UFU - Universidade Federal de Uberlândia - MG

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL - MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA

GESTÃO DE PESSOAS: PRÓ-REITORIA DE RECURSOS HUMANOS

CONCURSO PÚBLICO PARA TÉCNICO-ADMINISTRATIVO

EDITAL Nº 019/2008

Notícia:   UFU - Universidade Federal de Uberlândia - MG oferece 46 vagas

O PRÓ-REITOR DE RECURSOS HUMANOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA, no uso da sua competência delegada por meio da Portaria R nº 851/07, de 08 de agosto de 2007, publicada no Diário Oficial da União em 22 de agosto de 2007, Seção 2, p. 16, e tendo em vista o disposto na Portaria do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão - MPOG nº 450 de 27 de dezembro de 2007, publicada no Diário Oficial da União de 28 de dezembro de 2007, na Portaria do Ministério da Educação MEC no 1264 de 27 de dezembro de 2007, publicada no Diário Oficial da União de 28 de dezembro de 2007, na Portaria do Ministério da Educação MEC nº 172 de 30 de janeiro de 2008, publicada no Diário Oficial da União de 31 de janeiro de 2008, na portaria do Ministério da Educação no 212 de 18 de fevereiro de 2008, publicada no Diário Oficial da União de 19 de fevereiro de 2008, torna público que estarão abertas as inscrições ao Concurso Público destinado ao provimento dos cargos das classes D e E da carreira de Técnico-administrativo, conforme Anexo I, para qualquer unidade da Universidade Federal de Uberlândia (cidade Uberlândia, Ituiutaba e qualquer outros campi que poderão surgir), observados os termos da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação, aprovado pela Lei nº 11.091 de 12 de janeiro de 2005, da Portaria do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão - MPOG nº 450 de 07 de novembro de 2002, das disposições do Estatuto e do Regimento Geral da Universidade e da legislação pertinente e complementar, mediante as normas e condições do Edital e Anexos I e II disponíveis no endereço eletrônico www.ingresso.ufu.br/concurso, a partir de 15 de abril de 2008.

01. DA INSCRIÇÃO

1.1. Forma de inscrição: por meio da Internet, no endereço eletrônico www.ingresso.ufu.br/concurso, a qualquer hora do dia ou da noite, no período de 30/04/2008 a 13/05/2008.

1.1.1. A Universidade não se responsabiliza por pedido de inscrição, via Internet, não recebido por defeitos de ordem técnica que impossibilitem a transferência dos dados, falhas de comunicação ou congestionamento das linhas de comunicação.

1.2. Valor da inscrição e seu pagamento: o valor da inscrição para cada cargo está disponível no quadro do Anexo I, do presente Edital, devendo o pagamento ser realizado no período de 30/04/2008 a 14/05/2008 na rede bancária.

1.2.1. Não será permitida a transferência do valor pago como taxa de inscrição para outra pessoa, assim como a transferência da inscrição para pessoa diferente daquela que a realizou.

1.2.2. Não serão aceitas inscrições condicionais, via fax, via correio eletrônico ou fora do prazo.

1.2.3. A inscrição do candidato implica o conhecimento tácito e aceitação das normas e condições estabelecidas neste Edital e em seus Anexos I e II, das quais não poderá alegar desconhecimento.

1.3. Procedimentos para a inscrição: O candidato deverá acessar o endereço eletrônico www.ingresso.ufu.br/concurso e seguir rigorosamente todas as instruções nele contidas, as quais fazem parte deste Edital, como se nele estivessem integralmente transcritas. Neste endereço o candidato encontrará o Edital, o requerimento de inscrição, o boleto bancário em forma de arquivo eletrônico, o conteúdo programático das provas e sugestão bibliográfica (Anexo II), observado o seguinte:

1.3.1. o pagamento deverá ser realizado na rede bancária.

1.3.2. o requerimento de inscrição deve ser preenchido por inteiro e com toda atenção, de modo que dele constem informações exatas e verídicas, sob pena de cancelamento da inscrição.

1.3.3. o preenchimento do CPF é obrigatório.

1.3.4. realizada a inscrição, não serão permitidas alterações.

1.4. Comprovante definitivo de inscrição: estará disponível na Internet para todos os candidatos, a partir de 17h do dia 27/05/2008, no endereço eletrônico www.ingresso.ufu.br/concurso.

1.5. Requisitos básicos para a inscrição: conhecer e estar de acordo com as exigências contidas no presente Edital.

1.5.1. Antes de efetuar a inscrição e/ou o pagamento da taxa, o candidato deverá tomar conhecimento do disposto neste Edital e em seus Anexos e certificar-se de que preenche todos os requisitos exigidos para investidura no cargo que pretender.

1.5.2. Em nenhuma hipótese a taxa de inscrição será devolvida.

1.6. Das vagas destinadas aos portadores de deficiência:

1.6.1. Serão reservadas 05 (cinco) vagas a que se refere esse Edital para candidatos portadores de deficiência física, sendo as mesmas distribuídas da seguinte forma: 1-Analista de Tecnologia da Informação, 1-Assistente Social, 1-Bibliotecário/Documentalista, 1-Farmacêutico, 1-Técnico de Laboratório/Química.

1.6.2. No ato da inscrição, o candidato deverá informar a deficiência da qual é portador e se necessita de condições especiais para a realização das provas, descrevendo estas condições especiais, as quais serão atendidas obedecendo a critérios de viabilidade e razoabilidade.

1.6.3. Consideram-se pessoas portadoras de necessidades especiais aquelas que se enquadrarem nas categorias descritas no Art. 4° do Decreto no 3.298/99.

1.6.4. Na hipótese de aprovação do candidato deficiente, este será submetido à Junta Médica Oficial da UFU, que decidirá: (1) se o mesmo encontra-se em condições físicas e mentais para o exercício do cargo; (2) se a deficiência alegada pelo candidato no ato da inscrição se enquadra ao disposto no Art. 4° do Decreto 3298/99.

1.6.5. Caso a Junta Médica Oficial da UFU reconheça incompatibilidade entre a deficiência e as atribuições do cargo a ser ocupado, ou ainda a não observância ao que dispõe o Art. 4° do Decreto 3298/99, o candidato perderá o direito às vagas reservadas aos candidatos em tais condições.

1.6.6. O candidato portador de deficiência reprovado na perícia médica, por não ter sido considerado deficiente, caso seja aprovado no concurso, figurará na lista de classificação geral.

1.6.7. Não serão considerados como deficiência visual os distúrbios de acuidade visual passíveis de correção.

1.6.8. A vaga definida para os deficientes que não for provida por falta de candidatos, por reprovação no concurso ou na perícia médica, será preenchida pelos demais candidatos, observada a ordem geral de classificação para o cargo pertinente.

1.6.9. O candidato deficiente se classificado, figurará na lista geral de classificação e, também, em lista específica para deficiente.

2. DA LOTAÇÃO, DO EXERCÍCIO E JORNADA DE TRABALHO

2.1. Os candidatos classificados no concurso de que trata este Edital, nomeados para ocupar os cargos descritos no Anexo I, serão lotados e terão exercício na Universidade Federal de Uberlândia. As vagas deverão ser preenchidas, dando prioridade de escolha ao candidato pela ordem de classificação, em qualquer uma das unidades da UFU (Uberlândia, Ituiutaba).

2.2. As vagas que posteriormente forem destinadas à UFU no prazo de validade deste concurso, e referente aos cargos mencionados neste Edital, deverão ser preenchidas de acordo com a classificação dos candidatos, que serão lotados em qualquer das unidades integrantes da estrutura organizacional da Universidade, em Uberlândia, Ituiutaba ou outros campi que poderão surgir, de acordo com o interesse desta instituição.

2.3. A jornada de trabalho é de 40 horas semanais, estabelecidas no artigo 19, da lei nº 8.112/90, alterado pelo artigo 22, da lei nº 8.270/91, salvo quando legislação específica estabelecer jornada diversa.

2.3.1. A jornada de trabalho poderá ser cumprida nos turnos diurno ou noturno, de acordo com a necessidade de funcionamento do serviço.

3. DAS ETAPAS DO CONCURSO

3.1. As provas para os cargos das Classes D e E, consistirão de uma prova de caráter eliminatório e classificatório, composta por questões objetivas de múltipla escolha e de uma redação.

3.1.1. Será atribuída para a prova objetiva e de redação a valorização total de 100 (cem) pontos.

3.1.2. A prova objetiva consistirá de 40 (quarenta) questões, das quais 5 (cinco) de Língua Portuguesa, 5 (cinco) de Informática Básica, 5 (cinco) de Matemática, 2 (duas) de Ética Pública, 3 (três) da Lei 8.112/90 - Regime Jurídico Único e 20 (vinte) de Conhecimentos Específicos. Cada questão objetiva constará de 4 (quatro) alternativas, das quais apenas uma deve ser assinalada, respeitando-se o enunciado. As questões de Língua Portuguesa, Matemática, Informática, terão peso 2,0 (dois) cada, Ética Pública e Lei no 8.112/90 - Regime Jurídico Único peso 1 (um) cada e Conhecimentos Específicos peso 2,5 (dois e meio) cada.

3.1.3. A prova de Redação valerá 15 (quinze) pontos, com peso 1 (um) e consistirá na produção de um texto curto, em um dos seguintes gêneros: relato, carta formal e informal, notícia, texto argumentativo. A folha de redação possui 15 linhas, espaçadas de 0,6 cm, e seu comprimento é de 21 cm. Será atribuída nota zero ao candidato que elaborar sua redação com menos de 10 linhas ou se na folha constarem assinaturas, recados ou quaisquer sinais estranhos que, de alguma forma, indiquem sua possível identificação.

3.2. A prova objetiva e redação para todos os cargos da Classe D e E será realizada no dia 01/06/2008.

3.2.1. O horário e o local onde serão realizadas as provas estarão disponíveis a partir de 17h do dia 27/05/2008, no site www.ingresso.ufu.br/concurso, juntamente com o comprovante de inscrição.

3.2.2. É de exclusiva responsabilidade do candidato verificar a confirmação do local de prova.

3.3. O candidato deverá comparecer ao local designado para a prova 30 (trinta) minutos antes do horário previsto para o início da mesma, munido de comprovante de inscrição, documento de identidade original e caneta esferográfica azul.

3.3.1. Serão considerados documentos de identidade: Carteiras expedidas pelos Ministérios Militares, pela Secretaria de Segurança Pública, pelos Institutos de Identificação e pelo Corpo de Bombeiros Militar, Carteiras expedidas pelos Órgãos fiscalizadores de exercício profissional (Ordens, Conselhos, etc.); Passaporte, Certificado de Reservista, Carteiras Funcionais do Ministério Público, Carteiras Funcionais expedidas por Órgãos Públicos que por Lei Federal valham como identidade, Carteira de Trabalho e Carteira Nacional de Habilitação (somente o modelo novo com foto).

3.4. O cartão-resposta deverá ser preenchido e a Redação redigida, ambos com caneta esferográfica azul.

3.5. Na correção do cartão-resposta será atribuída nota zero à questão com mais de uma opção assinalada, sem opção assinalada, ou com rasura.

3.6. Em nenhuma hipótese haverá substituição do cartão-resposta ou da folha de redação, tendo em vista erro do candidato.

3.7. A duração da prova será de 04 (quatro) horas, incluindo o tempo para o preenchimento do cartão-resposta.

3.8. É de responsabilidade do candidato entregar o cartão-resposta e a folha de redação ao fiscal no final da prova, sob pena de ser eliminado do concurso.

3.9. O candidato só poderá retirar-se da sala depois de decorridas 02 (duas) horas do início da prova.

3.9.1. A inobservância do subitem anterior acarretará a não correção das provas e, conseqüentemente, a eliminação do candidato do concurso público.

3.10. Durante a realização da prova não será admitida qualquer espécie de consulta ou comunicação entre os candidatos, utilização de chapéus ou bonés, bolsas, bottons, broches, brincos, cabelos longos soltos, nem a utilização de livros, manuais, impressos ou anotações, máquinas calculadoras (também em relógios), telefones celulares, pagers, bips, aparelhos de controle remoto, de alarme de carro, walkmans, gravadores ou quaisquer outros receptores de mensagens, sob pena de o candidato ser retirado do local e ter a sua prova anulada.

3.11. Terá sua prova anulada e será retirado da sala o candidato que provocar qualquer tumulto, prejudicando o regular andamento das provas, ou se recusar a atender ao que for solicitado pelos fiscais.

3.12. Os gabaritos das provas objetivas dos cargos da Classe D e E serão disponibilizados no site www.ingresso.ufu.br/concurso a partir de 20h do dia 01/06/2008.

3.13. As notas obtidas nas provas objetivas e redação para os cargos da Classe D e E serão divulgadas no dia 16/06/2008 às 17h no site www.ingresso.ufu.br/concurso. (Recursos vide item 05, do presente Edital).

3.14. As listas de aprovados para os cargos das Classes D e E serão divulgadas no dia 24/06/2008 às 17h, no site www.ingresso.ufu.br/concurso e na Pró-Reitoria de Recursos Humanos.

04. DA APROVAÇÃO NO CONCURSO E DA CLASSIFICAÇÃO DOS HABILITADOS

4.1. A nota mínima que os candidatos das Classes D e E deverão alcançar é de 60 (sessenta) pontos, num máximo de 100 (cem) pontos.

4.1.1. Serão corrigidas as provas de Redação dos candidatos referidos no item 4.1 aprovados na prova objetiva que alcançarem a pontuação mínima de 52 (cinqüenta e dois) pontos.

4.1.1.1. O candidato que não tiver sua prova de Redação corrigida na forma do item

4.1.1, será automaticamente eliminado e não terá classificação alguma no concurso.

4.1.2.A classificação final dos candidatos dar-se-á na ordem decrescente de notas obtidas nas provas.

4.1.3. Havendo empate no concurso para os cargos das Classes D e E, terá preferência, sucessivamente, o candidato que:

a) obtiver maior pontuação nas questões de Conhecimento Específico;

b) obtiver maior pontuação nas questões de Língua Portuguesa;

c) obtiver maior nota na Redação;

d) tiver maior idade.

5. DOS RECURSOS

5.1. O candidato que desejar interpor recurso contra o gabarito de questão e/ou questão das provas deverá ser feita nos dias 02 e 03/06/2008, exclusivamente pelo endereço eletrônico www.ingresso.ufu.br/concurso. Julgando procedente o recurso, a COPEV poderá anular a questão ou alterar o seu gabarito.

5.1.1. No caso de anulação da questão, os pontos da mesma serão considerados a favor de todos os candidatos.

5.1.2. No caso de alteração do gabarito de questão, os pontos da mesma serão considerados apenas a favor dos candidatos cujas respostas coincidirem com as do gabarito alterado.

5.1.3. A COPEV disponibilizará em seu endereço eletrônico www.ingresso.ufu.br/concurso os recursos recebidos, juntamente com suas respectivas respostas.

5.1.4. O candidato somente poderá fazer o recurso de posse dos seus números de inscrição e CPF.

5.2. O candidato poderá solicitar vista da prova de Redação, cuja imagem digital, sem anotações nem registros das notas dos corretores, será disponibilizada no endereço eletrônico www.ingresso.ufu.br/concurso.

5.2.1. A solicitação da vista da prova de redação será no dia 17/06/2008, nos horários de 8h às 11h e de 14h às 17h, na sala da COPEV.

5.3. Não será concedida revisão da prova de Redação.

6. DA DIVULGAÇÃO DO RESULTADO

6.1. O resultado final do concurso para os cargos das Classes D e E será divulgado no dia 24/06/2008, às 17h, no site www.ingresso.ufu.br/concurso e na Pró-Reitoria de Recursos Humanos.

7. DA HOMOLOGAÇÃO DO CONCURSO

7.1. O resultado final do concurso, obedecida a classificação em ordem decrescente de notas, será homologado pelo Reitor, e publicado no Diário Oficial da União, sendo respeitado o disposto no art. 42, do Decreto no 3.298/99.

8. PRAZO DE VALIDADE DO CONCURSO

8.1. O prazo de validade do concurso será de 1 (um) ano, a contar da data de publicação da homologação, podendo no interesse da Administração, ser prorrogado por igual período, conforme estabelece a Portaria 450/MPOG de 06/11/2002, art. 13 e o Decreto 4.175 de 27/03/2002.

8.2. Durante o prazo de validade do presente concurso público, havendo autorização do Ministério de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão para provimento de novas vagas para esta Universidade, e considerando ainda a oportunidade e a conveniência da Instituição, poderá convocar candidatos remanescentes da fila de espera, de acordo com o estabelecido na portaria 450/MPOG de 06/11/2002.

9. DOS REQUISITOS PARA A INVESTIDURA NOS CARGOS

9.1. Ser brasileiro nato ou naturalizado ou, ainda, no caso de nacionalidade portuguesa, estar amparado pelo § 1º do art. 12, da Constituição Federal.

9.2. Estar em gozo dos direitos políticos.

9.3. Estar em dia com as obrigações militares e eleitorais.

9.4. Possuir o nível de escolaridade exigido para o exercício do cargo, e demais exigências para o exercício do cargo, conforme consta do Anexo II deste edital.

9.5. Ter a idade mínima de 18 anos.

9.6. Possuir aptidão física e mental para o cargo pretendido.

9.7. Não ter sofrido, no exercício da Função Pública, penalidade incompatível com a investidura em Cargo Público Federal, prevista no art. 137, parágrafo único da Lei nº 8.112/90.

9.8. Não acumular cargos, empregos e funções públicas, exceto àqueles permitidos em lei, desde que assegurada à hipótese de opção dentro do prazo para a posse, determinado no § 1º do art. 13, da Lei nº 8.112/90.

10. DO PROVIMENTO DAS VAGAS E DO APROVEITAMENTO DOS CANDIDATOS HABILITADOS

10.1. O provimento das vagas ocorrerá no nível inicial do cargo, com a remuneração correspondente e definida em Lei.

10.2. Os candidatos aprovados serão nomeados obedecendo rigorosamente a ordem de classificação no limite das vagas disponíveis e fixadas no Anexo I..

10.3. A aprovação do candidato não assegurará o direito ao seu ingresso automático no cargo para o qual se habilitou, mas apenas a expectativa de ser nele investido.

10.4. A posse do candidato no cargo fica condicionada à apresentação de todos os documentos comprobatórios dos requisitos relacionados no item 9.

10.5. O candidato aprovado, que for convocado para assumir o cargo, somente será nomeado se for considerado apto física e mentalmente para o cargo pretendido, por meio de avaliação clínica médico-ocupacional e laboratorial realizada pelo Setor de Saúde Ocupacional da Universidade, sendo a rotina básica complementada por exames clínicos e/ou laboratorial especializados, sempre que se fizerem necessários.

10.6. A convocação dos candidatos aprovados para se manifestarem, no prazo determinado, sobre a aceitação ou não do cargo, será realizada exclusivamente através de correspondência, não se responsabilizando a Universidade pela mudança de endereço sem comunicação prévia, por escrito, por parte do candidato.

10.7. O não pronunciamento do candidato aprovado no prazo estabelecido para esse fim facultará à Universidade a convocação dos candidatos seguintes, perdendo o mesmo o direito de investidura no cargo para o qual se habilitou.

