grupos sanguíneos; sexo e herança genética; anomalias cromossomiais; interação gênica. INTERAÇÕES COM OS ESTÍMULOS DO AMBIENTE - drogas e sistema nervoso, luz e visão, produzindo e percebendo os sons. FUNDAMENTOS DE QUÍMICA: substâncias e suas propriedades; reações químicas; modelos atômicos: Dalton, Thomson, Rutherford e Bohr; número atômico, número de massa; elementos químicos; isótopos, isóbaros, isótonos; Tabela Periódica: classificação atual dos elementos, família e período; configuração eletrônica: introdução à regra do octeto; ligação iônica, características do compostos iônicos; ligação covalente; substâncias puras simples e compostas; fórmulas químicas; misturas e combinações; métodos de separação de misturas; funções químicas; pH. FUNDAMENTOS DA FÍSICA: estados físicos da matéria e mudanças de estado; força, movimentos; gravidade, massa e peso; formas de energia e suas transformações; obtenção e transferências de energia pelos seres vivos; trabalho e potência; máquinas simples; espelhos e lentes; calor e termodinâmica; eletricidade e magnetismo.
Sugestões Bibliográficas: AMABIS e MARTHO. Biologia - vols. 1, 2 e 3. 2 ed. São Paulo: Moderna, 2004.BARNES, e outros. Os invertebrados, uma nova síntese. Atheneu, 1995. CÉSAR, SEZAR, BEDAQUE - Ciências: entendendo a natureza - 6º, 7 º, 8 º e 9 º anos. Editora Saraiva. GEWANDSZNAJDER, F. Coleção Ciências - 6º, 7 º, 8 º e 9 º anos. 2 ed. São Paulo: Ática: 2009. JUNQUEIRA, L.C. Histologia básica. Guanabara Koogan, 1999. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília, MEC/SEF, 1998. MONTANARI, V. Energia nossa de cada dia. 2 ed. São Paulo: Moderna: 2003. MOURÃO, R. Rogério. Manual do Astrônomo. Zahar ed. ODUM, Eugene. Ecologia. Ed. Guanabara. ORR, R. Biologia dos vertebrados. Ed. Universitária. Roca, 1996. PURVES, W. K et ali. Vida: a ciência da biologia. Vols. I, II e III. Artmed. RAMALHO JUNIOR, F., NICOLAU, G.F. e SOARES, P.A.T. Os Fundamentos da Física. 8 ed. São Pulo: Moderna, 2006. SANTOS, W. L. P. dos (coord.) - Química e Sociedade - volume único. 1 ed. São Paulo: Nova Geração, 2008.
PROFESSOR DE ARTE
Artes Visuais: Ensino da Arte. História do ensino de arte no Brasil: do período colonial ao momento atual. Relações da história do ensino de arte no Brasil com as tendências estrangeiras: convergências e divergências, apropriações e recriações. Fundamentos Estéticos e Artísticos do Ensino Escolar de Artes Visuais.. Metodologias e Procedimentos Escolares em Artes Visuais. Temas transversais e suas possibilidades de interação com as Artes Visuais.. Projetos de Trabalho em Artes Visuais. Parâmetros Curriculares Nacionais e o Ensino da Arte. Avaliação no Ensino da Arte: tendências e procedimentos. História da Arte. História geral da Arte: da Pré-história à contemporaneidade. Arte Brasileira: do período pré-cabralino à contemporaneidade. Arte popular no Brasil. Linguagens visuais. Elementos estruturadores das linguagens visuais. Linguagens Artísticas e Linguagens Visuais. Leitura da Imagem no Ensino da Arte. Tecnologias aplicadas ao fazer artístico: linguagens visuais e novas mídias. Materiais expressivos nas linguagens visuais e no ensino escolar de arte. Processos de ensino e aprendizagem das linguagens visuais no ensino escolar de crianças e de jovens. Cinema e educação.
