UNIPAMPA - Universidade Federal do Pampa - RS

UNIPAMPA - FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA

EDITAL Nº 122/10

CONCURSO PÚBLICO PARA DOCENTE

Notícia:   UNIPAMPA - RS divulga lista de homologados do Concurso Público nº 122/2010

1. DA LEGISLAÇÃO

A REITORA DA FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA, no uso da competência que lhe foi delegada pela Portaria n° 113, de 22 de janeiro de 2008, do Ministro do Estado da Educação, nos termos, nos termos da Portaria Normativa Interministerial MEC/MPOG) n°. 22 de 30/04/2007, publicada no DOU de 02/05/2007, na Portaria Interministerial (MEC/MPOG) n°. 224 de 23/07/2007, publicada no DOU de 24/07/2007 e na Portaria Normativa Interministerial (MEC/MPOG) n°. 8 de 26/08/2008, publicada no DOU de 27/08/2008, em conformidade com a Lei n°. 8.112, de 11/12/1990 e da Portaria (MEC/MPOG) n° 1134, de 02/12/2009 , publicada no DOU de 03/12/2009 que estabelece os procedimentos gerais para a abertura de edital de concurso público e nos termos da Resolução n° 01/2010 - CONSUNI, de 30/03/2010, publicada no Diário Oficial da União em 22/04/2010, divulga a abertura de inscrições e estabelece normas relativas à realização de Concurso Público de Provas e Títulos, destinado a selecionar candidatos para o cargo de Professor Assistente e Professor Adjunto da Carreira do Magistério Superior da Fundação Universidade Federal do Pampa, em conformidade com as disposições contidas neste edital.

2. DO QUADRO DE VAGAS

As informações referentes às vagas estão detalhadas a seguir:

Campus

Área

Requisitos

Vaga

Classe/ Regime de Trabalho

Processo N°

Bagé

Engenharia de Alimentos

Graduação em Engenharia de Alimentos e Doutorado em Engenharia de Alimentos, Tecnologia de Alimentos, Ciência de Alimentos ou Doutorado em Engenharia Química com produção comprovada em instrumentação e controle de processos.

1

Professor Adjunto

40h

Dedicação Exclusiva

23100.001416/2010-01

Bagé

Ensino de Língua Espanhola

Graduação em Letras-Espanhol e Mestrado em Letras ou Linguística Aplicada ou Língua Espanhola.

1

Professor Assistente

40h

Dedicação Exclusiva

23100.001417/2010-47

Caçapava

Estratigrafia e Sedimentologia

Graduação em Geologia, Geofísica ou áreas afins e Mestrado em Ciências ou Geociências - ênfase em Estratigrafia ou Sedimentologia ou Evolução de Bacias Sedimentares.

1

Professor Assistente

40h

Dedicação Exclusiva

23100.001418/2010-91

Itaqui

Empreendedorismo, Sociologia e Extensão Rural

Graduação na área de Ciências Agrárias e Doutorado na área do concurso ou áreas afins com produção intelectual na área do concurso.

1

Professor Adjunto

40h

Dedicação Exclusiva

23100.001419/2010-36

Itaqui

Gestão de Unidades de Alimentação e Nutrição

Graduação em Nutrição e Doutorado com produção intelectual na área do concurso.

1

Professor Adjunto

Dedicação Exclusiva

23100.001420/2010-61

Itaqui

Microbiologia, Higiene e Legislação de alimentos

Doutorado em Ciência e/ou Tecnologia de Alimentos, Ciência e Tecnologia Agroindustrial, Engenharia de Alimentos com tese e produção científica na área do concurso.

1

Professor Adjunto

Dedicação Exclusiva

23100.001421/2010-13

Itaqui

Nutrição, saúde coletiva e Epidemiologia

Graduação em Nutrição e Doutorado e

produção intelectual na área do concurso.

1

Professor Adjunto

Dedicação Exclusiva

23100.001422/2010-50

Itaqui

Química analítica e Operações Unitárias

Graduação em Química Industrial e Doutorado em Química Analítica ou áreas afins.

1

Professor Adjunto

Dedicação Exclusiva

23100.001423/2010-02

Itaqui

Nutrição, Alimentação e Produção de Não- Ruminantes

Graduação em Agronomia, Medicina Veterinária ou Zootecnia e Mestrado em Produção Animal ou Zootecnia com dissertação na área de conhecimento do concurso.

1

Professor Assistente

Dedicação Exclusiva

23100.001424/2010-49

Santana do Livramento

Administração Geral

Graduação em Administração e Mestrado Administração.

1

Professor Assistente

Dedicação Exclusiva

23100.001425/2010-93

Santana do Livramento

Contabilidade

Graduação em Ciências Contábeis e Mestrado em qualquer área.

1

Professor Assistente

Dedicação Exclusiva

23100.001426/2010-38

3. DA JORNADA DE TRABALHO

3.1 O professor submetido ao regime de dedicação exclusiva (DE) fica obrigado a prestar 40 horas semanais de trabalho, em dois turnos diários completos, e estará impedido de exercer outra atividade remunerada pública ou privada;

3.2 A jornada de trabalho poderá ser distribuída no período diurno e noturno, conforme a necessidade da Fundação Universidade Federal do Pampa.

4. DA REMUNERAÇÃO E DAS ATRIBUIÇÕES DOS DOCENTES

4.1 Remuneração inicial e suas parcelas:

Cargo / classe / padrão

Remuneração Básica (R$)

Retribuição por Titulação (R$)

Gratificação Específica do Magistério Superior - GEMAS (R$)

Total (R$)

Professor Assistente I

2.001,86

1.592,90

1.056,86

4.651,59

Professor Adjunto I

2.318,71

3.916,88

1.098,08

7.333,67

O servidor ainda dispõe de um auxílio-alimentação no valor de R$304,00.

4.2 São consideradas atribuições próprias do pessoal docente do ensino superior:

a) as pertinentes à pesquisa, ensino e extensão que, indissociáveis, visem à aprendizagem, à produção do conhecimento, à ampliação e transmissão do saber e da cultura, e

b) as inerentes ao exercício de direção, assessoramento, chefia, coordenação e assistência na própria instituição, além de outras previstas na legislação vigente e determinadas pela administração superior.

