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Recém-nascido, sexo masculino, termo, no quinto dia de vida, nascido de mãe sem intercorrências gestacionais, está em aleitamento materno exclusivo. Veio para reavaliação após dois dias da alta hospitalar e verificou-se que ainda não recuperou o peso de nascimento. Houve perda de 8% do peso de nascimento na ocasião da alta da maternidade. Com os dados apresentados e considerando que não existem alterações no exame físico da criança, a conduta mais correta nessa situação é:
Dentre as crianças com síndrome de Down, chama a atenção a frouxidão ligamentar. Todas as articulações estão envolvidas, porém necessita-se ter especial atenção com a articulação:
Lactente de seis meses de idade, previamente hígido, nascido a termo com peso adequado para a idade gestacional, em aleitamento materno exclusivo e com calendário vacinal em dia, é levado ao pronto-socorro com história de coriza hialina e tosse há dois dias. Nessa manhã, a mãe notou uma piora do quadro clínico com cansaço e discreto barulho de “chiado” no peito. A mãe relata que há, no domicílio, uma irmã “resfriada”. Não há história de asma na família e não há fumantes em casa. Ao exame físico, lactente está em bom estado geral, hidratado, com temperatura axilar de 37,6 ºC, frequência respiratória de 60 incursões respiratórias por minuto com fase expiratória prolongada e presença de sibilos. Assinale a alternativa correta sobre esse caso clínico.
Os pais de um pré-escolar de cinco anos estão preocupados, pois o filho se comunica pouco, não demonstra afetividade e apresenta fala com repetições excessivas de palavras. A hipótese diagnóstica mais provável é:
Mãe traz sua filha à unidade de saúde, uma lactente de 9 meses. Relata que ela iniciou quadro de febre alta associada à tosse seca há 3 dias, evoluindo com “manchas vermelhas” pelo corpo e conjuntivite há 1 dia. Ao exame físico, paciente chorosa, febril (temperatura axilar = 38,3ºC), hidratada, corada, eupneica, sem sinais meníngeos. Ausculta cardiopulmonar e abdome sem alterações. Presença de exantema maculopapular generalizado em face e tronco. Oroscopia evidenciando manchas branco-azuladas. Diante disso, qual a principal hipótese diagnóstica do caso?
Um lactente de 8 meses é levado à Unidade Básica de Saúde pela mãe, que refere história de diarreia aquosa (5 episódios) e vômitos (3 episódios) nas últimas 12 horas. Ao exame, a criança está irritada, chora com avidez quando lhe é oferecida água, apresenta olhos fundos e o sinal da prega cutânea desaparece lentamente (menos de 2 segundos). A criança não apresenta sinais de perigo. De acordo com os critérios da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde para o manejo da diarreia aguda, qual é a classificação de hidratação e o plano de tratamento correto?
Escolar de sete anos é levado ao ambulatório por apresentar lacrimejamento e sensação de corpo estranho em olho direito. Exame físico: hiperemia de orofaringe, hiperemia conjuntival direita, secreção purulenta e linfadenopatia pré-auricular direita. O quadro clínico apresentado sugere:
Criança de dois anos é levada a um ambulatório de cirurgia pediátrica, para avaliação de massa abdominal indolor no lado direito. Na tomografia computadorizada (TC), evidencia-se massa sólida de 7,8cm, com áreas de calcificações no quadrante superior direito, e deslocamento do rim direito inferiormente. No exame de urina, apresenta níveis elevados de ácido homovanílico e de ácido vanilmandélico. Diante do quadro clínico, o diagnóstico mais provável é:
Você atende um lactente de 12 meses de vida apresentando taquidispneia e sibilância. A mãe do paciente relata que o mesmo teve um quadro febril (temperatura máxima aferida = 38,2ºC) associado à tosse há 5 dias, evoluindo com “chiado no peito” há 12 horas. Ao exame físico, paciente em regular estado geral, desidratado 1+/4+, com temperatura axilar = 37,5ºC, saturação de oxigênio = 88% em ar ambiente, apresentando discreta tiragem intercostal. Presença de sibilos expiratórios difusos na ausculta pulmonar. Qual é o provável diagnóstico e a melhor conduta para o caso?
Um menino de 8 meses é diagnosticado com o primeiro episódio de pielonefrite aguda. Após tratamento adequado com antibiótico, está assintomático. Qual deve ser o próximo passo na investigação?
