Na sala de parto de um hospital de grande porte, um pediatra presta assistência a um recém-nascido a termo com 3.100 kg, 49 cm, Apgar 4 no primeiro minuto e 3 segundos. O profissional observa que o neonato está cianótico hiperpneico, o abdômen é escafoide, abolição do frêmito toracovocal à esquerda, desvio do ictus cordis para a direita. O RX de tórax revela a presença de alças intestinais no hemitórax esquerdo e desvio da silhueta cardíaca para direita. Assinale a opção diagnóstica mais provável para o caso.
Nos portadores de cirrose hepática, independentemente da etiologia, a melhor vigilância para hepatocarcinoma é feita por intermédio dos seguintes exames seriados:
Um homem de 58 anos com passado de ingesta de 200 gramas de álcool há cerca de 30 anos, portador de asma brônquica, foi admitido na emergência com sangramento digestivo alto manifestado por hematêmese. Ele já possuía um diagnóstico anterior histopatológico de cirrose feito há seis anos, época em que se internou para esclarecimento de hepatomegalia e elevação de aminotransferases. Após as medidas iniciais de estabilização cardiorrespiratória, foi submetido a endoscopia digestiva alta que revelou a presença de varizes esofágicas azuladas, com sinal da cor vermelha presente e em grande número, de grosso calibre maior que 1/3 da luz, tortuosas, a partir de terço proximal, sem esofagite e com varizes gástricas em cárdia. Segundo a Sociedade Japonesa de Pesquisa em hipertensão portal, a classificação mais apropriada para as varizes quanto à cor e forma seria
Paciente masculino, 27 anos, previamente hígido, apresenta disfagia progressiva para sólidos, impactação alimentar recorrente e episódios de dor torácica não cardíaca. Endoscopia digestiva alta mostra anéis esofágicos concêntricos e estrias longitudinais. Biópsias revelam infiltração com mais de 15 eosinófilos por campo de grande aumento. O diagnóstico mais provável é
