Sugestões bibliográficas: ARGAN, Giulio C. Arte Moderna: do Iluminismo aos movimentos contemporâneos. São Paulo: Companhia das Letras,1992.BARBOSA, Ana Mãe (org.). Ensino de arte: memória e história. São Paulo: Perspectiva, 2011. ___. (org.). Arte/educação contemporânea: consonâncias internacionais. São Paulo:Cortez, 2005. ______. Tópicos utópicos. Belo Horizonte: Editora C/Arte, 1998. _____. (org.) Arte-educação: leitura no subsolo. São Paulo: Cortez, 1997. _____. A imagem no ensino de arte: anos oitenta e novos tempos. São Paulo: Perspectiva, 1991.COLI, Jorge. Como estudar a arte brasileira do século XIX? São Paulo: SENAC São Paulo, 2005. COSTA, Cristina. Educação, imagem e mídias. São Paulo: Cortez Editora, 2005. DEWEY, John. Arte como experiência. São Paulo: Martins Fontes, 2010.DUARTE, Rosália. Cinema e educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2002. FARIAS, Agnaldo. Arte brasileira hoje. São Paulo: Publi folha, 2002. FOERSTE, Gerda M. S. Leitura de imagens: um desafio à educação contemporânea. Vitória: EDUFES, 2004. FROTA, Lélia Coelho. Pequeno dicionário da arte do povo brasileiro: século XX. Rio de Janeiro: Aeroplano. 2005. FUSARI, Maria de F. de R.; FERRAZ, Maria Heloísa C. de. Arte na educação escolar. São Paulo: Cortez, 1992. GOMBRICH, E. H. A história da arte. Rio de Janeiro: Zahar, 1983. GULLAR, Ferreira. Etapas da arte contemporânea: do cubismo ao neoconcretismo. São Paulo: Nobel, 1985. IAVELBERG, Rosa. O desenho cultivado da criança: prática e formação de educadores. Porto Alegre: Zouk, 2006. _____. Para gostar de aprender arte: sala de aula e formação de professores. Portp Alegre: Artmed, 2003. JOLY, Martine. Introdução à análise da imagem. Campinas: Papirus, 1996. MARTINS, Mirian C. F. D. Didática do ensino de arte: a língua do mundo: poetizar, fruir e conhecer arte. São Paulo: FTD, 1998. OSTROWER, Fayga. Universos da arte. Rio de Janeiro: Campus, 1983. ROSSI, Maria Helena W. Imagens que falam: leitura de obras de arte na escola. Porto Alegre: Mediação, 2003. ZANINI, Walter (org.). História geral da arte no Brasil. São Paulo: Instituto Walther Moreira Salles, 1983, Música. Elementos estruturadores da linguagem musical. Ritmo, Melodia, Harmonia, Polifonia. Elementos interelacionais da linguagem musical: Notação musical. Processos de musicalização. Processos composicionais. Elementos contextualizadores da linguagem musical. Folclore. História da Música universal. TINHORÃO, José Ramos. Pequena História da Música Popular: da modinha à lambada. 6.ed. revista e aumentada. São Paulo. Art. Editora, 1991. PAZ, Ermelinda A. Pedagogia Musical Brasileira no Século XX - metodologias e tendências. Brasília. Ed. MusiMed, 2000. PENNA, Maura. Música (s) e seu ensino. Porto alegre: Sulina, 2008. CADERNOS DE MÚSICA DA UNIVERSIDADE DE CAMBRIDGE (editados por Roy BENNETT). Rio de Janeiro. Zahar, 1995. CASCUDO, Luís A . da Câmara. Dicionário do Folclore Brasileiro. Rio de Janeiro. Edições de Ouro.SWANWICK, Keith. Ensinando Música Musicalmente. São Paulo. Editora Moderna. 