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É recomendado para pacientes com insuficiência cardíaca de fração de ejeção reduzida avançada
Analise as afirmativas a seguir sobre a estratificação de risco cardiovascular (CV) relacionado com a pressão arterial (PA), coloque V para verdadeiro e F para falso. Posteriormente, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Analise as afirmativas a seguir sobre a estratificação de risco cardiovascular (CV) relacionado com a pressão arterial (PA), coloque V para verdadeiro e F para falso. Posteriormente , assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: (__) Está amplamente estabelecida a relação causal, linear e contínua entre o aumento da pressão arterial (PA) e o risco de doença cardiovascular (DCV) em ambos os sexos, todas as idades e todos os grupos étnicos.85 A PA atua de forma sinérgica com outros fatores de risco (FR) para DCV, e seu efeito pró-aterogênico será tanto maior quanto maior o for o número e a intensidade desses fatores adicionais. (__) O impacto do controle da hipertensão arterial (HA) será tanto maior quanto maior for o risco absoluto individual e o risco global estimado. (__) A estimativa de risco cardiovascular (CV) não deve ser obtida de modo intuitivo ou pela mera soma dos FR presentes, mas por métodos que considerem sua natureza complexa e multifatorial. Deve ser feita por meio de equações ou algoritmos, instrumentos que estimam o risco baseados em modelos de regressão com múltiplas variáveis e desenvolvidos a partir de estudos populacionais, recomendados em várias diretrizes em todo o mundo.
Segundo a diretriz de prevenção de doenças cardiovasculares, no Brasil não é diferente de outros países. Sedentarismo, hábitos alimentares não saudáveis e estresse da vida moderna têm a cada dia levado pessoas a serem acometidas por doenças cardiovasculares. Diante do cenário atual de crescimento dessas doenças, foram criados mecanismos de avaliação que permitem estratificação de risco cardiovasculares, entre eles temos o Escore de Risco Global (ERG). Baseada nas informações e conhecimento desse referido escore, pacientes que apresentem um ERG >20% em homens, ERG > 10% em mulheres, apresentando aterosclerose subclínica, aneurisma de aorta abdominal, doença renal crônica e LDL-colesterol elevado. Qual será o risco estimado?
Nas últimas décadas, a Fibrilação Atrial (FA) tornou-se um importante problema de saúde pública. Apresenta repercussão na qualidade de vida, em especial devido a suas consequências clínicas, fenômenos tromboembólicos e alterações cognitivas. Em relação ao uso de anticoagulantes na prevenção de fenômenos tromboembólicos na fibrilação atrial,
Na disfunção diastólica na fase inicial, ao ecocardiograma, é INCORRETO afirmar:
Assinale a opção que apresenta os testes bioquímicos solicitados quando há suspeita de infarto agudo do miocárdio.
Um paciente de 76 anos de idade, hipertenso e diabético tipo 2, ativo e sem outras comorbidades, com diagnóstico de fibrilação atrial persistente, foi submetido a cardioversão elétrica com sucesso com reversão para ritmo sinusal. Após persistência do ritmo sinual, na ausência de contraindicação, o uso de anticoagulação oral
Sobre as síndromes coronarianas agudas (SCA), não é correto afirmar que:
