FEAM - Fundação Eletronuclear de Assistência Médica - RJ

FEAM - FUNDAÇÃO ELETRONUCLEAR DE ASSISTÊNCIA MÉDICA

NÍVEL SUPERIOR - FEAM 2012

EDITAL DE CONCURSO PÚBLICO - FEAM

Nº 013/CEPUERJ/2012

Notícia:   Feam - RJ divulga retificações do edital 013/2012

APRESENTAÇÃO

O Presidente da Fundação Eletronuclear de Assistência Médica (FEAM) no uso de suas atribuições legais torna pública, por intermédio do Centro de Produção da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (CEPUERJ), a realização de Concurso Público para Formação de Cadastro de Reserva de Pessoal, sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para o quadro de pessoal de nível superior, de acordo com o Plano de Cargos.

1 - DA FUNDAÇÃO ELETRONUCLEAR DE ASSISTÊNCIA MÉDICA

O Hospital de Praia Brava foi criado por Furnas Centrais Elétricas em 1974 para o atendimento aos funcionários que trabalhavam nas obras das usinas nucleares. Trinta e três anos se passaram e o que naquela época era apenas um posto de saúde se transformou num hospital de referência para toda a região. O público-alvo continua sendo os funcionários das usinas e das empresas que são terceirizadas pela estatal e a população circunvizinha à central nuclear. O HPB é dotado de ambulatório com diversas especialidades; Pronto Socorro; clínica de imagem; laboratório; enfermaria pediátrica; enfermaria cirúrgica; berçário; unidade intermediária e centro cirúrgico moderno e equipado com sistema de fluxo laminar. O HPB atende a pacientes do Sistema Único de Saúde o SUS, a particulares e convênios.

Missão: promover atendimento em Saúde, com Ética e Qualidade, proporcionando bem-estar aos trabalhadores da Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto e Comunidade.

Visão: ser reconhecida por instituições direta ou indiretamente ligadas a Fundação Eletronuclear de Assistência Médica e comunidades, como instrumento de inserção regional com ações de saúde e referência nacional e internacional em atendimento a radio acidentados.

Valores: Ética, Transparência, Acolhimento e Responsabilidade Social.

2 - DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

2.1. O Concurso Público será regido pelo Edital em referência e será executado pelo CEPUERJ/Coordenação de Processos Seletivos, com sede na Rua São Francisco Xavier 524, Pav. João Lyra Filho, 1º andar, Bloco A, sala 1006.

2.2. O presente Concurso Público visa à seleção de candidatos para a formação de Cadastro de Reserva para provimento de vagas futuras na Fundação Eletronuclear de Assistência Médica, distribuídas de acordo com o quadro a seguir:

CATEGORIA: MÉDICO - PLANTONISTA

CARGO

VENCIMENTO BASE
(Referência Março de 2012)

JORNADA DE TRABALHO
HS\MÊS

ESCOLARIDADE / REQUISITOS PARA INGRESSO NO CARGO

Anestesiologista

4.100,00 + gratificação por assiduidade de:

R$ 1.000,00 de segunda à quinta R$ 1.800,00 de sexta à domingo

96

Ensino Superior Completo em Medicina
Registro no Conselho Regional
Especialidade na Área/Residência

Cirurgião Geral

4.100,00 + gratificação por assiduidade de:

R$ 1.000,00 de segunda à quinta R$ 1.800,00 de sexta à domingo

96

Ensino Superior Completo em Medicina
Registro no Conselho Regional
Especialidade na Área/Residência

Clínico Geral\ Socorrista

4.100,00 + gratificação por assiduidade de:

R$ 1.000,00 de segunda à quinta R$ 1.800,00 de sexta à domingo

96

Ensino Superior Completo em Medicina
Registro no Conselho Regional
Especialidade na Área/Residência

Ginecologista\Obstetra

4.100,00 + gratificação por assiduidade de:

R$ 1.000,00 de segunda à quinta R$ 1.800,00 de sexta à domingo

96

Ensino Superior Completo em Medicina
Registro no Conselho Regional
Especialidade na Área/Residência

Ortopedista/Cirurgião de Trauma

4.100,00 + gratificação por assiduidade de:

R$ 1.000,00 de segunda à quinta R$ 1.800,00 de sexta à domingo

96

Ensino Superior Completo em Medicina
Registro no Conselho Regional
Especialidade na Área/Residência

Pediatra

4.100,00 + gratificação por assiduidade de:

R$ 1.000,00 de segunda à quinta R$ 1.800,00 de sexta à domingo

96

Ensino Superior Completo em Medicina
Registro no Conselho Regional
Especialidade na Área/Residência

CATEGORIA: MÉDICO - ROTINA

CARGO

VENCIMENTO BASE
(Referência Março de 2012)

