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Acerca do câncer de colo do útero, é correto dizer -se que:
Avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas: I. Em paciente com diagnóstico de Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP), apresentando amenorreia e hirsutismo, ao se realizar a prova da progesterona, esta será positiva. PORQUE II. Na SOP, o eixo hipotálamo-hipófise-ovário é funcionante, com produção de estrogênio ovariano, sendo o endométrio responsivo a ele, e o trato genital é competente e pérvio. A respeito dessas asserções, assinale a resposta correta.
Em relação às descargas papilares, características para suspeita clínica de doença subjacente, assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas. ( ) Sanguinolentas. ( ) Multiductais e bilaterais. ( ) Em aspecto de “água de rocha”. ( ) Uniductal. ( ) Espontânea. A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Paciente de 20 anos de idade está em amenorreia há 6 meses após parar o anticoncepcional combinado oral (ACO). Refere que, nesse período que ficou sem usar o ACO, aumentou 10 kg de peso. Teve puberdade precoce, a qual foi tratada com análogo do GnRH. A menarca ocorreu aos 13 anos de idade e, devido à irregularidade menstrual, iniciou ACO no mesmo ano da menarca. Nega doenças crônicas ou uso de medicamentos. Traz os seguintes exames realizados recentemente: beta-hcg: < 1,0 mUI/mL; glicemia de jejum: 84 mg/dL; colesterol total: 147 mg/dL; HDL: 52 mg/dL; triglicerídeos: 57 mg/dL; 17(OH) progesterona: 72 ng/dL; androstenediona: 4,4 ng/dL; testosterona total: 62,4 ng/dL; TSH: 1,76 µUI/mL; prolactina: 5,84 ng/mL; insulina: 10 µUI/mL. Ao exame, apresenta acne e hirsutismo moderado na face, IMC de 23 kg/m², pressão arterial de 120/80 mmHg. Em relação ao caso, analise as assertivas abaixo: I. O diagnóstico é síndrome dos ovários policísticos. II. Faz-se necessária a realização de ultrassonografia transvaginal para confirmação diagnóstica. III. O uso de ACO é a base do tratamento. IV. A paciente tem risco aumentado de desenvolver síndrome metabólica. Quais estão corretas?
Segundo os Guidelines do NCCN (National Comprehensive Cancer Network), são critérios para realização de pesquisa de susceptibilidade genética para genes de alta penetrância (BRCA 1, BRCA2, CDH1, PALB2, PTEN e TP53, entre outros) para câncer de mama e ovário, EXCETO:
A vacinação para Covid-19 com uso de vacinas mais imunogênicas, como a Moderna® e Pfizer-BioNTech®, mostrou aumento de ocorrência de adenomegalias axilares no exame físico e exames de rastreamento das mulheres vacinadas. Frente a essa informação, diante de uma paciente de 50 anos, que realizou a vacina da Pfizer-BioNTech® há 7 dias e apresenta mamografia de rastreamento com adenomegalia axilar suspeita, segundo a recomendação da SBI (Society of Breast Imaging), devemos realizar:
Considere os métodos contraceptivos abaixo: I. Anticoncepcional combinado oral. II. DIU de levonorgestrel. III. Pílula de progestogênio isolado. IV. Anel vaginal. Quais podem ser indicados para paciente que foi submetida à cirurgia bariátrica e que deseja contracepção?
São vantagens da radioterapia adjuvante hipofracionada, no cenário do câncer de mama, em relação aos regimes de fracionamento convencionais, EXCETO:
Paciente de 28 anos de idade faz uso regular de anticoncepcional combinado oral (ACO) há 2 anos. Refere que o regime da sua pílula é de 24/4 dias e que há 3 meses não apresenta fluxo menstrual no intervalo do ACO. Diz, ainda, que faz uso correto do contraceptivo e apresenta β-hcg recente negativo. Qual a provável causa da amenorreia e a conduta adequada?
O estudo “CREATE-X”, publicado no The New England Journal of Medicine, avaliou uso de Capecitabina adjuvante em pacientes com resposta patológica parcial à quimioterapia adjuvante em regimes convencionais. A população do estudo incluía pacientes:
Paciente de 60 anos, com diagnóstico de neoplasia maligna da mama, Carcinoma Ductal Invasor, RE ++/4, RP ++/4, HER-2 positivo, Ki67 50%. Ao exame físico, nodulação endurecida, irregular, mal definida, fixa e palpável em quadrante súperolateral da mama esquerda, medindo 2,3 cm, com adenomegalia fixa e endurecida em axila homolateral. Mamografia e ecografia mamária identificaram nódulo único em topografia descrita, BIRADS 5, medindo 2,1 cm com adenomegalia com hilo desviado e espessamento cortical. Qual o estadiamento clínico da paciente, segundo critérios da AJCC 8ª edição?
