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Paciente, sexo masculino, 58 anos, obeso (IMC 34,8), hipertenso, diabetes mellitus tipo 2, com aumento da circunferência abdominal (108 cm) e apneia obstrutiva do sono. Nega tabagismo e etilismo. Durante consulta ambulatorial com equipe clínica médica, no exame clínico evidenciado, há presença de hepatomegalia, com suspeita clínica de esteatose hepática metabólica. O exame de imagem considerado como de primeira escolha para o diagnóstico de esteatose hepática metabólica é:
A hipertensão arterial é uma doença crônica caracterizada pelos níveis elevados da pressão sanguínea nas artérias. Ela acontece quando os valores são iguais ou ultrapassam os 140/90 mmHg. A pressão alta faz com que o coração tenha que exercer um esforço maior do que o normal para fazer com que o sangue seja distribuído corretamente no corpo. A pressão alta é um dos principais fatores de risco para a ocorrência de acidente vascular cerebral, enfarte, aneurisma arterial e insuficiência renal e cardíaca. Em 90% dos casos essa doença é herdada dos pais, mas, há vários fatores que influenciam nos níveis de pressão arterial, entre eles o fumo, consumo de bebidas alcoólicas, obesidade, estresse, elevado consumo de sal, níveis altos de colesterol e a falta de atividade física. Uma das classes utilizadas para o tratamento da Hipertensão Arterial é os Bloqueadores adrenérgicos. Das alternativas abaixo, assinale a alternativa que corresponde a medicamentos dessa classe farmacológica.
Qual a indicação correta de tratamento da osteoporose após a menopausa?
A anafilaxia é descrita como uma reação de hipersensibilidade imediata desencadeada pela exposição de indivíduos previamente sensibilizados a um alérgeno e mediada pelas imunoglobulinas E (IgE), com rápida liberação de mediadores de basófilos e mastócitos e células inflamatórias. Pacientes que tiveram anafilaxia precisam de avaliação para confirmar o diagnóstico e determinar a(s) causa(s) e possíveis fatores contribuintes. Trata-se da principal causa de anafilaxia:
Sr. José Antônio, 67 anos, chega a emergência com quadro de confusão mental, dor abdominal, tremores, temperatura retal de 35ºC e icterícia. Realizou raio-X abdominal mostrado na figura baixo, evidenciando ar na árvore biliar. O diagnóstico mais provável deste paciente é:
É considerado sinal de alarme em linfonodomegalia:
Uma paciente de 32 anos comparece ao ambulatório de Queimadas, PB, queixando-se de dor pélvica e corrimento vaginal purulento. Após exames laboratoriais, é diagnosticada com gonorreia. Além disso, a paciente relata ser alérgica à penicilina. Considerando a necessidade de tratamento eficaz para evitar complicações como a doença inflamatória pélvica (DIP), qual seria a conduta mais adequada? Selecione o regime terapêutico mais indicado para esta paciente:
Qual a conduta correta?
Cirurgião é chamado para examinar um homem com 47 anos com queixa de dor abdominal e faz-se um diagnóstico presuntivo de colecistite aguda. Das opções abaixo, as informações mais consistentes para confirmar esse diagnóstico são:
Sobre alterações de perfil lipídico e relação com hábitos alimentares marque a alternativa incorreta:
Uma paciente de 45 anos, residente em Queimadas, PB, busca atendimento por apresentar sangramento vaginal irregular há três meses, associado a dores pélvicas leves e sensação de peso na região abdominal. Ela também relata antecedentes familiares de câncer de endométrio. Considerando esses fatores, é imperativo conduzir uma anamnese detalhada e um exame ginecológico completo. Quais são as principais perguntas e procedimentos que devem ser realizados para um diagnóstico diferencial eficiente?
Paciente do sexo masculino, 57 anos chega ao consultório com história de hematoquezia indolor. Das opções listadas abaixo, assinale aquela que está quase sempre associada a esta condição:
Mulher, 72 anos, chega em consulta com queixa de náuseas, vômitos e dor abdominal há 2 dias. No exame físico, há distensão abdominal, percussão timpânica, descompressão dolorosa, defesa e rigidez. Relata estar com diminuição de eliminação de flatos e fezes nos últimos dias. Foi realizada uma radiografia de abdome evidenciando o sinal do “omega” ou “grão de café” – distensão do cólon, desaparecimento das haustrações. Considerando o caso clínico, qual o diagnóstico da paciente em questão?
Pacientes com hipertensão arterial de difícil controle, que necessitam de mais de três classes de antihipertensivos, especialmente quando o diagnóstico ocorreu precocemente (em jovens), devem ser avaliados quanto à possibilidade de hipertensão arterial secundária. Quais exames são importantes para uma triagem inicial?
Indique qual dos seguintes exames é considerado essencial na investigação inicial de uma criança com febre indeterminada que persiste por mais de duas semanas.
O sinal de Murphy e sua interpretação clínica estão corretamente descritos em:
Assinale a alternativa correta:
Uma paciente de 29 anos em Queimadas, PB, com histórico de múltiplos parceiros sexuais, apresenta febre, dor pélvica intensa e corrimento purulento. O exame físico revela sinais de peritonite e a ultrassonografia transvaginal sugere abscesso tubo-ovariano. Suspeita-se de doença inflamatória pélvica (DIP), e o tratamento deve ser iniciado imediatamente. Qual é a conduta terapêutica mais adequada para essa paciente, considerando a gravidade do quadro e a possibilidade de complicações?
