Homem de 49 anos mantém acompanhamento com cardiologista devido a prolapso de valva mitral. Refere realizar caminhadas regulares de aproximadamente 30 minutos, 5 vezes na semana, sem sintomas. Ao exame físico, apresentou: PA = 126x74 mmHg; FC = 68 bpm; ritmo cardíaco regular em dois tempos; bulhas normofonéticas com sopro sistólico 4+/6+ em foco mitral; murmúrio vesicular presente sem ruídos adventícios. Realizou ecocardiograma que demonstrou: FE = 61%, diâmetro diastólico do VE de 59 e sistólico de 42 mm, PSAP de 51 mmHg e insuficiência mitral importante secundária a prolapso de cúspide posterior (P2). Conforme a Atualização das Diretrizes Brasileiras de Valvopatias – 2020, o tratamento mais apropriado, nesse momento, é
Homem de 81 anos, hipertenso, dislipidêmico, diabético, com histórico de angioplastia da artéria descendente anterior com stent farmacológico há 5 anos, comparece ao consultório do cardiologista com queixa de dispneia progressiva nos últimos 4 meses, atualmente aos moderados esforços. Faz uso de anlodipino 5 mg + perindopril 5 mg, 1x ao dia. Nega angina, palpitações ou síncope. Ao exame: RCR, 2T, sopro sistólico de ejeção em foco aórtico 2+/6+, FC 80 bpm, PA 136x68 mmHg. Pulsos simétricos, com amplitude normal. Ausculta pulmonar sem alterações. Eletrocardiograma com sobrecarga atrial e ventricular esquerda. Foi solicitado ecocardiograma, que evidenciou área valvar aórtica de 0.8 cm² e área valvar indexada de 0,58 cm²/m², gradiente médio de 33 mmHg, função sistólica preservada (FE 71%), disfunção diastólica, hipertrofia ventricular esquerda e volume ejetado indexado de 32 mL/m². Nesse caso, a tomografia de cálcio valvar indica a presença de estenose aórtica importante, baixo fluxo e
Mulher de 25 anos foi selecionada para um emprego e, no exame admissional, foi identificado um desdobramento fixo de segunda bulha. Nega sintomas e não apresenta comorbidades ou uso de medicamentos. Nesse caso, conclui-se que
A presença do diabetes mellitus (DM) aumenta a incidência de eventos cardiovasculares, mas a população diabética é muito heterogênea, com indivíduos de maior e menor risco cardiovascular. Conforme a Atualização da Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose - 2017, o paciente diabético sem outras comorbidades e classificado como de alto risco cardiovascular seria
Homem de 43 anos procura cardiologista relatando níveis elevados de pressão arterial, identificados durante uma campanha do dia mundial da hipertensão realizada no shopping de sua cidade. Nega queixas cardiovasculares, comorbidades conhecidas, não fuma e faz exercícios físicos regularmente, além de já ter realizado ajustes na dieta após orientação da sua esposa, que é nutricionista. Ao exame físico: PA 150 x 96 mmHg FC 88 bpm, IMC 24,5 kg/m2, auscultas cardíaca e pulmonar normais, ausência de sopro abdominal, pulsos presentes e simétricos. Realizou os seguintes exames: glicemia 101 mg/dL; Hb glicada 5,8 %; colesterol total 200 mg/dL; HDL 40 mg/dL; LDL 110 mg/dL; TG 250 mg/dL; creatinina 0,8 mg/dL; K 3,9 mEq/L; Na 138 mEq/L; ácido úrico 4,5 mg/dL; TSH 2,0 uM/L; EAS normal e eletrocardiograma com sobrecarga ventricular esquerda. De acordo com as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial – 2020, o tratamento da HAS recomendado é iniciar
Jogador profissional de futebol, de 25 anos, teve diagnóstico de miocardite há 3 semanas após quadro viral de vias aéreas superiores. Evolui bem, assintomático, com área de realce tardio mesoepicárdico em parede ínfero-lateral na ressonância cardíaca, apresentando fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 51%. O cardiologista consultado, após estudar atentamente as recomendações da Diretriz Brasileira de Miocardites de 2022, orientou que,
A pericardite aguda decorre da inflamação do saco pericárdico e é uma causa importante de dor torácica na unidade de emergência, sendo responsável por aproximadamente 5% das causas de etiologia não isquêmica. O paciente com pericardite aguda que poderá realizar o tratamento e seguimento clínico de forma ambulatorial, com menor risco de complicações, é
A avaliação dos aneurismas de aorta pode ser realizada por ecocardiograma, angiotomografia e ressonância magnética. A indicação para intervenção vai depender da etiologia, da presença de sintomas, dos diâmetros e da velocidade de crescimento. Nesse contexto, o caso clínico que apresenta indicação de correção cirúrgica do aneurisma de aorta ascendente é
Mulher de 32 anos, parda, gravidez gemelar, sem comorbidades, iniciou acompanhamento pré-natal com 12 semanas e apresentou PA 124 x 82 mmHg, FC 92 bpm. Na 28ª semana de gestação, foi identificado aumento dos níveis pressóricos, em mais de uma ocasião, com valores de 142 x 102 mmHg, FC 98 bpm. Nega cefaleia, alterações visuais ou dor abdominal e está seguindo as orientações dietéticas. Exames laboratoriais sem alterações significativas e EAS normal. Fetos sem restrição de crescimento intrauterino ao ultrassom. Esse quadro é indicativo de

































