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Nas lesões medulares completas ao nível de C6, a função motora preservada permite:
Leia o caso a seguir.
Uma Unidade Básica de Saúde (UBS) recebe um paciente de 72 anos com diagnóstico de doença de Parkinson. O paciente apresenta tremor de repouso, rigidez muscular, bradicinesia e instabilidade postural. O fisioterapeuta, nesse caso, deve
Um fisioterapeuta atua em uma Unidade de AVC e é chamado para avaliar um paciente de 62 anos, 18 horas após o início dos sintomas de um AVC isquêmico. O paciente está clinicamente estável, com NIHSS de 12. Com base nas recomendações do consenso brasileiro de reabilitação do AVC, qual deve ser a conduta imediata e a justificativa CORRETA?
Durante uma sessão de mobilização, treino de sentar na beira do leito, de um paciente após AVC hemorrágico, o fisioterapeuta monitora os sinais vitais. O paciente apresenta NIHSS inicial de 8. No meio da atividade, o paciente queixa-se de tontura súbita e o oxímetro de pulso indica SpO2 de 88%, enquanto a frequência cardíaca (FC) atinge 125 bpm. De acordo com os critérios de segurança, qual a decisão clínica correta?
Um paciente com AVC agudo é atendido pelo fisioterapeuta no hospital. O fisioterapeuta planeja uma intervenção baseada em Terapia Orientada à Tarefa (TOT) para os membros superiores, considerando que o paciente possui grau de força muscular 2 em flexores de ombro. Qual estratégia de intervenção e dosagem é a mais adequada para este caso?
Um paciente de 28 anos, com lesão medular nível T4 (ASIA A), está em atendimento fisioterapêutico para treino de transferência. Subitamente, ele apresenta cefaleia intensa, sudorese profusa acima do nível da lesão, rubor facial e um aumento súbito da pressão arterial (160x100 mmHg), sendo que sua pressão basal costuma ser baixa (90x60 mmHg). Considerando a fisiopatologia e as diretrizes de urgência para este quadro, qual deve ser a conduta imediata do fisioterapeuta e a causa mais provável?
Leia o caso a seguir.
Um paciente de 65 anos, após sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC) isquêmico, apresenta hemiparesia à direita, dificuldades de equilíbrio e limitações nas atividades de vida diária (AVDs). Considerando a abordagem fisioterapêutica adequada, qual deve ser a prioridade no plano de tratamento?
Carlos, 52 anos, é um homem com histórico de DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) e lesão do plexo braquial direito devido a um acidente de motocicleta ocorrido há seis meses. Ele foi admitido no hospital com queixas de fadiga extrema, sonolência diurna excessiva, dores no braço direito, e dispneia (falta de ar). Exames laboratoriais revelaram acidose respiratória moderada, e o paciente também relatou dificuldades em dormir, com despertares frequentes durante a noite e sensação de sufocamento. A equipe médica iniciou o tratamento para controlar a acidose respiratória, e o paciente foi encaminhado à fisioterapia para melhorar a qualidade do sono, gerenciar a acidose respiratória e tratar as consequências da lesão no plexo braquial. Em relação à lesão do plexo braquial pode se afirmar que a condução elétrica ou impulso nervoso estaria comprometido hipoteticamente para os seguintes nervos:
As lesões isoladas dos nervos periféricos referem-se a danos ou traumas que afetam um nervo específico fora do sistema nervoso central (cérebro e medula espinhal). Essas lesões podem ocorrer devido a uma variedade de causas, incluindo traumas físicos, compressão, lesões por esforço repetitivo, infecções ou doenças autoimunes. Aqui estão alguns pontos importantes sobre lesões isoladas dos nervos periféricos. Uma condição dolorosa que ocorre devido à compressão ou irritação do nervo ciático pelo músculo próximo, localizado na região glútea, causando dor e desconforto ao longo do trajeto do nervo define:
O plexo braquial é uma complexa rede de nervos localizada na região do pescoço e ombro, composta pelos nervos cervicais e torácicos superiores (C5 a T1). Ele fornece a maior parte da inervação sensorial e motora para os membros superiores. Lesões no plexo braquial podem resultar de traumas, como acidentes automobilísticos ou quedas, levando a sintomas como fraqueza muscular, perda de sensação, dor e dificuldade de movimento no braço e na mão, dependendo da gravidade e localização da lesão. Uma condição neuromusculoesquelética relacionada, caracterizada pela compressão de nervos ou vasos sanguíneos na região do pescoço e ombro, causando sintomas como dor, formigamento, fraqueza e até mesmo alterações na temperatura da pele da área afetada é a descrição da síndrome:
A neuropatia diabética é uma complicação comum em pacientes com diabetes tipo 2, que requerem cuidados especiais para evitar úlceras e outras complicações. O manejo adequado envolve a implementação de cuidados com os pés, como sugerido por Silva e Oliveira (2017), focando na educação sobre o uso de calçados e cuidados diários. Qual é a abordagem fisioterapêutica mais apropriada para o manejo da neuropatia diabética nos pés?