11. CALENDÁRIO

Subitens

Procedimentos e eventos

Datas

Horários

Local ou meio

11.1

Inscrição

30/04/2008 a 13/05/2008

Qualquer hora do dia e da noite

www.ingresso.ufu.br/concurso

11.2

Pagamento das inscrições

30/04/2008 a 14/05/2008

Estabelecidos pelos Órgãos Recebedores

Caixas Eletrônicos Bancos e órgãos credenciados pelos mesmos

11.3

Comprovante definitivo de Inscrição e divulgação do horário e local onde serão realizadas as provas

A partir de 27/05/2008

A partir de 17 h

www.ingresso.ufu.br/concurso

11.4

Aplicação das provas

01/06/2008

14 h as 18 h

Campus Santa Mônica

11.5

Divulgação do gabarito oficial

01/06/2008

A partir de 20 h

www.ingresso.ufu.br/concurso

11.6

Interposição de recurso contra o gabarito oficial

02 e 03/06/2008

Qualquer hora do dia e da noite

www.ingresso.ufu.br/concurso

11.7

Resultado da apreciação do recurso contra o gabarito pela banca examinadora

10/06/2008

A partir de 17 h

www.ingresso.ufu.br/concurso

11.8

Notas obtidas nas provas objetivas e redação

16/06/2008

17 h

www.ingresso.ufu.br/concurso

11.9

Solicitação da vista da prova de redação

17/06/2008

8h as 11h e 14h as 17h

Sala Copev/Campus Santa Mônica

11.10

Disponibilização das cópias (imagens digitais), previamente solicitadas, da folha de redação

20/06/2008

A partir de 12 h

www.ingresso.ufu.br/concurso

11.11

Divulgação do resultado final

24/06/2008

17h

www.ingresso.ufu.br/concurso

12. DISPOSIÇÕES FINAIS

12.1. A inscrição do candidato implicará na aceitação das normas para o concurso público contida no edital.

12.2. É de inteira responsabilidade do candidato acompanhar a publicação de todos os atos, editais e comunicados referentes a este concurso público no Diário Oficial da União e divulgados na Internet no endereço eletrônico www.ingresso.ufu.br/concurso.

12.3. Não serão fornecidas por telefone informações a respeito de datas, locais e horários de realização das provas.

12.4. Será excluído do concurso o candidato que:

a) fizer, a qualquer momento, declaração falsa ou incompleta;

b) deixar de comparecer à prova;

c) tiver atitude incorreta ou descortês com os examinadores, executores, auxiliares ou autoridades presentes durante a realização da prova;

d) for, durante a realização da prova, surpreendido em comunicação com outro candidato, verbalmente, por escrito ou por qualquer outra forma, bem como aquele que utilizar livros, notas, impressos e/ou materiais não determinados nas Orientações ao Candidato;

e) for responsável por falsa identificação pessoal;

f) não entregar o cartão-resposta e/ou a folha de redação ao fiscal no final da prova, ou quando solicitados pelo mesmo.

g) portar qualquer aparelho de telecomunicação, mesmo desligado.

12.4.1. Será excluído ainda do concurso, o candidato que utilizar ou tentar utilizar meios fraudulentos para obter benefícios para si ou para terceiros.

12.5. Após o fechamento dos portões, não será permitido, em nenhuma hipótese, o ingresso de candidatos no local de provas.

12.6. Somente será admitido na sala de provas, o candidato previamente inscrito, que estiver devidamente munido de um documento de identidade, conforme estabelecido no item 3.5.1, deste Edital.

12.6.1. A COPEV, a critério exclusivo, poderá fotografar e colher impressões digitais do candidato, para efeitos de identificação, caso seja necessário.

12.6.2. O candidato, ao tomar conhecimento deste Edital, sem oposição, declara estar de acordo com a providência de que trata o subitem anterior, acaso ocorra.

12.7. Em nenhuma hipótese será permitido o ingresso ou a permanência de pessoas estranhas no estabelecimento de aplicação das provas.

12.8. Os candidatos aprovados e classificados deverão manter atualizados seus endereços na Pró-Reitoria de Recursos Humanos, responsabilizando-se por prejuízos decorrentes da não atualização.

12.9. Na ocorrência de caso fortuito ou força maior que impeça, parcial ou integralmente, a realização do concurso, a UFU reserva a si o direito de cancelar, substituir datas, realizar novas provas, sem qualquer ônus para a Instituição e para os candidatos.

12.10. O Edital estará disponível no site www.ingresso.ufu.br/concurso a partir do dia 15/04/2008 e na Pró-Reitoria de Recursos Humanos, a partir da mesma data, das 8h às 11h e 14h às 17h, em dias úteis.

Uberlândia, 10 de abril de 2008.

GUILHERME GREGÓRIO DE OLIVEIRA
PRÓ-REITOR DE RECURSOS HUMANOS

ANEXO I

CARGOS

NÚMERO DE VAGAS

CIDADE

TAXA INSCRIÇÃO

REMUNERAÇÃO

CARGA HORÁRIA

NÍVEL D

Operador de Câmera de TV

2

Ituiutaba

R$ 30,00

R$ 1193,22

40 hs

Técnico de Laboratório/Biologia

1

1

Ituiutaba

Uberlândia

R$ 30,00

R$ 1193,22

40 hs

Técnico de Laboratório/ História - Geografia

1

Ituiutaba

R$ 30,00

R$ 1193,22

40 hs

Técnico de Laboratório/ Matemática

1

Ituiutaba

R$ 30,00

R$ 1193,22

40 hs

Técnico de Laboratório/Química

2

Ituiutaba

R$ 30,00

R$ 1193,22

40 hs

1

Uberlândia

Técnico em Tecnologia da Informação

2

Ituiutaba

R$ 30,00

R$ 1193,22

40 hs

NÍVEL E

 

 

 

 

 

Analista de Técnico. da Informação

2

3

Ituiutaba

Uberlândia

R$ 35,00

R$ 1424,03

40 hs

Arquiteto e Urbanista

2

Uberlândia

R$ 35,00

R$ 1424,03

40 hs

Arquivista

2

Uberlândia

R$ 35,00

R$ 1424,03

40 hs

Assistente Social

1

3

Ituiutaba

Uberlândia

R$ 35,00

R$ 1424,03

40 hs

Bibliotecário/Documentalista

1

3

Ituiutaba

Uberlândia

R$ 35,00

R$ 1424,03

40 hs

Biólogo

1

Uberlândia

R$ 35,00

R$ 1424,03

40 hs

Economista

1

Uberlândia

R$ 35,00

R$ 1424,03

40 hs

Engenheiro Civil

1

Uberlândia

R$ 35,00

R$ 1424,03

40 hs

Engenheiro Eletricista

1

Ituiutaba

R$ 35,00

R$ 1424,03

40 hs

Estatístico

1

Uberlândia

R$ 35,00

R$ 1424,03

40 hs

Farmacêutico

3

Uberlândia

R$ 35,00

R$ 1424,03

40 hs

Físico

1

Uberlândia

R$ 35,00

R$ 1424,03

40 hs

Jornalista

2

Uberlândia

R$ 35,00

R$ 1424,03

25 hs

Museólogo

1

Uberlândia

R$ 35,00

R$ 1424,03

40 hs

Pedagogo

1

1

Ituiutaba

Uberlândia

R$ 35,00

R$ 1424,03

40 hs

Psicólogo Clínico

2

Uberlândia

R$ 35,00

R$ 1424,03

40 hs

Técnico Desportivo

2

Uberlândia

R$ 35,00

R$ 1424,03

40 hs

TOTAL GERAL

46

ANEXO II

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DAS PROVAS DE LÍNGUA PORTUGUESA PARA TODOS OS CARGOS DAS CLASSES D e E

Será avaliada a capacidade de:

Ler, compreender e interpretar textos diversos de diferentes tipos, redigidos em Língua Portuguesa e produzidos em situações diferentes e sobre temas diferentes. Extrair informações não explicitadas, apoiando-se em deduções. Identificar elementos que permitam extrair conclusões não explicitadas no texto. Integrar e sintetizar informações. Identificar elementos que permitam relacionar o texto lido a outro texto ou a outra parte do mesmo texto. Identificar informações pontuais no texto. Identificar e corrigir, em um texto dado, determinadas inadequações em relação à língua padrão. Inferir o sentido de palavras a partir do contexto. Estabelecer relações entre os diversos segmentos do próprio texto e entre textos diferentes. Estabelecer articulação entre informações textuais, inclusive as que dependem de pressuposições e inferências (semânticas, pragmáticas) autorizadas pelo texto, para dar conta de ambigüidades, ironias e opiniões do autor. Reconhecer marcas lingüísticas necessárias à compreensão do texto (mecanismos anafóricos e dêiticos, operadores lógicos e argumentativos, marcadores de seqüenciação do texto, marcadores temporais, formas de indeterminação do agente). Identificar e empregar recursos lingüísticos próprios da língua escrita formal: pontuação, ortografia, concordância nominal e verbal, regência nominal e verbal, colocação pronominal, estruturação de orações e períodos.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS: FIORIN, J. L. Para entender o texto. SP: Ática, 1995. GARCIA, O. M. Comunicação em prosa moderna. RJ: Fundação Getúlio Vargas, 1967. _____ . KOCH, I. G. V. A Coesão Textual. SP: Contexto, 1989. KOCH, I. G. & TRAVAGLIA, L. C. A Coerência textual. SP: Cortez, 1990. PÉCORA, A. Problemas de redação. SP: Martins Fontes, 1993. Gramáticas Normativas da Língua Portuguesa.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DA PROVA DE REDAÇÃO PARA TODOS OS CARGOS DAS CLASSES D e E

A prova de Redação valerá 15 (quinze) pontos e consistirá na produção de um texto curto, em um dos seguintes gêneros: relato, carta formal e informal, reportagem, texto de opinião. A folha de redação possui 15 linhas, espaçadas de 0,6 cm, e seu comprimento é de 21 cm. Será atribuída nota zero ao candidato que elaborar sua redação com menos de 10 linhas ou se na folha constar assinaturas, recados ou quaisquer sinais estranhos que, de alguma forma, indiquem sua possível identificação.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DAS PROVAS DE LEGISLAÇÃO - REGIME JURÍDICO ÚNICO PARA TODOS OS CARGOS DA CLASSE D e E

LEI nº 8.112 - DE 11 DE DEZEMBRO DE 1990:

TÍTULO II - DO PROVIMENTO, VACÂNCIA, REMOÇÃO, REDISTRIBUIÇÃO E SUBSTITUIÇÃO;

TÍTULO III - DOS DIREITOS E VANTAGENS;

TÍTULO IV - DO REGIME DISCIPLINAR

TÍTULO V - DO PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR

TÍTULO VI - DA SEGURIDADE SOCIAL DO SERVIDOR

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS: LEI nº 8.112 - DE 11 DE DEZEMBRO DE 1990 - COM AS DEVIDAS ATUALIZAÇÕES

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DAS PROVAS DE ÉTICA PÚBLICA PARA TODOS OS CARGOS DA CLASSE D e E

Decreto nº 6. 029 de 1º de fevereiro de 2007 Decreto nº 1. 171 de 22 de junho de 1994

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS: www.presidencia.gov.br/estrutura_presidencia/cepuv/legislação/decreto

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DAS PROVAS DE INFORMÁTICA BÁSICA PARA TODOS OS CARGOS DA CLASSE D e E

- Noções básicas do sistema operacional Windows, domínio de aplicações de escritório, correio eletrônico, manipulação de arquivos e pastas, uso de navegadores (browsers) e aplicações webmail.

- Noções do Windows (login, logoff, mudança senha, bloqueio desktop, shutdown)

- Principais aplicações:

Pacote Office (processador de texto, editor de apresentação e planilha) da Microsoft e Open Office

- Correio Eletronico (Outlook Express e Outlook) para envio de mensagens e arquivos Manipulador de arquivos e diretórios (Windows Explorer) - criar, renomear, pesquisar e remover

- Navegadores (Browsers) Internet Explorer e Netscape Firefox:

- Pesquisa na Internet

- Aplicações Web (Webmail)

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS: MINASI, M. et al. Dominando o Microsoft Windows 2000, Server Pearson, 2001

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DAS PROVAS DE MATEMÁTICA PARA OS CARGOS DA CLASSE D (ANEXO I) SEGUINTES: OPERADOR DE CÂMERA DE TV, TÉCNICO DE LABORATÓRIO/BIOLOGIA, TÉCNICO DE LABORATÓRIO/QUÍMICA, TÉCNICO DE LABORATÓRIO/ HISTÓRIA-GEOGRAFIA, TÉCNICO EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, E PARA OS CARGOS DA CLASSE E (ANEXO I) SEGUINTES: ARQUIVISTA, ASSISTENTE SOCIAL, BIBLIOTECÁRIO/DOCUMENTALISTA, BIÓLOGO, FARMACÊUTICO, JORNALISTA, MUSEÓLOGO, PEDAGOGO, PSICÓLOGO CLÍNICO E TÉCNICO DESPORTIVO

1. Números, razões e proporções.

1.1 Números naturais e inteiros, números primos e compostos, divisibilidade, mínimo múltiplo comum, máximo divisor comum e decomposição em fatores primos.

1.2 Grandezas proporcionais.

1.3 Regras de três simples e composta.

1.4 Porcentagem, juros simples e juros compostos.

2. Funções.

2.1 Noção de função: funções injetoras, sobrejetoras e bijetoras; funções lineares, afins, quadráticas e modulares.

2.2 Equações e inequações envolvendo funções.

2.3 Gráficos de funções.

2.4 Função composta e função inversa.

2.5 Funções crescentes e decrescentes, funções pares e funções ímpares.

3. Geometria Plana.

3.1 Paralelismo e perpendicularismo.

3.2 Congruência de figuras planas.

3.3 Semelhança de triângulos.

3.4 Teoremas de Tales e de Pitágoras.

3.5 Relações métricas em triângulos, polígonos regulares e círculos.

3.6 Áreas de triângulos e quadriláteros, áreas de polígonos regulares, áreas da região circular e do setor circular.

4. Análise Combinatória e Probabilidade

4.1 Princípio fundamental de contagem (princípio multiplicativo).

4.2 Arranjos e permutações simples e com repetição.

4.3 Combinações simples.

4.4 Espaço amostral, eventos, probabilidade de ocorrer um evento e probabilidade da união e da interseção de dois ou mais eventos.

5. Geometria Analítica Plana.

5.1 Coordenadas cartesianas no plano.

5.2 Distância entre dois pontos.

5.3 Equações da reta.

5.4 Paralelismo, perpendicularismo, ângulo e interseção entre retas.

5.5 Equação da circunferência.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS: DANTE, L. R., MATEMÁTICA: Contexto & Aplicações, 3 volumes, 3a Edição, Editora Ática, 2007. IEZZI, G. E OUTROS, Matemática, Ciência e Aplicações, Volumes 1, 2 e 3, Atual Editora, 2006. IMENES, L. M. E LELLIS, M., Matemática para todos, 4 volumes (5ª a 8ª séries), Scipione, 2002.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DAS PROVAS DE MATEMÁTICA PARA OS CARGOS DA CLASSE E (ANEXO I) SEGUINTES: ANALISTA DE TEC.DA INFORMAÇÃO, ARQUITETO E URBANISTA, ECONOMISTA, ENGENHEIRO CIVIL, ENGENHEIRO ELETRICISTA, ESTATÍSTICO E FÍSICO

Funções de uma variável real.

1. Limites e continuidade.

1.1 Funções: domínio, contradomínio, imagem, gráfico, funções injetoras, sobrejetoras e bijetoras, função composta, função inversa, funções crescentes, decrescentes e periódicas.

1.2 Limites laterais, limites e propriedades dos limites.

1.3 Limites infinitos e limites no infinito.

1.4 Assíntotas verticais e horizontais.

1.5 Continuidade e propriedades das funções contínuas.

2. A derivada

2.1 Definição e interpretações geométrica e física.

2.2 Funções diferenciáveis, propriedades e técnicas de derivação.

2.3 Regra da cadeia, derivada da função inversa e derivadas de ordem superior.

2.4 A derivada como taxa de variação.

2.5 Aplicações.

3. O Teorema do Valor Médio e Aplicações da Derivada

3.1 Os teoremas de Rolle e do valor médio.

3.2 Intervalos de crescimento e descrescimento, extremos de funções, concavidade e pontos de inflexão.

3.3 Esboços de gráficos de funções.

3.4 Problemas de máximos e mínimos.

3.5 Aplicações.

4. Integral

4.1 A integral definida, seu significado geométrico e propriedades.

4.2 O Teorema Fundamental do Cálculo.

4.3 Integração por substituição e integração por partes.

4.4 Cálculo de áreas entre curvas.

5. Logaritmos, exponenciais e funções trigonométricas.

5.1 O logaritmo natural: definição, propriedades, diferenciação e gráfico.

5.2 A função exponencial: definição, propriedades, diferenciação, gráfico, a função exponencial geral e aplicações.

5.3 Funções trigonométricas, gráficos e suas derivadas.

5.4 Aplicações.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS: GUIDORIZZI, H. L., Um curso de Cálculo, Vol. 1, 5a. Edição, LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora, 2001. LEITHOLD, L., O Cálculo com Geometria Analítica, Vol. 1, 3a. Edição, Ed. Harbra, 1994. SWOKOWSKI, E. W., Cálculo com Geometria Analítica, Vol. 1, 2a. Edição, Editora Makron Books, 1994.

CARGO: OPERADOR DE CAMERA DE TV

REQUISITO DE QUALIFICAÇÃO PARA INGRESSO NO CARGO: ESCOLARIDADE: Médio profissionalizante ou Médio completo + experiência de seis meses.

DESCRIÇÃO SUMÁRIA DO CARGO: Manejar equipamentos áudio visuais utilizados nas diversas atividades de ensino, pesquisa e extensão, bem como operar equipamentos eletrônicos. Dominar a linguagem técnica própria para a função e a execução desta. Operar câmera de televisão.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Memória e Documentação Audiovisual

- As técnicas de documentação audiovisual e a sua utilização.

- Seleção, quantificação e qualificação dos dados e informações da pesquisa.

- Organização de um acervo videográfico.

- Manutenção, conservação e recuperação de arquivos visuais.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS: THOMPSON, P. A voz do passado. São Paulo: Paz e Terra, 1992. SHMIT, Johana. O que é documentação. Coleção Primeiros Passos. São Paulo: Brasiliense, 1999. SQUIRRA, S. Aprender telejornalismo: produção e Técnica. São Paulo: Brasiliense, 1990. COHN, Gabriel. Comunicação e Indústria Cultural. São Paulo, Nacional, 1989.

Tecnologia Audiovisual

- Definição e conceituação dos principais fundamentos da linguagem visual.

- Fundamentos básicos para fotografia e linguagem de vídeo; luz, planos, enquandramentos, composição, seqüência, lentes e perspectiva, movimento da câmera, direção e orientação de câmera.

- Operação básica de softweres de captura de imagem e som

- Fundamentos básicos da produção de filmes e VT's. Montagem, produção, edição de imagens e sons.

- Edição e ritmo, música.

- Os processos técnicos e o desenvolvimento da instalação da televisão e do Rádio no Brasil.

- Conhecimento do funcionamento e operação de equipamentos de captação de vídeo (formatos digitais MiniDV, DVCam, HDV).

- Computação Gráfica aplicada à Televisão.

- Programas auxiliados por computador para desenho, tratamento de imagem, animação 2D e 3D.

- Operação de ilha de edição.