2003. Teatro- da experiência teatral: Características do fenômeno teatral. A tríade essencial: Ator, Texto e Público. Ação dramática. Personagem. O Texto - Estrutura da narrativa dramática: elementos e características. A figura do Diretor.. Espaço: espaço cênico. Representação simbólica. .. Edifício teatral: estrutura e tipologia de palco e plateia. História do Teatro. As Origens do Teatro. A evolução da dramaturgia e do espetáculo da Antiguidade à contemporaneidade: principais movimentos e teorias.Teatro Clássico: Teatro Grego, Teatro Romano, o pensamento aristotélico, nascimento da Tragédia e da Comédia.Renascimento: Teatro Elizabethano, Renascimento Espanhol, Commedia dell'arte.Naturalismo.Século XX. A figura do diretor, o Teatro como experimento, grandes encenadores: Artaud, Brecht, Grotówski, Stanislavski.O Teatro Brasileiro: Origens da prática teatral no Brasil.O teatro de Martins Pena. O teatro de Nelson Rodrigues. O teatro brasileiro e os anos da ditadura militar. O teatro brasileiro dos últimos vinte anos. O ENSINO DE TEATRO. Didática do Ensino de Teatro:Papel do teatro na formação do homem. Teorias da aprendizagem no ensino de Teatro. Planejamento. Avaliação. Tipos de atividades e técnicas: Jogo, Jogo Dramático, Jogo Teatral, Improvisação.Outras técnicas e recursos: circo, dança, expressão corporal, técnica vocal e outros.Teatro e as outras áreas de conhecimento. Forma Cênicas de representação: Teatro de bonecos. Teatro de sombras. Teatro jornal. Teatro do oprimido e suas formas cênicas. Elementos teatrais na cultura popular. Circo. BALL, David. Para trás e para frente: Um Guia para Leitura de Peças Teatrais. São Paulo: Perspectiva, 1999.*BERTHOLD, Margot. História mundial do teatro. São Paulo: Perspectiva, 2001. BOAL, Augusto. Jogos para Atores e Não-Atores. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009.*CABRAL, Beatriz Ângela Vieira. Drama como método de ensino. São Paulo: Hucitec,2006. CHACRA, Sandra. Natureza e sentido da improvisação teatral. São Paulo: Perspectiva, 1983. COURTNEY, Richard. Jogo, teatro, pensamento. São Paulo: Perspectiva, 1982. DE S GR AN GES, F láv io. A pedagogia do espectador. S ão Paulo: H ucit ec, 2003 . DUARTE Jr., João Francisco. Fundamentos estéticos da educação. São Paulo: Cortez, Editora/Autores Associados, 1981. GASSNER, John. Mestres do teatro. São Paulo: Perspectiva, Coleção Debates, vol. 01 e 02. JAPIASSU, Ricardo. Metodologia do ensino de teatro. Campinas, SP: Papirus, 2001.*KOUDELA, Ingrid Dormien. Jogos teatrais. São Paulo: Perspectiva, 1971. ______. Texto e jogo. São Paulo: Perspectiva, 1996. MAGALDI, Sábato. Iniciação ao teatro. São Paulo: Ática, 1985. ______. Panorama do teatro brasileiro. São Paulo: Difusão Européia do Livro - INACEN, 1986. PALLOTTINI, Renata. Dramaturgia: construção do personagem. São Paulo: Ática, 1989. PAVIS, Patrice. Dicionário de teatro. São Paulo: Perspectiva, 1999. SPOLIN, Viola. Improvisação para o teatro. São Paulo: Perspectiva, Coleção Estudos, 1982. ______. Jogos teatrais na sala de aula: o livro do professor. São Paulo: Perspectiva, 2007.
PROFESSOR DE LÍNGUA INGLESA
Métodos e abordagens de ensino de língua inglesa e os PCNs. 2. O ensino da leitura em língua inglesa. 3. O ensino do vocabulário e da gramática da língua inglesa. 4. Inglês escrito e falado: contrastes principais. 5. Conteúdo léxicogramatical - 5.1 Verbos: tempo, voz, aspecto e modo; Phrasal verbs' e verbos preposicionados; Discurso direto e relatado. 5.2 Substantivos, pronomes, artigos, adjetivos, possessivos, numerais. 5.3 Advérbios e preposições. 5.4 Subordinação, coordenação e períodos compostos. 6. Coesão lexical e gramatical.
