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Franco (2012, p. 48) destaca que, no século XVII, a “[...] expansão de alunos em diferentes escolas trouxe à tona o problema pedagógico essencial: como, para que, o que e para quem ensinar ? Para resolver essas questões, recorreu -se a modos de pensar e fazer a educação; portanto, recorreu -se a uma pedagogia”. Nesse contexto histórico, a autora destaca que um filósofo, em sua obra, contribuiu sobremaneira para a constituição da Pedagogia como ciência, pois superou o aspecto meramente metodológico do como fazer , pensando no sentido da educação, nas finalidades do ensino (o que estudar) e nos objetivos da educação (para que ensinar). Esse filósofo é:
Considerando o contexto educacional histórico do Brasil, por mais que as leis indicassem mudanças, a realidade pouco se alterava; a educação, com toda a sua magnitude, se destina a beneficiar a classe dominante, qual seria a característica central da educação oferecida às aulas populares ao longo dos anos?
A escola é um importante local de troca e de aprendizado. Sobre o papel e/ ou as características da escola , É INCORRET O afirmar :
A História da Educação e da Pedagogia é uma disciplina que estuda o desenvolvimento e a evolução dos sistemas educacionais e das práticas pedagógicas ao longo do tempo. Sobre esse campo de estudo, avalie as afirmativas a seguir e marque V para as verdadeiras e F para as falsas.
Qual autor é responsável pela produção da obra “Emílio ou Da Educação”?
Os Jesuítas foram responsáveis por realizar práticas de ensino na história da educação no Brasil, especificamente no período do conhecido como:
O "Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova" (1932) surgiu em um contexto de avanços democráticos no país e foi um marco no movimento pela renovação educacional. Sobre este documento podemos afirmar que:
A evolução de um saber unitário para uma diversificação em múltiplos campos científicos notavelmente desconectados uns dos outros (Zabala, 2002). Na história da educação, esse fato teve sérias implicações pedagógicas, dentre as quais destaca-se:
De acordo com Nogueira et. al, 2002, até meados do século XX, predominava nas Ciências Sociais e mesmo no senso-comum uma visão extremamente otimista, de inspiração funcionalista, que atribuía à escolarização um papel central no duplo processo de superação do atraso econômico, do autoritarismo e dos privilégios descritos, associados às sociedades tradicionais, e de construção de uma nova sociedade que teria como umas das características ser:
Muitos teóricos da História da Educação e da Pedagogia no Brasil problematizam o período que corresponde às décadas de 1920 e 1930 como um tempo e espaço em que houve um tipo de hiperdimensionamento do papel da educação institucionalizada na construção da ordem e do progresso nacionais. Dessa maneira, analisam que, na passagem do “entusiasmo” para o “otimismo” relativos aos processos educacionais, ter-se-ia produzido, nos movimentos em prol da educação, uma crescente dissociação entre problemas sociais, políticos e econômicos e os problemas pedagógicos, tornando urgente, naquele período, a criação do papel do “reformador social”. Assinale a alternativa que nomeia o documento que se tornou um símbolo desse período.
Relacione adequadamente os tipos de tendências às suas características. 1. Tendência tradicional. 2. Tendência renovada. 3. Tendência tecnicista. 4. Tendência renovada não diretiva. ( ) Formação de atitudes. ( ) A escola deverá adequar as necessidades individuais ao meio social. ( ) Acontece por meio das experiências, pesquisas e métodos de solução dos problemas. ( ) Preparação intelectual e moral dos alunos para assumir seu papel na sociedade. ( ) É modeladora do comportamento humano através de técnicas específicas. A sequência está correta em:
A escola, tal como a conhecemos hoje, intitulada pelos historiadores da educação como Escola Moderna, começou a se configurar em fins do século XVI e ao longo do século XVII. Antes disso, nas sociedades antigas e medievais, já havia a preocupação com a educação de seus jovens, os quais estudavam ou individualmente, sob a orientação de um mestre, ou em pequenos grupos, independentes de idade ou seriação. Adultos e crianças frequentavam a mesma classe durante o tempo que desejassem ou precisassem, e isso não era considerado um problema. As teorias da psicologia da aprendizagem, que estabelecem etapas para o desenvolvimento humano, virão muitos anos depois. Mas a escola moderna organiza-se inicialmente com características que já se conhece bem: ● A preocupação em separar os alunos em classes seriadas, de acordo com a faixa etária; ● A divisão sistemática dos programas de acordo com cada série; ● Os níveis de estudos passam a ser sequenciados: a escola elementar (ler, escrever e contar), com a escola média ou profissional e os estudos superiores; o tempo para o estudo e para o cumprimento dos programas para uma determinada série também passam a ser preestabelecidos. ● Não será mais o ritmo de aprendizado do aluno que dirá de quanto tempo ele necessita para aprender, mas sim o ritmo imposto pela instituição. Identifique qual NÃO é uma característica da escola moderna, conforme mencionado no texto.