- Elementos de Pós-produção.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS: Revista Áudio, Música & Tecnologia. Rio de Janeiro: Música e Tecnologia Media manuals. New York: Focal Press. Site na Internet: www.paytv.com.br SERRA, Floriano. A Arte e a Técnica do Vídeo. São Paulo, Summus, 1986. WATTS, Harris. On Câmera: o curso de produção de filme e vídeo da BBC. São Paulo, Summus, 1990. CORRIGAN, J. Computação Gráfica: segredos e soluções. Rio de Janeiro: Ciência Moderna. 1994.

CARGO: TÉCNICO DE LABORATÓRIO/BIOLOGIA

REQUISITO DE QUALIFICAÇÃO PARA INGRESSO NO CARGO: ESCOLARIDADE: Médio Profissionalizante em áreas afins da Biologia ou Médio Completo + Curso Técnico em áreas afins da Biologia.

DESCRIÇÃO SUMÁRIA DO CARGO: Executar trabalhos técnicos de laboratório relacionados com a área de atuação, realizando ou orientando coleta, análise e registros de material e substâncias através de métodos específicos. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extensão.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Regras de segurança e higiene em laboratório. Organização, montagem e manutenção de laboratórios didáticos. Noções sobre sistemas de classificação biológica. Caracterização de coleções biológicas científicas e didáticas. Noções de montagem e manutenção de herbários. Noções de coleta, preparação e manutenção de animais para uso didático e coleções, incluindo dissecação e taxidermia. Montagem e manutenção de aquários e terrários. Identificação, função e manuseio dos principais materiais de laboratório. Representação e conversão das principais unidades de massa e volume. Principais técnicas de separação de misturas. Conceito e escala de pH. Noções de microscopia óptica (funcionamento, uso e conservação de estereomicroscópio e de microscópio óptico composto). Noções sobre métodos de preparação de lâminas para microscopia óptica (preparação com célula viva; preparação com célula fixada e preparação em corte histológico; tipos de corantes usuais; técnicas de esmagamento e esfregaço).

- O processo de produção do conhecimento na universidade: a pesquisa como princípio científico e educativo. O ensino na universidade: confronto entre senso comum e a ciência.

- A dimensão pedagógica e os procedimentos de ensino no cotidiano da prática docente.

- Relações pedagógicas: educador e educando como sujeitos ativos do ato pedagógico.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS: ALMEIDA, L. M.; RIBEIRO-COSTA, C. S.; MARINONI, L. Manual de coleta, conservação, montagem e identificação de insetos. Ribeirão Preto: Holos, 1998. Série manuais práticos em Biologia (1). AURICCHIO, P.; SALOMÃO M. G. Técnicas de coleta e preparação de vertebrados para fins científicos e didáticos. São Paulo: Terra Brasilis, 2002. AMABIS, J. M.; MARTHO, G. R. Biologia. 2a ed. São Paulo: Moderna, 2005, v. 2. BOTELHO, G. Instalação, ornamentação, peixes e plantas próprios, cuidados necessários. Nobel, 1997. BUCHERL, W. Técnica microscópica; compêndio para pesquisadores, estudantes e amadores. São Paulo: Polígono, 1962. BUZZI, Z. J. Entomologia didática. 4a ed. Curitiba: Editora UFPR, 2002. CANTO, Eduardo Leite; PERUZZO, Francisco Miragaia. Química na abordagem do cotidiano: química geral e inorgânica. 4a. ed., São Paulo: Moderna, 2006. v 1, 2. DURRELL, Gerald. O Naturalista Amador: Um guia prático ao mundo da natureza. São Paulo: Martins Fontes, 1996. FIDALGO, O.; BONONI, V. L. R. (coord.). Técnicas de coleta, preservação e herborização de material botânico. São Paulo: Instituto de Botânica, 1989. HIRATA, M. H.; MANCINI FILHO, J. Manual de biossegurança. São Paulo: Manole, 2002. 496p. KRASILCHIK, M. Prática de Ensino de Biologia. 4a ed., São Paulo: EDUSP, 2005. LOPES, S. Bio. 1 ed., São Paulo: Saraiva, 2006, v. 1, 2. MANTECHEVIS, M. Terrários, Jundiaí: Literarte, 2001. PAPAVERO, N. (Org.). Fundamentos práticos de taxonomia Zoológica: coleções, bibliografia, nomenclatura. 2a ed. ver e ampl. São Paulo: EDUNESP: FAPESP, 1994. 285 p. SELJAN, Y.; GONÇALVES, H. C. Aquários: Beleza, Ecologia, Decoração de Ambientes. Rio de Janeiro: Tecnoprint, 1979. ALVES, Rubem. Filosofia da Ciência: introdução ao jogo e suas regras. São Paulo: Brasiliense, 1981. DEMO, Pedro . Desafios modernos da educação. Petrópolis: Vozes, 1999. TAHAN, Malba. O homem que calculava. 70ª ed., Rio de Janeiro:, Record, 2007. VEIGA, Ilma P. A. Técnicas de ensino: novos tempos, novas configurações. Campinas: Papirus, 2006.

CARGO: TÉCNICO DE LABORATÓRIO /HISTÓRIA-GEOGRAFIA

REQUISITO DE QUALIFICAÇÃO PARA INGRESSO NO CARGO:

ESCOLARIDADE: Médio Profissionalizante em qualquer área de formação ou Médio Completo + Curso Técnico em qualquer área de formação.

DESCRIÇÃO SUMÁRIA DO CARGO: Executar trabalhos técnicos de laboratório relacionados com a área de atuação, realizando ou orientando coleta, análise e registros de material e substâncias através de métodos específicos. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extensão.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

- O processo de produção do conhecimento na universidade: a pesquisa como princípio científico e educativo. O ensino na universidade: confronto entre senso comum e a ciência.

- A dimensão pedagógica e os procedimentos de ensino no cotidiano da prática docente.

- Relações pedagógicas: educador e educando como sujeitos ativos do ato pedagógico.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS: ALVES, Rubem. Filosofia da Ciência: introdução ao jogo e suas regras. São Paulo: Brasiliense, 1981. DEMO, Pedro . Desafios modernos da educação. Petrópolis: Vozes, 1999. TAHAN, Malba. O homem que calculava. 70ª ed., Rio de Janeiro:, Record, 2007. VEIGA, Ilma P. A. Técnicas de ensino: novos tempos, novas configurações. Campinas: Papirus, 2006.

HISTÓRIA:

1. História Moderna e Contemporânea:

1.1. Crise do feudalismo e a origem das relações sociais capitalistas;

1.2. Centralização monárquica e a formação dos Estados Modernos;

1.3. Renascimento Comercial, Expansão Marítima e Mercantilismo;

1.4. Renascimento Cultural e Reformas Religiosas;

1.5. Aspectos sociais, políticos e culturais do Antigo Regime;

1.6. Revolução Industrial, crise do Antigo Regime e as Revoluções Burguesas (Inglaterra, EUA e França).

1.7. A Europa no século XIX: Liberalismo, Imperialismos e Conservadorismo;

1.8. Aspectos sociais e políticos do capitalismo industrial: exploração do trabalho e movimentos operários no século XIX;

1.9. Crises do Capitalismo e dos Imperialismos na primeira metade do século XX: as duas Grandes Guerras, as Revoluções Socialistas, e o deslocamento do centro político e econômico mundial da Europa para a América;

1.10. A Guerra Fria: o mundo dividido entre o capitalismo e o socialismo;

1.11. O mundo contemporâneo: neoliberalismo, pós-colonialismo e globalização.

2. História da América e do Brasil:

2.1. Aspectos sociais, políticos, culturais e econômicos da América espanhola colonial;

2.2. Aspectos sociais, políticos, culturais e econômicos da América inglesa colonial;

2.3. Aspectos sociais, políticos, culturais e econômicos da América portuguesa colonial (Brasil);

2.4. Os processos de descolonização das Américas inglesa, portuguesa e espanhola;

2.5. Formação dos Estados Nacionais nos Estados Unidos e na América Latina: aspectos sociais, políticos, culturais e econômicos da América Latina no século XIX;

2.6. O Império Brasileiro: Liberalismo, Monarquia e Escravidão;

2.7. A América Latina no contexto do Imperialismo estadunidense e os movimentos antiimperialistas e socialistas do século XX;

2.8. A experiência republicana no Brasil: da proclamação da República à redemocratização pós-ditadura militar;

2.9. O Brasil e a América Latina no contexto contemporâneo: aspectos sociais, políticos e econômicos.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS: MANUAIS: ARRUDA, J. J. & PILETTI, n. toda a história, são paulo: ática, 1999. COTRIM, G. história global. brasil e geral, são paulo: saraiva, 1997. FAUSTO, B. história do brasil, são paulo: edusp, 1995. revistas, jornais e periódicos de informação brasileiros contemporâneos (veja, época, folha de são paulo, o globo...). revistas brasileiras de grande circulação, especializadas em história (história viva, nossa história, revista de história da biblioteca nacional...).

GEOGRAFIA

- Cartografia (escala, sistema de coordenadas, produtos cartográficos, leitura e interpretação de mapas);

- Sensoriamento remoto (sensores, produtos, aplicações);

- Geomorfologia (conceitos, técnicas e instrumentos);

- Climatologia (conceitos, instrumentos);

- Biogeografia;

- Estatística (fontes de dados, coleta, tratamento e sistematização);

- Instrumental usado em geografia;

- Trabalho de campo (organização, execução);

- Informática e softwares específicos de uso na Geografia.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS: ADAS, M.; ADAS, S. Panorama Geográfico do Brasil. São Paulo, Moderna, 1998. ALMEIDA, R. D.; SANCHEZ, M. C.; PICARELLI, A. Atividades Cartográficas. São Paulo, Atual, Vol. 1 a 4, 1997. LUCCI, E.A.; BRANCO, A.L.; MENDONÇA, C. Geografia Geral e do Brasil. São Paulo, Saraiva, 2004. MAGNOLI, D. Projeto de Ensino de Geografia - Naturezas , Tecnologias , Sociedades - Geografia Geral. São Paulo, Moderna, 2007. MAGNOLI, D.; ARAUJO, R. Geografia Geral. São Paulo, Moderna, 2000. MAGNOLI, D.; ARAUJO, R. Geografia do Brasil. São Paulo, Moderna, 2001. MOREIRA, C.M.; SENE, E. Geografia Geral e do Brasil. São Paulo, Scipione, 2004. OLIVEIRA, C. Curso de cartografia moderna. Rio de Janeiro, IBGE, 1993. VENTURI, L. A. B. Praticando Geografia: Técnicas de campo e laboratório. São Paulo, Oficina de Textos, 2005. www.engesat.com.br, www.inpe.br

CARGO: TÉCNICO DE LABORATÓRIO / MATEMÁTICA

REQUISITO DE QUALIFICAÇÃO PARA INGRESSO NO CARGO:

ESCOLARIDADE: Médio Profissionalizante em qualquer área de formação ou Médio Completo + Curso Técnico em qualquer área de formação.

DESCRIÇÃO SUMÁRIA DO CARGO: Executar trabalhos técnicos de laboratório relacionados com a área de atuação, realizando ou orientando coleta, análise e registros de material e substâncias através de métodos específicos. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extensão.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1. Conjuntos

1.1 Conjunto, elemento e relação de pertinência.

1.2 Subconjuntos, relação de inclusão.

1.3 Operações entre conjuntos: união, interseção, diferença e complementação.

1.4 Diagramas de Venn e aplicações.

2. Números, razões e proporções.

2.1 Números naturais e inteiros, números primos e compostos, divisibilidade, mínimo múltiplo comum, máximo divisor comum e decomposição em fatores primos.

2.2 Grandezas proporcionais.

2.3 Regras de três simples e composta.

2.4 Porcentagem, juros simples e juros compostos.

3. Funções

3.1 Noções de função: funções injetoras, sobrejetoras e bijetoras; funções lineares, afins, quadráticas e modulares.

3.2 Equações e inequações envolvendo funções.

3.3 Gráficos de funções.

3.4 Função composta e função inversa.

3.5 Funções crescentes e decrescentes, funções pares e funções ímpares.

3.6 Funções logarítmicas e exponenciais.

3.7 Equações e inequações envolvendo logaritmos e exponenciais.

4. Geometria Plana

4.1 Paralelismo e perpendicularismo.

4.2 Congruência de figuras planas.

4.3 Semelhança de triângulos.

4.4 Teoremas de Tales e de Pitágoras.

4.5 Relações métricas em triângulos, polígonos regulares e círculos.

4.6 Áreas de triângulos e quadriláteros, áreas de polígonos regulares, áreas da região circular e do setor circular.

5. Progressões

5.1 Progressão aritmética.

5.2 Progressão geométrica.

6. Análise Combinatória e Probabilidade

6.1 Princípio fundamental de contagem (princípio multiplicativo).

6.2 Arranjos e permutações simples e com repetição.

6.3 Combinações simples.

6.4 Espaço amostral, eventos, probabilidade de ocorrer um evento e probabilidade da união e da interseção de dois ou mais eventos.

7. Trigonometria

7.1 Arcos e ângulos: medidas em graus e radianos.

7.2 Relações trigonométricas no triângulo retângulo.

7.3 Funções trigonométricas (diretas e inversas), periodicidade, paridade e gráficos.

7.4 Fórmulas de adição, subtração, duplicação e bissecção de arcos.

7.5 Equações e inequações trigonométricas.

7.6 Lei dos senos e lei do cosseno.

8. Matrizes, determinantes e sistemas lineares

8.1 Matrizes: igualdade, operações e propriedades.

8.2 Matriz inversa.

8.3 Sistemas lineares: resolução e discussão.

8.4 Matriz associada a um sistema de equações lineares.

8.5 Determinante de uma matriz e propriedades.

9. Geometria Analítica Plana.

9.1 Coordenadas cartesianas no plano.

9.2 Distância entre dois pontos.

9.3 Equações da reta.

9.4 Paralelismo, perpendicularismo, ângulo e interseção entre retas.

9.5 Equação da circunferência.

10. Geometria espacial

10.1 Retas e planos no espaço: paralelismo e perpendicularismo entre retas e planos.

10.2 Prismas e cilindros: áreas e volumes.

10.3 Pirâmides, cones e seus respectivos troncos: áreas e volumes.

10.4 Esfera: área e volume.

10.5 Inscrição e circunscrição de sólidos.

11. Números complexos, polinômios e equações polinomiais.

11.1 Números complexos: representação e operações nas formas algébrica e trigonométrica, fórmula de De Moivre e raízes de um número complexo.

11.2 Polinômios: grau de um polinômio, operações entre polinômios e propriedades.

11.3 Raízes de equações polinomiais.

11.4 O Teorema Fundamental da Álgebra.

11.5 Decomposição de um polinômio em fatores irredutíveis de primeiro e segundo graus.

11.6 Raízes racionais de uma equação polinomial com coeficientes inteiros.

11.7 Relações entre coeficientes e raízes de equações polinomiais.

- O processo de produção do conhecimento na universidade: a pesquisa como princípio científico e educativo. O ensino na universidade: confronto entre senso comum e a ciência.

- A dimensão pedagógica e os procedimentos de ensino no cotidiano da prática docente.

- Relações pedagógicas: educador e educando como sujeitos ativos do ato pedagógico.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS: DANTE, L. R., MATEMÁTICA: contexto & aplicações, 3 volumes, 3a edição, editora ática, 2007. IEZZI, G. E OUTROS, matemática, ciência e aplicações, volumes 1, 2 e 3, atual editora, 2006 IEZZI, G. E OUTROS, fundamentos de matemática elementar, 11 volumes, atual editora, 2004-2005 IMENES, L. M. E LELLIS, M., matemática para todos, 4 volumes (5ª a 8ª séries), scipione, 2002 ALVES, Rubem. Filosofia da Ciência: introdução ao jogo e suas regras. São Paulo: Brasiliense, 1981. DEMO, Pedro . Desafios modernos da educação. Petrópolis: Vozes, 1999. TAHAN, Malba. O homem que calculava. 70ª ed., Rio de Janeiro:, Record, 2007. VEIGA, Ilma P. A. Técnicas de ensino: novos tempos, novas configurações. Campinas: Papirus, 2006.

CARGO: TÉCNICO DE LABORATÓRIO/QUÍMICA

REQUISITO DE QUALIFICAÇÃO PARA INGRESSO NO CARGO: ESCOLARIDADE: Médio Profissionalizante ou Médio Completo + Curso Técnico na área

DESCRIÇÃO SUMÁRIA DO CARGO: Executar trabalhos técnicos de laboratório relacionados com a área de atuação, realizando ou orientando coleta, análise e registros de material e substâncias através de métodos específicos. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extensão.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

I - Substâncias e Materiais: Propriedades e Transformações

1. A Matéria e suas transformações:

- O estudo da matéria:

· Conceitos fundamentais.

· Propriedades gerais e específicas.

- Classificação da matéria:

· Substâncias puras e misturas.

· Misturas homogêneas e heterogêneas.

· Símbolos e fórmulas para representar as substâncias.

- Transformações da matéria:

· Fenômenos físicos e químicos.

2. A Constituição da matéria:

- Evolução do modelo atômico e principais características dos átomos:

· Modelo de Rutherford.

· Número atômico e número de massa.

· O elemento químico.

· Isótopos, isóbaros, isótonos e espécies isoeletrônicas.

· Íons.

- Modelo de Bohr.

- A idéia da ligação química e estabilidade.

3. A tabela periódica:

- Organização dos elementos químicos:

· Breve histórico da elaboração da tabela periódica até o modelo atual.

· Grupos e períodos.

· Relação entre grupo e configuração eletrônica.

- Propriedades Periódicas: raio atômico, raio iônico, energia de ionização, afinidade eletrônica, eletronegatividade, eletroafinidade.

- Os gases nobres: estabilidade e o modelo do octeto.

4. Ligações Químicas e Propriedades das substâncias:

- Possibilidades de combinações entre os elementos - valência dos átomos - regra do octeto.

- Ligações Iônicas:

- Formação de íons e a ligação iônica.

- Propriedades das substâncias iônicas e a natureza da ligação.

- Fórmula de uma substância iônica.

- Ligação metálica:

- Modelo do mar de elétrons.

- Propriedades dos metais e a natureza da ligação.

- Ligas metálicas.

- Ligação covalente:

· Ligação covalente normal e coordenada.

· Substâncias moleculares e macromoleculares (ou covalente).

· Propriedades das sub stâncias moleculares e macromoleculares e a natureza das ligações.

- Compostos Moleculares:

· Geometria molecular.

· Polaridade de ligação e de moléculas.

· Polaridade e solubilidade.

- Forças intermoleculares:

· Conceitos básicos - as diferentes forças intermoleculares.

· Estado físico e as forças intermoleculares.

- Alotropia.

- Ligações químicas e propriedades das substâncias:

· Propriedades macroscópicas e a natureza das ligações.

- Estudo do Nox.

5. Funções Inorgânicas.

- Dissociação e ionização:

· teoria de Arrhenius:

- Óxidos:

· Definição.

· Óxidos moleculares e iônicos.

· Classificação e propriedades.

- Ácidos:

· Definição de Arrhenius.

· Fórmula molecular e fórmula estrutural.

· Nomenclatura.

· Ionização e força dos ácidos.

- Bases:

· Definição segundo Arrhenius.

· Fórmulas e nomenclatura.

· Solubilidade em água.

· Força e grau de dissociação das bases.

· NH3: uma base diferente.

- Sais:

· Definição segundo Arrhenius.

