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Sobre a estratificação do risco cardiovascular em indivíduos com sobrepeso ou obesidade, é correto afirmar:
As alterações eletrolíticas cursam com alterações no eletrocardiograma (ECG). Associe as colunas relacionando as alterações eletrolíticas às respectivas alterações no eletrocardiograma.
Considerando as metas de perda de peso para redução de fatores de risco cardiovasculares, assinale a alternativa correta:
Homem, 60 anos, com fibrilação atrial crônica, em uso de varfarina e bisoprolol, apresenta INR de 6,5 em exame de rotina, sem sinais de sangramento e com sinais vitais estáveis. Traz exames laboratoriais evidenciando creatinina, bilirrubinas, TGO, TGP e fosfatase alcalina normais. Qual é a conduta mais indicada neste caso?
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os dispositivos de assistência circulatória mecânica utilizados no Brasil às suas respectivas descrições.
Homem de 57 anos, IMC de 36 kg/m², portador de diabetes tipo 2 há 12 anos, hipertensão e DAC estável, faz uso de metformina, enalapril e estatina. O escore PREVENT estimou risco DASCV > 20% em 10 anos. De acordo com a diretriz de 2025, qual das seguintes estratégias farmacológicas está mais indicada para este paciente?
Em relação ao diagnóstico clínico da Hipercolesterolemia Familiar (HF) segundo a Dutch Lipid Clinic Network (DLCN), assinale a alternativa correta:
As tienopiridinas são bloqueadores seletivos e irreversíveis do receptor de ADP e o clopidogrel é seu principal representante. Seu efeito antiplaquetário se deve ao bloqueio do complexo glicoproteína IIb/IIIa. Entretanto, há outros efeitos que reduzem a taxa de eventos cardiovasculares maiores e aumentam a sobrevida. Qual dos efeitos abaixo não está relacionado ao clopidogrel?
Sobre o rastreamento da Hipercolesterolemia Familiar (HF), segundo a Diretriz Brasileira de 2021, é correto afirmar:
Uma mulher de 52 anos com hipertrofia ventricular esquerda de etiologia incerta é encaminhada para ressonância magnética cardíaca. Durante o exame, observam-se valores de T1 nativo marcadamente elevados e realce tardio transmural difuso em padrão subendocárdico acometendo toda a extensão ventricular. Qual o diagnóstico mais provável baseado nestes achados de mapeamento paramétrico:
Um adolescente de 16 anos, atleta de elite, é submetido a ecocardiograma que evidencia hipertrofia ventricular esquerda com espessura de 14 mm. Diante da incerteza diagnóstica entre cardiomiopatia hipertrófica e coração de atleta, a ressonância magnética cardíaca é solicitada. O mapa T1 e a fração de volume extracelular encontram-se nos valores normais ou reduzidos, com ausência de realce tardio. Qual a conclusão mais apropriada:
Uma mulher de 72 anos é submetida a tomografia computadorizada cardíaca para planejamento de implante transcateter de valva aórtica. Durante a avaliação, o radiologista identifica calcificação importante na via de saída do ventrículo esquerdo, estendendo-se da valva aórtica calcificada para o septo perimembranoso com comprimento de 6 mm. Considerando as recomendações da Diretriz SBC/CBR 2024, essa paciente apresenta risco aumentado de:
São indicações para a reabilitação cardiovascular, EXCETO:
Um homem de 48 anos apresenta dor torácica em repouso. O eletrocardiograma mostra elevação de segmento ST em parede anterior. A angiografia coronária não evidencia estenose significativa nas artérias coronárias epicárdicas, sugerindo infarto de miocárdio com artérias coronárias não obstrutivas (MINOCA). A ressonância magnética cardíaca é realizada e evidencia realce tardio subepicárdico ao longo da parede anterior ventricular esquerda. Qual o diagnóstico etiológico mais provável baseado neste padrão de realce tardio?
Paciente de 56 anos refere que, há 1 ano, começou a cursar com dispneia aos grandes esforços e emagrecimento. Tal sintoma se acentuou ao longo dos meses, passando a ocorrer aos médios esforços com dificuldades para subir as escadas de casa e, há 1 mês, ao repouso, com tosse noturna. Comenta, ainda, que não tolera o decúbito dorsal e que “permanece na posição sentada para conseguir respirar”, sentindo piora considerável da dispneia quando se deita. Hipertenso, em uso de Losartana 50mg 12/12h, Anlodipino 5mg 1x/dia, Metformina XR 750mg após o almoço e após o jantar e Gliclazida 30mg antes do almoço. Tabagista e etilista. Ao exame físico: Regular estado geral, lúcido e orientado em tempo e espaço, emagrecido, dispneico, anictérico, acianótico, afebril, mucosas hipocrômicas (+/4+) e taquipneia. FC = 101 bpm; FR = 24 ipm; PA = 135 x 90 mmHg. Presença de estase de jugulares bilateralmente à 45°. Murmúrio vesicular diminuído em base de hemitórax direito, com estertores crepitantes bi basais, mais pronunciados à direita. Ictus cordis não visível, palpável em 7º EIC na linha hemiclavicular esquerda, pouco impulsivo. Bulhas rítmicas normofonéticas e taquicárdicas em 03 tempos, com presença de B3, sem sopros. Abdômen globoso com sinais de ascite. Extremidades com presença de edema bilateral (++/4), com cacifo. Diante desse quadro, assinale a alternativa CORRETA.