Ao avaliar um paciente no ambulatório de reabilitação, um fisioterapeuta observa que o paciente apresenta membros inferiores espásticos e que ao caminhar as pernas se cruzam uma na frente da outra. Qual das alternativas abaixo representa CORRETAMENTE o nome da marcha patológica e a doença neurológica associada?
A avaliação fisioterapêutica do paciente neurológico é imprescindível para que se estabeleça o melhor plano de tratamento. O fisioterapeuta deve compreender a fisiopatologia da doença e os mecanismos das lesões e estar apto a examinar as funções mais importantes. A seguinte afirmação refere-se à patologia neurológica: polineuropatia inflamatória desmielinizante aguda, caracterizada por apresentar uma rápida evolução ascendente de fraqueza de membros, geralmente simétrica e flácida com hipo ou arreflexia. A descrição ora apresentada refere-se à
As atividades físicas realizadas de forma adequada estimulam a neuroplasticidade. Existe uma substância que é como um alimento para o neurônio, que o ajuda a recuperar-se após o AVC. Chamamos essa substância de fatores neurotróficos, porque fazem o neurônio crescer, se adaptar. A maioria desses fatores é produzida durante o exercício físico, essa é a razão do exercício físico ser considerado um dos melhores remédios para o AVC. Ressaltamos que para esse resultado, o exercício físico deve ser feito de maneira correta, porque da mesma forma que o cérebro se adapta com estímulos adequados, faz o oposto com maus estímulos, denominado plasticidade maléfica. Em vez de agir para o bem, age para o mal. Num AVC, em relação à sequela motora, a via comprometida e o lado hemiplégico/hemisfério cerebral comprometido são respectivamente:
Pacientes pós-AVC frequentemente apresentam déficits motores e alterações na coordenação, necessitando de abordagens fisioterapêuticas específicas para promover a recuperação funcional. A terapia de treinamento em circuito, que combina atividades motoras funcionais e práticas repetitivas, é uma técnica eficaz, conforme descrito por Basso et al. (2006). Qual técnica fisioterapêutica é mais eficaz para melhorar a coordenação motora e restaurar as atividades funcionais em pacientes pós-AVC?
No contexto da fisioterapia neurológica, qual é a principal consequência fisiopatológica das lesões cerebrais que afetam o trato corticoespinhal?
A paralisia de Bell é uma condição neurológica que causa fraqueza ou paralisia temporária dos músculos de um lado do rosto. Esta condição ocorre devido à inflamação ou compressão do nervo craniano VII. Os sintomas geralmente surgem de forma súbita e podem incluir dificuldade para fechar o olho, queda de um lado da boca, perda do paladar na parte anterior da língua, lacrimejamento ou salivação excessiva, e dor ou desconforto ao redor da mandíbula ou atrás da orelha. A maioria dos casos de paralisia de Bell é temporária e os pacientes geralmente recuperam a função facial completa ou quase completa com o tempo, especialmente com o tratamento adequado, que pode incluir medicamentos e fisioterapia. Escolha a afirmação correta neste contexto.
Considerando a fisiopatologia da Doença de Parkinson, como se diferenciam, na prática clínica, considerando a importância da distinção da acinesia e da bradicinesia para a abordagem fisioterapêutica, assinale a alternativa CORRETA:
Ao avaliar um paciente com hanseníase e neurite do nervo ulnar, apresentando estágio irritativo (estágio I), caracterizado por dor, parestesia e hiperestesia, o fisioterapeuta pensou em condutas terapêuticas para este paciente. A fotobiomodulação
Em relação à fisioterapia no tratamento de pacientes com AVC, qual das seguintes técnicas é a mais indicada para melhorar o controle postural e a marcha?
Em pacientes com Acidente Vascular Cerebral (AVC), qual objetivo a fisioterapia busca alcançar ao utilizar técnicas de facilitação neuromuscular proprioceptiva (FNP)?
Em relação à Paralisia de Bell, assinale a alternativa incorreta quanto à massoterapia.
A identificação das funções corporais comprometidas nas principais síndromes neurológicas é um ponto significativo na propedêutica neurológica. Acerca desse assunto, marque a afirmativa CORRETA.
As alterações ao exame neurológico quando há comprometimento cerebelar estão relacionadas diretamente à região acometida. Deve-se sempre lembrar de que as alterações cerebelares observadas no exame neurológico são ipsilaterais à lesão, pelo fato de o controle cerebelar do movimento ocorrer por vias duplamente cruzadas. Entretanto, lesões das vias cerebelares, como no tálamo, podem ocasionar comprometimentos clínicos contralaterais. Com relação às alterações observadas na avaliação das disfunções do cerebelo, analise as afirmativas a seguir.