· Reações de obtenção de sais.

· Fórmulas e nomenclatura.

· Solubilidade de sais e forças de eletrólitos.

6. Reações Químicas - Aspectos Qualitativos:

- Conceito de reação química e sua classificação:

· Equação química.

· Balanceamento.

· Evidências macroscópicas de reações químicas

- Diferentes tipos de reações químicas.

7. Grandezas químicas.

- Massas dos átomos:

· Constante de Avogadro.

· Mol.

· Massa molar.

- Determinação de fórmulas:

· Fórmula molecular.

· Fórmula mínima ou empírica.

· Fórmula percentual ou centesimal.

8. Substâncias e Materiais de uso industrial:

- aplicabilidade.

II - Comportamento Geral dos Gases

1. Gases:

- Principais características:

- Variáveis de estado.

- Unidades de medidas

- Equação geral dos gases:

.Volume molar dos gases.

- Equação de estado dos gases perfeitos.

- Mistura de Gases:

- Pressão parcial.

- Volume parcial.

- Densidade de gases: aspectos qualitativos

- Densidade absoluta.

- Densidade relativa.

III - Aspectos quantitativos e energéticos

1. Aspectos quantitativos das reações químicas:

- A proporção nas reações químicas:

· Leis das combinações químicas.

· Equações químicas

- Os coeficientes e a quantidade de matéria (mol).

- Cálculos estequiométricos de reações envolvendo substâncias em vários estados físicos.

2. Soluções:

- Classificação das misturas (ou dispersões).

- Classificação das soluções quanto a:

· estado físico do solvente.

· natureza do soluto.

· concentração do soluto.

· coeficiente de solubilidade.

- Formas de expressar a concentração de soluções.

- Densidade de soluções.

- Diluição de soluções.

- Estequiometria de solução.

3. Propriedades coligativas:

- Pressão de vapor de um líquido - temperatura de ebulição

- Aspectos qualitativos das propriedades coligativas:

· para solutos não voláteis e de natureza molecular.

· para eletrólitos não voláteis e de natureza iônica.

4. Reações com transferência de elétrons:

- Eletroquímica.

- Reações de oxi-redução.

- Transferência de elétrons: principais conceitos.

- Reações espontâneas de oxi-redução:

· pilhas.

· Espontaneidade das reações.

· Representação de pilhas.

· Aplicações dos potenciais padrão de redução.

- Reações não-espontâneas de oxi-redução:

· eletrólise:

· Conceito de eletrólise.

· Eletrólise ígnea e aquosa.

· Aplicações da eletrólise.

5. Termoquímica.

- Calor de reação:

· Processos endotérmicos e exotérmicos.

· Entalpia e variação de entalpia.

- Lei de Hess e entalpias de reações.

- Calor e estequiometria de reação.

6. Reações nucleares:

- Principais partículas subatômicas.

- Lei da desintegração radioativa.

- Cinética das emissões radioativas.

- Reações de transmutação nuclear.

- Fissão e fusão nuclear.

7. Substâncias e Materiais de uso industrial e comercial: aplicabilidade.

IV - Reações Químicas: velocidade e estado de equilíbrio

1. Cinética química:

- A velocidade de uma reação.

- Como as reações se processam:

- energia de ativação

- Condições que influenciam a velocidade das reações.

- Mecanismo de reação.

2. Equilíbrio Químico.

- Estudo introdutório:

- Conceito de equilíbrio químico.

- Constante de equilíbrio.

- Deslocamento de equilíbrio.

- Equilíbrio iônico em solução aquosa:

- Equilíbrio químico em soluções de ácidos e bases fracas.

- Constante de ionização de ácidos e bases fracos.

- Grau de ionização de ácidos e bases fracos

- Equilíbrio iônico da água:

- produto iônico da água.

- hidrólise de sais.

- solução tampão.

- Equilíbrio Heterogêneo:

- Solubilidade.

- Produto de solubilidade.

V - Substâncias e materiais orgânicos: propriedades e transformações

1. Química dos compostos do carbono:

- Introdução a química orgânica - breve histórico.

- Estruturas das moléculas orgânicas:

- Átomo de carbono.

- Cadeias carbônicas.

2. Funções orgânicas:

- Função química

- Hidrocarbonetos: Principais características e nomenclatura.

- Outras funções orgânicas características e nomenclatura: álcool, fenol, éter, amina, haleto de alquila, haleto de arila, aldeído, cetona, enol, ácido carboxílico, anidrido de ácido de carboxílico, éster, amida, haleto de acila, sais orgânicos, ácidos sulfônicos e nitrocompostos.

3. Isomeria:

- Principais conceitos .

- Isomeria: plana, geométrica e óptica.

4. Propriedades dos compostos orgânicos:

- Polaridade das moléculas orgânicas e as forças intermoleculares:

- interação dipolo-dipolo;

- interação dipolo instantâneo-dipolo induzido;

- interação tipo pontes de hidrogênio.

- Solubilidade.

- Ponto de fusão (PF) e ponto de ebulição (PE).

- Diferenças entre compostos orgânicos e inorgânicos

- Acidez e basicidade de compostos orgânicos.

5. As reações químicas envolvendo compostos orgânicos:

- Reações de substituição - conceitos e características:

· halogenação.

· nitração.

· sulfonação.

· alquilação e acilação.

- Reações de adição: conceitos e características:

· hidrogenação catalítica.

· halogenação.

· adição de halogenidretos (HX).

· hidratação.

- Reações de eliminação: conceitos e características:

· eliminação de halogenidretos (HX).

· desidratação de álcoois.

- Reações de oxi-redução-conceitos e características:

· combustão.

· oxidação branda e enérgica.

· ozonólise.

· redução.

- Outras reações orgânicas:

· adição ao grupo carbonila.

· esterificação.

· hidrólise ácida.

· hidrólise básica.

5. Substâncias constituintes dos seres vivos:

- carboidrato.

- lipídio.

- aminoácido.

- proteína.

7. Substâncias e Materiais de uso industrial e comercial: aplicabilidade.

O processo de produção do conhecimento na universidade: a pesquisa como princípio científico e educativo. O ensino na universidade: confronto entre senso comum e a ciência.

- A dimensão pedagógica e os procedimentos de ensino no cotidiano da prática docente.

- Relações pedagógicas: educador e educando como sujeitos ativos do ato pedagógico.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS: COVRE, G. J. Química: O Homem e a natureza, São Paulo: FTD, 2000, v. 1, 2 e 3. LEMBO, A. Química: Realidade e contexto. São Paulo: Ática, 2000, v. 1, 2, 3. NOVAIS, V. Química. São Paulo: Atual. 1999, v. 1, 2 e 3. PERUZZO, F. M; CANTO, E. L. Química. Na abordagem do cotidiano, 2 ed. São Paulo: Moderna, 2000, v. 1, 2 e 3. REIS, M. Completamente Química, São Paulo: FTD, 2001, v. 1, 2 e 3. USBERCO, J; SALVADOR, E. Química, 9 ed. São Paulo: Saraiva, 2000, v. 1, 2 e 3. ALVES, Rubem. Filosofia da Ciência: introdução ao jogo e suas regras. São Paulo: Brasiliense, 1981. DEMO, Pedro . Desafios modernos da educação. Petrópolis: Vozes, 1999. TAHAN, Malba. O homem que calculava. 70ª ed., Rio de Janeiro:, Record, 2007. VEIGA, Ilma P. A. Técnicas de ensino: novos tempos, novas configurações. Campinas: Papirus, 2006.

REVISTAS PERIÓDICOS: Química Nova na Escola. Ed. Sociedade Brasileira de Química V. 03 1996; V. 07 - 1998; V. 13 (2001). Cadernos temáticos. Ed. sociedade Brasileira de Química. V. 1, 2, 3 e 4 (2001)

CARGO: TECNICO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

REQUISITO DE QUALIFICAÇÃO PARA INGRESSO NO CARGO:

ESCOLARIDADE: Médio Profissionalizante ou Médio Completo + Curso Técnico em eletrônica com ênfase em sistemas computacionais

DESCRIÇÃO SUMÁRIA DO CARGO: Desenvolver sistemas e aplicações, determinando interface gráfica, critérios ergonômicos de navegação, montagem da estrutura de banco de dados e codificação de programas; projetar, implantar e realizar manutenção de sistemas e aplicações; selecionar recursos de trabalho, tais como metodologias de desenvolvimento de sistemas, linguagem de programação e ferramentas de desenvolvimento. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extensão.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

1. Princípios de Sistemas Operacionais

1.1. Sistema de Arquivo

1.2. Sistema de Processos

1.3. Gerenciamento de Memória

1.4. Escalonamento

1.5. Mecanismos de Comunicação entre processos

2. Instalação e Administração de Sistemas Operacionais

2.1. Instalação e Administração Linux

2.1.1. Comandos básicos

2.1.2. Noções de Shell

2.1.3. Sistema de Arquivos

2.1.4. Gerenciamento de Boot

2.1.5. Gerenciamento de Impressão

2.1.6. Gerenciamento de Usuários

2.1.7. Servidores

2.1.7.1. Proxy

2.1.7.2. DNS

2.1.7.3. WINS

2.1.7.4. Firewall

2.1.7.5. Serviços de Diretório (LDAP)

2.1.7.6. NFS

2.1.7.7. SAMBA

2.2. Instalação e Administração Windows

2.2.1. Instalação Windows

2.2.2. Administração de usuários e grupos

2.2.3. Active Directory

2.2.4. DNS

2.2.5. Backup

2.2.6. Proteção contra vírus, adwares, malwares, graywares, etc.

2.2.7. Instalação MS Office, Visio, Share Point, Project Server

3. Redes de Computadores 3.1. Modelo de Referência OSI

3.2. Arquitetura Internet (TCP, UDP, ARP, RARP, ICMP, IP)

3.3. Configuração de Redes

3.4. Noções Básicas de

3.4.1. Switches

3.4.2. Cabeamento

3.4.3. Roteadores

4. Noções Básicas de Hardware

5. 4.1. Memória RAM, ROM, Cache L1/L2

4.2. Discos e Periféricos em Geral

4.3. Barramento de I/O

4.4. Placas

4.5. DMA

4.6. Configuração da BIOS

SUGESTÕES BIBLIOGRAFICAS: Gleydson Mazioli da Silva Guia Foca GNU/Linux - disponível na Internet Andrew S Tanembaum Organização Estruturada de Computadores. Prentice Hall Cardoso, Paulo Roberto S.; Santana, Fabiano; Nakano, Vitor Comandos Windows Server 2003: Administração e Suporte. Ed Ciência Moderna. (OU QUALQUER LIVRO EQUIVALENTE)

CARGO: ANALISTA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

REQUISITO DE QUALIFICAÇÃO PARA INGRESSO NO CARGO: ESCOLARIDADE: Curso Superior em Ciências da Computação ou Sistemas de Informação

DESCRIÇÃO SUMÁRIA DO CARGO: Desenvolver e implantar sistemas informatizados, dimensionando requisitos e funcionalidades do sistema, especificando sua arquitetura, escolhendo ferramentas de desenvolvimento, especificando programas, codificando aplicativos; administrar ambientes informatizados; prestar treinamento e suporte técnico ao usuário; elaborar documentação técnica; estabelecer padrões; coordenar projetos e oferecer soluções para ambientes informatizados; pesquisar tecnologias em informática. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extensão.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Princípios de Sistemas Operacionais

1. 1Linux;

1 .2Windows;

Banco de Dados Fundamentos; Sistemas gerenciadores de bancos de dados relacionais; Modelagem e normalização de dados; SQL, Fundamentos de Redes de Computadores, Serviços http , Apache, virtual hosts, FTP, DNS, SSH, DHCP, Proxy, Firewall, Análise e Projeto Orientado a Objeto com UML, Padrões de Projeto, Programação Orientada a Objetos, Tecnologias para Desenvolvimento para Internet, HTML, XML, JSON Java Script, PHP, Desenvolvimento seguro com PHP (phpsec.org/projects/guide), AJAX, WEBSERVICES, Modelo Cliente / Servidor; Ferramentas de Apoio à Análise, Projeto e Desenvolvimento de Sistemas. Frameworks, Plataformas e Arquiteturas para Desenvolvimento de Sistemas.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS: Sistemas Operacionais Modernos. Andrew S. Tanenbaum.Pearson Prentice Hall Sistemas Operacionais.H.M.Deitel, P.J.Deitel, D.R.Choffnes, Pearson Prentice Hall Introdução a Sistemas de Bancos de Dados, C.J.Date. CAMPUS Sistema de Banco de Dados. Abraham Silberschatz, Henry F. Korth, S. Sudarshan. Makron Books Redes de Computadores, Andres S. Tanenbaum, Ed. Campus. Redes de Computadores: Uma abordagem de sistemas. Larry L. Peterson e Bruce S. Davie. Ed. Campus Redes para a Web, Balachander Krishnamurthy e Jennife Rexford, Ed. Campus. Engenharia de Software. Ian Sommerville. Makron Books Engenharia de Software. Roger S. Pressman. Makron Books UML - Guia do Usuário, G. Booch, I. Jacobson, J. Rumbaugh, Makron Books UML Essencial - Martin Fowler, Cris Kobryn - Editora Bookman Padrões de projeto: soluções reutilizáveis de software orientado a objetos. Erich Gamma, Ralph Johnson, John Vlissides, Bookman. Core J2EE Patterns: as melhores práticas e estratégias de design, Dan Malks, Deepak Alur, John Crupi, Campus Introdução À Programação Orientada a Objetos Usando Java / Santos, Rafael / CAMPUS Programação Orientada a Objetos com Java, David J. Barnes, Michael Kölling, Pearson |Core Java 2, Cay S. Horstmann e Gary Cornell, vol I e II, Makron Books Java: Como programar. Harvey M. Deitel, Paul J. Deitel PHP e MySQL: Desenvolviento Web - Luke Welling e Laura Thomson Servlets & JSP: Use a cabeça, Brian Basham, Kathy Sierra e Bert Bates, lta Books Arquitetura de Software - Antônio Mendes - Editora Campus Introdução ao RUP (Rational Unified Process), - Kruchten, Phillppe - Ciência Moderna. Gerenciando Projetos de Desenvolvimento de Software com PMI, RUP e UML - Martins, José Carlos Cordeiro - Brasport STRUTS em ação, Ted Husted, Cedric Dumoulin, George Frnciscus, David Winterfeldt. Ed. Ciência Moderna.

HIBERNATE em ação. Christian Bauer e Gavin King, Ed. Ciência Moderna

CARGO: ARQUITETO E URBANISTA

REQUISITO DE QUALIFICAÇÃO PARA INGRESSO NO CARGO:

ESCOLARIDADE: Curso superior em Arquitetura

HABILITAÇÃO PROFISSIONAL: Registro no Conselho competente. Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966 regula o exercício a profissão de Arquiteto.

DESCRIÇÃO SUMÁRIA DO CARGO: Elaborar planos e projetos associados à arquitetura em todas as suas etapas, definindo materiais, acabamentos, técnicas, metodologias, analisando dados e informações; fiscalizar e executar obras e serviços, desenvolver estudos de viabilidade financeiros, econômicos, ambientais; prestar serviços de consultoria e assessoramento, bem como assessorar no estabelecimento de políticas de gestão. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extensão.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

1 Projeto de arquitetura:

1.1 Linguagem do Projeto Arquitetônico

1.2 Metodologia de projeto de arquitetura

1.3 Métodos e técnicas de representação de projeto.

1.4 Programa de necessidades físicas das atividades e dimensionamento básico.

1.5 Estudos de viabilidade técnico-financeira.

1.6 Controle ambiental das edificações (térmico,acústico e luminoso).

1.7 Conforto humano nas edificações.

1.8 Industrialização e racionalização das construções.

1.9 especificação de materiais e serviços

1.10 levantamento de quantitativos

1.11 Detalhes construtivos e executivos

2 Informática aplicada à arquitetura, urbanismo e paisagismo (AutoCAD, Sketch up, Revit).

3 Conhecimentos básicos de projetos complementares:

3.1 Compatibilização de projetos

3.2 Instalações elétricas, telefonia e lógica,

3.3 Eficiência energética

3.4 Instalações hidrossanitárias.

3.5 Conservação e uso racional da água nas edificações

3.6 Prevenção e combate a incêndio

3.7 Elevadores

3.8 Ventilação/exaustão.

4 Coordenação de projeto e acompanhamento de obras de arquitetura, urbanismo e paisagismo.

5 Projeto de urbanismo e desenho urbano:

5.1 Metodologia de projeto urbano

5.2 Métodos e técnicas de representação de projeto urbano.

5.3 Dimensionamento e programação dos equipamentos públicos e comunitários.

5.4 Sistema viário (hierarquização, dimensionamento e geometria).

5.5 Sistemas de infra-estrutura de parcelamentos urbanos: energia, pavimentação e saneamento ambiental.

6 Planejamento urbano ambiental:

6.1 Gestão urbana e instrumentos de gestão (planos diretores, análise de impactos ambientais urbanos, análise de ocupação e pós-uso, instrumentos de viabilidade econômicos, administrativos e ambientais).

6.2 Aspectos sociais e econômicos do planejamento urbano.

6.3 Sustentabilidade urbana (Agenda Habitat e Agenda 21).

7. Projeto de Paisagismo:

7.1 Metodologia de Projeto Paisagístico

7.2 Métodos e técnicas de representação de projeto paisagístico.

7.3 Métodos e técnicas de intervenção

7.4 Elementos de composição

7.5 Identificação e especificação vegetal nos projetos de paisagismo

8 Legislação:

8.1 Normas técnicas,

8.2 legislação profissional.

8.3 Legislação ambiental e urbanística, estadual e federal. Estatuto da Cidade - diretrizes gerais da política urbana - Lei n.°0.257, de 10/07/200 1. Lei Federal n.° 6.766/79. Acessibilidade de pessoas portadoras de deficiências a edificações, espaço, mobiliário e equipamentos urbanos - NBR 9050.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS: ARGAN, G. Carlo - Projeto e destino. São Paulo, Ed. Ática, 2001 ABNT - NBR 9050: 2004 - Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. ABNT - NBR 6492 - Representação de projetos de arquitetura. Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura - Manual de contratação de serviços de arquitetura e urbanismo, São Paulo: Pini, 1992. BRUAND, Yves - Arquitetura Contemporânea no Brasil, São Paulo: Ed. Perspectiva, 1981. CHING, Francis D K. Arquitetura: forma, espaço e ordem, São Paulo: Martins Fontes, 1998. CORONA, Eduardo & LEMOS, Carlos - Dicionário da arquitetura brasileira, São Paulo: Artshow Books, 1989. FRANCO, Maria de Assunção Ribeiro. Desenho Ambiental: uma Introdução à Arquitetura da Paisagem com Paradigma Ecológico, São Paulo: Annablume/ FAPESP, 1997. FROTA, Anésia Barros & SCHIFFER, Sueli Ramos - Manual de conforto térmico: arquitetura, urbanismo. São Paulo: Studio Nobel, 1995. GUEDES, Milber Fernandes - Caderno de Encargos, São Paulo: Pini, 2004. HERTZBERGER, H. - Lições de arquitetura, São Paulo: Martins Fontes, 1996. LARA, Fernando & MARQUES, Sônia (org.) - Projetar: Desafios e conquistas da pesquisa e do ensino de projeto. Rio de Janeiro: Ed. EVC, 2003 LEUPEN, Bernard (org). Proyecto y análisis - evolución de los principios en arquitectura, Barcelona: Ed. GG, 1999. MAHFUZ, Edson da Cunha - Ensaio sobre a razão compositiva; uma investigação sobre a natureza das relações entre as partes e o todo na composição arquitetônica. Viçosa: UFV; Belo Horizo nte: AP Cultural, 1995. MASCARÓ, Juan Luis. Loteamentos urbanos, Porto Alegre: L. Mascaró, 2003. MARTINEZ, Alfonso Corona - Ensaio sobre o projeto. Brasília: Editora UNB, 2000. NIEMEYER, Carlos Augusto da Costa - Paisagismo no Planejamento arquitetônico. Uberlândia: EDUFU, 2005. REIS, Nestor Goulart - Notas sobre urbanização dispersa e novas formas de tecido urbano, São Paulo: Via das Artes, 2006, pág. 201. RIPPER, Ernesto. Manual prático de materiais de construção. São Paulo: Ed. Pini, 1995. SEGAWA, H - Arquiteturas no Brasil: 1900-1990. São Paulo: EDUSP, 1997. SERRA, Rafael - Arquitectura y climas. Barcelona: Gustavo Gili, 1999.