Sugestões Bibliográficas: Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: língua estrangeira. (1998) Secretaria de Educação Fundamental. Brasília. MEC..http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/pcn_estrangeira.pdf. CARTER, R.; McCARTHY, M. Cambridge Grammar of English. Cambridge. Cambridge University Press. 2006. HARMER, J. (1997) How to Teach English. London: Longman. 1997. NUTTALL,C. (1996)Teaching Reading Skills in a Foreign Language. London: Heinemann. 1996. Parte 3. RICHARDS, J.; ROGERS, T.; SWAN, M. Approaches and Methods in Language Teaching. Cambridge: Cambridge University Press. 2nd edition, 2001, capítulos 1 a 5. SINCLAIR, J. (Org.) Collins Cobuild English Grammar. London: Harper Collins. 1990. THORNBURY, S. About language. Cambridge: Cambridge University Press. 1997.
PROFESSOR DE HISTÓRIA
Historiografia e Metodologia de História. História Antiga: Civilização Grega, Período Clássico na Grécia, Civilização Macedônia e o Período Helenístico, Civilização Romana. História Medieval: a Alta e a Baixa Idade Média. A crise do feudalismo. História Moderna: o Antigo Regime e o absolutismo; a expansão europeia e a colonização europeia da América; os sistemas coloniais na América; o Renascimento; a Reforma Protestante, a Revolução Científica do Século XVII. História Contemporânea: a Revolução Industrial; o Iluminismo, Ilustração, as Revoluções Burguesas; Nacionalismos; Liberalismo econômico; Imperialismo e a Partilha da África e da Ásia; O Imperialismo na América Latina; 1ª Guerra Mundial e seus desdobramentos; o período entre guerras, a Revolução Russa e a URSS; a crise de 1929-1933 e seus desdobramentos. A crise do Liberalismo, Nazismo, Fascismos, a 2ª Guerra Mundial; a Guerra Fria, a descolonização afro-asiática, a crise do Socialismo Real, a Crise da social democracia; o Oriente Médio contemporâneo. A América Latina no século XX; a nova ordem econômica internacional. Globalização. História do Brasil: Brasil Colonial, O Primeiro Reinado, a Regência, O Segundo Reinado, A Primeira República, O Estado Getulista (1930-1945), O Período Democrático (1945-1964), O Regime Militar (1964-1985), a Nova República, a Nova Ordem Mundial e o Brasil. História e Cultura Afro-brasileira. História da América Contemporânea. Neoliberalismo. História da Educação, Fundamentos Históricos da Educação.
