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Na década de 1970, o escândalo Watergate levou à queda do então presidente dos Estados Unidos, Richard Nixon. Os jornalistas Bob Woodward e Carl Bernstein, do The Washington Post, foram os responsáveis pela cobertura que contribuiu para o fim do mandato. A fonte anônima que ajudou os repórteres a deflagrar o escândalo, identificada como Garganta Profunda, teve sua identidade preservada por 33 anos. O sigilo mantido pelos repórteres por mais de três décadas demonstra respeito:
Trata-se de considerar os outros, suas opiniões, sentimentos e motivações. Sem isso, não há como chegar a uma negociação ganha-ganha, fruto de um relacionamento equilibrado. A ___________________ também nos torna capazes de enxergar além do próprio umbigo e ampliar nossa percepção da realidade com os pontos de vista dos outros. Entre as várias coisas que se pode fazer para praticá-la, a mais básica é saber ouvir.
O jornalista Caco Barcellos é autor dos livros Rota 66 e Abusado, que resultam de reportagens sobre a atuação da Polícia Militar de São Paulo entre as décadas de 1970 e 1990 e sobre o tráfico de drogas no Rio de Janeiro, respectivamente. Ambas as obras são reconhecidas como livros-reportagens que utilizam recursos da retórica literária em sua elaboração. Isso significa que:
Em relação aos itens abaixo é deselegante ao conversar, exceto
Abaixo há algumas regras que devemos seguir na convivência com os nossos colegas de trabalho. Leia as afirmações e julgue as verdadeiras: I - Esteja sempre disponível. Existem tarefas para cada funcionário. Não se negue a fazer qualquer coisa para a qual for designado, mesmo que ela pareça que não esteja á sua altura e competência. II - Seja positivo. Todas as coisas parecem impossíveis de serem realizadas e de ter um resultado real. Mas, ajude desde o início com novas ideias. Nunca diga não! III - Seja pontual em seus compromissos. Pontualidade é sinônimo de responsabilidade e respeito aos demais. Pontual nos encontros, nas reuniões, na chegada à empresa, na execução de uma tarefa. IV - Saber ouvir é um dom que nem todos possuem. Ouça mais e fale menos.
O dicionário Houaiss define o verbete “bar” como “estabelecimento público popular composto de um balcão e bancos altos, onde são vendidas e servidas bebidas e refeições ligeiras”. Essa definição abona, por exemplo, um enunciado como: “Fui ao bar do Zé; gostei de tudo, menos do balcão”.
As fábulas podem ser definidas como uma narrativa curta com ações protagonizadas por vegetais, objetos, animais e seres humanos, a qual, ao final, apresenta uma moral implícita. Das alternativas abaixo, qual traduz a ideia principal da fábula:
Em Jornalismo diário, Ana Estela de Sousa Pinto apresenta uma série de lides problemáticos. Veja abaixo, alguns deles e relacione-os com os problemas identificados na coluna a seguir. 1. Os moradores da alameda Franca devem estar cansados da obra que já dura três semanas. 2. Muitos moradores do sertão cearense ficarão sem água este mês. 3. Maquiagem e cabeleireiro, que fazem a alegria das mulheres, são o tema de um seminário na semana que vem. 4. É cada vez mais comum encontrar mulheres que, entre parar de trabalhar ou deixar o filho em casa com a babá, escolhem uma terceira opção: levar o bebê para o escritório. 5. Num jogo fraco, o Brasil perdeu para a Argentina no campeonato de basquete. ( ) Parte de estereótipo. ( ) Baseia-se em adjetivo. ( ) Baseia-se em suposição. ( ) Baseia-se em imprecisão. ( ) “Esquenta” artificialmente uma informação. A sequência que corresponde à ordem CORRETA, de cima para baixo, da coluna acima é:
A comunicação não verbal inclui, exceto:
Leia o trecho a seguir. Nada parece mais característico da ideia de cidadania do que a construção de instrumentos legítimos de articulação entre projetos individuais e projetos coletivos. Tal articulação possibilitará aos indivíduos a participação ativa na sociedade, assumindo responsabilidades relativamente aos interesses e ao destino de toda a coletividade. No sentido do texto, educar para a cidadania significa
De acordo com a legislação brasileira, fomentar a formação dos jovens para a cidadania é tarefa
A busca por um modelo alternativo àquele industrial, sedimentado em torno de segredos industriais, direitos reservados e sistemas produtivos rigidamente hierárquicos, assim como a defesa de que o conhecimento deve ser visto não como mercadoria, mas como um bem coletivo que precisa ser sempre compartilhado são características, no jornalismo participativo,