PERIÓDICOS: AU - ARQUITETURA E URBANISMO - Revista mensal, São Paulo: Editora Pini FINESTRA - Revista de tecnologia, arquitetura e construção, São Paulo: Arco Editorial. PROJETO/ DESIGN - Revista de Arquitetura, Interiores e Design, São Paulo: Arco Editorial. TÉCHNE - Revista mensal, São Paulo: Editora Pini. www.vitruvius.com.br

CARGO: ARQUIVISTA

REQUISITO DE QUALIFICAÇÃO PARA INGRESSO NO CARGO:

ESCOLARIDADE: Curso superior em Arquivologia

HABILITAÇÃO PROFISSIONAL: Lei nº 6.546, de 04 de julho de 1978 e Decreto nº 82.590, de 6 de novembro de 1985 regulamentam a profissão de Arquivista.

DESCRIÇÃO SUMÁRIA DO CARGO: Organizar documentação de arquivos institucionais e pessoais, criar projetos de museus e exposições, organizar acervos; dar acesso à informação, conservar acervos; preparar ações educativas e culturais, planejar e realizar atividades técnico-administrativas, orientar implantação de atividades técnicas. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extensão.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

1. Arquivística Arquivologia: Conceituação básica: Documento - informação -comunicação - documentação, Órgão de documentação: Arquivos - Bibliotecas - Museus - Centros de documentação, Paralelo entre Bibliotecas e Arquivos; A ciência e a técnica dos Arquivos: Arquivologia, A ciência pura dos Arquivos, sua importância; Arquivos: Conceitos, Outros sentidos da palavra Arquivo, Origem e Histórico, Finalidade e Função dos Arquivos, Classificação dos Arquivos, Etimologia; Documentos: Tipos de Documentos, Documentos de Arquivo, Características, Classificação dos documentos de Arquivo; Arquivo corrente: Conceito, Arquivamento, Métodos, Operações; Organização e Administração de Arquivos Correntes: Desburocratização, Planejamento, Projeto, Implantação, Etapas, Código de Classificação de Assuntos, Utilização de Fichários Auxiliares, Rotinas de Protocolo e Arquivo; Avaliação de Documentos: Recomendações -critérios e instrumentos, Determinação dos Valores dos Documentos: Valor Primário: Valor Administrativo, Valor Jurídico, Valor Fiscal; Valor Secundário: Valor Histórico-Probatório, Valor Histórico-Informativo, Questionário pra fixação dos valores dos documentos.

2. Arquivo: Teoria e Prática: Introdução ao estudo dos arquivos: Origem, Conceito, Finalidade, Função, Classificação, Terminologia arquivística , Tipos de arquivamento, Classificação dos documentos, Correspondência, sua classificação e caracterização; Organização e administração de arquivos: Levantamento de dados, Análise dos dados coletados, Planejamento; Arquivos correntes e protocolos: Protocolo, Expedição, Arquivamento; Arquivos intermediários: Histórico, Tratamento, armazenamento e localização da documentação, Recomendações especiais, Construção e equipamento; Arquivos permanentes: Atividades de destinação, Atividades de arranjo, Atividades de descrição e publicação, Atividades de conservação, Atividades de referência; Arquivos especiais: Arquivo fotográfico, Arquivo de fita magnética, filme e disco, Arquivo de recorte de jornal, Arquivo de catálogo impresso; As técnicas modernas a serviço dos arquivos: Microfilmagem, Automação.

3. Documentos Públicos e Privados: Arranjo e Descrição: Natureza do programa descritivo: Identificação das unidades documentárias, Objetivos do programa descritivo, Elementos essenciais do programa descritivo; Caracteres dos documentos: caracteres estruturais, Caracteres substantivos; Preparação de inventários: Alcance e Objetivos, Preparação da introdução, Arranjo das séries, Preparação das entradas descritivas, Apêndices; Preparação de guias: Arranjo sistemático da informação, Conteúdo das entradas descritivas; Preparação de listas e calendários ou repertórios: Listas de itens distintos, Listas de documentos impressos, Listas de itens com caracteres comuns, Listas de unidades de arquivamento, Calendários ou repertórios; Preparação de índices e catálogos: Índices, Catálogos.

4. Código de Classificação, temporalidade e destinação de documentos de arquivo; relativos as atividades-meio da administração pública - CONARQ.

5. Decreto nº. 1.799, de 30 de janeiro de 1996: Regulamenta a Lei nº. 5.433, de 8 de maio de 1968, que regulamenta a microfilmagem de documentos oficiais.

6. Gerenciamento Arquivístico de Documentos Eletrônicos: A integração dos princípios e conceitos da arquivologia e da diplomática no gerenciamento arquivístico de documentos eletrônicos: Cinco marcos históricos para a arquivologia, Diplomática: breve histórico, Documento arquivístico: considerações conceituais, Fragmentação do ato jurídico, burocracia weberiana e tecnologia da informação, Análise diplomática do documento eletrônico arquivístico, Metadados como elementos da análise diplomática do documento eletrônico arquivístico, Sistema de gerenciamento arquivístico de documentos, Os conceitos de fidedignidade e de autenticidade do documento eletrônico arquivístico, O documento eletrônico arquivístico e o binômio custódia/pós­custódia; Iniciativas de gerenciamento arquivístico de documentos eletrônicos: O projeto da Universidade de Pittsburgh, EUA, O projeto da Universidade de British Columbia, Canadá, A experiência australiana, As iniciativas Brasileiras, Comparando as iniciativas de gerenciamento arquivístico de documentos eletrônicos.

7. Introdução à Preservação e Conservação de Acervos Fotográficos: Introdução, A estrutura dos materiais fotográficos, Materiais fotográficos processados/estrutura básica, Principais causas de deterioração, Técnicas, métodos e materiais empregados na preservação de acervos fotográficos, Climatização do acervo, Identificação de negativos fotográficos em base de nitrato de celulose, Materiais acessórios utilizados no acondicionamento de fotografias e filmes, Mobiliário e soluções de arquivamento, Técnicas de limpeza e estabilização, Prevenção e remoção de fungos, Recomendações gerais.

8. Manual de Preservação de Documentos: Introdução; Materiais que constituem os documentos: Papel: História e processamento, Papéis permanentes; Pergaminho: História, obtenção e preservação; Couro: História, obtenção e preservação; Tintas: História, classificação, obtenção e permanência, Tintas permanentes; Adesivos: Adesivos naturais, Adesivos sintéticos. Causas de deterioração dos materiais arquivísticos: Agentes físicos: Luz, Temperatura e umidade; Agentes físico-mecânicos: Ausência de proteção, Manuseio incorreto, Desastres; Agentes químicos: Poluentes atmosféricos, Poeira, Materiais instáveis; Agentes biológicos: Microorganismos, Insetos, Roedores. Administração de um programa de conservação: Especificações para edifícios de arquivo, Prevenção e controle de incêndios e inundações, Prevenção e combate a insetos e roedores, Otimização das condições ambientais, Armazenamento, Plano de emergência, Diagnóstico, Microfilme para preservação. Rotinas de conservação: Limpeza, Controle de microorganismos e insetos, Remoção de fitas e etiquetas adesivas, Pequenos reparos, Planificação, Conservação de encadernações, Embalagem de proteção, Manuseio adequado dos documentos.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS: Arquivo Nacional (Brasil). Conselho Nacional de Arquivos. Classificação, temporalidade e destinação de documentos de Arquivos relativos as atividades-meio da administração pública/Arquivo Nacional. Rio de Janeiro. 2001. 156p. Burgi, Sérgio. Introdução à Preservação e Conservação de Acervos Fotográficos: técnicas, métodos e materiais. FUNARTE. 1988. 38p. Castro, Astréa de Moraes e. Arquivística = Técnica; Arquivologia = Ciência. Brasília, ABDF, 1985. v.1.145p. Decreto nº 1.799, de 30 de janeiro de 1996. Regulamenta a Lei nº 5.433, de 8 de maio de 1968 que regula a microfilmagem de documentos oficiais e dá outras providências. (Diário Oficial, de 31 de janeiro de 1996). Manual de preservação de documentos / coordenação: Ingrid Beck; colaboradores: Antônio Gonçalves da Silva, [et al...] Rio de Janeiro: Arquivo Nacional: ACAN. 1991. 76p. (Publicações Técnicas / Arquivo Nacional; n.46). Paes, Marilena Leite. Arquivo: teoria e prática. -2 ed.- Rio de Janeiro: Editora da Fundação Getúlio Vargas, 1991. 162p. Rondinelli, Rosely Curi. Gerenciamento arquivístico de documentos eletrônicos: uma abordagem teórica da diplomática arquivística contemporânea. -3 ed.- Rio de Janeiro: ed. FGV, 2005. 160p. Schellenberg, Theodore Roosevelt, 1903-1970. Documentos públicos e privados: arranjo e descrição; trad. de Manoel A. Wanderley. -2 ed.- Rio de Janeiro: Ed. da Fundação Getúlio Vargas, 1980. 396p.

CARGO: ASSISTENTE SOCIAL

REQUISITO DE QUALIFICAÇÃO PARA INGRESSO NO CARGO:

ESCOLARIDADE: Curso superior em Serviço Social

HABILITAÇÃO PROFISSIONAL: Registro no Conselho competente. Lei nº 8.662, de 07 de junho de 1993 dispõe sobre a profissão de Assistente Social.

DESCRIÇÃO SUMÁRIA DO CARGO: Prestar serviços sociais orientando indivíduos, famílias, comunidade e instituições sobre direitos e deveres (normas, códigos e legislação), serviços e recursos sociais e programas de educação; planejar, coordenar e avaliar planos, programas e projetos sociais em diferentes áreas de atuação profissional (seguridade, educação, trabalho, jurídica, habitação e outras); desempenhar tarefas administrativas e articular recursos financeiros disponíveis. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extensão.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

I - Serviço Social, política social e direitos sociais no Brasil.

1.1- O debate contemporâneo no Serviço social, as políticas sociais, a perspectiva dos direitos.

1.2- A Seguridade Social e a relação com o Estado.

1.3- Direitos sociais no Brasil.

II - O projeto ético-político do Serviço Social, a questão social, as relações institucionais e o trabalho do Assistente Social.

2.1- A questão social e Serviço Social.

2.2- A dimensões ético-política, teórico-metodológica e técnico-operacional do projeto Ético-político; a regulamentação profissional e o código de ética do Assistente Social.

2.3- A questão da instrumentalidade, a dimensão técnico-operativa do trabalho do Assistente Social com indivíduos, famílias, grupos e populações.

2,4- O papel do Assistente Social na Formulação, gestão e execução de políticas publicas, a rede social.

III - A pesquisa em Serviço Social.

3.1- A dimensão investigativa e a construção do conhecimento.

3.2- A construção do projeto de pesquisa.

3.3- Metodologias quantitativas e qualitativas na pesquisa social.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS: ABRAMIDES, Maria Beatriz Costa. Desafios do Projeto Profissional de ruptura com o conservadorismo. In: Revista Serviço Social e Sociedade n. 91. a.XXVIII São Paulo: Cortez, 2007. AFONSO, Maria Lúcia. (org.) Oficinas de dinâmicas de grupo: um método de intervenção psicossocial. São Paulo: casa do psicólogo, 2006. BEHRING, Elaine Rossetti e BOSCHETTI, Ivanete. Política social: fundamentos e história. São Paulo: Cortez, 2007. (Introdução, capítulos 4, 5 e considerações finais). BRAVO, Maria Inês Souza e PEREIRA, Potyara A. P. Política Social e democracia. São Paulo: Cortez; Rio de Janeiro: UERJ, 2002. CRESS (org.). Coletânea de Leis. Belo Horizonte, 2004. CFESS (org.). O estudo social em perícias, laudos e pareceres técnicos: contribuição ao debate no judiciário, penitenciário e na previdência social. São Paulo: Cortez, 2004. GUERRA, Yolanda. O projeto profissional crítico: estratégia de enfrentamento das condições contemporâneas da prática profissional. In: serviço Social e Sociedade. n. 91 São Paulo: Cortez, a. XXVIII, 2007. IAMAMOTO, Marilda Vilela. O Serviço Social na contemporaneidade: trabalho e formação profissional. São Paulo: Cortez, 1999. (capítulos 2 e 3 da 1ª parte do livro). MAGALHÃES. Selma Marques. Avaliação e linguagem relatórios, laudos e pareceres. São Paulo: Veras Editora, 2006. MARTINELLI, Maria Lúcia. Pesquisa qualitativa: um instigante desafio. São Paulo: Veras Editora, 1999. MARTINELLI, Maria Lúcia. et all. Um novo olhar para a questão dos instrumentais técnico-operativos em serviço Social. In: Serviço Social e Sociedade n. 45 São Paulo: Cortez, a. XV, 1994. MINAYO, Maria Cecília. (org.) Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Petrópolis, RJ: vozes, 1994. NETTO, José Paulo. O Movimento de Reconceituação 40 anos depois. In: Serviço Social e Sociedade, n.84, a. XXVI, São Paulo: Cortez, 2005. REIS, Marcelo Braz Morais. Notas sobre o projeto ético-político do Serviço Social. In: Coletânea de Leis, CRESS 6ª região. ROJAS COUTO, Berenice. O direito social e a assistência social na sociedade brasileira: uma equação possível? São Paulo: Cortez, 2004.(capitulo 3). SLUZKI, Carlos E. A rede social na prática sistêmica. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1997. (capítulos 1 e 2) SZYMANSKI, Heloisa. A relação família/ escola: desafios e perspectivas. Brasília: Plano Editora, 2003. VIEIRA, Evaldo Amaro. As políticas sociais e os direitos sociais no Brasil: avanços e retrocessos. In: Serviço Social e Sociedade, n. 53, a. XVIII, Cortez, 1997. VITALE, Maria Amália Faller. Famílias monoparentais: indagações. In: Serviço Social e Sociedade, n.71, a. XXIII, Cortez, 2002. YAZBEK, Maria Carmelita. Classes subalternas e assistência social. São Paulo: 2003. (Capítulo 1).

CARGO - BIBLIOTECÁRIO/DOCUMENTALISTA

REQUISITO DE QUALIFICAÇÃO PARA INGRESSO NO CARGO:

ESCOLARIDADE: Curso superior em Biblioteconomia ou Ciências da Informação HABILITAÇÃO PROFISSIONAL: Registro no Conselho competente. Lei nº 9.674, de 26 de junho de 1998 dispõe sobre o exercício da profissão de Bibliotecário.

DESCRIÇÃO SUMÁRIA DO CARGO: Disponibilizar informação; gerenciar unidades como bibliotecas, centros de documentação, centros de informação e correlatos, além de redes e sistemas de informação; tratar tecnicamente e desenvolver recursos informacionais; disseminar informação com o objetivo de facilitar o acesso e geração do conhecimento; desenvolver estudos e pesquisas; promover difusão cultural; desenvolver ações educativas. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extensão.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

- A biblioteca universitária. Funções, objetivos, estrutura, recursos. Funções gerenciais: planejamento, organização e avaliação. Elaboração de projetos e relatórios. Sistemas de gerenciamento de bibliotecas. Usuários: comportamento, necessidades, demandas, expectativas e usos da informação. Estudos de uso e de usuários. Educação de usuários. Processo de comunicação científica.

- Recursos e serviços informacionais. Conceituação, tipologia e características das fontes de informação. Recursos informacionais eletrônicos. Bibliotecas digitais. Internet. Formação e desenvolvimento de coleções. Disseminação da informação. Atendimento ao usuário. Serviços e produtos: referência, circulação, fornecimento de documentos e comutação bibliográfica. Normalização de trabalhos e publicações.

- Tratamento da informação em suportes diversos. Representação descritiva de documentos. Formato MARC. Representação temática: conceitos, processos, instrumentos, métodos e avaliação da indexação. Classificação: objetivos, instrumentos. Sistemas de classificação bibliográfica. Classificação Decimal Universal. Catálogos de bibliotecas.

- Recuperação da informação. Fundamentos, recursos e estratégias de busca. Sistemas de recuperação da informação.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS: ALMEIDA, M. C. B. de. Planejamento de bibliotecas e serviços de informação. 2. ed.rev. ampl. Brasília: Briquet de Lemos Livros, 2005. CAMPELLO, B. S.; CENDÓN, B. V.; KREMER, J. M. (Org.). Fontes de informação para pesquisadores e profissionais. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2000. Classificação Decimal Universal: edição padrão internacional em língua portuguesa. Brasília: IBICT, 1997. DIAS, M. M. K.; PIRES, D. Formação e desenvolvimento de coleções de serviços de informação. São Paulo: Edufscar, 2003. FRANÇA, J. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 8ª ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2007. JOINT STEERING COMMITTEE FOR REVISION OF AACR; FEDERAÇÃO BRASILEIRA DE ASSOCIAÇÕES DE BIBLIOTECÁRIOS, CIENTISTAS DA INFORMAÇÃO E INSTITUIÇÕES (Trad.) Código de catalogação anglo-americano. 2. ed. São Paulo: FEBAB, 2004. 1 v. (várias paginações) Lancaster, F. W. Indexação e resumos: teoria e prática. 2. ed. Brasília: Briquet de Lemos, 2004. MARC 21: formato condensado para dados bibliográficos. 2. ed. Marília: UNESP, 2002. v.1 MARCONDES, Carlos H. et al. (org.) Bibliotecas digitais: saberes e práticas. Salvador: UFBA; Brasília: IBICT, 2006. p. 25-54, 165-204. OLIVEIRA, N. M. A biblioteca das instituições de ensino superior e os padrões de qualidade do MEC: uma análise preliminar. Perspec. Ciênc. Inf., Belo Horizonte, v. 7, n. 2, p. 207-221, 2002. PASQUARELLI, M. L. R. Procedimentos para busca e uso da informação : capacitação do aluno de graduação. Brasília : Thesaurus, 1996. Programa de Comutação Bibliográfica. Disponível em: www.ibict.br/secao.php?cat=comut. Acesso em 26 fev. 2008. ROWLEY, J. A biblioteca eletrônica. Brasília: Briquet de Lemos Livros, 2002. p. 16 1-209, 313-336.

