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Prova Residência Médica - Cirurgia Geral - COREME UFG
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Questão 1 de 50 Q1 da prova

A “síndrome de quebra-nozes” é descrita anatomicamente como o pinçamento da veia renal esquerda entre a aorta abdominal e a

Questão 2 de 50 Q2 da prova

Não se pode considerar indicação absoluta do implante de filtro de veia cava na seguinte condição clínica:

Questão 3 de 50 Q3 da prova

São consideradas amputações maiores dos membros inferiores aquelas praticadas em nível proximal à articulação que separa o osso navicular do tálus e o osso cuboide do calcâneo. Essa articulação é conhecida por:

Questão 4 de 50 Q4 da prova

Em 1982, definiu-se a isquemia aguda de membro com base em dados objetivos e categorias clínicas, denominadas categorias de Rutherford que foram então padronizadas. Dessa forma, um paciente com obstrução arterial aguda de membro, que apresenta enchimento capilar lento, discreto empastamento muscular, dor de repouso com alteração de sensibilidade de pododáctilos, fluxo arterial e fluxo venoso inaudíveis ao doppler, enquadra-se na

Questão 5 de 50 Q5 da prova

A neutrofilia presente no princípio da resposta inflamatória ao trauma operatório é decorrente da mobilização de

Questão 6 de 50 Q6 da prova

O volume em mililitros produzido em um dia e a composição bioquímica de sódio, potássio e cloro, expressos em mEq/L, que melhor caracterizam o suco gástrico, são, respectivamente:

Questão 7 de 50 Q7 da prova

A síndrome da desmielinização osmótica do sistema nervoso central é causada pela perda de íons da célula nervosa como complicação de estados severos de:

Questão 8 de 50 Q8 da prova

O fio de polipropileno, comumente utilizado em cirurgias gerais, é do tipo:

Questão 9 de 50 Q9 da prova

O aprisionamento de gás em espaços e recessos peritoneais durante a videolaparoscopia resulta em dor referida comumente no

Questão 10 de 50 Q10 da prova

A radiografia do tórax a seguir ilustra um paciente que foi submetido à punção e a posicionamento de cateter venoso central. Os achados no exame físico compatíveis com a ilustração são:

Questão 11 de 50 Q11 da prova
Leia o caso clínico a seguir. Uma paciente de 47 anos, IMC = 39, foi atendida com forte dor abdominal em cólica, pós-prandial, localizada no quadrante superior direito do abdome e irradiada para o dorso. Apresentava dor à palpação profunda do hipocôndrio direito com parada abrupta da inspiração profunda. Aspecto relevante da ultrassonografia abdominal feita na ocasião é ilustrado a seguir. Considerando o diagnóstico,

(A) a perfuração da vesícula biliar é a complicação mais frequente, pode haver elevação no nível sérico de amilase, a colecistectomia videolaparoscópica é o tratamento de escolha e a colecistostomia é opção terapêutica em pacientes graves. (B) a gangrena da vesícula biliar é a complicação mais frequente, não há elevação no nível sérico de amilase, a colecistectomia convencional é o tratamento de escolha e a colecistostomia não é opção terapêutica em pacientes graves. (C) a pancreatite aguda é a complicação mais frequente, pode haver elevação no nível sérico de amilase, a colecistectomia videolaparoscópica é o tratamento de escolha e a colecistostomia é opção terapêutica em pacientes graves. (D) o empiema da vesícula biliar é a complicação mais frequente, não há elevação no nível sérico de amilase, a colecistectomia convencional é o tratamento de escolha e a colecistostomia não é opção terapêutica em pacientes graves.