JORNADA DE TRABALHO
HS\MÊS

ESCOLARIDADE / REQUISITOS PARA INGRESSO NO CARGO

Anestesiologista

4.700,00 + gratificação por assiduidade de:
R$ 1.000,00

96

Ensino Superior Completo em Medicina
Registro no Conselho Regional
Especialidade na Área/Residência

Angiologista

4.700,00 + gratificação por assiduidade de:
R$ 1.000,00

96

Ensino Superior Completo em Medicina
Registro no Conselho Regional
Especialidade na Área/Residência

Cirurgião Geral

4.700,00 + gratificação por assiduidade de:
R$ 1.000,00

96

Ensino Superior Completo em Medicina
Registro no Conselho Regional
Especialidade na Área/Residência

Clínico Geral

4.700,00 + gratificação por assiduidade de:
R$ 1.000,00

96

Ensino Superior Completo em Medicina
Registro no Conselho Regional
Especialidade na Área/Residência

Ginecologista\Obstetra

4.700,00 + gratificação por assiduidade de:
R$ 1.000,00

96

Ensino Superior Completo em Medicina
Registro no Conselho Regional
Especialidade na Área/Residência

Infectologista

4.700,00 + gratificação por assiduidade de:
R$ 1.000,00

96

Ensino Superior Completo em Medicina
Registro no Conselho Regional
Especialidade na Área/Residência

Intensivista

4.700,00 + gratificação por assiduidade de:
R$ 1.000,00

96

Ensino Superior Completo em Medicina
Registro no Conselho Regional
Especialidade na Área/Residência

Médico do Trabalho

4.700,00 + gratificação por assiduidade de:
R$ 1.000,00

96

Ensino Superior Completo em Medicina
Registro no Conselho Regional
Especialidade na Área/Residência

Ortopedista4.700,00 + gratificação por assiduidade de:
R$ 1.000,00
96Ensino Superior Completo em Medicina
Registro no Conselho Regional
Especialidade na Área/Residência
Pediatra4.700,00 + gratificação por assiduidade de:
R$ 1.000,00
96Ensino Superior Completo em Medicina
Registro no Conselho Regional
Especialidade na Área/Residência
Radiologista4.700,00 + gratificação por assiduidade de:
R$ 1.000,00
96Ensino Superior Completo em Medicina
Registro no Conselho Regional
Especialidade na Área/Residência
Médico Auditor4.700,00 + gratificação por assiduidade de:
R$ 1.000,00
96Ensino Superior Completo em Medicina
Registro no Conselho Regional
Especialidade na Área/Residência

CATEGORIA: DENTISTA - PLANTONISTA

CARGO

VENCIMENTO BASE
(Referência Janeiro de 2012)

JORNADA DE TRABALHO
HS\MÊS

ESCOLARIDADE / REQUISITOS PARA INGRESSO NO CARGO

Dentista

2.838,63

96

Ensino Superior Completo em Odontologia e registro no Conselho Regional

CATEGORIA: SUPERIOR TÉCNICO

CARGO

VENCIMENTO BASE
(Referência Janeiro de 2012)

JORNADA DE TRABALHO
HS\MÊS

ESCOLARIDADE / REQUISITOS PARA INGRESSO NO CARGO

Administrador

2.356,61

200

Ensino Superior Completo em Administração e registro no Conselho Regional

Administrador Hospitalar

2.356,61

200

Ensino Superior Completo em qualquer área, curso de especialização em Administração Hospitalar e registro no Conselho Regional

Analista de Sistemas2.356,61200Ensino Superior Completo em Análise de Sistemas e registro no Conselho Regional
Assistente Social2.356,61120Ensino Superior Completo em Serviço Social e registro no Conselho Regional
Contador2.356,61200Ensino Superior Completo em Contabilidade e registro no Conselho Regional
Economista2.356,61200Ensino Superior Completo em Economia e registro no Conselho Regional
Fisioterapeuta2.356,61120Ensino Superior Completo em Fisioterapia e registro no Conselho Regional
Nutricionista2.356,61120Ensino Superior Completo em Nutrição e registro no Conselho Regional
Biólogo - Análises Clínicas2.356,61180Ensino Superior Completo em Biologia e registro no Conselho Regional
Farmacêutico / Área de atuação Bioquímica2.356,61180Ensino Superior Completo em Farmácia e registro no Conselho Regional
Farmacêutico / Área de Atuação Hospitalar2.356,61180Ensino Superior Completo em Farmácia e registro no Conselho Regional
Psicólogo2.356,61180Ensino Superior Completo em Psicologia e registro no Conselho Regional
Especialista em Recursos Humanos2.838,63200Ensino Superior Completo em qualquer área com Especialização em RH

