Prefeitura de Paraíba do Sul - RJ

PREFEITURA MUNICIPAL DE PARAÍBA DO SUL

ESTADO RIO DE JANEIRO

CONCURSO PÚBLICO

EDITAL Nº 01/2012

Notícia:   Errata I do edital 001/2012 de Paraíba do Sul - RJ é publicada

A Comissão de Concurso Público da Prefeitura Municipal de Paraíba do Sul, Rio de Janeiro, no uso de suas atribuições, conferidas pelo disposto na Portaria nº 175/2012, resolve tornar públicas as instruções especiais destinadas à realização do Concurso Público para o preenchimento dos cargos públicos existentes na Prefeitura Municipal de Paraíba do Sul, conforme o Edital a seguir:

1. DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

1.1. O Concurso Público será regido por este Edital e executado pelo Instituto Brasileiro de Administração Municipal - IBAM.

1.2. Os cargos objeto do Concurso Público, os requisitos necessários para habilitação, os valores dos respectivos vencimentos, o número de vagas e a jornada de trabalho são os constantes do Anexo I deste Edital.

1.2.1. As descrições sumárias dos cargos, a definição de conteúdos programáticos e as demais informações próprias de cada cargo constarão de instruções específicas, expressas nos Anexos I, II e III do presente Edital.

1.2.2. A Prefeitura Municipal de Paraíba do Sul - RJ admitirá o número total dos candidatos aprovados em relação às vagas quantificadas no Anexo I deste Edital, durante a validade do Concurso Público, respeitada a ordem de classificação.

1.3. No ato da inscrição o candidato deverá registrar, no espaço destinado na ficha de inscrição, a denominação do cargo ao qual se candidatará.

1.4. As candidatas grávidas e as lactantes deverão declarar, no ato da inscrição, sua condição para disponibilização de sala especial no dia de aplicação das provas.

1.5. Para efeito do que dispõe o inciso VIII do art. 37 da Constituição Federal, bem como o art. 7º, § 2º da Lei Nº 1.755, de 30/12/1993, serão reservados aos candidatos com deficiência 5% (cinco por cento) do número de vagas de cada cargo.

1.6. O disposto no item 1.6 não terá incidência nos casos em que a aplicação do percentual de 5% (cinco por cento) implique na prática, majoração indevida do percentual mínimo fixado.

1.7. Os candidatos aprovados no Concurso Público poderão ser designados para as vagas existentes em qualquer unidade de serviço, de acordo com as necessidades da Prefeitura Municipal de Paraíba do Sul.

2. REQUISITOS BÁSICOS PARA INVESTIDURA NO CARGO

2.1. Ter nacionalidade brasileira ou equivalente;

2.2. Estar em pleno gozo dos direitos políticos;

2.3. Estar quites com as obrigações militares e eleitorais;

2.4. Ter nível de escolaridade e capacitação técnica exigida para o exercício do cargo;

2.5. Ter idade mínima de 18 (dezoito) anos completos até a data da posse;

2.6. Ter aptidão física e mental para o exercício das atribuições do cargo;

2.7. Apresentar, quando se tratar de profissão regulamentada, no ato da posse, o competente registro de inscrição no respectivo órgão fiscalizador;

2.8. Apresentar, quando se tratar dos cargos de Borracheiro, Marceneiro e Mecânico, no ato da posse, Carteira de Trabalho e Previdência Social ou ato de investidura em cargo ou emprego público comprovando a experiência exigida;

2.9. Apresentar, no ato da posse, Nada Consta Civil e Criminal;

2.10. Apresentar declaração de não possuir acúmulo de cargo ou emprego público, exceto aqueles admitidos constitucionalmente.

3. VAGAS DESTINADAS AOS CANDIDATOS COM DEFICIÊNCIA

3.1. É considerada pessoa com deficiência a que se enquadra nas categorias descritas no art. 4o do Decreto Federal Nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, alterado pelo Decreto Federal Nº 5.296, de 02 de dezembro 2004.

3.2. Ao candidato abrangido pelo Decreto Federal Nº 3.298/99, alterado pelo Decreto Federal Nº 5.296/2004, é assegurado o direito de inscrever-se na condição de deficiente, desde que declare essa condição no ato da inscrição e a sua deficiência seja compatível com as atribuições do cargo ao qual concorre.

3.3. O candidato com deficiência deverá declarar tal condição em local apropriado, na ficha de inscrição.

3.4. Conforme disposto pelo art. 39 do Decreto Federal Nº 3.298/99, o candidato deverá apresentar no ato de inscrição laudo médico atestando a espécie e o grau ou nível da deficiência, com expressa referência ao código correspondente da Classificação Internacional de Doença - CID, bem como a provável causa da deficiência.

3.5. Os deficientes somente poderão disputar cargos cujas atividades sejam compatíveis com a sua deficiência.

3.6. O candidato que tenha declarado sua deficiência será encaminhado, antes da realização das provas, em data a ser amplamente divulgada, a uma junta oficial para avaliação da compatibilidade da deficiência com o cargo a que concorre, sendo lícito à Prefeitura Municipal de Paraíba do Sul programar a realização de quaisquer outros procedimentos prévios, se a junta de especialistas assim o requerer, para a elaboração de seu laudo.

3.7. A junta oficial será composta conforme disposto no Decreto Federal Nº 3.298/99.

3.8. Compete à junta oficial, além da emissão do laudo, declarar, conforme a deficiência do candidato, se este deve ou não usufruir do benefício previsto no item 1.5, concorrendo à totalidade das vagas.

3.9. A avaliação em questão será realizada sem ônus para o candidato, garantido recurso em caso de decisão denegatória, na forma estabelecida no item 7 deste Edital.

3.10. Caso a deficiência do candidato seja avaliada pela junta oficial como incompatível com o cargo para o qual se inscreveu, o candidato poderá inscrever-se para outro cargo compatível com sua deficiência. Caso não haja essa possibilidade, o candidato receberá de volta o valor pago a título de inscrição.

3.11. A não observância do disposto nos itens anteriores acarretará a perda do direito ao pleito das vagas reservadas aos candidatos em tais condições.

3.12. Os candidatos com deficiência participarão do Concurso Público em igualdade de condições com os demais candidatos.

3.13. O candidato com deficiência que necessitar de tratamento diferenciado no dia do Concurso Público deverá especificá-lo na ficha de inscrição, indicando as condições de que necessita para a realização da prova, como, por exemplo, prova em braile ou ampliada, cartão-resposta ampliado, ledor.

3.14. A não solicitação de recursos especiais, tempestivamente, conforme disposto no item 3.13, implica a sua não concessão no dia da realização das provas.

3.15. A realização das provas por esses candidatos, em condições especiais, ficará condicionada à possibilidade de fazê-las de forma que não importe quebra de sigilo ou não enseje seu favorecimento.

3.16. O candidato que, no ato de inscrição, se declarar deficiente, se aprovado no Concurso Público, além de figurar na lista geral de classificação, terá seu nome publicado em relação à parte, observada a respectiva ordem de classificação.

4.INSCRIÇÃO NO CONCURSO

4.1. As inscrições serão realizadas no período de 14/05/2012 a 01/06/2012, pela Internet, através do site www.ibam­concursos.org.br ou presencialmente no local definido neste Edital.

4.1.1. Os valores das inscrições são os dispostos na tabela abaixo:

CARGO/ ESCOLARIDADE

VALOR

Cargos de Nível Superior.

R$ 80,00 - oitenta reais.

Cargos de Nível Médio.

R$ 50,00 - cinquenta reais.

Cargos de Nível Fundamental Completo.

R$ 35,00 - trinta e cinco reais.

Cargos de Nível Fundamental Incompleto.

R$ 30,00 - trinta reais.

4.2. Procedimentos para inscrição

4.2.1. Para os candidatos que optarem pela inscrição via Internet:

O candidato deverá acessar o site www.ibam-concursos.org.br onde terá acesso ao presente Edital e seus Anexos, à ficha de inscrição e procedimentos necessários à efetivação da inscrição, que estará disponível no período entre 0 (zero) hora do dia 14/05/2012 e 20:00 horas do dia 01/06/2012.

4.2.2. As inscrições efetuadas via Internet somente serão aceitas após o banco confirmar o efetivo pagamento do valor da inscrição. O candidato poderá verificar a aceitação de sua inscrição no endereço eletrônico www.ibam-concursos.org.br através da opção Área do Candidato.

4.2.3. O pagamento da inscrição através do Boleto Bancário deverá ser feito em espécie, NÃO SENDO ACEITO PAGAMENTO EM CHEQUE, AGENDAMENTO BANCÁRIO OU DEPÓSITO FEITO ATRAVÉS DE ENVELOPE EM TERMINAL ELETRÔNICO.

4.2.4. O pagamento deverá ser efetivado, impreterivelmente, até o último dia previsto para o encerramento das inscrições, até o horário definido no item 4.2.1, caso contrário não será considerado.

4.2.4.1. Os candidatos que realizarem sua inscrição pela Internet no dia 01/06/2012 deverão fazê-la de modo que consigam efetuar o pagamento do boleto bancário até às 20:00 horas do mesmo dia.

4.2.5. Os candidatos com deficiência inscritos pela Internet deverão enviar, através de Sedex ou AR, os documentos mencionados nos itens 3.4 e 3.13 deste Edital, durante o período de inscrição, para o Instituto Brasileiro de Administração Municipal - IBAM, Núcleo de Concursos, situado no Largo IBAM, nº 01 - Humaitá, Rio de Janeiro/ RJ, CEP.: 22271- 070.

4.2.6. O candidato inscrito pela Internet responsabilizar-se-á pela informação dos dados cadastrados no ato de inscrição, sob as penas de lei.

4.2.7. O candidato inscrito pela Internet receberá seu cartão de confirmação via postal e também poderá retirá-lo no endereço eletrônico www.ibam-concursos.org.br através da opção Área do Candidato.

4.2.8. O descumprimento de qualquer das instruções para inscrição via Internet implicará cancelamento da inscrição.

4.2.9. As inscrições pela Internet devem ser feitas com antecedência, evitando o possível congestionamento de comunicação do site www.ibam-concursos.org.br nos últimos dias de inscrição.

4.2.10. O Instituto Brasileiro de Administração Municipal - IBAM e a Prefeitura Municipal de Paraíba do Sul não se responsabilizam por qualquer problema na inscrição via Internet motivada por falhas de comunicação, falta de energia elétrica, congestionamento das linhas de comunicação, bem como outros fatores de ordem técnica que impossibilitem a conexão ou a transferência de dados, salvo quando o motivo da falha for comprovadamente de responsabilidade das entidades organizadoras do Concurso.

4.2.11. Informações complementares sobre inscrição via Internet estarão disponíveis no endereço eletrônico www.ibam-concursos.org.br.

4.2.12. Para os candidatos que optarem pela inscrição presencial:

Local: THEATRO MUNICIPAL MARIANO ARANHA
Endereço: Avenida Ayrton Senna, 238 - Centro - Paraíba do Sul/ RJ.
Horário: de 9h às 17h, de segunda à sexta-feira.

4.2.13. Os pedidos de inscrição obedecerão aos seguintes procedimentos:

a) Recolher, através de depósito bancário, nas agências do Banco do Brasil, Banco Bradesco ou Banco Itaú a quantia especificada no item 4.1.1.

- Banco do Brasil S/A - agência: 2234-9 - Conta IBAM - Concursos no 5677-4

- Banco Bradesco S/A - agência: 3369-3 - Conta IBAM - Concursos no 20-5

- Banco Itaú S/A - agência: 0311 - Conta IBAM - Concursos no 77393-1

b) Dirigir-se ao posto de atendimento definido no item 4.2.12, portando o comprovante de depósito bancário.

c) Efetuar o preenchimento, sem emendas ou rasuras e de forma legível, da ficha de inscrição, na qual o candidato se compromete a apresentar, em época própria, os documentos comprobatórios dos requisitos exigidos para investidura no cargo, previstos nos itens 2.1 a 2.10 deste Edital.

d) Apresentar documento de identidade sempre oficial, original e com fotografia, que será devolvido ao candidato após as devidas anotações na ficha correspondente. Serão considerados documentos de identidade: Cédula Oficial de Identidade (RG); Carteira expedida por Órgão ou Conselho de Classe (CREA, CRA, CRC, OAB e outros); Carteira de Trabalho e Previdência Social; Certificado de Reservista; Carteira de Motorista com foto e Passaporte.

4.2.14. Cumpridas as exigências do subitem 4.2.13, o candidato receberá o seu cartão de confirmação de inscrição através de envio postal.

4.2.15. O candidato, no ato do recebimento do cartão de confirmação de inscrição, se responsabilizará pela conferência de todos os dados, verificando sua exatidão e solicitando correção, se for o caso, ao IBAM, através dos telefones (21) 2536-9813/ 9815/ 9817/ 9819 ou no site www.ibam­concursos.org.br, não cabendo aos organizadores qualquer responsabilidade pela não conferência.

4.2.16. O candidato que não receber o cartão de confirmação de inscrição até 05 (cinco) dias úteis anteriores à data da prova deverá verificar através do site do IBAM www.ibam­concursos.org.br na Área Documentação do Concurso, ou pelos telefones (21) 2536-9813/ 9815/ 9817/ 9819, as informações sobre a data da prova, horário e local de realização da mesma.

4.2.17. Independentemente do recebimento ou não da comunicação pessoal, o candidato tem o dever de acompanhar a divulgação das informações sobre a realização da prova.

4.2.18. Os candidatos impossibilitados de preencher a ficha de inscrição serão auxiliados por pessoa devidamente designada para esse fim, que lerá todos os dados constantes da referida ficha, antes de o candidato formalizar seu pedido de inscrição.

4.2.19. Será admitida a inscrição por intermédio de Procurador, desde que seja apresentado instrumento público ou particular, que lhe confira os poderes específicos necessários, acompanhado de cópias autenticadas dos documentos de identidade do candidato e do Procurador.

4.2.20. No caso de instrumento particular, não há necessidade de reconhecimento de firma.

4.2.21. O candidato inscrito por procuração assume total responsabilidade pelas informações prestadas por seu Procurador, arcando com as consequências de erros no preenchimento do formulário de inscrição e na efetivação da inscrição.

4.2.22. Não haverá inscrição condicional ou extemporânea nem inscrição por correspondência.

4.2.23. O candidato será responsável por qualquer erro ou omissão no preenchimento da ficha de inscrição, não sendo permitido pedido de retificação após o encerramento do prazo das inscrições, exceto na situação prevista no item 4.2.15.

4.2.24. Após o pagamento do valor de inscrição não será permitida alteração de cargo, exceto na situação prevista no item 3.10.

4.2.25. O valor pago a título de inscrição somente será devolvido em caso de suspensão, anulação e cancelamento do concurso ou na situação prevista no item 3.10, descabendo qualquer outra hipótese de devolução.

4.2.26. O candidato que realizar sua inscrição presencial, no período de 14 a 18 de maio de 2012, deverá retirar o Manual do Candidato, contendo o Edital e Anexos do Concurso Público, a partir do dia 21/05/12, mediante apresentação do comprovante de inscrição.

4.3. Aos candidatos amparados pela Lei Municipal no 2.704, de 19 de novembro de 2009:

4.3.1. Fica dispensado do pagamento do valor de inscrição o cidadão que comprovadamente enquadrar-se nas normas previstas na Lei Municipal no 2.704, de 19 de novembro de 2009.

4.3.2. Para as inscrições amparadas pelo subitem anterior, os candidatos deverão realizar o pré-cadastramento de seus dados pessoais no período de 14 a 25 de maio de 2012, através do posto de inscrição presencial definido no subitem 4.2.12.

4.3.3. O candidato deverá apresentar os documentos exigidos nos incisos II a V do art.1o da Lei Nº 2.704, de 19 de novembro de 2009.

4.3.4. A Prefeitura Municipal de Paraíba do Sul se reserva o direito de confirmar, em qualquer época, as informações e documentos apresentados, indeferindo as inscrições cujos documentos não sejam comprovadamente válidos.

4.3.5. Na ocorrência de falsidade de declaração, serão adotadas medidas legais contra os infratores inclusive as de natureza criminal, sendo o mesmo excluído do Concurso Público.

4.3.6. A análise dos pedidos de isenção das inscrições e o deferimento ou não destas são de competência da Comissão de Concurso Público da Prefeitura Municipal de Paraíba do Sul.

4.3.7. O resultado da análise da documentação apresentada na inscrição do candidato contemplado pela Lei Nº 2.704, de 19 de novembro de 2009, será dado a conhecer através dos sites do IBAM (www.ibam-concursos.org.br) e da Prefeitura (www.paraibanet.com.br), cabendo exclusivamente ao candidato a responsabilidade de conferir, no dia 29/05/2012, se teve seu pedido de isenção do valor de inscrição deferido.

4.3.8. Não será aceita solicitação de isenção de pagamento de inscrição via internet, via fax, via postal ou por procuração.

4.3.9. É assegurado recurso em caso de decisão denegatória do pedido de isenção no dia útil subsequente à divulgação da referida decisão.

4.3.10. Os recursos deverão ser dirigidos ao Presidente da Comissão de Concurso Público da Prefeitura Municipal de Paraíba do Sul e entregues para registro no Protocolo Geral da Prefeitura Municipal, situado na Rua Visconde da Paraíba, nº 11 - Centro - Paraíba do Sul nos horários de 9h às 12h e de 14h às 17h.

4.3.11. Os candidatos que tiverem a pré-inscrição deferida estarão, automaticamente, inscritos no Concurso Público, para o cargo informado na Ficha de Inscrição.

4.3.12. O candidato que tiver a sua pré-inscrição indeferida poderá participar do Concurso Público, fazendo sua inscrição, nos termos do item 4 e subitens do Edital 01/2012.

4.3.13. Os candidatos que tiverem a pré-inscrição indeferida e que não efetuarem a inscrição nos termos do item 4 do presente Edital estarão automaticamente excluídos do mesmo.

5. PROCESSO SELETIVO

5.1. Provas Escritas

5.1.1. As provas escritas objetivas serão eliminatórias e se constituirão de questões objetivas de múltipla escolha, conforme descrito no Anexo II deste Edital.

5.1.2. O valor de cada prova escrita objetiva é o constante do Anexo II deste Edital.

5.1.3. Nas provas escritas objetivas eliminatórias, serão considerados habilitados os candidatos que obtiverem nota igual ou superior ao limite mínimo estabelecido no Anexo II deste Edital.

5.1.4. O conteúdo das questões variará de acordo com o grau de escolaridade exigido para o preenchimento do cargo ao qual o candidato concorrer.

5.1.5. Em nenhuma hipótese haverá segunda chamada destas provas.

5.2. Realização das Provas Objetivas

5.2.1. As provas objetivas serão realizadas, para todos os cargos, no dia 08 de julho de 2012, com abertura dos portões às 12:00 horas e fechamento às 13:00 horas para início das mesmas, a partir da autorização da Coordenação Geral do Concurso, sendo de 3 (três) horas o período de duração.

5.2.2. O local da realização das provas, além de ser divulgado no site do IBAM (www.ibam-concursos.org.br), constará do cartão de confirmação de inscrição a ser enviado pelo correio - via postal e no Mural Oficial de Atos da Prefeitura Municipal de Paraíba do Sul.

5.2.3. As provas serão realizadas na cidade de Paraíba do Sul, nos locais especificados pela organização do concurso.

5.2.4. O candidato que chegar após o horário estabelecido no subitem 5.2.1. não poderá ingressar no local de prova, ficando, automaticamente, excluído do certame.

5.2.5. Para evitar atrasos, recomenda-se que os candidatos compareçam aos locais de prova com antecedência de uma hora do horário previsto para o fechamento dos portões.

5.2.6. O candidato deverá comparecer aos locais de prova munido do cartão de confirmação de inscrição e de documento original de identidade, sempre oficial e com fotografia, e de 2 (duas) canetas esferográficas de tinta azul ou preta.

5.2.6.1. A não apresentação do cartão de confirmação de inscrição, no dia do processo seletivo, não impede que o candidato faça a prova.

5.2.7. Serão considerados documentos de identidade: Cédula Oficial de Identidade (RG); Carteira expedida por Órgão ou Conselho de Classe (CREA, CRA e outros); Carteira de Trabalho e Previdência Social; Certificado de Reservista; Carteira de Motorista com foto e Passaporte.

5.2.7.1. Os documentos especificados no item anterior deverão estar dentro do prazo de validade.

5.2.8. Caso o candidato não possa apresentar nenhum dos documentos de identidade relacionados no subitem 5.2.7, no dia de realização da prova, por motivo de perda, furto ou roubo de todos eles, deverá ser apresentado documento que ateste o registro da ocorrência em órgão policial, expedido há, no máximo, 30 (trinta) dias da data da prova.

5.2.9. O candidato, ao ingressar no local de realização da prova, deverá obrigatoriamente manter desligado qualquer aparelho eletrônico que esteja sob sua posse, incluindo os sinais de alarme e os modos vibração e silencioso. O uso de quaisquer funcionalidades de aparelhos, tais como bip, telefone celular, walkman, receptor/transmissor, gravador, agenda eletrônica, notebook, calculadora, palm-top, relógio digital com receptor, Ipod, MP3, entre outros, incorrerá na exclusão do candidato do certame, mesmo que o aparelho esteja dentro do envelope de segurança, com recolhimento da prova e posterior retirada do candidato do local de prova, mediante registro da ocorrência em ata própria.

5.2.10. Nos locais de prova poderá haver rastreamento eletrônico de sinais.

5.2.11. Os candidatos só poderão sair do local de realização da prova após 1 (uma) hora do início da mesma, podendo levar o caderno de provas.

5.2.12. Os 03 (três) últimos candidatos a terminar as provas só poderão deixar o local juntos.

5.2.13. A Comissão de Concurso Público poderá, justificadamente, alterar, antes da realização do presente Processo Seletivo, as normas previstas no item 5 e seus desdobramentos, desde que com a finalidade de preservar o bom andamento do certame.

5.3. Títulos

5.3.1. Serão atribuídos pontos aos títulos, que serão adicionados ao total de pontos obtidos pelos candidatos nas demais provas.

5.3.1.1. A contagem dos pontos referida no item anterior obedecerá aos critérios a seguir:

a) para os cargos de Nível Superior:

- Curso de Especialização com o mínimo de 360 (trezentas e sessenta) horas/aula, desde que não seja requisito exigido para provimento e guarde relação direta com as atribuições do cargo para o qual o candidato prestará prova, mediante apresentação de cópia autenticada em cartório do certificado de conclusão e/ou histórico escolar: 01 (um) ponto, até o máximo de 02 (dois) pontos;

- Mestrado: reconhecido pelo MEC - Ministério da Educação, desde que guarde relação direta com o cargo para o qual o candidato prestará prova, mediante apresentação de cópia autenticada em cartório do certificado de conclusão e Título de Mestre: 02 (dois) pontos;

- Doutorado: reconhecido pelo MEC - Ministério da Educação, desde que guarde relação direta com as atribuições do cargo para o qual o candidato prestará prova, mediante apresentação de cópia autenticada em cartório do certificado de conclusão e Título de Doutor: 02 (dois) pontos;

- Tempo de serviço na função para a qual está concorrendo comprovado por meio de registro em Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), mediante apresentação de cópia autenticada em cartório das páginas que contenham a identificação do trabalhador e o contrato de trabalho; ato de investidura em cargo ou emprego público ou declaração fornecida pelo empregador devidamente qualificado - constando CNPJ, razão social, assinatura por quem de direito: 01 (um) ponto por ano completo trabalhado até o máximo de 05 (cinco) pontos.

- Será desprezado o restante do tempo de serviço quando inferior a um ano.

b) para os cargos de Nível Médio, Nível Fundamental Completo e Nível Fundamental Incompleto:

- Tempo de serviço na função para a qual está concorrendo comprovado por meio de registro em Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), mediante apresentação de cópia autenticada em cartório das páginas que contenham a identificação do trabalhador e o contrato de trabalho; ato de investidura em cargo ou emprego público ou declaração fornecida pelo empregador devidamente qualificado - constando CNPJ, razão social, assinatura por quem de direito: 01 (um) ponto por ano completo trabalhado até o máximo de 05 (cinco) pontos.

- Será desprezado o restante do tempo de serviço quando inferior a um ano.

5.3.2. Só serão avaliados e pontuados os títulos dos candidatos aprovados nas provas objetivas.

5.3.3. A pontuação máxima na prova de títulos é de 11 (onze) pontos para os cargos de Nível Superior e 05 (cinco) pontos para os demais cargos.

5.3.4. Não haverá desclassificação do candidato pela não apresentação de títulos.

5.3.5. As notas atribuídas aos títulos serão adicionadas à nota final, exclusivamente para efeitos de classificação, não como critério de desempate.

5.3.6. Apresentação dos Títulos

5.3.6.1. Para fins de cumprimento dos prazos legais para homologação, os títulos deverão ser enviados para análise, durante o período de inscrição - compreendido de 14/05/2012 a 01/06/2012, para o Instituto Brasileiro de Administração Municipal - IBAM, Núcleo de Concursos, situado no Largo IBAM, no 1 - Humaitá, Rio de Janeiro, Cep.: 22271-070, através de Sedex ou AR.

5.3.6.2. Os títulos deverão ser apresentados em envelope fechado, contendo, na sua parte externa, o número da inscrição, o nome do candidato, o cargo para o qual está concorrendo e a descrição dos títulos contidos no envelope, sob responsabilidade pessoal do candidato.

5.4. Prova Prática

5.4.1. Será aplicada prova prática, com caráter eliminatório e classificatório, aos candidatos ao cargo de Motorista, que tenham sido aprovados nas provas objetivas e classificados até a 20ª (vigésima) colocação.

5.4.2. Os candidatos convocados para realização da prova prática deverão portar o original da Carteira de Habilitação Profissional nas Categorias D ou E, dentro do prazo de validade.