5. DA INSCRIÇÃO

5.1 O período de inscrições será de 21/10/2010 a 11/11/2010.

5.2 O candidato deverá se inscrever através do endereço eletrônico www.unipampa.edu.br/portal/concursos mediante preenchimento de formulário específico. A confirmação da inscrição será realizada após o pagamento da taxa do item 5.4 letra e. Em caso de dúvida sobre o recebimento da documentação da inscrição, o candidato poderá contatar a Universidade pelo correio eletrônico concursosdocentes@unipampa.edu.br.

5.3 Após a inscrição, os candidatos devem encaminhar os documentos relacionados no item 5.4 à Comissão de Concursos da UNIPAMPA (Rua Melanie Granier, 48 - Centro, CEP 96400-500 - Bagé-RS) por correspondência postada com AR - Aviso de Recebimento ou correio internacional registrado, com data de postagem até 12/11/2010. O candidato deve informar obrigatoriamente na parte externa do envelope a área de conhecimento na qual pretende realizar o concurso e o número do edital.

5.4 A documentação necessária para instruir o processo consta de:

a) documento de identidade (cópia que possa ser conferida com o original antes do início das provas do concurso);

b) se estrangeiro, declaração de que está ciente de que no momento da posse deverá possuir visto permanente, de acordo com o parágrafo 3º, da Lei n. 9.515, de 21/11/1997;

c) declaração assinada de que tem pleno conhecimento e aceita as condições e normas estabelecidas na Resolução nº 01/CONSUNI de 30/03/2010 e no respectivo Edital do Concurso. (disponível em www.unipampa.edu.br/portal/concursos);

d) Currículo Lattes impresso - a partir da Plataforma Lattes, modelo CNPq (a documentação comprobatória do Currículo Lattes deverá ser entregue no ato de instalação do concurso, no primeiro dia de prova);

e) comprovante de recolhimento da taxa de inscrição, no valor de R$100,00 (cem reais) para Professor Assistente e no valor de R$ 130,00 (cento e trinta) para Professor Adjunto conforme guia de recolhimento disponível em
www.unipampa.edu.br/portal/concursos. Esta taxa, uma vez recolhida, não será restituída em hipótese alguma.

f) para os candidatos que solicitaram isenção da taxa de inscrição, requerimento devidamente assinado contendo a indicação do NIS - Número de Identificação Social e a declaração que atende à condição estabelecida no Decreto nº 6.135, de 26/06/2007.

5.5 Ao se inscrever, o candidato fica ciente da responsabilidade de apresentar, no ato de posse, a documentação correspondente à área de conhecimento e aos requisitos definidos no item 2 deste Edital.

5.6 Da solicitação de isenção da taxa de inscrição.

5.6.1 Os candidatos que pretendem solicitar isenção da taxa de inscrição deverão fazê-lo até o dia 02/11/2010.

5.6.2 Terá direito à isenção, segundo Decreto nº 6.593, de 02/10/2008, publicado no DOU de 03/10/2008, o candidato que:

a) estiver inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal- CadÚnico, de que trata o Decreto nº 6.135, de 26/06/2007 e;

b) for membro de família de baixa renda de que trata o Decreto nº 6.135, de 26/06/2007.

5.6.3 A isenção deverá ser solicitada mediante requerimento, disponível no endereço www.unipampa.edu.br/portal/concursos, a ser enviado pelo candidato à Comissão de Concursos, pelo correio eletrônico concursosdocentes@unipampa.edu.br, contendo:

a) indicação do Número de Identificação Social - NIS, atribuído pelo CadÚnico;

b) declaração de que atende à condição estabelecida no item 5.6.2, letra b acima.

5.6.4 A UNIPAMPA consultará o órgão gestor do CadÚnico para verificar a veracidade das informações prestadas pelo candidato, a declaração falsa sujeitará o candidato às sanções previstas em lei, aplicando-se, ainda, o disposto no parágrafo único do art. 10 do Decreto nº 83.936, de 06/09/1979;

5.6.5 O resultado da solicitação será divulgado juntamente com a homologação da inscrição, no endereço eletrônico www.unipampa.edu.br/portal/concursos, bem como em quadro de avisos dos campi da UNIPAMPA.

5.6.6 O candidato que não tiver seu pedido de isenção deferido e que não efetuar o pagamento da taxa de inscrição até 03 (três) dias após a publicação da homologação no sitio www.unipampa.edu.br/portal/concursos, estará automaticamente excluído do concurso público.

6. DA HOMOLOGAÇÃO DA INSCRIÇÃO

6.1 A relação dos candidatos que tiverem sua inscrição homologada será publicada em www.unipampa.edu.br/portal/concursos, bem como em quadro de avisos dos campi da UNIPAMPA, no prazo máximo de dez dias corridos após o encerramento das inscrições;

6.2 Os candidatos cujas inscrições foram homologadas deverão acompanhar pelo endereço eletrônico www.unipampa.edu.br/portal/concursos, a comunicação das datas, horários e local de realização do(s) concurso(s).

7. DA PRORROGAÇÃO DO PRAZO DE INSCRIÇÕES

O prazo das inscrições para os concursos com enquadramento na Classe de Professor Adjunto (titulação mínima Doutorado) será reaberto caso não haja inscrições homologadas. Na reabertura de inscrições a exigência será o Título de Mestre, com enquadramento na Classe de Professor Assistente. O prazo para inscrições nos concursos reabertos será de 15 (quinze) dias, a contar da publicação da homologação das inscrições iniciais, sendo a notícia publicada somente em www.unipampa.edu.br/portal/concursos.

8. DA DATA PROVÁVEL DE REALIZAÇÃO DO CONCURSO

O período provável de realização do concurso será de 06/12/2010 A 17/12/2010.

9. DA CONSTITUIÇÃO DA COMISSÃO EXAMINADORA

A constituição da Comissão examinadora ocorrerá de acordo com o estipulado no capítulo VIII da Resolução nº 01/CONSUNI de 30/03/2010.

10. DAS PROVAS 10.1 Disposições Gerais

10.1.1 As provas Escrita, Didática, de Defesa do Memorial de Trajetória Acadêmica e de Títulos ocorrerão de acordo com o estipulado na Resolução n° 01/CONSUNI de 30/03/2010, disponível no endereço eletrônico www.unipampa.edu.br/portal/concursos.

10.1.2 Os programas dos concursos, apresentando os conteúdos objeto de avaliação e a bibliografia para a Prova Escrita encontram-se no endereço eletrônico www.unipampa.edu.br/portal/concursos;

10.1.3 A Prova Didática, quando da sua apresentação à Comissão Examinadora, e a Prova de Defesa oral do Memorial de Trajetória Acadêmica serão gravadas para efeito de registro e avaliação.

