60 questões encontradas
Nascida de um processo de superação do mito, numa busca por explicações racionais rigorosas e metódicas, condizentes com a vida política e social dos gregos antigos, bem como do melhoramento de alguns conhecimentos já existentes, adaptados e transformados em ciência. A ciência acima, trata -se da:
Paulo Henrique de Oliveira e Roberio Nunes dos Anjos Filho, no texto “Bioética e Pesquisas em Seres Huma- nos”, apresentam os princípios fundamentais da Bioética: “Os três princípios impressos pelo Relatório [Belmont] e referendados pela Bioética são os da autonomia, da be- neficência e da justiça. Todavia, a incidência de um quar- to princípio, o da não-maleficência, é reconhecida por muitos pesquisadores”. De acordo com Paulo Oliveira e Roberio Filho, o princípio da não-maleficência corresponde ao dever de
Jean-Paul Sartre, em seu livro O existencialismo é um humanismo , analisa a liberdade humana como se segue: “Estamos sós, sem desculpas. É o que posso expressar dizendo que o homem está condenado a ser livre”. No pensamento sartreano, a liberdade é acompanhada da ideia de “condenação” porque a
Em sua obra Argumentação: a ferramenta do filosofar, Juvenal Savian Filho explica que: “nossas maneiras de pensar com argumentos racionais são cinco: 1) indução, 2) dedução, 3) abdução, 4) analogia, 5) argumento de autoridade” (Adaptado). Com base na classificação apresentada por Juvenal Sa- vian Filho, o raciocínio dedutivo consiste em
Danilo Marcondes, na obra Iniciação à história da filoso- fia: dos pré-socráticos a Wittgenstein afirma: “Se, como diz Descartes no início do Discurso do método, o bom- senso, i.e., a racionalidade, é natural ao homem, sendo compartilhada por todos, o que explica a possibilidade e a ocorrência do erro, do engano, da falsidade? O erro resulta na realidade de um mau uso da razão, de sua aplicação incorreta em nosso conhecimento do mundo”. Segundo Danilo Marcondes, a importância do método na filosofia de Descartes está vinculada à necessidade de
Danilo Marcondes, na obra Iniciação à história da filoso- fia: dos pré-socráticos a Wittgenstein , afirma: “A filosofia contemporânea pode ser vista como resultado da crise do pensamento moderno no séc. XIX. O projeto moderno se define pela busca da fundamentação da possibilidade do conhecimento e das teorias científicas na análise da subjetividade, bem como por uma capacidade de ter ex-periências empíricas sobre o real, tal como encontramos no racionalismo e no empirismo. Esse projeto entra em crise a partir das críticas de Hegel e de Marx”. De acordo com Danilo Marcondes, na filosofia contempo - rânea, a concepção moderna de sujeito passa a ser
Em seu texto “Hans Jonas: Porque a técnica moderna é um objeto para a ética”, Oswaldo Giacoia Filho explica que: “O ponto relevante aqui é que a ingerência de dimensões remotas, futuras e globais em nossas decisões cotidianas, prático-mundanas é uma novidade ética; e a categoria éti-ca que é principalmente chamada ao primeiro plano por esse novo fato se chama responsabilidade. Inaugura um novo capítulo na história da ética” (Adaptado). Diante do cenário descrito no excerto, Hans Jonas pro- põe o “princípio responsabilidade”, que consiste em
Em sua obra O outro, Franklin Leopoldo e Silva afirma: “O sujeito é uma contínua construção que depende, sempre e ao mesmo tempo, dele e dos outros; por isso ele é sempre outro, puro processo, e nunca algo consolidado. [...] O sujei- to nunca se constituirá totalmente como realidade fechada em si mesma, porque a subjetividade não é mais do que a ação de tornar-se sujeito, constantemente reiterada”. A partir da análise de Franklin Leopoldo e Silva, o sujeito deve ser compreendido como
Na obra O existencialismo é um humanismo , Jean-Paul Sartre afirma: “O homem, tal como o existencialista o concebe, só não é passível de uma definição porque, de início, não é nada: só posteriormente será alguma coisa e será aquilo que ele fizer de si mesmo”. No existencialismo sartreano, a afirmação de que “não exis- te natureza humana” decorre do reconhecimento de que
