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Em relação à ultrassonografia intravascular (IVUS), assinale a alternativa CORRETA.
Paciente de 59 anos com insuficiência cardíaca de fração de ejeção reduzida não responde a tratamento convencional. Qual dispositivo é indicado para melhora da função cardíaca?
Qual é o critério de maior especificidade para o diagnóstico de endocardite infecciosa, de acordo com os critérios de Duke modificados?
Um paciente com 45 anos de idade e história de infarto agudo do miocárdio prévio, apresenta taquicardia com QRS de 190 ms, regular, frequência cardíaca = 172 bpm. Apesar de ter apresentado síncope, no momento encontra-se consciente e sem dor torácica. Apresenta estertores bilateralmente em bases e pressão arterial = 82x39 mmHg. Nesse caso, a melhor conduta é:
Qual seria a melhor estratégia inicial para um paciente diagnosticado com hipertensão arterial resistente e estenose significativa da artéria renal?
Paciente de 58 anos, sexo masculino, com diagnóstico recente de hipertensão arterial sistêmica. Apresenta PA de consultório de 152/96 mmHg em três ocasiões diferentes. Realizou MAPA que confirmou hipertensão arterial estágio 2. Na investigação complementar, apresenta: glicemia de jejum 118 mg/dL, HbA1c 6,2%, creatinina 1,1 mg/dL, TFG estimada 72 mL/min/1,73m², relação albumina/creatinina urinária 180 mg/g, colesterol total 245 mg/dL, LDL 165 mg/dL. Ecocardiograma sem alterações significativas. Nega tabagismo. IMC 32 kg/m². De acordo com a Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial 2025, qual é a conduta terapêutica mais adequada para este paciente:
Homem de 62 anos é admitido no pronto-socorro com dor torácica retroesternal intensa há 2 horas, com irradiação para mandíbula e sudorese fria. O eletrocardiograma demonstra supradesnivelamento do segmento ST de 2,5 mm em V2 e V3, além de 1,5 mm em DII, DI II e aVF. Segundo o Guideline 2025 ACC/AHA para Síndromes Coronarianas Agudas, a conduta antiagregante plaquetária dupla inicial recomendada para este paciente, antes da intervenção coronária percutânea primária, consiste em:
Um homem de 75 anos com fibrilação atrial de início recente apresenta-se com frequência ventricular elevada. Qual é a estratégia inicial recomendada?
Durante a palpação do pulso arterial, é identificado um pulso bisferiens. Qual condição cardíaca abaixo está mais associada a esse achado?
Mulher de 68 anos, hipertensa e diabética, apresenta-se com dor torácica e infradesnível de ST em várias derivações. O diagnóstico mais provável é:
Um paciente de 68 anos com choque cardiogênico secundário a infarto do miocárdio é submetido à revascularização percutânea. Após o procedimento, ele permanece com pressão arterial baixa e índice cardíaco reduzido. Qual seria a próxima estratégia para melhorar a função hemodinâmica?
Sobre a tromboangeíte obliterante, assinale a alternativa CORRETA.
Paciente de 72 anos com insuficiência cardíaca apresenta episódios de hiponatremia. Qual é a intervenção indicada para correção?
Paciente apresenta-se na Atenção Primária com turgência venosa jugular, refluxo hepatojugular e terceira bulha, sendo classificado com alta probabilidade clínica de Insuficiência Cardíaca. Conforme o fluxograma diagnóstico, a conduta imediata recomendada é:
Chega ao seu consultório um homem de 58 anos, portador de insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (FEVE 30%), em seguimento irregular. Ele relata piora progressiva da dispneia aos esforços, ortopneia e edema de membros inferiores. Está em uso de carvedilol, enalapril e espironolactona. Nos últimos dias, refere náuseas e sensação de fraqueza. O exame físico mostra estertores bibasais, turgência jugular e edema +2/4. Os exames laboratoriais revelam: K⁺ = 5,8 mEq/L, Ur = 89 mg/dL, Cr = 2,1 mg/dL (valor prévio 1,3), BNP elevado e eletrólitos sem outras alterações. O ECG mostra ritmo sinusal sem alterações isquêmicas. Diante do quadro clínico e laboratorial, a melhor adequação terapêutica imediata para otimizar o tratamento da insuficiência cardíaca desse paciente é:
Na ressonância magnética cardíaca (RMC), a presença de realce tardio do gadolínio (RTG) é um achado importante. Qual é o significado clínico do realce tardio do gadolínio em pacientes com cardiomiopatia isquêmica?
Qual dos achados laboratoriais a seguir é mais caracteristicamente presente na miocardiopatia de Takotsubo e ajuda a diferenciar do infarto agudo do miocárdio?