CARGO: BIÓLOGO

REQUISITO DE QUALIFICAÇÃO PARA INGRESSO NO CARGO:

ESCOLARIDADE: Curso superior em Biologia

HABILITAÇÃO PROFISSIONAL: Registro no Conselho competente. Lei no 6.684, de 03 de setembro de 1979 regulamenta a Profissão de Biólogo.

DESCRIÇÃO SUMÁRIA DO CARGO: Estudar seres vivos, desenvolver pesquisas na área de biologia, biologia molecular, biotecnologia, biologia ambiental e epidemiologia e inventariar biodiversidade; organizar coleções biológicas; manejar recursos naturais; desenvolver atividades de educação ambiental; realizar diagnósticos biológicos, moleculares e ambientais, além de análises clínicas, citológicas, citogênicas e patológicas. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extensão.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Ética, bem-estar e legislação na experimentação animal. Condições para o alojamento de animais de laboratório na área biomédica. Biossegurança em laboratório de experimentação animal. Características dos animais roedores e lagomorfos utilizados em laboratório. Anestesia e analgesia em animais de laboratório. Eutanásia animal. Políticas e responsabilidades institucionais no uso de animais de laboratório. Condições necessárias para a instalação e manutenção da planta física de biotérios. Políticas do serviço de Saúde Pública e princípios referentes aos cuidados e utilização de animais. Seleção genética de animais de laboratório. Critérios e processos de obtenção de animais heterogênicos e isogênicos laboratórios. Critérios e processos de obtenção de animais knock out e transgênicos em laboratórios Classe Mammalia: mamíferos. Caracterização morfológica e relações filogenéticas dos principais grupos de mammalia; especializações alimentares e reprodução. Anatomia e Fisiologia.

- Espécie Humana.

- Hereditariedade e Genética.

- População e Ambiente.

- Padrões de Herança.

- Herança autossômica.

- Cromossomos sexuais e herança ligada ao sexo.

- Fertilização.

- Padrões de Clivagem embrionária.

- Gastrulação nos mamíferos.

- Desenvolvimento inicial dos vertebrados: mesoderme, endoderme e ectoderme.

- Células e Tecidos.

- Revestimento do corpo, esqueleto e músculos.

- Aparelho digestivo e metabolismo.

- Aparelho circulatório.

- Aparelho Respiratório e Aparelho Excretor.

- Glândulas endócrinas.

- Sistema nervoso.

- Reprodução e Desenvolvimento.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS: GILBERT, S. F. biologia do desenvolvimento. Sociedade brasileira de genética, 1995, 578 págs. - Ribeirão Preto-SP. GRIFFITHS, A. J.; WESSLER, S. R.; LEWONTIN, R. C.; GELBART, W. M.; SUZUKI, D. T.; MILLER, J. H. introdução á genética. 8ª. ed. , ed. guanabara koogan s. a. - rio de janeiro, rj, 2006, 743 pág. MEZADRI, T. J, TOMÁZ, V. A.; AMARAL, V. L. L. animais de laboratório: cuidados na iniciação experimental, florianópolis: editora ufsc, 2004, 155p. NATIONAL RESEACH COUNCIL INSTITUTE OF LABORATORY ANIMAL RESOURCES COMISSION ON LIFE SCIENCES NATIONAL RESEARCH COUNCIL. MANUAL SOBRE CUIDADOS E USOS DE ANIMAIS DE LABORATÓRIO. WASHIGTON: NATIONAL ACADEMY PRESS. EDIÇÃO EM PORTUGUÊS- GOIÂNIA: GRAFIA UFG. AAALAC E COBEA, 2003, 162P. POUGH, F. H., JANIS, C. M. & HEISER, J. B. 2003. a vida dos vertebrados. 3a. ed. atheneu editora, são paulo. 699 PP. ROMER, A. S. & PARSONS, T. S. 1985. Anatomia comparada dos vertebrados. Atheneu editora, São Paulo. STORER, T. I.; USINGER, R. L.; STEBBINS, R. C. & NYBAKKEN, J. W. zoologia geral. 6a. ed. companhia editora nacional, 2002, são paulo - sp, 816 pág. VIDIGAL, L. H. E SILVA, D. A. O. ética em pesquisa. In: pesquisa na área biomédica: do planejamento à publicação, mineo j.r. et al. uberlândia: edufu, 2005, 273p.

CARGO: ECONOMISTA

REQUISITO DE QUALIFICAÇÃO PARA INGRESSO NO CARGO:

ESCOLARIDADE: Curso superior em Ciências Econômicas

HABILITAÇÃO PROFISSIONAL: Registro no Conselho competente. Lei nº 1.411, de 13 de agosto de 1951, alterada pelas Leis nº 6.021, de 03 de janeiro de 1974, nº 6.537, de 19 de junho de 1978 e regulamentada pelo Decreto nº 31.794, de 17 de novembro de 1952 disciplina a profissão de Economista.

DESCRIÇÃO SUMÁRIA DO CARGO: Analisar o ambiente econômico; elaborar e executar projetos de pesquisa econômica, de mercado e de viabilidade econômica, dentre outros; participar do planejamento estratégico e de curto prazo; gerir programação econômico-financeira; atuar na mediação e arbitragem; realizar perícias. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extensão.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Análise Macroeconômica: Contabilidade Nacional; Modelo IS-LM; Modelo Oferta Agregada - Demanda Agregada; Inflação e Desemprego; Modelo IS-LM-BP; Política Fiscal e Monetária; Consumo, Poupança e Investimento; Moeda e Crédito. 2. Análise Microeconômica: Oferta e Demanda; Teoria do Consumidor; Teoria da Produção e dos Custos; Estruturas de mercado (Monopólio, Concorrência Monopolística, Oligopólio e Concorrência Perfeita); Teoria dos Jogos. 3. Economia Brasileira: Economia agroexportadora; Processo de industrialização brasileira; Plano de Metas; o "milagre econômico"; o II PND; a crise da dívida externa; os planos de estabilização e a economia brasileira recente; Reformas estruturais da década de 90; Economia Brasileira pós-Plano Real; O ajuste econômico pós- 1999. 4. Estatística Econômica: a) Estatística Descritiva: Medidas de Posição e de Dispersão - cálculo de média, mediana e moda, variância e coeficiente de variação; Quartis, decis e percentis; b) Noções de Teoria da Probabilidade: Aplicações sobre a regra da soma e a regra do produto; Probabilidade condicional e independência de eventos; c) Inferência estatística: Noções sobre teoria da amostragem. Amostra aleatória simples. Amostragem com reposição e sem reposição; Intervalos de confiança; Testes de hipótese; d) Noções sobre números índices: Índice de Laspayres e de Paasche; Encadeamento de índices; Deflação de índices. 5. Análise de Investimento: Critérios de Decisão; Análise de Investimentos em Situações de Incerteza; Análise de Investimentos em Situações de Risco; Árvores de Decisão; Risco em Análise de Ações; Custo de Capital

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS: ABREU, M.P.(ORG.) a ordem do progresso: 100 anos de política econômica republicana 1889-1989. rio de janeiro: campus, 1990. BLANCHARD, O. macroeconomia. são paulo: pearson education, prentice hall, 2004. BUARQUE, C. avaliação econômica de projetos. 2ª edição, rio de janeiro: campus, 1986. BUSSAB, W.O.; MORETTIN, M. estatística básica. são paulo: editora saraiva, 2003. CASAROTTO FIALHO, N.; KOPITTKE, B.H. análise de investimentos. 9ª edição, são paulo: atlas, 2000. DORNBUSH, R.; FISCHER, S.; STARTZ, R. macroeconomia. 8ª edição, rio de janeiro: mcgraw hill, 2003. GREMAUD, A.; VASCONCELLOS, M.A.S.; TONETO JR., R. economia brasileira contemporânea. 6ª edição, são paulo: atlas, 2005. PINDYCK, R.; RUBINFELD, D. microeconomia. 6ª edição, são paulo: prentice hall brasil, 2005. VARIAN, H.R. microeconomia: princípios básicos. rio de janeiro: elsevier, 2006.

CARGO: ENGENHEIRO CIVIL

REQUISITO DE QUALIFICAÇÃO PARA INGRESSO NO CARGO:

ESCOLARIDADE: Curso superior na área

HABILITAÇÃO PROFISSIONAL:Registro do Conselho competente. Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966, regula o exercício das profissões de Engenheiro e Engenheiro Agrônomo. Lei nº 8.195, de 26 de junho de 1991,a ltera a Lei nº 5.194/66. O Decreto nº 241/67, incluiu entre as profissões cujo exercício é regulado pela Lei nº 5.194/66, a profissão de Engenheiro de Operação.

DESCRIÇÃO SUMÁRIA DO CARGO:

Desenvolver projetos de engenharia; executar obras; planejar, coordenar a operação e a manutenção, orçar, e avaliar a contratação de serviços; dos mesmos; controlar a qualidade dos suprimentos e serviços comprados e executados; elaborar normas e documentação técnica. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extensão.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1 - Projetos: arquitetônico, estrutural (concreto, aço e madeira), fundações, instalações hidro­sanitárias, instalações elétricas, telefonia, lógica e prevenção contra incêndio. Métodos e técnicas manuais e computadorizados de desenho e projeto. Projetos complementares: análise e compatibilização. Elevadores. Controle ambiental das edificações (térmico, acústico e luminoso). Captação e drenagem de águas pluviais. Especificação de materiais e serviços. 2 - Programação de obras. Orçamento e composição de custos unitários, parciais e totais. Planejamento e cronograma físico-financeiro: PERT-CPM. Acompanhamento de obras. Organização do canteiro de obras. Execução de sondagem no solo e fundações (sapatas, estacas e tubulões), alvenaria, estruturas de concreto, aço e madeira, coberturas, impermeabilização e pavimentação. Esquadrias. Pisos, revestimentos e pinturas. Instalações (água, esgoto, eletricidade e telefonia). 3 - Fiscalização. Acompanhamento da aplicação de recursos (medições, emissão de fatura etc.). Controle de materiais (cimento, agregados aditivos, concreto usinado, aço, madeira, materiais cerâmicos, vidro, etc.). Controle de execução de obras e serviços. Dosagem do Concreto. Qualidade total aplicada à construção. 4 - Saneamento básico e saneamento ambiental (disposição de resíduos, aterros sanitários etc.). Infraestrutura urbana e rural. Legislação e Engenharia legal. Legislação ambiental. Construção sustentável: conceitos, estratégias, desperdício, gestão de resíduos, reflexos na produção. 5 - Licitações e contratos conforme a Lei n.° 8.666 e atualizações. Análise de contratos para execução de obras. Legislação específica para obras de engenharia civil. Normas técnicas aplicadas à engenharia civil. Vistoria e elaboração de pareceres. Princípios de planejamento e de orçamento público. Legislação profissional. 6 - Patologia das edificações: diagnóstico e recuperação. Manutenção e conservação de edifícios. Noções de geomática. Noções de sistema viário. 7- Noções de segurança do trabalho. Noções de Ergonomia (Norma Regulamentadora no 17). Acessibilidade (Decreto-lei 5296/2004).

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - NBR 5410, NBR 5626, NBR 6118; NBR 6122; NBR ISO 9001; NBR12655; NBR12721 e NBR 14931. AZEREDO, Helio A. O edifício e seu acabamento: prática de construção civil, Ed. Edgard Blucher, 1ª edição, 2000. AZEREDO, Hélio A. O edifício até sua cobertura, Ed. Edgard Blucher, 2ª ed. Revisada, 2000. BAUER, Luiz A. F. Materiais de construção. Rio de Janeiro, Livros técnicos e científicos, 5ª ed., v 1, v 2, 1994. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, Brasil, Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA. Resolução n° 307 e suas alterações. CREDER, Hélio. Instalações hidráulicas e sanitárias, 5ª Ed., Livros Técnicos e Científicos Editora, 1999. FIORITO, A. J. S. I. Manual de argamassas e revestimentos. São Paulo: Pini, 1994. GIAMMUSO, Salvador E. Orçamento e custos para construção civil-2ª edição revisada. Edit. PINI­São Paulo-1991. GONÇALVES, I. Trabalhos técnicos de geodésia: teoria e prática. Belo Horizonte: Editora Gráfica Literatura Ltda, 2002. HACHICH, W.; FALCONI, F.; FROTA, R.; CARVALHO, C.S. e NIYAMA, S. Fundações: teoria e prática. 2. ed. São Paulo: Pini, 2003. HELENE, Paulo R.L. e TERZIAN, Paulo R. Manual de dosagem e controle do concreto. 1ª ed., 1ª reimpressão (maio 95). São Paulo, PINI / SENAI, 1993 ISAIA, G.C. et al. Materiais de construção civil e princípios de ciência e engenharia de materiais. 1. ed. São Paulo: IBRACON, v.1 e 2, 2007. JORDÃO, E.P. e PESSOA, C.A. Tratamento de esgotos domésticos. Rio de Janeiro: ABES, 2005. LIMMER, C.V. Planejamento, orçamento e controle de projetos e obras. 1. ed. Rio de Janeiro, Edit. LTC, 1997. MEHTA, P.K. e MONTEIRO, P.J.M. Concreto: estrutura, propriedades e materiais. 1ª ed., São Paulo, Edit. Pini, 1994. NOCÊRA, Rosalvo J. Planejamento de obras residenciais com MS-Project, 1ª edição, Edit. PINI, 2005. PRESIDENCIA DA REPÚBLICA - Brasil, Lei 8666, 1993 e suas alterações. ROUSSELET, Edison da Silva. A segurança na obra: manual de procedimentos para implantação e funcionamento de canteiro de obras, Edit. Mauad /SECONCI RJ, 1997. SALIBA, TUFFI M. e PAGANO, SOFIA C. R. SALIBA; Legislação de segurança, acidente do trabalho e saúde do trabalhador, 5ª Ed., Edit. LTr, São Paulo, 2007. SATTLER, M.A.; PEREIRA, F.O.R. (Ed.) Construção e meio ambiente. Coletânea HABITARE. v. 7. Porto Alegre: ANTAC, 2006. SOUZA, Roberto e MEKBEKIAN, Geraldo. Qualidade na aquisição de materiais e execução de obras, Edit. Pini, 1996. SOUZA, Vicente C. M. e Ripper, Thomaz. Patologia, recuperação e reforço de estruturas de concreto. São Paulo: Pini, 1998.

CARGO: ENGENHEIRO ELETRICISTA

REQUISITO DE QUALIFICAÇÃO PARA INGRESSO NO CARGO:

ESCOLARIDADE: Curso superior na área

HABILITAÇÃO PROFISSIONAL: Registro do Conselho competente. Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966, regula o exercício das profissões de Engenheiro e Engenheiro Agrônomo. Lei nº 8.195, de 26 de junho de 1991, altera a Lei nº 5.194/66. O Decreto nº 241/67, incluiu entre as profissões cujo exercício é regulado pela Lei nº 5.194/66, a profissão de Engenheiro de Operação.

DESCRIÇÃO SUMÁRIA DO CARGO:

Desenvolver projetos de engenharia; executar obras; planejar, coordenar a operação e a manutenção, orçar, e avaliar a contratação de serviços; dos mesmos; controlar a qualidade dos suprimentos e serviços comprados e executados; elaborar normas e documentação técnica. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extensão.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1 .Circuitos elétricos em regime permanente, com alimentações em corrente contínua e alternada (monofásico e trifásico): 1.1 Elementos de Circuitos; 1.2 Leis de Kirchhoff; 1.3 Teoremas de Análise Circuitos; 1.4 Métodos de Análise de Circuitos (Malhas e Nodal); 1.5 Transformações estrela-triângulo; 1.5 Cálculo de Potências; 1.6 Correção de Fator de Potência. 2. Instalações Elétricas: 2.1 Elementos de Projeto - normas recomendadas (NBR 5410), formulação de um projeto elétrico, simbologias utilizadas; 2.2 Luninotécnica - fundamentos e grandezas luminotécnicas, tipos de lâmpadas, métodos de cálculos de iluminação de interiores e exteriores; 2.3 Dimensionamento de condutores elétricos - sistemas de distribuição, critérios para a divisão de circuitos, circuitos de baixa tensão, critérios usados no dimensionamento de condutores, condutores de média tensão, dimensionamentos de condutos; 2.4 Transformadores - ensaios a vazio e em curto-circuito; 2.5 Partida de Motores Elétricos de Indução; 2.6 Materiais Elétricos - elementos necessários para especificação,materiais e equipamentos; 2.7 Proteção e Coordenação -proteção dos sistemas de baixa tensão; 2.8 Sistemas de Aterramento - proteção contra contatos indiretos, aterramentos dos equipamentos, elementos de uma malha de terra, cálculo de um sistema de aterramento com eletrodos verticais, medição da resistência de terra de um sistema de aterramento, medidor de resistividade do solo. 3.Eletrônica Digital: 3.1 Funções Lógicas e Álgebra de Boole; 3.2 Circuitos combinacionais; 3.3 Circuitos seqüenciais. 4. Eletrônica Analógica: 4.1 Diodos:Características, circuitos práticos e aplicações; 4.2 Transistores de junção bipolar (BJT):Características físicas, polarização, amplificadores transistorizados e aplicações não lineares; 4.3 Amplificadores Operacionais: Parâmetros, circuitos práticos e aplicações; 4.4 Circuitos integrados analógicos: Comparadores e Temporizador 555, Circuitos Osciladores.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS: Introdução à Análise de Circuitos - ROBERT L BOYLESTAD, PRENTICE HALL. Curso de Circuitos Elétricos volume 2 - L. Q. ORSINI, DENISE CONSONNI, Editora Edgard Blücher Ltda Instalações Elétricas Industriais - JOÃO MAMEDE FILHO, LTC. Instalações Elétricas - ADEMARO A. M. B. COTRIM, PRENTICE HALL. Eletrônica - vol I e vol II - A. P. MALVINO, MAKRON BOOKS. Dispositivos Eletrônicos e Teoria de Circuitos, Prentice Hall. Amplificadores Operacionais e Filtros Ativos: Teoria, Projetos, Aplicações e Laboratório, A. PERTENCE JÚNIOR, BOOKMAN.

Eletrônica Digital, A. P. MALVINO, D. LEACH, MC GRAW-HILL.