CATEGORIA: ENFERMEIRO - PLANTONISTA

CARGO

VENCIMENTO BASE
(Referência Janeiro de 2012)

JORNADA DE TRABALHO
HS\MÊS

ESCOLARIDADE / REQUISITOS PARA INGRESSO NO CARGO

Enfermeiro Clínico

2.838,63

180

Ensino Superior Completo em Enfermagem, registro no Conselho Regional e especialização na área

Enfermeiro do Trabalho

2.838,63

180

Ensino Superior Completo em Enfermagem, registro no Conselho Regional e especialização na área

2.3. Farão parte do Cadastro de Reserva de Pessoal (CRP) os candidatos aprovados nas provas de acordo com os critérios estabelecidos neste edital.

2.4 - As relações de trabalho serão regidas pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), pela legislação complementar e pelos regulamentos em vigor na Fundação Eletronuclear de Assistência Médica (FEAM) na data de admissão do candidato contratado.

2.5 - Os candidatos integrantes dos Cadastros de Reserva de Pessoal serão convocados, conforme necessidade e conveniência da FEAM e de acordo com a classificação obtida, por cargo, para comprovação de requisitos exigidos, Exames Médicos e demais procedimentos pré-admissionais, todos eliminatórios e de responsabilidade da FEAM.

2.6. A FEAM concede a todos os funcionários: Plano de Saúde*; Plano Odontológico*; Auxílio-creche (gênero feminino); Auxílio Taxa de Material (gênero feminino); Seguro de Vida; Vale Alimentação (R$ 432,00).

* Nos benefícios Plano de Saúde e Odontológico o colaborador participa, dependendo de sua faixa salarial, com o percentual de 10 a 30 % do valor do plano referência. (Não há co-participação no atendimento).

2.7. As atribuições dos cargos encontram-se descritas no Anexo I, deste Edital.

3. DOS CANDIDATOS PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS

3.1. Será assegurada a contratação de 1 (um) candidato portador de deficiência aprovado no Concurso Público para cada 20 (vinte) contratações de candidatos inscritos na categoria denominada Concorrência Geral (CG), conforme o disposto no artigo 37, inciso VIII, da Constituição da República Federativa do Brasil, na Lei nº 7.853, de 24/10/1989, e no Decreto nº 3.298, de 20/12/1999, alterado pelo Decreto nº 5.296, de 02 de dezembro de 2004, de acordo com a Lei Estadual nº 2.482/95 e Decreto Federal 3.298/99, desde que as atribuições do cargo sejam compatíveis com a deficiência de que são portadores.

3.2. Serão consideradas pessoas portadoras de deficiência aquelas que se enquadram nas categorias discriminadas a seguir:

3.2.1. Deficiência física: alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano, acarretando o comprometimento da função física, apresentando-se sob a forma de paraplegia, paraparesia, monoplegia, monoparesia, tetraplegia, tetraparesia, triplegia, triparesia, hemiplegia, hemiparesia, ostomia, amputação ou ausência de membro, paralisia cerebral, nanismo, membros com deformidade congênita ou adquirida, exceto as deformidades estéticas e as que não produzam dificuldades para o desempenho das funções;

3.2.2. Deficiência auditiva: perda bilateral, parcial ou total, de quarenta e um decibéis (dB) ou mais, aferida por audiograma nas frequências de 500 Hz, 1.000Hz, 2.000Hz e 3.000Hz;

3.2.3. Deficiência visual: cegueira, na qual a acuidade visual é igual ou menor que 0,05 no melhor olho, com a melhor correção óptica; a baixa visão, que significa acuidade visual entre 0,3 e 0,05 no melhor olho, com a melhor correção óptica; os casos nos quais a somatória da medida do campo visual em ambos os olhos for igual ou menor que 60°; ou a ocorrência simultânea de quaisquer condições anteriores;

3.2.4. Deficiência mental: funcionamento intelectual significativamente inferior à média, com manifestação antes dos dezoito anos e limitações associadas a duas ou mais áreas de habilidades adaptativas, tais como: comunicação; cuidado pessoal; habilidades sociais; utilização dos recursos da comunidade; saúde e segurança; habilidades acadêmicas; lazer; e trabalho;