Qual é o mecanismo primário para o desenvolvimento da insuficiência cardíaca diastólica?
Um paciente de 74 anos procura a emergência com queixa de palpitações. É realizado um eletrocardiograma, que evidencia a presença de uma taquicardia sinusal com frequência cardíaca de 116 batimentos por minuto. São causas de taquicardia sinusal as seguintes, EXCETO:
São possíveis indicações do strain no ecocardiograma com estresse: I. Detecção de isquemia. II. Avaliação de viabilidade miocárdica. III. Avaliação de estenose aórtica. IV. Avaliação de taquicardia supraventricular paroxística. Quais estão corretas?
Sobre a utilização do ultrassom intravascular (IVUS) para auxílio diagnóstico no laboratório de hemodinâmica, analise as afirmativas a seguir.
Paciente de 45 anos, hipertenso e diabético, encontra-se em investigação ambulatorial de dor torácica tipo anginosa. Inicialmente trouxe um ecocardiograma com FE de 45% e disfunção segmentar anterior, além de um teste ergométrico eficaz, interrompido por dispneia, sem alteração eletrocardiográfica de isquemia, sendo atingido 11 METs. Opta-se por angiotomografia de coronárias, que demonstra lesão severa no terço médio da artéria descendente anterior e uma lesão moderada no terço médio da primeira marginal da artéria circunflexa. Nesse momento, qual a terapia indicada para o paciente?
Um paciente de 76 anos com diagnóstico de fibrilação atrial crônica, Diabete Melito (DM) tipo 2 e hipertensão arterial sistêmica tem indicação de prevenção de acidente vascular cerebral tromboembólico associado à formação de trombos intracardíacos pela fibrilação atrial. São fármacos indicados para prevenção, como tratamento de eleição, para esse paciente:
Uma mulher de 64 anos, hipertensa, diabética e com histórico de infarto do miocárdio há 3 anos, chega ao pronto-socorro com queixa de dor torácica em aperto, irradiando para o pescoço, iniciada há 3 horas. A dor não aliviou com repouso. O eletrocardiograma (ECG) mostra alterações inespecíficas de repolarização ventricular, sem supradesnivelamento do segmento ST. A dosagem de troponina revelou elevação significativa. O paciente está hemodinamicamente estável, com pressão arterial de 155/85 mmHg e frequência cardíaca de 52 bpm. Ausculta pulmonar sem crepitações ou sibilos, sem sinais de insuficiência cardíaca aguda. A equipe médica decide internar a paciente para estudo coronariano invasivo, haja vista o escore de risco ter sido calculado como de alto risco. Qual deve ser a conduta inicial mais adequada no pronto-socorro para essa paciente?
Diante desse relato, avalie as afirmativas a seguir quanto aos sinais de insuficiência cardíaca direita.
A hipertensão arterial provoca, ao longo de sua evolução clínica, alterações da contratilidade miocárdica comprovada com a redução do strain longitudinal em resposta à pós-carga e ao estresse sistólico de parede elevados. Em relação ao strain longitudinal e à hipertensão, analise as seguintes assertivas: I. A queda do SLG traduz a disfunção miocárdica subclínica antes mesmo do surgimento da HVE e queda de FE detectada pela medida tradicional, sendo essa medida do strain a única a se alterar em HAS estágio A do desenvolvimento de IC. II. A redução do SLG acontece, tardiamente, na região basal do septo interventricular. III. Reduções do SLG não foram observadas em pacientes com hipertensão do tipo “jaleco branco”. Quais estão corretas?
O conceito de Strain ou rigidez elástica foi descrito pela primeira vez em 1973, em músculo cardíaco isolado e em corações intactos, definido como a deformação da fibra miocárdica que ocorre após a aplicação de uma força. Strain reflete a deformação total do miocárdio durante o ciclo cardíaco em relação ao seu comprimento inicial. Em relação à avaliação do Strain baseado no Doppler tecidual, assinale a alternativa correta.
Quais fármacos, entre os abaixo citados, frequentemente usados sem prescrição médica, podem ser causa de hipertensão arterial sistêmica secundária?
Assinale a alternativa que apresenta a melhor opção terapêutica a ser utilizada no momento.
Em relação ao manejo inicial do paciente com infarto agudo do miocárdio (IAM), assinale a conduta INCORRETA.
Em relação à anatomia do coração, assinale a alternativa INCORRETA.
Em relação à doença isquêmica coronariana em homens e mulheres, analise as assertivas abaixo: I. Mulheres têm artérias coronárias epicárdicas menores do que as dos homens, mesmo após ajuste para superfície corporal e massa do ventrículo esquerdo. II. As mulheres que apresentam doença coronariana obstrutiva geralmente são mais velhas do que os homens, têm mais comorbidades cardiovasculares e maior incidência de desfechos cardiovasculares adversos, incluindo mortalidade após Infarto Agudo do Miocárdio (IAM). III. A dor torácica não é o sintoma mais prevalente de IAM nas mulheres. Quais estão corretas?





















