Morais, Rosa, Fernandez e Senna (2018) referem-se ao “processo por meio do qual uma nova informação (um novo conhecimento) se relaciona de maneira não arbitrá- ria à estrutura cognitiva do estudante”. Trata-se do con- ceito de aprendizagem
Os resultados de nossas pesquisas apontam para a necessidade de reconhecimento, compreensão e valo- rização de , assim como de suas causas e manifestações, o que parece colaborar para o processo de (re)dimensionamento de ações, escolhas e planos re-lacionados com a construção dos projetos de vida. De um modo ou de outro, esses elementos parecem impulsionar (ou não) os jovens à ação, aspecto fundamental para a construção dos projetos de vida. Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.
Assinale a alternativa que apresenta a estratégia correta.
Assinale a alternativa que apresenta a definição correta.
Reis (2011) discute a importância da observação de aulas no desenvolvimento profissional de professores e na melhoria da qualidade dos processos de ensino e aprendizagem, apresentando instrumentos de observa - ção adequados a diferentes contextos. Considerando as recomendações do autor, está correto afirmar que, após a fase inicial e exploratória, é importante que as sessões seguintes de supervisão e de observação
Durante uma aula de Ciências Sociais da sua turma, a professora Ana levou diferentes anúncios publicitários em vídeo, voltados ao público infantil. Após assistirem aos ví- deos, os alunos discutiram quem estava falando, a quem se dirigia a mensagem, quais emoções eram acionadas e que imagens e sons ajudavam a transmitir a ideia de consumo. Ao final, cada grupo apresentou sua leitura dos anúncios, levantando dúvidas e posicionamentos sobre o que foi veiculado. Partindo das concepções de Rojo (2012), deve-se avaliar que a atividade realizada por Ana está alinhada à proposta dos multiletramentos principalmente por
Castro (2000) afirma que o Brasil, país federativo, é caracterizado por extrema descentralização político--institucional. Nesse contexto, segundo a autora, a implementação de reformas educacionais necessaria- mente requer
Durante uma formação sobre gestão democrática, os professores de uma escola estadual discutiram o pa-pel do Conselho Escolar (CE). Um docente defendeu que o CE deve se restringir ao escopo de aprovação de contas e repasses de verba. Considerando o docu- mento Conselhos Escolares: democratização da escola e construção da cidadania (Brasil, 2004), a afirmação desse professor é
Zabala e Arnau (2020) afirmam que as competências envolvem
Ao considerar a Educação Integral como a base de for- mação dos estudantes do Estado, o Currículo Paulista (São Paulo, 2019) se compromete, entre outros, com
Um importante aspecto da legislação nacional sobre a Educação Básica trata da verificação do rendimento es- colar. Na Lei n o 9.394/1996 (que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional ), o inciso V do art. 24 afirma, entre outros critérios, que a avaliação do desem- penho do aluno deve ser contínua e cumulativa,
Durante o planejamento do próximo ano letivo, a equi- pe pedagógica de uma escola estadual inserida no Pro- grama de Ensino Integral discutiu formas de ampliar o engajamento dos alunos nas atividades escolares. Com base nas Diretrizes do Programa Ensino Integral (São Paulo, s.d.), a professora Marina sugeriu incluir no horá- rio semanal a oferta de uma disciplina eletiva relacionada à cultura popular local, articulando elementos de Artes, História e linguagem oral. Tendo em vista o que o referi- do documento estabelece, está correto afirmar que essa proposta é
A Lei n o 8.069/1990 (Estatuto da Criança e do Adoles- cente) é um documento fundamental no que se refere aos direitos das crianças e dos adolescentes. De acordo com o seu art. 4 o, é correto afirmar que a esse grupo
A Resolução CNE/CP no 01/2012 estabelece diretrizes nacionais para a Educação em Direitos Humanos (EDH). Procurando agir com base no documento, o professor Joel decidiu inserir conteúdos ligados à EDH em suas aulas de Língua Portuguesa. Com base no art. 7 o da resolução, é correto afirmar que essa conduta do professor está
A Resolução CNE/CP n o 01/2020 (que dispõe sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Con- tinuada de Professores da Educação Básica e institui a BNC-Formação Continuada) estabelece, em seu art. 3o, três dimensões referentes às competências profis- sionais. Tais dimensões são “fundamentais e, de modo interdependente, se integram e se complementam na ação docente no âmbito da Educação Básica”. Assinale a alternativa que apresenta corretamente as três dimensões especificadas no documento.
