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Uma mulher de 35 anos apresenta dor abdominal intensa, irradiando-se para o dorso, náuseas e vômitos após consumir uma refeição rica em gordura. No exame físico, há sensibilidade à palpação do quadrante superior direito do abdômen. Os exames laboratoriais revelam elevação significativa das enzimas pancreáticas: amilase 500 U/L (valor normal: 30 -110 U/L) e lipase 700 U/L (valor normal: 0 -160 U/L). Além disso, a tomografia computadorizada de abdômen mostra edema pancreático difuso. Qual é o diagnóstico mais provável?
Na fissura anal que possui componente de hipertonia esfincteriana, pode-se utilizar como alternativa de tratamento em algum momento as seguintes, EXCETO:
Paciente, sexo masculino, 53 anos de idade, procura atendimento médico na Estratégia de Saúde da Família para mostrar o resultado da endoscopia digestiva alta, solicitada diante da história clínica de epigastralgia e azia há três meses. O resultado da endoscopia digestiva alta mostra gastrite enantematosa moderada de antro. Teste da urease positivo. Diante desse caso, a conduta é prescrever:
A neoplasia colorretal é atualmente uma das mais frequentes na nossa área, mas pode ser facilmente previnível com a realização de exame de colonoscopia. Sobre o tema, assinale a alternativa correta.
Um paciente de 45 anos de idade apresenta-se com sintomas gastrointestinais crônicos, incluindo dor abdominal recorrente, diarreia com presença de sangue oculto nas fezes, perda de peso significativa e anemia. Após uma série de exames, o diagnóstico aponta para uma possível doença inflamatória intestinal (DII). Considerando o caso clínico acima, assinale a alternativa correta.
Uma mulher de 45 anos queixa-se de azia crônica e regurgitação ácida. Ela já tentou antiácidos sem melhora significativa. Uma endoscopia revela erosões no esôfago distal e uma biópsia confirma esôfago de Barrett. Qual é a conduta mais apropriada para essa paciente?
Uma paciente de 45 anos de idade apresentou dor abdominal recorrente no quadrante superior direito e foi diagnosticada com colelitíase após a realização de ultrassonografia abdominal, que identificou múltiplos cálculos na vesícula biliar. Durante a avaliação pré-operatória, os sinais vitais mostraram-se estáveis, com PA = 130 mmHg x 85 mmHg, FC = 75 bpm, FR = 18 irpm, temperatura = 37° C e SatO2 = 98% em a.a. Ao exame físico, não se verificaram alterações significativas além de dor à palpação no quadrante superior direito. Acerca desse caso clínico, quanto à abordagem mais apropriada para essa paciente, assinale a alternativa correta.
Sobre a escolha da modalidade de tratamento endoscópico do adenocarcinoma gástrico, assinale a alternativa correta.
Em relação à pancreatite aguda pós-CPRE, assinale a alternativa correta.
Paciente de 74 anos, cardiopata, obesa, em uso de AAS, enalapril e metformina. Vinha em tratamento com ibuprofeno 400 mg 2×/dia, há 10 dias, devido a um quadro de tendinite no ombro. Chega à emergência trazida pela família após episódio de desmaio em casa. Vem relatando quadro de dor em faixa em abdômen superior com irradiação para as costas há cerca de 4 dias, com piora progressiva, associado à inapetência e vômitos em borra de café iniciados hoje. No dia anterior, teve duas evacuações muito escuras e de odor forte. Após estabilização inicial, foi solicitada realização de endoscopia digestiva alta para o plantão de endoscopia, frente à hipótese de hemorragia digestiva. Durante o exame, foi identificada esofagite endoscópica com erosões longas e parcialmente confluentes ocupando 50% do diâmetro da luz esofágica, grande quantidade de coágulos na cavidade gástrica e duodenal, úlcera gástrica com 15 mm de diâmetro com fundo recoberto por fibrina espessa, sem sinais de sangramento, e úlcera de parede posterior do bulbo duodenal com 25 mm, profunda, com coto de vaso visível, sem sangramento ativo durante o procedimento. Em relação ao quadro clínico descrito, analise as assertivas a seguir: I. A esofagite descrita é moderada, devendo ser classificada como grau C na Classificação de Los Angeles. II. A úlcera gástrica descrita deve ser classificada como Forrest IIB, sendo indicado o tratamento endoscópico. III. A úlcera duodenal descrita deve ser classificada como Forrest IIA, sendo indicado tratamento endoscópico. Como não havia sangramento ativo, pode-se optar por tratar diretamente o vaso visível, sem necessidade de terapia combinada. IV. A terapia injetora com substâncias esclerosantes como etanolamina ou álcool absoluto aumenta o risco de perfuração tardia quando são utilizados grandes volumes para controlar o sangramento. Quais estão corretas?