10.1.4 O candidato deverá comparecer ao local de provas designado no endereço eletrônico www.unipampa.edu.br/portal/concursos, munido de documento de identidade (original) em perfeitas condições, de forma a permitir, com clareza, sua identificação;

10.1.5 Caso o candidato esteja impossibilitado de apresentar, no dia de realização das provas, documento de identidade original, por motivo de extravio, deverá apresentar boletim de ocorrência expedido em órgão policial há, no máximo, trinta dias, sendo então submetido à identificação especial, com coleta de assinatura e impressão digital;

10.1.6 O candidato não poderá alegar desconhecimento acerca da data, local e horário de realização do concurso, como justificativa de sua ausência;

10.2 Demais disposições a respeito das provas encontram-se no Capítulo VI da Resolução n° 01/CONSUNI de 30/03/2010.

11. DA HABILITAÇÃO E DA CLASSIFICAÇÃO FINAL NO CONCURSO

A Habilitação e a Classificação Final no Concurso ocorrerá de acordo com o estipulado no Capítulo VII da Resolução n° 01/CONSUNI de 30/03/2010.

12. DOS RECURSOS

Os recursos ocorrerão de acordo com o estipulado no Capítulo IX da Resolução n° 01/CONSUNI de 30/03/2010.

13. DA DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS

A UNIPAMPA divulgará através de Edital publicado no Diário Oficial da União e no endereço eletrônico www.unipampa.edu.br/portal/concursos, a relação dos candidatos classificados nos concursos objeto deste Edital, conforme Artigo 16 do Decreto 6944 de 21/08/09.

14. DO PRAZO DE VALIDADE

O prazo de validade dos concursos objeto deste Edital é de 01 (um) ano, prorrogável por mais 01 (um) ano, no interesse da Instituição, a contar da data de publicação da homologação dos resultados pela instituição.

15. DISPOSIÇÕES GERAIS

15.1 Na hipótese de renúncia ou desistência expressa, por escrito, de candidato aprovado e convocado para a nomeação, ou, caso o mesmo não venha a tomar posse dentro do prazo legal; e, ainda, quando houver vacância da vaga preenchida em razão deste concurso, a UNIPAMPA poderá convocar os candidatos subsequentes, em estrita obediência à ordem de classificação.

15.2 A classificação e homologação no concurso não asseguram ao candidato o direito de nomeação no cargo, mas a expectativa de direito à investidura no cargo para o qual concorreu, seguindo a rigorosa ordem de classificação e observado o prazo de validade do concurso e a legislação vigente.

15.3 Os candidatos nomeados que tiverem titulação superior à exigida para a classe à qual concorreram, poderão requerer, após a posse, progressão imediata para a classe correspondente a sua titulação, desde que esta não tenha sido utilizada para a investidura no cargo.

15.4 Havendo candidatos remanescentes aprovados neste concurso público ainda válido, a UNIPAMPA poderá nomeá-los para atuar em qualquer campus da instituição, caso haja necessidade.

15.5 Ao final do concurso, não havendo candidatos aprovados, a UNIPAMPA poderá aproveitar candidatos aprovados em concursos públicos de outras IFES na mesma área ou áreas afins, desde que exista compatibilidade de perfil e desde que o concurso em pauta esteja dentro do prazo de validade e de acordo com a legislação vigente.

15.6 A UNIPAMPA poderá ceder a outras IFES candidatos aprovados neste concurso público realizado, quando estas solicitarem, mediante concordância do candidato, e que o concurso esteja dentro do prazo de validade, de acordo com a legislação vigente.

15.7 É de responsabilidade do candidato homologado, manter o endereço atualizado. Em caso de alteração, informá-la à UNIPAMPA, pelo correio eletrônico gestaodepessoal@unipampa.edu.br.

15.8 Não será fornecido ao candidato qualquer documento comprobatório de classificação e/ou notas, valendo para tal fim a homologação do resultado final do concurso publicada no Diário Oficial da União.

15.9 Os casos omissos serão resolvidos pela Divisão de Concursos, correio eletrônico concursosdocentes@unipampa.edu.br.

Bagé, 21 de outubro de 2010.

Maria Beatriz Luce
Reitora pro tempore

Programa e Bibliografia - Edital 122/10

Campus

Área

Pontos

Bibliografia

Bagé

Engenharia de Alimentos

1. Conceitos básicos de instrumentação para controle de processos

2. Analisadores e transmissores

3. Válvulas de controle

4. Teoria de controle e CLP

5. SDCD e redes de comunicação

6. Modelagem matemática de secagem

7. Modelagem de biorreatores

8. Simulação de processos de congelamento e resfriamento

9. Modelagem analítica de sistemas de controle

10. Carne bovina e aves: bioquímica dessas matérias primas e seu processamento.

11. Cereais: bioquímica dessas matérias primas e seu processamento

12.Biorreatores

1. SIGHIERI, L Controle Automático de Processos Industriais Instrumentação Edgard Blucher, 1997

2. BEGA ET AL. INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL 2.e Interciência, 2006.

3.CAMPOS, C. M. M., TEIXEIRA, H, C. G. Controles Típicos de Equipamentos e Processos Industriais. Edgard
Blucher, 2006

4. ALVES, J. L. L. Instrumentação, Controle e Automação de Processos., LTC - Livros Técnicos e Científicos, 2005.

5. FREITAS FILHO, P.F. Introdução a modelagem e simulação de sistemas. Visual Books, 2001

6. SILVA, R.P UML2 em modelagem orientada a objetos.VISUAL BOOKS 1e. 2007

7. POERIN FILHO, C. Introdução a simulação de sistemas 1ª e. UNICAMP- 1995

8. RICE, R.G. E DO, D.D., Applied Mathematics and Modeling for Chemical Engineers, John Wiley & Sons, 1995

9. LUYBEN, W. L., "Process Modeling, Simulation, and Control for Chemical Engineers", McGraw- Hill,1990.

10. LAW, A. M.; KELTON, W. D. Simulation modeling and analysis. Ed. Mc Graw-Hill, Inc., 2000

11. BEQUETTE WAYNE B. Process Dynamics, Modeling, Analysis and Simulation, 1998.

12. BOBBIO, P. A. ; BOBBIO, F. O. Química do processamento de alimentos. Campinas : Fundação Cargill, 1984.

13. CHEFTEL; J.C.; CHEFTEL. H.; BESANÇON, P. Introducción a la bioquímica y tecnología de los alimentos Volume I e II - Acribia, 1980

