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Mulher de 65 anos apresenta dor súbita e forte intensidade em coluna torácica. Ela toma regularmente carbonato de cálcio 1.500 mg/d e vitamina D 2.000 UI/d. Faz uso intermitente de prednisona 5 a 10 mg/d por asma crônica há 30 anos. Realizada densitometria óssea com resultado para coluna lombar de menos 3,1 desvio padrão abaixo de um adulto jovem e Raio-X de coluna que mostra fratura por desabamento de T8. Assinale a alternativa que apresenta a conduta mais apropriada.
Em caso de paciente com miopatia necrosante imunomediada (MNIM), a investigação pode identificar:
Em indivíduos com anticorpos antifosfolipídeos (aPLs), NÃO é fator de risco para uma primeira trombose:
Mulher de 38 anos, não gestante, mas com história de perda fetal recorrente (semanas 14 e 16, nos últimos quatro anos) é encaminhada ao reumatologista para avaliação. Não tem queixas atuais, mas apresenta livedo reticular em membros inferiores. Nega tromboses anteriores, hipertensão arterial sistêmica, tabagismo, dislipidemia ou outras comorbidades. Exames realizados com intervalo de três meses mostram anticoagulante lúpico positivo, anticardiolipina IgG e IgM e anti-B2 glicoproteína IgG e IgM reagentes em altos títulos, além de FAN não reagente. A conduta que deve ser recomendada, nesse caso, é fazer uso de:
As disfunções da tireoide podem ser acompanhadas por uma variedade de manifestações musculoesqueléticas, tais como:
Em relação às manifestações reumatológicas das síndromes paraneoplásicas, é correto afirmar que:
Mulher de 32 anos vem à consulta com queixa de dor no pescoço, nas costas, nos braços e nos joelhos, com cansaço significativo que não melhora com repouso. Tais sintomas surgiram há um ano, percebendo piora do quadro com desemprego na pandemia. Nos últimos meses, apresentou cefaleia e refere acordar muito cansada, mesmo dormindo por longo período. No exame físico, não se verifica edema ou alteração na mobilidade articular, apresentando hipersensibilidade táctil em 12 pontos. Qual o diagnóstico mais provável?
Qual o tratamento de escolha para a crise de Gota?
Uma das principais manifestações da artrite reumatoide na coluna cervical é:
Em qual das patologias abaixo os anticorpos séricos contra peptídeos citrulinados cíclicos (Anti CCP) têm valor diagnóstico e prognóstico?
Paciente feminina, 68 anos, apresenta quadro de poliartrite simétrica em mãos e punhos, cumulativa com rigidez pós repouso de 2 horas. Nos exames de imagem, apresenta Rx de mãos com Osteopeniaperi articular bilateral. Qual o provável diagnóstico?
Ana Maria, 20 anos, foi diagnosticada com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) há 6 meses com poliartrite inflamatória, lesões fotossensíveis em face, edema de membros inferiores, hipertensão arterial sistêmica além de proteinúria e hematúria no sumário de urina. Dra. Fernanda, reumatologista da paciente, desconfiou de nefrite lúpica. Quais exames deveriam estar com resultados alterados para confirmar a suspeição diagnóstica de nefrite lúpica?
Assinale a alternativa INCORRETA em relação às artrites.
Assinale o medicamento que não representa fator de risco para o desenvolvimento de gota:
São alternativas corretas sobre artrite séptica, EXCETO:
O Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) é uma afecção reumática, autoimune, sendo caracterizada por períodos de exacerbação e de remissão. Podem fazer parte das manifestações clínicas do LES:
Uma mulher de 27 anos com queixa de 2 meses de fadiga e febre baixa. Ela também relata edema e dores nas articulações das mãos, juntamente com rigidez matinal que dura 2 horas. Nos últimos 15 dias, ela fez uso de diclofenaco de sódio com alívio dos sintomas. Há uma semana, ela iniciou edema de membros inferiores e ganhou 5 kg. No exame físico, a pressão arterial é de 160/110 mmHg. Os outros sinais vitais são normais. Um rash malar está presente. Dores ativas e edema múltiplas articulações das mãos são notados. Há edema com cacifo nos membros inferiores. O restante do exame físico é normal. Exames Complementares laboratoriais: VHS: 90 mm/h, Hematócrito: 37%, Complementos (C3, C4, CH50): consumido, Creatinina: 1,5 mg/dL, FAN: positivo, pontilhado fino, Anticorpos anti-Sm: positivo, Anti-DNA de fita dupla: positivo, 1:320, Sumário de urina: Proteína 3+; Hemácias: 20 hemácias/campo; sem leucócitos; presença de cilindros hemáticos, Proteína na urina de 24h: 4000mg/24h. Qual dos testes a seguir é mais apropriado para avaliação e conduta em relação à doença renal desse paciente?
