O melhor método clínico para avaliação da idade gestacional de um recém-nascido termo asfixiado, no período pós-natal, é:
A cardiopatia mais comumente encontrada no recém-nascido com síndrome de Down é:
Lactente com um mês de vida vem apresentando, nos últimos dois dias, hipoatividade, sucção débil, vômitos, discreta icterícia e hoje apresentou um episódio de cianose generalizada, que melhorou rápido e espontaneamente. A mãe ainda informa que teve diabetes na gestação, mas que o bebê não tinha apresentado nenhum problema até então. Relata ainda que está muito preocupada porque seu primeiro filho faleceu aos 20 dias de vida com quadro semelhante a este, embora ela não saiba explicar qual era a doença. Nesse caso, entre as possíveis hipóteses diagnósticas, a mais provável é:
Durante a reanimação neonatal, a droga que não pode ser feita na cânula orotraqueal é:
O médico atendeu L., de 18 meses, cuja queixa principal da mãe é febre. Ela refere que, há 20 horas, a criança vem apresentando febre persistente (temperatura aferida máxima de 39,2ºC). Refere ainda inapetência, mas que, nos poucos momentos em que a febre cessa, a criança se anima e brinca. Nega vômitos. Nega tosse. Eliminações normais. Nega contato com doenças febris. No exame físico, o médico observa bom estado geral e o único dado alterado é a febre de 39ºC. A melhor conduta, nesse caso, será:
Após receber aplicação de dipirona intramuscular, por apresentar febre alta (t = 40,1ºC), J., quatro anos, inicia dispneia, rouquidão, estridor laríngeo, edema labial, placas eritematosas em face e tronco. Apresenta-se pálido e com extremidades frias. A primeira providência do médico será, pela ordem:
Na investigação da baixa estatura, faz-se necessário avaliar a possibilidade de:
O médico se encontra no ambulatório de pediatria e atende a mãe de escolar de quatro anos, que veio tirar algumas dúvidas sobre um problema que vem ocorrendo com o seu filho. Trata-se de uma criança eutrófica que vem apresentando coriza hialina persistente por quatro semanas e, depois de alguns dias, coriza amarelada. Dentro da hipótese mais provável, deve-se considerar a possibilidade de:
Paciente do sexo masculino, de dez anos, com história de febre alta persistente há cinco dias, acompanhada de mialgia e cefaleia. Recebeu diagnóstico de “suspeita de dengue” e vem sendo acompanhado no Cais desde então. Não está conseguindo ingerir a quantidade de líquido recomendada. A mãe refere que a criança vem piorando, estando prostrada, com o coração acelerado. Ao exame físico, o médico identifica pulso rápido e fino, taquicardia, PA 98x60mmHg. Com relação a essa criança, qual é a conduta inicial a ser adotada?
Com referência a criança com quadro clínico típico de choque, conclui-se o seguinte:
A hipertensão arterial na infância (HAS) é descrita do seguinte modo:
Um pré-escolar de cinco anos, eutrófico, é atendido com quadro de oligúria, edema de pálpebras e de membros inferiores, diarreia e hipertensão arterial. A anamnese revelou ingesta de leite in natura. Durante a avaliação, foram detectados nos exames: ureia = 101 mg%, creatinina = 3 mg%, hemograma com hemoglobina = 6 g% e plaquetas = 50.000 mm³. A principal hipótese diagnóstica é:
Casos de hematúria correspondem a 5% dos atendimentos ambulatoriais no consultório do pediatra. A maior frequência etiológica está relacionada às alterações:
Criança do sexo feminino, com sete anos, apresenta episódios de urgência miccional associados à enurese noturna. Dentre os fatores que contribuem para a ocorrência desse quadro, deve ser avaliada a associação com:
A cólica do lactente afeta 40% das crianças menores de três meses. Em que frequência ela pode estar relacionada à alergia alimentar?