14. CHITARRA, M.I.F. & CHITARRA,A.B. Pós-Colheita de Frutos e Hortaliças- Fisiologia e Manuseio ESAL-FAEPE­LAVRAS, 2008

15. FENNEMA, O.R., Food Chemistry, New York, Mercel Decker, 2007

16. KOBLITZ, M.G.B. Bioquímica de Alimentos - Teoria e aplicações práticas. Metha. São Paulo. 2008

Bagé

Ensino de Língua Espanhola

1. Diversidad lingüística en la enseñanza de español como LE

2. Texto y discurso en la enseñanza del español como LE

3. Geopolítica del Español y su influencia en la enseñanza de LE

4. La interferencia de la lengua materna en la enseñanza de Español como LE

5. Tecnologías digitales aplicadas a la ensenãnza de Español como LE

6. El sistema verbal español: orientaciones didácticas

7. Sintaxis de la lengua española: coordinación y subordinación

8. Fonética y fonología del español y su aplicación didáctica

9. Falsos Amigos y expresiones idiomáticas en la enseñanza de E/LE

10. Cultura en el contexto de la formación de profesores brasileños de E/LE

ESPECIFICIDADE

As provas serão realizadas em língua espanhola.

1. BOSQUE, Ignacio; DEMONTE, Violeta (eds.). Gramática descriptiva de la lengua española. Madrid: Real Academia Española / Espasa Calpe, 1999 (tres volúmenes).

2. CAMPRA, Rosalba. América Latina: La identidad y la máscara. México: Siglo XXI, 1987.

3. DURÃO, Adja B.A.; REIS, Marta A.O.B.dos; ANDRADE, Otávio G. (orgs.). Vários olhares sobre o espanhol: considerações sobre a língua e literatura. Londrina: Universidade Estadual de Londrina, 2005.

4. GOMEZ TORREGO, Leonardo. Gramática didáctica del español. Madrid: SM, 2002.

5. LOBATO, J. & GARGALLO, I. S. (orgs.). Vademécum para la formación de profesores. Madri: SGEL, 2005.

6. MASELLO, Laura (comp.). Español como lengua extranjera: aspectos descriptivos y metodológicos. Montevideo: Universidad de la República, 2002.

7. Matte Bon, F. Gramática Comunicativa del Español: de la lengua la idea (tomo 1). Madri: Edelsa, 1995.

8. Matte Bon, F. Gramática Comunicativa del Español: de la idea la lengua (tomo 2). Madri: Edelsa, 1995.

9. QUILIS, Antonio. Tratado de fonología y fonética españolas. Madrid: Gredos, 2002.

10. * Distintos volúmenes de la revista ESPAÑOL ACTUAL, publicada por Arco Libros.

Caçapava

Estratigrafia e Sedimentologia

1. Ambientes sedimentares e Fácies

2. Processos de transporte de sedimentos

3. Rochas Sedimentares

4. Conceito de Estratigrafia de Sequência

5. Análise de bacias sedimentares

6. Código de Nomenclatura Estratigráfica Brasileiro

7. Sismoestratigrafia

8. Gênese e Evolução de hidrocarbonetos

9. Noções de métodos Geofísicos aplicados na exploração de Hidrocarbonetos

1. BRIDGE, J. S.; DEMICCO, R. V. Earth Surface Processes, Landforms and Sediment Deposits. Cambridge University Press, 835p. 2008.

2. BROOKFIELD, M. F. Principles of Stratigraphy. Blackwell Publishing Ltd, 352p. 2004.

3. COMISSÃO ESPECIAL DE NOMENCLATURA ESTRATIGRÁFICA. Código Brasileiro de Nomenclatura Estratigráfica - Guia de Nomenclatura Estratigráfica. Revista Brasileira de Geociências, 16 (4): 370-415. 1986.

4. EINSELE, G.; RICKEN, W.; SEILACHER, A. (eds) Cycles and events in stratigraphy. Berlin, Springer - Verlag, 955 p. 1991.

5. GLUYAS, J.; SWARBRICK, R. Petroleum Geoscience. Blackwell Science Ltd., 389p., 2004.

6. LEMON, R.R. Principles of stratigraphy. Columbus, Merril Publishing Co.; 559 p. 1990.

7. NICHOLS, G. Sedimentology and Stratigraphy. Wiley-Blackwell, 2oed., 432p, 2009.

8. RIBEIRO, H. J. P. S. Estratigrafia de Sequências: Fundamentos e Aplicações. Editora Unisinos, 1oed, 412p., 2001.

9. ROBINSON, E. S.; ÇORUH, C. Basic Exploration Geophysics. John Wiley & Sons., 562 p., 1988.

10. SEM, T. K. Fundamentals of seismic loading on structures. John Wiley & Sons, 390p, 1oed., 2009.

11. SUGUIO, K. Geologia Sedimentar. Edgard Blücher. 400p, 2003.

12. TELFORD, W.M.; GELDART, L.P.; SHERIFF, R.E. Applied Geophysics. Cambridge University Press. 768p. 1990.

13. VEEKEN, P. C. H. Handbook of Geophysical Exploration - Seismic Estratigraphy, Basin Analysis and reservoir characterization. Elsevier, Vol. 37, 1oed., 523p., 2007.

Itaqui

Empreendedorismo, Sociologia e Extensão Rural

1. A Perspectiva do Empreendedorismo

2. Criação e início do empreendimento

3. Plano de Marketing

4. Financiando o novo empreendimento

5. Gerenciamento e Expansão do Empreendimento

6. A Sociologia como ciência

7. Cultura e Sociedade

8. Classe, Estratificação e Desigualdade

9. Antropologia da alimentação

10.Abordagens teóricas sobre o processo de comunicação.

11. A teoria da difusão e adoção de inovações e sua aplicação

12. Métodos e meios na ação extensionista.

13. A ação de promoção do desenvolvimento rural no enfoque participativo.

14.Potencialidades e limites do enfoque participativo na promoção do desenvolvimento rural.