Em “Do que se tem pensado sobre o trabalho”, Suzana Albornoz argumenta que: “Para Marx, o trabalho é pres-suposto em uma forma que o caracteriza como exclusi - vamente humano. O trabalho do homem tem uma quali - dade específica, distinta de um mero labor animal. [...] ‘O que distingue o pior arquiteto da melhor das abelhas é que o arquiteto ergue a construção em sua mente antes de a erguer na realidade.’ [...] No entanto, isso que torna o trabalho do homem propriamente humano, o projeto e a visão antecipada do produto, não está sendo possível na produção industrial mecanizada e em série”. De acordo com Suzana Albornoz, a perda da capacidade de antecipação mental do produto pelo trabalhador conduz à
Em sua obra Iniciação à história da filosofia: dos pré--socráticos a Wittgenstein , Danilo Marcondes argumenta que: “A filosofia analítica considera que o tratamento e a solução de problemas filosóficos devem se dar por meio da análise lógica da linguagem. Não se trata evidente - mente do português, mas da linguagem como estrutura lógica subjacente a todas as formas de representação, linguísticas e mentais. A questão fundamental é como um juízo, algo que afirmo ou nego sobre a realidade, pode ter significado e como podemos estabelecer critérios de verdade e falsidade desses juízos”. De acordo com Danilo Marcondes, a filosofia analítica atribui papel central à linguagem ordinária porque ela
Em “As diferentes concepções de natureza na socieda - de ocidental: da physis ao desenvolvimento sustentável”, Diogenes Rafael de Camargo e Kátia Vanessa Tarantini Silvestri afirmam: “Ao tentar escapar da falsa ideia em torno de homem e natureza derivada da physis medieval e moderna, [...] há na Ecosofia de Guattari uma militância em torno do micro para superar o dualismo entre homos e humus gerado pelo macro. Num cenário em que con- sumir não se reduz a um produto, mas o ato de consumir a fim de comprar a própria redenção por ser consumidor, os objetivos do Desenvolvimento Sustentável não reper- cutem efeitos como os almejados”. Com base no excerto, a Ecosofia tem por objetivo
No texto “Bioética e Pesquisas em Seres Humanos”, Paulo Henrique de Oliveira e Roberio Nunes dos Anjos Filho argumentam que: “A prática de inúmeras violações ao ser humano, sob o álibi do interesse científico, levadas a cabo no período da Segunda Guerra, [...] trouxeram à tona a questão da ética na pesquisa, evidenciando a ne- cessidade de priorizar a dignidade humana e de refletir acerca da regulamentação e dos limites da pesquisa em seres humanos”. O cenário descrito no excerto impulsionou o surgimento da Bioética, que, segundo Paulo Oliveira e Roberio Filho, contempla três elementos centrais:
Marilena Chauí, na obra Boas-vindas à filosofia , argu- menta que: “A Filosofia nasceu quando alguns gregos, admirados e espantados com a realidade [...], começa- ram a fazer perguntas e buscar respostas, demonstrando que [...] os acontecimentos naturais e as coisas da Natu-reza, os acontecimentos humanos e as ações dos seres humanos podem ser conhecidos pela razão humana”. Segundo Marilena Chauí, o espanto é motivador do sur- gimento da filosofia porque
Na 'Crítica da Faculdade do Juízo', Immanuel Kant discute o julgamento estético e introduz o conceito de 'juízo de gosto'. Sobre o conceito de 'juízo de gosto' em Kant, assinale a alternativa correta:
Na filosofia de Immanuel Kant, a sociedade civil representa um marco fundamental para a organização social e política da humanidade. Com base nessa concepção, assinale a alternativa que descreve corretamente a ideia de sociedade civil segundo Kant:
Uma série de práticas, ainda comuns no Brasil, geram problemas ambientais, dentre elas podemos destacar desmatamento, queimadas, poluição das águas e do ar, perda de biodiversidade e descarte irregular de lixo. O paradigma do 'bem viver' como sabedoria ancestral propõe uma alternativa a esse modelo. Assinale a alternativa que define o conceito de 'bem viver' para os povos originários latino-americanos:
Ao analisar a sistematização do conhecimento filosófico, observa-se que os primeiros filósofos são considerados os primeiros mestres, que visavam reformular os valores da sociedade e, na realidade, reformar a educação corrente. Eram, pois, filósofos e reformadores. Quem foram os primeiros educadores profissionais da civilização ocidental?
