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Sobre os passos iniciais do manejo, assinale a alternativa correta.
A doença renal crônica é uma das principais comorbidades dos pacientes cardiopatas, com importante impacto na mortalidade desses pacientes. Qual das medicações a seguir NÃO faz parte da estratégia da redução de progressão da disfunção renal, particularmente em diabéticos?
Homem, 35 anos, com histórico de displasia arritmogênica do ventrículo direito e desfibrilador implantável (CDI) para prevenção primária, procura avaliação após receber um choque. Ele não faz uso de nenhuma medicação atualmente. PA: 130/60 mmHg, FC: 72 bpm. Exame físico sem alterações. A análise do dispositivo mostrou que o choque foi por taquicardia supraventricular (TSV) a 160 bpm. Seu eletrocardiograma (ECG) da visita prévia está disponível a seguir: Qual a medicação mais apropriada no manejo desse paciente?
Em pacientes com Fibrilação Atrial (FA) submetidos à cardioversão elétrica, é INCORRETO afirmar que
Homem de 53 anos com queixa de palpitações frequentes. O eletrocardiograma revela fibrilação atrial com resposta ventricular rápida. O medicamento de escolha para controle inicial da frequência cardíaca é:
A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) é uma doença crônica de causa multifatorial, caracterizada por níveis elevados e sustentados de pressão arterial (PA) geralmente não associada a sintomas. Em relação à HAS, assinale a alternativa CORRETA:
São sinais de possível disfunção ventricular esquerda durante o teste ergométrico as seguintes situações a seguir, EXCETO:
Uma mulher de 56 anos procura atendimento médico com história de dispneia progressiva aos esforços há 1 mês. História médica prévia: diabetes mellitus tipo 2, hipertensão arterial, dislipidemia, asma grave, depressão e hipotireoidismo. Medicações: metformina 500 mg 2x/dia, olmesartana 20 mg/dia, atorvastatina 20 mg/dia, sertralina 50 mg/dia, levotiroxina 88 mcg/dia, fluticasona/salmeterol 250/50 mcg inalatório 2x/dia e inalador de salbutamol de resgate cerca de 2x/dia. Exame físico: PA: 90/60 mmHg, FC: 68 bpm. Restante do exame físico normal. BNP elevado: 300 pg/mL. Outros exames laboratoriais, incluindo função tireoidiana e painel metabólico, são normais. Ecocardiograma: disfunção sistólica grave de ventrículo esquerdo. Qual é o próximo passo mais apropriado na avaliação dessa paciente?
De acordo com as diretrizes ESC 2024 sobre hipertensão arterial, é INCORRETO afirmar que
Paciente de 62 anos do sexo masculino da entrada no Pronto Atendimento com queixa de dor torácica persistente que irradia para o ombro e braços, palpitações, falta de ar, pele fria, pálida e úmida. Após exames, apresentou eletrocardiograma e biomarcadores cardíacos alterados. Diante disso, deve-se suspeitar de:
Paciente de 68 anos, com insuficiência cardíaca e fração de ejeção reduzida, está em uso de inibidor da ECA e betabloqueador. Qual dos medicamentos abaixo é adicionado para redução de hospitalizações e mortalidade?
O estudo Danger-Shock, publicado este ano na American Heart Association, sobre o uso do Impella em pacientes com infarto agudo do miocárdio que evoluíram com choque cardiogênico, teve como principais achados para o grupo randomizado para intervenção com o aparelho todos os citados abaixo, EXCETO:
Homem, 62 anos, portador de hipertensão arterial, infarto prévio e diabetes mellitus tipo 2, apresenta dispneia aos pequenos esforços. Realizou ecocardiograma que evidenciou fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE = 35%) e hipocinesia difusa com predomínio anteroapical. Pressão arterial em consultório: 122/76 mmHg; função renal preservada (TFG 65 mL/min/1,73m²); potássio sérico: 4,5 mEq/L. Os exames funcionais não mostram isquemia. Encontra-se em uso regular de carvedilol 25 mg 2x/dia e enalapril 20 mg 2x/dia. De acordo com as diretrizes atuais, assinale a alternativa que apresenta o próximo passo mais adequado no tratamento.