5.4.3. Serão considerados aprovados os candidatos que obtiverem no mínimo 50 (cinquenta) pontos na prova prática.

5.4.4. A elaboração, aplicação e correção da prova prática será de responsabilidade do IBAM, cabendo o fornecimento da infraestrutura, inclusive máquinas e equipamentos, à Prefeitura Municipal.

5.4.5. A Prefeitura Municipal de Paraíba do Sul convocará os candidatos para realização da prova prática por meio de comunicação via postal e o Edital de Convocação será divulgado nos sites www.ibam-concursos.org.br e www.paraibanet.com.br e no Mural Oficial de Atos da Prefeitura de Paraíba do Sul.

5.4.6. O Edital de Convocação conterá os procedimentos, o conteúdo programático, a data, os horários e o local de realização desta prova.

5.4.7. A critério da Prefeitura Municipal de Paraíba do Sul, os candidatos ao cargo de Motorista que tenham sido aprovados nas provas escritas objetivas e classificados após o critério definido no item 5.4.1 poderão ser convocados no prazo de validade deste concurso para a prova prática, obedecida a ordem rigorosa de classificação.

5.4.8. Em nenhuma hipótese haverá segunda chamada desta prova.

5.5. Prova de Aptidão Física

5.5.1. Será aplicada prova de aptidão física aos candidatos aos cargos de Agente de Trânsito e Agente de Segurança Patrimonial, que tenham sido aprovados e classificados nas provas objetivas, na seguinte proporção:

- para o cargo de Agente de Trânsito, aprovados até a 10ª (décima) colocação;

- para o cargo de Agente de Segurança Patrimonial, aprovados até a 20ª (vigésima) colocação.

5.5.2. A prova de aptidão física terá caráter exclusivamente eliminatório, não interferindo na pontuação obtida na classificação do candidato.

5.5.3. O Edital de Convocação conterá a data, o horário e o local de realização desta prova, devendo o candidato acompanhar através dos sites www.ibam-concursos.org.br e www.paraibanet.com.br e no Mural Oficial de Atos da Prefeitura de Paraíba do Sul a divulgação do ato.

5.5.4. A prova de aptidão física constitui-se na realização de um conjunto de testes, compostos de exercícios físicos que avaliam valências físicas, permitindo classificar o estado físico no momento da execução dos testes, devendo o candidato cumprir rigorosamente o que lhe é proposto.

5.5.4.1. O candidato que não alcançar o índice mínimo exigido em qualquer um dos testes de acordo com as especificações contidas no item 5.5.12 e/ou deixar de realizar qualquer etapa, no prazo determinado ou modo previsto neste Edital será considerado inapto e consequentemente eliminado do certame.

5.5.5. Os candidatos deverão portar o documento original de identidade e atestado médico de, no máximo, 10 (dez) dias de antecedência à data da prova de aptidão física e que certifique estar APTO PARA ESFORÇO FÍSICO, mais especificamente, realizar testes de corrida e abdominal.

5.5.6. Nenhum candidato fará a prova de aptidão física sem os originais dos documentos exigidos.

5.5.7. Caberá ao candidato conhecer e executar todos os testes relacionados neste Edital, não sendo aceitas quaisquer alegações de desconhecimento dos aspectos exigidos.

5.5.8. Em caso de mau tempo ou qualquer outro imprevisto que impossibilite a realização da prova, caberá à Comissão de Concurso Público da Prefeitura Municipal de Paraíba do Sul marcar nova data e horário, cientificando os candidatos.

5.5.9. A sequência de realização da prova de aptidão física obedecerá a ordem decrescente de classificação, obtida pelos candidatos nas respectivas provas objetivas.

5.5.10. A critério da Prefeitura Municipal de Paraíba do Sul, os candidatos aos cargos de Agente de Trânsito e Agente de Segurança Patrimonial que tenham sido aprovados nas provas escritas objetivas e classificados após os critérios definidos no item 5.5.1 poderão ser convocados no prazo de validade deste concurso para a prova de aptidão física, obedecida a ordem rigorosa de classificação.

5.5.11. Em nenhuma hipótese haverá segunda chamada desta prova, exceto na situação prevista no item 5.5.8.

5.5.12. A prova de aptidão física constará dos seguintes itens:

a) Resistência muscular de abdômen - Flexão abdominal

Masculino: 25 repetições em até 1 minuto;

Feminino: 20 repetições em até 1 minuto.

A metodologia para a preparação e a execução do teste de flexão abdominal para os candidatos dos sexos masculino e feminino obedecerão aos seguintes critérios:

a) a posição inicial será tomada com o candidato deitado em decúbito dorsal, na posição completamente horizontal de todo o corpo em relação ao solo, com as costas e a cabeça em contato pleno com o solo, joelhos estendidos, os braços atrás da cabeça, cotovelos estendidos e dorso das mãos tocando o solo;

b) após o comando de voz "VAI" do avaliador, o candidato deverá realizar um movimento simultâneo, no qual os joelhos deverão ser flexionados, as plantas dos pés deverão tocar o solo, o quadril deverá ser flexionado (posição sentado) e os cotovelos deverão alcançar ou ultrapassar a linha dos joelhos lateralmente. Em seguida e sem interrupção, o candidato deverá voltar à posição inicial realizando o movimento inverso. Essa sequência completa de movimentos, finalizada com o retorno à posição inicial, corresponderá a uma unidade de execução.

A contagem das execuções corretas levará em consideração as seguintes observações:

a) o teste terá a duração de um minuto e será iniciado e terminado pelo comando de voz do avaliador;

b) o avaliador irá contar em voz alta o número de repetições realizadas. Quando o exercício não atender ao previsto neste Edital, o avaliador repetirá o número do último movimento realizado de maneira correta;

c) ao final de cada repetição, o dorso das mãos, estando os cotovelos completamente estendidos e os calcanhares, estando os joelhos completamente estendidos também devem tocar o solo;

d) só será considerada a execução realizada completa e corretamente, começando e terminando sempre na posição inicial;

e) se ao comando de voz "PÁRA" do avaliador para o encerramento do teste, o candidato estiver em meio à execução, essa repetição não será considerada.

b) Resistência aeróbica - Corrida de 2.400 metros

Masculino: máximo de 13 minutos e 30 segundos;

Feminino: máximo de 17 minutos.

O teste será realizado em local previamente demarcado, com identificação da metragem ao longo do trajeto. Para a realização do teste de corrida, o candidato poderá deslocar-se em qualquer ritmo, correndo ou caminhando, podendo inclusive, parar e depois prosseguir.

Durante a realização do teste, o candidato não poderá abandonar a pista antes da liberação do fiscal, dar ou receber qualquer tipo de ajuda física (como puxar, empurrar, carregar, segurar na mão etc.), bem como não poderá deslocar-se, no sentido progressivo ou regressivo da marcação da pista, depois do aviso sonoro (apito) de término do teste, por parte do avaliador, sem a respectiva liberação do mesmo, sob pena de ser considerado inapto e consequentemente, eliminado do certame.

Para a execução desta prova serão levadas em consideração as seguintes observações:

a) a distância percorrida pelo candidato, a ser considerada oficialmente, será somente a mensurada pela banca examinadora;

b) o candidato poderá caminhar, parar e se quiser, recomeçar a correr;

c) o candidato não poderá abandonar o local de corrida;

d) os comandos para iniciar e terminar a prova serão dados por um silvo de apito;

e) o cronômetro do examinador da prova controlará o tempo oficial da prova, sendo o único que servirá de referência para o início e término da mesma;

f) ao passar pelo local de início da prova, cada candidato deverá dizer o seu nome ou número em voz alta para o avaliador de banca que estiver marcando o seu percurso e será informado de quantas voltas completou naquele momento;

g) após o apito que indica o término da prova, o candidato deve evitar parar bruscamente a corrida, evitando um mal súbito. A orientação é que o candidato continue a correr ou caminhar no sentido transversal da pista, no ponto em que se encontrava quando soou o apito de término do tempo da prova;

h) ao soar o apito encerrando a prova, o candidato deve permanecer no local onde estava naquele momento e aguardar a presença do fiscal que irá aferir mais precisamente a metragem percorrida.

A contagem oficial de tempo, de distância percorrida e do número de repetições efetuadas pelos candidatos em cada teste, será feita exclusivamente por componente da banca examinadora.

Os casos de alteração psicológica e/ou fisiológica temporárias (estados menstruais, gravidez, indisposições, cãibras, contusões, luxações, fraturas e situações semelhantes) que impossibilitem a realização dos testes ou que diminuam a capacidade física dos candidatos não serão levados em consideração, não sendo dispensado nenhum tratamento privilegiado.

6. CONTAGEM DE PONTOS

6.1. A contagem de pontos obedecerá aos critérios a seguir:

a) Para os candidatos aos cargos de Nível Superior, Nível Médio, Nível Fundamental Completo e Incompleto:

O total geral de pontos do candidato será obtido pela soma dos pontos a ele atribuídos em cada uma das provas objetivas, sendo adicionada a esse total a nota obtida com títulos.

b) Para os candidatos ao cargo de Motorista:

O total geral de pontos do candidato será obtido pela soma dos pontos a ele atribuídos em cada uma das provas objetivas, sendo adicionadas a esse total as notas obtidas nas provas de títulos e prática.

c) Para os candidatos aos cargos de Agente de Trânsito e Agente de Segurança Patrimonial:

O total geral de pontos do candidato será obtido pela soma dos pontos a ele atribuídos em cada uma das provas objetivas, sendo adicionadas a esse total as notas obtidas nas provas de títulos e de aptidão física.

7. RECURSOS E REVISÕES

7.1. Aos candidatos serão assegurados recursos em todas as etapas do Concurso.

7.2. O candidato que se sentir prejudicado em qualquer das etapas do Concurso poderá interpor recurso, mediante requerimento individual, desde que:

a) seja dirigido ao Presidente da Comissão de Concurso Público da Prefeitura Municipal de Paraíba do Sul e entregue para registro no protocolo geral da Prefeitura Municipal, situado na Rua Visconde da Paraíba, nº 11 - Centro - Paraíba do Sul nos horários de 9h:00 às 12h:00 e de 14h:00 às 17h:00, no prazo máximo de 02 (dois) dias úteis, contados após o ato que motivou a reclamação. Excetua-se a situação prevista no subitem 4.3.9;

b) constem obrigatoriamente do recurso nome completo do candidato, número da inscrição, cargo público ao qual se candidatou, fundamentação clara e ampla dos motivos, e, no caso de recursos contra questões ou gabaritos, a bibliografia pesquisada. O referido recurso deverá ser devidamente firmado pelo candidato em todas as folhas.

c) seja apresentado datilografado ou digitado, devendo ser uma folha para cada questão recorrida, no caso de recursos contra questões, conforme modelo constante do Anexo IV deste Edital, que estará disponível em doc no site www.ibam­concursos.org.br na Área Documentação do Concurso.

d) a fonte utilizada no recurso seja Arial, Times New Roman ou Verdana admitindo-se como tamanho mínimo da fonte 10.

7.3. Será indeferido, liminarmente, o requerimento que não estiver fundamentado ou for apresentado fora do prazo estabelecido na letra a do item 7.2.

7.4. Não serão aceitos recursos interpostos por telegrama, procuração, fax, via postal, Internet ou outro meio que não seja o especificado neste Edital.

7.5. Se do exame de recursos resultar anulação de questão ou item de questão, a pontuação correspondente será atribuída aos candidatos que não marcaram a alternativa inicialmente dada como certa no gabarito oficial, independentemente de terem recorrido.

7.6. No caso de o gabarito da prova ser fornecido incorretamente por falha de digitação, publicação ou outra, a questão não será anulada, procedendo-se à sua correção e publicação.

7.7. Será dada publicidade às decisões dos recursos, através dos sites www.ibam-concursos.org.br e www.paraibanet.com.br e do Mural Oficial de Atos da Prefeitura de Paraíba do Sul.

7.8. Não haverá 2ª (segunda) instância de recurso administrativo.

8. RESULTADO FINAL E CLASSIFICAÇÃO

8.1. Considerar-se-á aprovado o candidato que, submetido ao processo seletivo descrito no item 5 do presente Edital, satisfizer todas as condições lá estabelecidas.

8.2. Em caso de igualdade de pontos na classificação nas provas objetivas, serão adotados, sucessivamente, os seguintes critérios para o desempate dos candidatos:

a) para os cargos de Nível Superior.

1º) maior número de pontos na prova de Conhecimentos Técnico-profissionais;

2º) maior número de pontos na prova de Legislação, de acordo com a área de atuação (Legislação do SUS, Noções Básicas de Administração Pública Municipal e Legislação do Município ou Aspectos Legais da Política Educacional);

3º) maior número de pontos na prova de Português;

4º) maior idade;

5º) maior número de filhos.

b) para os cargos de Nível Médio.

1º) maior número de pontos na prova de Conhecimentos Técnico-profissionais;

2º) maior número de pontos na prova de Noções Básicas de Administração Pública Municipal e Legislação do Município;

3º) maior número de pontos na prova de Português;

4º) maior idade;

5º) maior número de filhos.

c) para os cargos de Nível Fundamental Completo e Incompleto.

1º) maior número de pontos na prova de Conhecimentos Técnico-profissionais;

2º) maior número de pontos na prova de Matemática;

3º) maior número de pontos na prova de Português;

4º) maior idade;

5º) maior número de filhos.

8.2.1. Quando a igualdade de pontos na classificação envolver, pelo menos, 01 (um) candidato com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos, o desempate far-se-á considerando como primeiro critério o mais idoso, após o qual serão aplicados os critérios estabelecidos no item 8.2.

8.3. O resultado final dos candidatos que farão provas de títulos e práticas, conforme os critérios e limites estabelecidos neste Edital, será divulgado quando da aplicação e correção das referidas provas.

8.4. Apurada a classificação, esta será publicada como resultado final do Concurso, em ordem decrescente dos pontos, em duas listas, contendo, a primeira, a pontuação de todos os candidatos aprovados, inclusive a dos candidatos com deficiência, e a segunda, somente a pontuação destes últimos.

8.4.1. O resultado final do Concurso será divulgado nos sites www.ibam-concursos.org.br e www.paraibanet.com.br, no Mural Oficial de Atos da Prefeitura de Paraíba do Sul e posteriormente na imprensa oficial do Município.

8.5. Os candidatos aprovados passarão a constituir um cadastro de reserva pelo período de validade do Concurso, cabendo-lhes a responsabilidade de manter atualizado seu endereço para fins de convocação, sob pena de serem considerados desistentes.

8.6. Os gabaritos serão divulgados no 1º dia útil após a aplicação das provas, no Mural Oficial de Atos da Prefeitura Municipal de Paraíba do Sul, bem como nos sites do IBAM (www.ibam-concursos.org.br) e da Prefeitura Municipal de Paraíba do Sul (www.paraibanet.com.br) e posteriormente na imprensa oficial do Município.

9. DISPOSIÇÕES GERAIS

9.1. A classificação dos candidatos aprovados será feita em ordem decrescente dos pontos obtidos.

9.2. A homologação do Concurso será feita por ato do Prefeito de Paraíba do Sul, mediante a apresentação das listagens finais dos resultados do certame.

9.3. O Concurso terá validade de 02 (dois) anos, a contar da data da publicação de sua homologação, podendo ser prorrogado, uma vez, por igual período, por ato do Prefeito de Paraíba do Sul.

9.4. Os candidatos aprovados e classificados no Concurso, inclusive os deficientes, serão convocados para o exame médico realizado por junta médica oficial e para a comprovação dos requisitos exigidos nos itens 2.1 a 2.10 do presente Edital, através da imprensa oficial e de telegrama.

9.4.1. Os exames médicos e a avaliação psicológica são eliminatórios, sendo excluídos do Concurso os candidatos que não apresentarem aptidão física e/ou mental para o exercício do cargo para o qual se inscreveram.

9.4.2. Os ônus para realização dos exames médicos serão de responsabilidade do candidato.

9.5. Os candidatos que não atenderem aos requisitos exigidos neste Edital serão automaticamente eliminados do processo seletivo em qualquer de suas fases.

9.6. Será também excluído do certame o candidato que:

a) faltar a qualquer uma das fases do processo seletivo;

b) portar-se de maneira inadequada nos locais de realização das provas, de modo a prejudicar o andamento normal do Concurso;

c) for surpreendido, durante a realização das provas, em comunicação com outro candidato;

d) for apanhado em flagrante tentativa de burla, fraude ou falsificação na realização da prova, sem prejuízo da deflagração do procedimento cabível;

e) prestar, em qualquer documento, declaração falsa ou inexata;

f) deixar de apresentar qualquer documento comprobatório dos requisitos exigidos neste Edital.

9.7. O presente Concurso objetiva o preenchimento de cargos, sob a égide do Regime Estatutário, na forma da Lei Municipal no 1.755, de 30 de dezembro de 1993 e atualizações.

9.8. A inscrição do candidato implicará conhecimento do presente Edital, bem como o compromisso tácito de aceitar as condições do Concurso, tais como se acham estabelecidas.

9.9. Não poderão inscrever-se pessoas que possuam qualquer vínculo com o IBAM, instituição organizadora deste Concurso, bem como seus ascendentes, descendentes ou colaterais.

9.10. É de inteira responsabilidade do candidato acompanhar pelos sites www.ibam-concursos.org.br e www.paraibanet.com.br, ou qualquer outro meio de divulgação definido pela Comissão de Concurso Público, a publicação de todos os atos e editais relativos ao Concurso, inclusive alterações que porventura ocorram durante sua realização.

9.11. O candidato deverá manter atualizado seu endereço junto ao IBAM, enquanto estiver participando do Concurso, e à Prefeitura Municipal de Paraíba do Sul, após a homologação do Concurso, sendo de inteira responsabilidade do candidato os prejuízos decorrentes da não-atualização desta informação.

9.12. A Prefeitura Municipal de Paraíba do Sul e o Instituto Brasileiro de Administração Municipal não se responsabilizam por eventuais prejuízos ao candidato decorrentes de:

a) Endereço não atualizado;

b) Endereço de difícil acesso;

c) Correspondência devolvida pela ECT por razões diversas de fornecimento e/ou endereço errado do candidato;

d) Correspondência recebida por terceiros.

9.13. Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão de Concurso Público, competente também para julgar, em decisão irrecorrível, quaisquer que sejam os recursos interpostos pelos candidatos.

9.14. O cargo abaixo relacionado ainda possue reserva de cadastro do Concurso Público homologado no ano de 2009, cujo aprovado terá preferência de convocação durante a validade do referido concurso.

Nome do Cargo

Cadastro Reserva Concurso 2009

Fonoaudiólogo

01

9.15. São partes integrantes e inseparáveis deste Edital os Anexos I, II, III e IV que o acompanham.

9.16. O presente Edital estará disponível no Mural Oficial de Atos da Prefeitura Municipal de Paraíba do Sul, bem como nos sites do IBAM (www.ibam-concursos.org.br) e da Prefeitura Municipal de Paraíba do Sul (www.paraibanet.com.br) e posteriormente na imprensa oficial do Município.

9.17. A publicidade de todos os atos relativos ao Concurso Público será feita através dos sites (www.ibam­concursos.org.br) e (www.paraibanet.com.br) e do Mural Oficial de Atos da Prefeitura Municipal de Paraíba do Sul.

Paraíba do Sul, 08 de maio de 2012.

ANEXO I

CÓDIGO DO CARGO

CARGO

REQUISITO (ESCOLARIDADE/ FORMAÇÃO)

TOTAL DE VAGAS

Vagas, em relação ao total de cada cargo, reservadas aos deficientes.

JORNADA DE TRABALHO (HORAS SEMANAIS)

VENCI- MENTO BASE R$

NÍVEL SUPERIOR

001

ASSISTENTE SOCIAL

Curso de Nível Superior em Serviço Social e registro profissional correspondente.

06

-

20h

1.242,30

002

CIRURGIÃO-DENTISTA (CLÍNICO)

Curso de Nível Superior em Odontologia e registro profissional correspondente.

20

01

40h

1.860,00

003

CIRURGIÃO-DENTISTA (PERIODONTISTA)

Curso de Nível Superior em Odontologia, acrescido de Especialização em Periodontia e registro no respectivo Conselho de Classe.

02

-

20h

1.242,30

004

EDUCADOR FÍSICO

Curso de Nível Superior em Educação Física e registro no respectivo Conselho de Classe.

04

-

40h

1.860,00

005

ENFERMEIRO

Curso de Nível Superior em Enfermagem e registro profissional correspondente.

02

-

20h

1.242,30

006

ENFERMEIRO II

Curso de Nível Superior em Enfermagem e registro profissional correspondente.

26

01

40h

1.860,00

007

ENGENHEIRO AGRÔNOMO

Curso de Nível Superior em Engenharia Agrônoma e registro profissional correspondente.

01

-

20h

1.242,30

008

FARMACÊUTICO

Curso de Nível Superior em Farmácia e registro profissional correspondente.

03

-

20h

1.242,30

009FISCAL DE COLETIVOSCurso Superior e registro profissional correspondente.01-20h1.131,01
010FISIOTERAPEUTACurso de Nível Superior em Fisioterapia e registro profissional correspondente.05-20h1.242,30
011FONOAUDIÓLOGOCurso de Nível Superior em Fonoaudiologia e registro profissional correspondente.05-20h1.242,30
012MÉDICO ANGIOLOGISTACurso de Nível Superior em Medicina, acrescido de Especialização em Angiologia e registro no respectivo Conselho de Classe.01-20h2.050,00
013MÉDICO CARDIOLOGISTACurso de Nível Superior em Medicina, acrescido de Especialização em Cardiologia e registro no respectivo Conselho de Classe.02-20h2.050,00
014MÉDICO CIRURGIÃO GERALCurso de Nível Superior em Medicina, acrescido de Especialização em Cirurgia Geral e registro no respectivo Conselho de Classe.02-20h2.050,00
015MÉDICO GENERALISTA DO PSFCurso de Nível Superior em Medicina e registro no respectivo Conselho de Classe.210140h4.100,00
016MÉDICO GERIATRACurso de Nível Superior em Medicina, acrescido de Especialização em Geriatria e registro no respectivo Conselho de Classe.01-20h2.050,00
017MÉDICO GINECOLOGISTA/ OBSTETRACurso de Nível Superior em Medicina, acrescido de Especialização em Ginecologia e Obstetrícia e registro no respectivo Conselho de Classe.02-20h2.050,00
018MÉDICO INFECTOLOGISTACurso de Nível Superior em Medicina, acrescido de Especialização em Infectologia e registro no respectivo Conselho de Classe.01-20h2.050,00
019MÉDICO NEFROLOGISTACurso de Nível Superior em Medicina, acrescido de Especialização em Nefrologia e registro no respectivo Conselho de Classe.01-20h2.050,00
020MÉDICO NEUROLOGISTACurso de Nível Superior em Medicina, acrescido de Especialização em Neurologia e registro no respectivo Conselho de Classe.01-20h2.050,00
021MÉDICO OFTALMOLOGISTACurso de Nível Superior em Medicina, acrescido de Especialização em Oftalmologia e registro no respectivo Conselho de Classe.02-20h2.050,00
022MÉDICO ORTOPEDISTACurso de Nível Superior em Medicina, acrescido de Especialização em Ortopedia e registro no respectivo Conselho de Classe. 02-20h2.050,00
023MÉDICO OTORRINOLARIN- GOLOGISTACurso de Nível Superior em Medicina, acrescido de Especialização em Otorrinolaringologia e registro no respectivo Conselho de Classe.02-20h2.050,00
024MÉDICO PEDIATRACurso de Nível Superior em Medicina, acrescido de Especialização em Pediatria e registro no respectivo Conselho de Classe.03-20h2.050,00
025MÉDICO PNEUMOLOGISTACurso de Nível Superior em Medicina, acrescido de Especialização em Pneumologia e registro no respectivo Conselho de Classe.01-20h2.050,00
026MÉDICO PSIQUIATRACurso de Nível Superior em Medicina, acrescido de Especialização em Psiquiatria e registro no respectivo Conselho de Classe.04-20h2.050,00
027MÉDICO RADIOLOGISTACurso de Nível Superior em Medicina, acrescido de Especialização em Radiologia e registro no respectivo Conselho de Classe.01-20h2.050,00
028MÉDICO ULTRASSONOGRAFISTACurso de Nível Superior em Medicina, acrescido de Especialização em Ultrassonografia e registro no respectivo Conselho de Classe.01-20h2.050,00
029MÉDICO UROLOGISTACurso de Nível Superior em Medicina, acrescido de Especialização em Urologia e registro no respectivo Conselho de Classe.02-20h2.050,00
030MÉDICO VETERINÁRIOCurso de Nível Superior em Medicina Veterinária e registro profissional correspondente.01-20h1.242,30
031PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICACurso Superior de Licenciatura Plena em Educação Física e registro profissional correspondente.04-20h1.242,30
032TERAPEUTA OCUPACIONALCurso de Nível Superior em Terapia Ocupacional e registro profissional correspondente.01-20h1.242,30
NÍVEL MÉDIO
033AGENTE DE SEGURANÇA PATRIMONIALNível Médio Completo.05-40h699,13
034AGENTE DE TRÂNSITONível Médio Completo, acrescido de Carteira de Habilitação de Motorista Profissional Categoria AB.02-40h755,09
035AGENTE ESPORTIVONível Médio Completo.01-40h699,13
036AUXILIAR EM SAÚDE BUCALNível Médio Completo, acrescido de formação específica e registro no respectivo Conselho de Classe.220140h622,32
037TÉCNICO EM ENFERMAGEMCurso Técnico de Nível Médio em Enfermagem e registro no respectivo Conselho de Classe.210140h823,05
038TÉCNICO EM PRÓTESE DENTÁRIACurso Técnico de Nível Médio em Prótese Dentária e registro no respectivo Conselho de Classe.01-40h823,05
039TÉCNICO EM SAÚDE BUCALCurso Técnico de Nível Médio em Higiene Dental ou Saúde Bucal e registro no respectivo Conselho de Classe.01-40h755,09
040TELEFONISTANível Médio Completo.02-30h653,41
NÍVEL FUNDAMENTAL COMPLETO
041MECÂNICONível Fundamental Completo e experiência mínima de 2 anos na função.01-40h755,09
042MOTORISTANível Fundamental Completo, acrescido de Carteira de Motorista Profissional Categorias D ou E.03-40h699,13
NÍVEL FUNDAMENTAL INCOMPLETO
043AUXILIAR DE OBRAS E SERVIÇOS PÚBLICOSAnos Iniciais do Ensino Fundamental.05-40h622,32
044BORRACHEIROAnos Iniciais do Ensino Fundamental e experiência mínima de 1 ano na função.01-40h622,32
045COVEIROAnos Iniciais do Ensino Fundamental.02-40h622,32
046JARDINEIROAnos Iniciais do Ensino Fundamental.01-40h622,32
047MARCENEIRO8º ou 9º anos (antigas 7ª ou 8ª séries) e experiência mínima de 1 ano na função.01-40h699,13
048PEDREIRO8º ou 9º anos (antigas 7ª ou 8ª séries).01-40h699,13

DESCRIÇÃO SINTÉTICA DOS CARGOS

CARGO

DESCRIÇÃO SINTÉTICA

Nível Superior

Assistente Social

Elaborar e executar programas de assistência e apoio a grupos específicos de pessoas, visando seu desenvolvimento e integração na comunidade, bem como atuar no desenvolvimento de recursos humanos.