A respeito das anormalidades de desenvolvimento congênitas da mama, ______________ é a ausência completa do complexo áreolo-papilar, enquanto a ________________ refere-se à ausência de toda a mama, e ____________ trata-se da ausência da mama com persistência do mamilo. Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Paciente de 35 anos, G1P1, refere fluxos menstruais volumosos e prolongados, associados à dismenorreia há um ano. Nesse período, já ficou 15 dias contínuos com sangramento. No momento não faz uso de anticoncepcional combinado oral, pois diz que o método não “segura a menstruação”, tendo sangramentos intermitentes. Traz β-hcg recente negativo e ultrassonografia transvaginal que evidencia útero em AVF, 190 cm³, miométrio difusamente heterogêneo. Endométrio trilaminar de 8 mm, com área nodular hipoecogênica de 2,0 cm na cavidade endometrial, sugestiva de mioma. Ovários de morfologias e tamanhos dentro da normalidade, com folículo de 18 mm em ovário esquerdo. Em relação ao caso apresentado, analise as assertivas abaixo: I. A causa do sangramento é o mioma submucoso, podendo estar presente, ainda, adenomiose. II. O tratamento clínico com análogo do GnRH é uma opção terapêutica e definitiva na resolução do sangramento anormal. III. As prováveis causas do sangramento são endometriose e adenomiose. IV. O tratamento de escolha é a miomectomia por via histeroscópica. Quais estão corretas?
Em relação aos fatores de risco e causas de infertilidade, considere as seguintes assertivas: I. A endometriose é uma causa prevalente, mesmo na sua forma assintomática. II. Varicocele, criptorquidia e fibrose cística podem estar associados à infertilidade masculina. III. A síndrome dos ovários policísticos é a causa de fator ovulatório de maior prevalência. Quais estão corretas?
Qual das seguintes apresentações NÃO está relacionada à possibilidade câncer de mama?
Paciente de 46 anos de idade apresenta sangramento vaginal intenso há 3 dias acompanhado de cólicas. Traz ultrassonografia transvaginal realizada há um mês, com resultado normal. Nega doenças crônicas e uso de medicações. Realizado teste de gravidez, que resultou em negativo. Ao exame, apresenta estabilidade hemodinâmica, IMC de 21 kg/m², exame especular evidenciando colo uterino sem lesões visíveis, com sangramento ativo pelo orifício externo do colo. São opções terapêuticas para cessar o sangramento: I. Estrogênios equinos conjugados em alta dose. II. Anticoncepcional combinado oral em altas doses. III. Progestogênios em altas doses. IV. Antifibrinolíticos. Quais estão corretas?
Paciente 38 anos, sem comorbidades, história familiar positiva para câncer de mama, submetida à core biopsy devido à nodulação suspeita, com resultado anatomopatológico sugestivo de “hiperplasia ductal atípica”. Qual a conduta imediata?
Sobre a investigação da Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP), analise as seguintes assertivas : I. Em mulheres com ciclos menstruais regulares, a ultrassonografia ovariana é mais bem indicada na fase folicular precoce. II. Elevações, mesmo discretas, da 17-hidroxiprogesterona afastam o diagnóstico de SOP, sendo esse achado sugestivo de hiperplasia adrenal congênita. III. Elevação isolada de sulfato de DHEA é infrequente. Porém, pode ser o único androgênio elevado em algumas mulheres. Quais estão corretas?
Avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas: I. A mulher já tem uma reserva ovariana diminuída aos 40 anos de idade, com consequente redução da fertilidade. Se engravidar nessa faixa etária, terá uma maior probabilidade de gestação gemelar. PORQUE II. O FSH basal está aumentado nessa idade, secundário à menor população folicular ovariana. A respeito dessas asserções, assinale a resposta correta.
As infecções adquiridas intraútero ou durante o trabalho de parto são causas de significativa morbidade e mortalidade neonatal. Sobre a toxoplasmose, é correto afirmar que:
A ocorrência de neoplasia maligna da mama em homens é muito rara, representando cerca de 1% dos tumores de mama no mundo. A taxa de incidência mulheres:homens é, aproximadamente, de 122:1. Atualmente, a maioria das condutas relativas ao tratamento em homens é baseada na extrapolação de evidências científicas obtidas em estudos com população majoritariamente feminina. Frente a isso, quando consideramos o tratamento de hormonioterapia adjuvante em homens, são opções terapêuticas: I. Tamoxifeno isolado. II. Inibidores de aromatase. III. Associação de GnRh + inibidor de aromatase. Quais estão corretos?