1. Associação Rio-grandense de Empreendimentos de Assistência Técnica e Extensão Rural. Relatório de responsabilidade social da EMATER/RS-ASCAR 2006. Porto Alegre : EMATER/RS-ASCAR, 2007 64 p.

2. BRUM, A.; MULLER P. Aspectos do agronegocio no Brasil. Ijui. UNIJUI, 2008.

3. BROSE, M. (org.) Metodologia Participativa: Uma introdução a 29 instrumentos. Porto Alegre: Tomo Editorial, 2001.

4. FILHO, G.F.A. Empreendedorismo criativo: a nova dimensão da empregabilidade. São Paulo: Ciência Moderna. 2007. 584p.

5. FILHO, G.M.; MACEDO, M.; FIALHO, F.A.P. Empreendedorismo na era do conhecimento.São Paulo: Visual Books, 2006. 188p.

6. FREIRE, P. Extensão ou comunicação?. 11ed. São Paulo: Paz e Terra, 2001.

7. FROEHLICH, José Marcos, DIESEL, Vivian (org.). Desenvolvimento rural: tendências e debates contemporâneos / 2.ed. Ijui : Unijui, 2009. 192 p.

8. GIDDENS, Antony. Sociologia. Porto Alegre: Editora Artmed, 2005.

9. GUIJT, I. Monitoramento participativo: conceitos e ferramentas práticas para a agricultura sustentável. Rio de Janeiro: AS-PTA, 1999.

10. KALLIANPUR, A.; MORGAN, H.L.; LODISH, L. Empreendedorismo e marketing. São Paulo: Campus. 2002. 312p.

11. HISRICH, Robert D., PETERS, Michael P. Empreendedorismo. Porto Alegre: Bookman, 2009.

12. OLINGER, G. Métodos de Extensão Rural. Florianópolis: EPAGRI, 2001.

13. SCHNEIDER, S. Agricultura familiar e industrialização: pluriatividade e descentralização industrial no Rio Grande do Sul. Porto Alegre. Ed. UFRGS, 1999.

Itaqui

Gestão de Unidades de Alimentação e Nutrição

1. Planejamento de refeições;

2. Planejamento da estrutura física de Unidades de Alimentação e Nutrição;

3. Planejamento de Lactário e Banco de leite;

4. Recursos Humanos em Unidades de Alimentação e Nutrição;

5. Segurança no trabalho em Unidades de Alimentação e Nutrição;

6. Custos, controle de estoque e orçamento em Unidades de Alimentação e Nutrição;

7. Sistemas de controle de qualidade em Unidades de Alimentação e Nutrição;

8. Ergonomia aplicada a Unidades de Alimentação e Nutrição;

9. Marketing e Propaganda em Unidades de Alimentação e Nutrição;

10. Estrutura Organizacional em Unidades de Alimentação e Nutrição.

1. ABERC - Associação Brasileira das Empresas de Refeições Coletivas. Manual de Práticas de Elaboração e Serviço de Refeições para Coletividade. São Paulo: ABERC, 8ª ed., 2003.

2. ANDRADE, N. J.; MACEDO, J. A. Higienização na Indústria de Alimentos. São Paulo, Livraria Varela, 1996, 182p.

3. BRASIL. Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Resolução nº. 59, de 13 de dezembro de 1989. Normatiza o funcionamento de forma padronizada, das Creches, Pré-Escolas, Hotéis de Bebês, Educandários e/ou estabelecimentos congêneres de atendimento à Criança. www.anvisa.gov.br

4. BRASIL. Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Resolução RDC nº. 50, de 21 de fevereiro de 2002. Dispõe sobre o Regulamento Técnico para planejamento, programação, elaboração e avaliação de projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde. www.anvisa.gov.br

5. BRASIL. Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Resolução RDC nº. 307, de 14 de novembro de 2002. Altera a Resolução - RDC nº. 50 de 21 de fevereiro de 2002 que dispõe sobre o Regulamento Técnico para planejamento, programação, elaboração e avaliação de projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde. www.anvisa.gov.br

6. BRASIL. Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Resolução nº. 171, de 4 de setembro de 2006. Dispõe sobre o Regulamento Técnico para o funcionamento de Bancos de Leite Humano. www.anvisa.gov.br

7. BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Programa de Alimentação do Trabalhador. Brasília, 2005, 41p.

8. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Resolução RDC nº. 216, de 15 de setembro de 2004. Dispõe sobre o Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação. www.anvisa.gov.br

9. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Resolução RDC nº. 275, de 21 de outubro de 2002. Dispõe sobre Regulamento Técnico de Procedimentos Operacionais Padronizados aplicados aos Estabelecimentos Produtores/Industrializadores de Alimentos e a Lista de Verificação das Boas Práticas de Fabricação em Estabelecimentos Produtores / Industrializadores de Alimentos. www.anvisa.gov.br

10. BRASIL. PORTARIA SVS/MS nº. 326, de 30 de julho de 1997. Aprova o Regulamento Técnico sobre as Condições Higiênico-Sanitárias e de Boas Práticas de Fabricação para Estabelecimentos Produtores Industrializadores de Alimentos. www.anvisa.gov.br

11. BRASIL. PORTARIA SVS/MS nº. 1428, de 26 de novembro de 1993. Regulamenta a Inspeção Sanitária de Alimentos, as Diretrizes para o estabelecimento de Boas Práticas e de Prestação de Serviços na Área de Alimentos. www.anvisa.gov.br

12. FIGUEIREDO, R.M. SSOP: Padrões e Procedimentos Operacionais de Sanitização; PRP: Programa de Redução de Patógenos: manual de procedimentos e desenvolvimento. Coleção Higiene dos Alimentos. São Paulo. Ed. Núcleo de Assistência a Cultura e a Arte, 2002.

13. LIDA, I. Ergonomia - Projeto e Produção. São Paulo, Ed. Edgard Bluchar, 9ª Reimpressão, 2003.

14. LOPES, Ellen Almeida. Guia para Elaboração dos Procedimentos Operacionais Padronizados exigidos pela RDC n° 275 da ANVISA. São Paulo: Livraria Varela, 2004, 240p.

15. MACHADO, R. S. G. Serie Marketing Essencial. Porto Alegre: SEBRAE, 2004

16. MANUAL DE LEGISLAÇÃO. Segurança e Medicina do Trabalho. São Paulo, Ed. Atlas, 62ª ed., 2008, 802p.

17. MEZZOMO, I. B. F. Os Serviços de Alimentação - Planejamento e Administração. São Paulo, Ed. Manole, 5 ª ed., 2006, 432p.