Homem de 65 anos apresenta edema periférico e dificuldade respiratória. A radiografia de tórax mostra cardiomegalia e linhas B de Kerley. Qual é o diagnóstico mais provável?
Identifique o mecanismo de funcionamento de um marca-passo bicameral, utilizado para tratar bradicardias sintomáticas.
Um paciente com IC sintomático (FEVE ≤ 35%), em tratamento otimizado com doses máximas de IECA, betabloqueador e espironolactona, é avaliado para substituição do IECA. Para ser elegível ao uso de sacubitril valsartana, ele deve atender aos seguintes critérios:
Um homem de 50 anos com história de consumo crônico de álcool (120 g/dia por mais de 10 anos) apresenta insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (35%). Qual dos seguintes mecanismos patológicos está mais relacionado à cardiomiopatia alcoólica?
A terapia da IC com fração de ejeção reduzida (ICFEr) prevê a otimização do tratamento para pacientes que seguem sintomáticos. Conforme o fluxograma de tratamento, um dos critérios para adicionar a dapagliflozina à terapia padrão é:
Sobre a estratificação do risco cardiovascular em indivíduos com sobrepeso ou obesidade, é correto afirmar:
Considerando as metas de perda de peso para redução de fatores de risco cardiovasculares, assinale a alternativa correta:
Homem de 57 anos, IMC de 36 kg/m², portador de diabetes tipo 2 há 12 anos, hipertensão e DAC estável, faz uso de metformina, enalapril e estatina. O escore PREVENT estimou risco DASCV > 20% em 10 anos. De acordo com a diretriz de 2025, qual das seguintes estratégias farmacológicas está mais indicada para este paciente?
Sobre o rastreamento da Hipercolesterolemia Familiar (HF), segundo a Diretriz Brasileira de 2021, é correto afirmar:
Uma mulher de 52 anos com hipertrofia ventricular esquerda de etiologia incerta é encaminhada para ressonância magnética cardíaca. Durante o exame, observam-se valores de T1 nativo marcadamente elevados e realce tardio transmural difuso em padrão subendocárdico acometendo toda a extensão ventricular. Qual o diagnóstico mais provável baseado nestes achados de mapeamento paramétrico:
Um adolescente de 16 anos, atleta de elite, é submetido a ecocardiograma que evidencia hipertrofia ventricular esquerda com espessura de 14 mm. Diante da incerteza diagnóstica entre cardiomiopatia hipertrófica e coração de atleta, a ressonância magnética cardíaca é solicitada. O mapa T1 e a fração de volume extracelular encontram-se nos valores normais ou reduzidos, com ausência de realce tardio. Qual a conclusão mais apropriada:
Um homem de 48 anos apresenta dor torácica em repouso. O eletrocardiograma mostra elevação de segmento ST em parede anterior. A angiografia coronária não evidencia estenose significativa nas artérias coronárias epicárdicas, sugerindo infarto de miocárdio com artérias coronárias não obstrutivas (MINOCA). A ressonância magnética cardíaca é realizada e evidencia realce tardio subepicárdico ao longo da parede anterior ventricular esquerda. Qual o diagnóstico etiológico mais provável baseado neste padrão de realce tardio?
Paciente de 56 anos refere que, há 1 ano, começou a cursar com dispneia aos grandes esforços e emagrecimento. Tal sintoma se acentuou ao longo dos meses, passando a ocorrer aos médios esforços com dificuldades para subir as escadas de casa e, há 1 mês, ao repouso, com tosse noturna. Comenta, ainda, que não tolera o decúbito dorsal e que “permanece na posição sentada para conseguir respirar”, sentindo piora considerável da dispneia quando se deita. Hipertenso, em uso de Losartana 50mg 12/12h, Anlodipino 5mg 1x/dia, Metformina XR 750mg após o almoço e após o jantar e Gliclazida 30mg antes do almoço. Tabagista e etilista. Ao exame físico: Regular estado geral, lúcido e orientado em tempo e espaço, emagrecido, dispneico, anictérico, acianótico, afebril, mucosas hipocrômicas (+/4+) e taquipneia. FC = 101 bpm; FR = 24 ipm; PA = 135 x 90 mmHg. Presença de estase de jugulares bilateralmente à 45°. Murmúrio vesicular diminuído em base de hemitórax direito, com estertores crepitantes bi basais, mais pronunciados à direita. Ictus cordis não visível, palpável em 7º EIC na linha hemiclavicular esquerda, pouco impulsivo. Bulhas rítmicas normofonéticas e taquicárdicas em 03 tempos, com presença de B3, sem sopros. Abdômen globoso com sinais de ascite. Extremidades com presença de edema bilateral (++/4), com cacifo. Diante desse quadro, assinale a alternativa CORRETA.
