Homem de 58 anos, tabagista e hipertenso, com antecedente de câncer de próstata, procedente do domicílio com quadro de tosse produtiva, expectoração amarelada, febre com início há 6 dias, fazendo uso de medicações caseiras apenas, nega alergias. Ao exame físico: PA: 130 x 80mmHg, T: 37,2ºC e FR: 24 ipm, Pulso: 92 bpm SaO2: 95%. Ausculta pulmonar: estertores crepitantes em base direita. RX tórax: consolidação em lobo inferior direito. (caso hipotético). A conduta adequada ao caso é prescrever
Uma adolescente de 17 anos em Queimadas, PB, apresenta dismenorréia severa desde a menarca. A dor é intensa a ponto de interferir nas atividades diárias e escolares, e não responde bem aos anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs). Durante a anamnese, a paciente relata histórico familiar de endometriose. A mãe da paciente manifesta preocupação com a possibilidade de infertilidade no futuro. Qual é a conduta mais apropriada para manejo e diagnóstico diferencial da dismenorreia nessa paciente?
Paciente masculino, 75 anos, com histórico de fratura de fêmur após queda da própria altura. Na investigação de osteoporose, qual exame é considerado o padrão-ouro para o diagnóstico e qual parâmetro indica maior gravidade da doença?
Paciente do sexo masculino, 14 anos, queixa-se de dor mesogástrica há 1 dia. Relata que a dor migrou para a fossa ilíaca direita há 6 horas. Apresentou anorexia no período. Nega náuseas, vômitos ou distensão abdominal. Sem outras queixas. Ao exame físico: Bom estado geral, desidratado 1+/4+, temperatura axilar de 39,0°C; FC: 110 bpm, PA: 100 x 70 mmHg, abdome com dor e defesa em todo o quadrante inferior direito do abdome, associada à descompressão brusca dolorosa no ponto de McBurney. Exames laboratoriais: Hemoglobina: 13,5 g/dL // leucócitos: 15.000 com 11% de bastões. Considerando-se a escala de Alvarado para apendicite, qual é a pontuação desse paciente?
Diante de um paciente com febre de origem indeterminada (FOI), como parte do processo diagnóstico, quais são os passos mais apropriados?
Uma mulher de 22 anos de idade deu entrada no pronto atendimento de um hospital após sofrer uma lesão térmica devido ao contato direto com chamas, em ambiente fechado. Ela apresentava queimaduras de segundo e terceiro grau no tórax, abdômen e face anterior das coxas, além de queimaduras de segundo grau na face. Nesse contexto, ciente de que é fundamental considerar aspectos críticos na avaliação e no tratamento de pacientes com queimaduras graves, assinale a alternativa correta.
A úlcera péptica era, até recentemente, considerada uma doença de etiologia desconhecida, de evolução em geral crônica, com surtos de ativação e períodos de acalmia. Entretanto, atualmente, é correto afirmar que etologia em torno de 95% dos casos de úlcera duodenal e 80% dos portadores de úlcera gástrica está relacionada:
Uma paciente de 36 anos, residente em Queimadas, PB, chega ao pronto-socorro com história de sangramento uterino intenso e irregular nos últimos seis meses. Ela relata ciclos menstruais desregulados, com fluxos prolongados e abundantes, que a deixam anêmica. A ultrassonografia revela um útero de volume aumentado, mas sem miomas ou pólipos visíveis. Considerando a hemorragia uterina disfuncional (HUD) como o diagnóstico mais provável, qual seria a conduta terapêutica mais apropriada? Quais são as opções de manejo que devem ser consideradas nesta paciente?
Paciente de 4 anos, sexo masculino, se apresenta em Unidade Básica de Saúde acompanhado da mãe, com febre e vômitos há 8 dias. Mãe refere que a criança começou a apresentar febre de 38,2°C, que não cessou ao uso de antitérmicos, associada à quadro de vômitos (cerca de 5 episódios por dia) sem sangue ou restos alimentares, sem fatores de melhora. Apresentou dor abdominal difusa, em cólica, de moderada intensidade e que piorava com a ingesta oral. Refere ainda cefaleia que melhorava com uso de Paracetamol. Teve 3 episódios de diarreia com febres amareladas. Houve perda ponderal de 2 kg nesse período, segundo relatado pela mãe. Vacinação está em dia, alimentação semanal em creche de turno integral. Nega comorbidades e internações anteriores. Reside em casa própria de alvenaria, com 3 cômodos, junto de seus pais e mais 1 irmão. Casa apresenta água encanada e rede de esgoto. Ao exame físico, encontra-se em bom estado geral, afebril e acianótico, ictérico 2+/4+, hipocorado 1+/4+, desidratado 2+/4+. Realizados exames laboratoriais: TGO- 2750; TGP- 2270; INR- 1,51; TAP- 15,4; Gama GT: 193 U/L; fosfatase alcalina: 672 U/R, proteínas totais: 6,30 g/dl; albumina sérica: 3,10 g/dl; bilirrubina total: 9 mg/dl. Levando em consideração o quadro clínico, exames laboratoriais e epidemiologia, o quadro trata-se de:
Colestase é um sintoma, não uma doença, definida como redução na formação ou no fluxo biliar, podendo estar associada a condições estruturais e moleculares do fígado e/ou das vias biliares. Há uma retenção de bilirrubina e outros componentes da bile. Laboratorialmente, define-se colestase quando:
Sobre a anamnese de abdome agudo, assinale a alternativa correta.
A gestação provoca alterações fisiológicas e anatômicas que devem ser levadas em consideração no contexto de uma paciente vítima de politraumatismo, pois podem influenciar em sua avaliação e em seu tratamento. A respeito das peculiaridades do politraumatismo em uma paciente gestante, assinale a alternativa correta.



