CARGO - ESTATÍSTICO

REQUISITO DE QUALIFICAÇÃO PARA INGRESSO NO CARGO: ESCOLARIDADE: Curso Superior completo de Estatístico

HABILITAÇÃO PROFISSIONAL: Registro no Conselho competente

DESCRIÇÃO SUMARIA DO CARGO: Desempenhar tarefas no campo da estatística, como pesquisa sobre os fundamentos desta Ciência, suas aplicações práticas, organização e execução de investigações estatísticas, elaborando e testando métodos e sistemas de amostragem e outros, para renovar os métodos estatísticos ou melhorar os já existentes.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Estatística descritiva e exploratória. Distribuição de freqüências. Representações gráficas. Atipicidades e assimetria em conjunto de dados. Medidas de posição e medidas de dispersão. Propriedades da média e da variância. Teorema de Tchebyshev 2. Teoria das Probabilidades. Distribuições de probabilidade, probabilidade condicional, eventos dependentes e independentes. Variáveis aleatórias discretas e contínuas, função densidade de probabilidades, função distribuição de probabilidades, função geratriz de momentos, esperança matemática e esperança matemática condicional. Distribuições de probabilidade clássicas, Bernoulli, Binomial, Poisson, hipergeométrica, Geométrica, Binomial negativa, Uniforme, Uniforme discreta, normal, t-Student, 2 e F. Variáveis aleatórias multidimensionais. Distribuição conjunta do tipo discreto e contínuo. 3. Inferência Estatística. Estimação por ponto e por intervalo. Propriedades estatísticas de estimadores. Viés, consistência e eficiência. Lei dos grandes Números e o Teorema Central do Limite. Métodos de estimação: método de momentos e máxima verossimilhança. Teste de hipóteses estatísticas. Métodos não-paramétricos: testes do sinal, teste da mediana, testes de postos de Wilcoxon, teste de Kruskal-Wallis e testes de postos em geral. 4. O Qui-quadrado em tabelas de contingência. Testes de homogeneidade e independência. 5. Amostragem de populações finitas. Amostragem probabilística e planejamento amostral. Amostragem aleatória simples. Amostragem aleatória estratificada. Amostragem por conglomerados. Amostragem sistemática. 6. Regressão Linear Simples e Múltipla. Inferência estatística para modelos de regressão. Diagnóstico. Regressão com variáveis indicadoras. Análise de variância e de covariância. 7. Análise de Séries Temporais. Análise clássica das séries de tempo: séries estacionárias, modelos ARMA, ARIMA e SARIMA. Identificação, estimação, diagnóstico e previsão. 8. Análise Multivariada. Análise de correspondência. Análise fatorial e de componentes principais. Análise de correlação canônica. Análise de conglomerados. Análise discriminante.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS: COCHRAN, W. G. Sampling Techniques (3ª ed.). John Wiley & Sons. 1977. DRAPER, N. R.; SMITH, H. Applied Regression Analysis (2ª ed.) John Wiley & Sons, 1981. FREUND, J. E.; SIMON, G. A. Estatística aplicada. Porto Alegre: Bookman, 2000. HAIR Jr., J. F.; ANDERSON, R. E.; TATHAM, R. L.; BLACK, W. C. Análise multivariada de dados. 5 ed. Porto Alegre: Bookman, 2005. HOFFMAN, R.; VIEIRA, S., Análise de Regressão: uma introdução à econometria, , São Paulo: Haucitec, 1987. MEYER, P. L. Probabilidade e Aplicações à Estatística. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico S.A., 1974. MOOD, A. M., GRAYBILL, F. A. e BOES, D. C. Introduction to the Theory of Statistics (3ª ed.). McGraw-Hill, 1974. MORETTIN, L. G. Estatística Básica - Probabilidade. V. 1. São Paulo: Makron Books, 1999. MORETTIN, L. G. Estatística Básica - Inferência. V. 2. São Paulo: Makron Books, 1999 MORETTIN, P. A.; BUSSAB, W. de O. Estatística Básica, Editora Saraiva - 5ª Edição, 2004. MORETTIN, P. A.; TOLOI, C. M. de C. Análise de séries temporais. São Paulo: Edagrd Blucher, 2004. SPIEGEL, M.R. Estatística. São Paulo: Makron Books, 1993. STENVENSON, W. J. Estatística Aplicada à Administração. Harbra, 1986. TRIOLA, M. F. Introdução à estatística. Rio de Janeiro: LTC. 7a edição, 1999. WILD, C. J. e SEBER, G.A.F. Encontros com o acaso: um primeiro curso de análise de dados e inferência. Editora. LTC, 2004.

CARGO: FARMACÊUTICO

REQUISITO DE QUALIFICAÇÃO PARA INGRESSO NO CARGO:

ESCOLARIDADE: Curso superior na área

HABILITAÇÃO PROFISSIONAL: Registro no Conselho competente. Lei nº 3.820, de 11 de novembro de 1960 cria o Conselho Federal e os Conselhos regionais de Farmácia, e dá outras providências. Decreto nº 85.878, de 09 de abril de 1981 regulamenta a Lei nº 3.820/60. *Alterações: Lei nº 9.120/95; Lei nº 4.817 e Lei nº 5.724/7 1.

DESCRIÇÃO SUMÁRIA DO CARGO: Realizar tarefas específicas de desenvolvimento, produção, dispensação, controle, armazenamento, distribuição e transporte de produtos da área farmacêutica tais como medicamentos, alimentos especiais, cosméticos, imunobiológicos, domissanitários e insumos correlatos; realizar análises clínicas, toxicológicas, fisioquímicas, biológicas, microbiológicas e bromatológicas; orientar sobre uso de produtos e prestar serviços farmacêuticos; realizar pesquisa sobre os efeitos de medicamentos e outras substâncias sobre órgãos, tecidos e funções vitais dos seres humanos e dos animais. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extensão.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

1. FISIOLOGIA

1.1. FISIOLOGIA GERAL

1.1.1. Distribuição e composição dos líquidos corporais

1.1.2. Transporte de substâncias pelas membranas biológicas

1.1.3. Potenciais de membrana: de repouso e de ação

1.1.4. Transmissão sináptica e junção neuromuscular

1.1.5. Fisiologia da contração muscular

1.2. NEUROFISIOLOGIA

1.2.1. Organização do sistema sensorial

1.2.2. Organização do sistema motor

1.2.3. Sistema nervoso autônomo

1.3. FISIOLOGIA DIGESTIVA

1.3.1. Funções motoras do tubo digestivo

1.3.2. Secreções no tubo digestivo

1.3.3. Digestão e absorção dos alimentos

1.4. FISIOLOGIA CARDIOVASCULAR

1.4.1. Propriedades elétricas e mecânicas do coração

1.4.2. Regulação da atividade cardíaca

1.4.3. Pressão arterial sistêmica e sua regulação

1.5. FISIOLOGIA RESPIRATÓRIA

1.5.1. Movimentos respiratórios

1.5.2. Difusão e transporte do oxigênio e do dióxido de carbono

1.5.3. Regulação da ventilação

1.6. FISIOLOGIA RENAL

1.6.1. Filtração glomerular

1.6.2. Mecanismos tubulares de absorção e secreção

1.6.3. Mecanismos renais para concentração e diluição da urina

1.7. FISIOLOGIA ENDÓCRINA

1.7.1. Fisiologia do eixo hipotálamo-hipófise

1.7.2. Ações fisiológicas dos hormônios:

1.7.2.1 .tireoidianos e da paratireóide

1 .7.2.2.mineralocorticóides

1.7.2.3.insulina e glucagon

1 .7.2.4.sexuais masculinos e femininos.

2. FARMACOLOGIA

2.1. INTRODUÇÃO À FARMACOLOGIA

2.1.1. Conceito e definições

2.1.2. Importância da Farmacologia, histórico, relação com outras ciências médicas.

2.1.3. Plantas medicinais e fitoterápicos

2.2. FARMACOCINÉTICA

2.2.1. Vias de administração

2.2.2. Aspectos gerais da absorção

2.2.3. Distribuição

2.2.4. Metabolismo

2.2.5. Eliminação de drogas

2.3. FARMACODINÂMICA

2.3.1. Princípios gerais da ação das drogas

2.3.2. Receptores farmacológicos

2.3.3. Interação entre droga

2.4. TRANSDUÇÃO FARMACOLÓGICA

2.4.1. Adenilciclase

2.4.2. Guanilciclase

2.4.3. Fosfatidilinositol

2.4.4. Canais iônicos

2.5. FARMACOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO (SNP)

2.5.1. Noções básicas e organização morfofuncional do sistema nervoso autônomo (SNA)

2.5.2. Farmacologia do simpático

2.5.3. Farmacologia do parassimpático

2.5.4. Farmacologia da placa motora

2.6. FARMACOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL (SNC).

2.6.1. Neurotransmissão central

2.6.2. Ansiolíticos e hipnóticos

2.6.3. Antipsicóticos

2.6.4. Antidepressivos

2.6.5. Anticonvulsivantes

2.7. FARMACOLOGIA DOS AUTACÓIDES, INFLAMAÇÃO E DOR

Histamina e anti-histamínicos

Polipeptídios vasoativos

Eicosanóides

Mecanismos de dor e inflamação

Analgésicos opióides (hipnoanalgésicos básicos)

Analgésicos antiinflamatórios não esteroidais

Antiinflamatórios esteroidais (corticóides)

2.7.8. Anestésicos locais

2.8. FARMACOLOGIA CARDIOVASCULAR E RENAL.

2.8.1. Cardiotônicos e antiarrimicos

2.8.2. Antihipertensivos

2.8.3. Diuréticos

2.9. FARMACOLOGIA DO SANGUE E LIPOPROTEÍNAS

2.9.1. Hemotopoiese e coagulação sanguínea - Aspectos fisiopatológicos

2.9.2. Anemias e antianêmicos

2.9.3. Hemostáticos e anticoagulantes

2.9.4. Antiagregantes plaquetários e trombolíticos

2.9.5. Metabolismo de lipoproteínas e dislipidemias

2.9.6. Fármacos hipolipemiantes

2.10. FARMACOLOGIA GARTRINTESTINAL.

2.10.1. Redutores da acidez gástrica

2.10.2. Procinéticos, laxativos e antidiarréicos

2.11. FARMACOLOGIA DOS AGENTES ANTIMICROBIANOS E ANTIPARASITÁRIOS

2.11.1. Classificação

2.11.2. Mecanismo de ação

2.11.3. Ações farmacológicas

2.11.4. Distribuição e excreção

2.11.5. Usos clínicos

2.11.6. Toxicidade

2.11.7. Contra indicações

3.0. FARMACIA HOSPITALAR

- Farmácia Hospitalar: objetivos, estrutura organizacional

- Conservação de medicamentos: fatores intrínsecos e extrínsecos que podem alterar os medicamentos

- Vias de administração de medicamentos

- Gestão de estoques em farmácia hospitalar: logística, curvas abc e xyz

- Medicamentos oncológicos: classificação, normas de biossegurança

- Sistemas de distribuição de medicamentos em farmácia hospitalar

- medicamentos controlados

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS: MAIA NETO, J. F. - Farmácia Hospitalar: um enfoque sistêmico. Brasília, 1990 Conselho Regional de Farmácia MG - Portaria 344/98 - SVS - Ministério da Saúde Boas Práticas para estocagem de medicamentos. Brasília, Central de Medicamentos, 1990 Conselho Federal de Farmácia - Manual Básico de Farmácia Hospitalar, 1997 MAGALHÃES GOME, Maria José Vasconcelos - Ciências Farmacêuticas - Ed. Atheneu, 2000. AIRES, M.M. Fisiologia, 2ª ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 1999 BERNE, R.M., LEVY, N.M. Fisiologia, 5ª.º ed. Rio de Janeiro: Editora Elsevier, 2004. BRUNTON, L. L.; LAZO, J. S.; PARKER, K. L. Goodman & Gilman:, As bases farmacológicas da terapêutica, 11ª ed. Rio de Janeiro: McGraw Hill Interamericana do Brasil Ltda., 2007. CINGOLANI, H.E. HOUSSAY A.B. Fisiologia Humana de Houssay. 7ª. ed. Porto Alegre: Editora Artmed, 2004. GUYTON, A.C. HALL. J.E. Tratado de Fisiologia Médica, 11ª ed. Rio de Janeiro: Editora Elsevier, 2006. KATZUNG, N. T. Farmacologia básica e clínica, 9ª ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan S/A, 2006. MINNEMAN, K. P.; WECKER, L. Brody: Farmacologia humana, 4ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. RANG, H.P.; DALE, M. M; RITTER, J.M. Farmacologia 6ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. SILVA, P. Farmacologia, 7ª ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan S/A, 2006.

CARGO: FÍSICO

REQUISITO DE QUALIFICAÇÃO PARA INGRESSO NO CARGO: ESCOLARIDADE: Curso superior na área

DESCRIÇÃO SUMÁRIA DO CARGO: Realizar pesquisas científicas e tecnológicas; aplicar princípios, conceitos e métodos da física em atividades específicas; aplicar técnicas de radiação ionizante e não ionizante; operar reatores nucleares e equipamentos emissores de radiação; desenvolver fontes alternativas de energia; projetar sistemas eletrônicos, ópticos, de telecomunicações e outros sistemas físicos; realizar medidas de grandezas físicas, desenvolver programas e rotinas computacionais e elaborar documentação técnica e científica. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extensão.

Conteúdo de Física Geral:

I - Mecânica

Movimento unidimensional Movimento em duas dimensões Cinemática da rotação; Movimento relativo; Dinâmica da partícula; Leis de Galileu-Newton; Trabalho e energia; Conservação de energia; Conservação do momento linear Colisões em uma e duas dimensões; Dinâmica de rotação; Estática dos fluídos; Dinâmica dos fluídos.

II - Eletrostática

Carga e matéria; Condutores e isolantes; Indução eletrostática; Multímetro e osciloscópio; Campo elétrico e linhas de força Potencial elétrico; Corrente elétrica Circuitos RLC; Resistências internas de fontes; Campo magnético de uma corrente e de imãs; Lei de Lenz e Faraday; Experiência de Oersted; Ação magnética sobre uma corrente elétrica;Lei de Ampère;Lei de Biot-Savart; Corrente de Foucault

III - Termodinâmica

Termômetro a gás Termopar; Equilíbrio térmico; Dilatação térmica de líquidos; Lei de Boyle; Calor específico de sólidos; Teoria cinética dos gases e termodifusão dos gases; Equivalente mecânico do calor; Determinação da razão dos calores específicos cp/cv

IV - Ondas e óptica

Oscilador harmônico; Oscilador harmônico forçado e amortecido; Ressonância; Ondas; Reflexão; Refração; Óptica geométrica; Interferência; Polarização; Difração; Princípio de funcionamento e aplicação do Laser

V - Física Moderna

Difração de Raios X; Constante de Planck; Difração de elétrons Velocidade da Luz; Interferômetro de Michelson-Morley; Interferômetro de Faby-Pérot; Experimento de Franck-Hertz; Experimento de Millikan

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS: FRANCO, E.R., Física Experimental I, Ed. UFU, Uberlândia, 1984.R. RESNICK e D. HALLIDAY, Física, Volumes 1, 2 e 3, São Paulo, SP, 1985. CAPUANO, F.G. e MARINO, M.A.M. Laboratório de Eletricidade e Eletrônica, Ed. Érica, SP,1988. FRANCO, E.R.. Eletrostática, Ed. UFU, Uberlândia, 1980. JORGE, W. Física Experimental III. Ed. UFU, Uberlânida,1986. SEARS, F.W. e SALINGER, G.L., Termodinâmica, Teoria Cinética e Termodinâmica, Ed. Guanabara Dois, RJ, 1986. TIPPLER, P.A., Física, Volume 1, Guanabara Dois, RJ, 1978. "Elements of X-ray diffraction", B. D. Cullity, Addison-Wesley, New York, 1978. "Física Moderna", P. A. Tipler, Guanabara, Rio de Janeiro, 1981. "Física Quântica", R. Eisberg e R. Resnick Guanabara, Rio de Janeiro, 1979. "Fundamentals of Optics", Jenkims & White, Mc. Graw-Hill, NY, 1997. "Introduction of Solid State Physics", C. Kittel, J. Willey Inc., "Microeletrônica", Adel S. Sedra e Kenneth C. Smith, McGraw-Hill, New York, 1978. X-ray experiments, instruction manual da Phywe, Berlin, 2001.

CARGO: JORNALISTA

REQUISITO DE QUALIFICAÇÃO PARA INGRESSO NO CARGO:

ESCOLARIDADE: Curso superior em Jornalismo ou Comunicação Social com habilitação em Jornalismo

HABILITAÇÃO PROFISSIONAL: Registro no Conselho competente. Decreto-Lei nº 972, de 17 de outubro de 1969 dispõe sobre o exercício da profissão de Jornalista. Decreto nº 83.284, de 13 de março de 1979 dá nova regulamentação ao Decreto-Lei nº 972/69, em decorrência das alterações introduzidas pela Lei nº 6.6 12 de 07 de dezembro de 1978.

DESCRIÇÃO SUMÁRIA DO CARGO: Recolher, redigir, registrar através de imagens e de sons, interpretar e organizar informações e notícias a serem difundidas, expondo, analisando e comentando os acontecimentos, fazer seleção, revisão e preparo definitivo das matérias jornalísticas a serem divulgadas em jornais, revistas, televisão, rádio, internet, assessorias de imprensa e quaisquer outros meios de comunicação com o público. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extensão.

Conteúdos divididos por tópicos ou eixos de conhecimento necessários para a prática do jornalismo

Conhecimentos Básicos ou Teóricos

Teorias da Comunicação; A comunicação: multiplicidade conceitual e sua evolução. O objeto da comunicação. Pensamento comunicacional: das primeiras formulações às teorias fundadoras. As principais teorias (funcionalista, matemática, pragmática, sistêmica, crítica e da recepção): contexto, proposições e críticas. O pensamento comunicacional na América Latina: dependência e autonomia. A Comunicação para o desenvolvimento.

Teorias do jornalismo

Comunicação e jornalismo: campo de conhecimento e especificidades. Gênese do jornalismo: origem, conceitos e categorias.

Linguagem jornalística: gêneros e estatuto. Teorias do jornalismo: teoria de espelho, agendamento, rotinas produtivas, sociologia do trabalho jornalístico, espiral do silêncio.

Teoria da Imagem

Os conceitos fundamentais da Ciência da Linguagem. Teoria Geral dos Signos e sua extensão para a Comunicação Social. Teorias semióticas sobre a visualidade, intersecções com as teorias da imagem. Visualidade. Semiose e intersemioses. Estudos teóricos e interpretação das imagens em novos meios. Análises da relação da linguagem visual com outras linguagens e da participação da visualidade em sistemas híbridos. A nova representação imagética da sociedade: a vida moderna: as cidades e os processos de comunicação audiovisuais. A imagem em movimento e o a sua importância nos processos comunicativos. História da Televisão.

SUGESTÕES BIBLIOGRAFICAS: BAUDRILLARD, Jean. O Sistema dos Objetos. São Paulo, Perspectiva, 1997. COELHO NETO, J. Teixeira. Semiótica, Informação e Comunicação. São Paulo, Perspectiva, 1990. DE FLEUR, Melvin e Ball-Rokeach, Sandra. Teorias da Comunicação de Massa. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1993. ECO, Umberto. A Estrutura Ausente. São Paulo, Perspectiva, 1987. GOMES, Pedro Gilberto. Tópicos de Teoria da comunicação. São Leopolodo (RS). UNISINOS, 1977. MARQUES DE MELO, José. História do Pensamento Comunicacional: cenários e personagens. São Paulo. Paulus, 2003. MARQUES DE MELO, José. Teoria da Comunicação: Paradigmas Latino-Americanos. Petrópolis (RJ): Vozes, 1998. MATTELART, Armand e Michèle. Histórias das Teorias da Comunicação. São Paulo: Loyola, 1999. MIÈGE, Bernard. O Pensamento Comunicacional. Petrópolis (RJ): Vozes, 2000. MOTTA, Luiz Gonzaga. Para uma antropologia da notícia. Revista Brasileira de Ciências da Comunicação. Volume XXV, no. 2, julho/dezembro de 2002. MOUILLAUD, Maurice e PORTO, Sérgio Dayrell (Orgs.). O jornal - Da forma ao sentido. Brasília, Editora da UnB, 2002. SANTAELLA, Lúcia. Comunicação e Pesquisa: projetos para mestrado e doutorado. São Paulo: Hacker Editores, 2001. SOUZA, Jorge Pedro. Teorias da Notícia e do Jornalismo. Chapecó (SC). Argos. 2002. SQUIRRA, S. Aprender telejornalismo: produção e Técnica. São Paulo: Brasiliense, 1990. TRAQUINA, Nelson. Teorias do Jornalismo Volume I. Florianópolis: Editora Insular, 2004. WOLF, Mauro. Teorias da Comunicação. Lisboa: Editorial Presença. 1994.