Questão 12 de 50 Q12 da prova
Leia o caso clínico a seguir. Um paciente de 70 anos queixa-se de disfagia no nível cervical, insidiosa e progressiva. Não há alívio com a ingestão de líquidos, não há odinofagia e, ocasionalmente, há regurgitação de alimentos para a cavidade oral. Detalhe da seriografia contrastada é mostrado a seguir. Nesta circunstância,

(A) a fraqueza do triângulo de Killian é uma alteração fisiopatológica, a endoscopia é superior à seriografia no diagnóstico definitivo e o tratamento é operatório. (B) a fraqueza do triângulo de Killian não é uma alteração fisiopatológica, a seriografia é superior à endoscopia no diagnóstico definitivo e o tratamento é endoscópico. (C) a fraqueza do triângulo de Killian é uma alteração fisiopatológica, a seriografia é superior à endoscopia no diagnóstico definitivo e o tratamento pode ser operatório ou endoscópico. (D) a fraqueza do triângulo de Killian não é uma alteração fisiopatológica, a endoscopia é superior à seriografia no diagnóstico definitivo e o tratamento pode ser operatório ou endoscópico.

Questão 13 de 50 Q13 da prova
A figura a seguir representa uma alternativa técnica de reconstrução do tubo digestivo, das vias biliares e do pâncreas, após o tratamento de uma neoplasia periampular. Em relação à técnica e conforme a numeração indicada,

(A) as principais complicações ocorrem nas situações 1 e 4; o número 3 serve para realimentação; o número 2 indica a primeira anastomose a ser realizada. (B) as principais complicações ocorrem nas situações 1 e 2; o número 3 serve para drenagem; o número 5 indica a primeira anastomose a ser realizada. (C) as principais complicações ocorrem nas situações 2 e 5; o número 3 serve para realimentação; o número 1 indica a primeira anastomose a ser realizada. (D) as principais complicações ocorrem nas situações 2 e 4; o número 3 serve para drenagem; o número 2 indica a primeira anastomose a ser realizada.

Questão 14 de 50 Q14 da prova
Analise as figuras representativas de quatro possíveis variações anatômicas da artéria hepática. A anatomia mais frequente é ilustrada no tipo

(A) 1 (B) 2 (C) 3 (D) 4

Questão 15 de 50 Q15 da prova
Leia o caso clínico a seguir. Um paciente de 55 anos, do sexo masculino, é submetido à investigação diagnóstica por dispepsia ulcerosa. Exames de imagem preliminares revelam volumosa lesão sólida no hemifígado direito. A imagem por ressonância magnética exibe hipersinal em T2, conforme figura a seguir, e enchimento tumoral centrípeto na fase contrastada do exame. O diagnóstico provável e a conduta são, respectivamente:

(A) hemangioma ̶ seguimento clínico. (B) adenoma hepatocelular ̶ ressecção hepática. (C) carcinoma hepatocelular ̶ ressecção hepática. (D) hiperplasia nodular focal ̶ seguimento clínico.

Questão 16 de 50 Q16 da prova

O tipo de ressecção com intenção curativa mais apropriado a paciente em bom estado geral, portador de adenocarcinoma da junção esofágica tipo Siewert II e sem evidências de doença metastática, é:

Questão 17 de 50 Q17 da prova

Em relação aos princípios de tratamento do adenocarcinoma gástrico,

Questão 18 de 50 Q18 da prova

Analise a figura a seguir. A hérnia indicada pelo número 1, na figura, é do tipo:

Questão 19 de 50 Q19 da prova

O resultado esperado da utilização de pressão negativa no tratamento de catástrofes abdominais é:

Questão 20 de 50 Q20 da prova

No tratamento cirúrgico do megaesôfago, qual procedimento não deverá apresentar refluxo ácido/alcalino para o esôfago?