Recém-nascido, sexo masculino, com 15 dias de vida, apresentou triagem neonatal positiva para deficiência de G6PD e foi convocado para repetição do exame. Na avaliação pediátrica, a mãe não tem queixas, e o exame físico é normal. Qual é a conduta mais adequada neste momento?
Sobre o Diabetes Mellitus na pediatria, assinale a alternativa CORRETA:
Lactente do sexo masculino, com 2 meses e 15 dias de idade, em aleitamento materno exclusivo, apresenta história de sangramento intestinal, com fezes mais amolecidas e presença de raias de sangue em algumas fraldas. O bebê tem ganhado cerca de 24 g/dia de peso, e seu estado geral é bom. De modo intermitente, ele também apresenta cólica e choro excessivo. Em vista desse quadro, qual é a principal hipótese diagnóstica?
L.M.B., três anos, sexo masculino, portador de síndrome nefrótica em tratamento, há 24 horas iniciou febre de 39,2º; irritabilidade, edema palpebral, recusa alimentar e dor abdominal. Nega diarreia, tosse e coriza. Ao exame, apresenta-se febril 38,5°, hidratado, edema palpebral +2/+4, ativo, taquipneia leve. ACV sem alterações, PA: 80 x 50 mmHg. AR = MV simétrico, sem ruídos adventícios. Abdome globoso, descompressão dolorosa difusamente, ascite leve, sem VMG, RHA presentes. Edema de mmii 1+/+4. Qual é a hipótese diagnóstica mais provável?
Lactente de 2 meses, nascido a termo, é trazido à consulta com queixa de regurgitação frequente desde as primeiras semanas de vida. Está em aleitamento materno exclusivo, apresenta ganho ponderal adequado. A mãe refere que o bebê regurgita várias vezes ao dia, principalmente após as mamadas, mas sem desconforto, sem choro irritabilidade, sem sangramentos. Ao exame físico, não há alterações. Sobre esse quadro, assinale a alternativa CORRETA:
Considerando-se um lactente nascido com 34 semanas e pesando 2.350 g, qual deve ser a dose de Ferro Elementar para a profilaxia da Anemia Ferropriva no primeiro ano de vida?
Criança de 5 anos é trazida com queixa de dor retroesternal, tosse seca noturna e recusa alimentar há 2 meses. A mãe refere que os sintomas pioram após as refeições. Ao exame físico, sem alterações significativas. Não há perda de peso. Qual a conduta inicial mais apropriada?
Você está na sala de parto, quando nasce um recém-nascido (RN) termo, 39 semanas de idade gestacional, mãe com pré-natal sem intercorrências, apresenta sorologias negativas e ultrassonografias com 16 e 37 semanas normais. O RN nasce bem, com Apgar 8 e 9, exame físico inicial normal. Você está dando os cuidados de rotina, quando, após 10 minutos, observa o RN com certa dificuldade para respirar e salivação excessiva. Diante desse cenário, assinale a alternativa que apresenta a hipótese diagnóstica a ser considerada e afastada com maior brevidade.
Durante uma campanha de vacinação em uma unidade básica de saúde, uma mãe relata que seu filho de 4 anos apresentou febre alta, tosse, coriza e conjuntivite, seguidos pelo surgimento de manchas vermelhas que se espalharam da cabeça para o restante do corpo. A mãe também menciona que notou pequenas manchas brancas dentro da boca da criança antes do aparecimento das lesões cutâneas. Com base no quadro clínico apresentado, qual é o diagnóstico mais provável?
Assinale a alternativa que correlaciona a sutura fechada precocemente com a respectiva deformidade craniana.
Pré-escolar do sexo masculino, com 4 anos de idade, com síndrome nefrótica em tratamento com corticoide, apresenta piora do edema e febre há 48 horas com dor abdominal. O paciente apresenta-se em regular estado geral, corado, anictérico, febril e em anasarca. A frequência cardíaca é de 128 batimentos/minuto, e a frequência respiratória é 30 movimentos/minuto. O abdome está globoso, difusamente doloroso à palpação, com fígado a 2,5 cm do rebordo costal. Sinal de descompressão brusca: positivo. Ruídos hidroaéreos difusamente diminuídos. Há edema 3+/4+ em membros e na face. A hipótese diagnóstica mais provável para o quadro infeccioso atual é
Lactente, 35 dias de vida, com síndrome de Down, estenose infundibular pulmonar, comunicação interventricular, hipertrofia concêntrica do ventrículo direito e dextroposição da aorta, ainda está internado, desde o nascimento, para melhora do seu peso. Apresentou, imediatamente após a punção de acesso venoso, um quadro de choro inconsolável e piora nítida da cianose. Para o atendimento dessa criança, além de oxigênio, o que deve ser prescrito?
