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Na sala de parto de um hospital de grande porte, um pediatra presta assistência a um recém-nascido a termo com 3.100 kg, 49 cm, Apgar 4 no primeiro minuto e 3 segundos. O profissional observa que o neonato está cianótico hiperpneico, o abdômen é escafoide, abolição do frêmito toracovocal à esquerda, desvio do ictus cordis para a direita. O RX de tórax revela a presença de alças intestinais no hemitórax esquerdo e desvio da silhueta cardíaca para direita. Assinale a opção diagnóstica mais provável para o caso.
Com base na hipótese diagnóstica mais provável, no quadro clínico atual e nas recomendações mais recentes do Ministério da Saúde, a conduta indicada é:
Sobre essa classificação antropométrica e nutricional, é correto afirmar que
Considerando a principal hipótese diagnóstica, assinale a alternativa correta.
Você atende no berçário a um recém-nascido com 24 horas de vida, a termo, nascido de parto cesáreo eletivo sem intercorrências, pesando 3.600 g, que apresenta icterícia até zona 2 de Kramer. A hipótese diagnóstica para essa manifestação clínica é
A cardiopatia mais comumente encontrada no recém-nascido com síndrome de Down é:
Os reflexos do recém-nascido são respostas automáticas e involuntárias a estímulos, sendo essenciais para a sobrevivência e para o desenvolvimento do sistema nervoso. NÃO é reflexo testado em recém-nascidos:
De acordo com as diretrizes mais recentes de manejo da febre aguda da Sociedade Brasileira de Pediatria, o próximo passo do manejo deste caso é:
Assinale a alternativa correta sobre o diagnóstico e conduta para essa criança.
Lactente com um mês de vida vem apresentando, nos últimos dois dias, hipoatividade, sucção débil, vômitos, discreta icterícia e hoje apresentou um episódio de cianose generalizada, que melhorou rápido e espontaneamente. A mãe ainda informa que teve diabetes na gestação, mas que o bebê não tinha apresentado nenhum problema até então. Relata ainda que está muito preocupada porque seu primeiro filho faleceu aos 20 dias de vida com quadro semelhante a este, embora ela não saiba explicar qual era a doença. Nesse caso, entre as possíveis hipóteses diagnósticas, a mais provável é:
Você atende, na emergência, uma menina de 3 anos de idade que está há 3 dias com febre até 39 oC, tosse produtiva que por vezes leva a vômica, expectoração amarelo-esverdeada, prostração, inapetência e sinais de desconforto respiratório com retração de fúrcula, sub e intercostal. No momento, ela está com temperatura de 38,5 oC, frequência cardíaca 140 bpm, frequência respiratória 55 irpm, saturação de oxigênio 90% em ar ambiente. A ausculta revela estertores finos na base do hemitórax esquerdo. O principal critério para hospitalização dessa criança é(são)
Qual a afirmativa correta sobre a condução desse caso de acordo com protocolo PECARN (Pediatric Emergency Care Applied Research Network) para o trauma cranioencefálico (TCE)?
Durante a reanimação neonatal, a droga que não pode ser feita na cânula orotraqueal é:
Com base na hipótese diagnóstica mais provável, assinale a alternativa que apresenta uma possível complicação tardia desse quadro.
Lactente de 6 meses está em aleitamento materno exclusivo (AME) e iniciará introdução da alimentação complementar. AP: pré-natal e parto sem intercorrências, nascido a termo com peso de 3 020 g. Peso atual: 8 900 g. A recomendação de suplementação de ferro é:
Lactente de 8 semanas de vida é trazido pela mãe ao pronto-socorro com queixa de episódios recorrentes de vômitos não biliosos após as mamadas, de início há 2 dias. Nega febre ou constipação. Ao exame físico, a criança apresenta-se alerta e discretamente desidratada. Assinale a alternativa correta em relação ao caso.
Você atende um lactente de 9 meses no consultório de puericultura. Ele nasceu de parto vaginal, a termo, sem intercorrências e está com ganho pondero-estatural satisfatório. Os marcos de desenvolvimento que devem estar presentes nesse paciente são
Considerando-se a suspeita de BRUE, a conduta inicial mais apropriada é:
Assinale a alternativa que indica a situação clínica que demanda maior atenção, pelo maior risco de estar associada a quadros de maior gravidade e mortalidade.
O médico atendeu L., de 18 meses, cuja queixa principal da mãe é febre. Ela refere que, há 20 horas, a criança vem apresentando febre persistente (temperatura aferida máxima de 39,2ºC). Refere ainda inapetência, mas que, nos poucos momentos em que a febre cessa, a criança se anima e brinca. Nega vômitos. Nega tosse. Eliminações normais. Nega contato com doenças febris. No exame físico, o médico observa bom estado geral e o único dado alterado é a febre de 39ºC. A melhor conduta, nesse caso, será:
Considerando as causas do quadro clínico atual, além do tratamento ortopédico da fratura, é fundamental realizar também:
Após receber aplicação de dipirona intramuscular, por apresentar febre alta (t = 40,1ºC), J., quatro anos, inicia dispneia, rouquidão, estridor laríngeo, edema labial, placas eritematosas em face e tronco. Apresenta-se pálido e com extremidades frias. A primeira providência do médico será, pela ordem:
Na investigação da baixa estatura, faz-se necessário avaliar a possibilidade de:
Menino com um mês de vida apresenta icterícia de padrão colestático. Após investigação, chegou-se ao diagnóstico de atresia de vias biliares do tipo 3. Entre as alternativas a seguir, o tratamento de escolha nesse caso é:
Qual a principal hipótese diagnóstica?
O médico se encontra no ambulatório de pediatria e atende a mãe de escolar de quatro anos, que veio tirar algumas dúvidas sobre um problema que vem ocorrendo com o seu filho. Trata-se de uma criança eutrófica que vem apresentando coriza hialina persistente por quatro semanas e, depois de alguns dias, coriza amarelada. Dentro da hipótese mais provável, deve-se considerar a possibilidade de:
Menino de 8 anos em retorno para verificar exames. AP: síndrome de West, em uso de valproato de sódio (dose adequada para o peso); encefalopatia crônica não progressiva de grau 3; anemia megaloblástica pregressa. Exame físico: eutrófico. A relação correta entre os resultados dos exames, o diagnóstico e a conduta correta é:
Durante os cuidados imediatos do recém-nascido e no pós-parto imediato, deve-se:
Paciente do sexo masculino, de dez anos, com história de febre alta persistente há cinco dias, acompanhada de mialgia e cefaleia. Recebeu diagnóstico de “suspeita de dengue” e vem sendo acompanhado no Cais desde então. Não está conseguindo ingerir a quantidade de líquido recomendada. A mãe refere que a criança vem piorando, estando prostrada, com o coração acelerado. Ao exame físico, o médico identifica pulso rápido e fino, taquicardia, PA 98x60mmHg. Com relação a essa criança, qual é a conduta inicial a ser adotada?
Com referência a criança com quadro clínico típico de choque, conclui-se o seguinte:





