Questão 21 de 50 Q21 da prova

As catecolaminas, em resposta hormonal ao trauma,

Questão 22 de 50 Q22 da prova

Em relação ao equilíbrio eletrolítico, deve-se levar em conta o seguinte:

Questão 23 de 50 Q23 da prova

Quanto à nutrição em pacientes cirúrgicos,

Questão 24 de 50 Q24 da prova

Paciente de 50 anos, com queixa de pirose retroesternal, submetido a endoscopia digestiva alta, quando foi verificado o avanço do tecido colunar no sentido proximal por uma extensão de 0,5 cm junto à transição esofagogástrica. O estudo histopatológico verificou tratar-se de esôfago de Barrett. Neste caso, a conduta é indicar

Questão 25 de 50 Q25 da prova

A desconexão ázigo-portal associada à esplenectomia é uma das opções cirúrgicas para profilaxia secundária de sangramento de varizes esofageanas decorrentes de hipertensão portal por esquistossomose na forma hepato-esplênica. Dentre as complicações pós-operatórias esperadas para este procedimento, qual tem menor chance de ocorrer?

Questão 26 de 50 Q26 da prova
Leia o caso clínico a seguir. Paciente de 25 anos, vítima de acidente automobilístico, dá entrada em unidade de emergência com dor abdominal difusa, distensão abdominal e descompressão brusca dolorosa à palpação e diminuição da “pressão de pulso”. Qual é a conduta a ser tomada para este paciente?

(A) Realizar uma tomografia computadorizada com triplo contraste. (B) Realizar uma USG na beira do leito (FAST). (C) Indicar laparotomia exploradora. (D) Realizar um lavado peritoneal diagnóstico.

Questão 27 de 50 Q27 da prova

Paciente de 18 anos dá entrada em unidade de emergência com história de dor de início em região epigástrica e que, a seguir, localizou-se em FID. Refere inapetência e febrícula após o início do quadro. Qual dos sinais clínicos poderia auxiliar no diagnóstico etiológico da causa da dor?

Questão 28 de 50 Q28 da prova

As neoplasias de papila intraductal mucinosa (NPIM)

Questão 29 de 50 Q29 da prova
Leia o caso clínico a seguir. Paciente de 50 anos apresenta disfagia progressiva para sólidos e, posteriormente, para líquidos, além de perda de cerca de 5 kg em dois anos. Foi investigado com endoscopia digestiva alta que mostrou esôfago dilatado, com dificuldade de passagem do aparelho pelo cárdia e radiografia contrastada de esôfago, estômago e duodeno com a seguinte imagem. Nessas condições, qual conduta está indicada?

(A) Cirurgia de Serra-Dória. (B) Esofagectomia com esofagogastroplastia. (C) Cardiomiotomia à Heller. (D) Inoculação de toxina botulínica no cárdia com posterior dilatação endoscópica.

Questão 30 de 50 Q30 da prova

Em qual situação clínica, a abordagem laparoscópica não seria recomendável?

Questão 31 de 50 Q31 da prova

O choque representa uma situação com a qual o médico emergencista às vezes se depara. Assim, pode ocorrer a seguinte situação no

Questão 32 de 50 Q32 da prova

Uma das causas de mediastinite é:

Questão 33 de 50 Q33 da prova
Analise a radiografia a seguir. Para o paciente que apresenta essa radiografia, qual é o diagnóstico mais provável?

(A) Úlcera péptica. (B) Colecistite aguda. (C) Apendicite aguda. (D) Hepatite aguda.

Questão 34 de 50 Q34 da prova

Paciente vítima de politraumatismo, tendo como consequência trauma facial grave, com saída de conteúdo liqüoroso pelo meato auricular e com história de rigidez da articulação temporomandibular. Apresenta queda na saturação de oxigênio. Qual é a medida para restabelecer as vias aéreas de forma mais efetiva?

Questão 35 de 50 Q35 da prova

Para manter o alinhamento das fraturas panfaciais reduzidas no pós-operatório, tem-se como base principal:

Questão 36 de 50 Q36 da prova

A indicação precisa para tratar a forma clínica de carcinoma basocelular por meio da cirurgia micrográfica de Mohs é o tipo

Questão 37 de 50 Q37 da prova

Alguns pacientes acamados podem desenvolver úlceras por pressão. Quanto a essas úlceras, considera-se o seguinte:

Questão 38 de 50 Q38 da prova

Pacientes com história de queimadura elétrica grave podem evoluir com lesão renal provocada por hemoglobinúria e mioglobinúria. Que medidas podem auxiliar na prevenção desta lesão?

