Paciente do sexo feminino, 30 anos, asiática, com alguns episódios de dor em hipocôndrio direito, realizou ecografia que evidenciou uma imagem sacular, sugestiva de vesícula biliar acessória. Realizada colangioressonância de abdome superior, que demonstrou divertículo sacular, conforme a Figura 1 abaixo. Considerando o caso apresentado e os cistos de colédoco, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais adequada para o caso.
Paciente do sexo masculino, 38 anos, que realizou uma cirurgia bariátrica (gastrectomia em Y de Roux) há 3 meses apresenta sintomas de palpitações, sudorese, tontura e diarreia aproximadamente 30 minutos após as refeições. Considerando o quadro clínico descrito e os conhecimentos sobre a síndrome de dumping, assinale a alternativa que representa a melhor abordagem inicial para o manejo dos sintomas de dumping precoce para esse paciente.
Em relação ao hepatocarcinoma, é correto afirmar que:
Sobre a anatomia cirúrgica dos cólons e reto, assinale a alternativa correta.
Na fissura anal que possui componente de hipertonia esfincteriana, pode-se utilizar como alternativa de tratamento em algum momento as seguintes, EXCETO:
A neoplasia colorretal é atualmente uma das mais frequentes na nossa área, mas pode ser facilmente previnível com a realização de exame de colonoscopia. Sobre o tema, assinale a alternativa correta.
Sobre a escolha da modalidade de tratamento endoscópico do adenocarcinoma gástrico, assinale a alternativa correta.
Paciente de 74 anos, cardiopata, obesa, em uso de AAS, enalapril e metformina. Vinha em tratamento com ibuprofeno 400 mg 2×/dia, há 10 dias, devido a um quadro de tendinite no ombro. Chega à emergência trazida pela família após episódio de desmaio em casa. Vem relatando quadro de dor em faixa em abdômen superior com irradiação para as costas há cerca de 4 dias, com piora progressiva, associado à inapetência e vômitos em borra de café iniciados hoje. No dia anterior, teve duas evacuações muito escuras e de odor forte. Após estabilização inicial, foi solicitada realização de endoscopia digestiva alta para o plantão de endoscopia, frente à hipótese de hemorragia digestiva. Durante o exame, foi identificada esofagite endoscópica com erosões longas e parcialmente confluentes ocupando 50% do diâmetro da luz esofágica, grande quantidade de coágulos na cavidade gástrica e duodenal, úlcera gástrica com 15 mm de diâmetro com fundo recoberto por fibrina espessa, sem sinais de sangramento, e úlcera de parede posterior do bulbo duodenal com 25 mm, profunda, com coto de vaso visível, sem sangramento ativo durante o procedimento. Em relação ao quadro clínico descrito, analise as assertivas a seguir: I. A esofagite descrita é moderada, devendo ser classificada como grau C na Classificação de Los Angeles. II. A úlcera gástrica descrita deve ser classificada como Forrest IIB, sendo indicado o tratamento endoscópico. III. A úlcera duodenal descrita deve ser classificada como Forrest IIA, sendo indicado tratamento endoscópico. Como não havia sangramento ativo, pode-se optar por tratar diretamente o vaso visível, sem necessidade de terapia combinada. IV. A terapia injetora com substâncias esclerosantes como etanolamina ou álcool absoluto aumenta o risco de perfuração tardia quando são utilizados grandes volumes para controlar o sangramento. Quais estão corretas?
Sobre o diagnóstico da esofagite eosinofílica, analise as assertivas a seguir: I. Recomenda-se a realização de pelo menos seis biópsias, com dois a quatro fragmentos do esôfago proximal e dois a quatro fragmentos do esôfago distal, sendo as biópsias colocadas em dois frascos separados conforme a localização. II. Na investigação de disfagia, as alterações endoscópicas podem ser mínimas ou até ausentes, sendo indicada realização de biópsias especialmente nos pacientes jovens, homens, com histórico de sintomas de disfagia e alergias alimentares. III. São causas de eosinofilia esofágica a doença do refluxo gastroesofágico, acalasia, doença de Crohn, vasculites e reações de hipersensibilidade a drogas. IV. A endoscopia digestiva alta é o método de escolha para o diagnóstico de estreitamentos esofágicos causados pela esofagite eosinofílica, mas trata-se de uma complicação muito rara da doença. Quais estão corretas?
A colangiopancreatografia endoscópica retrógrada (CPRE) tem importante papel no manejo das doenças biliares e pancreáticas, mas traz como risco de complicação a pancreatite aguda pós-CPRE. Sobre essa patologia, assinale a alternativa correta.
Mulher branca, 25 anos, chega à consulta com queixas de dor abdominal recorrente há cerca de 5 anos, que alivia com a defecação e está associada à alternância de períodos de diarreia e constipação e alteração na forma das fezes. Nega uso de medicamentos, emagrecimento, sangramento nas fezes, febre e vômitos. Realizou hemograma, PCR, EPF (três amostras), TSH, T4 livre, teste de tolerância à lactose, IGA sérica e anticorpo transglutaminase IGA, sendo todos normais. Considerando o caso apresentado, assinale a alternativa que apresenta o diagnóstico mais provável.
Considerando os quadros apresentados a seguir, assinale a alternativa sobre a qual se pode fazer o diagnóstico de certeza de doença do refluxo gastroesofágico de acordo com o consenso de Lyon 2.
Paciente de 58 anos, sexo masculino, foi admitido no pronto-socorro com história de hematêmese (três episódios de grande volume, cerca de 4 horas, segundo informou) e melena. Tem antecedentes de hipertensão arterial e hepatite C. Fazia uso de propranolol para hipertensão e varizes esofágicas, mas parou há 10 dias. Sem história prévia de hemorragia digestiva. Ao exame físico, apresentava-se lúcido e orientado, apresentando PA 90 x 40, FC 118 bpm, descorado, telangiectasias em tronco, eritema palmar e toque retal com presença de melena. Qual é a conduta inicial mais adequada no caso apresentado?





