No texto “As diferentes concepções de natureza na so- ciedade ocidental: da physis ao desenvolvimento sus- tentável”, Diogenes Rafael de Camargo e Kátia Vanessa Tarantini Silvestri afirmam: “O desenvolvimento susten- tável se apresenta, formalmente e em ‘traje de gala’, na década de 1980, nos ‘discursos dos diferentes setores da sociedade, como a solução caída do céu, portadora de toda verdade e, por isso mesmo, capaz de resolver qual - quer problema tangente à crise socioambiental de nosso tempo’. Mas, o grande problema desta proposição está na: ‘baixa problematização de suas premissas e meios de realização, dando ares de que seja uma proposta de legitimidade frágil e questionável’” (Adaptado). Camargo e Silvestri ressaltam que a noção de desenvol - vimento sustentável
Oswaldo Giacoia Filho, no texto “Hans Jonas: Porque a técnica moderna é um objeto para a ética”, defende que: “O direito exclusivo do homem à humana consideração e à observância ética foi rompido precisamente com a con- quista de um poder quase monopolístico sobre toda outra vida. Com um poder planetário de primeiro nível, não lhe é mais lícito pensar apenas em si mesmo”. O rompimento retratado por Oswaldo Giacoia Filho no excerto, é também um rompimento ético com
Juvenal Savian Filho, em seu livro Argumentação: a fer - ramenta do filosofar, afirma que: “um filósofo, quando consegue concatenar melhor suas ideias, para defender sua interpretação da experiência humana, aproxima-se mais de um conhecimento adequado à realidade. Todos esses dados podem ser revistos, mas a melhor correla - ção estabelecida entre eles, em conjunto com o teste da realidade, leva a falar de conhecimento”. (Adaptado). Para Juvenal Savian Filho, a especificidade do trabalho filosófico reside na
Em sua obra O outro, Franklin Leopoldo e Silva afirma: “Articular significa: preservando aquilo que faz com que algo seja ele mesmo, encontrar, todavia, o modo de apre- endê-lo como outro, de maneira que o lugar da diferença não faça desaparecer a identidade”. Segundo Franklin Leopoldo e Silva, a articulação entre o mesmo e o outro é necessária para que a
Danilo Marcondes, na obra Iniciação à história da filoso- fia: dos pré-socráticos a Wittgenstein afirma: “o uso do termo ‘moderno’ antecede bastante o período que come- ça no séc. XVII. Duas noções fundamentais estão direta- mente relacionadas ao moderno: a ideia de progresso e a valorização da subjetividade, como lugar da certeza”. Segundo Danilo Marcondes, a mudança no ponto de partida da reflexão filosófica na modernidade é caracterizada pela
Paulo Henrique de Oliveira e Roberio Nunes dos Anjos Filho, no texto “Bioética e Pesquisas em Seres Huma- nos”, apresentam os princípios fundamentais da Bioética: “Os três princípios impressos pelo Relatório [Belmont] e referendados pela Bioética são os da autonomia, da be- neficência e da justiça. Todavia, a incidência de um quar- to princípio, o da não-maleficência, é reconhecida por muitos pesquisadores”. De acordo com Paulo Oliveira e Roberio Filho, o princípio da não-maleficência corresponde ao dever de
Jean-Paul Sartre, em seu livro O existencialismo é um humanismo , analisa a liberdade humana como se segue: “Estamos sós, sem desculpas. É o que posso expressar dizendo que o homem está condenado a ser livre”. No pensamento sartreano, a liberdade é acompanhada da ideia de “condenação” porque a
Em sua obra Argumentação: a ferramenta do filosofar, Juvenal Savian Filho explica que: “nossas maneiras de pensar com argumentos racionais são cinco: 1) indução, 2) dedução, 3) abdução, 4) analogia, 5) argumento de autoridade” (Adaptado). Com base na classificação apresentada por Juvenal Sa- vian Filho, o raciocínio dedutivo consiste em
Danilo Marcondes, na obra Iniciação à história da filoso- fia: dos pré-socráticos a Wittgenstein afirma: “Se, como diz Descartes no início do Discurso do método, o bom- senso, i.e., a racionalidade, é natural ao homem, sendo compartilhada por todos, o que explica a possibilidade e a ocorrência do erro, do engano, da falsidade? O erro resulta na realidade de um mau uso da razão, de sua aplicação incorreta em nosso conhecimento do mundo”. Segundo Danilo Marcondes, a importância do método na filosofia de Descartes está vinculada à necessidade de
Danilo Marcondes, na obra Iniciação à história da filoso- fia: dos pré-socráticos a Wittgenstein , afirma: “A filosofia contemporânea pode ser vista como resultado da crise do pensamento moderno no séc. XIX. O projeto moderno se define pela busca da fundamentação da possibilidade do conhecimento e das teorias científicas na análise da subjetividade, bem como por uma capacidade de ter ex-periências empíricas sobre o real, tal como encontramos no racionalismo e no empirismo. Esse projeto entra em crise a partir das críticas de Hegel e de Marx”. De acordo com Danilo Marcondes, na filosofia contempo - rânea, a concepção moderna de sujeito passa a ser