Cirurgião-Dentista (Clínico e Periodontista)

Executar e coordenar os trabalhos relativos a diagnóstico, prognóstico e tratamento de afecções de tecidos moles e duros da boca e região maxilofacial, utilizando processos laboratoriais, radiográficos, citológicos e instrumentos adequados, para manter ou recuperar a saúde bucal. Planejar, realizar e avaliar programas de Saúde Pública.

Educador Físico

Elaborar, coordenar e executar projetos que contemplem os conteúdos da Educação Física, para crianças, adolescentes, idosos e famílias, além de encontros de lazer.

Enfermeiro

Planejar, organizar, supervisionar e executar os serviços de enfermagem em postos de saúde, hospitais e demais unidades assistenciais da Prefeitura, bem como participar da elaboração e execução de programas de saúde pública.

Engenheiro Agrônomo

Executar, elaborar e fiscalizar tarefas relacionadas com o uso de agrotóxicos, agressões ao meio ambiente, defensivos agrícolas, cultivo agrícola, máquinas e implementos agrícolas, produtos agropecuários.

Farmacêutico

Executar tarefas relacionadas com a composição, fornecimento e controle de medicamentos, bem como a análise de elementos químicos e biológicos diversos. Desenvolver estudos visando a padronização de medicamentos, bem como orienta as unidades quanto ao uso, à diluição e à armazenagem de medicamentos.

Fiscal de Coletivos

Executar tarefas de fiscalização do cumprimento de obrigações pelos concessionários e permissionários de serviços públicos.

Fisioterapeuta

Promover o tratamento e a recuperação da saúde de pacientes, mediante a aplicação de métodos e técnicas fisioterápicos, para reabilitá-los às suas atividades normais da vida diária.

Fonoaudiólogo

Realizar testes e atividades táteis, respiratórias, orofaciais e da voz, visando possibilitar a restauração da capacidade de comunicação dos pacientes.

Médicos

Prestar assistência médica ambulatorial e emergencial, dentro de cada especialidade, em postos de saúde, hospitais e demais unidades assistenciais da Prefeitura, bem como elaborar, executar e avaliar planos e programas de saúde pública.

Médico Generalista do PSF

Prestar assistência médica a comunidades, realizar visitas domiciliares, elaborar, executar e avaliar planos e programas de saúde pública, bem como promover a educação sanitária e em saúde.

Médico Veterinário

Planejar e executar programas de defesa sanitária, proteção, aprimoramento e desenvolvimento de atividades, criação de animais, realizando estudos, pesquisas, dando consultas, exercendo fiscalização e empregando outros métodos, para assegurar a sanidade dos animais, a produção racional e economia de alimentos e a saúde da comunidade.

Professor de Educação Física

Realizar atividades docentes nos anos finais do ensino fundamental, bem como à execução de trabalhos relativos à implementação das grades curriculares e à coordenação de disciplinas.

Terapeuta Ocupacional

Aplicar conhecimentos no campo da terapia ocupacional visando a prevenção, tratamento, desenvolvimento e reabilitação de pacientes portadores de deficiências físicas e/ou psíquicas, promovendo atividades com fins específicos, para ajudá-los na sua recuperação e integração social.

Nível Médio/ Curso Técnico de Nível Médio

Agente de Trânsito

Fiscalizar infrações de circulação, parada e estacionamento, organizando e orientando o fluxo de veículos e pedestres.

Agente de Segurança atrimonial

Orientar e executar, sob supervisão, o policiamento de edifícios e logradouros públicos municipais, bem como apoiar as tarefas da Prefeitura que envolvam o exercício do poder de polícia administrativa e outras que lhe sejam atribuídas por convênio.

Nível Médio/ Curso Técnico de Nível Médio
Agente EsportivoExecutar, sob supervisão, trabalhos relativos a programação e organização de atividades esportivas no Município.
Auxiliar em Saúde BucalAuxiliar o Cirurgião-Dentista no atendimento à pacientes em consultórios, clínicas, ambulatórios odontológicos ou hospitais que possuam o serviço de odontologia, bem como executar tarefas administrativas.
Técnico em EnfermagemOrientar o pessoal auxiliar quanto às tarefas simples de enfermagem e atendimento ao público, executar as de maior complexidade e auxiliar médicos e enfermeiros em suas atividades específicas.
Técnico em Prótese DentáriaConfeccionar e reparar dentaduras e demais aparelhos de prótese dentária, guiando-se pelas impressões tomadas do paciente, para possibilitar a substituição total ou parcial do conjunto dentário natural.
Técnico em Saúde BucalRealizar tarefas de orientação sobre higiene bucal e outras medidas preventivas à população e auxiliar na realização de trabalhos odontológicos, bem como executar procedimentos técnicos aprovados pelo CFO, com supervisão direta do Cirurgião-Dentista.
TelefonistaOperar mesas telefônicas, manuseando chaves, cabos e outros dispositivos para receber e estabelecer comunicações internas, locais, interurbanas e internacionais.
Nível Fundamental Completo
MecânicoExecutar trabalhos de mecânica de máquinas pesadas e aquelas de maior complexidade em veículos de transporte, bem como coordenar e orientar os trabalhos da oficina.
MotoristaDirigir veículos automotores de transporte de cargas leves e pesadas e de ambulâncias e manter a sua conservação em perfeitas condições de aparência e funcionamento.
Nível Fundamental Incompleto
Auxiliar de Obras e Serviços PúblicosExecutar, sob supervisão, trabalhos relacionados com as atividades assistenciais dirigidas à comunidade, bem como auxiliar na elaboração de programas sociais.
BorracheiroExecutar tarefas relativas à calibragem e reparos em câmaras de ar e pneus.
CoveiroExecutar as tarefas relativas a sepultamentos, exumação e conservação das dependências dos cemitérios.
JardineiroExecutar trabalhos de jardinagem nos logradouros públicos municipais.
MarceneiroConfeccionar e reparar móveis e peças de madeira, dando-lhes o acabamento requerido, guiando-se por desenhos e utilizando plainas, furadeiras, lixadeiras, serras, tornos e outras máquinas e ferramentas apropriadas, para atender às necessidades de instalações de escolas, escritórios e outros setores da Municipalidade.
PedreiroDistribuir, coordenar e orientar os trabalhos de alvenaria, concreto armado ou não, e de revestimento em geral, bem como executar os trabalhos mais complexos de alvenaria.

* As descrições contidas neste anexo são sintéticas, o detalhamento das tarefas de cada um dos cargos objeto do concurso está especificado na Lei Nº 2.555/2007 e atualizações.

ANEXO II - QUADRO DEMONSTRATIVO DAS PROVAS OBJETIVAS

Nível Superior

Cargo

Disciplina

Número de Questões

Valor de cada Questão

Máximo de Pontos em cada Disciplina

Mínimo de Pontos em cada Disciplina

Assistente Social; Enfermeiro; Enfermeiro II; Médico Generalista do PSF; Médico Psiquiatra; Médico Radiologista; Médico Infectologista; Médico Ortopedista; Médico Urologista; Médico Angiologista; Médico Otorrinolaringologista; Médico Cirurgião Geral; Médico Pneumologista; Médico Cardiologista; Médico Neurologista; Médico Nefrologista; Médico Oftalmologista; Médico Ultrassonografista; Médico Ginecologista/ Obstetra; Médico Pediatra; Médico Geriatra; Cirurgião-Dentista (Clínico); Farmacêutico; Cirurgião-Dentista (Periodontista); Educador Físico; Fisioterapeuta; Fonoaudiólogo; Terapeuta Ocupacional; Médico Veterinário.

Conhecimentos Técnico-profissionais

16

10

160

80

Legislação do SUS

12

05

60

25

Português

12

05

60

30

Professor de Educação Física.Conhecimentos Técnico-profissionais161016080
Aspectos Legais da Política Educacional12056025
Português12056030

Nível Superior

Cargo

Disciplina

Número de Questões

Valor de cada Questão

Máximo de Pontos em cada Disciplina

Mínimo de Pontos em cada Disciplina

Engenheiro Agrônomo; Fiscal de Coletivos.

Conhecimentos Técnico-profissionais

16

10

160

80

Noções Básicas de Administração Pública Municipal e Legislação do Município

12

05

60

25

Português

12

05

60

30

Nível Médio

Cargo

Disciplina

Número de Questões

Valor de cada Questão

Máximo de Pontos em cada Disciplina

Mínimo de Pontos em cada Disciplina

Agente de Segurança Patrimonial; Agente de Trânsito; Agente Esportivo; Auxiliar em Saúde Bucal; Técnico em Enfermagem; Técnico em Prótese Dentária; Técnico em Saúde Bucal; Telefonista.

Conhecimentos Técnico-profissionais

16

10

160

80

Noções Básicas de Administração Pública Municipal e Legislação do Município

10

05

50

25

Português

10

05

50

25

Nível Fundamental Completo

Cargo

Disciplina

Número de Questões

Valor de cada Questão

Máximo de Pontos em cada Disciplina

Mínimo de Pontos em cada Disciplina

Mecânico; Motorista.

Conhecimentos Técnico-profissionais

10

10

100

50

Matemática

10

05

50

20

Português

10

05

50

20

Nível Fundamental Incompleto

Cargo

Disciplina

Número de Questões

Valor de cada Questão

Máximo de Pontos em cada Disciplina

Mínimo de Pontos em cada Disciplina

Auxiliar de Obras e Serviços Públicos; Borracheiro; Coveiro; Jardineiro; Marceneiro; Pedreiro.

Conhecimentos Técnico-profissionais

10

10

100

50

Matemática

10

05

50

20

Português

10

05

50

20

ANEXO III - CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS E SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

> NÍVEL SUPERIOR

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS E SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS PARA AS PROVAS OBJETIVAS

Português para todos os cargos de Nível Superior.

1. Organização textual: interpretação dos sentidos construídos nos textos (verbais e não verbais); características de textos descritivos, narrativos e dissertativos; argumentação; discursos direto e indireto; intertextualidade; elaboração de parágrafos; elementos de coesão e coerência. 2. Aspectos semânticos e estilísticos: sentido e emprego dos vocábulos; emprego de tempos e modos dos verbos em português; uso dos pronomes; metáfora e metonímia. 3. Aspectos morfológicos: reconhecimento, emprego e sentido das classes gramaticais em textos; processos de formação de palavras; mecanismos de flexão dos nomes e dos verbos. 4. Processos de constituição dos enunciados: coordenação, subordinação e paralelismo; concordâncias verbal e nominal; regências verbal e nominal; colocação e ordem de palavras na frase. 5. Sistema gráfico: ortografia; regras de acentuação; uso dos sinais de pontuação.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

AZEREDO, José Carlos de. Gramática Houaiss da língua portuguesa. São Paulo: Publifolha.

CAMARA JR., Joaquim Mattoso. Manual de expressão oral e escrita. Petrópolis: Vozes.

CUNHA, Celso e CINTRA, Luís Felipe Lindley. Nova gramática do português contemporâneo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira.

FIORIN, José Luiz e SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto: leitura e redação. São Paulo: Ática.

GRANATIC, Branca. Redação, humor e criatividade. São Paulo: Scipione.

Legislação do SUS para os cargos de Assistente Social; Enfermeiro; Enfermeiro II; Médico Generalista do PSF; Médico Psiquiatra; Médico Radiologista; Médico Infectologista; Médico Ortopedista; Médico Urologista; Médico Angiologista; Médico Otorrinolaringologista; Médico Cirurgião Geral; Médico Pneumologista; Médico Cardiologista; Médico Neurologista; Médico Nefrologista; Médico Oftalmologista; Médico Ultrassonografista; Médico Ginecologista/Obstetra; Médico Pediatra; Médico Geriatra; Cirurgião-Dentista (Clínico); Cirurgião-Dentista (Periodontista); Educador Físico; Farmacêutico; Fisioterapeuta;

Fonoaudiólogo; Terapeuta Ocupacional; Médico Veterinário.

Sistema Único de Saúde - SUS: Princípios, diretrizes e regulamentação. Diretrizes do Pacto pela Saúde em 2006 - Consolidação do Sistema Único de Saúde, publicado na Portaria/GM n° 399, de 22 de fevereiro de 2006; Diretrizes para a gestão do SUS: Descentralização; Regionalização; Financiamento; Regulação; Participação e Controle Social; Responsabilidade sanitária das instâncias gestoras do SUS; Planejamento e Programação; Regulação, Controle, Avaliação e Auditoria; Participação e Controle Social; Níveis de atenção à saúde; Promoção de Saúde; Vigilância em Saúde. Constituição Federal de 1988 e suas alterações (Seção II Da Saúde). Lei Federal n° 8.080 de 19/09/90 e Lei Federal n° 8.142 de 28/12/90.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República federativa do Brasil, Título VIII ("Da Ordem Social"), Capítulo II ("Da Seguridade Social"), Seção II ("Da Saúde"). Brasília, DF, Senado, 1988.

_______. Lei 8080/90. Dispõe sobre as condições para promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. Disponível em: htpp://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/LEI8080.pdf

_______. Lei 8142/90. Dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde - SUS e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde e outras providências. Disponível: em htpp://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/Lei8142.pdf

_______. Ministério da Saúde. O SUS no seu Município. Garantindo saúde para todos. Série B. Textos Básicos de Saúde. Brasília, 2004. p.7-17 e 29-32. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cartilhasus.pdf O SUS de A a Z - disponível em: http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/sus3edicaocompleto.pdf

Pactos pela vida, em defesa do SUS e de gestão. Diretrizes Operacionais. Brasília, M.S. 2006. Disponível em: www.abennacional.org.br/download/pactopelasaude2006.pdf

Noções Básicas de Administração Pública Municipal e Legislação do Município para os cargos de Engenheiro Agrônomo; Fiscal de Coletivos.

1. O Município e a Federação. O conceito de interesse local. A organização do Município. 2. A Lei Orgânica Municipal. Conteúdo, competência e limitações. 3. O Poder Legislativo e sua competência. A Câmara Municipal. As proibições e incompatibilidades aplicáveis aos Vereadores. O processo legislativo. 4. O Poder Executivo. A responsabilidade e a competência do Poder Executivo. 5. Administração Pública: normas e princípios constitucionais. 6. Processo disciplinar. 7. Atos municipais. Processo administrativo. 8. Sistema tributário municipal. Normas gerais

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL. Constituição Federal de 1988, atualizada.

GONÇALVES, Marcos Flávio R. (coord.). Manual do Prefeito. Rio de Janeiro: IBAM.

PARAÍBA DO SUL. Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município. Lei n° 1.755, de 30 de dezembro de 1994 e atualizações.

PARAÍBA DO SUL. Lei n° 2.182, de 20 de dezembro de 2000 (Código Tributário Municipal), atualizada.

MEIRELLES, Hely Lopes. Direito municipal brasileiro. São Paulo: Malheiros Ed.

MORAES, Alexandre de. Direito constitucional. São Paulo: Atlas.

Aspectos Legais da Política Educacional para o cargo de Professor de Educação Física

1. Reforma Educativa no Brasil dos anos 1990: LDB 9394/96, ECA, Diretrizes, Parâmetros e Referenciais Curriculares Nacionais para a Educação Infantil e o Ensino Fundamental. 2. Gestão Democrática: princípios teóricos e ferramentas garantidas na Lei 9394/96 para a sua execução. 3. O Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica: provas, objetivos e utilização dos resultados. 4. Decreto presidencial No. 6094/07 - Plano de Metas "Compromisso Todos pela Educação" proposto pelo Governo federal nos anos 2000: preocupação com a melhoria dos níveis de qualidade e equidade do sistema educacional brasileiro. 5. PNE - Plano Nacional da Educação - Biênio 2011 a 2020: o projeto de lei 8035/2010 em tramitação no congresso nacional: desafios e metas relativas à Educação Básica.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei n° 9.394, de 20 de dezembro de 1996. (Aspectos relativos à Educação Básica);

________ . ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente. Lei n° 8.069, de 13 de julho de 1990.

______ . Referenciais Curriculares Nacionais para Educação Infantil. 1997. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/rcneivol1.pdf http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/volume2.pdf http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/volume3.pdf

________ . Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental. Brasília, MEC, 1996. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf - todos os volumes.

Prova Brasil e SAEB: ver os links relacionados ao histórico; semelhanças e diferenças; matrizes de referência, no endereço eletrônico do MEC: http://portal.inep.gov.br/web/prova-brasil-e-saeb/prova­brasil-e-saeb

Provinha Brasil: ver links relacionados ao histórico, objetivos, características, aplicação e resultados no endereço eletrônico do MEC: http://provinhabrasil.inep.gov.br/web/provinha-brasil/apresentacao

Decreto 6.094/2007 - Plano de Metas "Compromisso Todos pela Educação" - Disponível em: http://download.inep.gov.br/educacaobasica/provinhabrasil/documentos/2009/planodemetascompromissotodospelaed ucacaodecreto.pdf

Projeto de Lei n° 8.035/2010. PNE - Plano Nacional da Educação. 2011-2020 (em processo de tramitação).

ASSISTENTE SOCIAL

1. Estado e Política Social. 2. A questão social no contexto da globalização e da reestruturação produtiva. 3. Concepção de Seguridade Social no Brasil: ênfase na gestão e execução das políticas públicas. 4. Legislação Social: direitos sociais na atual conjuntura brasileira. 5. Serviço social e realidade brasileira: trajetória histórica, debate contemporâneo, desafios ético-políticos e demandas à profissão. 6. Planejamento e trabalho profissional: objetivos, intervenção, investigação, sistematização e avaliação. 7. Código de Ética Profissional do assistente social e regulamentação da profissão. 8. Família e Serviço Social.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. 1988. (várias edições)

____________ Lei n° 8.069, de 13 de julho de 1990. Estatuto da Criança e do Adolescente.

_________ Lei Orgânica da Saúde. Lei nº 8080, 19 de setembro de 1990 e Lei nº 8142, 28 de dezembro 1990.

_______________ Lei n° 8.742, de 7 de dezembro de 1993. Lei Orgânica da Assistência Social.

___________ Lei n° 10.741, de 1° de outubro de 2003. Dispõe sobre o Estatuto do Idoso e dá outras providências.

Política Nacional de Assistência Social (PNAS). Aprovada pelo Conselho Nacional de Assistência Social sob a forma de Resolução n° 145, de 15/10/2004 e publicada no DOU de 28/10/2004. Brasília: MDS, 2004.

____ Decreto n° 6135, de 26 de janeiro de 2004. Cria o programa Bolsa Família e dá outras providências.

Decreto n° 10835, de 9 de junho de 2007. Dispõe sobre o cadastro único para programas sociais do Governo federal e dá outras providências.

____________ Decreto n° 6307, de 14 de dezembro de 2007.

Dispõe sobre os benefícios eventuais de que trata o art. 22 da Lei n° 8.742, de 7 de dezembro de 1993.

_____ Decreto n° 6214, de 26 de setembro de 2007.

Regulamenta o Benefício da Prestação Continuada da Assistência Social devido à pessoa com deficiência e ao idoso de que trata a Lei n° 8.742, de 7 de dezembro de 1993, e a Lei n° 10.741, de 1° de outubro de 2003, acresce parágrafo ao art. 162 do decreto 3048, de 6 de maio de 1999, e dá outras providências.

______ Ministério da Saúde. Portaria SAS/n° 055 de 24 de fevereiro de 1999. Dispõe sobre a rotina do Tratamento Fora de Domicílio no Sistema Único de Saúde - SUS, com inclusão dos procedimentos específicos na tabela de procedimentos do Sistema de Informações Ambulatoriais do SIA/SUS e dá outras providências.

BRAVO, Maria Inês Souza Serviço Social e Reforma Sanitária: lutas sociais e práticas profissionais. 2ª edição. São Paulo: Cortez, 2007.

CFESS. Legislação e Resoluções sobre o trabalho do/a assistente social. Brasília: CFESS, 2011.

Parâmetros para Atuação de Assistentes Sociais na Política de Assistência Social. Série Trabalho e Projeto Profissional nas Políticas Sociais (1). Brasília: CFESS, 2009.

_________ Parâmetros para Atuação de Assistentes Sociais na Política de Saúde. Série Trabalho e Projeto Profissional nas Políticas Sociais (2). Brasília: CFESS, 2010.

e ABEPSS (Organizadoras). Serviço Social: diretos sociais e competências profissionais. Brasília: CFESS / ABEPSS, 2009.

____________ Trabalhar na Assistência Social em defesa dos direitos da seguridade social. Versão Final. Brasília: CFESS, 2011.

FREIRE, M. B. O Serviço Social na Reestruturação Produtiva. Espaços, programas e trabalho profissional. São Paulo: Cortez, 2003.

CIRURGIÃO-DENTISTA (CLÍNICO)

1. Políticas públicas de saúde no Brasil: estratégia Programa Saúde da Família (PSF); saúde bucal no PSF. 2. Educação para a saúde: princípios e métodos. 3. Promoção de saúde e prevenção dos agravos de saúde bucal mais prevalentes; promoção de saúde na dentística - isolamento do campo operatório, adequação do preparo cavitário, tratamento restaurador atraumático, restaurações dentárias por amálgama, por resina e por colagem de fragmento, aplicações clínicas dos materiais ionoméricos; prevenção da doença periodontal; princípios da exodontia; manutenção periódica preventiva. 4. Cuidados com pacientes portadores de necessidade especiais: medicamentos de uso odontológico, anestesia local, manejo do paciente, controle das patologias bucais.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

ANDRADE, Eduardo Dias. Terapêutica medicamentosa em Odontologia. 3ª reimp. São Paulo, Artes Médicas. 2001. 188p.

Brasil. Guia Prático do Programa Saúde da Família. Brasília. Ministério da Saúde. s/d. 131p. Disponível em: http://dab.saude.gov.br/docs/geral/guiapsf.pdf

_____. Portaria n° 267 de 06 de março de 2001 - Normas e diretrizes de saúde bucal na atenção básica. Brasília. Ministério da Saúde. 2001. Disponível em: http://sna.saude.gov.br/legisla/legisla/progpacspsf/GM_P26701progpacspsf.doc

CONCEIÇÃO, Ewerton Nocchi e colaboradores. Dentística: saúde e estética. 2ª reimp. São Paulo. Artmed. 2002. 346p.

PEREIRA, Antônio Carlos e colaboradores. Odontologia em Saúde Coletiva: planejando ações e promovendo saúde. Reimpressão. São Paulo. Artmed. 2007. 440p.

PETERSON, Larry J. e colaboradores. Cirurgia Oral e Maxilofacial Contemporânea. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan. 1996. 702p.

PINTO, Vitor Gomes. Saúde Bucal Coletiva. 5ª Ed. São Paulo. Santos. 2008. 629p.

CIRURGIÃO-DENTISTA (PERIODONTISTA)

1. Anatomia do Periodonto. 2. Epidemiologia das Doenças Periodontais. 3. Placa e Cálculo Dentais. 4. Microbiologia da Doença Periodontal. 5. Patogênese da doença periodontal. 6. Controle Mecânico da Placa supragengival.7. Cirurgia periodontal:acesso cirúrgico,reparo e cicatrização. 8. Diagnóstico e tratamento da doença periodontal. 9. Terapia Periodontal Regenerativa. 10. Tratamento de Dentes com Envolvimento de Furca . 11. Terapia periodontal de suporte. 12. Trauma de Oclusão. 13. Inter-relação: Endodontia - Periodontia; Periodontia - Prótese; Ortodontia e Periodontia. 14. O Uso de Anti-sépticos na Terapia Periodontal.15. A Utilização de Antibióticos na Terapia Periodontal.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

GENCO. Periodontia Contemporânea. 3ª edição. Santos Livraria e Editora,1999.

LINDHE. Tratado de Periodontia Clínica e Implantodontia Oral. 4ª edição, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.

EDUCADOR FÍSICO

Educação Física no contexto da Educação; História da Educação Física no Brasil; Papel do Professor de Educação Física; Educação Física e lazer; Corporeidade; Aprendizagem motora; Metodologia e didática do ensino de educação física; Organização do conhecimento e abordagem metodológica; Novas perspectivas para a educação física; Objetivos gerais da Educação Física; Psicomotricidade: conceitos básicos, desenvolvimento psicomotor nas crianças em idade escolar; Fisiologia do exercício; Treinamento desportivo: crescimento na criança e no adolescente, diferenças psicofísicas entre idades, treinamento da criança e do adolescente, princípios científicos do treinamento; Esportes: Atletismo; Esportes coletivos: futebol de campo, futsal, basquete, vôlei, handebol; Técnicas e táticas; Regras e penalidades; Esportes com bastões; Organização de eventos esportivos. Recreação. Jogos tradicionais, jogos espontâneos e dirigidos; jogos pré-desportivos; jogos cooperativos; Lutas: Judô, Capoeira; Atividades Rítmicas e Expressivas: Danças: danças populares brasileiras; danças populares urbanas; danças modernas, contemporâneas e jazz; Percepção corporal e espaço-temporal. Ginásticas de preparação e aperfeiçoamento para a dança; preparação e aperfeiçoamento para os esportes; ginástica artística e rítmica; Esporte e inclusão social; Atividade física e promoção da Saúde; Atividade física na prevenção e controle de doenças; Programas de Saúde na Escola; Educação física e saúde pública; Primeiros socorros no esporte.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

ACSM. Manual do ACSM para Avaliação da Aptidão Física Relacionada à Saúde 1ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2006, 192p.

AMARGO, L.O. de L. Educação para o Lazer. São Paulo: Moderna, 1998.

BARROS, Cristiano L. M. de; Silva, Ana Flávia A. C. da. O profissional de Educação Física e a promoção da saúde: enfoque dos programas de saúde da família. Disponível em: www.efdeportes.com Revista Digital - Buenos Aires - n° 145, 2010

BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais: Educação Física. Brasília: MEC/SEF, 1998.

_______ Decreto n° 6286 de 5 de dezembro de 2007 Disponível em: www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007- 2010/2007/Decreto/D6286.htm

CALAZANS, Julieta; CASTILHO, Jacyan. Dança e educação em movimento. São Paulo: Cortez, 2003.

CORREIA, M. M.Trabalhando com jogos cooperativos: em busca de novos paradigmas na educação física. Campinas,SP: Papirus, 2006

DANTAS, E.H.M. Prática da Preparação Física. 3ª edição. Rio de Janeiro: Shape, 1995.

DE MARCO, A. Educação Física: cultura e sociedade. Campinas: Papirus, 2006.

FEGEL, M. J. Primeiros socorros no esporte. São Paulo: Manole, 2002.

FOX, EDWARD L. Bases fisiológicas da educação física e dos

desportos. 6.ed. Rio de Janeiro:Guanabara, 2000. FREIRE, J. B; Alcides, J. S. Educação como prática corporal.

São Paulo: Scipione, 2009

_______, J. B. Educação de corpo inteiro: teoria e prática da educação física. São Paulo: Scipione, 2009

FRIEDMANN, A. Brincar: crescer e aprender - o resgate do jogo. São Paulo: Moderna, 1996.

GALLAHUE, D. Compreendendo o Desenvolvimento Motor. 2ªed. São Paulo: Phorte, 2001.

GORGATTI, Márcia Greguol. Atividade física adaptada: qualidade de vida para pessoas com necessidades especiais. Ed. Barueri - São Paulo: Editora Manole, 2004.

GUERRA, M Recreação e Lazer - Sagra D. C. Luzatto 5 ed Porto Alegre -1996

IPES. Alimentação Saudável e Atividade física para a Qualidade de Vida / Roberto Vilarta (organizador); Roberto Vilarta et. al. - Campinas, Ipes editorial, 2007. Disponível em: www.fef.unicamp.br/departamentos/deafa/qvaf/livros/ alimen_saudavel_ql_af/alimen_saudavel/alimen_saudavel. pdf

____. Gestão da Qualidade de Vida na Empresa: Aguinaldo Gonçalves / Gustavo Luis Gutierrez / Roberto Vilarta (Organizadores). Campinas, SP: IPES Editorial, 2005. Disponível em: www.fef.unicamp.br/departamentos/deafa/qvaf/livros/foruns_interdisciplinares_saude/gestao_empresa/gestao.pdf

____. Políticas públicas, qualidade de vida e atividade física / Organizadores: Gustavo Luís Gutierrez, Roberto Vilarta, Roberto Teixeira Mendes. Campinas: Ipes, 2011.

Disponível em: www.fef.unicamp.br/departamentos/deafa/qvaf/livros/ foruns_interdisciplinares_saude/ppqvat/ppqvat.pdf

____. Qualidade de vida: evolução dos conceitos e práticas no século XXI / Roberto Vilarta, Gustavo Luis Gutierrez, Maria

Inês Monteiro (organizadores). Campinas: Ipes, 2010. Disponível em: www.fef.unicamp.br/departamentos/deafa/qvaf/livros/foruns_interdisciplinares_saude/evolucao/evolucao_compl eto.pdf

____. Qualidade de vida e políticas públicas: saúde, lazer e atividade física / Roberto Vilarta (Organizador). Campinas, SP: IPES Editorial, 2004. Disponível em: www.fef.unicamp.br/departamentos/deafa/qvaf/livros/foruns_interdisciplinares_saude/politicas_publicas/livro_qualidade.PDF

____. Saúde Coletiva e Atividade Física: Conceitos e Aplicações Dirigidos à Graduação em Educação Física / Roberto Vilarta (Organizador). Campinas: Ipes Editorial, 2007. Disponível em: www.fef.unicamp.br/departamentos/deafa/qvaf/livros/livros_texto_ql_saude_cole_af/saude_coletiva/saude_coleti va.pdf

LE BOULCH, J. Educação Psicomotora: A Psicocinética na idade escolar. Porto Alegre: Artmed - 1987

MCARDLE, W.D.; Katch F.I.; Katch V.I. Fisiologia do exercício - energia, nutrição e desempenho humano. 7ª.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.

POLLOCK ML, Wilmore, JH. Exercício na saúde e na doença. 2ª ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 1993.

REGRAS OFICIAIS ATUALIZADAS (2012) de Atletismo, basquetebol, futsal, handebol e voleibol.

Consulta aos sites das respectivas Confederações Esportivas Nacionais.

Schil, Patrícia C. de A. Diabetes - Manual de Exercícios Antes, Durante e Após o Programa de Treinamento. ed. phorte, 2006

SCHIMIDT, R A; Aprendizagem e Performance Motora. Uma Abordagem da Aprendizagem Baseada na Situação. 4ª Ed. Porto Alegre: ARTMED, 2010

TEIXEIRA, H.V. Educação física e desportos. 3ª edição. São Paulo: Saraiva, 1997.

TUBINO, M.J.G. Metodologia científica do treinamento desportivo. 3ª edição. São Paulo: Ibrasa, 1984.

VIANA, E. Esporte e atividade física - bases, organização e administração em função da cultura e da sociologia. Rio de Janeiro: Guavira, 1987.

WEINECK, J. Manual do treinamento esportivo. 2ª edição. São Paulo: Manole, 1989.

WILMORE, Jack H; Costill, David L. Fisiologia do esporte e do exercício. 2ª. ed. Barueri: Manole, 2001. 709 p.

ENFERMEIRO E ENFERMEIRO II

1. Enfermagem Fundamental: Administração em enfermagem; Ética em enfermagem; Sistematização da Assistência de Enfermagem. 2. Enfermagem em Saúde Coletiva: Prevenção e Controle das doenças infecto-parasitárias, imunopreveníveis e sexualmente transmissíveis; epidemiologia e imunização. Saúde do trabalhador em enfermagem. 3. Enfermagem em Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente: Cuidados de enfermagem ao recém-nato normal e de risco, à mulher, à criança e ao adolescente sadios e portadores de patologias diversas. Parto, puerpério, aborto, agravos por violência sexual. 4. Enfermagem em Saúde do Adulto e do Idoso: Cuidados de enfermagem ao indivíduo com distúrbios clínico e cirúrgicos (pré, trans e pós operatório); Manutenção da integridade corporal: feridas e curativos. Enfermagem nos eventos emergenciais e cuidado ao paciente crítico; Ações de enfermagem na prevenção e controle de infecção hospitalar; processo de esterilização. 5. Administração de medicamentos: vias, cálculos de dosagem de medicamentos e cuidados gerais 6. Farmacologia: noções gerais farmacológicas: classificação dos fármacos; indicação clínica; reação adversa; efeitos colaterais.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL, Fundação Nacional da Saúde. Manual de Normas de Vacinação. 3 ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2001.

______, Ministério da Saúde. Manual Técnico - Pré-Natal e Puerpério - Atenção Qualificada e Humanizada. Brasília - DF, 2006. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde.

______. Área Técnica de Saúde da Mulher. Parto, aborto e puerpério: assistência humanizada à mulher. Brasília: Ministério da Saúde, 2001.

______, Ministério da Saúde. Secretaria de Projetos Especiais de Saúde. Manual de Controle das Doenças Sexualmente Transmissíveis. Brasília: Ministério da Saúde, ed. 3ª, 1999.

______. Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Doenças Infecciosas e Parasitárias: aspectos clínicos de vigilância epidemiológica e medidas de controle. Brasília: Ministério da Saúde, 1999.

______.Ministério da Saúde. Aconselhamento em DST, HIV e Aids: diretrizes e procedimentos básicos. 3. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 1999.

______. Ministério da Saúde. Gestação de Alto Risco. Brasília: Ministério da Saúde, 2000.

______. Ministério da Saúde. Assistência Pré-Natal. Brasília: Ministério da Saúde, 2000.

______. Programa de Controle de Infecção Hospitalar. Portaria n° 2616/GM de 12/05/98.

FORTES, J. I. Enfermagem em emergência. São Paulo: E.P.U.,1986.

GARCEZ, R. M. Diagnósticos de enfermagem da NANDA - definições e classificação, 2009-2011. Porto Alegre: Artemed, 2010.

GIOVANI, A. M.M. Enfermagem - Cálculo e Administração de Medicamentos. São Paulo: Editora Rideel, ed 13ª, 2011.

KURCGANT, P. e col. Administração em Enfermagem. São Paulo: E.P.U.,1991.

MORTON, P. G.; FONTAINE, D.K.; HUDAK, C. M.; GALLO, B.

M. Cuidados críticos de enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, ed. 8ª, 2007.

POTTER, P. Fundamentos de Enfermagem- conceitos, processos e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, v.1, ed. 4ª, 1997.

_________ . Fundamentos de Enfermagem- conceitos, processos e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, v.2, ed. 4ª, 1997.

SOUZA, V.H.S.; MOZACHI,N. O hospital- manual do ambiente hospitalar. Curitiba: Manual Real, ed 2ª, 2005.

SMELTZER,S.C.; BARE, B.G. Enfermagem Médico-cirúrgica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, Volumes.1, 2, 3 e 4 ed. 8ª, 2000.

________________________ .Enfermagem Médico-cirúrgica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, v.2, ed. 8ª, 2000.

WONG, D.L. Enfermagem Pediátrica- elementos essenciais à intervenção efetiva. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, ed. 5ª, 1997.

ENGENHEIRO AGRÔNOMO

1. Mecanização. 2. Fitotecnia. 3. Edafologia. 4. Irrigação e Drenagem. 5. Sementes. 6. Armazenamento e Processamento de Produtos Agrícolas. 7. Tecnologia de Produtos Agropecuários. 8. Princípios de Conservação de Alimentos. 9. Olericultura.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

BERNARDO, Salassier; Soares, Antônio Alves; Mantovani, Everardo Chartuni. Manual de Irrigação. MG, Editora UFV, 8ª ed. 2006.

CARVALHO, Nelson Moreira; Nakagawa, João. SEMENTES: Ciência, tecnologia e produção. 4. Ed. Jaboticabal, SP: Funep, 2000.

CASTRO, Paulo Roberto Camargo; Kluge, A. Ricardo; Sestari, Ivan. Manual de fisiologia vegetal: fisiologia de cultivos. Piracicaba: Editora Agronômica Ceres, 2008.

GAVA, A - Princípio de Tecnologia de Alimentos. 2ª ed., São Paulo, Ed. Nobel, 1988.u

JORGE, José Antônio. SOLO: manejo e adubação; 2ª Ed. São Paulo: Nobel, 1983.

MORAES, M.L.B; REIS A.V; TOECHER, C.F e MACHADO, A.L.T - Máquinas para Colheita e Processamento de Grãos. Pelotas, Ed. UFPeL, 1973.

PASSOS, Sebastião Godoy; Filho, Vicente Canéchio; José, Antônio. Principais Culturas. V.1, 2ª edição, Campinas SP, Instituto Campineiro de Ensino Agrícola, 1973.

PUZZI, D. - Abastecimento e Armazenamento de Grãos. Campinas, Instituto Campineiro de Ensino Agrícola, 1986.

REICHARDT, Klaus; Timm, Luís Carlos. SOLO, PLANTA E ATMOSFERA: Conceitos, Processos e Aplicações. Barueri, SP: Manole, 2004.

SILVA, J.S - Pré-Processamento de Produtos Agrícolas. Juiz de Fora, MG, Instituto Maria, 1995.

SILVEIRA, G.M - Os Cuidados com o Trator. Rio de Janeiro, Ed. Globo, 1987.

FARMACÊUTICO

1. Farmacologia: Classificação das drogas; Classificação das formas farmacêuticas; Vias de administração de fármacos; Absorção, Distribuição, Biodisponibilidade, Biotransformação e Eliminação; Mecanismo de ação de fármacos.

2. Farmacotécnica: Soluções, Xaropes, Suspensões, Emulsões, Formas farmacêuticas nasais, Formas farmacêuticas oftálmicas, Formas farmacêuticas auriculares, Pomadas, Cremes, Pastas, Géis, Pós, Grânulos, Cápsulas, Comprimidos, Comprimidos revestidos, Injetáveis, Supositórios, Óvulos e Aerossóis.

3. Assistência Farmacêutica: Seleção e Padronização de Medicamentos e Correlatos; Programação; Aquisição; Armazenamento e Estocagem; Controle de Estoque de Medicamentos; Princípios de Farmacoepidemiologia e Farmacovigilância; Assistência Farmacêutica no SUS; Dispensação Ambulatorial e Atenção Farmacêutica.

4. Assistência Farmacêutica no SUS: Componente Básico, Componente Estratégico e Componente Especializado da Assistência Farmacêutica). 5. Legislação Sanitária e Profissional pertinente a Farmácia: Código de ética, O
Exercício profissional, Política Nacional de Medicamentos; Política Nacional de Assistência Farmacêutica, Relação Nacional de Medicamentos Essenciais e Medicamentos Genéricos; Medicamentos Controlados, Boas Práticas na Manipulação de Medicamentos e Boas Práticas em Farmácias e Drogarias.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

ANSEL, H.C.; POPOVICH, Nº G.; ALLEN, L. V., JR. Farmacotécnica: Formas Farmacêuticas & Sistemas de Liberação de Fármacos. 2000, 6° ed., Editora, Premier.

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Assistência Famacêutica e Insumos Estratégicos. Da excepcionalidade às linhas de cuidado: o Componente Especializado da Assistência Farmacêutica. / Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos. - Brasília: Ministério da Saúde, 2010. 262 p.: il. - (Série B. Textos Básicos de Saúde).

_____. Conselho Nacional de Secretários de Saúde. Assistência Farmacêutica no SUS / Conselho Nacional de Secretários de Saúde. - Brasília: CONASS, 2011. 186 p. (Coleção Para Entender a Gestão do SUS 2011, 7).

CFF, Resolução n° 417, de 29 de setembro de 2004, Regulamenta o Código de Ética da Profissão Farmacêutica.

CNS, Resolução RDC n° 338, de 06 de Maio de 2004 Aprova a Política Nacional de Assistência Farmacêutica.

GOMES, M. J. V. M.; REIS, A. M. M. - Ciências Farmacêuticas - Uma abordagem em Farmácia Hospitalar, São Paulo: Atheneu, 2000. 559p.

KATZUNG, B. Farmacologia Básica e Clinica, 8ª edição, Editora Guanabara Koogan. 2005.

Lei 9787 de 10 de fevereiro de 1999 estabelece o medicamento genérico, dispõe sobre a utilização de nomes genéricos em produtos farmacêuticos e dá outras providências.

MARIN NELLY (Org.). Assistência Farmacêutica para Gerentes Municipais. Rio de Janeiro: OPAS/OMS, 2003.

Portaria 3. 916 de 30 de Outubro de 1998; Regulamenta a Política Nacional de Medicamentos.

Portaria n° 344 de 12 de maio de 1998 Aprova o Regulamento técnico sobre substâncias e medicamentos sujeitos a controle especial.

PRISTA, J.N; ALVES, A. C; MORGADO, R. Tecnologia Farmacêutica. Vol. I, II e III, 5° ed., 1995, Fundação Calouste Gulberkian.

RANG. H. P.; DALE, M. M.; RITTER, J. M.; MOORE, P. K. Farmacologia. 5ª edição Editora Elsevier. 2004.

Resolução RDC n° 214, de 12 de dezembro de 2007. Aprova o Regulamento Técnico sobre Boas Práticas de Manipulação de Medicamentos em Farmácias.

Resolução RDC n° 44, de 17 de Agosto de 2009, Dispõe sobre requisitos exigidos para a dispensação de produtos de interesse à saúde em farmácias e drogarias.

RDC N° 44, DE 26 DE OUTUBRO DE 2010. Dispõe sobre o controle de medicamentos à base de substâncias classificadas como antimicrobianos, de uso sob prescrição médica, isoladas ou em associação e dá outras providências.

STORPIRTS, S; MORI, ALPM; YOCHIY, A; RIBEIRO,E; PORTA,V. Farmácia Clínica e Atenção Farmacêutica. Rio de janeiro, Editora Guanabara Koogan, 2008. 289p.

FISCAL DE COLETIVOS

1. Serviços públicos: 1.1. modalidades de sua prestação e características. 1.2. Competências do Município, segundo sua Lei Orgânica. 2. Mobilidade Urbana: 2.1. Política nacional: vinculação e objetivos, princípios, diretrizes 2.2. Sistema Nacional de Mobilidade urbana: conceito e definições; 2.2.1. Modos e classificação dos transportes urbanos, infraestrutura; 2.3. Regulação dos serviços de transportes coletivos e direitos dos usuários. 2.4. Atribuições dos entes federados. 2.5. Planejamento, gestão e avaliação dos sistemas de mobilidade, instrumentos de apoio. 3. Código de Trânsito Brasileiro: 3.1. Sistema Nacional de Trânsito, composição, competências. 3.2. Veículos: classificação, segurança, identificação, licenciamento. 3.4. Transporte escolar. 3.5. Habilitação. 3.6. Infrações, penalidades e medidas administrativas. 3.7. Glossário. 4. Requisitos de segurança de veículos de transporte de passageiros, conforme a legislação em vigor. 5. Atos administrativos: 5.1. Atos Administrativos de competência do Prefeito Municipal, conforme a Lei Orgânica do Município. 5.2. Classificação, conceito e utilização dos seguintes atos: alvará, ata, atestado, aviso, carta, certidão; circular, contrato, convênio, decreto, despacho, lei, memorando, mensagem, ofício, ordem de serviço, parecer, portaria, regulamento, relatório, requerimento, resolução. 6. Crimes contra a administração pública segundo a legislação em vigor.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

Legislação:

- Lei Orgânica do Município.

- Lei 12587, de 03.01.2012. Institui as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana.

Disponível em www.planalto.gov.br/ccivil03/ato2011-2014/2012/lei/l12587.htm

- Código de Transito Brasileiro e seu Anexo I.

- Código Penal, arts 312 a 337.

- Resolução Contran n° 316, de 25.05.2009 - Estabelece os requisitos de segurança para veículos de transporte coletivo de passageiros M2 e M3 (tipos microônibus e ônibus) de fabricação nacional e estrangeira. Disponível em www.denatran.gov.br/download/Resolucoes/RESOL UCAOCONTRAN31609.pdf

MEDAUAR, Odete. Direito Administrativo Moderno. São Paulo: Ed Revista dos Tribunais. 2004.

NEY, João Luiz. Prontuário de Redação Oficial. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1988. 13ª ed.

FISIOTERAPEUTA

1. Anatomia Muscular e Óssea. 2. Cinesiologia 3. Fisioterapia Aplicada às Disfunções: Cardiovasculares; Pneumológicas; Reumatológicas; Ortopédicas e Traumatológicas; Neurológicas. 4. Fisioterapia em Terapia Intensiva. 5. Fisioterapia Geral: Eletroterapia; Termoterapia; Cinesioterapia. 6. Testes ortopédicos e neurológicos.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

CIPRIANO, J. Manual Fotográfico de Testes Ortopédicos e

Neurológicos. 4ª edição. São Paulo: Manole, 2005, 500p.

EKMAN, L. Neurociência - Fundamentos para a Reabilitação. 2ª edição. São Paulo: Elservier, 2004, 530p.

HEBERT, S.; XAVIER, R. Ortopedia e Traumatologia - Princípios e Prática. 4ª edição. São Paulo: Artmed, 2008, 1620p.

KISNER, C.; COLBY, L.A. Exercícios terapêuticos: fundamentos e técnicas. 5ª edição. São Paulo: Manole, 2009, 1000p.

LOW, J.; REED, A. Eletroterapia Explicada: Princípios e Prática. 3ª edição. São Paulo: Manole, 2001, 484p.

PRYOR, J.A.; WEBBER, B.A. Fisioterapia para problemas respiratórios e cardíacos. 2ª edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002, 384p.

SCANLAN, C.L. WILKINS, R.L.; STOLER, J.K. Fundamentos da Terapia Respiratória de Egan. 7ª edição. São Paulo: Manole, 2000, 1284p.

SOBOTTA, J. Sobotta - Atlas de Anatomia Humana. 22ª edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.

UNPHRED, D. A. Reabilitação Neurológica. 5ª edição, São Paulo: Elsevier, 2009, 1168p.

FONOAUDIÓLOGO

1. Aquisição da linguagem infantil: Aspectos clínicos, teóricos e de desenvolvimento. 2. Distúrbios e alterações da linguagem oral e escrita: Fala, voz, audição, fluência e deglutição. 3. Estudo Fonético e Fonológico do Português Brasileiro: classificação fonêmica e estruturas envolvidas na produção dos sons. 4. Respiração Oral. Uma visão sistêmica e multidisciplinar, inter-relação entre a Fonoaudiologia e Odontologia. 5. Reabilitação dos distúrbios da comunicação: voz, fluência, audição, transtornos da motricidade oral, linguagem oral e escrita. 6. Oncologia e Fonoaudiologia: Características clínicas, aspectos epidemiológicos e reabilitação fonoaudiológica em pacientes laringectomizados.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

FERRAZ, M. J. P. C. Respirador oral - uma visão multidisciplinar. São Paulo: Lovise, 2005.

FILHO, E. D. M.; GOMES, G. F.; FURKIM, A M. Manual de cuidados do paciente com disfagia. São Paulo: Lovise, 2000.

GOLDFELD, M. Fundamentos em fonoaudiologia - Linguagem. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.

MEDEIROS. A.M.C; MEDEIROS, M. Motricidade orofacial - inter-relação entre fonoaudiologia e odontologia. São Paulo: Lovise, 2006.

MURDOCH, B. E. Desenvolvimento da fala e Distúrbios da linguagem - uma abordagem neuroanatômica e neurofisiológica. Rio de Janeiro: Revinter, 1997.

NORONHA, M.J.R.; DIAS, F. L. Câncer da Laringe - Uma abordagem multidisciplinar. Rio de Janeiro: Revinter, 1997.

ORTIZ, K.Z. Distúrbios neurológicos adquiridos - fala e deglutição. São Paulo: Manole, 2006.

PEREIRA, M. M. B. Análise linguística da gagueira. São Paulo: AM3 Artes, 2003.

PINHO, S. M. R. Fundamentos em fonoaudiologia - Tratando os distúrbios da voz. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998.

SANTOS, M. T. M.; NAVAS, A. L. G. P. Distúrbios de leitura e escrita. São Paulo: Manole, 2002.

SILVA, T.C. Fonética e fonologia do português. 8 ed. São Paulo: Contexto, 2005.

MÉDICO ANGIOLOGISTA

1. Semiologia e Anatomia Vascular. 2. Escleroterapia de Microvarizes: técnicas, indicações, substâncias esclerosantes. 3. Aterosclerose Humana: Fatores de risco, placas de carótidas, femorais, aterosclerose aórtica e formação de aneurismas. 4. Métodos Diagnósticos Não Invasivos para o Sistema Vascular Periférico: noções de análise espectral por EcoDoppler, indicações, elementos indicativos de isquemia e de trombose venosa. 5. Arteriografias e Meios de Contraste: indicações, técnicas, tipos de contrastes vasculares. 6. Anticoagulantes, Trombolíticos, Antiagregantes Plaquetários, Drogas Hemorreológicas Mais Prescritas. 7. Oclusão Arterial Aguda: etiologia, diagnóstico, tratamento. 8. Doença Arterial Oclusiva Periférica (DAOP): sinais, sintomas, tratamento. 9. Aneurismas Arteriais: prevalência, métodos diagnósticos, indicações de tratamento cirúrgico, aneurismas não ateroscleróticos, dissecções aórticas e aneurismas toracoabdominais. 10. Doenças Neurovasculares Envolvendo os Membros Superiores e Arteriopatias Funcionais: diagnóstico e tratamento. 11. Fístulas Arteriovenosas: congênitas, traumáticas, para hemodiálise e exame físico. 12. Cirurgia Endovascular: noções de angioplastias, Stents e endopróteses. 13. Isquemia Visceral: isquemia mesentérica aguda e crônica, hipertensão renovascular. 14. Isquemia Cerebral de Origem Extracraniana: tratamento clínico x tratamento cirúrgico das estenoses de carótida, síndrome do "roubo de subclávia". 15. Insuficiência Venosa Crônica e Sistema Linfático: varizes, diagnóstico diferencial das úlceras de perna, tromboflebite superficial, linfangites. 16. TVP, Embolia Pulmonar e Filtros de Cava: profilaxia e tratamento das tromboses e embolia pulmonar, tipos e indicações dos filtros. 17. Arterites e Trombofilias: diagnóstico e tratamento. 18. Pé Diabético: medidas preventivas e condutas terapêuticas. 19. Dislipidemias: diagnóstico e tratamento.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

BECKER, R.C. et al. Terapia Antitrombótica. 3ª edição. Rio de Janeiro: Editora de Publicações Científicas Ltda, 2004.