18. NEVES, M.F.; CASTRO, L.T. Marketing e Estratégia e Agronegócios e Alimentos. São Paulo. Ed. Atlas. 2007, 365p.

19. SENAI. Guia Passo a Passo: Implantação das Boas Práticas e Sistemas APPCC. Serie Qualidade Alimentar. Projeto APPCC Mesa. Sebrae, 204 p.

20. SILVA FILHO, R.A.S. Manual Básico para Planejamento e Projeto de Restaurantes e Cozinhas Industriais. São Paulo, Ed. Varela, 1996, 232 p.

21. SILVA JUNIOR, E.A. Manual de Controle Higiênico-Sanitário de Alimentos. São Paulo, Ed. Varela, 6ª ed., 2007, 623 p.

22. TEICHMANN, I.T.M. Cardápios: técnicas e criatividade. Caxias do Sul, Ed. Universidade de Caxias do Sul, 6ª ed., 2007, 152 p.

23. TEIXEIRA, S.M.F.; OLIVEIRA, Z.M.C; REGO, J.C.; BISCONTINI, T.M.B. Administração Aplicada às Unidades de Alimentação e Nutrição. São Paulo, Ed. Atheneu, 2008, 232p.

Itaqui

Microbiologia, Higiene e Legislação de alimentos

1. Fungos e sua importância nos alimentos

2. Bactérias e sua importância nos alimentos

3. Fatores Intrínsecos e Extrínsecos que controlam o desenvolvimento microbiano nos alimentos

4. Contaminação e deterioração dos alimentos

5. Microrganismos patogênicos e indicadores de qualidade

6. Técnicas de visualização e diferenciação de microrganismos

7. Limpeza e desinfecção de equipamentos, utensílios e superfícies e boas práticas de fabricação na indústria de alimentos

8. Classificação e ação de agentes de limpeza e de sanificação e eficiência microbiológica de sanitizantes

9. Doenças Veiculadas por Alimentos: infecções, intoxicações e toxinfecções

10. Padrões higiênico sanitários para alimentos de origem animal e vegetal

11. Inspeção e órgãos fiscalizadores das indústrias de alimentos

12. Requisitos legais e higiênico sanitários para implantação de indústrias beneficiadoras de alimentos

1. FRANCO, B.D.G.M.; LANDGRAF, M. Microbiologia de Alimentos. 182p. São Paulo, Atheneu, 2008.

2. JAY, J. Microbiologia de Alimentos. 6 a Ed. 706 p. Artmed. 2005.

3. HÖFLING, J.; GONÇALVES, R. Microscopia de luz em Microbiologia: Morfologia bacteriana e fúngica. 244p. Artmed. 2008.

4. PELCZAR JR., M.J.; CHAN, E.C.S.; KRIEG, N.R. Microbiologia: conceitos e aplicações. v. 1. 2a Ed. Pearson Makron Books. 1997.

5. PELCZAR JR., M.J.; CHAN, E.C.S.; KRIEG, N.R. Microbiologia: conceitos e aplicações. v. 2. 2a Ed. Pearson Makron Books. 1997.

6. TORTORA, G.J.; FUNKE, B.R.; CASE, C.L. Microbiologia. 8a Ed., Porto Alegre, Artmed, 2005.

7. TRABULSI, L.R.; TOLEDO, M.R.RF. Microbiologia. 5 a Ed. 760p. Atheneu. 2008.

8. VERMELHO, A.B. et al. Práticas de Microbiologia. Guanabara Koogan, 239p. 2006.

9. STROHL, W.; ROUSE,H.; FISHER, B.D. Microbiologia Ilustrada. São Paulo. Editora Artmed. 531p. 2003.

10. RIBEIRO, M.C.; SOARES, M.M.S.R. Microbiologia Prática roteiro e manual: Bactérias e Fungos. 1ª Ed. Atheneu. 112p. 2002.

11. ABIA - Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação. Compêndio da legislação de alimentos. São Paulo: ABIA, 1990, 824p.

12. ANDRADE, N. J. & MACEDO, J. A. B. - Higienização na indústria de alimentos, 2000.

13. APPCC na Qualidade e Segurança Microbiológica de Alimentos. São Paulo: Livraria Varela, 1997. UFRGS, 2002, 180 p.

14. BRASIL, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Portaria n° 368, de 04 de setembro de 1997. Regulamento Técnico sobre condições Higiênico-Sanitárias e de Boas Práticas de Fabricação para Estabelecimentos Elaboradores/ Industrializadores de Alimentos. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, 18 de setembro de 2002.

15. CONTRERAS, C.A., BROMBERG, R., CIPOLLI, K.M.V.A.B., MIYAGUSKU, Higiene e sanitização nas indústrias de alimentos, São Paulo, Livraria Varela, 2002. 181p. FORSYTHE, S.J. Microbiologia da segurança alimentar. Porto Alegre: ARTMED, 2002. 424p.

16. GERMANO, P.M.L., GERMANO, M.I.S. Higiene e vigilância sanitária de alimentos. 2 ed. São Paulo: Varela, 2003. 655p.

17. GERMANO, M.I. Treinamento de manipuladores de alimentos: fator de segurança alimentar e promoção de saúde. São Paulo: Varela, 2003. 168p.

18. HAZELWOOD, D., MclEAN, A.C. Manual de higiene para manipuladores de alimentos. São Paulo: Varela, 1994. 140p.

19. HERSCHDOERFER, S.M. Quality control in the food industry. vol. 1-3. New York: Academic Press, 1967. 1251 p.

20. HOBBS, B.C., GILBERT, R.J. Higiene y toxicología de los alimentos. Zaragoza: Acribia, 1997, 492p.

21. HOBBS, B.C., ROBERTS, D. Toxinfecções e controle higiênico-sanitário de alimentos. São Paulo: Varela, 1998, 425p.

22. MOREIRA, J. B. Controle da qualidade na indústria alimentar - a concepção moderna. Brasília : Ministério da Indústria e Comércio, 1985, 196p.

23. MORTIMORE, S., WALLACE, C. HACCP: enfoque práctico. Zaragoza:Acribia, 1996, 300p

24. SILVA JUNIOR, E.A. Manual de controle higiênico-sanitário em alimentos. 5 ed. São Paulo: Varela, 2002. 432p.

25. TRIGO, V. C. Manual prático de higiene e sanidade nas unidades de alimentação e nutrição. Livraria Varela, 1999.

26. SOCIEDADE Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos (SBCTA). Manual de boas práticas de fabricação para a indústria de alimentos. Campinas : SBCTA/Profiqua, 1991.

