Um paciente de 78 anos com estenose aórtica vem sendo acompanhado em outro hospital. Refere que é hipertenso há anos e usa hidroclorotiazida e enalapril. Nega dispneia de esforço e ortopneia. Nesse caso, a troca valvar aórtica seria indicada, caso houvesse:
Homem de 39 anos, descendente de imigrantes japoneses, grande fumante, comparece à consulta, devido a dor nas panturrilhas ao andar 500m no plano e lesão ulcerada dolorosa no pé direito. Nega hipertensão arterial e diabetes, bem como história familiar de aterosclerose, artralgias, lesões cutâneas, disfagia, tosse, dispneia, disúria ou oligúria. Nega uso de drogas ilícitas. Seus pulsos femorais e poplíteos são normais, enquanto os tibiais posteriores estão muito reduzidos. Há pequena ulceração dolorosa no pé direito e as extremidades de ambos os pés são frias. A arteriografia mostrou ausência de placas de aterosclerose obstrutivas nas artérias proximais e obstruções com recanalização em segmentos de artérias distais dos membros inferiores, com circulação colateral espiralada nessas regiões. Considerando a principal hipótese diagnóstica, é correto afirmar que:
Idosa de 75 anos, com pancreatite aguda grave, apresenta insuficiência respiratória aguda com hipoxemia severa não responsiva a oxigênio sob máscara, além de hipocapnia. A paciente tem alteração de nível de consciência e opta-se por ventilação invasiva. As medidas no manejo da ventilação mecânica que possibilitaram a diminuição da mortalidade, nesses pacientes, de 50% para cerca de 30% em pouco mais de uma década, foram:
Mulher de 65 anos, IMC de 30kg/m2, em investigação diagnóstica de mal-estar e edema de membro inferior direito, recebeu o diagnóstico de trombose venosa profunda há alguns dias. Inicia uso de 40mg de atorvastatina e 10mg de varfarina. Após cinco dias, apresentou dor, vermelhidão e edema em região da mama esquerda, com bordas bem definidas e aparecimento de petéquias, bolhas purpúricas e necrose na sua parte central, com piora progressiva em algumas horas. Os exames laboratoriais de antes do início do anticoagulante mostram tempo de pró-trombina, tempo de tromboplastina e plaquetas normais e redução dos níveis da proteína C. Em relação a essa complicação, é correto afirmar que a:
Homem de 44 anos, tabagista e etilista, previamente hígido, foi achado em um festival de rock, inconsciente e com estado geral comprometido. No hospital, o paciente está gemente, torporoso, desidratado, com baixo volume urinário, e os exames laboratoriais mostram: hemoglobina = 11g/dL; leucometria = 10.000/mm3; 2% de bastões; glicemia = 70mg/dL; ureia = 100mg/dL; creatinina = 3,5mg/dL; sódio = 135mEq/L; potássio = 7,2mEq/L; bicarbonato = 13mEq/L. A fita urinária (dipstick) mostra pH de 5,4, positiva para sangue e proteína, e o sedimento urinário mostra cilindros granulosos e marrons e ausência de células hematológicas. O diagnóstico mais provável é de:
Homem de 25 anos, HIV positivo, apresenta quadro de cefaleia, vertigem, insônia e irritabilidade, seguido de piora da dor de cabeça e nuca. A TC de crânio é normal. A punção liquórica revela 30 células com predomínio de mononucleares, glicose normal, proteína de 80mg/dL. VDRL positivo 1:8, FTA-ABS positivo. O paciente refere alergia à penicilina. Nesse caso, esse paciente deve ser tratado preferencialmente com:
Homem procura o pronto-socorro, com queixas de ardência urinária e descarga uretral purulenta, de início há dois dias. Refere relações sexuais sem o uso de preservativos. O médico decide tratar empiricamente. Nesse caso, o tratamento de primeira escolha é:
Homem procura o médico com queixas de perda ponderal, sudorese noturna, adinamia e diarreia intermitente, de início há três meses. Refere relações homossexuais sem o uso de preservativos. Traz consigo exame recente de anti-HIV, positivo. Ao exame clínico, apresenta emagrecimento e candidíase oral. Em relação ao início de profilaxias primárias, a melhor conduta é:
Homem de 60 anos procura o pronto-socorro com queixas de dispneia progressiva, perda ponderal, edema de face e do tronco superior. A radiografia do tórax mostra alargamento do mediastino. Há suspeita de síndrome de obstrução da veia cava superior. O tumor mais comumente associado a esse quadro é:
Homem de 50 anos, com dor torácica em investigação, apresenta-se com uma massa mediastinal na tomografia. A mediastinoscopia revela um tumor indiferenciado. Os marcadores tumorais séricos mais úteis na investigação são:
Mulher de 30 anos desenvolve quadro de cefaleia, náuseas e vômitos, no sétimo dia pós-parto, sem febre, rigidez de nuca ou sinais focais. A TC de crânio sem contraste revela hemorragia na topografia do seio lateral esquerdo, que é confirmada por ressonância magnética. Não há efeito de massa. A conduta correta, nesse caso, é:
Nos pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), as infecções bacterianas estão implicadas em grande parte das exacerbações. A classe de antibióticos que tem mostrado benefício em uso profilático, nesses pacientes, é a dos:























