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Homem de 64 anos procura ambulatório de clínica médica, com queixa de cefaleia recorrente, pouco responsiva a analgésicos comuns, associada a astenia, mal-estar, anorexia, mialgias proximais nos membros e febre intermitente. Questionado, afirma ter apresentado dois episódios de amaurose fugaz nos últimos dez dias, além de apresentar claudicação intermitente de mandíbula com frequência. Ao exame físico, suas artérias temporais são endurecidas, tortuosas e dolorosas à compressão. Exames trazidos pelo paciente evidenciam a presença de anemia normocrômica/normocítica, leucocitose, trombocitose e aumento da velocidade de hemossedimentação, maior do que 100mm na primeira hora. Diante desses dados, a conduta adequada deve ser:
Paciente de 85 anos de idade, com quadro de cefaleia de início recente (há 15 dias), localizada em região temporal direita, e intenso quadro álgico à palpação dessa região. Vem apresentando febre na última semana (37,5 - 38 ºC). Investigação inicial para quadro infeccioso resultou negativa (urocultura e hemocultura negativos e RX de tórax normal). Qual das alternativas abaixo se torna imperativa no diagnóstico diferencial?
Um paciente, 45 anos, com câncer epidermóide de pescoço apresenta-se com torpor e cálcio sérico de 14,2 mg/dL, ureia 80mg/dL e creatinina sérica 1,5mg/dL; não possui outras comorbidades. Assinale a opção que apresenta a conduta inicial para a situação descrita.
Homem de 38 anos é admitido em clínica médica com quadro de tosse produtiva, febre, predominantemente vespertina, e sudorese noturna. Ao exame físico, além da ausculta pulmonar com ruídos adventícios na base pulmonar direita, é observada a presença de monilíase oral. A pesquisa de infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) é positiva e a TC de tórax revela a presença de extenso processo inflamatório nos lobos inferior e médio direitos. As pesquisas de bacilo álcool-ácido resistente e do GeneXpert da secreção traqueal são positivas. Obtém-se a contagem de linfócitos T CD4+ que é de 74células/mm3. Nesse caso, a conduta correta é iniciar:
Paciente de 44 anos é atendido em ambulatório de clínica médica, com quadro sugestivo de sífilis secundária. É prescrito tratamento com penicilina benzatina, que é administrada na mesma tarde. No dia seguinte, o paciente retorna ao setor, queixando-se de estar apresentando febre, calafrios e cefaleia. Ao exame físico, o paciente se revela levemente taquicárdico e taquipneico, além de ter pequena redução em seus níveis tensionais habituais; suas lesões cutâneas parecem estar mais edemaciadas e eritematosas. Feito hemograma completo, há leve leucocitose com neutrofilia. A principal hipótese diagnóstica é:
A reposição volêmica com soluções isotônicas, em cirurgias de grande porte, deve ser realizada com auxílio da chamada terapia guiada por metas hemodinâmicas. A responsividade a volume é, por definição, o(a):
Paciente lúpica, recém diagnosticada, apresenta quadro de anemia significativa. Além da palidez, há icterícia, e seus exames laboratoriais revelam leve aumento do volume corpuscular médio (VCM) de suas hemácias (VCM = 103fL, sendo o valor de referência = 80-100fL), hiperbilirrubinemia indireta e aumento de LDH. Um teste de Coombs direto revela-se positivo. Acerca da anemia hemolítica apresentada pela paciente, é correto afirmar que:
Primigesta de 37 semanas dá entrada na emergência referindo mal-estar, anorexia, náuseas e vômitos frequentes, dor em abdome superior, polidipsia e poliúria. No exame apresenta PA 130/80 mmHg, icterícia +++/4 e distensão abdominal às custas de ascite. BCF: 140 bpm. Boa movimentação fetal. Os exames laboratoriais deram os seguintes resultados: hemoglobina 10 g/dL, plaquetas 90.000 mm3, TAP e TTPa alargados, fibrinogênio 280 mg/dL, creatinina 1,7 mg/dL, glicemia 42 mg/dL, bilirrubinas 4,5 mg/dL às custas da direta, TGP 270 U/L e TGO 240 U/L. Parcial de urina com vestígios de proteína, sem hematúria. Sorologias para hepatite negativas. Diante do quadro apresentado, qual é o diagnóstico mais provável?
Homem politraumatizado deu entrada no pronto-socorro com hipotensão arterial, taquicardia, oligúria, ansiedade e confusão mental. O déficit volêmico do paciente, nessa situação, é de:
Mulher de 42 anos, com diagnóstico de trombofilia por fator V Leiden, é internada para tratamento de trombose venosa profunda no membro inferior esquerdo. Dois dias após a internação, subitamente a paciente apresenta déficit neurológico abrupto, caracterizado por afasia não fluente e hemiparesia direita, de predomínio braquiofacial, associada a hemianestesia e presumível hemianopsia homônima ipsilateral. Em cerca de 30 minutos, a paciente é levada à realização de TC de crânio, que não apresenta anormalidades aparentes. A melhor explicação para o quadro neurológico da paciente é:
Paciente é avaliado em função de declínio de suas funções cognitivas, caracterizando quadro demencial. A hipótese diagnóstica principal recai sobre a demência dos corpúsculos de Lewy, em razão de:
Durante o tratamento intra-hospitalar de pneumonia comunitária por CA-MRSA (Staphylococcus aureus resistente à meticilina, adquirido na comunidade), com clindamicina intravenosa, um paciente desenvolve quadro de diarreia sanguinolenta, associada a febre e leucocitose. É solicitada pesquisa de toxinas A e B de Clostridium difficile nas fezes, em razão da suspeita de:
Paciente com episódios de vertigem, com cerca de 20 segundos de duração e provocados por mudanças posicionais da cabeça, como deitar, virar na cama, levantar ao acordar e olhar para cima, apresenta nistagmo. A manobra usada para confirmar o diagnóstico é:
Paciente apresenta onda “a” em canhão ao pulso venoso jugular e taquicardia com QRS alargado ao eletrocardiograma. O ritmo cardíaco do paciente tem origem:
Paciente é diagnosticado com lesão tumoral unilateral extensa no córtex cerebral do lobo occipital. O campo visual computadorizado evidencia:
Homem, hígido previamente, queixa-se de disfagia e halitose há cerca de seis meses. Nesse período, apresentou três episódios de pneumonia. Realizou exame que gerou as seguintes imagens: O tratamento adequado em relação à lesão é:
São considerados pacientes “obesos” com indicação cirúrgica aqueles que se enquadram na seguinte situação de IMC (Índice de Massa Corporal):
Paciente internado por complicação cirúrgica de procedimento no andar superior do abdômen recebe nutrição enteral polimérica pós-pilórica e passa a apresentar diarreia volumosa. O gap osmolar fecal é de 15mOsm/Kg. Nesse caso, a conduta adequada é:
Qual é a principal hipótese diagnóstica e a conduta adequada, respectivamente?
Mulher submetida à gastroplastia redutora com “Y” de Roux há cinco anos, sem outras comorbidades, refere início recente de diarreia e distensão abdominal. O aspecto de suas fezes é compatível com esteatorreia, e a paciente apresenta anemia macrocítica, com níveis séricos baixos de cobalamina e elevados de folato. O teste respiratório para o hidrogênio expirado foi positivo. O diagnóstico mais provável é:
A apendagite refere-se à
Qual é a propedêutica radiológica a ser realizada?
Maria, 47 anos , previamente hígida, tabagista, sem internamentos prévios ou uso de medicações contínuas , exceto anticoncepcional oral. Havia discutido com o namorado intensamente no dia anterior. Foi levada ao pronto -socorro por apresentar cefaleia súbita 1 hora antes, descrita como a pior cefaleia que já sentiu. Apresentava -se torporosa (Glasgow 12) com PA 170x110mmHg, FC 110, T 39ºC, Sat 98% em A/A. Apresentava rigidez de nuca ao exame neurológico e a tomografia de crânio era normal. Qual é a hipótese diagnóstica mais provável e conduta?