27. SOCIEDADE Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos (SBCTA). Manual de análises de perigos e pontos críticos de controle. Campinas : SBCTA/Profiqua, 1995.

28. ROZENFELD, S. (org).Fundamentos da vigilância sanitária. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2000.

29. SANTOS, G.J. et al. Administração de Custos na Agropecuária. São Paulo: Atlas, 2002.

Itaqui

Nutrição, saúde coletiva e Epidemiologia

1. Epidemiologia: conceitos básicos e indicadores de interesse em saúde e nutrição;

2. Historia da Saúde Pública no Brasil e Sistema Único de Saúde: antecedentes e princípios;

3. Sistema de vigilância Alimentar e Nutricional;

4. Política Nacional de Alimentação e Nutrição;

5. Transição Nutricional;

6. Perfil Nutricional da população brasileira;

7. Hábitos alimentares: aspectos culturais, sociais, econômicos e psicológicos;

8. Educação Nutricional;

9. Vigilância Nutricional;

10. Principais tipos de estudos epidemiológicos;

11. Participação do Nutricionista em equipes multidisciplinares de Saúde.

1. BARROS, Fernando C. Epidemiologia da saude infantil: um manual para diagnostico comunitarios. Colaboração de Cesar G Victoria. São Paulo: Hucitec, 1991.(Saúde em debate,38).

2. BONITA, R., Beaglehole, R., Kjellström, T. Epidemiologia básica. 2.ed. - São Paulo, Santos. 2010. Disponível em http://whqlibdoc.who.int/publications/ 2010/9788572888394jor.pdf

3. CASTRO, Josué de. Geografia da fome: o dilema brasileiro: pão ou aço. [S.l.]:Brasiliense, 1961. v.1.

4. CHAVES, Nelson. Nutrição básica e aplicada. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1985.

5. FUNDO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA INFÂNCIA. Saúde e nutrição das crianças nordestinas. Pesquisa estaduais - 1987 - 1992; fevereiro. 1995.

6. GORDIS L. Epidemiologia. Quarta edição. Revinter. Rio de Janeiro, 2009.

7. JEKEL, J. F; ELMORE, J. G; KATZ, D. L. Epidemiologia, bioestatística e medicina preventiva. 2 ed. 432 p. Porto Alegre: ARTMED, 2005.

8. KAC G, SICHIERI R, GIGANTE DP (org.) Epidemiologia nutricional. Rio de Janeiro. Editora Fiocruz/Atheneu, 2007.

9. MEDRONHO RA, BLOCH KV, LUIZ RR, WERNECK GL. Epidemiologia. 2 ed.. Atheneu. Rio de Janeiro, 2008.

10. MONTEIRO, Carlos Augusto (Org.). Velhos e novos males da saúde no Brasil: a evolução do país e de suas doenças. 2. ed. São Paulo: Hucitec, 2000. (Saúde em debate,91).

11. MS/SPS - Área Técnica de Alimentação e Nutrição. Politica Nacional de Alimentação e Nutrição - Brasília. 2000. Disponível em: www.saude.gov.br/nutricao

12. ORGANIZACION PANAMERICANA DE LA SALUD. La obesidad en la pobreza: un nuevo reto para la Salud publica. Washington, D.C, OPS, 2000. 132p (Publicacion Cientifica, 576).

13. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE. Manejo da desnutrição grave: um manual para profissionais de saúde de nível superior (médicos, enfermeiros, nutricionistas e outros) e suas equipes auxiliares. Genebra. 2000.

14. PEREIRA MG. Epidemiologia. Teoria e Prática. Guanabara. Rio de Janeiro, 1995.

15. ROUQUAYROL, M. Z. Epidemiologia & Saude. Colaboração de Naomar de Almeida Filho. 6. ed. Rio de Janeiro: Médica e Científica;Guanabara Koogan, 2003.

16. SILVA, D. O., ENGSTRON, E. M. & ZABOROWSKI, E.M..SISVAN. Instrumento para o combate aos distúrbios nutricionais na atenção a saúde: o diagnostico coletivo. Rio de Janeiro, FIOCRUZ, 2002.

17. WHO Expert Committee on Physical Status. The use and interpretation of anthropometry: report of a WHO expert committee. WHO Technical SerieS-854. Geneva. 1995.

18. WHO, FAO, Expert Consultation on Diet, Nutrition and the prevention diseases. Diet Nutrition and the Prevention of Chronic diseases: report of a joint WHO/FAO WHO expert Consultation. Geneva: WHO Technical Report Series, 916 2003. 149 p.

Itaqui

Química analítica e Operações Unitárias

1. Análise titrimétrica

2. Análise gravimétrica

3. Reações de precipitação

4. Titulações redox

5. Teoria clássica das reações ácido-base e soluções tampão

6. Cromatografia líquida de alta eficiência

7. Cromatografia gasosa

8. Espectroscopia atômica

9. Espectrometria de massas

10. Operações unitárias na indústria de alimentos: classificação, limpeza, descascamento, branqueamento

11. Operações unitárias na indústria de alimentos: redução do tamanho de partículas

12. Operações unitárias na indústria de alimentos: separação mecânica

1. ATKINS, P., Jones, L. Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio ambiente, Porto Alegre, RS: Bookman, 2001

2. RUSSELL, J. B. Química Geral, 2ªed. São Paulo: Makron Books, 1994.

3. SOLOMONS, T.W.G., Fryhle, C. B., Química Orgânica, LTC - Livros Técnicos e Científicos, 2006

4. JENIFFER BASSETT; MENDHAM Vogel: Análise Química Quantitativa, LTC, 6ª Ed, 2002,

5. VOGEL , A.I. Química Analítica Qualitativa 5ªed., Editora Mestre Jou, São Paulo, 1981.

6. HARRIS, D. Análise Química Quantitativa, Editora LTC, 7ª Ed, 2008

Itaqui

Nutrição, Alimentação e Produção de Não-Ruminantes

1. Cálculo e balanceamento de dietas para não ruminantes.

2. Exigências nutricionais para não ruminantes.

3. Promotores do crescimento utilizados na alimentação de não ruminantes.

4. Interações nutricionais na alimentação de não-ruminantes.

5. Vitaminas e minerais: funções, sintomas de deficiências e toxidez para não ruminantes.

6. Fabricação de rações e suplementos alimentares para não ruminantes.

7. Manejo reprodutivo em animais não ruminantes.

8. Manejo sanitário em animais não ruminantes.

9. Instalações, equipamentos e materiais para a produção de não ruminantes.

10. Sistemas de criação na produção de não ruminantes

1. ANDRIGUETTO,J.M. et al. Nutrição Animal - As Bases e os Fundamentos da Nutrição Anima l - Os Alimentos. Vol.1. São Paulo. Nobel, Ed.2002.