Um menino de 4 anos, previamente saudável, é trazido ao pronto -socorro com febre alta (39,5 °C), tosse produtiva, taquipneia (44 irpm), retra ções subcostais e crepita ções difusas à ausculta pulmonar. Apresenta satura ção de oxigênio em ar ambiente de 91% e prostra ção moderada. Radiografia de t órax mostra infiltrado alveolar em lobo inferior direito. Qual é a melhor conduta, segundo as diretrizes atuais pediátricas?
Escolar, sexo feminino, 7 anos de idade, apresentou quadro febril com artrite em joelho esquerdo há 15 dias com duração de 3 dias, em tornozelo esquerdo há 12 dias com duração de 4 dias e em cotovelo direito há 9 dias com duração de 2 dias. Apresentou hemograma com leucocitose e provas inflamatórias (VHS e PCR) elevados há 1 semana. Exame físico: afebril, sem sinais atuais de artrite ou outras alterações significativas. A ausculta cardíaca é normal. Quanto à solicitação de ecocardiograma para essa criança, qual a conduta correta?
Sobre a crise convulsiva na pediatria, avalie as assertivas e marque a alternativa verdadeira. I- Os benzodiazepínicos são as drogas de escolha na abordagem aguda. II- Os benzodiazepínicos mais usados são o Diazepam, (via intramuscular ou endovenosa), o Midazolam, (via intramuscular ou retal). III- A Fenitoína e o Fenobarbital podem ser usados nas crises convulsivas refratárias aos benzodiazepínicos. IV- É contraindicado o uso de Fenobarbital na pediatria.
Uma criança de 5 meses de idade é levada ao pronto -socorro com febre de 38,8 °C há 36 horas, sem outros sintomas associados. O exame f ísico est á normal, exceto por irritabilidade leve. A crian ça apresenta bom estado geral, est á hidratada, mamando bem, com vacina ção em dia. Qual o exame mais indicado para investiga ção inicial neste caso?
Uma criança de 1 ano 6 meses é levada ao pronto -socorro após episódio de convulsão tônico -clônica generalizada, com duração de 4 minutos, ocorrido durante quadro febril de 38,7°C iniciado naquela manhã. Não há relato de crises anteriores. A criança retorna ao estado basal em 15 minutos. O desenvolvimento neurológico é normal, e o exame físico não mostra sinais de infecção do SNC. Com base nas características da crise e diretrizes atualizadas, qual é a conduta mais apropriada neste momento?
Adolescente do sexo masculino, com 10 anos e 6 meses de idade, é levado ao pediatra devido à baixa estatura. Sua estatura atual é de 125 cm, o que corresponde a um escore-z de –2,5 para idade e sexo. A velocidade de crescimento nos últimos 12 meses foi de 5,5 cm/ano. O pai mede 160 cm; e a mãe, 148 cm. A idade óssea do adolescente, avaliada por radiografia de mão e punho, é de 8 anos. A história familiar revela que o pai apresentou estirão de crescimento e puberdade tardios, aos 16 anos, e que a mãe teve menarca aos 15 anos. Ao exame físico, o menino encontra-se em estágio Tanner I, sem dismorfias ou sinais de doenças crônicas. Considerando o quadro clínico e os dados auxológicos, assinale a alternativa que apresenta a hipótese diagnóstica mais provável e a conduta inicial mais adequada a ser adotada.
O método canguru é amplamente reconhecido como uma abordagem eficaz no cuidado de recém-nascidos, especialmente aqueles de baixo peso ou prematuros. Considerando as etapas para o desenvolvimento do método canguru, assinale o que for INCORRETO.
Durante o atendimento de uma criança de 4 anos com febre moderada, rinorreia purulenta e tosse persistente há 12 dias, a mãe relata que os sintomas começaram como um resfriado comum, mas não houve melhora. O exame físico mostra sensibilidade à palpação na região maxilar e ausência de sinais sistêmicos graves. Considerando os critérios clínicos e diagnósticos diferenciais das IVAS na infância, qual é a conduta ou hipótese diagnóstica mais adequada nesse caso?



