Questão 39 de 50 Q39 da prova

Nas pneumonectomias e lobectomias, qual é a complicação pós-operatória que está associada com alta taxa de mortalidade, sendo, por essa razão, a mais temida pelo cirurgião torácico?

Questão 40 de 50 Q40 da prova

A hiperidrose palmar é uma das principais indicações da simpatectomia torácica. Como complicação desse procedimento cirúrgico pode ocorrer o aparecimento de:

Questão 41 de 50 Q41 da prova

A circulação extracorpórea (CEC) é um procedimento utilizado na maioria das cirurgias cardiovasculares. No entanto, algumas cirurgias podem ser realizadas sem CEC. Assim, em qual situação é absolutamente necessário o emprego da CEC?

Questão 42 de 50 Q42 da prova
Leia o caso clínico a seguir. Paciente do sexo masculino, de 65 anos, hipertenso, chega ao hospital com história de dor precordial intensa, há mais ou menos 48 horas, de início súbito e com irradiação para o dorso. No momento se encontra assintomático. O exame físico mostrou PA: 180X120 mmHg, FC: 92 bpm, RCR, BNF, sem sopros, pulsos periféricos normopalpáveis e simétricos. O ECG e os níveis de CKmb e Troponina I estavam normais. Raio X de tórax (PA) com presença de alargamento do mediastino superior. Solicitados ecocardiograma e tomografia computadorizada que diagnosticaram dissecção de aorta, com ruptura da íntima localizada logo após a origem da artéria subclávia esquerda. A dissecção se estendia até a bifurcação das artérias ilíacas comuns e o diâmetro máximo da aorta era de 4,7 cm, na região do istmo aórtico. De acordo com a descrição apresentada, qual seria a conduta indicada para esse caso?

(A) Tratamento clínico. (B) Tratamento cirúrgico de emergência. (C) Tratamento cirúrgico eletivo. (D) Tratamento cirúrgico pela terapêutica endovascular.

Questão 43 de 50 Q43 da prova

Qual das seguintes veias não tem um curso paralelo à artéria de mesma nomenclatura?

Questão 44 de 50 Q44 da prova

Os medicamentos biológicos utilizados para o tratamento da doença de Crohn trouxeram uma mudança na história natural da doença. O uso destes medicamentos apresenta várias vantagens, incluindo o fato de que

Questão 45 de 50 Q45 da prova

A artéria mesentérica inferior pode ocluir devido à arteriosclerose sem, entretanto, apresentar sintomas. Isso acontece devido ao segmento irrigado por este vaso ser suprido por ramos colaterais entre as artérias

Questão 46 de 50 Q46 da prova

O câncer de reto é passível de ressecção local quando diagnosticado como lesão

Questão 47 de 50 Q47 da prova

Paciente submetido à cistectomia radical associada à confecção de derivação urinária continente (neobexiga), que apresenta litíase em seu interior. Qual é a composição mais comum de cálculos presentes, nesta condição?

Questão 48 de 50 Q48 da prova

Qual é o estadiamento (tnm) de um tumor renal maligno que atinge a glândula lateral ipsilateral?

Questão 49 de 50 Q49 da prova

Paciente com diagnóstico de litíase renal, medindo 1,6 cm, densidade de 1250 uh, em cálice inferior, realizou uma sessão de litotripsia extracorpórea por ondas de choque, sem sucesso. Qual das opções terapêuticas apresenta melhores taxas de sucesso, sem necessidade de procedimentos adicionais?

Questão 50 de 50 Q50 da prova

Paciente apresenta na tomografia computadorizada cisto renal de 2,5 cm, com septos finos e calcificações de parede. Não captam o contraste endovenoso injetado. Qual é a classificação desse cisto (bosniak) e qual seria a conduta adequada, nesse caso?

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