Nos diagnósticos diferenciais de dor abdominal em emergência, é comum o quadro de colecistite aguda. O sinal semiológico descrito como parada abrupta da inspiração profunda após a palpação do hipocôndrio direito é conhecido como:
Paciente de 6 anos apresenta-se com familiar ao pronto-socorro 7 horas após ingestão de produto de limpeza com soda cáustica. Apresenta dor retroesternal, dificuldade de deglutição e sialorreia. Sobre o caso, assinale a alternativa correta.
Paciente de 58 anos, apresenta dor abdominal em cólica, diarreia sanguinolenta e febre. Ele relata que os sintomas começaram após uma viagem recente. O exame físico revela abdômen distendido e sensibilidade à palpação. Qual é a condição mais provável?
Homem, 22 anos, queixa-se de dor abdominal há 3 dias. Relata que inicialmente a dor era periumbilical e que há 2 dias localizou em fossa ilíaca direita. Refere não ter fome e ter apresentado pico febril de 38 °C. Ao exame físico, apresenta dor à descompressão brusca da fossa ilíaca direita. Nos exames complementares laboratoriais, apresenta leucocitose e desvio à direita. De acordo com os critérios de alvarado, a pontuação desse paciente será:
O quadro clínico na infecção pelo Helicobacter pylori (HP) é diversificado e se relaciona a alguns sinais e sintomas. Com relação a esses sinais e / ou sintomas, assinale a alternativa correta.
A doença ulcerosa péptica (DUP) é a causa mais frequente de hemorragia digestiva alta (HDA) não varicosa, respondendo por aproximadamente 60 a 70% dos casos, o que excede a incidência combinada de todas as outras etiologias. Sobre o assunto, julgue as seguintes afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F): (__ ) A principal causa de DUP é a infecção crônica, provocada pela bactéria Helicobacter pylori. (__ ) AINEs são a segunda causa de úlcera péptica e englobam substâncias como o ácido acetilsalicílico (AAS), diclofenaco, ibuprofeno, cetoprofeno, nimesulida e meloxicam. (__ ) As úlceras gástricas podem provocar sangramentos bem mais vultosos do que as duodenais. Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento esteja correta:
Sobre o diagnóstico da esofagite eosinofílica, analise as assertivas a seguir: I. Recomenda-se a realização de pelo menos seis biópsias, com dois a quatro fragmentos do esôfago proximal e dois a quatro fragmentos do esôfago distal, sendo as biópsias colocadas em dois frascos separados conforme a localização. II. Na investigação de disfagia, as alterações endoscópicas podem ser mínimas ou até ausentes, sendo indicada realização de biópsias especialmente nos pacientes jovens, homens, com histórico de sintomas de disfagia e alergias alimentares. III. São causas de eosinofilia esofágica a doença do refluxo gastroesofágico, acalasia, doença de Crohn, vasculites e reações de hipersensibilidade a drogas. IV. A endoscopia digestiva alta é o método de escolha para o diagnóstico de estreitamentos esofágicos causados pela esofagite eosinofílica, mas trata-se de uma complicação muito rara da doença. Quais estão corretas?
A avaliação correta do abdome agudo necessita de conhecimentos aprofundados de semiologia do trato gastrointestinal. Na apendicite, por exemplo, os sinais apresentados e os sintomas descritos pelo paciente são fundamentais para a correta tomada de decisão no quadro agudo. Sobre este tema, é correto afirmar que:
Sobre a doença hepática esteatótica metabólica, é correto afirmar que:
Paciente Ricardo, 55 anos, apresenta-se à unidade de saúde com diagnóstico de diabetes tipo 2. Ele iniciou o tratamento com semaglutida há três meses e tem mantido uma dieta equilibrada e atividade física regular. No entanto, ele relata episódios de dor abdominal recorrente, especialmente após refeições, acompanhados de náuseas. Em exames laboratoriais, foram observados níveis elevados de lipase. O paciente não tem histórico prévio de pancreatite e nega uso de álcool. Considerando a situação clínica de Ricardo e o uso da medicação citada, assinale a alternativa correta:
Bebê, 7 meses, previamente hígido, é levado ao pediatra com queixa de sangramento intestinal súbito volumoso. Exame físico sem alterações. A causa mais provável deste sangramento é:
A colangiopancreatografia endoscópica retrógrada (CPRE) tem importante papel no manejo das doenças biliares e pancreáticas, mas traz como risco de complicação a pancreatite aguda pós-CPRE. Sobre essa patologia, assinale a alternativa correta.