Para Aristóteles, a ética:
Sobre a filosofia da ciência, é verdadeiro afirmar:
Santo Agostinho, que serviu como bispo de Hipona, no norte da África, emergiu como um dos filósofos proeminentes de sua época. Ele representa um conjunto de filósofos que adotaram certas doutrinas cristãs e para os quais a filosofia não poderia contradizer as verdades encontradas nas Escrituras Sagradas. Consequentemente, a prática da filosofia floresceu durante o período medieval, impulsionada pela disseminação de escolas em mosteiros e catedrais, que tinham como objetivo principal a formação sólida do clero. Assinale a alternativa abaixo que apresenta corretamente a principal questão abordada por Santo Agostinho e como ele propõe sua resposta:
A maioria das obras de Voltaire aborda questões sociais e políticas da filosofia, tanto que os textos de Voltaire influenciaram os pensadores da Revolução Francesa, de 1789, e da Independência dos Estados Unidos, em 1783. Algumas características das obras de Voltaire foram descritas abaixo, porém apenas uma está correta, assinale-a:
Ao analisar a moral de civilização ocidental, Nietzsche identifica dois tipos de homem: o fraco e o forte. Nesse sentido, o homem
As especificidades que envolvem a razão, o pensamento e o intelecto humano sempre foram temas de primeira hora no campo da filosofia. Um autor, no entanto, abordou outros assuntos denunciando o aparecimento da sexualidade e o medo da degeneração ao abordar a conjuntura do século XIX. Esse autor foi
A perspectiva metodológica consta como referência para uma conjuntura argumentativa, dialeticamente empregada para justificar o saber, sua avaliação e produção discursiva, influenciando a concepção de linguagem na contemporaneidade desde
Novos pensadores, a despeito de uma filosofia africana, as discussões acadêmicas sobre o assunto no campo da teoria do conhecimento e história da filosofia são ainda problemas a ser em resolvidos pelos departamentos e faculdades de filosofia no Brasil. Contudo, princípios, conceitos, categorias, correntes de pensamentos e narrativas místicas têm ganhado repercussão no campo da ética, contrapondo-se ao colonialismo epistemológico, entremeado à ideia de filosofia advinda exclusivamente da Grécia. Nesse âmbito, Jean-Bosco Kakozi, pensador congolês, afirma que ubuntu, para Desmond Tutu, significa
Leia o texto a seguir. Disponível em:
Para dar continuidade à sua busca por certezas incontestáveis, em suas Meditações sobre a Filosofia Primeira, Descartes utiliza um argumento que o conduz a colocar momentaneamente sob suspeita as certezas matemáticas. Com efeito, Descartes pergunta: “[...] do mesmo modo que julgo que os outros às vezes erram acerca de coisas que presumem saber à perfeição, não estaria eu mesmo de igual maneira errando, cada vez que adiciono dois a três, ou conto os lados do quadrado ou faço outra coisa que se possa imaginar ainda mais fácil?”. Na passagem apresentada, considerando a interrogação levantada por Descartes sobre a certeza matemática, esta é discutida a partir do argumento
A ética, como parte da filosofia, indaga (BARSANO, 2014): I.a pura essência, a origem e as condições físicas, psíquicas e sociais em que se realizam os atos morais. II.a natureza, a função e os parâmetros do julgamento moral, do que é certo ou errado, bom ou mau, justo ou injusto. III.como nascem e por que se sucedem diferentes sistemas morais. É correto o que se afirma em:
A ética, como parte da filosofia, indaga (BARSANO, 2014):


