Paciente de 78 anos, sexo masculino, com história de infarto agudo do miocárdio há 15 anos, foi internado na enfermaria para avaliação de claudicação intermitente com piora progessiva. Durante a internação, apresentou perda súbita de consciência e ausência de pulso central palpável. A monitorização cardíaca revelou fibrilação ven-tricular. A equipe iniciou a ressuscitação cardiopulmonar (RCP) e desfibrilação imediata, sendo reiniciada a RCP na sequência. Após 2 minutos, foi analisado o ritmo, e a FV persistia. Foi administrado segundo choque e pronta-mente reiniciada a RCP com compressões. Qual é a próxima medida recomendada segundo as diretrizes atuais de suporte avançado de vida em cardiologia?
Homem, 65 anos, com IC com fração de ejeção reduzida (FEVE 28%), NYHA III, sem congestão ao exame clínico, está com terapia farmacológica plena e otimizada. Exame físico: PA: 118/72 mmHg, FC: 68 bpm (ritmo sinusal); ECG: aparenta morfologia de bloqueio do ramo esquerdo com duração de QRS 138 ms. Laboratório: ferritina: 45 μg/L, saturação da transferrina: 17%, Hb: 13,2 g/dL, TFG: 60 mL/min/1,73 m², K: 4,7 mEq/L. Ecocardiograma: VE dilatado; insuficiência mitral discreta; VD normal, sem sinais de hipertensão pulmonar. Qual é o próximo passo que mais provavelmente melhora sintomas e reduz hospitalizações por IC nesse momento?
Mulher, 72 anos, procura atendimento ambulatorial relatando cansaço progressivo há cerca de quatro meses, especialmente durante atividades rotineiras, como subir escadas. Refere ainda episódios de ortopneia e edema em membros inferiores ao final do dia. É hipertensa e diabética há mais de 20 anos, com controle irregular. Nega história de infarto ou cirurgia cardíaca. Ao exame físico, apresenta pressão arterial de 130x80 mmHg, frequência cardíaca de 84 bpm, estertores crepitantes bibasais à ausculta pulmonar e edema em membros inferiores +/4+. O ecocardiograma mostra fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 58%, hipertrofia ventricular esquerda e disfunção diastólica grau II. Os níveis de NT -proBNP encontram -se elevados. Com base nos dados apresentados, selecione a alternativa que melhor explica a abordagem terapêutica indicada para a paciente :
Paciente de 72 anos apresenta dispneia progressiva aos esforços e edema em membros inferiores. Apresenta ao exame físico: PA = 110 x 70 mmHg, FC = 90 bpm, presença de estertores bibasais e refluxo hepatojugular. Ecocardiograma com doppler colorido com fração de ejeção VE = 35%. Entre as alternativas a seguir, qual é o tratamento preconizado para esse paciente?
O chamado VENTRÍCULO SUICIDA é uma complicação relacionada a TAVI (implante de valva aórtica transcutânea), tendo como opções de tratamento as seguintes medidas, EXCETO:
Qual é a conduta farmacológica de primeira linha para a supressão da arritmia neste quadro de tempestade elétrica?
Paciente de 70 anos, com hipertensão e diabetes, apresenta angina estável. O exame mais indicado para avaliar a presença de isquemia miocárdica é:
Paciente do sexo masculino, 62 anos, hipertenso há mais de 20 anos, com diabetes mellitus tipo 2 controlado com metformina e empagliflozina, procura atendimento médico por dispneia progressiva aos esforços há 6 meses, agora presente em atividades leves como banho e troca de roupas. Refere dois episódios de dispneia paroxística noturna nas últimas semanas e edema de membros inferiores (+++/4). Relata ter interrompido recentemente o uso de enalapril devido à tosse. Exame físico: paciente em regular estado geral, corado, PA = 100 x 70 mmHg, FC = 95 bpm, bulhas rítmicas com terceira bulha audível, estertores crepitantes até terços médios pulmonares e edema maleolar bilateral. Ecocardiograma: fração de ejeção ventrículo esquerdo de 30%, dilatação do ventrículo esquerdo e hipertrofia excêntrica, e exame de BNP = 1 450 pg/mL (VN < 100 pg/mL). Qual deve ser a conduta terapêutica inicial para melhorar os desfechos clínicos desse paciente?