BELLEN B.V. et al. Doença Aterosclerótica Periférica. São Paulo: BBS Editora, 2004.

BONAMIGO, T.P. e cols. Doenças da Aorta e Seus Ramos‑Diagnóstico e Tratamento. São Paulo: BYK, 1991.

BONAMIGO, T.P. e RISTOW, A. Aneurismas. Rio de Janeiro: Di Livros Editora Ltda. 2000.

BRITO C.J. e cols. Cirurgia Vascular, Cirurgia Endovascular e Angiologia. 1ª edição. Rio de Janeiro: Revinter, 2002. Vol. II, p. 1001-1010.

BROWN, W.H. Issues and Answers in Vascular Surgery. Califórnia: Mercury Publishing, 1985.

FALANGA, V. e cols. Úlceras dos Membros Inferiores - Diagnóstico e Tratamento. Rio de Janeiro: Revinter, 1995.

GARDNER, E. e cols. Anatomia. 5ª edição. Rio de Janeiro:

Guanabara Koogan, 1975.

KATZEN, B. T. Renovascular Inerventions. Techiques in Vascular and Interventional Radiology, Miami, v. 2, nº 2, jun. 1999

KONO D, PAULOS H. Upper extremity manifestations of systemic vascular disorders. In: MACHLEDER HI (ed.) Vascular Disorders of the Upper Extremity. Futura, 1983, p.217-223.

LÓPEZ, M. Semiologia Médica - As Bases do Diagnóstico

Clínico. Rio de Janeiro: Livraria Atheneu, 1986, p. 547-561. MAFFEI, F.H.A. e cols. Doenças Vasculares Periféricas. 2ª edição. São Paulo: Medsi,1995. PORTER, J.M. Year Book of Vascular Surgery. Oregon: Mosby, 1997.

RUTHERORD, R.B. e cols. Vascular Surgery. 3ª edição. Colorado: Saunders, 1989.

SUPLÊNCIA VASCULAR NEWS - Anos 1 e 2 - Vol. I-XIII. São Paulo: Giffe Universal, 2001/2002.

SVENSSON L.G. & CRAWFORD, E.S. Cardiovascular and Vascular Disease of the Aorta. Texas: Saunders, 1997.

SZTUTMAN, M. Suplência Vascular - ano I e II. São Paulo: Griffe Universal, 2000-2001.

VEITH, F.J. E cols. Vascular Surgery-Principles and Practice. 2ª edição. New York: McGraw-Hill, 1994.

YAO, J.S.T. Aneurysms-New Findings and Treatments. Chicago: Ed. Appleton & Lange, Vol I. 1994.

ZWIEBEL, W.J. Introdução à Ultra-Sonografia Vascular. 3ª edição. Rio de Janeiro: Revinter, 1996.

MÉDICO CARDIOLOGISTA

1. Cardiologia preventiva. 2. Insuficiência coronariana aguda e crônica. 3. Hipertensão arterial sistêmica. 4. Insuficiência cardíaca. 5. Lesões orovalvulares. 6. Arritmias cardíacas. 7. Miocardiopatias e periocardiopatias.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

GOLDMAN, Lee; AUSIELLO, Dennis; Cecil Medicina, [tradução Adriana Pittella Sudré...et al.], - Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.

BRAUNWALD, Eugene; ZIPES, Douglas; LIBBY, Peter. Tratado de Medicina Cardiovascular. 7. edição. Rio de Janeiro: ROCA, 2006.

TOPOL, Eric J.; CALLIF, Robert M.; Tratado de Cardiologia, 2ª edição, Rio de Janeiro; Guanabara Koogan, 2005.

PORTO, Celso C.; PORTO, Arnaldo L.; et al; Doenças do Coração. Prevenção e Tratamento; 2. edição, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2005.

Grundy SM. Cleeman JI;Merz CNB;Brewer HB; Clark LT; Hunninghake DB; Pasternak RC; Smith SC;Stone NJ. For the Coordinating Committee of the National Cholesterol Education Program. Implications of Recent Clinical Trials for the National Cholesterol Education Program Adult Treatment Panel III Guidelines. Circulation. 2004;110:227- 239.

THE SEVENTH REPORT OF THE JOINT NATIONAL COMMITTEE, para o diagnóstico e tratamento da hipertensão arterial. Hypertension. 2003;42:1206-1252.

ACC/AHA 2002 Guideline Update for the Management of patients with chronic stable angina a report of the American College of Cardiology/American Heart Association task force on practice guidelines (committee to update the 1999 guidelines for the management of patients with Chronic Stable Angina).Gibbons RJ et al.. Journal of the American College of Cardiology and the January 2003;14:159-68.

Third report of the National Cholesterol Education Program (NCEP) Expert Panel on Detection, Evaluation, and Treatment of High Blood Cholesterol in Adults (Adult Treatment Panel III): Final Report. US Department of Health and Human Services; Public Health Service; National Institutes of Health; National Heart, Lung, and Blood Institute. [NIH Publication No. 02-5215. September 2002.] Circulation. 2002;106:3143-3420.

MÉDICO CIRURGIÃO GERAL

1. Resposta inflamatória, endócrina e metabólica ao trauma. 2. Distúrbios hidro-eletrolíticos no paciente cirúrgico. 3. Choque. 4. Cicatrização das feridas. 5. Preparo pré-operatório. 6. Infecções e Cirurgia / O paciente cirúrgico imunodeprimido. 7. Antibioticoterapia em Cirurgia. 8. Complicações em Cirurgia. 9. Tratamento cirúrgico da obesidade mórbida. 10. Cirurgia minimamente invasiva. 11. Traumatismos. 12. Queimaduras. 13. Afecções cirúrgicas do tecido celular sub-cutâneo. 14. Afecções Cirúrgicas da mama. 15. Afecções Cirúrgicas da Tireóide e paratireóide. 16. Afecções cirúrgicas das supra-renais. 17. Afecções cirúrgicas do esôfago. 18. Hérnias hiatais. 19. Abdome agudo. 20. Hemorragia digestiva. 21. Obstrução intestinal. 22. Afecções cirúrgicas da parede abdominal. 23. Hérnias. 24. Afecções cirúrgicas do peritônio e retro­peritônio. 25. Afecções cirúrgicas do estômago e duodeno. 26. Afecções cirúrgicas do intestino delgado. 27. Afecções cirúrgicas do apêndice, cólons, reto e ânus. 28. Afecções cirúrgicas do fígado e vias biliares. 29. Afecções cirúrgicas do pâncreas. 30. Afecções cirúrgicas do baço. 31. Hipertensão portal. 32. Afecções cirúrgicas do Tórax. 33. Cirurgia pediátrica. 34. Cirurgia vascular. 35. Princípios de Oncologia. 36. Hemostasia e coagulação. 37. Afecções cirúrgicas do pescoço. 38. Sarcomas de partes moles. 39. Cirurgia no idoso. 40. Procedimentos a beira do leito.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

Brunicardi , FC. Schwartz. Principles of Surgery . Mc Graw Hill Companies , Inc. , 2010.

Townsend , Sabiston Textbook of Surgery H.I.E. Saunders, 2008.

MÉDICO GENERALISTA DO PSF

1. Saúde da Família: Produção Social da Saúde. 2. O Sistema Único de Saúde do Brasil (SUS). 3. Princípios e diretrizes do Programa Saúde da Família (PSF). 4. Implantação do PACS/PSF. 5. Reorganização e Principais responsabilidades da Atenção Básica a serem executadas pelas equipes de PSF. 6. Acompanhamento e avaliação das ações desenvolvidas pela estratégia Saúde da Família. 7. Trabalho interdisciplinar em Equipe de saúde da família. 8. Indicadores para acompanhamento da atenção básica. 9. Diagnóstico e tratamento das doenças mais prevalentes no atendimento da Atenção Básica. 10. Promoção à saúde da criança, do adolescente, do adulto e do idoso. 11. Rastreamento e detecção precoce de doenças. 12. Ciclo vital e dinâmica familiar. 13. Imunização. 14. Cuidado domiciliar. 15. Noções de epidemiologia. 16. Epidemiologia aplicada ao PSF.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL, Ministério da Saúde. Manual para a Organização da Atenção Básica. Secretaria de Assistência à Saúde: Brasília, DF. 3ª edição. 1999 . Disponível em: http://dab.saude.gov.br/docs/geral/manualorganizacaoab.pdf

______, Ministério de Saúde. A implantação da Unidade de Saúde da Família. Brasília, DF: Ministério da Saúde; Secretária de Políticas de Saúde, Cadernos de Atenção Básica, 2000. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cadernoatenca obasican1p1.pdf

_______, Ministério da Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia Prático do Programa Saúde da Família. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2002. Disponível em: http://dtr2002.saude.gov.br/caadab/arquivos%5Cguiapsf1.pdf http://dtr2002.saude.gov.br/caadab/arquivos%5Cguiapsf2.pdf

_______, Ministério da Saúde. Cadernos de Atenção Básica. Brasília, DF: 2006. Volumes: 12, 13, 14, 15, 16, 18, 19, 21, 22, 23, 24, 25, 26, 27, 28, 29 e 30 . Disponível em: http://dab.saude.gov.br/cadernoab.php

_______, Ministério da Saúde. SUS, princípios e conquistas. Brasília, 2000. Disponível em: bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/susprincipios.pdf

_______, Ministério da Saúde. Calendário de vacinação das crianças. Disponível em: http://portal.saude.gov.br/portal/saude

_______, Ministério da Saúde. Guia de Vigilância Epidemiológica. 6ª edição. Brasília, 2005. Disponível em: www.prosaude.org/publicacoes/guia/GuiaVigEpidnovo2.pdf

DUNCAN, Bruce B. Medicina Ambulatorial: condutas clínicas em atenção primária. 2ª edição. Porto Alegre: Artmed, 1996.

ROUQUAYROL, Maria Z; FILHO, Naomar A.; Introdução à Epidemiologia. 4ª edição. Rio de Janeiro: Guanabara‑Koogan, 2006

SOUTH-PAUL, Jeannette; MATHENY, Samuel C.; CURRENT Medicina de Família e Comunidade: diagnóstico e tratamento. 2ª edição. São Paulo: AMGH editora, 2010

MEDRONHO, Roberto A.; Epidemiologia. São Paulo: Atheneu, 2005. Capítulos: 3, 5 e 18.

MÉDICO GERIATRA

1. Transição demográfica e epidemiológica 2. Política nacional do Idoso / Estatuto do Idoso. 3. Aspectos biológicos e fisiológicos do envelhecimento 4. Geriatria básica: conceitos básicos em Geriatria / Atividades de vida diária / Independência e Funcionalidade 5. Exames complementares e instrumentos de avaliação / Avaliação Geriátrica Ampla 6. Fragilidade/ Sarcopenia 7. Déficit cognitivo, Demências 8. Delirium, Depressão, Transtorno bipolar do humor e Ansiedade, Disturbio do sono 9. Instabilidade postural e Quedas 10. Imobilidade e Úlceras por pressão 11. Incontinência urinária e fecal. 12. Latrogenia e Farmacologia em Geriatria 13. Cardiologia: Hipertensão arterial sistêmica, Insuficiência Cardíaca, Doença arterial coronária, Arritmias, Doença arterial periférica, Doenças da carótida, Valvulopatias, Endocardite, Cardiomiopatias, Hipotensão arterial, Síncope, Tromboembolismo venoso e outras doenças cardiovasculares, Aterogênese, Fatores de risco cardiovascular 14. Doenças cerebrovasculares: Acidente vascular encefálico isquêmico e hemorrágico 15. Distúrbios do movimento: Tremor essencial, Síndromes parkinsonianas, Doença de Parkinson e outras doenças do movimento 16. Pneumologia: Pneumonias, Doença pulmonar obstrutiva crônica, Embolia pulmonar, Tuberculose e outras doenças pulmonares 17. Gastroenterologia: Doenças do esôfago, Gastrites, Úlceras péptica e gástrica, Doenças do fígado, Doenças dos intestinos, Doenças da vesícula e vias biliares e outras doenças gastrointestinais, pancreáticas e hepato-biliares. 18. Urologia e Nefrologia: Hiperplasia prostática, Disfunção erétil, Insuficiência renal, Infecção urinária e demais doenças nefrológicas e urológicas 19. Doenças osteomioarticulares: Osteoporose, Osteomalácia, Osteoartrite, Artrite reumatóide, Doença de Paget, Polimialgia reumática e Arterite de células gigantes, Fibromialgia e outras doenças osteomioarticulares. 20. Endocrinologia: Diabetes mellitus, Doenças da tireóide e paratireóide, Síndrome metabólica, Obesidade, Transição Menopausal e outras doenças endócrinas. 21. Neoplasias. 22. Anemia / Mieloma múltiplo 23. Infecções e imunizações. 24. Cuidados paliativos.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

FREITAS, Elizabete Viana. Tratado de Geriatria e Gerontologia, Terceira edição. Guanabara Koogan, 2011.

HAZZARD, Willian R. Hazzard's Geriatric Medicine & Gerontology, Sixth Edition; Ed Medical, 2009.

ENVELHECIMENTO ATIVO: uma política de saúde / World Health Organization; tradução Suzana Gontijo. - Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde, 2005. Disponível em: www.prosaude.org/publicacoes/diversos/envelhecimentoativo.pdf

POLITICA NACIONAL DE SAÚDE DA PESSOA IDOSA.

Acesso no portal: www.saude.gov.br http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/envelhecimento_ativo.pdf

MÉDICO GINECOLOGISTA/ OBSTETRA

Ginecologia. 1. Anatomia, fisiologia e embriologia do aparelho genital e da mama. 2. Semiologia ginecológica e exames complementares em Ginecologia. 3. Malformações genitais. Amenorréia. Ginecologia infanto-puberal. 4. Vulvovaginites. Doença sexualmente transmissíveis. Doença inflamatória pélvica aguda. Dismenorréia e tensão pré-menstrual. 5. Sangramento Uterino anormal. Miomatose uterina. Endometriose. 6. Prolapsos genitais. Incontinência urinária feminina. 7. Planejamento familiar. anticoncepção. Sexualidade humana. Violência contra mulher. 8. Infertilidade. Climatério. 9. Doenças benignas e malignas da mama. Lesões precursoras do colo uetrino e câncer do colo uterino. Câncer de endométrio. Tumores benignos e malignos dos ovários. 10. Síndrome do ovário policístico. 11. Urgências em Ginecologia. 12. Pré e pós operatóro em cirurgia ginecológica. Videolaparoscopia e videohisteroscopia. 13. Bioética e Ginecologia. Informática e Ginecologia. Obstetrícia. 1. Diagnóstico da gravidez; Modificações do organismo materno; Alterações psicológicas da gestação e puerpério; Assistência pré-natal; Drogas na gravidez; Vacinação na gravidez. 2. Gestação de alto risco. Toxemia gravídica; Diabetes gestacional; Polidramnia e Oligodramnia; Amniorrexe prematura; Prenhez gemelar; Prematuridade; Doença hemolítica perinatal; Aconselhamento genético pré-natal; Complicações clínicas na gravidez. 3. Hemorragias da 1ª e da 2ª metade da gravidez - Abortamento, Prenhez ectópica, Neoplasia trofoblástica gestacional, Distúrbios da hemocoagulação, Descolamento prematuro de placenta, Placenta prévia. 4. Estática fetal; Mecanismo do parto; Contratilidade uterina; Assistência ao parto. Desproporção céfalo-pélvica. 5. Apresentações cefálicas anômalas. Discinesias uterinas. Assistência ao puerpério normal e anormal; Lactação. 6. Contracepção no puerpério. 7. Sofrimento fetal agudo. Medicina fetal: Ultra-sonografia; Dopplerfluxometria; Cardiotocografia.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

AMEDEÉ, F.J. ET AL. Manual para concursos TEGO-SOGIMIG, edição 4. Editora Guanabara koogan, 2007.

BEREK & NOVAK, Tratado de Ginecologia, edição 14, editora

Guanabara Koogan - RJ, 2008.

CHAVES NETO, Hermogénes. Obstetrícia básica. 1.ed. São Paulo: Atheneu, 2004. 890p.

FEDERAÇÃO BRASILEIRA DAS SOCIEDADES DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA -FEBRASGO. Tratado de Obstetrícia da FEBRASGO. 1.ed. Rio de Janeiro: REVINTER, 2001. 913p.

FREITAS, F; MENKE,C.H.; RIVOIRE,W.A.; PASSOS,E.P. Rotinas em Ginecologia. Porto Alegre, edição 6, Artmed, 2011.

MACHADO, LV. Endocrinologia Ginecológica. Rio de Janeiro, 2006.

OLIVEIRA, HC; LENGRUBER, I. Tratado de Ginecologia da Febrasgo. Rio de Janeiro, 2002.

REZENDE, Jorge de. Obstetrícia fundamental. 10.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 689p.

_______________ . Obstetrícia. 10.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 1565p.

MÉDICO INFECTOLOGISTA

1. Relação Parasita Hospedeiro 2. Infecção, Inflamação, Imunidade 3. Antimicrobianos 4. Doenças causadas por Vírus. 5. Doenças causadas por Rickettsias 6. Doenças causadas por Mycoplasma 7. Doenças causadas por Chlamydia 8. Doenças causadas por cocos e bacilos Gram positivos e negativos, aeróbios e anaeróbios (esporulados e não esporulados). 9. Doenças causadas por Micobactérias 10. Doenças causadas por Espiroquetas 11. Doenças causadas por Protozoários 12. Doenças causadas por Helmintos 13. Doenças causadas por Prions 14. Micoses Sistêmicas 15. Zoonoses 16. Acidentes por animais peçonhentos 17. Imunizações 18. Infecções Hospitalares.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

BARTLETT, J. G.; GALLANT, J. E. PHAM P. A. Medical Management of HIV infection.. Baltimore, Maryland, 16 th Edition, 2012.

BRAUMWALD, E; FAUCI, A. S.; KASPER, D.; HAUFER, S.; LONGO, D. L.; JAMESON, J. LOSCALZO J. Harrison's Principles of Internal Medicine. 17. ed. Ed. McGraw-Hill. 2011.

MANDELL, G. L.; BENNETT, J. E.; DOLIN, R. Mandell, Douglas and Bennett's Principles and Practice of Infectious Diseases. Ed. Gerald L. Mandell, John E. Bennett, Raphael Dolin. 7 th. Ed. Elsevier Churchill Livingstone, 2010.

SCHECHTER, M.; MARANGONI, D. V. Doenças Infecciosas: Conduta Diagnóstica e Terapêutica. 2. ed. Guanabara Koogan, 1998.

TAVARES, W. Antibióticos e Quimioterápicos para o Clínico 1. ed. Atheneu, 2006.

________, Walter; Marinho, Luiz Alberto Carneiro Rotinas de Diagnóstico e Tratamento das Doenças Infecciosas e Parasitárias - 2ª Ed Atheneu, 2007.

Manual de Recomendações para o controle da tuberculose no Brasil, 2011.

Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Hepatite Viral C e Coinfecções, 2011

Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para o Tratamento da Hepatite Viral crônica B e Coinfecções, 2010.

Dengue diagnóstico e manejo clínico adulto e criança, 2011.

MÉDICO NEFROLOGISTA

1. Estrutura e função renal. 2. Determinantes da filtração glomerular. 3. Funções dos túbulos renais. 4. Distúrbios do Equilíbrio Ácido-Base. 5. Distúrbios Hidroeletrolíticos. 6. Distúrbios do Metabolismo Mineral. 7. Edema. 8. Hipertensão Arterial Sistêmica. 9. Doenças Glomerulares. 10. Doenças Tubulares. 11. Doenças Hereditárias. 12. Rim e Doenças Sistêmicas. Rim e Gravidez. 13. Infecção do Trato Urinário. 14. Litíase Renal. 15. Uropatia Obstrutiva. 16. Diálise. Transplante.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS:

RIELLA, Miguel C. Princípios da Nefrologia e Distúrbios Hidroeletrolíticos. Editora Guanabara Koogan. 4ª Ed.

ROSE, Burton David. Clinical Physiology of Acid-Base and Electrolyte Disorders. Editora The McGraw-Hill Companies. 5ª ed.

WILCOX, Christopher S. Therapy in Nephrology and Hypertension: A Companion to Brenner & Rector's The Kidney. Editora Elsevier Health Sciences. 3ª ed.

MÉDICO NEUROLOGISTA

1. O Estado de vigília e o sono. 1.1. Coma. 1.2. Mutismo acinético e síndrome de De-Eferenciação. 1.3. Confusão mental. 1.4. Hipersonias. 2. Infecções do sistema nervoso. 2.1. Infecções bacterianas. 2.2. Infecções Virais. 2.3. Infecções parasitárias e fúngicas. 2.4. Manifestações neurológicas do vírus de imunodeficiência humana. 3. Doenças vasculares do sistema nervoso. 3.1. Doença cérebro vascular isquêmica. 3.2. Hemorragia intracerebral. 3.3. Aneurisma intracraniano. 3.4. Acidente vascular encefálico na infância. 3.5. Doença vascular da medula espinhal. 4. Traumatismo do sistema nervoso. 4.1. Traumatismo crânio-encefálico. 4.2. Traumatismo raquimedular. 4.3. Traumatismo de nervos periféricos. 5. Tumores primários e secundários do sistema nervoso. 5.1. Apresentação clínica e terapia dos tumores do sistema nervoso central. 5.2. Apresentação clínica e terapia dos tumores espinhais. 5.3. Apresentação clínica e terapia dos tumores dos nervos periféricos. 5.4. Síndromes para neoplásicas. 6. Doença inflamatória desmielinizante do sistema nervoso central.

7. Encefalopatias tóxicas e metabólicas. 8. Encefalopatias isquêmicas anóxicas. 9. Distúrbios circulação liquóricas e edema cerebral. 10. Distúrbios neurológicos dos erros inatos do metabolismo. 11. Demências. 11.1. Demências degenerativas. 11.2. Demências vasculares. 12. Epilepsias. 13. Cefaléia e Algias cranianas. 14. Desordens cerebelares e espinocerebelares. 15. Desordens dos núcleos da base. 16. Desordens dos neurônios motores superiores e inferiores. 17. Desordens das raízes, plexos e nervos periféricos. 18. Desordens do sistema nervoso autonômico. 19. Desordens da junção neuromuscular. 20. Desordens do músculo esquelético. 21. Complicações neurológicas da gravidez. 22. Complicações neurológicas do recém-nato. 23. Complicações neurológicas das doenças sistêmicas.

ANEXO III - CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS E SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

Adams & Victor. Principles of Neurology. 9th edition. McGraw Hill.

BRADLEY. Neurology in Clinical Pratice. 3rd edition. Butterworth-Heinemann.

ROWLAND. Merritt Tratado de Neurologia. 11ª edição. Guanabara Koogan.

MÉDICO OFTALMOLOGISTA

1. Farmacologia: Exame funcional dos olhos; Exame físico dos olhos; Trauma ocular; Pálpebras; Órbita; Aparelho Lacrimal; Conjuntiva; Córnea; Esclera; Uveíte; laucoma; Cristalino. 2. Retina (descolamento, doenças vasculares, doenças adquiridas e doenças hereditárias). 3. Doenças Hereditárias da Coróide. 4. Tumores da Úvea e Retina. 5. Estrabismo. 6. Doenças sistêmicas e acometimento ocular. 7. Refração, Lentes de contato. 8. Visão Subnormal.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

De Meux , Oftalmologia Pediátrica , Tecmedd.

Kanski, Clinical Ophtalmology, Butterworth-Heinemann.

Scarpi, Condutas Terapêuticas em Oftalmologia. Editora Roca Ltda.

MÉDICO ORTOPEDISTA

Histologia, histopatologia e embriologia do aparelho locomotor. Fisiologia e mineralização do osso. Anatomia do aparelho locomotor. Semiologia e propedêutica do aparelho locomotor. Biomecânica. Doenças osteo-metabólicas. Infecção osteo­articular. Tromboembolismo. Anomalias congênitas do membro superior. Anomalias congênitas da coluna vertebral. Anomalias congênitas do membro inferior. Displasias. Líquido sinovial. Artrites. Tendinites e tenosinovites. Bursites. Sinovites. Gota. Osteocondrites. Osteonecrose. Miosites. Espondilites. Entesopatias. Artrose. Artrites. Patologias degenerativas do aparelho locomotor. Síndromes compressivas neurológicas. Paralisia cerebral. Tumor ósseo maligno. Tumor ósseo benigno. Pseudotumores. Doença de Paget. Síndromes compartimentais. Paralisia obstétrica. Artrogripose. Síndromes que envolvem o aparelho locomotor. Necrose avascular. Patologias da fise. Deformidades de eixo dos membros inferior e superior. Desvios da coluna vertebral. Lombalgia e lombociatalagia. Hérnia discal. Espondilólise. Espondilolistese. Estenose de canal vertebral. Discrepância de comprimento dos membros. Deformidades adquiridas do pé. Metatarsalgia. Marcha normal. Distúrbios da marcha. Amputações. Artroscopia. Artroplastia. Enxertia óssea e cutânea. Cintilografia óssea. Radiologia ortopédica. Tomografia computadorizada do esqueleto. Ressonância magnética osteoarticular. Lesões nervosas relacionadas e hanseníase. Lesões traumáticas dos nervos periféricos. Tratamento de deformidades e sequelas da hanseníase. Lesões ortopédicas relacionadas ao diabetes. Pé diabético. Consolidação das fraturas. Cicatrização tendinosa e ligamentar. Biomecânica das fraturas. Classificação das fraturas. Fraturas expostas. Atendimento ao politraumatizado. Fraturas por arma de fogo. Fraturas patológicas. Fratura por estresse. Gangrena gasosa. Complicações das fraturas e das luxações. Tromboembolismo. Infecção pós-traumática. Fixação interna das fraturas. Fixação externa. Métodos de tratamento de fraturas e luxações. Técnica AO. Princípios de osteossíntese. Planejamento pré-operatório. Fraturas e luxações do membro inferior. Fraturas e luxações da pelve. Fraturas e luxações da cintura escapular. Fraturas e luxações do membro superior. Fraturas e luxações da coluna vertebral. Lesões meniscais. Lesões ligamentares. Lesões tendinosas. Instabilidade articular. Luxação recidivante. Fraturas na criança. Descolamento epifisário. Trauma fisário. Fratura em galho verde. Fratura subperióstica. Deformidade plástica. Fratura obstétrica. Síndrome da criança espancada.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

BARROS Filho TEP, Lech O. Exame físico em ortopedia. São Paulo: Sarvier.