Uma mulher de 25 anos com história de 2 semanas de agravamento da erupção cutânea, artrite e febre baixa intermitente. Possui antecedente de lúpus eritematoso sistêmico (LES) há 5 anos. Ela estava sem atividade da doença há 2 anos e faz uso de hidroxicloroquina diariamente. No exame físico a temperatura é 37,9ºC, pressão arterial de 155/83 mm Hg; outros sinais vitais são normais. Um rash malar está presente. Artralgia e edema de várias pequenas articulações das mãos estão presentes. Edema de membros inferiores bilateral (2+/4+) com cacifo. Os exames laboratoriais mostram complementos C3 e C4 consumidos, creatinina sérica de 2 mg/dL, relação proteína-creatinina na urina de 4000 mg/mg e sumário de urina com hematúria, leucocituria e cilindros hemáticos presentes no exame microscópico. Qual dos seguintes estudos de laboratório deve ser feito a seguir?
As miopatias inflamatórias idiopáticas, das quais fazem parte a dermatomiosite e a polimiosite, são doenças sistêmicas crônicas associadas à alta morbidade e incapacidade funcional. Assinale a alternativa que melhor descreve seus mecanismos fisiopatológicos.
Um paciente, masculino, 34 anos, procura ambulatório de clínica médica, com queixas de artralgia, dispneia moderada, e dor ocular seguida de hiperemia. Nega emagrecimento, tosse produtiva e sudorese noturna. Foi antes ao oftalmologista que diagnosticou uveíte aguda anterior bilateral. Apresenta baqueteamento digital, e eritema nodoso. Exames laboratoriais: Hb 11 g/dL, Leucócitos 4700 mm3, VHS 70 mm, PCR 30 mg/L, Cálcio iônico 5,49 mg/dL (normal: 4,6 a 5,3) e fator reumatoide de 70 UI/mL. O provável diagnóstico é:
Homem, 42 anos, feirante, apresentando sobrepeso, procura ambulatório de reumatologia queixando-se de dor em articulação de tornozelo direito. Hipertenso de longa data em tratamento muitas vezes descontinuado. Por essa mesma dor, há três meses atrás fez uma punção articular, na qual foi excluída infecção e evidenciou cristais com birrefringência negativa à luz polarizada (monourato de sódio). O anti-hipertensivo de escolha para este paciente deve ser:
Pacientes que chegam à Unidade Local de Saúde com quadros agudos de dor de forte intensidade em articulação metatarsofalangiana, com edema, rubor local acompanhado de sinais sistêmicos de mal estar geral e febre têm como diagnóstico inicial uma artrite do tipo:
Em relação à fibromialgia, é correto afirmar:
São manifestações extra-articulares mais frequentes na Artrite Reumatoide, exceto:
Qual alteração laboratorial é mais comum na artrite idiopática juvenil sistêmica?
O autoanticorpo mais sensível e o mais específico no raciocínio diagnóstico para LES (lúpus eritematoso sistêmico) é, respectivamente:
As linfonodomegalias disseminadas estão correlacionadas a processos virais diversos, infecções bacterianas sistêmi - cas, doenças inflamatórias imunologicamente mediadas e doenças neoplásicas. É exemplo de doença inflamatória imunomediada:
O Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES ou apenas lúpus) é uma doença inflamatória crônica de origem autoimune, cujos sintomas podem surgir em diversos órgãos de forma lenta e progressiva (em meses) ou mais rapidamente (em semanas) e variam com fases de atividade e de remissão. As manifestações clínicas mais frequentes são, exceto:
A Artrite Idiopática Juvenil, também denominada Artrite Reumatoide Juvenil, é uma doença inflamatória crônica que acomete as articulações e outros órgãos, como a pele, os olhos e o coração. A principal manifestação clínica é a artrite, caracterizada por dor, aumento de volume e de temperatura de uma ou mais articulações. Cabe ressaltar que em algumas crianças a dor é mínima ou até mesmo inexistente. Caracteristicamente ela inicia sempre:
O metotrexato (MTX) é o medicamento mais utilizado para o controle da artrite devido à sua eficácia, facilidade posológica, por sua segurança e seu baixo custo. No uso regular do MTX, recomenda-se a realização de exames laboratoriais periódicos (hemograma e enzimas hepáticas) como a anemia e a hepatite medicamentosa pelo menos:



