Em um adulto com hipercalcemia aguda, aponte qual alteração eletrocardiográfica é mais característica:
Roberto, 68 anos, é internado eletivamente para ressecção anterior baixa de reto por adenocarcinoma, com tempo cirúrgico estimado de 3 horas sob anestesia geral. Apresenta hipertensão arterial sistêmica controlada com losartana e Diabetes Mellitus tipo 2 em uso de metformina, com hemoglobina glicada de 7,1%. Ao exame físico, encontra-se estável, normocorado, com pressão arterial de 140/85 mmHg e frequência cardíaca de 78 bpm. Nega dispneia aos esforços habituais e refere conseguir subir dois lances de escada sem limitação. Não apresenta história de doença coronariana, insuficiência cardíaca ou doença cerebrovascular. Eletrocardiograma mostra ritmo sinusal sem alterações isquêmicas. A conduta mais apropriada para avaliação pré-operatória do risco cardiovascular nesse paciente é
A Insuficiência Cardíaca (IC (Insuficiência Cardíaca)) é uma via final comum de diversas cardiopatias. Para o manejo adequado, utiliza-se a classificação funcional da New York Heart Association (NYHA (New York Heart Association)), que se baseia na gravidade dos sintomas e na limitação da atividade física. Um paciente que apresenta sintomas de dispneia e fadiga aos esforços menores que os habituais (como tomar banho ou vestir-se), mas que se sente confortável no repouso, enquadra-se em qual classe funcional da NYHA? Assinale a alternativa CORRETA.
Um paciente de 60 anos, com diagnóstico prévio de fibrilação atrial, será submetido a uma hernioplastia inguinal. Ele faz uso regular de apixabana e não apresenta outras comorbidades. Qual é a melhor estratégia para manejo do anticoagulante?
São indicações da Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial (MAPA) de 24 horas:
Homem de 40 anos, previamente hígido, apresenta dor torácica após uma corrida intensa. A troponina está levemente elevada, e o eletrocardiograma é normal. O diagnóstico mais provável é:
Um paciente portador de doença pulmonar obstrutiva crônica comparece ao hospital com queixa de dispneia. O eletrocardiograma apresenta onda P apiculada em DII, onda P com poro inicial positiva ampla em V1 e sobrecarga de ventrículo direito com desvio de eixo para direita. Qual a associação fisiopatológica dessas alterações:
Homem de 56 anos comparece à consulta de rotina, relatando bom estado geral e ausência de queixas. Refere que pratica caminhada leve três vezes por semana e que não usa medicações regulares. Seu histórico familiar inclui pai hipertenso e falecido por infarto agudo do miocárdio. Durante a consulta, foram aferidas três medidas de pressão arterial em intervalo de dois minutos, todas com valores acima de 150/90 mmHg. Exame físico e exames laboratoriais recentes estão dentro da normalidade, sem evidências de lesão de órgão -alvo. O médico solicitou monitorização residencial da pressão arterial (MRPA), cujos valores médios registrados foram de 127/78 mmHg. O paciente demonstra boa adesão às orientações fornecidas e nega sintomas ou uso de substâncias que interfiram na pressão arterial. Com base nos dados apresentados, analise as afirmativas a seguir quanto às condutas mais adequadas para este paciente :
Homem, 45 anos, procura o pronto-socorro com início súbito de dispneia enquanto levantava peso na academia. Relata sopro cardíaco de longa data, mas era saudável e não usava medicações. Exame físico: Em insuficiência respiratória aguda; PA: 92/74 mmHg em ambos os braços; FC: 122 bpm, regular; SpO2: 84% em ar ambiente. Exame cardíaco: precórdio hiperdinâmico, presença de B3, sopro sistólico em decrescendo 1+/6 no ápice. Pulmões: estertores difusos. ECG: taquicardia sinusal, sem outras alterações. Ecocardiograma transtorácico (TTE): janelas ruins; câmaras normais, FEVE 78%, regurgitação mitral/tricúspide leve, VCI normal, integral velocidade-tempo no trato de saída do ventrículo esquerdo (VTI-TSVE) apenas 10 cm (sugere baixo débito). Qual é o próximo passo mais apropriado na avaliação desse paciente?





















