Um fisioterapeuta está avaliando um paciente que apresenta uma úlcera crônica na perna. O diagnóstico médico aponta para uma úlcera venosa decorrente de Doença Venosa Crônica (DVC). Quais as alterações cutâneas estão associadas à úlcera venosa?
Um fisioterapeuta está realizando uma avaliação para identificar déficits de força na musculatura posterior da coxa. Considerando a organização anatômica e funcional dos músculos isquiotibiais, qual alternativa descreve CORRETAMENTE a principal ação e a inervação?
O Trígono Femoral é uma importante referência anatômica, localizada na região anterior e proximal da coxa, utilizada clinicamente para a palpação da artéria femoral. Com base na descrição dos limites e componentes do Trígono Femoral, quais músculos formam os limites medial e lateral do trígono, e qual a sequência dos elementos neurovasculares (Veia, Artéria, Nervo) de medial para lateral?
Um paciente idoso, acamado há várias semanas e com histórico de insuficiência venosa crônica, apresenta edema significativo nos membros inferiores. O fisioterapeuta planeja uma rotina de mobilização para auxiliar no retorno venoso e aliviar o acúmulo de sangue local. Do ponto de vista fisiológico, qual é o mecanismo primário que o corpo utiliza para superar a pressão hidrostática (que pode chegar a +90 mmHg em ortostatismo) e garantir o retorno unidirecional do sangue das extremidades inferiores para o coração?
Durante um teste ergométrico, a frequência cardíaca (FC) e a força de contração do coração (FCC) de um paciente aumentam significativamente em resposta ao esforço. A capacidade do coração de aumentar o débito cardíaco (DC) para atender à demanda metabólica tecidual é impulsionado por um efeito inotrópico positivo. Este ajuste é uma resposta regulatória extrínseca mediada, principalmente, pela estimulação do Sistema Nervoso Simpático (SNS) e pela liberação de catecolaminas. Assinale a alternativa CORRETA que explica o mecanismo celular de aumento da força de contração cardíaca induzido pelo SNS?
Um fisioterapeuta está revisando o prontuário de um paciente que sofreu um Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) decorrente de doença aterosclerótica, e que apresenta angina em situações como durante o exercício físico ou estresse. Qual o mecanismo fisiopatológico explica como a doença arterial coronariana leva à lesão e necrose miocárdica durante o aumento da demanda metabólica?
A prática de exercício físico em indivíduos pós-IAM só é considerada segura se as indicações e contraindicações relativas e absolutas forem seguidas. Com base nas principais diretrizes de reabilitação cardiovascular, qual das seguintes condições clínicas listadas abaixo representa uma contraindicação absoluta para a prática de exercício físico, impedindo o início ou a continuação da sessão?
O fisioterapeuta deve monitorizar o paciente pós-IAM durante toda a sessão de exercício físico, incluindo a fase de "volta à calma". Essa fase de desaquecimento é essencial devido aos riscos hemodinâmicos e autonômicos observados no período pós-exercício. Com base nos princípios de segurança durante o exercício físico após o IAM, qual mecanismo fisiológico representa o principal risco cardiovascular agudo que a realização de um período de "volta à calma" busca atenuar ou prevenir?
Um fisioterapeuta está considerando o uso da Laserterapia de Baixa Intensidade no manejo de úlceras venosas em membros inferiores. Qual o motivo que deve levar o fisioterapeuta a escolher por esse método?
Um fisioterapeuta está tratando um paciente com dor lombar crônica e planeja incluir o Laser de alta intensidade na intervenção. O efeito de controle da dor alcançado pelo laser de alta intensidade é explicado por:
Um fisioterapeuta atende uma paciente de 65 anos, com diagnóstico de Osteoartrite de Joelho bilateral (OAJ), apresentando dor crônica (EVA 7/10) e dificuldade na marcha. Após a avaliação inicial, o plano de tratamento inclui exercícios terapêuticos e o uso de recursos de eletrofototermoterapia para analgesia. O fisioterapeuta decide utilizar o laser de alta intensidade. Qual dos seguintes protocolos de intervenção, é o mais adequado para M.A?
Um fisioterapeuta está elaborando um plano de reabilitação cinesioterapêutica para um paciente com amputação transtibial, com objetivo de restabelecer sua independência e funcionalidade nas atividades de vida diária (AVDs). Quais tipos de exercícios devem compor o protocolo de intervenção?
Um paciente de 68 anos, tabagista crônico com diagnóstico de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), é admitido na unidade de pronto atendimento com quadro de sonolência, dispneia acentuada e uso de musculatura acessória. A gasometria arterial colhida em ar ambiente revela: pH: 7,25; PaCO2: 62 mmHg; PaO2: 52 mmHg; HCO3: 27 mEq/L; SaO2: 84%. Com base na interpretação clínica desses resultados, qual é o distúrbio ácido-básico predominante e qual o mecanismo fisiopatológico associado?
