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São itens que deverão constar no relatório da MAPA para melhor interpretação:
Homem de 68 anos, com histórico de hipertensão arterial e tabagismo, apresenta-se com dispneia súbita intensa que o acordou do sono. Relata dispneia aos esforços nas últimas semanas, mas nunca tão grave. Na chegada do serviço de emergência: FC: 110 bpm; PA: 190/115 mmHg; FR: 35 irpm; SpO2: 78% em ar ambiente. Após início de ventilação não invasiva em modo BIPAP, saturação melhora para 94% em O2 100%. Exame físico: Trabalho respiratório aumentado, diaforético; Pressão venosa jugular: 12 cm H2O; Estertores pulmonares crepitantes difusos; Exame cardíaco: B1, B2 e B3 presentes, sopro sistólico apical suave; Abdome distendido, edema maleolar 1+. Qual é o exame diagnóstico mais urgente?
Pacientes com insuficiência cardíaca de fração de ejeção preservada se beneficiam de todas as medicações a seguir, EXCETO de
Homem de 60 anos apresenta dor torácica e sudorese. O ECG revela supradesnível do segmento ST em derivações inferiores. Qual artéria é provavelmente afetada?
José, 58 anos, compareceu à unidade básica de saúde para avaliação de rotina. Relata ser tabagista há 30 anos, com consumo de cerca de 15 cigarros por dia. Refere ingestão frequente de alimentos ultraprocessados e prática esporádica de atividade física. Nega sintomas atuais. Seu histórico familiar inclui pai hipertenso e mãe com diabetes tipo 2. Durante a consulta, foram realizadas duas aferições da pressão arterial (PA), com intervalo de cinco minutos, após repouso em ambiente tranquilo, com o paciente sentado e com os pés apoiados no chão. Os valores obtidos foram de 146 × 94 mmHg e 144 × 92 mmHg. O índice de massa corporal foi calculado em 29,8 kg/m² e a circunferência abdominal aferida foi de 104 cm. O médico solicitou exames laboratoriais. Com base no caso clínico apresentado, selecione a afirmativa que melhor explica o quadro e orienta a conduta mais apropriada :
A Sociedade Brasileira de Diabetes recomenda que todo adulto com diabetes mellitus tipo 2 (DM2) seja avaliado quanto ao seu risco cardiovascular, que inclui a identificação de fatores de risco como:
Um paciente de 56 anos foi atendido em ambulatório especializado em hipertensão resistente. Faz uso regular de anlodipino 5 mg duas vezes ao dia, losartana 50 mg duas vezes ao dia e hidroclorotiazida 25 mg uma vez ao dia. É portador de diabetes tipo 2 em uso de metformina 2 g/dia, com HbA₁c de 7,2%. Mudanças no estilo de vida foram implementadas gradativamente. Ao exame, ictus propulsivo no 5º espaço intercostal esquerdo; pressão arterial em repouso de 150 × 90 mmHg e frequência cardíaca de 89 bpm. O eletrocardiograma sugeria hipertrofia ventricular esquerda; relação albumina/creatinina urinária de 200 mg/g e TFG estimada de 90 mL/min/1,73 m². A MAPA revelou valores normais nas médias de vigília, 24 horas e sono. Diante do caso apresentado, a conduta mais apropriada é
Um jovem atleta é avaliado após ser diagnosticado com hipertrofia ventricular esquerda em ecocardiograma. Qual achado na ressonância magnética cardíaca poderia sugerir cardiomiopatia hipertrófica em vez de hipertrofia fisiológica?
Paciente com prótese valvar aórtica biológica, febre e sopro novo. Ecocardiograma mostra vegetação de 18 mm no lado arterial da válvula. Nas últimas 24 horas apresentou déficit neurológico compatível com AVC embólico isquêmico. Hemoculturas positivas para Staphylococcus aureus sensível. Qual a melhor conduta cirúrgica/antimicrobiana?
Homem, 78 anos, com doença arterial coronariana, fibrilação atrial permanente, diabetes mellitus, hipertensão e cardiomiopatia isquêmica é admitido no hospital por insuficiência cardíaca descompensada. Nas últimas semanas, notou ganho de peso, edema e dispneia progressiva aos mínimos esforços. Medicações domiciliares: apixabana 5 mg 2x/dia, atorvastatina 40 mg/dia, sacubitril/valsartana 97/103 mg 2x/dia, metoprolol succinato 100 mg/dia, furosemida 20 mg 2x/dia. Exame físico: FC: 90 bpm, PA: 122/68 mmHg, SpO2: 95% em O2: 4 L. Pressão venosa jugular: 14 cm H2O, estertores bilaterais até metade dos campos pulmonares. Ritmo irregular. Sopro sistólico holossistólico 2+/6 no ápice com B3 presente. Edema até joelhos. Laboratório de admissão: leucócitos: 5.600/μL, Hb: 9 g/dL, plaquetas: 180.000/μL, sódio: 132 mEq/L, potássio: 3,8 mEq/L, ureia: 52 mg/dL, creatinina: 1,8 mg/dL. Ecocardiograma: VE moderadamente dilatado, fração de ejeção 32%, VD normal, PSAP 56 mmHg, insuficiência mitral moderada. Sem grandes mudanças em relação ao eco de 2 anos atrás. Qual dos seguintes parâmetros apresenta o pior significado prognóstico para risco de mortalidade intra-hospitalar nesse paciente?
