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Paciente feminina, 25 anos, procura ambulatório de pneumologia por queixa de tosse seca há cerca de 10 anos. Relata que sintoma piora com exposição a poeira, fumaça, mudança climática para calor e com cheiros fortes. Associado ao quadro de tosse relata sibilância e dispneia mMRC 2. Relata que a mãe apresenta quadro clínico semelhante. Sobre o caso clínico assinale a alternativa INCORRETA:
A Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo (SDRA), ou (ARDS - Acute Respiratory Distress Syndrome), é definida por critérios clínicos e gasométricos específicos. Acerca dos critérios de Berlim para SDRA, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas. (__ )A hipoxemia é definida por uma relação PaO2/FiO2 (Pressão Arterial de Oxigênio / Fração Inspirada de Oxigênio) < 300 mmHg, independentemente da Pressão Positiva Expiratória Final (PEEP) aplicada. (__ )A origem do edema pulmonar deve ser não cardiogênica, ou seja, a Insuficiência Respiratória (IR) não pode ser explicada por Insuficiência Cardíaca (IC) ou sobrecarga volêmica. (__ )As opacidades radiológicas devem ser bilaterais e não totalmente explicadas por derrame pleural, atelectasia ou nódulos. (__ )A temporalidade do quadro exige que a IR se instale em até 72 horas após o insulto clínico conhecido. Assinale a sequência correta, de cima para baixo.
Um lactente de 4 meses é levado à emergência com história de coriza há 2 dias, evoluindo com tosse, taquipneia e sibilância difusa à ausculta pulmonar. Saturação de O2 = 94% em ar ambiente, sem tiragem grave. É o primeiro episódio de sibilância. Considerando o diagnóstico provável de Bronquiolite Viral Aguda (BVA), assinale a alternativa CORRETA sobre o manejo terapêutico recomendado pelas diretrizes atuais.
Os testes de função pulmonar são importantes ferramentas para a avaliação, o manejo e o prognóstico de pacientes com doenças respiratórias. Marque a alternativa incorreta sobre os testes de função pulmonar.
Sobre as atualizações do GINA 2025 para o manejo da asma, assinale a alternativa correta.
Mulher de 59 anos, tabagista há 30 anos, portadora de diabetes mellitus tipo 2 em uso irregular de metformina, procura atendimento com tosse produtiva, cansaço e perda de peso nas últimas semanas. Ao exame: murmúrio vesicular diminuído difusamente, sibilos expiratórios e glicemia capilar de 256 mg/dL. Relata uso frequente de corticoide inalatório. Considerando o quadro clínico e os princípios de abordagem integrada da paciente, qual conduta inicial é mais adequada?
Paciente de 60 anos com história de tabagismo apresenta hemoptise e emagrecimento. A broncoscopia revela lesão endobrônquica. Qual é o próximo passo para confirmação diagnóstica?
Homem de 71 anos, com tabagismo de 50 maços/ano, relata dispneia progressiva e exacerbações frequentes nos últimos 12 meses. Espirometria pós-broncodilatador evidencia VEF₁/CVF = 0,55 e VEF₁ = 42% do previsto. Gasometria revela PaO₂ = 55 mmHg em repouso. Segundo as recomendações do GOLD 2023, qual proposição integra de forma mais fidedigna fisiopatologia, diagnóstico e condutas de impacto prognóstico?
Homem de 65 anos com diagnóstico de DPOC apresenta dispneia progressiva. Qual das seguintes opções é recomendada para melhorar a qualidade de vida e reduzir as exacerbações?
Uma paciente de 30 anos com asma mal controlada é admitida com sibilância, dispneia e uso de musculatura acessória. Qual é a intervenção inicial mais adequada?
A gasometria arterial é uma ferramenta diagnóstica usada para avaliar as pressões parciais de gás e o conteúdo ácido -básico no sague arterial, sendo exigida habilidade do profissional de saúde para compreensão e análise de dos distúrbios respiratórios, circulatórios e metabólicos. Sobre estes distúrbios e a gasometria arterial assinale a alternativa INCORRETA.