Leia com atenção as afirmativas abaixo sobre as rotinas jornalísticas. I.Elas podem distorcer ou simplificar arbitrariamente o mundo dos acontecimentos. II.Ao promoverem padrões de cobertura noticiosa, assim como de redação e edição, elas diminuem os constrangimentos dos jornalistas. III.A utilização rotineira de fontes oficiais e a recorrência a especialistas para descodificação facilitam a manipulação. IV.A utilização frequente da informação de agência traz, por consequência, a diminuição da polifonia democratizante em favor da uniformidade. Sobre elas, pode-se dizer que
Em Jorge Pedro Sousa encontramos dois tipos de pressão sobre os meios jornalísticos: os do topo para a base e os da base para o topo. As alternativas abaixo constituem pressões do topo para a base, EXCETO
Novidade, atualidade, pressuposição, desvio e negatividade, constituem, segundo Van Dijk,
Em japonês excelência se diz Kaizen (kai – mudança e Zen – melhor) desta forma conclui-se que é uma melhoria continuada. No seu cotidiano para realizar um atendimento de excelência deve:
A telefonista é um profissional indispensável no atendimento ao público. Seu serviço funciona como um cartão de visitas para a instituição. Para o bom desempenho da profissão deve: I - Ter voz clara, com boa dicção e bom português; II - Atender com cortesia, simpatia e paciência; III - Conhecer as pessoas, os departamentos e a função de cada colega de trabalho; IV - Manter sigilo e discrição; V - Ter postura e atitudes apropriadas; VI- Manter-se desatualizada com relação às normas e instruções. A alternativa CORRET A é:
Considere as afirmações abaixo sobre os propósitos de Janete Clair com a sua carta para a Censura. I - Janete Clair pretendia manifestar seu desagrado com os acontecimentos sobre desapropriações no Catete, visto que a obra deixou pessoas sem suas casas. II - A autora queria manifestar a sua indignação com os cortes que tinham sido feitos nos primeiros capítulos da sua novela. III - Janete Clair pretendia repudiar a ação dos censores e questionar o modo pelo qual eles haviam interferido no seu texto. IV - A autora queria manifestar o seu protesto contra a Censura e dizer que não entendia, por exemplo, a partir de qual ponto de vista pessoas prejudicadas por uma obra pública não poderiam sequer reclamar sobre seus inconvenientes. V - Janete Clair pretendia chamar a atenção da Censura para as causas do Feminismo e para as causas ambientalistas mesmo antes de essas questões serem discutidas institucionalmente no Brasil. Quais estão corretas?
Para afirmar que o leitor não é passivo, mas agente que busca significações, Geraldi (2001, p. 91) cita um trecho de Authier-Revuz, no qual se lê: “o sentido de um texto não é jamais interrompido, já que ele se produz nas situações dialógicas ilimitadas que constituem suas leituras possíveis”. A tira apresentada serve para ilustrar o pensamento de Geraldi e Authier-Revuz, porque sua leitura depende
Ao ler uma notícia em jornal impresso, o leitor deve situar o evento ocorrido com base
O argumento principal utilizado pelo autor para justificar seu erro apóia-se na constatação de que
No terceiro parágrafo, a autora explica que “não falava em vocação, tinha pudor em assumir o ofício, falar em vocação não poderia parecer arrogância com um toque até de soberba?”. O discurso adotado nesse trecho demonstra que uma propriedade fundamental da linguagem é sua heterogeneidade constitutiva. Essa afirmação pode ser comprovada, porque, no trecho,
O trecho transcrito serve de exemplo para a seguinte afirmação sobre leitura:
O penúltimo parágrafo é marcado pelo recurso da intertextualidade. Há no texto o encontro de duas materialidades textuais distintas (FIORIN, 2006). Esse encontro, no parágrafo em questão, permite dizer que
Lygia explica que “escrever é difícil, sim, aquele duro corpo-a-corpo com a palavra mas assim que entro no imaginário, na fantasia me sinto bem porque essa é a zona do mistério, a criação literária é um mistério.” Pensando na recepção da obra literária, pode-se relacionar o seguinte trecho de Zilberman (1994, p. 24): Esta [a leitura] não representa a absorção de uma certa mensagem, mas antes uma convivência particular com o mundo criado através do imaginário. A obra de arte literária não se reduz a um determinado conteúdo reificado, mas depende da assimilação individual da realidade que recria.” Com base nessas ideias, acerca da criação e da leitura literárias, o professor alcançará resultados negativos se ele
Pela leitura do texto, é possível afirmar que o discurso constitui as identidades de grupo. A identificação com um determinado grupo é assegurada também por práticas não-lingüísticas que dizem respeito à escolha
No final do primeiro parágrafo, pode-se ler que



