A solicitação de cariótipo faz parte da avaliação das seguintes alterações menstruais: I. Amenorreia primária em paciente com caracteres sexuais secundários presentes e ausência de útero. II. Amenorreia primária na presença de hipogonadismo hipergonadotrófico. III. Amenorreia secundária antes dos 30 anos de idade por insuficiência ovariana prematura. Quais estão corretas?
A coleta do material da ectocérvice deve ser realizada com:
De acordo Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer do Colo do Útero (BRASIL, 2011), o enfermeiro que recebe o seguinte laudo: Lesão intraepitelial de baixo grau em células escamosas deverá:
Paciente de 53 anos, com diagnóstico de Carcinoma Ductal Invasor (CDI) da mama esquerda, cT2N1, com imuno-histoquímica (IHQ) apresentando RE negativo, RP negativo, HER 2 positivo, Ki67 70%. Foi submetida à quimioterapia neoadjuvante com associação de antraciciclina, taxano e bloqueio HER2 com trastuzumabe. Submetida também à quadrantectomia com linfadenectomia axilar. Anatomopatológico de peça cirúrgica evidenciou CDI residual de 0,4 cm com micrometástase em 1/9 linfonodos dissecados, com mesmo perfil IHQ evidenciado em core biopsy. Qual a melhor alternativa de tratamento sistêmico adjuvante neste contexto?
Paciente de 40 anos, G2P1, com pré-eclâmpsia na gestação anterior, vem à consulta para iniciar o pré-natal. Está com 12 semanas de gestação, assintomática. Refere ser hipertensa crônica e que parou com a medicação anti-hipertensiva quando soube que estava grávida. Não faz uso de medicações além do ácido fólico. Nega outros problemas de saúde. Ao exame: pressão arterial de 150/90 mmHg e IMC de 28 kg/m². Realizada ultrassonografia obstétrica por via transvaginal, evidencia-se comprimento cabeça-nádegas de 78 mm, batimentos cardiofetais de 160 bpm, transluscência nucal de 1,8 mm, presença de osso nasal e idade gestacional de 12 semanas e 5 dias. Além do controle e acompanhamento nutricional, deve-se prescrever:
Na avaliação fetal e diagnóstico pré-natal, o aumento de alfafetoproteínas, dosado entre 15 e 22 semanas de idade gestacional, está relacionado à:
Paciente de 34 anos, com diagnóstico de neoplasia maligna da mama direita, cT3N1M1, luminal B, KI67 80%, com metástases hepáticas e pulmonares. Paciente submetida à ooforectomia bilateral com vistas ao bloqueio hormonal, optando-se por iniciar tratamento com inibidores de CDK4/6 associados ao letrozol. Paciente apresentou boa resposta clínica e adequado controle de doença inicialmente, no entanto, cerca de 16 meses após início do tratamento, apresentou progressão de doença, com aumento do número e tamanho de metástases hepáticas. Realizada, então, pesquisa do gene PIK3CA, em que foi evidenciada presença de mutação. Qual seria a melhor alternativa para tratamento de 2ª linha dessa paciente?
Primigesta, com 35 semanas de gestação confirmada por ultrassonografia precoce, chega ao pronto-socorro referindo contrações. Refere pré-natal sem intercorrência, fazendo uso apenas de sulfato ferroso no momento. Nega doenças crônicas. Traz os exames laboratoriais solicitados na última consulta, que estavam normais, exceto a urocultura, que evidenciou Estreptococo agalactiae > 100.000 ufc/ml. Ao exame: pressão de 120/80 mmHg; altura uterina de 32 cm; 4 contrações em 10 minutos; bcf de 140 bpm; toque vaginal com colo fino, centrado, 4 cm de dilatação, cefálico, bolsa íntegra. Qual a melhor conduta nesse caso?
Em relação ao acompanhamento pré-natal em gestante com diabetes, analise as assertivas abaixo: I. A monitorização metabólica deve ser feita pela glicemia capilar e tem o objetivo de guiar o tratamento. II. O crescimento fetal avaliado por ultrassonografia seriada pode indicar hiperinsulinemismo fetal em medidas de circunferência abdominal fetal maior do que o percentil 75 para a idade gestacional. III. A ecocardiografia fetal deve ser solicitada em torno da 26ª semana de gestação para rastreamento de malformações cardíacas e de hipertrofia septal, um dos indicadores indiretos de hiperinsulinemismo fetal. IV. Deve-se fazer rastreamento de pré-eclâmpsia e de bacteriúria assintomática. Quais estão corretas?



