I. Na avaliação da marcha, na tentativa de andar normal ou por meio da sensibilização do exame pela marcha pé-ante-pé, observa-se alteração do equilíbrio, com ataxia da marcha e alargamento da base de sustentação do tipo ebriosa.
II. Com as manobras do índex-índex, índex-nariz, calcanhar-joelho, índex-dedo do examinador, o fisioterapeuta avalia alterações como nistagmo, comprometimento axial e equilíbrio estático.
III. A perda da capacidade do controle da musculatura agonista-antagonista é avaliada pelo comprometimento da parada (fenômeno de rebote de Holmes) e disdiadococinesia (incapacidade para realizar movimentos opostos rapidamente).
Estão corretas as afirmativas
Homem, 63 anos, diagnóstico de Doença de Parkinson, chega ao ambulatório de Fisioterapia para realizar uma avaliação fisioterapêutica. Na escala de Hoehn & Yahr (1 -5), o paciente encontra-se no estágio 2. Há cerca de 11 meses, vinha manifestando rigidez em membro superior direito, discreto tremor de repouso na mão e no pé direito, leve bradicinesia, leve instabilidade na marcha e dificuldade para realizar algumas atividades de vida diária, como, por exemplo, na tarefa de escrever. Considerando o quadro clínico do paciente, analise as assertivas abaixo sobre a conduta fisioterapêutica indicada para o caso e assinale a alternativa correta. I. Deve ser orientado ao paciente para que se mantenha mais tempo posicionado no leito para reduzir a espasticidade. II. No estágio da doença em que se encontra o paciente, deve-se realizar alongamentos e evitar exercícios de fortalecimento muscular para prevenir a instalação precoce de deformidades musculoesqueléticas. III. Orientar a realização de rotação e extensão de coluna vertebral nos exercícios e nas tarefas ao longo do dia a fim de melhorar a mobilidade axial, prevenir sua rigidez e manter sua independência. IV. Oferecer ao paciente estratégias que envolvam ritmos, podendo estar associadas a música, para manter a cadência rítmica, com o propósito de evitar episódios de congelamento na marcha. V. O uso de pistas visuais ao caminhar pode ajudar na atenção do paciente para manter a amplitude dos passos na marcha.
A maioria dos pacientes com doença de Parkinson (DP) apresenta déficit do equilíbrio corporal, deslocando anteriormente o centro de gravidade, proporcionando as quedas. Portanto, avaliar o equilíbrio com instrumentos validados e adequados à situação do paciente é fundamental para o fisioterapeuta estabelecer seu programa de tratamento. Com relação aos propósitos dos instrumentos utilizados para avaliar o equilíbrio na DP, assinale a alternativa correta.
A esclerose lateral amiotrófica (ELA) é uma doença do neurônio motor; é uma doença progressiva que envolve a degeneração do sistema motor em vários níveis: bulbar, cervical, torácico e lombar. A reabilitação neurofuncional é fundamental para que o paciente possa ter o benefício de melhor posicionamento, da melhor funcionalidade, da ausência de queixa de dor e da melhor mobilidade. Assinale a alternativa que descreve a indicação correta dos recursos fisioterapêuticos no tratamento da ELA.
Em relação à abordagem fisioterapêutica na doença de Parkinson, assinalar a alternativa CORRETA.
As lesões ligamentares do joelho estão entre as mais sérias das desordens desta articulação. O mecanismo de lesão é geralmente um forte estresse aplicado contra o joelho enquanto a extremidade está sustentando peso. Os pacientes queixam-se de sentir o joelho sair do lugar e falsear enquanto estão caminhando. Existem testes que podem ser empregados pelo fisioterapeuta para avaliar a estabilidade articular e ligamentar do joelho, como, por exemplo, testes para verificar a integridade ou a ruptura do Ligamento Cruzado Anterior (LCA). Tal teste é realizado com o paciente em decúbito dorsal, o joelho do paciente é mantido em 20º a 30º de flexão, o fêmur é estabilizado pela mão do fisioterapeuta, enquanto a tíbia é movida para frente. O teste é positivo quando há um aumento na translação anterior da tíbia, sugerindo ruptura do LCA. O trecho refere-se ao:
Em relação à fisioterapia na paralisia cerebral, considere as assertivas abaixo:
I. O tratamento fisioterapêutico visa melhorar o controle motor e promover o desenvolvimento funcional da criança.
II. A intervenção precoce é crucial para evitar complicações secundárias, como contraturas musculares.
III. O uso de dispositivos de assistência à mobilidade, como andadores, não é recomendado, pois pode prejudicar o desenvolvimento motor da criança.
Das assertivas, pode-se afirmar que:



