Sugestões Bibliográficas: ALENCASTRO, Luiz Felipe de. O Tratado dos Viventes: Formação do Brasil no Atlântico Sul(séculos XVI e XVII). São Paulo, Companhia das Letras, 2000.ANDERSON, Perry. Passagem da Antiguidade ao Feudalismo. São Paulo: Brasiliense, 2000.ANDERSON, Perry. Linhagens do Estado Absolutista. São Paulo: Brasiliense, 1985. AQUINO, Rubim Santos Leão e outros. História das sociedades - das sociedades modernas às sociedades atuais. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1978. AQUINO, Rubim Santos Leão e outros. História das sociedades americanas. Rio de Janeiro : Livraria Eu & Você, 1981.ARAUJO, Maria Celina Soares D'. O Estado Novo. RJ. Jorge Zahar Ed., 2000. CARDOSO, Ciro Flamarion S. Uma Introdução à História. São Paulo: Brasiliense, 1982. CARDOSO, Ciro Flamarion e BRIGNOLI, Héctor Pérez. História econômica da América Latina. Rio de Janeiro: Edições Graal, 1988.CARVALHO, José Murilo de. A formação das almas: o imaginário da República no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1993. CARVALHO, José Murilo de, Cidadania no Brasil:o longo caminho. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001. CATANI, Afrânio Mendes. O Que é Capitalismo. São Paulo: Brasiliense, 1999. DELUMEAU, Jean. A Civilização do Renascimento. 2 vols. Lisboa : Editora Estampa, 1994. FALCON, Francisco e RODRIGUES, A. Edmilson. A Formação do Mundo Contemporâneo. A construção do Mundo Moderno XIV ao XVIII. Rio de Janeiro: Campus, 2006. FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Edusp, 2002. FLORENZANO, Maria Beatriz B. O mundo antigo: economia e sociedade. Série: Tudo é História. Editora Brasiliense : São Paulo, 1986. FLORENZANO, Modesto, As Revoluções burguesas. Série: Tudo é História. S. P., Brasiliense, 1981. FRANCO Jr., Hilário. A Idade Média - o nascimento do Ocidente. São Paulo: Brasiliense, 1986.GLOTZ, Gustave. A cidade grega. Rio de Janeiro: DIFEL, 1980. GREMAUD, Amaury Patrick et all. Formação Econômica do Brasil. São Paulo: Atlas, 1997. HOBSBAWM, Eric. A Era das Revoluções: 1789/1848. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982. HOBSBAWM, Eric. A Era dos Extremos: o breve século XX 1914-1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. HOBSBAWM, Eric. Da Revolução Industrial Inglesa ao Imperialismo. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1979. HOBSBAWM, Eric. A Era dos Impérios 1875-1914. Rio de Janeiro, Editora Paz e Terra, 1989. HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. Rio de Janeiro, José Olympio Editora, 1990. KOSHIBA, Luiz. História: origens, estruturas e processos. SP. Ed. Atual.2000. KOSHIBA, Luiz; PEREIRA, Denise Manzi Frayse. (org). História do Brasil no Contexto da História Ocidental. SP. ED. Atual.2003. LESSA, Renato. A Invenção Republicana. São Paulo: Vértice / IUPERJ, 1988. LINHARES, M. Yedda (org.). História Geral do Brasil. Rio de Janeiro: Campus, 1990. MASSOULIÉ, François. Os conflitos do Oriente Médio. São Paulo: Ática, 1994. MATTOS, Ilmar Rohloff de, O tempo saquarema. São Paulo, HCITEC, 1987. MELLO, João Manuel Cardoso de.O Capitalismo Tardio. SP. Brasiliense. 1982. MENDONÇA, Sônia Regina de e FONTES, Virgínia. História do Brasil Recente - 1964- 1992. São Paulo: Ática, 1996. ____, Sônia Regina de. Estado e economia no Brasil: opções de desenvolvimento. Rio de Janeiro : Graal, 1985. MOTA, Carlos Guilherme. História Moderna e Contemporânea. S. P., Editora Moderna, 1986. PEDRO, Antonio; CÁCERES, Florival (org). História Geral. SP. Ed. Moderna.1986. PRADO, Maria Lígia. O Populismo na América Latina. São Paulo: Brasiliense, 1981. QUEIROZ, Tereza Aline Pereira de. As heresias medievais. São Paulo: Atual, 1988.REIS FILHO, Daniel A., FERREIRA, Jorge e ZENHA, Celeste (org). O Século XX: o tempo das certezas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000. v.I. REIS FILHO, Daniel A., FERREIRA, Jorge e ZENHA, Celeste (org). O Século XX: o tempo das crises. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000. v.II. REIS FILHO, Daniel A.; FERREIRA, Jorge e ZENHA, Celeste (org.). O Século XX: o tempo das dúvidas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000. v.III. REIS , Daniel A. Ditadura militar, esquerdas e sociedade. Rio de Janeiro:Jorge Zahar Ed.,2000. ROSTOVTZEFF, M. História de Roma. 4. ed. Rio de Janeiro: Zahar Ed., 1977.SAES, Décio. República da Capital: Capitalismo e Processo Político no Brasil. 1 ed. São Paulo: Boitempo, 2001. SILVA, Janice Theodoro da. Descobrimentos e civilização. S. P: Ática, 1987. (Série Princípios) SILVA, Sergio. Expansão Cafeeira e Origens da Indústria no Brasil. S. P.o: Alfa Omega, 1981. STONE, Lawrence, Causas da Revolução Inglesa 1529-1642. São Paulo, EDUSC, 2000. VIOTTI DA COSTA, Emília. Da Monarquia à República: Momentos Decisivos. 5 ed. São Paulo: Brasiliense, 1987.
PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA
As novas tendências da Educação Física (englobando abordagens pedagógicas, ensino da educação física, elementos constitutivos da ed. Física). Didática específica da Educação Física (metodologias, planejamento e avaliação no processo ensino-aprendizagem). Princípios Gerais para Prescrição de Exercícios. Atividade Física, Saúde e Qualidade de Vida. Ética profissional. Educação Física no currículo escolar (a Educação Física, parâmetros curriculares e diretrizes nacionais). História da Educação Física. Crescimento e Desenvolvimento. Fisiologia do exercício. Avaliação Morfofuncional. Biomecânica. Métodos e técnicas da Educação Física. Psicologia Esportiva.
Sugestões Bibliográficas: ACSM. Manual de Pesquisa das Diretrizes do ACSM para os testes de esforço e sua prescrição. 4ª. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. GARRET, W.E. E KIRKENDALL, D.T. A ciência do exercício e dos esportes. Porto Alegre: Artmed, 2003. GIL, Antônio Carlos. Metodologia do Ensino Superior. 4ª. ed. São Paulo: Atlas, 2005. GOBBI, S., VILLAR, R E ZAGO, A.S. Educação Física no Ensino Superior - Bases teóricopráticas do condicionamento físico. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. GUEDES, D.P. E GUEDES, J.E.R.P. Manual Prático para Avaliação em Educação Física. São Paulo: Manole, 2006. HALL, S.J. Biomecânica Básica. 4ª. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB. MALINA E BOUCHARD. Atividade Física do atleta jovem: do crescimento à maturação. São Paulo: Roca, 2002. Parâmetros Curriculares Nacionais: Conselho Nacional de Educação (portal.mec.gov.br).. THOMAS, J.R. E NELSON, J.K. Métodos de Pesquisa em Educação Física. 3a. ed. São Paulo: Artmed, 2002. WEINBERG, Robert S.; GOULD, Daniel. Fundamentos da psicologia do esporte e do exercício. 2 ed. São Paulo: Artmed, 2001. Materiais disponíveis nos sites: www.confef.org.br
PROFESSOR ENSINO RELIGIOSO
Programa: Religião: sentido etimológico; Elementos constitutivos da religião; Formas religiosas. Fundamentos do fenômeno religioso universal. Fatores externos: A religião como superestrutura do poder econômico (Marxismo), Teoria sociológica (Durkhein); Fatores intrínsecos: Os estágios da evolução religiosa (teoria de Augusto Conte), A religião enquanto neurose universal de culpa (Freud), Religião e psique humana (C. G.Iung).A Cultura:Natureza e Cultura,Cultura e História,Cultura e Religião. O Sagrado e a Instituição da Religião:O sagrado e a religiosidade,Manifestação e revelação,As finalidades da religião,Fé e Razão. Monoteísmo judaico e judaísmo:Pacto de Deus com o Povo Escolhido,Livros Históricos e Proféticos,A noção de Deus,Ética judaica .A Visão de Mundo Cristã:O cristianismo: origem;Visão cristã da humanidade;Deus e os homens: o pecado e a salvação;A Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa;A Reforma Protestante e a Contrarreforma;Igrejas Protestantes e Evangélicas;Luterana/ Calvinista/ Anglicana/ Metodista/ Batista/ Pentecostais/ Adventistas. Islamismo:O que significa a palavra islã;O credo e as obrigações religiosas: os cinco pilares;Relações Humanas e ética. Religiões com origem na Índia e no Extremo Oriente:Hinduísmo,Budismo e Zen-budismo;Taoismo, Confucionismo e Xintoísmo. Religiões Africanas e de Influência Africana:Religiões tribais ou primais: origem e desenvolvimento;Relações Brasil - África: umbanda e candomblé. Religião, Estudo e Poder - Ética e Cidadania:Outras alternativas religiosas: o Espiritismo;Ética e Religião: o bem o mal;A vida e a morte: a questão da moralidade;Movimento Ecumênico e Cidadania;A Constituição Brasileira e a Religião. O novo paradigma do Ensino Religioso a partir da lei 9.475 - Ensino Religioso: disciplina, PCN do Ensino Religioso, O perfil do professor, O Ensino Religioso a partir das concepções de religião e as leis de ensino no Brasil.