Para diagnóstico correto da infecção do trato urinário é obrigatória a realização de:
V. A., oito anos, sofreu queda quando andava de bicicleta. Após alguns minutos, iniciou queixa de dor no ombro esquerdo, seguida de lipotimia. Trata-se, provavelmente, de trauma no:
Dentre as crianças com síndrome de Down, chama a atenção a frouxidão ligamentar. Todas as articulações estão envolvidas, porém necessita-se ter especial atenção com a articulação:
Os pais de um pré-escolar de cinco anos estão preocupados, pois o filho se comunica pouco, não demonstra afetividade e apresenta fala com repetições excessivas de palavras. A hipótese diagnóstica mais provável é:
Escolar de sete anos é levado ao ambulatório por apresentar lacrimejamento e sensação de corpo estranho em olho direito. Exame físico: hiperemia de orofaringe, hiperemia conjuntival direita, secreção purulenta e linfadenopatia pré-auricular direita. O quadro clínico apresentado sugere:
A.C., dois anos, moradora de uma comunidade indígena, vem apresentando anorexia, apatia, palidez cutaneomucosa e manchas na conjuntiva. O exame de fundo de olho evidenciou palidez. O quadro clínico é indicativo de:
L.M.B., três anos, sexo masculino, portador de síndrome nefrótica em tratamento, há 24 horas iniciou febre de 39,2º; irritabilidade, edema palpebral, recusa alimentar e dor abdominal. Nega diarreia, tosse e coriza. Ao exame, apresenta-se febril 38,5°, hidratado, edema palpebral +2/+4, ativo, taquipneia leve. ACV sem alterações, PA: 80 x 50 mmHg. AR = MV simétrico, sem ruídos adventícios. Abdome globoso, descompressão dolorosa difusamente, ascite leve, sem VMG, RHA presentes. Edema de mmii 1+/+4. Qual é a hipótese diagnóstica mais provável?
Criança de sete anos, asmática, chega ao pronto-socorro com crise aguda moderada, consciente, com saturação de 90%. Qual é a conduta imediata?
Na adolescência, a mortalidade está principalmente ligada a:
A síndrome de Bartter caracteriza-se pela presença de:
Escolar de sete anos com quadro de tosse, febre, dispneia e vômitos há um dia. Radiografia de tórax mostra pneumonia em lobo inferior esquerdo. A gasometria colhida antes da administração de oxigênio revela: pH: 7,29; pO 2: 65 mmHg; pCO 2: 35mmHg; bicarbonato: 13mEq/l. O diagnóstico gasométrico é:
Escolar, oito anos, sabidamente asmático controlado pelo uso de corticosteroide inalatório em baixas doses. Chegou ao pronto atendimento com sinais e sintomas compatíveis com descontrole clínico funcional da asma, associado a sinais clássicos de infecção viral de vias aéreas. Realizada coleta do aspirado nasofaríngeo e feito envio do material para diagnóstico viral. O seguinte vírus é esperado, pois é o mais frequentemente associado à exacerbação da asma:
Um adolescente de 13 anos apresenta tosse seca há quatro meses. Não apresenta sintomas constitucionais e o exame do aparelho respiratório é normal. Quais as principais doenças a serem consideradas, por serem mais frequentes?
Qual das bactérias abaixo é esperada na cultura de escarro de uma criança de 10 anos, portadora de fibrose cística, com bronquiectasias extensas, baqueteamento digital, escarro purulento, dispneia progressiva e comprometimento do estado nutricional?