Mário, 35 anos, vai ao PS com queixa de tosse produtiva associada a febre aferida de até 40ºC com início há 3 dias. Apresenta dor torácica ventilatória dependente e é previamente hígido. Apresentava -se com PA 120x80 , FC 110 , Sat 94% A/A , FR 34irpm, Glasgow 15. Ao exame pulmonar, subcrepitantes em 1/3 médio de hemitórax direito e uso de musculatura acessória. Demais achados do exame físico normais. Considerando o Rx de tórax a seguir , qual é a conduta CORRETA ?
Paciente de 70 anos, com mal-estar, desconforto precordial em queimação com irradiação para membro superior esquerdo, associado a falta de ar súbita e sudorese deu entrada em um pronto atendimento. Qual conjunto de ações deve ser executado pelo plantonista?
Paciente feminina, 60 anos, levada ao PS por cefaleia súbita , seguida de sonolência, confusão mental e hemiplegia esquerda. A Tomografia foi realizada e apresentou os seguintes achados: Sobre o caso descrito, assinale a alternativa CORRETA :
Correlacione as condições clínicas a seguir com os agentes etiológicos das pneumonias bacterianas:
I - HIV com CD4 baixo
II - Alcoolismo com má higiene oral
III - Ventilação mecânica
IV - Síndrome gripal
V - DPOC
Um paciente de 48 anos de idade, branco, previamente hígido, compareceu ao atendimento médico e relatou que, havia seis meses, apresentava quadro de episódios súbitos de taquicardia, sudorese, náusea e palidez. Tais episódios ocorriam cerca de duas vezes por semana, com duração aproximada de trinta minutos, de início súbito e sem fatores desencadeantes ou de alívio. Ele foi diagnosticado como hipertenso e medicado com atenolol 100mg ao dia havia um mês. Após uma semana, foi internado por urgência hipertensiva e cefaleia. Recebeu alta com prescrição de enalapril 20mg e anlodipino 10mg, ambos uma vez ao dia. Na consulta de retorno, persistiam os sintomas descritos. No exame físico, apresentou pressão arterial de 168 x 102 mmHg (posição sentada) e 122 x 74 mmHg (posição ortostática); frequência cardíaca de 98 bpm e ritmo cardíaco regular em dois tempos sem sopros. O restante do exame físico foi normal. Os resultados dos exames laboratoriais foram os seguintes: glicemia 104 mg/dl; creatinina 0,7 mg/dl; sódio de 141 mEq/L e potássio de 4,7 mEq/L. O eletrocardiograma revelou hipertrofia ventricular esquerda, e os demais exames laboratoriais de rotina foram normais. Para a confirmação diagnóstica, o próximo exame que o médico deverá solicitar é a
Uma paciente de 74 anos de idade com antecedentes de hipertensão arterial e diabetes apresentava em repouso, havia quatro dias, episódios de desconforto retroesternal, mal definido, de moderada intensidade, sem irradiação e com alívio espontâneo em menos de vinte minutos. Na admissão, ela relatou a persistência do distúrbio havia uma hora. No exame físico, encontrava-se eupneica; com saturação de oxigênio de 96% em ar ambiente; pressão arterial de 128 x 74mm/Hg; frequência cardíaca de 76 bpm e ritmo cardíaco regular em dois tempos sem sopros. Foram normais não só o restante do exame físico como também a dosagem da troponina ultrassensível. O eletrocardiograma com calibração padrão mostrou o seguinte resultado: Considerando esse caso clínico e visando ao aumento da sobrevida da paciente, a melhor abordagem terapêutica nesse momento inclui
Um paciente previamente hígido, de 23 anos de idade, foi atendido na emergência com cólica nefrética esquerda havia 2 dias. A ultrassonografia revelou imagem sugestiva de cálculo ureteral distal, de 0,6 cm e sem dilatação pielocalicial. Os exames laboratoriais de rotina foram normais. Ele retornou ao ambulatório assintomático. A conduta mais apropriada é





