Durante a avaliação de um paciente com Enfisema Pulmonar, o fisioterapeuta observa, na inspeção estática, um tórax em tonel. Ao realizar o exame de espirometria, espera-se encontrar uma alteração específica na relação entre os volumes e fluxos pulmonares. Considerando a fisiopatologia do enfisema, qual achado espirométrico e mecânico é característico desta condição?
Um paciente jovem com Fibrose Cística apresenta-se para atendimento fisioterapêutico com grande quantidade de secreção viscosa e purulenta em vias aéreas distais. O fisioterapeuta decide aplicar a técnica de Drenagem Autógena (DA) para facilitar o transporte do muco. Para que a técnica seja eficaz no deslocamento da secreção das vias aéreas distais para as proximais, como deve ser a orientação de execução dada ao paciente?
Durante a fase de inspiração em ventilação espontânea, o sistema respiratório de um paciente adulto jovem saudável deve realizar uma série de alterações pressóricas para garantir a entrada de ar. Qual é o comportamento das pressões durante a inspiração normal?
Um fisioterapeuta está atendendo um paciente que apresenta bronquiectasia, grande volume de secreção em vias aéreas distais e bom nível de consciência e cooperação, e precisa selecionar uma técnica desobstrutiva. O objetivo é utilizar uma técnica ativa que utilize diferentes volumes pulmonares para descolar, coletar e expelir o muco sem causar colapso precoce das vias aéreas. Qual técnica ele deve selecionar?
Uma paciente de 45 anos, sexo feminino, procura atendimento fisioterapêutico com queixas de dor persistente, edema e sensação de calor em ambos os punhos, articulações metacarpofalângicas (MCF) e interfalângicas proximais (IFP). Ela relata que os sintomas se iniciaram de forma insidiosa há cerca de 7 meses, com piora progressiva e uma rigidez matinal que ultrapassa uma hora de duração. Ao exame físico, o fisioterapeuta observa tumefação simétrica nas MCFs, hipotrofia de músculos interósseos dorsais e uma leve tendência ao desvio ulnar dos dedos. A paciente apresenta exames laboratoriais positivos para o Fator Reumatoide e Anti-CCP. Considerando o caso relatado, assinale a alternativa CORRETA:
Um fisioterapeuta atua em uma Unidade de AVC e é chamado para avaliar um paciente de 62 anos, 18 horas após o início dos sintomas de um AVC isquêmico. O paciente está clinicamente estável, com NIHSS de 12. Com base nas recomendações do consenso brasileiro de reabilitação do AVC, qual deve ser a conduta imediata e a justificativa CORRETA?
Durante uma sessão de mobilização, treino de sentar na beira do leito, de um paciente após AVC hemorrágico, o fisioterapeuta monitora os sinais vitais. O paciente apresenta NIHSS inicial de 8. No meio da atividade, o paciente queixa-se de tontura súbita e o oxímetro de pulso indica SpO2 de 88%, enquanto a frequência cardíaca (FC) atinge 125 bpm. De acordo com os critérios de segurança, qual a decisão clínica correta?
Um paciente com AVC agudo é atendido pelo fisioterapeuta no hospital. O fisioterapeuta planeja uma intervenção baseada em Terapia Orientada à Tarefa (TOT) para os membros superiores, considerando que o paciente possui grau de força muscular 2 em flexores de ombro. Qual estratégia de intervenção e dosagem é a mais adequada para este caso?
Um paciente de 28 anos, com lesão medular nível T4 (ASIA A), está em atendimento fisioterapêutico para treino de transferência. Subitamente, ele apresenta cefaleia intensa, sudorese profusa acima do nível da lesão, rubor facial e um aumento súbito da pressão arterial (160x100 mmHg), sendo que sua pressão basal costuma ser baixa (90x60 mmHg). Considerando a fisiopatologia e as diretrizes de urgência para este quadro, qual deve ser a conduta imediata do fisioterapeuta e a causa mais provável?
Durante o segundo mês de reabilitação, um paciente com lesão medular cervical começa a apresentar redução da amplitude de movimento (ADM) no quadril, associada a edema, calor local e crepitação ao movimento passivo. O fisioterapeuta suspeita de Ossificação Heterotópica (OH). Com base nas diretrizes, qual cuidado deve ser tomado pela equipe de fisioterapia para evitar a progressão da OH?
Um fisioterapeuta avalia um paciente nas primeiras 24 horas após um trauma raquimedular. O paciente apresenta ausência total de movimentos e sensibilidade abaixo da lesão, além de ausência de reflexos profundos e do reflexo bulbocavernoso. Diante desse cenário, o que o fisioterapeuta pode afirmar sobre o prognóstico e o estado neurológico do paciente?
Um paciente com lesão medular nível C6 completa, está sendo treinado para melhorar sua independência nas Atividades de Vida Diária (AVDs). O fisioterapeuta foca no ganho funcional da mão para atividades de escrita e alimentação. De acordo com as perspectivas funcionais para o nível C6, qual estratégia motora é apropriada para este paciente?




























