Qual é a principal diferença entre asma grave e asma não controlada, segundo as diretrizes atuais?
Em relação ao derrame pleural parapneumônico, assinale a alternativa INCORRETA.
Sobre o carcinoma broncogênico de pequenas células (oat cell), é INCORRETO afirmar que:
Sobre as atualizações do GINA 2025 para o manejo da asma, assinale a alternativa correta.
Paciente do sexo feminino, 65 anos, com queixa de tosse produtiva crônica há cerca de 6 meses, perda de peso e fraqueza associadas, tem TC de tórax mostrando bronquiectasias difusas. Realizou broncoscopia com lavado broncoalveolar com cultura positiva para complexo Mycobacterium avium (MAC). Qual esquema terapêutico é o mais indicado para esse caso?
Paciente do sexo feminino, 55 anos, com história de transplante de medula óssea recente, em uso de imunossupressores, iniciou com quadro de febre, tosse e dispneia, sem melhora com uso de antibióticos, realizou TC de tórax que evidenciou opacidades nodulares com sinal do halo. Galactomanana sérica positiva. Considerando o diagnóstico mais provável, qual seria o tratamento de escolha?
Paciente do sexo masculino, 17 anos, previamente hígido, iniciou há 2 semanas com febre, dor torácica pleurítica e dispneia leve. RX de tórax mostra leve derrame pleural à direita. Realizada punção por ultrassonografia, com análise do líquido pleural mostrando exsudato, predomínio de linfócitos (72%) e dosagem de adenosina deaminase (ADA) = 65 U/L. Baciloscopia e cultura de escarro negativas. Qual é a melhor conduta inicial?
Paciente do sexo feminino, 42 anos, obesa, em uso recente de anticoncepcional oral, apresenta início súbito de dispneia intensa, dor torácica à direita e palpitação. Na chegada ao pronto-socorro, apresenta dessaturação (SpO2 88%), pressão arterial 110/70 mmHg e frequência cardíaca de 110 bpm. A angiotomografia revela tromboembolismo em artéria pulmonar lobar direita, sem sinais de sobrecarga ventricular direita no ecocardiograma. Considerando o quadro clínico, qual é a conduta terapêutica mais adequada?
Um pré-escolar de 4 anos, previamente hígido, é levado à consulta com quadro de Infecção de Via Aérea Superior (IVAS) há 3 dias, caracterizado por coriza hialina, espirros e tosse seca e irritativa, que piora à noite e interfere no sono da criança e dos pais. Não há febre, dispneia ou outros sinais de alarme. Os pais solicitam “um remédio bom para cortar a tosse”. Com base nas evidências científicas atuais e nas recomendações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), qual é a conduta mais segura e eficaz para o manejo da tosse nesse caso?
Segundo o Protocolo de Tratamento de Influenza do Ministério da Saúde do Brasil, qual das seguintes situações justifica o tratamento com oseltamivir em uma criança de 4 anos com síndrome gripal (febre de início súbito, tosse, cefaleia) durante um período de circulação do vírus influenza, mesmo sem confirmação laboratorial?
Conforme as diretrizes do Ministério da Saúde do Brasil para quimioprofilaxia da influenza com oseltamivir, em qual das seguintes situações a profilaxia pós-exposição está mais indicada?
Sobre a Bronquiolite Viral Aguda (BVA) causada pelo VSR, é correto afirmar que:
Quanto ao uso de medicação inalatória na BVA hospitalizada, é correto afirmar que:
A complicação bacteriana mais comum da rinossinusite viral aguda em crianças e o diagnóstico/tratamento são, respectivamente:
































