A tira acima coloca em funcionamento dois gêneros. Nesse sentido, o recurso argumentativo utilizado é
Para afirmar que o leitor não é passivo, mas agente que busca significações, Geraldi (2001, p. 91) cita um trecho de Authier-Revuz, no qual se lê: “o sentido de um texto não é jamais interrompido, já que ele se produz nas situações dialógicas ilimitadas que constituem suas leituras possíveis”. A tira apresentada serve para ilustrar o pensamento de Geraldi e Authier-Revuz, porque sua leitura depende
A leitura do artigo de Nelson Ascher permite afirmar que o título de seu texto
Ao ler uma notícia em jornal impresso, o leitor deve situar o evento ocorrido com base
O argumento principal utilizado pelo autor para justificar seu erro apóia-se na constatação de que
A interação entre enunciados que resulta no artigo de opinião elaborado por Nelson Ascher possibilita a afirmação de que
As características discursivas do texto de Nelson Ascher são próprias do gênero artigo de opinião que se distingue do gênero notícia pelo fato de aquele
Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) de terceiro e quarto ciclos, para língua portuguesa, “no ensino-aprendizagem de diferentes padrões de fala e escrita, o que se almeja [...] é permitir-lhes [aos alunos] a escolha da forma de fala a utilizar, considerando as características e condições do contexto de produção, ou seja, é saber adequar os recursos expressivos, a variedade de língua e o estilo às diferentes situações comunicativas.” No artigo Herrar é umano, Nelson Ascher afirma que “nesse caos dinâmico, cada jornalista ajusta as prioridades segundo suas luzes [...]”. Relacionando a opinião de Ascher com a concepção de ensino dos PCN, pode-se formular a seguinte afirmação:
Ao apresentar os conteúdos referentes às práticas de leitura, produção textual e análise lingüística, os PCN colocam os gêneros de imprensa como um dos privilegiados para o trabalho em sala de aula. Quanto à prática de análise lingüística, o trabalho com diferentes gêneros de imprensa se justifica, porque os textos
Com base na concepção dialógica de linguagem, defendida por Mikhail Bakhtin, pode-se depreender que
O título “O chamado” é relacionado, no texto, à vocação. Para a autora, vocação é uma palavra que
Lygia Fagundes Telles fala sobre a vocação de ser escritora. Deslocando sua narrativa de experiência para a questão do ensino da produção de texto na escola, pode-se citar os PCN quando afirmam que o texto literário ultrapassa e transgride padrões, noções e conceitos. Nesse sentido, no trabalho em sala de aula, o texto literário deve ser visto como
Ao mostrar e demarcar a voz da mãe em “foram elas que me ensinaram a dura lição do desafio de exigir rapidez de raciocínio a alguém assim de reações demoradas, lentas, Uma tartaruga! ouvi minha mãe gracejar”, a autora, por meio do discurso indireto (FIORIN, 2006), revela
No trecho “Em guarda! ele ordenava e eu tentando disfarçar a natural lerdeza [...].”, o uso da frase imperativa e do tempo verbal no imperfeito indica que o recurso lingüístico utilizado é
No terceiro parágrafo, a autora explica que “não falava em vocação, tinha pudor em assumir o ofício, falar em vocação não poderia parecer arrogância com um toque até de soberba?”. O discurso adotado nesse trecho demonstra que uma propriedade fundamental da linguagem é sua heterogeneidade constitutiva. Essa afirmação pode ser comprovada, porque, no trecho,
O sentido produzido no enunciado pode ser acessado pelo leitor, porque
O trecho transcrito serve de exemplo para a seguinte afirmação sobre leitura:
O penúltimo parágrafo é marcado pelo recurso da intertextualidade. Há no texto o encontro de duas materialidades textuais distintas (FIORIN, 2006). Esse encontro, no parágrafo em questão, permite dizer que
De acordo com a perspectiva bakhtiniana, todo texto se organiza dentro de determinado gênero. Nesse sentido, a produção escrita na escola requer um trabalho em que se leve em consideração
Lygia explica que “escrever é difícil, sim, aquele duro corpo-a-corpo com a palavra mas assim que entro no imaginário, na fantasia me sinto bem porque essa é a zona do mistério, a criação literária é um mistério.” Pensando na recepção da obra literária, pode-se relacionar o seguinte trecho de Zilberman (1994, p. 24): Esta [a leitura] não representa a absorção de uma certa mensagem, mas antes uma convivência particular com o mundo criado através do imaginário. A obra de arte literária não se reduz a um determinado conteúdo reificado, mas depende da assimilação individual da realidade que recria.” Com base nessas ideias, acerca da criação e da leitura literárias, o professor alcançará resultados negativos se ele
No primeiro parágrafo do texto, as aspas colocadas na palavra trabalhos indicam
O comentário da notícia é marcado pela manifestação da subjetividade que se dá por meio do uso de
O jornalista recorre à intertextualidade no título do texto. Esse recurso requer uma leitura que
Na referência a outras “línguas”, o pronome outras é responsável
Pela leitura do texto, é possível afirmar que o discurso constitui as identidades de grupo. A identificação com um determinado grupo é assegurada também por práticas não-lingüísticas que dizem respeito à escolha

