Sugestões Bibliográficas: ALVES, Rubem - O que é religião. SP, Edições Loyola, 3ª edição. AZRIA, Regina - O Judaísmo. SP, EDUSC. BELLUCI, Beluce - Introdução à História da África e da Cultura Afro-Brasileira. RJ, Centro de Estudos Afro-Asiáticos, UCAM, Centro Cultural Banco do Brasil. CAMPBELL, Joseph - A Epopéia do Pensamento Ocidental. RJ, Bertrand Brasil. CHAUÍ, Marilena - Convite à Filosofia. SP, Ed. Ática. GRANDER, Jostein - O Livro das Religiões. SP, Companhia das Letras. LIMA, Lana Lage da Gama (org.) - História e Religião. RJ, FAPERJ - Mauad. ORTIZ, Renato - A morte branca do feiticeiro negro: Umbanda e Sociedade Brasileira. SP, Ed. Brasiliense. THEODORO, Helena - Mito e Espiritualidade - Mulheres Negras. RJ, Pallas. VAZQUES, Adolfo Sánchez - Ética. 15ª edição, RJ, Civilização Brasileira. Outros títulos que tratem dos temas mencionados no programa
ANEXO IV
CRONOGRAMA PREVISTO DE ATIVIDADES
| EVENTOS | DATAS PREVISTAS |
| Publicação do Edital | 10/12/2011 |
| Período de inscrições | 14/12/2011 até 18/01/2012 |
| Período para solicitar isenção do pagamento da Taxa de Inscrição | 14/12/2011 até 16/12/2011 |
| Divulgação do resultado da solicitação de isenção do pagamento da Taxa de Inscrição | 05/01/2012 |
| Prazo para recursos contra o resultado da solicitação de isenção do pagamento da Taxa de Inscrição. | 05 e 06/01/2012 |
| Resultado do recurso do resultado da solicitação de isenção do pagamento da Taxa de Inscrição. | 11/01/2012 |
| Homologação das inscrições | 24/01/2012 |
| Recurso para inscrições não homologadas | 24 e 25/01/2012 |
| Resultado do recurso sobre homologação das Inscrições | 31/01/2012 |
| Período para obter informações sobre os locais de Prova | 28/02/2012 até 03/03/2012 |
| Prova Objetiva | 04/03/2012 - Turno Tarde |
| Divulgação dos gabaritos da Prova Objetiva | 05/03/2012 |
| Prazo para recursos contra os gabaritos | 05 e 06/03/2012 |
| Divulgação do resultado dos recursos e vista do cartão de respostas | 14/03/2012 |
| Divulgação das notas da Prova Objetiva | 20/03/2012 |
| Prazo para entrega dos Títulos | 21 a 23/03/2012 |
| Divulgação da pontuação dos Títulos | 19/04/2012 |
| Prazo de recursos contra a pontuação dos Títulos | 20 a 23/04/2012 |
| Divulgação do Resultado | 30/04/2012 |