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Sobre a fisiopatologia do diabetes gestacional, assinale a alterna tiva CORRETA.
Primigesta de 39 semanas de idade gestacional, sem comorbidades, em seguimento no pré-natal de risco habitual, foi admitida na maternidade para condução do trabalho de parto. Quais são os cuidados e orientações a serem prestadas neste momento, de acordo com a Diretriz Nacional de Assistência ao Parto Normal, de 2022?
Uma gravidez (sem intercorrências) é dividida em:
Gestante, 36 anos, ex-tabagista, gesta 1. Relata atraso menstrual de seis semanas e B-hcG 1.800, com queixa de hemorragia intermitente, de intensidade leve, acompanhada de dor na região pélvica, de intensidade moderada e padrão intermitente, com predominância do lado esquerdo e queixa de dor no ombro ipsolateral. Histórico de doença inflamatória pélvica por clamídia. Ao exame, apresenta palidez, sudorese e hipotensão postural. Considerando a hipótese diagnóstica de gestação ectópica (GE), qual das seguintes alternativas representa a conduta mais provável diante do quadro?
É uma contraindicação para paciente gestante:
“Ao toque vaginal, palpa-se útero de aspecto assimétrico devido ao abaulamento da região onde houve implantação ovular.” O trecho refere-se a qual sinal de probabilidade de gestação?
Assinale a alternativa que contém a Malformação Cardíaca Fetal que na maioria dos casos é detectada no corte de 4 câmaras, EXCETO:
“Surgimento de pressão arterial sistólica ≥ 140mmHg ou pressão arterial diastólica ≥ 90mmHg em, pelo menos, duas aferições com intervalo mínimo de 4 horas entre eles, em uma mulher previamente normotensa e a partir de 20 semanas de gestação. Não deverá haver proteinúria ou sinais graves de pré-eclâmpsia”. O , neste caso, refere-se a qual dos diagnósticos abaixo?
Primigesta de 18 anos, com gestação de 40 semanas e 2 dias, sem comorbidades, procura o pronto-socorro para avaliar indução de parto. Exame: PA: 100 x 60, FC: 96, DU ausente, toque vaginal: colo 20% esvaecido, posterior, consistência intermediária, 3 cm, bolsa íntegra, cefálico, alto e móvel (-2 de Lee). Cardiotocografia categoria 1. Qual a melhor conduta?
Quanto à característica e ao tempo normal da loquiação, é correto afirmar que a
É considerado fator de risco para a miocardiopatia periparto:
Gestante de 33 semanas apresenta diagnóstico de restrição de crescimento fetal tardio (circunferência abdominal no percentil 1). Para controle da vitalidade fetal, um parâmetro que só é utilizado para os fetos com restrição tardia é:
No contexto do manejo da gravidez molar completa, identifique a abordagem mais apropriada para o seguimento pós-molar em pacientes de alto risco para neoplasia trofoblástica gestacional, considerando as diretrizes mais recentes da FIGO (Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia):
Na gestação gemelar quando a divisão do ovo ocorre do quarto ao oitavo dia, resultará em ovos
Qual é método mais utilizado para avaliação da vitalidade fetal intraparto?
Em relação à avaliação ultrassonográfica de gestação quíntupla em paciente de 24 semanas, apresentando três fetos em apresentação cefálica e dois pélvicos, com placentação dicoriônica triamnniótica (dois fetos monocoriônicos) e tricoriônica biamniótica (três fetos), modificação cervical com comprimento de 18mm e afunilamento de 30%, analise a correlação entre achados ecográficos e manejo obstétrico:
A gravidez ectópica tubária mais comum é a
O uso do fórcipe obstétrico está indicado em caso de
Primigesta, assintomática, com feto único, realiza ultrassonografia transvaginal com 22 semanas que encontra colo uterino medindo 22 mm de comprimento. Nesse caso, a conduta mais adequada é
Assinale a alternativa que representa a mais frequente e principal característica do estreito superior da bacia platipeloide.
Uma gestante iniciou pré-natal tardiamente. Ao exame físico, foi constatado que a altura uterina estava maior que a esperada para a idade gestacional referida, por isso foi solicitado um ultrassom. No exame, foi observada uma gestação gemelar, 1º feto cefálico com biometria compatível com 30 semanas e genitália típica masculina. O segundo feto pélvico, com biometria compatível com 29 semanas e genitália típica feminina. Demais parâmetros sem anormalidades. Essa gestação gemelar é:
Assinale a alternativa a qual sugere a hipótese diagnóstica de gestação em cicatriz de cesariana anterior.
Paciente 28 anos, na 28ª semana de gravidez, secundigesta e um aborto anterior, chega à emergência obstétrica referindo dor em baixo ventre. Trouxe, ainda, uma ultrassonografia realizada no 2º trimestre de gravidez, a qual sugeria uma imagem hiperecogênica (agregado espesso) no interior do líquido amniótico em polo inferior do saco amniótico, em contato direto com a parte superior do colo uterino. Assinale a alternativa INCORRETA referente à imagem ultrassonográfica descrita.
Paciente 16 anos, quartigesta (dois abortamentos, precoces e espontâneos) e na 7ª semana de gravidez, refere dor tipo cólica em baixo ventre e sangramento genital em pequena intensidade. Ao exame: toque vaginal fechado com sangramento discreto em dedo de luva e útero aumentado de volume compatível com a idade da gestação. Assinale a alternativa que indica a conduta mais adequada.
Paciente 23 anos, tercigesta (dois abortamentos, precoces e espontâneos) e na 8ª semana de gravidez, refere dor tipo cólica em baixo ventre e sangramento genital em pequena intensidade.
Assíndromes hipertensivas na gestação, especialmente a pré-eclâmpsia, representam um conjunto de distúrbios sistêmicos que, se não identificados precocemente, podem evoluir para complicações maternas e fetais graves. A identificação dos sinais premonitórios é fundamental para o manejo clínico e prevenção da eclâmpsia. Considerando os principais sinais clínicos de alerta e suas implicações na avaliação da gestante, assinale a alternativa que apresenta uma interpretação correta dos sinais indicativos de possível progressão para eclâmpsia:
Paciente na 38ª semana, tercigesta (dois partos vaginais) e sem pré-natal adequado, referindo dor em baixo ventre. Traz ultrassonografia no início da gravidez sugerindo edema fetal generalizado e ascite e outra na 31ª semana de gravidez sem alterações. Evoluiu com parto normal, sem intercorrências. Baseado no descrito, qual a conduta que o neonatologista deveria realizar baseada em um possível diagnóstico pré-natal?
Gestante 40 anos, na 22ª semana, veio ao setor de medicina fetal para ser submetida à ultrassonografia morfológica de 2º trimestre, a qual demonstrou agenesia de vermis cerebelar, dilatação do 4º ventrículo e alargamento da fossa posterior. Diante das alterações, qual a hipótese diagnóstica?
Em relação à apendicite aguda durante a gravidez, assinale a alternativa INCORRETA.
Paciente de 40 anos na 7ª semana de gravidez, chega a emergência referindo intenso mal-estar, náuseas e vômitos.



