BROWNER J, Levine e Trafton. Skeletal trauma. Philadelphia:

Saunders/Manole.

CANALE S.T. Campbell's operative orthopaedics. St. Louis: Mosby/Manole.

HEBERT Sizínio et al. Ortopedia e traumatologia: princípios e prática. Porto Alegre: Artmed.

Livros de condutas da SBOT: Ortopedia do Adulto, Traumatologia Ortopédica e Ortopedia Pediátrica. Revinter.

MORRISSY R.T, Weinstein SL. Lovell and Winter's pediatric orthopaedics. Philadelphia: Lippincott/Manole.

PARDINI A.Traumatismos da mão. Rio de Janeiro: Medsi. ROCKWOOD C.A. et al. Fractures. Philadelphia: Lippincott. RUEDI e MURPHY. AO Principles of fracture management. Verlag/Artmed.

TACHDJIAN MO. Pediatric orthopaedics. Philadelphia: Saunders.

Terminologia anatômica. São Paulo: Manole, 2001.

Tratado de Ortopedia - SBOT. Roca. 2007.

WEINSTEIN SL, BUCKWALTER JA. Turek's orthopaedics: principles and their application. Philadelphia: Lippincott/Manole.

* Todos os livros são das últimas 3 edições.

Periódicos (últimos 5 anos):

Acta Ortopédica Brasileira. São Paulo: Atha Comunicação. Clinica ortopédica da SBOT. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.

Clinical Orthopaedic and Related Research.

Journal of Bone & Joint Surgery.

Journal of the American Academy of Orthopaedics Surgeons. Revista Brasileira de Ortopedia.

MÉDICO OTORRINOLARINGOLOGISTA

1. Embriologia, fisiologia e anatomia do nariz, seios para-nasais, boca, faringe, laringe, ouvidos, cabeça e pescoço, base de crânio e cirurgia plástica facial. 2. Etiologia, diagnóstico, tratamento clínico cirúrgico das doenças e síndromes, como de suas complicações. 3. Emergências em otorrinolaringologia e cirurgia cervico facial com diagnóstico e tratamento clínico e cirúrgico. 4. Conhecimento dos métodos diagnósticos. 5. Audiologia. 6. Oto-Neurologia. 7. Otologia. 8. Rinologia. 9. Faringo-estomatologia. 10. Laringologia e Voz. 11. Cabeça e Pescoço. 12. Cirurgia Plástica Facial. 13. Base de Crânio.

SUGESTÃO BIBLIOGRÁFICA

TRATADO DE OTORRINOLARINGOLOGIA DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE OTORRINOLARINGOLOGIA, Editora Roca Ltda., São Paulo, 2002/2003. 05 Volumes.

MÉDICO PEDIATRA

Reanimação cardiopulmonar; distúrbios hidreletrolíticos e ácido-básicos; choque; princípios básicos de respiração mecânica; acidentes; violência contra a criança e o adolescente; analgesia e sedação; tratamento da asma aguda; anafilaxia; urticária e angioedema; eritema multiforme major; insuficiência cardíaca; crise cianótica; arritmias cardíacas; miocardite aguda viral; endocardite infecciosa; sepse; meningite bacteriana aguda; infecção pelo vírus da imunodeficiência humana; tétano; profilaxia da raiva humana; dengue; piodermites; cetoacidose diabética; hipoglicemia; insuficiência adrenal; diarréia aguda; hemorragia digestiva; insuficiência hepática aguda; abordagem e manuseio do hepatopata crônico na emergência; indicação de componentes e derivados de sangue; reações hemolíticas transfusionais; doença falciforme; emergências oncológicas; neutropenias; púrpura trombocitopênica imunológica; infecção urinária; hematúria; síndrome hemolítico-urêmica; glomerulonefrite difusa aguda; hipertensão arterial; síndrome nefrótica; complicações; insuficiência renal aguda; crise convulsiva; traumatismo craniencefálico; coma; hipertensão intracraniana; síndrome de Guillain-Barré; ataxia; morte encefálica; encefalites; pneumonias agudas; bronquiolite viral aguda; obstrução respiratória alta; insuficiência respiratória; tuberculose; febre reumática; quadros inflamatórios do sistema osteoarticular; púrpuras; doença de Kawasaki; abdome agudo; trauma de tórax e abdome; politraumatismo; febre sem foco.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

AIRES, V. Rotinas de pediatria I. IPPMG/UFRJ. 2. ed. Rio de Janeiro: Editora Cultura Médica, 1995.

BEHRMAN, Richard E.; KLIEGMAN, Robert M.; JENSON, Hal B. Nelson Textbook of Pediatrics. 16th ed., 17th ed e 18th ed.

IPPMG/UFRJ. Emergências pediátricas. Última Versão. MARCONDES, E. Pediatria básica. Vol. 1 e 2. São Paulo: Editora Sarvier, 1999.

MÉDICO PNEUMOLOGISTA

1. Doenças infeciosas- Pneumonias, tuberculose e outras micobacterioses, infecções fungicas. 2. Doenças obstrutivas- DPOC, asma brônquica, bronquiectasia e abscesso pulmonar e fibrose cística. 3. Doenças da circulação pulmonar- hipertensão pulmonar e cor pulmonale e tromboembolismo pulmonar. 4. Doenças pulmonares com comprometimento difuso- pneumonias intersticiais idiopáticas, o pulmão nas colagenoses, doenças pulmonares difusas induzidas por drogas, sarcoidose e bronquiolites. 5. Doenças ambientais e ocupacionais- pneumocomioses, asma e Dpoc ocupacionais, neoplasia e exposição ocupacional. 6. Doenças da Pleura-derrames pleurais, pneumotórax e empiema. 7. Neoplasias de pulmão e Mediastino. 8. Insuficiência respiratória. 9. Distúrbios respiratórios do sono.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

Consenso Brasileiro sobre Doença Pulmonar Obstrutiva crônica da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia,2006 Diretriz Brasileira para pneumonia adquirida na comunidade em adultos imunocompetentes, 2009. Guia de Pneumologiada UNIFESP- Escola Paulista de Medicina, Autor: Luiz Eduardo Nery, Ana Luisa Godoy Fernandes e João Aléssio Juliano Perfeito.

Harrison's Principles of Internal Medicine: Volumes 1 and 2, 18th Edition, 2011. IV Diretrizes para o Manejo de Asma da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia. Manual de Recomendações para o Controle da Tuberculose do Ministério da Saúde, . Recomendações para o manejo da trombo embolia pulmonares, Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, 2010.

TARANTINO, Affonso Berardinelli, 6ª Edição, ano 2008, Editora

Guanabara Koogan.

MÉDICO PSIQUIATRA

1. Diagnóstico e Classificações em psiquiatria. 2. Transtornos mentais orgânicos, inclusive os sintomáticos. 3. Transtornos mentais e comportamentais devidos ao uso de substância psicoativa. 4. Esquizofrenia, transtornos esquizotípicos e transtornos delirantes. 5. Transtornos do humor [afetivos]. 6. Transtornos neuróticos, transtornos relacionados com o "stress" e transtornos somatoformes. 7. Síndromes comportamentais associadas a disfunções fisiológicas e fatores físicos. 8. Transtornos da personalidade e do comportamento do adulto. 9. Retardo mental. 10. Psicofarmacologia clínica e outras terapias biológicas. 11. Psicoterapias. 12. Medicina Psiquiátrica de emergência. 13. Reabilitação psicossocial.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

EIZIRIK, AGUIAR, SCHESTATSKY & COLS. Psicoterapia de Orientação Analítica. 2.ed. Porto Alegre: Artmed, 2005.

FREUD, Anna. O Ego e os Mecanismos de Defesa. Porto Alegre: Artmed, 2005.

IRVIN D. Yalon; LESZCS, Molyn. Psicoterapia de Grupo: Teoria e Prática. Porto Alegre: Artmed, 2006.

ORGANIZAÇÃO. MUNDIAL. DA SAÚDE. Classificação de Transtornos Mentais e de Comportamento da CID-10: Descrições Clínicas e Diretrizes Diagnósticas. Porto Alegre: Artmed, 1993.

SADOCK, Benjamin J; Sadock, Virginia A.Kaplan & Sadock Compêndio de Psiquiatria - Ciências do Comportamento e Psiquiatria Clínica. 9. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007.

MÉDICO RADIOLOGISTA

1. Radiologia Geral: 1.1.Bases físicas. Interação radiação/matéria. Radioproteção. Filmes/ecrans. Processamento. 1.2.Cabeça e Pescoço. Malformações. Traumas. Doença inflamatória. Tumores. 1.3.Coluna vertebral. Malformações. Traumas. Doença inflamatória. Doença degenerativa. Tumores. Escoliose. 1.4.Tórax. Malformações. Traumas. Doença inflamatória pulmonar/pleural. DPOC. Tumores. Aumento das cavidades cardíacas. 1.5.Abdome/pelve. Malformações. Traumas. Doença inflamatória gastrintestinal. Pneumoperitônio. Abdome agudo. Tumores. 1.6.Musculoesquelético. Malformações. Traumas. Doença inflamatória e degenerativa. Tumores.1.7.Mama. Doença benigna. Doença malígna. Procedimentos invasivos.

2. Tomografia Computadorizada: 2.1.Bases físicas. Produção da imagem. Interação radiação/matéria. Radioproteção. 2.2.Tomografia computadorizada da cabeça e do pescoço. Traumas. O cérebro. Transtornos vasculares. Malformações. Doenças inflamatórias. Tumores. Doença inflamatória do pescoço. Tumores cervicais. 2.3.Tomografia computadorizada da coluna vertebral. Malformações. Traumas. Doença degenerativa. Doença inflamatória. Tumores. 2.4.Tomografia computadorizada do tórax. Malformações. Doença inflamatória pulmonar e pleural. DPOC. Tumores do mediastino. Aumento do coração. 2.5.Tomografia computadorizada do abdome e pelve. Malformações. Traumas. Doença inflamatória. Tumores. Aneurismas. 2.6.Tomografia computadorizada do sistema musculoesquelético. Traumas. Doença inflamatória. Tumores.

3. Ressonância Magnética: 3.1.Princípios físicos qualidades da Imagem em ressonância magnética. 3.2.Meios de contraste para RM do cerébro. 3.3.Infarto, Traumatismo e Hemorragia. 3.4.Enfermidades inflamatórias do cerébro. 3.5.Transtornos degenerativos e demência. 3.6.Neoplasias craniais e intracranianas. 3.7.RM da região selar e paraselar. 3.8.Anomalias cerebrais congênitas. 3.9.RM das órbitas. 3.10.RM em Otorrinolaringologia. 3.11.Coluna Vertebral - Imagem de Ressonância Magnética em coluna vertebral normal, RM das enfermidades degenerativas, Traumatismo espinhal, Cistos postraumáticos da medula espinhal, Disrafismo espinhal. 3.12.RM do Abdome. 3.13.RM do sistema músculo esquelético.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

AGUILLAR V, Bauab S, Maranhão Nº Mama - Diagnóstico por Imagem. Mamografia - Ultrassonografia - Ressonância Magnética. Ed. Revinter, 2009.

Douglas A. Katz, Kevin R Math, Stuart A. Groskin. Segredos em Radiologia. Editora Artes Médicas, Porto Alegre, RS, 2000.

Fundamentos de Radiologia e Diagnóstico por Imagem. Editores: Adilson Prando e Fernando A. Moreira. Elsevier Editora, 2007.

JEFFREY RB, Manaste B.J, Gurney, SW. Diagnostic Imaging: emergency. Amirsys, 2007.

Lee, SH; Rao KCVG; Zimmerman R.A. TC e RM do crânio. 4ª ed. Revinter, 2004.

OSBORN AG; Ross JS; Salzman KL; et all. Expertddx. Brain and Spine.Amirsys Ed, 2009.

Série Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem. TÓRAX. Editores: C Isabela S. Silva, Giuseppe D'Ippolito, Antônio José da Rocha. Elsevier Editora, 2010.

. GASTROINTESTINAL. Editores: C Isabela S. Silva, Giuseppe D'Ippolito, Antônio José da Rocha. Elsevier Editora, 2011.

Tomografia Computadorizada de Alta Resolução nas Doenças Difusas Pulmonares - Correlação Anatomopatológica. Capone D. Mogami R. Miyagui T. Atheneu, Rio de Janeiro, 2003.

Tratado de Ultrassonografia Diagnóstica. Rumack CM; Wilson SR; Chaborneau JW.Mosby. Elsevier Editora, 2006, RJ.

Ultrassonografia abdominal. Cerri GG; Oliveira IRS. Rio de Janeiro, Revinter, 2002.

MÉDICO ULTRASSONOGRAFISTA

Medicina Interna: 1. Fígado: a. anatomia; b. generalidades; c. hepatopatias difusas; d. hipertensão porta; e. tumores; f. cistos; g. abscessos; h. técnica de exame; i. lesões expansivas.

2. Árvore biliar: a. anatomia; b. generalidades; c. colelitíase; d. colecistites; e. tumores; f. dilatação; g. indicações do exame.

3. Pâncreas: a. anatomia; b. pancreatites; c. tumores; d. técnica de exame. 4. Trato gênito-urinário: a. anatomia; b. técnica de exame; c. indicações do exame; d. massas renais; e.doenças parenquimatosas; f. uropatias obstrutivas; g. abscessos, hematomas; h. anomalias congênitas ; i. cálculos; j. bexiga; k. próstata; l. bolsa escrotal. 5. Baço: a. anatomia; b. técnica de exame; c. lesões focais; d. doenças difusas; e. aneurisma da artéria esplênica. 6. Retroperitônio: a. anatomia; b. grandes vasos; c. massas e adenopatias; d. adrenais; e. hemorragia; f. fibrose retroperitoneal. 7. Diversos: a. sistemas de vários órgãos; b. mama; c. abscessos, coleções fluídas; d. anatomia vascular; e. Shunts A-V; f. Tórax; g. Invasivo; h. sistema músculo- esquelético. 8. Trato gastrintestinal: a. anatomia; b. tumores; c. obstrução; d. hérnia; e. inflamação. 9. Pescoço: a. paratireóide; b. cistos; c. abscessos; d. tumores; e. carótidas e jugular; f. técnica de exame; g. anatomia; h. tireóide; 10. Estruturas superficiais: a. cistos, coleções fluidas; b. tumores; c. abscessos e hematomas; d. aneurisma; e. técnica de exame. 11. Generalidades: a. Técnica de exame; b. Bases Físicas; c. Transdutores; d. Imagens gravadas; e. Artefatos; f. Pré-requisito para garantia da qualidade do exame ; g.
Transplante de órgãos; h. Dopplerfluxometria. Ginecologia e Obstetrícia: Obstetrícia. 1. Primeiro trimestre: a. Saco gestacional; b. Saco vitelino; c. Embrião (desenvolvimento embriológico / correlação ultrassonográfica); d. Ovários (corpo lúteo); e. Fundo de saco de Douglas; f. Abortamento; g. Hemorragias da 1ª metade da gestação; h.translucência nucal; i. marcadores ultrassonográficos das anomalias cromossômicas. 2. Segundo e terceiro trimestres - Anatomia normal: a. crânio; b.coluna vertebral; c. coração; d. tórax ; e . abdome; 1. gastrintestinal; 2. gênito-urinário; 3. diversos; f. extremidades; g. posição fetal; h. outros; i. crescimento fetal; j. mau formações. 3. Placenta: a. desenvolvimento; b. posição; c. anatomia; d. membranas; e. cordão umbilical; f. desenvolvimento placentário; g. placenta prévia; h. massas e lesões; i. maturidade/classificação; j. Doppler; k. fisiologia.

4. Avaliação da idade gestacional: a. saco gestacional; b. tamanho do embrião / comprimento cabeça-nádega; c. diâmetro biparietal; d. comprimento do fêmur; e. circunferência abdominal; f. circunferência cefálica; g. diâmetro cerebelar ; h. distancia bi -ocular ; i . Índice cefálico; j. maturidade do pulmão fetal. 5. Complicações: a. restrição de crescimento intra-uterino (RCIU); 1. simétrico; 2. assimétrico; 3. testes sem stress; 4. perfil biofísico; 5. estudo Doppler; b. gestação múltipla 1. diamniótica; 2. monoamniótica; 3. complicações; c. doenças maternas; 1. diabetes gestacional ; 2 . Diabetes mellitus ; 3 . Hipertensão arterial; 4. outros; d. pré-natal; 1. Exames pré-natais; 2. Rotura prematura das membranas; 3. isoimunização Rh; 4 . Problemas relacionados com o uterino; 5. outros; e. terapêutica fetal; 1. amostras do sangue fetal / transfusões; f. pós-parto; 1. hemorragia; 2. infecção; 3. cesárea; 4. outros; 6) Líquido amniótico: a. avaliação; b. polidrâmnio; c. oligoâmnio; d. estudo da maturidade pulmonar fetal ; 7) Estudo genético fetal : a. teste do soro materno; b. teste do líquido amniótico; c. amostra do vilo coriônico; d. genes dominantes / risco da ocorrência de genes recessivos; 8) Transferência embrionária. 9) Anomalias fetais: a. craniais; b. faciais; c. cervicais; d. tubo neural; e. parede abdominal; f. tórax ; g. geniturinárias ; h. gastrintestinais ; i. esqueléticas; j. cardíacas; k. síndromes; l. outras; 10) Patologias associadas à gestação: a. leiomiomas; b. tumores ovarianos ; c .doenças trofoblásticas; d. contração miometrial; e. outras. Ginecologia: 1. Anatomia pélvica normal: a. útero; b. corpo; c. endométrio; d. colo; e. vagina; f. ovários; g. trompa de Falópio; h. estrutura de sustentação; i. fundo de saco de Douglas; j. vascularização; k. Doppler Fluxométrico; l. estudos correlatos em Ginecologia; m. g astrintestinal ; nº geniturinário ; o. outros. 2. Fisiologia: a. ciclo menstrual; b. teste de gravidez; c. gonadotrofina coriônica humana (ß-HCG); d. fertilização. 3. Pediatria: a. puberdade precoce; b. hematométrio / hematocolpo; c. genitália ambígua; d. outros. 4. Infertilidade Endocrinologia: a. contracepção; b. causas; c. medicação e tratamento; d. indução ovulação (monitoração folicular); e. técnica de reprodução assistida (GIFT, FIV, ZIFT). 5. Menopausa: a. anatomia; b. fisiologia; c. tratamento; 1. reposição hormonal; d. patologias: 1. hiperplasia; 2. pólipos; 3 . Câncer do endométrio; 4. Câncer do ovário; 5. outros. 6. Patologias pélvicas: a. malformações uterinas congênitas b. massas uterinas; c. massas ovarianas; d. endometriose e. doença policística ovariana; f. doença inflamatória pélvica ; g . Estudo Doppler h. estudos correlatos em ginecologia; gastrintestinal; geniturinário; i. outros. 7. Patologia do abdome superior associado ou secundária à patologia: ginecológica: a. ascite; b. Metástase; c. hidronefros e; d. outros; e.infecções. 8. Cuidados e preparos do paciente Técnica de exame: a. descrição dos exames; b. síndrome de hipotensão supina; c. controle de doenças infecciosas; d. técnica de exame; e. artefatos; f. princípios de física.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

GIOVANNI GUIDO CERRI & MARIA CRISTINA CHAMMAS. Ultra-sonografia Abdominal 2ª edição, Revinter, 2009.

CAROL M. RUMACK, STEPHANIE R. WILSON E J. WILLIAM CHARBONEAU: Diagnostic Ultrasound, 3ª edição, Elsevier Mosby. 2005

AYRTON ROBERTO PASTORE. Ultrassonografia em Ginecologia e Obstetrícia - Série Ultrassonografia, Edição 2ª, Revinter, 2010.

ARTHUR C. FLEISCHER, DONALD S. EMERSON. Ultra Sonografia Com Doppler Colorido em Ginecologia e Obstetrícia, Editora: Revinter.

SOHN. Ultra-sonografia da Mana, Editora Revinter, 2000. MONTENEGRO & REZENDE FILHO. REZENDE OBSTETRÍCIA, 11ª edição, editora Guanabara Koogan.

MÉDICO UROLOGISTA

1. Anatomia cirúrgica urológica 2. Infecções urinárias inespecíficas 3. Tuberculose urogenital 4. Imaginologia do trato urinário 5. Litíase urinária 6. Doenças sexualmente transmissíveis 7. Infertilidade masculina 8. Urologia feminina 9. Bexiga nerogênica 10. Tumores do trato genitourinário e da adrenal 11. Hiperplasia prostática benigna 12. Disfunções sexuais masculinas 13. Traumatismo urogenital 14. Uropediatria 15. Trasplante renal. 16. Endourologia. 17. Urgências não traumáticas do trato genitourinário. 18. Videolaparoscopia em urologia. 19. Cirurgia recontrutora urogenital 20. Hipertensão renovascular. 21. Embriologia do trato genitourinário

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

Campbell's Urology, 9th edition, Saunders, 2007.

D'Ancona,CAL; Trigo Rocha,FE; Manual de Urodinâmica, 1ª edição, SBU - Planmark, 2007.

De Smith, Urologia Geral, 17ª edição, Launge, 2010.

Publicações das Reuniões de Consensos e Diretrizes da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU).

Rodrigues Netto Jr.,N; Urologia Prática, 5ª edição, Roca, 2008.

MÉDICO VETERINÁRIO

1. Controle das doenças transmitidas ao homem: Etiologia, investigação epidemiológica, diagnóstico e profilaxia das principais doenças bacterianas, parasitárias e viróticas de interesse em Saúde Pública. Interação entre agente, hospedeiro e ambiente, levando em conta a fonte de infecção. Zoonoses de importância em saúde pública 2. Ciência dos alimentos. Aspectos básicos e fundamentais dos alimentos e das matérias primas. Processos tecnológicos e controle de qualidade dos alimentos. Características dos locais de produção, manipulação, armazenamento e comercialização dos alimentos e produtos de origem animal. 3. Controle higiênico-sanitário dos matadouros, estabelecimentos produtores e comerciais de alimentos, produtos de origem animal e demais produtos alimentícios. Procedimentos na inspeção e fiscalização de alimentos e produtos de origem animal, desde a inspeção "ante e pós‑ mortem", no processamento tecnológico, armazenamento, conservação e consumo. Doenças transmitidas por alimentos e água. Princípios básicos da higienização. 4. Exames laboratoriais: análises clínicas, anatomopatológicos, inspeção ante e post-mortem, objetivando a proteção da saúde individual e coletiva da população. Classificação e identificação dos microorganismos. Esterilização e desinfecção por meios físicos e Químicos; Técnicas de Coleta de material para exames histopatológicos, microbiológicos e toxicológicos. 5. Controle e combate de vetores, pragas urbanas, animais sinantrópicos indesejáveis transmissores de raiva animal e demais zoonoses. 6. Regulamentos sanitários. Legislação, normas e aspectos legais aplicados à defesa do meio ambiente, defesa sanitária animal e ao comércio e indústria de alimentos, águas e demais produtos pertinentes. 7. Sistema Único de Saúde: Definição, princípios e diretrizes. Vigilância Sanitária, conceitos e competências sobre os serviços e produtos com interesse para a saúde. 8. Exercício Legal da Profissão de Médico Veterinário. Medicina Veterinária Legal. Deontologia Veterinária.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

ACHA, P.N.; SZYFRESS, B. Zoonosis y enfermedades transmisibles comunes al hombre y a los animales. 3. ed. V. I,II,II, Washington: Organización Panamericana de la Salud OPS/Oficina Sanitaria Panamericana, 2001/ 2003.

BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (RIISPOA). Brasília, 1997, e demais regulamentos disponíveis no www.ministeriodaagricultura.gov.br

_______. Presidência da República. Lei N.° 5.517, de 23 de Outubro de 1968. Dispõe sobre o exercício da profissão de Médico Veterinário e cria o Conselho Federal e Conselhos Regionais de Medicina Veterinária. Diário Oficial da União de 25 de outubro de 1968.

_______. Decreto Lei n°986 de 21 de outubro de 1969. Institui as Normas Básicas sobre alimentos. Diário Oficial da União. Brasília, DF, outubro de 1969.

_______. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Lei n° 6437, de 20 de agosto de 1977 Configura infrações à legislação sanitária federal, estabelece as sanções respectivas, e dá outras providências. Diário Oficial da União. 24 de agosto de 1977.

_______. Lei Federal n° 8.080, de 19/09/1990. Institui o Sistema Único de Saúde. Diário Oficial da União, Brasília, 20/09/1990. Disponível em: http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/LEI8080.pdf

_______. Lei Federal n° 8.142, de 28/12/1990. Diário Oficial da União, Brasília, 28/12/1990. Disponível em: http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/Lei8142.pdf

_______. Ministério da Agricultura e do Abastecimento. PORTARIA N° 368, de 04 de setembro de 1997. Aprova o Regulamento Técnico sobre as condições Higiênico-Sanitárias e de Boas Práticas de Fabricação para Estabelecimentos Elaboradores / Industrializadores de Alimentos. Diário Oficial da União, 08/09/1997, Seção 1, Página 19697.

_______. Lei 9.782 de 26 de janeiro de 1999. Define o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, cria a Agência Nacional de Vigilância Sanitária e dá outras providências. Diário Oficial da União de 11 de fevereiro de 1999.