Paciente do sexo feminino, 65 anos, com queixa de tosse produtiva crônica há cerca de 6 meses, perda de peso e fraqueza associadas, tem TC de tórax mostrando bronquiectasias difusas. Realizou broncoscopia com lavado broncoalveolar com cultura positiva para complexo Mycobacterium avium (MAC). Qual esquema terapêutico é o mais indicado para esse caso?
Paciente de 72 anos com insuficiência cardíaca apresenta quadro de dispneia súbita e ortopneia. O exame físico revela estertores crepitantes em bases pulmonares. Qual é o diagnóstico mais provável?
Paciente do sexo masculino, 64 anos, tabagista de 40 maços/ano, com diagnóstico prévio de doença pulmonar obstrutiva crônica é admitido com dispneia severa, tosse produtiva com secreção purulenta e sibilos difusos, sonolento, porém responsivo aos estímulos verbais. Realiza gasometria arterial: pH = 7,31, PaCO2 = 55 mmHg, PaO2 = 60 mmHg. Diante do quadro clínico, qual a abordagem terapêutica adequada?
Paciente masculino, 42 anos, procura emergência com queixa de tosse com expectoração fétida, febre alta (40,4°C), dor torácica em peso em hemitórax esquerdo e perda de peso por inapetência há cinco dias. Relata ser portador de epilepsia e apresentou crise há 10 dias com necessidade de ida a emergência por período pós ictal mais prolongado. Além disso, está protelando tratamento com odontologia de cáries e gengivite há vários meses. Sobre o quadro clínico responda a alternativa INCORRETA:
Um paciente de 50 anos apresenta tosse persistente, febre e sudorese noturna. O exame de escarro é positivo para bacilos álcool-ácido resistentes. Qual é o diagnóstico mais provável?
A fibrose pulmonar idiopática (FPI) é considerada o protótipo da doença pulmonar fobrótica. Trata -se de doeça pulmonar, restrita aos pulmões, que se caracteriza pelo padrão morfológico de pneumonia intersticial usual (PIU), na aus ência de causa conhecida, de caráter inexoravelmente progressivo e que está associada à elevada morbimortalidade, com prejuízo acentuado de qualidade de vida e sobrevida equiparável à de neoplasias malignas de prognóstico ruim. Assinale a alternativa que apresenta uma medicação antifibrótica recomendada no tratamento da FPI.
Paciente do sexo masculino, 17 anos, previamente hígido, iniciou há 2 semanas com febre, dor torácica pleurítica e dispneia leve. RX de tórax mostra leve derrame pleural à direita. Realizada punção por ultrassonografia, com análise do líquido pleural mostrando exsudato, predomínio de linfócitos (72%) e dosagem de adenosina deaminase (ADA) = 65 U/L. Baciloscopia e cultura de escarro negativas. Qual é a melhor conduta inicial?
Considere um homem de 72 anos de idade que chega ao hospital com palpitações ocasionais e que apresenta ECG mostrando fibrilação atrial paroxística autolimitada, com resposta ventricular controlada (80 bpm). O paciente é hipertenso bem controlado, sem insuficiência cardíaca, sem história prévia de AVC e sem outros fatores de risco tromboembólico. Escore CHA2DS2-VASc = 1 (apenas pela idade). O residente que está atendendo esse paciente propõe uso de ácido acetilsalicílico (AAS) em baixa dose como profilaxia antitrombótica. Nesse caso, a conduta do preceptor que está supervisionando esse residente deve ser:
A pneumonia associada à ventilação mecânica (PAVM) é uma condição grave e frequente nas unidades de terapia intensiva. Ocorre em indíviduos em uso de ventilação mecânica há mais de 48 horas e tem as maiores taxas de morbidde e mortalidade. Existe maior prevalência de germes com maior potencial de resistência antimicrobiona como Pseudomonas aeruginosa, Acinetobacter sp. e S. aureus. Assinale a alternativa que consta um antibiótico que NÃO apresenta ação adequada anti -pseudomonas.
Um homem de 55 anos, tabagista, apresenta dispneia ao esforço e tosse crônica produtiva. A espirometria mostra relação VEF1/CVF reduzida. Qual é o diagnóstico mais provável?
Julia, paciente de 33 anos, chega ao seu consultório com os seguintes sintomas: intensa falta de ar, cianose visível nas extremidades, confusão mental e sonolência crescente. Exames complementares mostram altos níveis de dióxido de carbono (hipercapnia) no sangue. Considerando os achados clínicos, qual é o diagnóstico mais provável para essa paciente?
Paciente de 60 anos com diagnóstico de embolia pulmonar é iniciado em anticoagulação. Qual é o objetivo principal desse tratamento?
Um paciente de 70 anos, com história de insuficiência cardíaca, apresenta piora da dispneia e estertores pulmonares. A radiografia de tórax revela redistribuição vascular para os ápices e linhas de Kerley B. Qual é o diagnóstico mais provável?
Paciente sexo feminino de 48 anos, com febre alta, tosse produtiva com secreção purulenta, dispneia progressiva e dor torácica pleurítica há 5 dias. Ao exame físico: FC = 120 bpm, PA = 90 x 60 mmHg, FR = 32 irpm, saturação de O2 = 86% em ar ambiente. Radiografia de tórax: infiltrado lobar extenso à direita. Qual é a estratégia terapêutica inicial?
Homem de 45 anos, previamente saudável, apresenta-se com dispneia progressiva, febre baixa e tosse seca persistente. O paciente relata perda de peso não intencional de 5 kg nos últimos dois meses, além de sudorese noturna intensa. Ele trabalha no Hospital Geral de Camaragibe. Ao exame físico, há estertores no hemitórax direito e redução do murmúrio vesicular na base direita. A radiografia de tórax revela um derrame pleural à direita e uma lesão cavitária com paredes espessas no lobo superior direito. A análise do líquido pleural mostra: - Proteínas: 4,8 g/dL - LDH: 600 U/L - Glicose: 70 mg/dL - pH: 7,4 - ADA: 80 U/L. A baciloscopia do líquido pleural foi negativa. Dado o perfil do paciente, os achados radiológicos e laboratoriais, qual é o diagnóstico mais provável?
Uma paciente de 40 anos com diagnóstico de sarcoidose apresenta linfonodomegalia hilar bilateral e lesões pulmonares. Qual é o tratamento inicial indicado para sintomas respiratórios moderados?
Um homem de 70 anos, com histórico de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) e uso de broncodilatadores de longa duração, é admitido no pronto-socorro com aumento da dispneia, tosse produtiva e febre de 38,5°C. Na avaliação clínica, paciente encontra-se hemodinamicamente estável e cooperativo, apesar de estar angustiado com a condição presente. A gasometria arterial mostra pH 7,28, PaCO2 60 mmHg e PaO2 55 mmHg. Ao exame físico, apresenta uso de musculatura acessória e crepitações em bases pulmonares. Qual é o próximo passo mais apropriado no manejo?
Mulher de 56 anos, obesa, internada por fratura de fêmur há 10 dias, apresenta dispneia súbita e síncope. PA: 85/50 mmHg, FC: 120 bpm, SpO₂ 86% em ar ambiente. TC de tórax com contraste mostra trombo central em artéria pulmonar direita e dilatação de VD em ecocardiograma. Não há contraindicação absoluta à trombólise exceto recente cirurgia ortopédica (10 dias). Qual a conduta mais adequada?
Homem de 68 anos com DPOC avançada é admitido com dispneia intensa e hipercapnia. Qual intervenção pode melhorar a ventilação e reduzir o acúmulo de CO₂?



























