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Paciente 20 anos, primigesta e na 8ª semana de gravidez. No momento assintomática e vem trazendo os exames de rotina com sorologia para toxoplasmose, IgM positivo e IgG positivo.
Paciente 22 anos, primigesta e na 7ª semana de gravidez. No momento, assintomática e vem trazendo os exames de rotina com sorologia para toxoplasmose, IgM positivo e IgG positivo. Exames realizado na consulta pré-concepcional há 1 ano e 6 meses apresentava sorologia para toxoplasmose, IgM negativo e IgG negativo. Assinale a alternativa que indica a conduta adequada recomendada pelo Ministério da Saúde do Brasil.
Paciente 35 anos, primigesta e na 39ª semana de gravidez, sendo acompanhada no pré-natal de alto risco.
Paciente 37 anos, primigesta e na 38ª semana de gravidez, quando foi encaminhada à emergência obstétrica. Foi acompanhada no pré-natal de alto risco a cada 15 dias. Durante a consulta na emergência, foi observada que as curvas de altura de fundo de útero pela idade gestacional encontravam-se entre os percentis 10 e 90 até a 36ª semana de gravidez, quando foi para o percentil 5, e as curvas de peso fetal estimado por meio da ultrassonografia pela idade gestacional também se encontravam entre os percentis 10 e 90 até a 33ª semana de gravidez, quando começou a variar entre os percentis 3 e 10. Na emergência, foi realizada uma dopplervelocimetria das artérias umbilicais e cerebral média que foi < 95º percentil e > 5º percentil, respectivamente. Assinale a alternativa CORRETA, conforme os critérios atuais para avaliação do crescimento fetal.
Paciente na 10ª semana e tercigesta (dois partos vaginais prematuros, na 24ª e 25ª semanas). Chega ao pré-natal assintomática, preocupada e refere que os partos anteriores foram indolores.
Paciente na 12ª semana tercigesta (um parto vaginal prematuro, na 27ª semana). Assinale a alternativa CORRETA, baseada nas evidências atuais.
Assíndromes hipertensivas na gestação, especialmente a pré-eclâmpsia, representam um conjunto de distúrbios sistêmicos que, se não identificados precocemente, podem evoluir para complicações maternas e fetais graves. A identificação dos sinais premonitórios é fundamental para o manejo clínico e prevenção da eclâmpsia. Considerando os principais sinais clínicos de alerta e suas implicações na avaliação da gestante, assinale a alternativa que apresenta uma interpretação correta dos sinais indicativos de possível progressão para eclâmpsia:
Paciente na 28ª semana, multípara, seis partos vaginais e sem pré-natal adequado vem à emergência obstétrica preocupada para mostrar uma ultrassonografia.
Paciente na 38ª semana, tercigesta (dois partos vaginais) e sem pré-natal adequado, referindo dor em baixo ventre. Traz ultrassonografia no início da gravidez sugerindo edema fetal generalizado e ascite e outra na 31ª semana de gravidez sem alterações. Evoluiu com parto normal, sem intercorrências. Baseado no descrito, qual a conduta que o neonatologista deveria realizar baseada em um possível diagnóstico pré-natal?
Paciente 39 anos, na 22ª semana, vem ao pré-natal assintomática, trazendo resultado de ultrassonografia morfológica fetal de 2º trimestre.
Gestante 40 anos, na 22ª semana, veio ao setor de medicina fetal para ser submetida à ultrassonografia morfológica de 2º trimestre, a qual demonstrou agenesia de vermis cerebelar, dilatação do 4º ventrículo e alargamento da fossa posterior. Diante das alterações, qual a hipótese diagnóstica?
Paciente 38 anos, 30ª semana e primigesta. Refere hipertensão arterial crônica e vem fazendo uso de 1,0 grama/dia de alfa-metildopa.
Assinale a alternativa que NÃO representa um critério de gravidade para a classificação da hipertensão na gravidez.
Em relação à apendicite aguda durante a gravidez, assinale a alternativa INCORRETA.
A.S.S., 35 anos, tercigesta (dois partos vaginais prematuros), na 32ª semana de gravidez, procura a urgência obstétrica com dores em baixo ventre.