_______. Ministério da Saúde. Portaria nº Resolução RDC 12 de 02 de janeiro de 2001. Aprova os Padrões Microbiológicos Sanitários para Alimentos. . Diário da Republica Federativa do Brasil, Brasília, DF. 2001..

_______. Ministério da Saúde. Dengue - Fundação Nacional de Saúde. Programa Nacional de Controle da Dengue

(PNCD), FUNASA, Brasília, 2011.

_______. Ministério da Saúde. Portaria nº 518 Controle e vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade, e dá outras providências. Diário da Republica Federativa do Brasil, Brasília, 26 de março de 2004.

_______. Ministério da Saúde. Manual de Controle de Roedores. FUNASA, 2002.

_______. Ministério da Saúde - FUNASA. Guia de Vigilância Epidemiológica, V.1, 5° edição, 842 pags., Brasília, DF, 2002.

_______. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução RDC n° 275, de 21 de outubro de2002. Aprova o Regulamento Técnico de Procedimentos Operacionais Padronizados aplicados aos Estabelecimentos Produtores/industrializadores de Alimentos. Diário Oficial da União. Brasília, DF, 23 outubro de 2004.

_______. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução RDC n° 216, de 15 de setembro de 2004. Aprova o Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação. Diário Oficial da União. Brasília, DF, 16 set. 2004.

_______. Ministério da Saúde. Portaria n° 33 de 14 de julho de 2005. Inclui doenças à relação de notificação compulsória, define agravos de notificação imediata e a relação dos resultados laboratoriais que devem ser notificados pelos Laboratórios de Referência Nacional ou Regional. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, 15 julho de 2005.

CFMV- Conselho Federal de Medicina Veterinária. Resolução N° 722, de 16 de Agosto de 2002. Aprova o Código de Ética do Médico Veterinário. DOU 16-12-02.

. Resolução N° 875, de 12 de dezembro de 2007. Aprova o Código de Processo Ético-Profissional no âmbito do Sistema CFMV/CRMVs. DOU 31-12-2007.

FRANCO, B.D.G. F ; LENDGRAF, M. Microbiologia dos alimentos. São Paulo : Atheneu, 1999-2003.

GERMANO, P.M.L ; GERMANO, M.I.S. Higiene e vigilância sanitária de alimentos. São Paulo: Varela, 2003-2009.

SILVA JUNIOR, E. A. Manual de controle higiênico-sanitário em alimentos. 5ª/6ª ed. São Paulo, 2002 - 2007.

PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA

Educação Física no contexto da Educação; Educação Física, esporte e sociedade; História da Educação Física no Brasil; Função social da Educação Física; Objetivos gerais da Educação Física; Papel do professor de Educação Física; Educação Física e lazer; Corporeidade; Aprendizagem motora; Metodologia e didática do ensino de educação física; Organização do conhecimento e abordagem metodológica; Novas perspectivas para a educação física; Psicomotricidade: conceitos básicos, desenvolvimento psicomotor nas crianças em idade escolar, influências no rendimento escolar; Fisiologia do exercício; Treinamento desportivo: crescimento na criança e no adolescente, diferenças psicofísicas entre idades, treinamento da criança e do adolescente, princípios científicos do treinamento; Psicologia da aprendizagem; Psicologia do esporte; Avaliação em Educação Física; Critérios de seleção e organização de conteúdos; Esportes: Atletismo; Esportes coletivos: futebol de campo, futsal, basquete, vôlei, handebol; Técnicas e táticas; Regras e penalidades Esportes com bastões; Organização de eventos esportivos. Recreação. Jogos tradicionais, jogos espontâneos e dirigidos; jogos pré-desportivos; jogos cooperativos; Brincadeiras da cultura popular; Lutas: Judô, Capoeira; Atividades Rítmicas e Expressivas: Danças: danças populares brasileiras; danças populares urbanas; danças modernas, contemporâneas e jazz; danças e coreografias associadas a manifestações culturais. Percepção corporal e espaço-temporal. Ginásticas de preparação e aperfeiçoamento para a dança; preparação e aperfeiçoamento para os esportes; ginástica artística e rítmica; Esporte e inclusão social; Atividade física e promoção da Saúde; Atividade física na prevenção e controle de doenças; Programas de Saúde na Escola; Educação física e saúde pública; Primeiros socorros no esporte.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

ACSM. Manual do ACSM para Avaliação da Aptidão Física Relacionada à Saúde 1ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2006, 192p.

AMARGO, L.O. de L. Educação para o Lazer. São Paulo: Moderna, 1998.

BARROS, Cristiano L. M. de; Silva, Ana Flávia A. C. da. O profissional de Educação Física e a promoção da saúde: enfoque dos programas de saúde da família. Disponível em: www.efdeportes.com Revista Digital - Buenos Aires - n° 145, 2010

BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais: Educação Física. Brasília: MEC/SEF, 1998.

_______ Decreto n° 6286 de 5 de dezembro de 2007 Disponível em: www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2007/Decreto/D6286.htm

CALAZANS, Julieta; CASTILHO, Jacyan. Dança e educação em movimento. São Paulo: Cortez, 2003.

CORREIA, M. M.Trabalhando com jogos cooperativos: em busca de novos paradigmas na educação física. Campinas,SP: Papirus, 2006

DANTAS, E.H.M. Prática da Preparação Física. 3ª edição. Rio de Janeiro: Shape, 1995.

DARIDO, S. C. e RANGEL, I. C. A. (org). Educação física na escola: implicações para a prática pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.

DE MARCO, A. Educação Física: cultura e sociedade. Campinas: Papirus, 2006.

FEGEL, M. J. Primeiros socorros no esporte. São Paulo: Manole, 2002.

FOX, EDWARD L. Bases fisiológicas da educação física e dos desportos. 6.ed. Rio de Janeiro:Guanabara, 2000.

FREIRE, J. B; Alcides, J. S. Educação como prática corporal. São Paulo: Scipione, 2009

_______, J. B. Educação de corpo inteiro: teoria e prática da educação física. São Paulo: Scipione, 2009

FRIEDMANN, A. Brincar: crescer e aprender - o resgate do jogo. São Paulo: Moderna, 1996.

GALLAHUE, D. Compreendendo o Desenvolvimento Motor. 2ªed. São Paulo: Phorte, 2001.

GALLARDO, J. S. P. Prática de ensino em educação física: a criança em movimento.São Paulo: FTD, 2009.

GORGATTI, Márcia Greguol. Atividade física adaptada: qualidade de vida para pessoas com necessidades especiais. Ed. Barueri - São Paulo: Editora Manole, 2004.

GUERRA, M. Recreação e Lazer - Sagra D. C. Luzatto 5 ed Porto Alegre -1996

IPES. Alimentação Saudável e Atividade física para a Qualidade de Vida / Roberto Vilarta (organizador); Roberto Vilarta et. al. - Campinas, Ipes editorial, 2007. Disponível em: www.fef.unicamp.br/departamentos/deafa/qvaf/livros/ alimen_saudavel_ql_af/alimen_saudavel/alimen_saudavel. pdf

____. Atividade Física e Qualidade de Vida na Escola: Conceitos e Aplicações Dirigidos à Graduação em Educação Física / Roberto Vilarta, Estela Marina Alves Boccaletto (orgs.).- Campinas, SP: IPES, 2008. Disponível em: www.fef.unicamp.br/departamentos/deafa/qvaf/livros/ foruns_interdisciplinares_saude/afqv/livro_afqv.pdf

____. Estratégias de Promoção da Saúde do Escolar: Atividade Física e Alimentação Saudável / Organizadores Estela Marina Alves Boccaletto, Roberto Teixeira Mendes, Roberto Vilarta. -- Campinas: Ipes, 2010. 155p. Disponível em: www.fef.unicamp.br/departamentos/deafa/qvaf/livros/alimen_saudavel_ql_af/estrategias/estrategias_completo.p df

____. Gestão da Qualidade de Vida na Empresa: Aguinaldo Gonçalves / Gustavo Luis Gutierrez / Roberto Vilarta (Organizadores). Campinas, SP: IPES Editorial, 2005. Disponível em: www.fef.unicamp.br/departamentos/deafa/qvaf/livros/ foruns_interdisciplinares_saude/gestao_empresa/gestao.pdf

____. Políticas públicas, qualidade de vida e atividade física / Organizadores: Gustavo Luís Gutierrez, Roberto Vilarta, Roberto Teixeira Mendes. Campinas: Ipes, 2011. Disponível em: www.fef.unicamp.br/departamentos/deafa/qvaf/livros/ foruns_interdisciplinares_saude/ppqvat/ppqvat.pdf

____. Qualidade de vida: evolução dos conceitos e práticas no século XXI / Roberto Vilarta, Gustavo Luis Gutierrez, Maria Inês Monteiro (organizadores). Campinas: Ipes, 2010. Disponível em: www.fef.unicamp.br/departamentos/deafa/qvaf/livros/ foruns_interdisciplinares_saude/evolucao/evolucao_completo.pdf

____. Qualidade de vida e políticas públicas: saúde, lazer e atividade física / Roberto Vilarta (Organizador). Campinas, SP: IPES Editorial, 2004. Disponível em: www.fef.unicamp.br/departamentos/deafa/qvaf/livros/ foruns_interdisciplinares_saude/politicas_publicas/livro_qu alidade.PDF

____. Saúde Coletiva e Atividade Física: Conceitos e Aplicações Dirigidos à Graduação em Educação Física / Roberto Vilarta (Organizador). Campinas: Ipes Editorial, 2007. Disponível em: www.fef.unicamp.br/departamentos/deafa/qvaf/livros/l ivros_texto_ql_saude_cole_af/saude_coletiva/saude_coleti va.pdf

LE BOULCH, J. Educação Psicomotora: A Psicocinética na idade escolar. Porto Alegre: Artmed - 1987

MCARDLE, W.D.; Katch F.I.; Katch V.I. Fisiologia do exercício - energia, nutrição e desempenho humano. 7ª.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.

POLLOCK ML, Wilmore, JH. Exercício na saúde e na doença. 2ª ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 1993.

REGRAS OFICIAIS ATUALIZADAS (2012) de Atletismo, basquetebol, futsal, handebol e voleibol.

Consulta aos sites das respectivas Confederações Esportivas Nacionais.

Schil, Patrícia C. de A. Diabetes - Manual de Exercícios Antes, Durante e Após o Programa de Treinamento. editora phorte, 2006

SCHIMIDT, R A; Aprendizagem e Performance Motora. Uma Abordagem da Aprendizagem Baseada na Situação. 4ª Ed. Porto Alegre: ARTMED, 2010

TAFFAREL, C.N.Z. Criatividade nas aulas de educação física. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1985.

TEIXEIRA, H.V. Educação física e desportos. 3ª edição. São Paulo: Saraiva, 1997.

TUBINO, M.J.G. Metodologia científica do treinamento desportivo. 3ª edição. São Paulo: Ibrasa, 1984.

VIANA, E. Esporte e atividade física - bases, organização e administração em função da cultura e da sociologia. Rio de Janeiro: Guavira, 1987.

WEINECK, J. Manual do treinamento esportivo. 2ª edição. São Paulo: Manole, 1989.

WILMORE, Jack H; Costill, David L. Fisiologia do esporte e do exercício. 2. ed. Barueri: Manole, 2001. 709 p.

TERAPEUTA OCUPACIONAL

1. Avaliação em Terapia Ocupacional. 2. Fundamentos Da Terapia Ocupacional. 3. Terapia Ocupacional Aplicada À Geriatria/Gerontologia. 4. Terapia Ocupacional Aplicada À Reabilitação Psicossocial. 5. Desenvolvimento Normal Da Criança - Terapia Ocupacional Na Paralisia Cerebral E Nos Retardos Mentais. 6. Terapia Ocupacional Na Saúde Do Trabalhador. Princípios Ergonômicos; Bases Fisiológicas E Adaptações Do Trabalho Ao Homem; Saúde Ocupacional. 7. Terapia Ocupacional Aplicada Às Condições Neuromusculoesqueléticas - Terapia Ocupacional Em Neurologia, Terapia Ocupacional Em Reumatologia, Terapia Ocupacional Em Neuropediatria, Terapia Ocupacional Em Traumato-Ortopedia. Habilidades Motoras Gerais. 8. Terapia Ocupacional Nas Disfunções Físicas - Princípios Básicos De Tratamento: Métodos E Técnicas De Avaliação; Objetivos Terapêuticos; Análise E Seleção De Atividades; Programa De Tratamento. Tipos De Preensão. Atividades De Vida Diária E Instrumental. Próteses, Órteses E Adaptações. 9. Terapia Ocupacional Aplicada À Psiquiatria E Saúde Mental: Habilitação/Reabilitação; Políticas De Atenção À Saúde E Reabilitação De Pessoas Portadoras De Deficiências E À Saúde Mental. Exclusão/Inserção Social De Pessoas Portadoras De Deficiência E Pessoas Com Transtorno Mental.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

ALMEIDA, Marcus Vinicius Machado de. Corpo e Arte em Terapia Ocupacional. Rio de Janeiro: ENELIVROS, 2004.

BOBATH, Berta. Hemiplegia no Adulto: Avaliação e Tratamento. São Paulo: Manole, 1978.

CAVALCANTE, Alessandra/GALCÃO, Cláudia. Terapia Ocupacional Fundamentação & Prática. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan S.A., 2007.

COX, Diane L., Terapia Ocupacional e Síndrome da Fadiga Crônica, São Paulo: Santos Editora, 2005.

EGGERS, Ortrud, Terapia Ocupacional no Tratamento da Hemiplegia do Adulto, Colina Editora, Rio de Janeiro, 1984

FINGER, Jorge Augusto Ortiz. Terapia Ocupacional. São Paulo: Sarvier, 1986.

FRANCISCO, Berenice Rosa. Terapia Ocupacional. 2ª ed. Campinas, São Paulo: Papirus, 2001.

GAZZANIGA Michael S./HEATHERTON Todd F., Ciência Psicológica Mente, Cérebro e Comportamento, 2ª. Impressão Revisada, Porto Alegre: Artmed Editora, 2005.

GRIEVE, June, Neuropsicologia em Terapia Ocupacional Exame da Percepção e Cognição, São Paulo: Santos Editora,2006.

HOLLE, Britta. Desenvolvimento Motor da Criança Normal e Retardada. São Paulo: Manole, 1979.

KROEMER, K.H.E/GRANDJEAN,E.; Manual de Ergonomia Adaptando o Trabalho ao Homem; 5ª Ediçao; São Paulo: Bookman, 2005/Reimpressão 2006.

LANNCMAN, Selma; Saúde, Trabalho e Terapia Ocupacional; São Paulo: Editora Roca, 2004.

LAPIERRE, André e Anne. O Adulto diante da Criança. São Paulo: Manole, 1987.

NETTO, Matheus Papaléo. Gerontologia. São Paulo: Atheneu, 1997.

PÁDUA, Elisabete M. Marchesini; MAGALHÃES, Lílian Vieira. Terapia Ocupacional - Teoria e Prática, Papirus, Campinas, SP, 2003.

SARACENO, Benedetto; ASIOLE, Fabrizio; TOGNONI, Gianni. Manual de Saúde Mental. São Paulo: Hucitec, 1994.

TROMBLY, Catherine A. Terapia Ocupacional para Disfunções Físicas. Santos Editora Ltda., 1989.

VIEIRA, Eliane Brandão; Manual de Gerontologia. Rio de Janeiro: Revinter, 1996.

> NÍVEL MÉDIO

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS E SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS PARA AS PROVAS OBJETIVAS

Português para todos os cargos de Nível Médio

1. Organização textual: interpretação dos sentidos construídos nos textos (verbais e não verbais); características de textos descritivos, narrativos e dissertativos; argumentação; discursos direto e indireto; intertextualidade; elementos de coesão e coerência. 2. Aspectos semânticos e estilísticos: sentido e emprego dos vocábulos; emprego de tempos e modos dos verbos em português; uso dos pronomes; metáfora. 3. Aspectos morfológicos: reconhecimento, emprego e sentido das classes gramaticais em textos; mecanismos de flexão dos nomes e dos verbos. 4. Processos de constituição dos enunciados: coordenação e subordinação; concordâncias verbal e nominal; regências verbal e nominal. 5. Sistema gráfico: ortografia; regras de acentuação; uso dos sinais de pontuação.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

CIPRO NETO, Pasquale e INFANTE, Ulisses. Gramática da língua portuguesa. São Paulo: Scipione.

CUNHA, Celso e CINTRA, Luís Felipe Lindley. Nova gramática do português contemporâneo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira.

FIORIN, José Luiz e SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto: leitura e redação. São Paulo: Ática.

GRANATIC, Branca. Redação, humor e criatividade. São Paulo: Scipione.

Noções Básicas de Administração Pública Municipal e Legislação Municipal para todos os cargos de Nível Médio

1. O Município e a Federação. O conceito de interesse local. A organização do Município. 2. A Lei Orgânica Municipal. Conteúdo, competência e limitações. 3. O Poder Legislativo e sua competência. A Câmara Municipal. As proibições e incompatibilidades aplicáveis aos Vereadores. O processo legislativo. 4. O Poder Executivo. A responsabilidade e a competência do Poder Executivo. 5. Administração Pública: normas e princípios constitucionais. 6. Processo disciplinar. 7. Atos municipais. Processo administrativo. 8. Sistema tributário municipal. Normas gerais.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL. Constituição Federal de 1988, atualizada.

GONÇALVES, Marcos Flávio R. (coord.). Manual do Prefeito. Rio de Janeiro: IBAM.

PARAÍBA DO SUL. Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município. Lei n° 1.755, de 30 de dezembro de 1994 e atualizações.

PARAÍBA DO SUL. Lei n° 2.182, de 20 de dezembro de 2000 (Código Tributário Municipal), atualizada.

MEIRELLES, Hely Lopes. Direito municipal brasileiro. São Paulo: Malheiros Ed.

MORAES, Alexandre de. Direito constitucional. São Paulo: Atlas.

AGENTE DE SEGURANÇA PATRIMONIAL

1. Município de Paraíba do Sul. 1.1 Informações sobre histórico, características geográficas e econômicas, população, área, limites, distritos. 2. Conceitos básicos sobre patrimônio público e privado, bens patrimoniais materiais e imateriais. 2.1. Patrimônio moral, cultural e material. 2.2. Bens públicos e sua classificação. 3. Vigilância, Defesa Social, Defesa Civil, Policiamento convencional e comunitário. 3.1. Funções básicas de vigilância, técnicas de vigilância preventiva. 3.2. Relações humanas e cidadania. 3.3. Noções de direito. 3.4. Orientações sobre segurança do trabalho, prevenção de acidentes, primeiros socorros. 3.5. Incêndios: Prevenção, manutenção de sistemas de segurança, combate. 4. Direitos da Criança e do Adolescente e do Idoso, crimes e penalidades.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

Lei n° 8069, de 13.07.1990 - Estatuto da Criança e do Adolescente.

Lei n° 10741, de 01.10.2003 - Estatuto do Idoso.

História e dados sobre o Município - disponível no site da Prefeitura Municipal de Paraíba do Sul e em www.ibge.gov.br/cidadesat/painel/painel.php?codmun=330370#

FREITAS, Olga. "Administração de materiais". Universidade de Brasília/MEC. Profuncionário. Curso Técnico de Formação para os Funcionários da Educação. Brasília, 2007. Pags 26 a 30. Disponível em http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/profunc/admi_mater.pdf

Curso de Capacitação Profissional e Técnicas Operacionais para Vigilantes Autônomos - Ação Comunitária Chácara de Santo Antônio/Viva São Paulo. SP. Disponível no site do IBAM.

Cartilha Prevenção, Manutenção e Combate a Incêndios. Prefeitura Municipal de São Paulo/Secretaria de Controle Urbano/CONTRU. Disponível em: www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/controle_urbano/cartilha_contru/index.php?p=4308

AGENTE DE TRÂNSITO

1. Município de Paraíba do Sul. 1.1. Informações sobre histórico, características geográficas e econômicas, população, área, limites, distritos. 2. Código Brasileiro de Trânsito: 2.1. Sistema Nacional de Trânsito, composição, competências. 2.2. Normas Gerais de circulação e conduta. Pedestres e condutores de veículos não motorizados; Cidadão. 2.3. Classificação dos sinais de trânsito. 2.4. Veículos: classificação, segurança, identificação, licenciamento. 2.5. Crimes e Infrações, Penalidades, Medidas Administrativas. 2.6. Glossário do CBT. 3. Fiscalização de Trânsito, conforme o Manual Brasileiro de Fiscalização Infração, responsáveis, competência para lavrar auto de infração, medidas administrativas, habilitação. 4. Atendimento e primeiros socorros no Trânsito.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

Código Brasileiro de Trânsito.

História e dados sobre o Município - disponível no site da Prefeitura Municipal de Paraíba do Sul e em www.ibge.gov.br/cidadesat/painel/painel.php?codmun=330370#

Manual Brasileiro de Fiscalização de Trânsito - Volume I. ç. DENATRAN, 2012. Disponível em: www.denatran.gov.br/publicacoes/show_public.asp?cod=22

Noções de Primeiros Socorros no Trânsito. São Paulo, ABRAMET, 2005. Disponível em: www.detran.ba.gov.br/noticias/NOCOES_1_SOCORROS.pdf

AGENTE ESPORTIVO

Educação Física no contexto da Educação; Objetivos gerais da Educação Física; Papel do professor de Educação Física; Educação Física e lazer; Corporeidade; Novas perspectivas para a educação física; Esportes: Atletismo; Esportes coletivos: futebol de campo, futsal, basquete, vôlei, handebol; Técnicas e táticas; Regras e penalidades; Organização de eventos esportivos. Recreação. Jogos tradicionais, jogos espontâneos e dirigidos; jogos pré-desportivos; jogos cooperativos; Brincadeiras da cultura popular; Lutas: Judô, Capoeira; Atividades Rítmicas e Expressivas: Danças: danças populares brasileiras; danças populares urbanas; danças modernas, contemporâneas e jazz; danças e coreografias associadas a manifestações culturais; Esporte e inclusão social; Atividade física e promoção da Saúde; Atividade física na prevenção e controle de doenças; Programas de Saúde na Escola; Primeiros socorros no esporte.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

AMARGO, L.O. de L. Educação para o Lazer. São Paulo: Moderna, 1998.

BARROS, Cristiano L. M. de; Silva, Ana Flávia A. C. da. O profissional de Educação Física e a promoção da saúde: enfoque dos programas de saúde da família. Disponível em: www.efdeportes.com Revista Digital - Buenos Aires - n° 145, 2010

BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais: Educação Física. Brasília: MEC/SEF, 1998.

_______ Decreto n° 6286 de 5 de dezembro de 2007. Disponível em: www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2007/Decreto/D6286.htm

CALAZANS, J; CASTILHO, Jacyan. Dança e educação em movimento. São Paulo: Cortez, 2003.

CORREIA, M. M.Trabalhando com jogos cooperativos: em busca de novos paradigmas na educação física. Campinas,SP: Papirus, 2006

DE MARCO, A. Educação Física: cultura e sociedade. Campinas: Papirus, 2006.

FEGEL, M. J. Primeiros socorros no esporte. São Paulo: Manole, 2002.

FREIRE, J. B; Alcides, J. S. Educação como prática corporal. São Paulo: Scipione, 2009

GUERRA, M Recreação e Lazer - Sagra D. C. Luzatto 5 ed Porto Alegre -1996

IPES. Alimentação Saudável e Atividade física para a Qualidade de Vida / Roberto Vilarta (organizador); Roberto Vilarta et. al. - Campinas, Ipes editorial, 2007. Disponível em: www.fef.unicamp.br/departamentos/deafa/qvaf/livros/ alimen_saudavel_ql_af/alimen_saudavel/alimen_saudavel. pdf

____. Estratégias de Promoção da Saúde do Escolar: Atividade Física e Alimentação Saudável / Organizadores Estela Marina Alves Boccaletto, Roberto Teixeira Mendes, Roberto Vilarta. - Campinas: Ipes, 2010. 155p. Disponível em: www.fef.unicamp.br/departamentos/deafa/qvaf/livros/alimen_saudavel_ql_af/estrategias/estrategias_completo.pdf

____. Políticas públicas, qualidade de vida e atividade física / Organizadores: Gustavo Luís Gutierrez, Roberto Vilarta, Roberto Teixeira Mendes. Campinas: Ipes, 2011. Disponível em: www.fef.unicamp.br/departamentos/deafa/qvaf/livros/ foruns_interdisciplinares_saude/ppqvat/ppqvat.pdf

____. Qualidade de vida e políticas públicas: saúde, lazer e atividade física / Roberto Vilarta (Organizador). Campinas, SP: IPES Editorial, 2004. Disponível em: www.fef.unicamp.br/departamentos/deafa/qvaf/livros/ foruns_interdisciplinares_saude/politicas_publicas/livro_qualidade.PDF

REGRAS OFICIAIS ATUALIZADAS (2012) de Atletismo, basquetebol, futsal, handebol e voleibol.

Consulta aos sites das respectivas Confederações Esportivas Nacionais.

AUXILIAR EM SAÚDE BUCAL

1. A saúde bucal na atenção básica; estratégia Programa Saúde da Família (PSF); saúde bucal no PSF. 2. Educação para a saúde bucal: higiene bucal - métodos e técnicas; promoção de saúde e prevenção dos agravos à saúde mais frequentes. 3. Controle de infecção na prática odontológica: noções de microbiologia, cuidados com os recursos humanos e materiais; condutas frente a acidentes ocupacionais. 4. Técnicas de instrumentação e aspiração; organização do instrumental. 5. Materiais dentários: organização, manipulação e cuidados.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL. Controle de Infecção e a Prática Odontológica em Tempos de AIDS: manual de condutas. Brasília. Ministério da Saúde. 2000.118p. Disponível em: http://cfo.org.br/wp­content/uploads/2009/10/manualcondutaodonto.pdf

______. Cadernos de Atenção Básica. N 17. Brasília. Ministério da Saúde. 2008. 92p. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/saudebucal.pdf

______. Guia Prático do Programa Saúde da Família. Brasília. Ministério da Saúde. s/d. 131p. Disponível em: http://dab.saude.gov.br/docs/geral/guiapsf.pdf

______l. Portaria n° 267 de 06 de março de 2001 - Normas e diretrizes de saúde bucal na atenção básica. Brasília. Ministério da Saúde. 2001. Disponível em: http://sna.saude.gov.br/legisla/legisla/progpacspsf/GMP26701progpacspsf.doc

COURA, Maria L. Pizziolo. Odontologia para a Família: uma abordagem educativa e preventiva. Belo Horizonte. 2001.128p.