Sobre a ultrassonografia vascular, analise as assertivas a seguir e assinale a alternativa correta.
Paciente de 55 anos com dor torácica persistente, irradiada para o ombro esquerdo. O eletrocardiograma mostra infradesnível do segmento ST em derivações anteriores. Qual é a conduta inicial?
De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, o ritmo atrial ectópico corresponde a uma atividade atrial em localização diversa da região anatômica do nó sinusal. Desta forma:
O efeito colateral mais registrado, dentre aqueles indivíduos que utilizam bloqueadores dos canais de cálcio, no manejo da hipertensão arterial é o(a)
Homem de 65 anos apresenta-se com dispneia progressiva há 3 anos. Inicialmente, recebeu diagnóstico de asma induzida por exercício, mas não melhorou com tratamento. Ecocardiograma: hipertrofia ventricular esquerda; disfunção diastólica grave; pressão sistólica do VD: 41 mmHg. As imagens a seguir (ECG + Speckle Tracking) mostram espessamento biventricular; aumento biatrial; sem lesões valvares correspondentes. Qual dos seguintes exames tem maior probabilidade de confirmar o diagnóstico correto?
Uma mulher de 60 anos é diagnosticada com insuficiência cardíaca de fração de ejeção preservada. Qual classe de medicamentos é recomendada para controle de sintomas?
Em relação aos tipos de placas da ultrassonografia vascular (Doppler de carótidas), analise as assertivas a seguir:
Pacientes com insuficiência cardíaca de fração de ejeção reduzida e que desenvolvem hipercalemia no ambulatório, sem sinais de hipervolemia, estando em uso de espironolactona e sacubitril/valsartana têm como conduta de escolha
Um paciente de 45 anos, submetido à revascularização miocárdica há três semanas, retorna com febre, dor torácica pleurítica que piora ao deitar e atrito pericárdico à ausculta. Qual o diagnóstico provável para esta apresentação tardia?
Sobre as variações do eletrocardiograma (ECG) em relação a idade, sexo e biotipo, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.
Sobre a dissecção espontânea de artéria coronária, assinale a alternativa INCORRETA.
“A identificação de biomarcadores séricos é fundamental para o diagnóstico precoce de condições como infarto agudo do miocárdio” (Thygesen et al., 2018). Um paciente chega à emergência com dor torácica intensa, e o médico solicita a dosagem de marcadores bioquímicos específicos. Qual marcador apresenta maior sensibilidade e especificidade para confirmar o diagnóstico de infarto?
Uma mulher de 65 anos apresenta parada cardíaca com um traçado de assistolia no monitor. Foram realizadas compressões torácicas e uma dose inicial de epinefrina foi administrada. Qual deve ser o próximo passo na condução da reanimação de acordo com o ACLS 2024?
Paciente de 67 anos, tabagista, com diagnóstico de doença arterial periférica, apresenta claudicação intermitente. O tratamento inicial para melhorar o quadro inclui:
Homem de 67 anos, com histórico de doença arterial coronariana, hipertensão, fibrilação atrial (FA) e apneia do sono, vem para avaliação de rotina. Há 2 anos, teve o primeiro episódio de FA, tendo sido cardiovertido e iniciados metoprolol e apixabana. Duas semanas atrás, notou palpitações e realizou um ECG, reproduzido a seguir. Desde então, relata palpitações contínuas, com ritmo irregular confirmado pelo relógio/monitor pessoal. A arritmia atual desse paciente deve ser caracterizada como
A Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada (ICFEP) é uma síndrome clínica complexa, comum em idosos, hipertensos e diabéticos, e com opções terapêuticas historicamente limitadas. Recentemente, novas classes de fármacos demonstraram benefício. Sobre a ICFEP, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas: (__) O diagnóstico de ICFEP requer a presença de sinais e sintomas de insuficiência cardíaca, uma Fração de Ejeção do Ventrículo Esquerdo (FEVE) ≥ 50% e evidência de disfunção diastólica ou pressões de enchimento elevadas. (__) Os inibidores do cotransportador sódio-glicose 2 (iSGLT2), como a empagliflozina e a dapagliflozina, demonstraram reduzir hospitalizações por IC em pacientes com ICFEP, independentemente da presença de diabetes. (__) Diferente da IC com fração de ejeção reduzida, o uso de betabloqueadores e Inibidores da Enzima Conversora de Angiotensina (IECA) são a base do tratamento para ICFEP, com forte evidência de redução de mortalidade nesta população. (__) A fisiopatologia da ICFEP está primariamente ligada a um estado de inflamação sistêmica e disfunção microvascular coronariana, levando à rigidez ventricular, e não a uma falha contrátil primária. Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Homem de 75 anos, com fibrilação atrial e risco elevado de AVC, é contraindicado para anticoagulação oral devido a quedas frequentes. Qual é a alternativa terapêutica recomendada?
Uma paciente de 59 anos, com menopausa há 10 anos e diagnóstico de dislipidemia, relata resistência ao uso de estatinas e deseja discutir alternativas para redução do risco cardiovascular. Qual abordagem é mais adequada segundo as diretrizes?
ECGs são realizados com a posição incorreta dos eletrodos em até 7% dos casos. Sobre essas alterações comuns, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.
Em uma paciente de 34 anos, com história de febre reumática e estenose mitral sintomática classe funcional III, sem trombo em átrio esquerdo e escore de Wilkins-Block 7, a conduta mais adequada é:





















