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Sobre a cetoacidose diabética, assinale a afirmativa INCORRETA:
Mulher de 78 anos, com hipertensão arterial sistêmica e diabetes mellitus há 22 anos procura atendimento médico com sinais de insuficiência cardíaca congestiva. As drogas capazes de alterar a mortalidade a longo prazo são:
O que caracteriza a tríade de Cushing?
Além das medidas de mudança de estilo de vida, o uso inicial de estatinas de alta potência é indicado no caso de paciente:
A causa mais comum de hiperuricemia em paciente com gota primária é:
Mulher de 30 anos procura o pronto atendimento com queixa de febre, emagrecimento, palpitações e dor na região cervical anterior há 10 dias. Apresenta bócio difuso doloroso, está taquicárdica, febril, com tremor de extremidades e pele úmida e quente. Nesse caso, a proposta de tratamento mais adequada é:
Mulher de 35 anos, branca, realiza exame de densitometria mineral óssea e o resultado liberado foi de Z -score na coluna lombar de -2,3 e no fêmur total de -1,7. Nesse caso, o diagnóstico da pa ciente e a conduta adequada são, respectivamente:
Mulher de 61 anos , com história de ne oplasia de colo de útero tratada com histerectomia e radioterapia , apresenta insuficiência renal aguda oligúrica. O exame mostra sedimento urinário normal, sódio urinário de 35 mEq/L e fração excretada de sódio de 2%. Nesse caso, a conduta CORRETA no momento é:
Homem de 25 anos, com história de doença ulcerosa péptica, tem nível de hemoglobina de 10 g/dL. O exame com maior probabilidade de ser desse paciente é o que apresenta :
Homem de 36 anos é examinado por seu médico por dor em mãos, punhos e joelhos. Ele recebe o diagnóstico de artrite reumatoide. Nesse caso, o tratamento que reduzirá a inflama ção articular e a progressão da doença é:
Homem etilista de 48 anos é internado com pancreatite aguda. Ele é submetido à hidratação v enosa e colocado em dieta zero. Nesse caso, é um sinal de mau prognóstico:
Homem de 62 anos, com valvulopatia reumática, operado há 15 anos, com prótese mecânica, em posição aórtica e, apresentando história de cansaço progressivo aos esforços, há quatro meses. Ao exame clínico, apresenta palidez cutânea mucosa, PA = 110 X 60mmHg; FC = 112bpm, descorado ++/4+, sopro sistólico em diamante em foco aórtico +++/4+ e irradiação para carótidas e sem visceromegalias. Os exames laboratoriais mostram hemoglobina = 6,5g/dL; VCM = 68fL; CHCM = 29g/dL; reticulócitos = 2,2% e a presença de esquizócitos em sangue periférico. Os leucócitos e as plaquetas não apresentam alterações. O LDH é de 1.200UI/L e existe consumo da haptoglobina. O exame de urina apresenta sangue ++/4; proteína +/4; urobilinogênio e hemácias ausentes. A EDA e colonoscopia são normais. O tipo de anemia atual e sua fisiopatologia, respectivamente, são:
Mulher de 27 anos procurou atendimento médico com história de alteração do hábito intestinal há seis meses, com cinco evacuações pastosas ao dia, precedidas por cólica abdominal que melhora após evacuação. Nega hiporexia, perda de peso, sangue ou muco nas fezes. Exame físico de abordagem sem alterações, exceto por uma discreta dor à palpação profunda em fossa ilíaca esq uerda, sem sinais de irritação. Nesse caso, a conduta adequada é:
Mulher de 56 anos, hipertensa e com insuficiência cardíaca, índice de massa corpórea (IMC) de 33kg/m2, apresenta dor em hipocôndrio direito e os exames de disfunção hepática mostram elevação de aminotransferases. Faz uso de enalapril e carvedilol, sem histórico de tabagismo e etilismo. Os exames laboratoriais apresentam: hemoglobina = 12g/dL; leucócitos = 8.000células/mm³; plaquetas = 230.000/mm³; glicemia de jejum = 144mg/dL; creatinina = 1,0mg/dL; colesterol total = 240mg/dL; LDL-colesterol = 150mg/dL, triglicerídeos = 290mg/dL; ALT = 83UI/L; AST = 65UI/L; fosfatase alcalina = 85UI/L; gama GT = 140 UI/L; ferritina = 800pmol/L; hemoglobina glicada de 7,0% e saturação da transferrina = 40%. O fibroscan mostra fibrose de moderada intensidade. Nesse caso, a melhor recomendação a ser instituída é uso de:
O uso de angiotomografia coronariana no cenário da emergência tem sido cada vez mais comum em paciente com suspeita de síndrome coronarian a aguda. Sobre o uso desse exame, assinale a afirmativa CORRETA:
Mulher, 25 anos, há algumas semanas com cefaleia, dor torácica, associada com febre, sudorese noturna, mialgia e queda do estado geral, apresentou nos últimos dias dispneia e emagrecimento. Apresenta fenômeno de Raynaud, em mão direita, e eritema nodoso, em membros inferiores. No exame físico, apresenta sopro diastólico, em foco aórtico acessório +++/4 com B3, PA = 110 x 50mmHg MSE e 85 x 50mmHg em MSD, FC = 110bpm, turgência jugular a 45°, crepitações em bases pulmonares e edema de membros inferiores ++/4. Os exames laboratoriais evidenciam hemoglobina = 10g/dL, leucócitos = 12.000 células/mm3, plaquetas = 500.000/mm3, VHS = 110mm/h, PCR = 100mg/L, ureia = 30mg/dL, creatinina = 1,1mg/dL. O FAN e o ANCA são negativos e o pró-BNP apresenta valor de 1.000pg/mL. O exame de urina não mostra alterações. A TC de tórax mostra cardiomegalia, sinais de congestão, espessamento e alargamento mediastinal, por aumento vascular. O diagnóstico mais provável e a melhor opção terapêutica, respectivamente, são:
Homem de 51 anos com sobrepeso comparece ao ambulatório de neurologia com queixa de cefaleia holocraniana de forte intensidade associada a náuseas e vômitos, que estão aumentando há duas semanas. Refere borramento visual. Presença de papiledema ao exame de fundoscopia. Restante do exam e neurológico sem alterações. Tomografia de crâni o normal. Nesse caso, a conduta CORRETA é:
Mulher de 60 anos, etilista social e tabagista de 40 maços-ano, inicia quadro de febre vespertina, associada com artrite simétrica de extremidades, caracterizada por edema e sinais flogísticos exuberantes, em articulações interfalangianas e punhos. A TC de tórax mostra nódulos de 1 a 2cm de bordos bem definidos, em ambos os pulmões. O fator reumatoide é positivo, ácido úrico é de 6,8mg/dL e o anti-CCP é negativo. O diagnóstico mais provável e seu tratamento sintomático, respectivamente, são:
Mulher de 47 anos relata dor intensa pelo corpo, difusa , além de fadiga. Piora progressiva há três anos, com capacidade funcional reduzida, sono não reparador e constipação intestinal. Sem deformidades ou edema articular. Hemograma e PCR normais. Nesse caso, a opção farmacológica CORRETA é:
Mulher de 40 anos apresenta história de aparecimento de hirsutismo há alguns meses. Recentemente apresenta evidências de virilização (clitoromegalia, alopecia androgênica, aumento de massa muscular e engrossamento da voz) e hipertensão arterial. Após esse quadro, houve parada da menstruação que antes era regular. A dosagem da testosterona é de 300ng/dL (valor normal até 40ng/dL) e a dosagem de 17-OH progesterona, androstenediona, cortisol e sulfato de desidroepiandrosterona (DHEAS) sérico está elevada. O provável diagnóstico é:
Idosa, residente em área urbana de Belo Horizonte, previamente hígida, comparece ao pronto atendimento com febre, cefaleia retro -orbitária, astenia e mialgia de início há três dias. Nega sintomas gripais, dor abdominal e alterações do hábito intestinal. Exames laboratoriais revela m hemoglobina de 16,2 g/dL, 48% de hematócrito, 98.000 plaquetas, 2.400 leucócitos globais com 50% de neutrófilos e 40% de linfócitos . Nesse caso, p ara a investigação etiológica do qua dro, no dia do atendimento, o exame que deve ser solicitado é :
Homem de 46 anos, IMC de 40kg/m2, com doença coronariana, inicia tratamento com drogas para DM2, por via oral, após resultado de hemoglobina glicosilada de 10%. O paciente nega etilismo, mas é tabagista de 40 maços-ano. Inicialmente, há boa resposta ao uso da medicação. Retorna algumas semanas depois com antecedentes de quadro gripal, relatando dor abdominal, náuseas, vômitos, taquipneia e desidratação, mas sem febre. Os exames laboratoriais apresentam glicemia = 150mg/dL, creatinina = 1,4mg/dL, ureia = 65mg/dL, potássio = 5,5mEq/L, amilase = 1.500UI/L e lipase = 100UI/L. Para a melhor definição do quadro descrito, deve-se solicitar:
Um h omem de 57 anos, portador de cirrose alcoólica, chegou ao pronto -socorro com hematêmese e melena há quatro horas. Ao exame físico , está com sinais de choque hipovolêmico. Após estabilização clínica, as primeiras medidas a serem utilizadas devem ser :
Homem de 65 anos apresenta história recente de cefaleia matutina que melhora durante o dia. O quadro evolui com edema de papila e alteração do nível de consciência. Relata emagrecimento nas últimas semanas e queda do estado geral. A TC de crânio mostra múltiplas lesões em lobos temporais, na junção da substância branca e cinzenta, com grande área de edema perilesional. Uma das lesões apresenta pequena área de hemorragia. O tipo de edema cerebral e a hipótese mais provável, respectivamente, são:
Homem de 65 anos, com história de hipertensão arterial de difícil controle, apesar do uso regular da medicação, realizou vários exames que afastaram uma causa secundária para o quadro pressórico. Atualmente, usa dose plena de clortalidona, enalapril e anlodipino, regularmente, mas sem controle pressórico adequado. Nesse caso, a melhor opção medicamentosa, visando o controle da pressão arterial, é a adição de:
Mulher de 44 anos, balconista, apresenta quadro de insuficiência venosa crônica, com história de dor, vermelhidão em perna direita, associada com febre alta e calafrios, há 24 horas. Na perna direita, há uma área de 8cm de vermelhidão, com aumento da temperatura, bordas mal delimitadas e aparecimento de bolhas de conteúdo purulento. O diagnóstico mais provável e o germe responsável, respectivamente, são:
Homem de 34 anos, com história de artrite no joelho esquerdo, iniciada há 20 dias, e artrite em tornozelo direito, após dois dias, associada à fadiga, perda de peso e alterações oculares, com “síndrome do olho vermelho”. Refere quadro de corrimento uretral mucopurulento, há 35 dias. No exame oftalmológico foi diagnosticado uveíte anterior. Apresenta fascite plantar e aparecimento de sopro diastólico suave, em meso. Paciente nega febre, etilismo e tabagismo. O líquido sinovial apresenta 40.000 leucócitos/mm3, 95% de polimorfonucleares, coágulo pobre em mucina, Gram sem a presença de germes, cultura em andamento e ausência de cristais. O diagnóstico mais provável é artrite:
Mulher de 30 anos, com história de múltiplos parceiros sexuais e aparecimento de lesão ulcerada, em grandes lábios, com resolução espontânea, há um ano. Apresenta VDRL de 1:128 e FTA-ABS reagente, sendo tratada com penicilina benzatina, 2.400.000 unidades em três doses semanais. Após seis meses, o FTA-ABS persiste positivo e o VDRL tem título de 1:64. Nesse caso, é correto afirmar que:
Acerca da interpretação de sinais e sintomas em clínica médica, julgue as frases abaixo. I. Dor torácica pleurítica e hemoptise podem ser sinais de embolia pulmonar. II. Icterícia é um sinal específico de doença hepática. III. A presença de rigidez de nuca é específica para diagnóstico de meningite. Está(ão) CORRETA(S) a(s) seguinte(s) proposição(ões).
Homem de 55 anos, hígido, com história de febre, emagrecimento, dor abdominal e aparecimento recente de hipertensão arterial, há algumas semanas. Refere artrite de joelhos e tornozelos e perda da força e sensibilidade do pé direito, há cinco dias, associado com púrpura palpável em membros inferiores. Os marcadores inflamatórios estão elevados e houve aumento agudo das escórias nitrogenadas. Os marcadores sorológicos das hepatites virais eram negativos, assim como o exame de imagem pulmonar. O sedimento urinário mostra hematúria monomórfica e discreta piúria. O diagnóstico mais provável e seu tratamento, respectivamente, são:





