2. ANDRIGUETTO. J.M. et al. Nutrição Animal - Alimentação Animal. vol.2. São Paulo - Nobel. Ed.2001.

3. CASTAGNOLLI, N. Piscicultura de água doce. Ed FUNEP, 1994. 189p.

4. EMBRAPA. Boas praticas de produção de frangos de corte / Concórdia, SC : Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, 2007. 28 p.

5. EMBRAPA. Suinocultura intensiva : produção, manejo e saúde do rebanho. Brasília : SPI, 1998 388 p.

6. OLIVEIRA, M. A. (Trad.). Alimentação dos Animais Monogástricos: suínos, coelhos e aves. São Paulo: Rocca,1999. 245p.

7. REECE, William O., Anatomia funcional e fisiologia dos animais domésticos. 3.ed. - São Paulo: Roca, 2008. 468p.

8. ROSTAGNO, H.S. (ed). Tabelas Brasileiras para aves e suínos. Composição de alimentos e exigências nutricionais. 2 ed. Viçosa: UFV.186p.

Santana do Livramento

Administração Geral

1. Teorias administrativas: a abordagem clássica.

2. Teorias administrativas: a escola das relações humanas e a teoria comportamental.

3. Teorias administrativas: estruturalismo e burocracia.

4. Teorias administrativas: teorias sistêmicas e contingencial

5. Pensamento administrativo atual: novas abordagens gerenciais e a dinâmica das organizações contemporâneas.

6. Estratégias organizacionais: planejamento e gestão.

7. Marketing: elementos do composto mercadológico.

8. Produção: Gestão da cadeia de suprimentos

9. Gestão de Pessoas: subsistemas de recursos humanos

10. Finanças: Orçamento empresarial

1. MOTTA, Fernando Claudio Prestes. VASCONCELLOS, Isabella Francisca Gouveia de. Teoria Geral da Administração. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004.

2. FORTUNA, Eduardo. Mercado Financeiro : Produtos e Serviços. 17.ed. Qualitymark , 2007

3. MARRAS, J.P. Administração de recursos humanos: do operacional ao estratégico. São Paulo: Pioneira, 2002.

4. STONER, James A F. & FREEMAN, R. Edward. Administração. Rio de Janeiro, PHB, 1995.

5. WELSH, G.A. Orçamento empresarial. 4.ed. São Paulo: atlas, 1983

6. CHOPRA, S.; MEINDL, P. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: estratégia, planejamento e operação. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2003.

7. SOBRAL, Filipe. Administração: teoria e prática no contexto brasileiro. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008.

8. MAXIMIANO, A.C.A.; Teoria geral da administração: da revolução urbana à revolução digital. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2007

9. RIBEIRO, Antonio de Lima. Teorias da administração. São Paulo: Saraiva, 2003.

10. GAITHER, N.; FRAZIER, G. Administração de produção e operações. 8 ed. Pioneira. São Paulo, 2001.

11. ETZEL, M. WALKER, B. STANTON, W. Marketing. Rio de Janeiro: 2001. 11a ed.

12. KOTLER, Philip. KELLER, Kevin Lane. Administração de marketing. São Paulo: Pearson, 2009. 12. Ed.

13.MINTZBERG, H. LAMPEL, J. QUINN, J. GHOSHAL, S. O processo da estratégia: conceitos, contextos e casos selecionados. Porto Alegre: Bookman. 2003. 4ª ed.

14. HARRISON, J. S. Administração estratégica de recursos e relacionamentos. Porto Alegre: Bookman, 2003. 1a Ed

Santana do Livramento

Contabilidade

1. Normas Internacionais de Contabilidade.

2. Princípios de Contabilidade.

3. Normas Brasileiras de Contabilidade.

4. Plano de Contas.

5. Escrituração Contábil.

6. Demonstrações Contábeis.

7. Critérios de avaliação dos elementos do Balanço Patrimonial.

8. Participação e destinação do resultado do exercício.

9. Análise Econômico-financeira.

10. Análise Vertical e Horizontal.

1. FIPECAFI/USP. Manual de Contabilidade das Sociedades por Ações. São Paulo: Atlas, 2008.

2. MACIEL, Ricardo Ribeiro. Como Implementar as Normas Internacionais de Contabilidade - IFRS. Curitiba: Juruá, 2009.

3. NIYMA, Jorge Katsumi; SILVA, César Augusto Tibúrcio. Teoria da Contabilidade. São Paulo: Atlas, 2009.

4. NIYMA, Jorge Katsumi. Contabilidade Internacional. São Paulo: Atlas, 2005.

5. ALMEIDA, M. C. Curso Básico de Contabilidade. São Paulo: Atlas, 2002.

6. CREPALDI, Sílvio Aparecido. Curso Básico de Contabilidade de Custos. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2009.

7. ASSAF NETO, Alexandre; TIBÚRCIO, César Augusto. Administração do Capital de Giro. São Paulo: Atlas, 2009.

8. IUDÍCIBUS, Sérgio. Organizador. Contabilidade Introdutória. 10 ed. São Paulo: Atlas, 2008.

9. MARION, José Carlos. Contabilidade Empresarial. 13 ed. São Paulo: Atlas, 2007.

10. MARION. José Carlos. Contabilidade Básica. São Paulo: Atlas, 2007.

11. MATARAZZO, Dante. Estrutura e Análise de Balanços. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2003.

12. MATARAZZO, Dante C. Análise Financeira de Balanços: Abordagem Básica e Gerencial. 7 ed. São Paulo: Atlas, 2010

13. RIBEIRO, Osni Moura. Estrutura e Análise de Balanços. 8 ed. São Paulo: Saraiva, 2009.

14. RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Geral Fácil. 6 ed. São Paulo:Saraiva, 2010.