A colonoscopia figura como um dos principais exames na propedêutica das doenças colorretais, servindo também como método terapêutico em diversas situações. O seu advento representou um grande avanço no diagnóstico de lesões precoces do cólon com possibilidade de terapia minimamente invasiva e prevenção da neoplasia colorretal. Embora seja um procedimento seguro, não é isenta de complicações e eventos adversos. A complicação mais temida é a perfuração intestinal, com incidência de 0,03 a 0,6% e mortalidade de 0,01 a 0,02%. Ao final da realização de uma colonoscopia, havendo suspeita de perfuração do cólon, a medida inicial a ser tomada visando este diagnóstico é:
João tem 40 anos e comparece a consulta médica com queixas de prolapso, ao esforço evacuatório e hematoquezia eventual. Tem hábito intestinal regular. Refere antecedente familiar de câncer colorretal. Ao toque retal identifica-se formação polipoide séssil localizado em reto inferior. A conduta inicial para este paciente é:
Este paciente seria considerado de mais alto risco para câncer colorretal, se o histopatológico deste pólipo for:
Maria tem 30 anos e comparece a consulta médica assintomática, apenas referindo que sua mãe de 42 anos, faleceu recentemente, por câncer intestinal. Segundo seu médico assistente, trata-se de um “câncer familiar causado por polipose intestinal”. Tem mais dois irmãos com 13 e 16 anos e uma filha de 6 anos, todos assintomáticos. A conduta mais indicada para esta paciente é:
Se esta paciente for portadora de Polipose Adenomatosa Familiar (PAF), a conduta é:
Ainda considerando o diagnóstico de PAF, o seguimento endoscópico dos familiares deve ser:
Um paciente de 30 anos assintomático comparece a uma consulta de atenção básica com desejo de realizar prevenção de câncer colorretal. Não tem antecedente pessoais ou familiares de neoplasia. A conduta mais acertada seria:
Raimundo tem 55 anos e dá entrada no serviço de pronto atendimento, referindo dor abdominal em fossa ilíaca esquerda há 24h, com intensificação nas últimas 8 horas, quando iniciou também astenia e sensação de distensão abdominal. Tem antecedente de quadro de diverticulite aguda a cerca de 2 anos. Com o objetivo de confirmar o diagnóstico de diverticulite aguda, deve-se realizar:
Raimundo apresenta piora do quadro com evolução para peritonite e sepse. Qual a melhor conduta a ser tomada?
A incidência global de colectomia em pacientes com retocolite ulcerativa varia de 23 a 45%, segundo dados da literatura. Dentre as principais indicações para o tratamento cirúrgico nestes pacientes, excetua-se:
A colopatia isquêmica, também conhecida como colite isquêmica é a forma de lesão isquêmica mais comum do trato gastrointestinal. Sobre esta afecção é CORRETO afirmar:
Sobre o volvo colônico, assinale a alternativa INCORRETA:
É critério de Roma para o diagnóstico da síndrome do intestino irritável:
Para um paciente gestante com verrugas em canal anal, o tratamento mais indicado seria:
São sinais que denotam cronicidade de uma fissura anal, EXCETO:
A localização mais frequente das fissuras anais é:
Sobre a ligadura elástica de hemorroidas é CORRETO afirmar:
A regra de Godsal-Salmon é bastante utilizada pelo cirurgião no tratamento das fístulas anorretais. Considerando um paciente com orifício externo localizado na posição de 4 horas, segundo esta regra, a provável localização do orifício interno será:
Paciente portador de doença de Crohn apresenta-se com fístula anorretal complexa, de trajeto transesfincteriano, drenado grande quantidade de secreção purulenta e ocasionando sucessivos episódios de abscesso. A melhor abordagem para este paciente é:
A etiologia mais frequente para os abscessos e fístulas perianais é a infecção:
Paciente submetido a cirurgia há 3 anos por neoplasia de reto superior, cursa com elevação dos níveis do antígeno carcinoembrionário (CEA). Realizou tomografia abdominal e colonoscopia que foram normais. A conduta mais apropriada para o caso é:
Sobre os testes de avaliação funcional anorretal, assinale a alternativa INCORRETA:
A hemorragia digestiva baixa, na população idosa, é principalmente devido a:
A neoplasia maligna do canal anal é predominantemente:
