Adolescente de 12 anos chega ao ambulatório com tomografia de tórax evidenciando bronquiectasias císticas bilaterais. Os diagnósticos a serem considerados são:
Escolar de nove anos apresenta tosse seca há 10 dias, sem febre, dispneia ou chiado, com prejuízo do sono e associada a mialgia e artralgia. A radiografia do tórax mostra aumento hilar e da trama brônquica. O agente mais provável é:
Escolar de oito anos é levado ao pronto-socorro em crise de asma iniciada na noite anterior. A mãe relata tosse, chiado, dispneia e vômitos. Exame físico: lúcido, orientado, acianótico, tax: 36,7ºC, FR: 38 irpm, FC: 118 bpm, SaO 2: 91%, dispneia moderada com retrações intercostais e sibilos expiratórios. O tratamento indicado neste momento é:
Pré-escolar de três anos é atendido em ambulatório pediátrico devido a história de pneumonia de repetição. As radiografias dos três episódios, todos nos últimos 12 meses, mostram infiltrados na mesma topografia pulmonar. A hipótese diagnóstica principal é:
Lactente de 16 meses é levado a serviço de emergência devido a quadro de tosse, dispneia intensa e estridor. A mãe informa que o quadro vem evoluindo há cinco dias com coriza, rouquidão e tosse ladrante. Ao exame físico: FR: 52 irpm, estridor que piora com o choro, tiragem subcostal e supraesternal. Após nebulização com adrenalina houve melhora importante do quadro. A hipótese mais provável é:
Criança de três anos de idade é levada ao pediatra com história de tosse e sibilância desde os seis meses de idade. Estes episódios são desencadeados por múltiplos fatores (poeira, mofo, cigarro, contato com gato). A criança possui diagnóstico prévio de rinite alérgica e há história de asma na família: uma prima padece da mesma doença. Realizado hemograma, que demonstrou 5% de eosinófilos. A criança apresenta quantos critérios sugestivos de asma?
Escolar de oito anos é atendido na emergência com história de tosse e coriza há 24 horas, que evoluiu para dispneia nas últimas seis horas. Mãe relata que a criança tem asma controlada, não usa corticosteroide inalatório ou oral e nunca necessitou de internação. Exame físico: dispneia, tiragem subcostal, FR: 40 irpm, FC: 144 bpm, SaO 2 de 89%, PFE<30% e comunicação somente por frases curtas. Esta crise pode ser classificada como:
Mãe comparece a consultório pediátrico com queixa de que seu filho de 18 meses de idade “gripa muito”. Ela relata que no último ano a criança apresentou cerca de seis episódios de infecções de vias aéreas superiores. Todos estes episódios foram autolimitados, com duração de cerca de sete dias e sem necessidade de internação. Em todos os episódios, a criança apresentou espirros, obstrução nasal e coriza e, em alguns deles, tosse e febre. A conduta nesse caso é:
Criança com nove meses de idade chega ao pronto-socorro com história de tosse, espirros, obstrução nasal e coriza há três dias. Há um dia houve piora do quadro, com presença de sibilância e dispneia. Ao exame, apresentava taquipneia, tiragem de fúrcula esternal, sibilância e tempo expiratório prolongado. Rx tórax: hiperinsuflação pulmonar. A mãe relata que a criança nunca apresentou quadro semelhante. A principal hipótese é:
Lactente, 11 meses, é admitido na emergência com taquipneia, tiragem e agitação. Coriza, irritabilidade e febrícula iniciaram-se há pouco mais de 24 horas. Já apresentou dois episódios de sibilância, necessitando de internação hospitalar prolongada. Curvas de peso e crescimento mostram desenvolvimento inadequado. Quais os melhores exames para elucidar o possível diagnóstico desta criança?
Paciente de 15 anos, peso: 61,7 kg e estatura: 159 cm, com diagnóstico prévio de asma, vai ao laboratório de função pulmonar para realização de espirometria. Após realização de manobras aceitáveis e reprodutíveis, são selecionados os seguintes parâmetros: VEF 1: 1,78 L (63,2%), CVF: 2,94 (95%), VEF 1/CVF: 60,53, FEF 25-75% : 0,96L (27,6%). Após broncodilatador, houve aumento do VEF 1 para 2,02L (71,6%). Qual o laudo desta espirometria?
Mulher, 38 anos, fumante dos 20 aos 30 anos, sete cigarros/dia, apresenta dispneia aos grandes esforços. Nega tosse e expectoração. O exame físico é normal. Duas espirometrias sequenciais mostram VEF 1 de 1500 mL (64% do previsto) e relação VEF 1/CVF < 70%. A radiografia de tórax evidencia enfisema pulmonar com predomínio em bases pulmonares. Qual a conduta diagnóstica mais recomendada?



