Conhecimentos sobre a prática do Jornalismo

Ética e Legislação da Comunicação. Normas e princípios deontológicos no Brasil e em outros paises. Ética no jornalismo: o código de ética do jornalista e os códigos das associações de empresas de comunicação (Abert e ANJ) e das agências de propaganda (Conar). A questão da censura, do sigilo da fonte e do respeito à privacidade. A especificidade do jornalismo e a produção e divulgação de informações: critérios, procedimentos e responsab ildiade social. A função pública e social do jornalista e os interesses em jogo: escuta clandestina; obtenção de informações sem identificação. Os direitos fundamentais e comunicação. Direito à informação e à comunicação: conceito e evolução. Os meios de comunicação: regulação e direito social. A estrutura jurídica da comunicação no Brasil: mídias, características e implicações. A regulamentação profissional na área da comunicação.

SUGESTÕES BIBLIOGRAFICAS: ALMINO, João. O segredo e a informação. São Paulo: Brasiliense, 1986. BARROS FILHO, Clóvis. Ética na comunicação: da informação ao recpetor. São Paulo: Moderna, 1995. BITELLI, Marcos Alberto Sant'anna. O direito da comunicação e da comunicação social. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2004. COSTELLA, Antônio F. Legislação da Comunicação Social: curso básico. Campos do Jordão: Editora Mantiqueira, 2002. DOTTI, René Ariel. Proteção da vida privada e liberdade de informação. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 1980. GUARESCHI, Pedrinho (coord). Os construtores da informação: meios de comunicação, ideologia e ética. Petrópolis (RJ). Vozes, 2000. LIMA, Venício A. de. Mídia: Teoria e Política. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, 2001. PEREIRA, Guilhezrme Doring Cunha. Liberdade e responsabilidade dos meios de comunicação. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2002. RODRÍGUEZ, Víctor Gabriel. Responsabildiade penal na lei de imprensa. Campinas, SP: Apta, 2004.

Produção de Texto Jornalístico

As características da linguagem jornalística. Estrutura da notícia. Seleção e ordenação. Critérios para elaboração da pauta. A prática jornalística e a questão da responsabilidade perante as fontes. Estilos de entrevistas. Produção de texto noticioso. Características da reportagem. Apuração e produção de reportagem. A técnica da entrevista e as linguagens jornalísticas. Informação documental. Jornalismo opinativo e argumentação.

SUGESTÕES BIBLIOGRAFICAS: BAHIA, Juarez. Jornal, história e técnica. (Vol. II). São Paulo, Ática, 1990. CHAPARRO, Manuel Carlos. Pragmática do Jornalismo. - Buscas práticas para uma teoria da ação jornalística. São Paulo, Summus Editorial, 1994. DINES, Alberto. O papel do jornal. São Paulo, Summus, 1986. GENRO FILHO, Adelmo. O segredo da pirâmide: para uma teoria marxista do jornalismo. Rio de Janeiro, FENAJ, 1997 (www.adelmo.com.br). LAGE, Nilson. Estrutura da notícia. São Paulo, Ática, 1986. LAGE, Nilson. Linguagem jornalística. São Paulo, Ática, 2ª ed., 1987. LAGE, Nilson. Ideologia e técnica da notícia. Florianópolis-SC, Editora Insular, 3ª ed., 2001. BALSAC, Honoré. Os jornalistas. Rio de Janeiro, Ediouro, 1999. BELTRÃO, Luiz. Jornalismo interpretativo. Porto Alegre, Sulina, 2ª ed. 1980. KOTSCHO, Ricardo. A prática da reportagem. São Paulo, Ática, 4ª ed. Série Fundamentos, 2002. LAGE, Nilson. A reportagem: teoria e técnica de entrevista e pesquisa jornalística. Rio de Janeiro, Record, 2001. SODRÉ, Muniz e FERRARI, Maria Helena. Técnica de Reportagem - Nota sobre narrativa jornalística. São Paulo, Summus Editorial, 5ª ed. 1986.

Conhecimentos Específicos ou Especilizados

Telejornalismo; Elementos, linguagens e estilos em TV: Exercícios para adaptação da informação oral. Técnicas de Redação para Televisão. Linguagem informativa no telejornalismo. Produção de telejornal. Técnicas de seleção de Imagens. Técnicas e Edição de texto e imagem.

SUGESTÕES BIBLIOGRAFICAS: CUNHA, Albertino Aor (1990): Telejornalismo.São Paulo, Atlas. GARCIA, L. (1992): Manual de Redação. Rio de Janeiro. Editora Globo. MACIEL, Pedro (1995): Jornalismo de Televisão, normas práticas. Porto Alegre Clube de Editores. REZENDE, S. e KAPLAN, S. (19940: Jornalismo eletrônico ao vivo. Petrópolis. Vozes. YORKE, IVOR (1998): Jornalismo diante das Câmeras. São Paulo. Summus.

Jornalismo Científico

O Jornalismo Científico e suas características. Técnicas de redação e formas de apresentação de texto sem Jornalismo Científico. Ciência e sua diferenciação do senso comum. Ciência, anticiência e pseudociência. A função social e cultural da divulgação científica. Redação de textos de Jornalismo Científico. Produção e edição de programas de Jornalismo Científico.

SUGESTÕES BIBLIOGRAFICAS: BUENO, Wilson da Costa. Jornalismo científico no Brasil: os compromissos de uma prática dependente. São Paulo: ECA-USP, 1985. (Tese de Doutoramento). BURKETT, Warren. Jornalismo Científico. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1990. COLOMBO, Furio. Conhecer o jornalismo hoje: como se faz a informação. Lisboa: Presença, 1998. MEDINA, Cremilda & GRECO, Milton (orgs.) O discurso fragmentalista da ciência. ECA-USP, CNPq, 1993. (Novo pacto da Ciência).

Novas Tecnologias em Comunicação

Relação entre a tecnologia informatizada e a comunicação. Impactos das recentes tecnologias comunicacionais na organização da sociedade. As novas configurações sociais, políticas e culturais determinadas pela interação das tecnologias de comunicação. O fluxo de informação em uma sociedade multimidiática. Os efeitos artísticos e estéticos da inserção de novas tecnologias no campo das artes. A comunicação articulada por redes internacionalizadas de informação.

SUGESTÕES BIBLIOGRAFICAS: DERTOUZOS, Michael. O que Será? como o novo mundo da informação transformará nossas vidas. São Paulo, Companhia das Letras, 1997. FADUL, Anamaria. Novas Tecnologias da Comunicação. São Paulo, Summus, 1990. LÉVY Pierre. O que é Virtual. Rio de Janeiro, Editora 34, 1996. THOMPSON, John. Midia e Modernidade. São Paulo, Vozes, 1998. DIZARD JÚNIOR, Wilson. A nova mídia: a comunicação de massa na era da informação. 2a ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2000. DUARTE, Luiz Guilherme. É pagar para ver: a TV por assinatura em foco. São Paulo: Summus, 1996. GILDER, George F. A vida após a televisão: vencendo a revolução digital. Rio de Janeiro: Ediouro, 1996. LEÃO, Lúcia. O labirinto da hipermídia: arquitetura e navegação no ciberespaço. São Paulo: Iluminuras, 1999/2001. LÉVY, Pierre. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática. Rio de Janeiro: ED. 34, 1993. TOFFLER, Alvin. A terceira onda. Rio de Janeiro: Record, 1995/1998

CARGO: MUSEÓLOGO

REQUISITO DE QUALIFICAÇÃO PARA INGRESSO NO CARGO: ESCOLARIDADE: Curso Superior em Museologia

HABILITAÇÃO PROFISSIONAL: Registro no conselho competente

DESCRIÇÃO SUMARIA DO CARGO: Organizar, ampliar e conservar, em museu, coleções de peças, adotando sistemas específicos de catalogação, classificação, manutenção e divulgação, para facilitar a exposição do acervo, possibilitar o controle de peças, auxiliar pesquisadores em suas consultas e despertar maior interesse no público.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

1) Teoria museológica - funções básicas dos museus, diversidade tipológica de museus e novas práticas museais; Patrimônio Cultural; Educação Patrimonial.

2) História dos museus no Brasil - Política de Museus

3) Legislação, cartas e documentos normativos.

4) Museologia aplicada - Procedimentos técnicos museográficos: aquisição, documentação, conservação, segurança, gestão de reservas técnicas; Educação e comunicação museal: a questão dos públicos nos museus; Expografia: exposição: projetos, recursos, linguagens e técnicas; materiais, equipamentos e tecnologias; Pesquisa museológica; Gestão museal na administração pública.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS: Anais do III Seminário Sobre Museus-Casas: Conservação - Rio de Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa, 1999. 148 p. Código de Ética Profissional do ICOM (Conselho Internacional De Museus) 1986. Código de Ética Profissional do Museólogo - Cofem 1992. Declaração de Quebec, 1984. Decreto 3551/2000. Decreto-Lei 25/37. Decreto nº 3.55 1 de 04 de Agosto de 2000. CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL, Título VIII da Ordem Social, Capítulo III da Educação, da Cultura e do Desporto, Seção II da Cultura. GUIA BÁSICO DE EDUCAÇÃO PATRIMONIAL / Maria de Lourdes Parreiras Horta, Evelina Grunberg, Adriane Queiroz Monteiro. Brasília: Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Museu Imperial, 1999. Introdução à Museologia - conservação preventiva em museus. Museologia. Incubadora. Fapesp.BR/Portal/Acervo. Lei nº 3.924 de 26 de Julho de 1961 que dispõe sobre os monumentos arqueológicos e pré-históricos. Lei nº 7.287, de 18 dezembro de 1984, dispõe sobre a Regulamentação da profissão de Museólogo. Mesa-Redonda de Santiago do Chile, 1972 Revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Brasília, 31 (Museus), 2005. SUANO, Marlene. O Que é Museu. São Paulo. Brasiliense.

CARGO: PEDAGOGO

REQUISITO DE QUALIFICAÇÃO PARA INGRESSO NO CARGO: ESCOLARIDADE: Curso Superior em Pedagogia

DESCRIÇÃO SUMÁRIA DO CARGO: Implementar a execução, avaliar e coordenar a (re) construção do projeto pedagógico de escolas de educação infantil, de ensino médio ou ensino profissionalizante com a equipe escolar; viabilizar o trabalho pedagógico coletivo e facilitar o processo comunicativo da comunidade escolar e de associações a ela vinculadas. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extensão.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

A pedagogia e as diferentes concepções teóricas de educação; O desenvolvimento da Pedagogia no Brasil: história e legislação; Os fundamentos epistemológicos da pedagogia: o campo do conhecimento pedagógico; Organização do trabalho pedagógico: planejamento, desenvolvimento e avaliação; O Pedagogo diante das realidades contemporâneas

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS: BRASIL/CNE/CP (2006). Resolução CNE/CP nº 1/2006. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de Pedagogia, licenciatura. BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei nº. 9394 de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 23 de dez. 1996. BRZEZINSKI, Iria (org.) LDB Interpretada: diversos olhares que se entrecruzam. São Paulo : Cortez, 2003. ESTRELA, Alabano. Pedagogia, ciência da educação? Porto Codex- Portugal: Porto Editora, 1992. FREITAS, Luis Carlos. Crítica da organização do trabalho pedagógico e da Didática. Campinas: Papirus, 1995. GANDIM, Danilo. A prática do planejamento participativo. Petrópolis - RJ: Vozes, 1994. IMBERNÓN, Francisco. A Educação no Século XXI: Os desafios do futuro imediato. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000. LIBÂNEO, José Carlos. Pedagogia e pedagogos, para quê? 6. ed. São Paulo: Cortez, 2002. ROMÃO, José Eustáquio. Avaliação dialógica: desafios e perspectivas. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1999. PIMENTA, Selma Garrido (coord.). Pedagogia, ciência da educação?. São Paulo: Cortez, 1996. VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Planejamento: Projeto de Ensino-Aprendizagem e Projeto Político-Pedagógico. 5 ed. São Paulo: Libertad, 1999.

CARGO: PSICÓLOGO CLÍNICO

REQUISITO DE QUALIFICAÇÃO PARA INGRESSO NO CARGO:

ESCOLARIDADE: Curso Superior em Psicologia

HABILITAÇÃO PROFISSIONAL: Registro no Conselho competente. Lei nº 4.119, de 27 de agosto de 1962 dispõe sobre os cursos de formação em psicologia e regulamenta a profissão de Psicólogo. Decreto-Lei nº 706, de 25 de julho de 1969 estende aos portadores de certificado de curso de pós-graduação em psicologia e psicologia educacional, o direito assegurado pelo art. 19 da Lei nº 4.119/62. Lei nº 5.766, de 20 de dezembro de 1971 cria o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Psicologia e dá outras providências. Decreto nº 79.822, de 17 de junho de 1977 regulamenta a Lei nº 5.766/71.

DESCRIÇÃO SUMÁRIA DO CARGO: Estudar, pesquisar e avaliar o desenvolvimento emocional e os processos mentais e sociais de indivíduos, grupos e instituições, com a finalidade de análise, tratamento, orientação e educação; diagnosticar e avaliar distúrbios emocionais e mentais e de adaptação social, elucidando conflitos e questões e acompanhando o(s) paciente(s) durante o processo de tratamento ou cura; investigar os fatores inconscientes do comportamento individual e grupal, tornando-os conscientes; desenvolver pesquisas experimentais, teóricas e clínicas e coordenar equipes e atividades da área e afins. Assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extensão.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Ética profissional;

Resoluções do Conselho Federal de Psicologia (CFP) que norteiam o exercício profissional;

·Abordagens psicológicas ao desenvolvimento humano

Principais abordagens em psicologia clínica: abordagens comportamentais, psicanalítica/psicodinâmica, cognitivo-comportamental, fisiológica e humanístico-existencial.

Técnicas diagnósticas: sistema diagnóstico para o comportamento anormal, observação e entrevista.

Fundamentos de psicodiagnóstico: questões básicas, sinais e sintomas, principais tipos de entrevistas.

Avaliação, métodos e técnicas: avaliação da inteligência, avaliação neuropsicológica, avaliação da personalidade sob o enfoque projetivo, avaliação da família.

Manejo clínico das técnicas de avaliação de inteligência e personalidade.

Transtornos de ansiedade, somatoformes e dissociativos.

Transtornos de humor.

Transtornos esquizofrênicos.

Transtornos de personalidade.

Transtornos da primeira infância e adolescência.

Transtornos sexuais

Transtornos mentais orgânicos e retardo mental

Dependência e abuso de substâncias

Influências psicológicas sobre distúrbios físicos

Cultura e saúde no trabalho

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS: CAMINHA, R.M., WAINER, R., OLIVEIRA, M. & PICCOLOTO, N.M. Psicoterapias cognitivo­comportamentais: teoria e prática. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2003. CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Código de Ética Profissional do Psicólogo. Brasília: Autor, 2005. Disponível em www.pol.org.br/legislacao/pdf/cod_etica_novo.pdf. CUNHA, J. A. & COLS. Psicodiagnóstico-R. Porto Alegre: Editora Artes Médicas Sul, 1993. GABBARD, G.O., BECK, J.S. & HOLMES, J. Compêndio de psicoterapia de Oxford. Porto Alegre: Artmed, 2007.HOLMES, D.S. Psicologia dos transtornos mentais (2ª. Ed.). Porto Alegre: Artes Médicas, 1997. PAPALIA, D.E.; OLDS, S.W. Desenvolvimento humano (7ª. Ed.). Porto Alegre: Artmed, 2000. SILVEIRA-FILHO, D. X. Drogas: uma compreensão psicodinâmica das farmacodependências.. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1995. TAMAYO, A. & COLS. Cultura e saúde nas organizações. Porto Alegre: Artmed, 2004.

CARGO: TÉCNICO DESPORTIVO

REQUISITO DE QUALIFICAÇÃO PARA INGRESSO NO CARGO: ESCOLARIDADE: Curso Superior em Educação Física

HABILITAÇÃO PROFISSIONAL: Registro no Conselho competente

DESCRIÇÃO SUMARIA DO CARGO: Ensinar os princípios de técnica de ginástica, jogos e outras atividades esportivas, fazer a orientação da prática das mesmas cuidando da aplicação dos regulamentos durante as competições e provas desportivas.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

- Os conhecimentos específicos da área da Educação Física, Esporte e Lazer, com ênfase nos procedimentos didáticos necessários para o planejamento, ensino e avaliação dessas atividades;

- Os aspectos fisiológicos e psicológicos do movimento humano;

- Os princípios, fundamentos e regras que norteiam os esportes coletivos e individuais;

- A organização e execução de atividades individuais e coletivas de lazer envolvendo crianças, jovens, adultos, idosos e portadores de necessidades especiais.

- A Ginástica Laboral seus benefícios, cuidados e forma de aplicação na perspectiva da qualidade de vida do trabalhador;

- A Organização de competições desportivas com ênfase na planificação; regulamentação e principais eventos em Educação Física:

a) Jogos Esportivos;

b) Festivais;

c) Concursos;

d) Gincanas.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS: BRACHT, V. Educação Física e aprendizagem social. Porto Alegre: Magister, 1992. _____ et al. Metodologia do ensino da Educação Física. São Paulo: Cortez, 1992. BRASIL. Confederação Brasileira de Atletismo. Regras de 2006 e 2007. Manaus. 2006. CAPARRÓZ, F.E.Entre a Educação Física da Escola e a Educação Física na Escola: a educação física como componente curricular. Vitória: UFES, Centro de Educação Física e Desportos, 1997. CARMO, Apolônio Abadio. Deficiência Física: A Sociedade Cria, Recupera e Discrimina. 2. ed.. Brasília: Escopo, 1991. CANETE, Ingrid. Humanização: desafios da empresa moderna. A ginástica laboral como caminho. Porto Alegre: Artes & Ofícios, 1996. CASTELLANI FILHO, L. História da educação física no Brasil: a história que não se conta. Campinas, SP: Papirus, 1994. COLETIVO DE AUTORES. Metodologia do ensino de Educação Física. São Paulo: Cortez, 1999. DAIUTO, M. Organização de Competições Desportivas. São Paulo: Hemus, 1979. FLEURY, A. et all. A ginástica Laboral nas empresas. São Paulo: Atlas, 1995. KUNZ, E. (Org.) Didática da educação física 2. Ijui, RS: UNIJUÍ, 2002. _____ . Transformação didático-pedagógica do esporte. Ijui, RS: UNIJUÍ,2000. MOREIRA, W.W. (ORG.) Educação Física & Esportes: perspectivas para o século XXI . 1993. PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS. Educação Física. Vol 7. Secretaria de Educação Fundamental. Rio de Janeiro: DP&A, 2000. SANTIN, S. Educação Física: da alegria do lúdico à opressão do rendimento. Porto Alegre: EST, 2001. RODRIQUES, M.V.C. Qualidade de vida no trabalho: evolução e análise no nível gerencial. 2ª ed. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 1994. REZENDE, J. R. Organização e Administração no Esporte. Rio de Janeiro: Sprint, 2000. SOARES, C. L. Educação Física: raízes européias e Brasil. São Paulo: Autores Associados, 2001. _____ . Fundamentos da Educação Física Escolar. São Paulo: Cortez, 1992.

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