Em seu texto “Hans Jonas: Porque a técnica moderna é um objeto para a ética”, Oswaldo Giacoia Filho explica que: “O ponto relevante aqui é que a ingerência de dimensões remotas, futuras e globais em nossas decisões cotidianas, prático-mundanas é uma novidade ética; e a categoria éti-ca que é principalmente chamada ao primeiro plano por esse novo fato se chama responsabilidade. Inaugura um novo capítulo na história da ética” (Adaptado). Diante do cenário descrito no excerto, Hans Jonas pro- põe o “princípio responsabilidade”, que consiste em
Em sua obra O outro, Franklin Leopoldo e Silva afirma: “O sujeito é uma contínua construção que depende, sempre e ao mesmo tempo, dele e dos outros; por isso ele é sempre outro, puro processo, e nunca algo consolidado. [...] O sujei- to nunca se constituirá totalmente como realidade fechada em si mesma, porque a subjetividade não é mais do que a ação de tornar-se sujeito, constantemente reiterada”. A partir da análise de Franklin Leopoldo e Silva, o sujeito deve ser compreendido como
Na obra O existencialismo é um humanismo , Jean-Paul Sartre afirma: “O homem, tal como o existencialista o concebe, só não é passível de uma definição porque, de início, não é nada: só posteriormente será alguma coisa e será aquilo que ele fizer de si mesmo”. No existencialismo sartreano, a afirmação de que “não exis- te natureza humana” decorre do reconhecimento de que
Em “Do que se tem pensado sobre o trabalho”, Suzana Albornoz argumenta que: “Para Marx, o trabalho é pres-suposto em uma forma que o caracteriza como exclusi - vamente humano. O trabalho do homem tem uma quali - dade específica, distinta de um mero labor animal. [...] ‘O que distingue o pior arquiteto da melhor das abelhas é que o arquiteto ergue a construção em sua mente antes de a erguer na realidade.’ [...] No entanto, isso que torna o trabalho do homem propriamente humano, o projeto e a visão antecipada do produto, não está sendo possível na produção industrial mecanizada e em série”. De acordo com Suzana Albornoz, a perda da capacidade de antecipação mental do produto pelo trabalhador conduz à
Em sua obra Iniciação à história da filosofia: dos pré--socráticos a Wittgenstein , Danilo Marcondes argumenta que: “A filosofia analítica considera que o tratamento e a solução de problemas filosóficos devem se dar por meio da análise lógica da linguagem. Não se trata evidente - mente do português, mas da linguagem como estrutura lógica subjacente a todas as formas de representação, linguísticas e mentais. A questão fundamental é como um juízo, algo que afirmo ou nego sobre a realidade, pode ter significado e como podemos estabelecer critérios de verdade e falsidade desses juízos”. De acordo com Danilo Marcondes, a filosofia analítica atribui papel central à linguagem ordinária porque ela
Em “As diferentes concepções de natureza na socieda - de ocidental: da physis ao desenvolvimento sustentável”, Diogenes Rafael de Camargo e Kátia Vanessa Tarantini Silvestri afirmam: “Ao tentar escapar da falsa ideia em torno de homem e natureza derivada da physis medieval e moderna, [...] há na Ecosofia de Guattari uma militância em torno do micro para superar o dualismo entre homos e humus gerado pelo macro. Num cenário em que con- sumir não se reduz a um produto, mas o ato de consumir a fim de comprar a própria redenção por ser consumidor, os objetivos do Desenvolvimento Sustentável não reper- cutem efeitos como os almejados”. Com base no excerto, a Ecosofia tem por objetivo
No texto “Bioética e Pesquisas em Seres Humanos”, Paulo Henrique de Oliveira e Roberio Nunes dos Anjos Filho argumentam que: “A prática de inúmeras violações ao ser humano, sob o álibi do interesse científico, levadas a cabo no período da Segunda Guerra, [...] trouxeram à tona a questão da ética na pesquisa, evidenciando a ne- cessidade de priorizar a dignidade humana e de refletir acerca da regulamentação e dos limites da pesquisa em seres humanos”. O cenário descrito no excerto impulsionou o surgimento da Bioética, que, segundo Paulo Oliveira e Roberio Filho, contempla três elementos centrais:
Marilena Chauí, na obra Boas-vindas à filosofia , argu- menta que: “A Filosofia nasceu quando alguns gregos, admirados e espantados com a realidade [...], começa- ram a fazer perguntas e buscar respostas, demonstrando que [...] os acontecimentos naturais e as coisas da Natu-reza, os acontecimentos humanos e as ações dos seres humanos podem ser conhecidos pela razão humana”. Segundo Marilena Chauí, o espanto é motivador do sur- gimento da filosofia porque
