Historicamente, por alguns períodos a ideia de “educar” esteve fortemente atrelada à religião, como no período colonial. Todavia, houve um contexto histórico em que ideias hoje já consolidadas, como a de que a escola deve ser leiga (não religiosa) e livre (independente de privilégios de classe), foram trazidas à tona e realizadas como possibilidade de transformação social. A qual contexto histórico se faz referência?
Com base em Danilo R. Streck (Rousseau & a educação. 2.ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2004), concluiu-se que o filósofo genebrino Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), trouxe, para os estudos didáticos, duas grandes contribuições originais, consideradas uma revolução Copernicana para a educação da época, a saber: I. Enfatizou o fato de a criança não ser um adulto em miniatura (homúnculo), mas um ser que se desenvolve em estágios próprios de capacidade e de maturidade (pedagogia da infância), cujas características devem ser observadas no processo de ensino. II. Foi considerado historicamente o Pai da Didática por ter sistematizado, pela primeira vez, sob a forma de um compêndio, os principais pontos de uma teoria didática consistente. III. Salientou a necessidade de o professor conhecer não só o conteúdo a ser ensinado e a técnica de ensiná-lo, mas também de conhecer seu público-alvo (os alunos) e suas características. IV. Ampliou o campo de atividade da didática, tornando-a ciência e arte de comunicar conhecimentos e de formar a inteligência por meio de uma proposta em cinco passos: preparação, apresentação, associação, generalização e aplicação. Assinale:
Em 1932, foi publicado o Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova: a reconstrução educacional no Brasil. Um dos autores deste manifesto, como filósofo da educação, era otimista perante a realidade da ciência, o método científico e as suas aplicações técnicas, e isso o conduziu também ao entusiasmo em relação a uma nova escola. Por isso, ele pôde promover uma nova mentalidade baseada no experimentalismo, a qual o levou também a enfatizar os valores morais e a conduta humana.
Este texto se refere a:
Pode se dizer que, em diferentes períodos históricos, a educação foi mitificada e utilizada em discursos salvacionistas. Os mitos da educação acabam sendo erigidos em razão de sua centralidade política e social. Segundo os principais historiadores da educação, em que período histórico essa mitificação encontrou sua afirmação máxima?
Durante o século XIX, o Brasil passou por transformações oriundas do impacto da industrialização no país. Assim, “a Arte-Educação assumia então um papel diferente, representando o instrumento através do qual se preparavam competentes profissionais do desenho para ajudar a Nação a vencer a concorrência comercial com a Europa” (Barbosa, 1988, p. 41-42). O desenho industrial foi uma conquista na Arte-Educação, mas, também, ao mesmo tempo, deu início a um conflito entre as Belas Artes e as Artes Industriais, visto que se “explicitou a exigência do desenho na escola especificamente para ser usado em fábricas, não para as Belas Artes ou a expressão criativa, dando importância apenas ao seu aspecto técnico” (Barbosa, 1988, p. 42). Nesse contexto, a educação sofreu a influência de duas correntes filosóficas. A primeira interferiu por meio de elementos que lutavam a favor da revolução industrial, enxergando o ensino do desenho como uma iniciação profissional. Nesse momento, o desenho geométrico e industrial se apresentava como um meio de educar para o trabalho e, também, para desenvolver valores estéticos e espirituais. A segunda, almejava a educação da mente em prol do progresso social e político. Nessa perspectiva, o desenho era visto como uma etapa que poderia contribuir para o estudo da ciência, o qual era submetido a padrões estéticos que eram reduzidos à geometria (Barbosa, 2012). As duas correntes filosóficas referidas nos textos são, respectivamente:
Provavelmente um dos mais importantes pensadores da história do Brasil, o professor ________(1921-1997) defendia transformações radicais para a educação. Entre suas inúmeras contribuições, estava a da necessidade de valorizar o conhecimento popular, integrando-o à pedagogia. Defensor incansável de um ideário democrático, ele acreditava que a educação era a maior das armas contra a opressão e que a autonomia dos educandos deveria ser a principal conquista do fazer educativo. Para ele, não existe ensino sem aprendizagem, em uma relação interdependente, de profundo respeito entre educador e educando. Assinale a alternativa que preenche a lacuna corretamente:
Ao final do século XIX e início do século XX, vemos que as brincadeiras e os materiais pedagógicos passaram a ser considerados como o principal instrumento de trabalho nas escolas, sobretudo naquelas de educação infantil. Anos depois, sobretudo em meados de 1920, vemos o levante do Movimento Escola Nova, iniciado nos Estados Unidos. No Brasil, o Movimento Escola Nova surgiu, também, em meados de 1920 e 1930. É um dos grandes precursores da Escola Nova no Brasil:
As tendências pedagógicas brasileiras como construções sócio-históricas de práticas pedagógicas foram muito influenciadas pelo momento cultural e político da sociedade, em cada período histórico, pois foram trazidas à luz graças aos movimentos sociais e filosóficos. Elas podem ser consideradas como modelos de perspectivas da educação brasileira. O conhecimento dessas tendências possibilita aos professores a reflexão crítica de suas práticas pedagógicas assim como o conhecimento histórico do desenvolvimento da educação no Brasil. Considere as informações apresentadas no quadro abaixo, no qual estão descritos elementos de duas tendências pedagógicas. As tendências as quais o quadro faz referência são, respectivamente,
Julgue o trecho abaixo: O ensino de Arte no Brasil no período colonial estava muito voltado para a educação dos escravizados africanos. Sob liderança dos jesuítas, os escravizados africanos foram educados tanto para conhecer a religião católica, a partir de um projeto de catequização, quanto para desenvolver artes e ofícios que os capacitassem para a construção e a ornamentação de templos, conventos e residências. Após análise, marque a alternativa que corresponde ao excerto acima:
(CP – PORTO BELO /SC, 2019). Iniciado em 1942, o período institucional ficou conhecido dentro da história da Orientação Educacional pelo fato de ser sido determinado pela exigência legal da Orientação Educacional nos estabelecimentos de ensino. O conjunto de leis orgânicas aprovadas no período ficou conhecido como:
No Brasil, o movimento da Escola Nova baseou-se no modelo pragmatista de Dewey. Em 1932, foi escrito e divulgado o documento que se tornou o marco inaugural do projeto de renovação educacional. O documento é conhecido como “Manifesto dos Pioneiros” e defendia a concretização de uma escola:
Após as grandes guerras, uma nova concepção de Educação e especificamente da Educação Física fixou raízes no Brasil, influenciado pelo educador John Dewey e em oposição à escola tradicional. Qual é o nome dessa concepção?
Sobre a história da Educação de surdos durante a Idade Moderna, é CORRETO afirmar.
Sobre a história da Educação de surdos nos Estados Unidos, é CORRETO afirmar.
No Brasil, assim como em outros países de colonização luso-espanhola, a "modelagem" da rotina escolar foi, inicialmente, uma construção jesuítica pensada sob a influência das escolas medievais. Elas foram traduzidas nas escolas por via de métodos formais que determinavam uma rígida organização de classes, horários, disciplinas, movimentos e atitudes. Tempos e espaços escolares são entendidos pelos religiosos como racionalidades instrumentais. São colocados a serviço de uma "ordem" que deveria ser estabelecida e, assim, controlada. Sem dúvida, a educação contemporânea, em muitos aspectos, se tornou mais complexa, porém a escola não deixou de se submeter às exigências de uma racionalidade marcada pela técnica, pela funcionalidade, pela objetividade e pela hierarquia. A partir da segunda metade do século XX, vários pesquisadores têm denunciado essa lógica que concebe tempo e espaço como categorias que são objetivadas e controladas a critério dos interesses de classes, com as evidentes ampliação e disseminação da literatura, produzida, sobretudo, no âmbito:
Pensador que defendia uma educação baseada na autonomia e criatividade. Propôs que a educação seguisse a liberdade e o ritmo da natureza, enfatizando que cada criança tem seu ritmo de aquisição de conhecimento e aprendizagem.
Educador que sugere a prática pedagógica que vai além dos limites da sala de aula, integrando-se as experiências vivenciadas pelas crianças em seu meio social. Considera as atividades manuais e intelectuais como formadoras de disciplina pessoal e a criação do trabalho-jogo como eixo de uma escola popular. Sugere atividades como o livro da vida, desenho livre, cantinho pedagógico.
Educador francês que atribui grande importância a afetividade no processo evolutivo. Afirma que a vida psíquica é formada pelas dimensões motora, afetiva e cognitiva que coincidem e atuam de forma integrada. Caracteriza as diferentes etapas de desenvolvimento: impulsivo-emocional, sensório-motor e projetivo, personalismo, categorial, puberdade e a adolescência.





