Os fármacos psicotrópicos apresentam segurança e efetividade para a realização de sedação na endoscopia. Sobre o tema, assinale a alternativa INCORRETA.
Homem, 38 anos, apresenta-se à unidade de emergência com hematêmese de início há 2 horas. Refere uso contínuo de anti-inflamatórios para tratamento de lombalgia. Sobre o caso, assinale a alternativa correta.
Paciente de 74 anos dá entrada no pronto atendimento por dor abdominal em hipocôndrio direito associada a murphy + e febre com início há 4 dias. No exame físico, apresenta hipotensão e confusão mental. Os exames complementares mostraram leucocitose com 22.000 leucócitos e desvio à direita e a tomografia de abdome evidenciou sinais de colecistite aguda sem outras complicações. De acordo com os critérios de Tokyo, essa colecistite aguda tem qual classificação e qual conduta mais adequada?
Mulher, 30 anos, em investigação de dor abdominal, realizou ecografia de abdome total que evidenciou lesão nodular hipoecoica no segmento III, de aproximadamente 7 cm no maior eixo. A tomografia computadorizada com contraste sugeriu a possibilidade de adenoma hepático. Optou-se pela realização de biópsia hepática que evidenciou atividade da betacatenina. Diante do exposto, a melhor conduta é:
Paciente, com 65 anos, sexo masculino, alcoólatra, foi encaminhado para a sala de emergência com vômitos excessivos associado a hematêmese e choque hipovolêmico, sendo diagnosticado com síndrome de Mallory-Weiss. Sendo assim, se for realizada uma endoscopia digestiva alta, ela deverá revelar
Entidade não muito bem definida etiologicamente, atribuída ao aumento do tamanho de linfonodos em região ileocecal, que pode causar dor abdominal, simulando apendicite aguda:
Mulher branca, 25 anos, chega à consulta com queixas de dor abdominal recorrente há cerca de 5 anos, que alivia com a defecação e está associada à alternância de períodos de diarreia e constipação e alteração na forma das fezes. Nega uso de medicamentos, emagrecimento, sangramento nas fezes, febre e vômitos. Realizou hemograma, PCR, EPF (três amostras), TSH, T4 livre, teste de tolerância à lactose, IGA sérica e anticorpo transglutaminase IGA, sendo todos normais. Considerando o caso apresentado, assinale a alternativa que apresenta o diagnóstico mais provável.
Paciente do sexo feminino, 47 anos de idade, sem comorbidades, com histórico de colecistectomia devido à colecistolitíase sintomática há cinco anos é atendida no pronto-socorro com quadro de dor abdominal em hipocôndrio direito, tipo cólica de forte intensidade, com irradiação para dorso. Ao exame: normocorada, afebril, RHA +, com dor à palpação profunda de hipocôndrio direito sem sinais de irritação peritoneal. Exames laboratoriais: hemograma, parcial de urina e bilirrubinas normais. Discreta elevação de fosfatase alcalina, gamaglutamiltransferase e aminotransferases. Endoscopia digestiva alta normal e ecografia abdominal com dilatação de 10 mm de vias biliares extra-hepáticas. Melhora da dor com analgésico e antiespasmódico endovenoso. O médico de plantão interpretou a dilatação das vias biliares como uma consequência da colecistectomia prévia e liberou a paciente. Após seis meses, a paciente retorna com mesmo quadro clínico e laboratorial e com persistência da dilatação das vias biliares à ecografia abdominal. Após medicação sintomática, foi encaminhada para o gastroenterologista que solicitou uma colangiorressonância cujo resultado foi discreta dilatação das vias biliares extra-hepáticas até o nível da papila duodenal maior, sem fatores obstrutivos. Nesse caso, o próximo passo para investigação diagnóstica, é realizar:



