LOBAS, Cristiane F. Saes e outros. TSB e ASB: Odontologia de qualidade. 2ª Ed. São Paulo. Santos. 2010. 438p.

TÉCNICO EM ENFERMAGEM

1. Fundamentos de Enfermagem. Semiologia e Semiotécnica: anatomia e fisiologia humanas e suas relações com as práticas de enfermagem; atuação do técnico de enfermagem nos procedimentos de assistência ao paciente/cliente nas diversas fases do ciclo vital; fundamentação teórica das práticas de enfermagem; práticas de comunicação na relação profissional‑cliente; registros na assistência de enfermagem. Assistência de enfermagem ao paciente/cliente no atendimento às necessidades de: segurança, conforto, higiene, alimentação, nutrição, sono, repouso, movimentação, eliminações fisiológicas. Preparo e administração de medicamentos e soluções. Medidas para a prevenção e o controle de infecções. Normas e condutas de biossegurança em enfermagem. 2. Ética e Legislação em Enfermagem. 3. Enfermagem em Saúde Coletiva. Vigilância epidemiológica: determinantes do processo saúde-doença; indicadores de saúde; doenças imunopreveníveis. Atuação do técnico de enfermagem nos programas especiais de saúde pública: controle de doenças transmissíveis, não transmissíveis e sexualmente transmissíveis; Programa Nacional de Imunização. Ações de educação em saúde. 4. Enfermagem na Saúde da Criança. Assistência ambulatorial à saúde da criança nas diferentes fases da vida. Prevenção de agravos fisiológicos e sociais. Ações do auxiliar de enfermagem no acompanhamento do processo de crescimento e desenvolvimento da criança, ao recém-nato normal e nas intervenções preventivas e terapêuticas. 5. Enfermagem na Saúde da Mulher: Abordagem Ambulatorial. A saúde ginecológica: medidas de controle e prevenção do câncer de mama e cérvico-uterino; prevenção e controle de DST / Aids. Condutas de enfermagem na assistência ao pré-natal, parto, puerpério e planejamento familiar. 6. Enfermagem no Centro Cirúrgico Ambulatorial. Atuação do auxiliar de enfermagem no pré-operatório, trans­operatório e pós-operatório; durante os procedimentos cirúrgico-anestésicos; na organização e limpeza da sala cirúrgica. Identificação dos instrumentais básicos e suas finalidades. Materiais e equipamentos básicos das salas de cirurgia e recuperação pós-anestésica. 7. Centro de Material e Esterilização. Ações do auxiliar de enfermagem no processo de limpeza, seleção, acondicionamento, esterilização e distribuição de materiais; no fluxo do processamento do material esterilizado; no manuseio de equipamentos de preparo e esterilização de materiais; nos métodos de monitorização e acompanhamento do ciclo de esterilização. 8. Enfermagem Médico-Cirúrgica. Ações do auxiliar de enfermagem na assistência ambulatorial aos pacientes com distúrbios do comportamento e dos diversos sistemas orgânicos; nas situações de urgência e emergência: choques, parada cardio­respiratória, crise convulsiva, hemorragias, crise hipertensiva, traumas e edema agudo de pulmão. 9. Cálculo e Administração de medicamentos.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL. Fundação Nacional da Saúde. Manual de Normas de Vacinação. 3 ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2001.

______. Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Departamento de Gestão da Educação na Saúde. Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da Área de Enfermagem. Profissionalização de auxiliares de enfermagem: cadernos do aluno: saúde da mulher, da criança e do adolescente / Ministério da Saúde, Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Departamento de Gestão da Educação na Saúde, Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da Área de Enfermagem. - 2. ed., 1.a reimpr. - Brasília: Ministério da Saúde; Rio de Janeiro: Fiocruz, 2003. Disponível em: www.saude.gov.br.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Projetos Especiais de Saúde. Manual de Controle das Doenças Sexualmente Transmissíveis. Brasília: Ministério da Saúde, ed. 3ª, 1999.

BRASIL, Ministério da Saúde. Manual Técnico - Pré-Natal e Puerpério - Atenção Qualificada e Humanizada. Brasília - DF, 2006.

FORTES, J. I. Enfermagem em emergência. São Paulo: E.P.U.,1986.

GIOVANI, A. M.M. Enfermagem - Cálculo e Administração de Medicamentos. São Paulo: Editora Rideel, ed 13ª, 2011.

KAWAMOTO, E.E.; FORTES, J. I. Fundamentos de Enfermagem. Edição Revista e Ampliada. São Paulo: E.P.U., 2005.

SMELTZER,S.C.; BARE, B.G. Enfermagem Médico-cirúrgica.

Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, Volumes 1; 2; 3; e 4 ed. 8ª, 2000.

TÉCNICO EM PRÓTESE DENTÁRIA

1. Ligas metálicas para uso odontológico. Metalurgia odontológica. 2. Oclusão em Prótese Total e Prótese Parcial Fixa. 3. Prótese Total - fases laboratoriais, retenção e estabilidade. 4. Prótese Parcial Removível - elementos constituintes, cuidados na confecção das estruturas metálicas e na montagem. 5. Controle de infecção no laboratório de prótese. Doenças ocupacionais do Técnico em Prótese Dentária.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

GALATI, Ademir. Prótese Total - Manual de fases laboratoriais. São Paulo: SENAC, 1996. 87 p.

JOÃO, Mário; LACROIX, Sérgio Pietro. Prótese e Materiais Dentários. Rio de Janeiro: Gama Filho, 2002. 160 p.

TURANO, José Ceratti; TURANO, Luiz Martins. Fundamentos

de Prótese Total. 5ª Ed. São Paulo: Santos, 2000. 560 p.

V CONGRESSO PAULISTA DE TÉCNICOS EM PRÓTESE DENTÁRIA. Atualização em Prótese Dentária - Inter­relação clínica/laboratório. São Paulo: Santos, 1997. 215 p.

VI CONGRESSO PAULISTA DE TÉCNICOS EM PRÓTESE DENTÁRIA. Atualização em Prótese Dentária - Procedimentos clínico e laboratorial. São Paulo: Santos, 1999. 250 p.

TÉCNICO EM SAÚDE BUCAL

1. A saúde bucal na atenção básica: estratégia Programa Saúde da Família (PSF); saúde bucal no PSF. 2. Promoção de saúde e prevenção dos agravos à saúde mais frequentes; educação para a saúde bucal: higiene bucal - métodos e técnicas. 3. Controle de infecção na prática odontológica: noções de microbiologia, cuidados com os recursos humanos e materiais; condutas frente a acidentes ocupacionais. 4. Técnicas auxiliares: instrumentação, manipulação e isolamento. 5. Materiais dentários: indicação, manipulação e cuidados. 6. Noções de Dentística: instrumental rotatório e manual; desenvolvimento, diagnóstico, aspectos clínicos da cárie; medidas preventivas - uso de Flúor e selantes. 7. Noções de Periodontia: instrumental, raspagem, polimento e alisamento coronários. 8. Primeiros socorros: verificação de sinais vitais, cuidados de urgência.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

LOBAS, Cristiane F. Saes e outros. TSB e ASB: Odontologia de qualidade. 2ª Ed. São Paulo. Santos. 2010. 438p.

COURA, Maria L. Pizziolo. Odontologia para a Família: uma abordagem educativa e preventiva. Belo Horizonte. 2001.128p.

BRASIL. Controle de Infecção e a Prática Odontológica em Tempos de AIDS: manual de condutas. Brasília. Ministério da Saúde. 2000.118p. Disponível em: http://cfo.org.br/wp­content/uploads/2009/10/manualcondutaodonto.pdf

______. Cadernos de Atenção Básica. N 17. Brasília. Ministério da Saúde. 2008. 92p. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/saudebucal.pdf

______. Guia Prático do Programa Saúde da Família. Brasília. Ministério da Saúde. s/d. 131p. Disponível em: http://dab.saude.gov.br/docs/geral/guiapsf.pdf

______. Portaria nº 267 de 06 de março de 2001 - Normas e diretrizes de saúde bucal na atenção básica. Brasília. Ministério da Saúde. 2001. Disponível em: http://sna.saude.gov.br/legisla/legisla/progpacspsf/GM P26701progpacspsf.doc

TELEFONISTA

1. Município de Paraíba do Sul. 1.1 Informações sobre histórico, características geográficas e econômicas, população, área, limites, distritos. 2. Organização administrativa da Prefeitura segundo sua legislação. 2.1. Tipos de órgãos, administração direta e indireta; 2.2. Principais atividades das Secretarias Municipais. 3. Atendimento ao público. 3.1. Conceitos básicos sobre qualidade, clientes, modalidades e princípios, atendimento e tratamento. 3.2. Atendimento telefônico e presencial: procedimentos, regras, indicadores e requisitos. 3.3. Comunicação: elementos, ruídos e barreiras. 3.4. Organização do ambiente de trabalho. 3.5. Ética, atitudes e competências técnica e comportamental no trabalho. 4. Telefone e telefonia. 4.1. Informação, conceito, processamento. 4.2. Histórico das telecomunicações, cenário atual, tendências; 4.3. Centrais privadas de telefonia, modalidades, características e vantagens; 4.4. Sistemas Telefônicos e novas Tecnologias sistemas digitais, vantagens e características. 4.5. Telefonia pela Internet, telefonia móvel celular. 4.6. Transferência temporária de chamadas. 4.7. Orientações básicas para os serviços de telefonia. Glossário de termos

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

História e dados sobre o Município - disponível no site da Prefeitura Municipal de Paraíba do Sul e em www.ibge.gov.br/cidadesat/painel/painel.php?codmun=330370#

Lei n° 2.378, de 18 de novembro de 2004 - "dispõe sobre a Estrutura da Administração Direta e Indireta do Município e dá outras providências"

Textos "Atendimento ao Cliente" - disponível no site do IBAM Ota, Paulo. Manual da Telefonista. Disponível em www.reocities.com/pauloota/telefonista.html

"Simplesmente informação" Disponível em: www.projetoderedes.com.br/artigos/artigo_simplesmente_informacao.php

"A indústria de Telecomunicações" disponível em: www.projetoderedes.com.br/artigos/artigo_industria_telecomunicacoes.php

Centrais privadas de telefonia disponível em: www.projetoderedes.com.br/artigos/artigo_centrais_privadas_de_telefonia.php

"Telefonia IP x Voz Sobre IP". Disponível em www.projetoderedes.com.br/artigos/artigo_telefoniaip_x_voip.php

"Telefonia pela Internet". Disponível em www.projetoderedes.com.br/artigos/artigo_telefonia_pela_internet.php

"Transferência temporária de chamadas telefônicas". Disponível em: www.projetoderedes.com.br/artigos/artigo_transferencia_temporaria_de_chamadas.php

> NÍVEL FUNDAMENTAL COMPLETO

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS E SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS PARA AS PROVAS OBJETIVAS

Português para todos os cargos de Nível Fundamental Completo

1. Organização textual: interpretação dos sentidos construídos nos textos (verbais e não verbais). Aspectos semânticos e estilísticos: sentido e emprego dos vocábulos; emprego de tempos e modos dos verbos em português; linguagem figurada. 2. Aspectos morfológicos: reconhecimento, emprego e sentido das classes gramaticais em textos. 3. Processos de constituição dos enunciados: coordenação e subordinação; concordâncias verbal e nominal; regências verbal e nominal. 4. Sistema gráfico: ortografia; regras de acentuação; uso dos sinais de pontuação.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

CIPRO NETO, Pasquale e INFANTE, Ulisses. Gramática da língua portuguesa. São Paulo: Scipione.

CEREJA, William Roberto e MAGALHÃES, Thereza Cochar. Gramática - texto, reflexão e uso. São Paulo: Atual.

FARACO, Carlos Emílio, MOURA, Francisco Marto de e MARUXO. Gramática. São Paulo: Ática.

GRANATIC, Branca. Redação, humor e criatividade. São Paulo: Scipione.

Matemática para todos os cargos de Nível Fundamental Completo

1. Conjuntos. 2. Sistema de Numeração: Classes. Números ordinais. 3. Números Reais: Operações com números reais: Resolução de problemas envolvendo adição, subtração, multiplicação, divisão e potenciação. 4. Múltiplos e Divisores: Mínimo Múltiplo Comum. Divisores. Regras de divisibilidade por 2, 3 e 5. Divisibilidade por 10, 100, 1000. Máximo Divisor Comum. Aplicações. Decomposição em fatores primos. 5. Números Fracionários: Frações equivalentes. Simplificação de frações. Redução ao Menor Denominador Comum. Operações de soma, subtração, multiplicação e divisão. 6. Números Decimais: Representação e leitura. Operações. 7. Números e grandezas proporcionais. Razão e proporção. Divisão proporcional. 8. Regra de três simples e composta, direta e inversa, Porcentagem: Operações para uso no dia-a­dia. Acréscimos e descontos percentuais. 9. Sistema Monetário Brasileiro. 10. Sistema de Medidas: Unidades de comprimento, superfície, capacidade, volume, tempo e massa. Múltiplos e sub-múltiplos. Operações para uso no dia-a-dia. 11. Fatoração e Produtos Notáveis. 12. Equações e sistemas de equações do 1° grau. Resolução de problemas. 13. Equações do 2° grau. Completas e incompletas. Resolução de problemas Soma e produto das raízes 14. Geometria Plana: Ângulos. Perímetros e áreas: triângulos, quadriláteros, circunferência e círculo. Relações métricas no triângulo retângulo. 15. Gráficos de barras, colunas e setores. Análise e interpretação básicas

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

BONJORNO, José Roberto; BONJORNO, Regina Azenha. Matemática - Pode Contar Comigo - Novo. São Paulo: FTD, 2008. 4V.

DANTE, Luiz Roberto. Tudo é Matemática. 3ª edição. Editora Ática, 2008.

IEZZI, Gelson & Outros. Matemática e Realidade. 6° ao 9° ano. 6ª edição. Atual editora. 2009.

IMENES, Luiz Márcio & Outro. Matemática. 6° ao 9° ano. 1ª edição. Editora Moderna. 2010.

JAKUBOVIC, José e outros (MARCELO LELLIS, MARÍLIA CENTURIÓN). Matemática na Medida Certa. São Paulo: Scipione, 2007.

MILANI, Estela e outros (LUIZ MÁRCIO IMENES, MARCELO LELLIS). Matemática para todos. São Paulo: Scipione, 2007.

MORI, Iracema & Outro. Matemática Ideias e Desafios. 6° ao 9° ano. 16ª edição. Editora Saraiva. 2010.

PASSOS, Luciana e outras. Matemática - Alegria de Saber. São Paulo: Scipione, 2009.

MECÂNICO

1. Utilização de instrumentos de medição, tais como: trena, escala, paquímetro, especímetro, micrômetro, relógio comparador, goniômetro, torquímetro, manômetro, vacuômetro, voltímetro, amperímetro e multímetro automotivo. 2. Conhecimentos técnicos sobre lubrificantes utilizados em automóveis, utilitários e máquinas pesadas. 3. Conhecimentos técnicos e práticos na manutenção, diagnóstico e correção de defeitos em: motores de automóveis, utilitários e máquinas pesadas, ciclos Otto e Diesel, seus órgãos periféricos e sistemas de lubrificação, ignição, alimentação e arrefecimento; sistemas de transmissão, suspensão, direção e freios de automóveis, utilitários e máquinas pesadas; Sistema elétrico, equipamentos e dispositivos eletromecânicos de automóveis, utilitários e máquinas pesadas; Sistemas hidráulicos e pneumáticos de implementos, freios e assistência de sistema de direção. 4. Conhecimentos técnicos e práticos no desenvolvimento de trabalhos de: chaparia, na recuperação e reparação de partes metálicas de carrocerias de automóveis, utilitários e máquinas pesadas, danificadas tanto por acidentes quanto por corrosão, com a utilização de ferramentas e equipamentos manuais, mecânicos e hidráulicos, assim como, de equipamentos de solda oxiacetilênica, elétrica e MIG/TIG; pintura geral, retoques e protetiva em automóveis, utilitários e máquinas pesadas, com a utilização de equipamentos de ar-comprimido e pulverizadores (pistolas e aerógrafos).

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

ALMEIDA, F. Amaury. Manutenção de Automóveis. Última edição

CATERPILAr, Manuais Técnicos de Manutenção e Operação de Máquinas Pesadas.

CHOLLET, H. Motor e seus Acessórios. São Paulo, Hemus,s.d., última edição

CHOLLET, H. Veículos e seus Acessórios. São Paulo, Hemus,s.d. Última edição

FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRONÔMICAS DA UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA: Operação de Tratores Agrícolas. 1ª edição

PAZ, M. Arias. Manual do Automóvel. Última edição

SILVEIRA, Gastão Moraes da: Os Cuidados Com o Trator - Aprenda Fácil Editora - SP.

MOTORISTA

1. Conhecimentos teóricos e práticos sobre o funcionamento, identificação de defeitos, pequenos reparos e manutenção preventiva dos seguintes sistemas e componentes de veículos automotores: motores automotivos de combustão interna, ciclos Otto (gasolina e álcool) e Diesel, sistemas de transmissão, suspensão, freios, direção e elétrico. 2. Conceitos, métodos e técnicas de prevenção de acidentes de trânsito e direção defensiva. 3. Legislação Brasileira de Trânsito.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

ALMEIDA, F. Amaury. Manutenção de Automóveis. Última edição.

CHOLLET, H. Motor e seus Acessórios. São Paulo, Hemus, s.d. ultima edição.

__________ . Veículos e seus Acessórios. São Paulo, Hemus,s.d. Última edição. Código Brasileiro de Trânsito.

PAZ, M. Arias. Manual do Automóvel. Última edição.

SENAI. RJ. GEP. DIEAD. Direção Defensiva. Unidade de Estudo. Rio de Janeiro. 2000.

> NÍVEL FUNDAMENTAL INCOMPLETO

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS E SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS PARA AS PROVAS OBJETIVAS

Português para todos os cargos de Nível Fundamental Incompleto.

1. Compreensão de pequenos textos verbais e não verbais, tais como bilhetes, avisos, anúncios, histórias em quadrinhos, reportagens e narrativas. 2. Significado e emprego de palavras. 3. Concordância básica de nomes e de verbos. 4. Conhecimentos básicos de ortografia.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

CEREJA, William Roberto; MAGALHÃES, Thereza Cochar.

Português Linguagens (1° a 5° ano). São Paulo: Atual. SOARES, Magda. Português: uma proposta para o letramento (volumes 1 a 4). São Paulo: Moderna.

AFFONSO, Gláucia de Britto; GREMBECKI, Maria; GREGOLIN, Maria do Rosário V. Projeto Descobrir - Língua Portuguesa (1° e 2° anos). São Paulo: Atual.

Matemática para todos os cargos de Nível Fundamental Incompleto.

1. Conjuntos. 2. Sistema de Numeração: classes; números ordinais. 3. Números Naturais e Reais: operações; números pares e ímpares; representação e leitura. 4. Múltiplos e Divisores: mínimo múltiplo comum; divisores; regras de divisibilidade por 2, 3 e 5; divisibilidade por 10, 100 e 1000; máximo divisor comum; decomposição em fatores primos. 5. Números Fracionários: frações equivalentes; simplificação de frações; redução ao menor denominador comum; operações de soma, subtração, multiplicação e divisão. 6. Números Decimais: representação e leitura; operações. 7. Regra de três simples - Porcentagem: operações para uso no dia a dia; acréscimos e descontos percentuais. 8. Sistema Monetário Brasileiro. 9. Sistema de Medidas: unidades de comprimento, superfície, capacidade, volume, tempo e massa; múltiplos e submúltiplos; operações para uso no dia a dia. 10. Geometria Plana: Ângulos. Perímetros e áreas: triângulos, quadriláteros.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

BONJORNO, José Roberto; BONJORNO, Regina Azenha. Matemática - Pode Contar Comigo - Novo. São Paulo: FTD, 2001. 4V.

BUENO, Ana Maria & Outros. Pensar e Viver - Matemática - 1° ao 5° ano. 1ª edição. Ática, 2007.

DANTE, Luiz Roberto. Vivência e Construção - Matemática -1° ao 5° ano. 1ª edição. Ática, 2007.

MENDES, Cláudia; BRESSAN, Fábia. Matemática: Ensino Fundamental. São Paulo: Ediouro, 1998.

PADOVAN, Daniela; GUERRA, Isabel Cristina Ferreira; MILAN, Ivonildes. Matemática - Ensino Fundamental - Projeto Presente. 1ª Ed. São Paulo: Moderna, 2000. 4V.

PASSOS, Luciana e outras. Matemática - Alegria de Saber. São Paulo: Scipione, 1992.

SANCHEZ, Lucília Bechara & Outros. Fazendo e Compreendendo Matemática - 1° ao 5° ano. Editora Saraiva. 5ª edição. 2010.

SANTOS, Aglair Dias & Outros. Projeto Descobrir - Matemática - 1° ao 5° ano. 1ª edição. Atual Editora. 2009.

AUXILIAR DE OBRAS E SERVIÇOS PÚBLICOS

1. Manutenção predial - noções básicas de materiais e ferramentas nos setores. 1.1 Elétrica 1.2 Hidráulica 1.3 Alvenaria 1.4 Revestimentos 1.5 Pintura 1.6 Ferragens e fechaduras 1.7 Louças e metais 2. Manutenção externa 2.1 Noções de ferramentas e materiais usados em pavimentação de ruas, praças e calçadas. 2.2 Traços de argamassas e concreto para consertos e manutenção 2.3 Noções básicas de pavimentação em paralelepípedos, tais como, materiais e ferramentas básicas para apoio ao profissional de calceteria. 2.4 Canteiros 3. Equipamentos de proteção individual e coletiva 3.1 Cuidados e precauções com ferramentas manuais e elétricas 4. Prevenção contra incêndio e pânico - noções básicas.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

Manuais e catálogos de ferramentas e materiais afins. Manuais e catálogos de ferramentas elétricas.

Manuais e catálogos de equipamentos de segurança. Manuais e catálogos de equipamentos de prevenção de incêndio.

BORRACHEIRO

1. Retirada e instalação em veículos do conjunto aro-pneu.

2. Reparos em pneus de veículos automotores (radiais, diagonais, com e sem câmara). 3. Utilização de máquinas montadoras e desmontadoras de pneus, macacos e elevadores, compressores de ar e manômetros para calibragens.

4. Balanceamento estático e dinâmico do conjunto aro e pneu.

5. Realização de rodízio dos pneus.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

ARIAZ PAZ, Manuel. Manual de Automóveis.

ROVAROTTO, Pedro. Manual de alinhamento de Direção e Balanceamento.

COVEIRO

1. Escavação: Ferramental básico; equipamentos de segurança. 2. Manutenção externa e interna do cemitério: Noções básicas de alvenaria, materiais, ferramentas; Noções básicas de concreto, materiais, ferramentas; Noções básicas de revestimentos, materiais, ferramentas; Noções básicas de pintura, materiais, ferramentas. 3. Conservação: Ruas; Praças; Jardins; Jazigos; Canteiros. 4. Equipamentos de segurança. 5. Equipamentos de proteção individual e coletiva.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

Manuais e catálogos de materiais de construção e ferramentas manuais e elétricas.

JARDINEIRO

1. Manutenção predial - noções básicas: Elétrica. Hidráulica. Alvenaria. Revestimentos. Pintura. Ferragens e fechaduras. Louças e metais. 1.1. Manutenção externa. Ruas. Praças. Jardins. Canteiros. Ferramental básico. 2. Equipamentos de Segurança. 2.1. Equipamentos de proteção individual e coletiva. 2.2. Cuidados e precauções com ferramentas manuais e elétricas. 3. Prevenção contra incêndio e pânico. Noções básicas.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

Manuais e catálogos de ferramentas manuais.

Manuais e catálogos de ferramentas elétricas.

MARCENEIRO

1. Materiais de construção - madeiras tipos e usos. 2. Ferramentas básicas e ferramentas elétricas. 3. Equipamento de proteção individual e coletiva.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

Borges, A. C. - Prática das pequenas construções, vol, 1, Ed. Edgar Blucher, 1987

Catálogos e manuais de fabricantes de materiais de construção.

PEDREIRO

1. Escavação. Ferramental básico. Equipamentos de segurança. 2. Manutenção externa e interna dos prédios municipais. Noções básicas de alvenaria, materiais, ferramentas. Noções básicas de concreto, materiais, ferramentas. Noções básicas de revestimentos, materiais, ferramentas. 3. Equipamentos de segurança. 4. Equipamentos de proteção individual e coletiva.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

Manuais e catálogos de materiais de construção relacionados com a atividade e ferramentas manuais e elétricas

ANEXO IV

FORMULÁRIO PARA INTERPOSIÇÃO DE RECURSO
CONCURSO PÚBLICO

NOME DO CANDIDATO:TIPO DE RECURSO:
[___]1 - CONTRA GABARITO

2 - CONTRA PONTUAÇÃO PROVA OBJETIVA

3 - CONTRA TÍTULOS

4 - OUTROS

No DE INSCRIÇÃO:

CARGO:

No DA QUESTÃO:

DATA DA PROVA:

FUNDAMENTAÇÃO:
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Assinatura do Candidato

Paraíba do Sul, ____ de ________________ de 2012.