Homem de 81 anos, hipertenso, dislipidêmico, diabético, com histórico de angioplastia da artéria descendente anterior com stent farmacológico há 5 anos, comparece ao consultório do cardiologista com queixa de dispneia progressiva nos últimos 4 meses, atualmente aos moderados esforços. Faz uso de anlodipino 5 mg + perindopril 5 mg, 1x ao dia. Nega angina, palpitações ou síncope. Ao exame: RCR, 2T, sopro sistólico de ejeção em foco aórtico 2+/6+, FC 80 bpm, PA 136x68 mmHg. Pulsos simétricos, com amplitude normal. Ausculta pulmonar sem alterações. Eletrocardiograma com sobrecarga atrial e ventricular esquerda. Foi solicitado ecocardiograma, que evidenciou área valvar aórtica de 0.8 cm² e área valvar indexada de 0,58 cm²/m², gradiente médio de 33 mmHg, função sistólica preservada (FE 71%), disfunção diastólica, hipertrofia ventricular esquerda e volume ejetado indexado de 32 mL/m². Nesse caso, a tomografia de cálcio valvar indica a presença de estenose aórtica importante, baixo fluxo e
Em pacientes com diagnóstico de fibrilação atrial permanente e escore CHADSVASC = 4 com intuito de profilaxia de eventos tromboembólicos, o uso de anticoagulantes inibidores diretos das trombinas (DOACs) em detrimento da varfarina está contraindicado em caso de histórico de
Mulher de 74 anos, obesa, com histórico de depressão, doença renal crônica em estágio III A, chegou ao pronto socorro relatando quadro de dor precordial em opressão e dispneia de início há 30 minutos, após intensa discussão com familiares sobre política. Ao exame físico, apresentou: PA =140x74 mmHg; FC = 100 bpm; ritmo cardíaco regular em dois tempos; bulhas normofonéticas sem sopro; murmúrio vesicular presente sem ruídos adventícios, pulsos presentes e simétricos, sem edema. Foi realizada a cinecoronariografia, devido aos sintomas prolongados e às alterações eletrocardiográficas, que mostrou lesão de 30% em DA e irregularidades em CD; não foi realizada a ventriculografia, a troponina elevou-se acima do percentil 99 e fez curva. Devido à janela ecocardiográfica ruim, foi solicitada a ressonância cardíaca abaixo, que mostrou a diástole (à esquerda) e a sístole (à direita). Ausência de alterações no realce tardio. Sobre esse caso,
Em paciente com infarto do miocár dio com supra desnivelamento de se gmento ST nas derivações D2, D3 e AVF, evoluindo após 12 horas com hipotensão, eupneico e tolerando decúbito, com ingurgitamento jugular, é CORRETO afirmar:
Na investigação etiológica da causa de choque cardiogênico com início dos sintomas há menos de 30 dias da internação, é correto afirmar que,
Mulher, 35 anos, primigesta com 22 semanas de gestação. Chega ao pronto-socorro com quadro de edema agudo de pulmão. Ao exame físico, pressão arterial de 80x50 mmHg; frequência cardíaca de 120 bpm; em ritmo regular. Na ausculta cardíaca, apresentou bulhas hiperfonéticas com estalido de abertura. Qual o possível diagnóstico usando apenas a história clínica e o exame físico?
Sobre exames bioquímicos no Infarto Agudo do Miocárdio, assinale a alternativa CORRETA.
Mulher de 25 anos foi selecionada para um emprego e, no exame admissional, foi identificado um desdobramento fixo de segunda bulha. Nega sintomas e não apresenta comorbidades ou uso de medicamentos. Nesse caso, conclui-se que
A respeito da febre reumática, assinale a opção correta.