Das alternativas abaixo, em qual se encontra indicada a realização da profilaxia para pré-eclâmpsia?
Das alternativas abaixo, assinale a que sugere o parâmetro agudo no cálculo do perfil biofísico fetal.
Paciente de 40 anos na 7ª semana de gravidez, chega a emergência referindo intenso mal-estar, náuseas e vômitos.
16) A aplicação do fórceps possui pré- requisitos que podem ser de natureza fetal, materna e relacionados ao atendimento. Sobre as condições de praticabilidade, a alternativa INCORRETA é:
Puérpera de 25 anos, primípara, deu à luz por via vaginal a um recém-nascido pequeno para idade gestacional, com presença de pés tortos, tórax hipoplásico, abdome globoso e alterações faciais.
No primeiro trimestre de gravidez, foi diagnosticada uma gestação trigemelar tricoriônica triamniótica em uma gestante de 22 anos, primípara, a qual abandonou o acompanhamento pré-natal. Retornou na 34ª semana de gravidez com queixa de dor em baixo ventre. Foi realizada uma nova ultrassonografia a qual visualizou apenas dois fetos, duas placentas e membrana divisória. Considerando a nova situação, assinale a alternativa que identifica a provável classificação que saiu no novo laudo ultrassonográfico sobre a corionicidade e amnionicidade.
Gestante 30 anos, secundigesta (parto vaginal anterior), na 26ª semana de gravidez, vem para consulta pré-natal referindo gestação gemelar.
Gestante 30 anos, tercigesta (parto vaginal anterior), na 28ª semana de gravidez, vem para consulta pré-natal referindo gestação gemelar. Traz ultrassonografia morfológica do 1º trimestre normal descrevendo sinal do lâmbda e ultrassonografia morfológica de 2º trimestre com morfologia fetal normal de ambos os fetos, porém com diferença entre os pesos fetais estimados, percentis 2,5 e 13 e apresentando o maior bolsão de líquido amniótico de um feto de 4,0 cm, com bexiga visualizada, e o outro, de 3,5 cm, com bexiga visualizada. A dopplervelocimetria encontra-se dentro dos padrões de normalidade para idade gestacional. Assinale a alternativa CORRETA que corresponde à hipótese diagnóstica.
17) Primigesta de 25 anos, com 13 semanas , vem à consulta trazendo resultado de glicemia de jejum 94 mg/dL. Assinale a alternativa que traz a melhor conduta para o caso :
Gestante 22 anos, secundigesta (parto vaginal anterior de gemelar), na 34ª semana, monocoriônica e monoamniótica, chega à emergência, com queixa de dor em baixo ventre. Ao exame, dinâmica uterina de 3 contrações em 10 minutos de 45 segundos e batimentos cardiofetais de 136bpm e 148bpm. Ao toque, colo uterino anterior, amolecido, pérvio com 2 cm de dilatação, 70% de esvaecimento cervical, primeiro feto cefálico, plano 0 de De Lee e bolsa amniótica íntegra. A paciente foi submetida à ultrassonografia que foi normal com ambos os fetos em apresentação cefálica. Assinale a alternativa CORRETA com relação à conduta.
Gestante 22 anos, secundigesta (cesariana anterior de gemelar), na 32ª semana, monocoriônica e monoamniótica, chega à emergência, com queixa de dor em baixo ventre.
18) Considerando uma gestante com sorologia para Toxoplasmose IgM não reagente e IgG não reagente, qual das orientações abaixo não deve ser dada?
Gestante 17 anos, primigesta e na 6ª semana de gravidez. Nessa primeira consulta pré-natal, refere encontrar-se assintomática e ser portadora de diabetes desde a infância. Assinale a alternativa CORRETA referente à conduta nessa consulta pré-natal.
19) A infecção do trato urinário é o tipo mais frequente de infecção no ciclo gravídico - puerperal. Qual das drogas abaixo não é uma das primeiras escolhas para o tratamento da gestante?
Paciente, 28 anos, primigesta, vem iniciar o pré-natal de alto risco, pois faz uso de insulina desde os 20 anos de idade.





