A fibrilação atrial tem se tornado, nos últimos anos, um problema de saúde pública, por causar eventos tromboembólicos e declínio cognitivo. São considerados fatores de risco para fibrilação atrial: I hipertensão arterial sistêmica; II trauma torácico; III diabetes; IV uso de bebidas alcoólicas; V infarto agudo do miocárdio. Estão certos apenas os itens
Idoso de 72 anos comparece à consulta por cansaço aos esforços há alguns meses. Queixa-se de parestesias nas mãos. Ao exame físico, apresenta turgência jugular a 45 graus, presença de quarta bulha cardíaca, poucos estertores de base e hepatomegalia. Há edema de membros inferiores e parestesias nos terceiros, quartos e quintos dedos das mãos. O ecocardiograma mostra marcante espessamento das paredes ventriculares, com importante disfunção diastólica, fração de ejeção normal, além de aumento biatrial, com pericárdio normal. O eletrocardiograma mostra tendência à baixa voltagem. Ele nega hipertensão arterial e diabetes. Sobre esse caso, é correto afirmar que a:
Mulher de 48 anos apresenta diagnóstico de hipermenorréia devido a miomas uterinos submucosos, sem resposta adequada ao tratamento medicamentoso, com necessidade de reposição frequente de ferro para correção de anemia ferropriva. Em razão disso, a paciente será submetida à histerectomia por videolaparoscopia e comparece à consulta para realização de avaliação cardiológica pré-operatória. Não faz exercícios físicos regulares, mas refere caminhar eventualmente por aproximadamente 20 minutos, sem apresentar sintomas. Tem como comorbidades o DM2 diagnosticado há cinco anos, estando em uso de metformina 1000 mg/dia e dislipidemia controlada, em uso de atorvastatina 40 mg 1x dia. Ao exame físico, apresentou PA 128 x 74 mmHg e FC 88 bpm, sem outras alterações. O eletrocardiograma realizado estava dentro dos limites da normalidade. Os resultados dos exames laboratoriais foram os seguintes: Hb glicada de 6,7%, glicemia 122 mg/dL, Creatinina 0,7 mg/dL, sem outras alterações. O risco de eventos cardiovasculares no perioperatório e as recomendações conforme a 3ª Diretriz de Avaliação Cardiovascular Perioperatória da SBC são, respectivamente,
A insuficiência cardíaca (IC), pode ser derivada em dois processos fisiológicos, a IC aguda e a IC crônica agudizada. Em relação ao evento agudo, temos como fator causal:
No que se refere às cardiopatias, assinale a opção correta.
Em relação às alterações hemodinâmicas e metabólicas do clampeamento aórtico, analise as seguintes assertivas:
Homem fumante, 45 anos, sem outros fatores de risco para doença coronariana, vem queixando-se de dor precordial forte em aperto que surge quando está em repouso. Durante dois desses episódios, procurou emergência devido ao quadro álgico, quando o eletrocardiograma mostrou elevações transitórias do segmento ST na parede anterior. A hiperventilação, em momentos em que estava sem dor, levava a alterações eletrocardiográficas semelhantes. A coronariografia mostrou placas com cerca de 15% de obstrução na artéria descendente anterior (DA). Nesse caso, a melhor conduta é:
A presença do diabetes mellitus (DM) aumenta a incidência de eventos cardiovasculares, mas a população diabética é muito heterogênea, com indivíduos de maior e menor risco cardiovascular. Conforme a Atualização da Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose - 2017, o paciente diabético sem outras comorbidades e classificado como de alto risco cardiovascular seria
O uso de Peptídeos natriuréticos tipo o BNP é um bom preditor de acurácia de insuficiência cardíaca descompensada, porém sua interpretação deve ser cautelosa já que o BNP pode estar alterado devido a fatores como:
Mulher de 32 anos, com prótese s valvar es biológica s em posição mitral e aórtica , desenvolve fibrilação atrial paroxística , sempre com reversão espontânea. O esquema antitrombótico mais adequado , dentre as alternativas a seguir , é:
O Serviço de Verificação de Óbitos (SVO) foi acionado após um senhor de 72 anos de idade vir a óbito em sua residência. A filha que cuidava do pai referiu que ele vinha apresentando quadro de cansaço, com piora há pelo menos 4 anos, que se intensificou no último ano. Ela entregou os resultados de exames que o pai havia feito ao técnico de necropsia que acompanhava o transporte do corpo, para que fossem analisados pelos médicos para a averiguação da causa da morte. Ao verificar os exames, o médico constatou que a última consulta havia ocorrido três dias antes do óbito e que, no exame físico, havia descrição de presença de roncos pulmonares audíveis bilateralmente. Na investigação imagenológica, a radiografia torácica revelou imagem sugestiva de aumento da silhueta cardíaca e opacidade que sugeria possível edema pulmonar, e a ecocardiografia mostrou hipertrofia importante da parede do ventrículo esquerdo. A respeito dessa situação hipotética, a condição clínica que justifica as evidências encontradas nos exames é
A respeito de reabilitação cardiovascular, assinale a opção correta.





