3.2.5. Deficiência múltipla: associação de duas ou mais deficiências.

3.3. Para fazer jus à contratação de que trata o subitem 3.1, o candidato deverá declarar expressamente a deficiência de que é portador no ato de inscrição e obrigatoriamente apresentar a seguinte documentação:

a) Laudo Médico original ou cópia autenticada em cartório especificando: o tipo, a causa, o grau e o nível da deficiência, o código correspondente, segundo a Classificação Internacional de Doenças - CID, a data de expedição, a assinatura e o carimbo com o nº do CRM do Médico que está emitindo o Laudo. Este Laudo deverá conter também, o seu nome, documento de identidade (RG), número do CPF, o nome do concurso e o cargo ao qual concorre. Somente serão aceitos os laudos cuja expedição não ultrapasse o prazo máximo de 90 (noventa) dias antes do término das inscrições, conforme modelo constante do Anexo II;

b) o candidato portador de deficiência visual, além do envio da documentação indicada na letra "a" deste item, deverá solicitar no Formulário de Solicitação de Inscrição, até o término das inscrições, a confecção de prova especial Ampliada, ou ainda, a necessidade da leitura de sua prova, especificando o tipo de deficiência.

c) o candidato portador de deficiência que necessitar de tempo adicional para realização da prova, além do envio da documentação indicada na letra "a" deste item, deverá encaminhar solicitação, por escrito, até o término das inscrições, com justificativa acompanhada de parecer emitido por especialista da área de sua deficiência.

3.4. O candidato portador de deficiência de acordo com a Lei nº 1.224, participará do Certame em igualdade de condições com os demais candidatos, no que se refere ao conteúdo das Provas, à avaliação e aos critérios de aprovação, ao dia, ao horário, ao local de aplicação, ao tempo de realização das Provas e à nota mínima exigida, sendo-lhe, porém, assegurada a acessibilidade ao recinto onde se realizarão as Provas, segundo critérios de razoabilidade, proporcionalidade e viabilidade. O candidato que necessitar de condições especiais para a realização da prova, deverá solicitá-la de acordo com o Calendário de Atividades.

3.5. Aos deficientes visuais (amblíopes) que solicitarem prova especial Ampliada serão oferecidas provas nesse sistema. O candidato deverá indicar o tamanho da fonte de sua prova Ampliada, entre 14 ou 16. Não havendo a indicação de tamanho de fonte, a prova será confeccionada em fonte 16. O cartão-resposta não será ampliado, em virtude das dimensões do equipamento eletrônico. Caso o candidato apresente dificuldade para a marcação do referido cartão, deverá comunicar à coordenação do concurso que providenciará um fiscal especializado para auxiliá-lo.

3.6. O Laudo Médico deverá ser entregue no CEPUERJ, Rua São Francisco Xavier 524, Pav. João Lyra Filho, 1º andar, Bloco A, sala 1002 - Maracanã - RJ - Protocolo, das 9 às 17 horas, de 2ª a 6ª feira, ou enviado via Sedex registrado com AR, postado até o dia 21/05/2012 para a Caixa Postal nº 46.520, Agência Vila Isabel, Rio de Janeiro, RJ, CEP 20.551-970. O CEPUERJ não se responsabilizará por qualquer tipo de extravio que impeça a chegada do laudo a seu destino.

3.7. O candidato que porventura apresentar Laudo que NÃO contenha qualquer dos itens constantes no subitem 3.3, será considerado como não portador de deficiência, não terá a prova especialmente preparada ou tempo adicional para realizar a prova, passando assim, a ser incluído nas inscrições denominadas Concorrência Geral (CG).

3.8. O acesso dos portadores de necessidades especiais para realização da Prova, e sua eventual aprovação não implicam o reconhecimento da deficiência declarada e/ou a compatibilidade da deficiência com a atividade pertinente às atribuições do cargo, a qual será determinada por meio de exame médico previsto na etapa de convocação para nomeação.

3.9. O candidato portador de deficiência aprovado no Concurso, quando convocado, deverá, munido de documento de identidade original, submeter-se a avaliação a ser realizada por Equipe da FEAM ou por ela credenciada. Esta avaliação objetiva verificar se a deficiência se enquadra na previsão do artigo 43 do Decreto nº 3298, de 20/12/1999, alterado pelo Decreto nº 5.296, de 02 de dezembro de 2004., assim como se há compatibilidade ou não da deficiência com as atribuições do cargo a ser ocupado.

3.9.1. A avaliação de que trata este item, de caráter terminativo, será realizada por equipe multiprofissional composta de três a cinco profissionais capacitados e atuantes nas áreas das deficiências em questão, sendo pelo menos um deles médico.

3.9.2. A equipe multiprofissional emitirá parecer observando as informações prestadas pelo candidato no ato da inscrição, a natureza das atribuições e tarefas essenciais do cargo ou da função a desempenhar, a viabilidade das condições de acessibilidade e as adequações do ambiente de trabalho para execução das tarefas e a possibilidade de uso, pelo candidato, de equipamentos ou outros meios que habitualmente utilize;

3.9.3. Não haverá segunda chamada, seja qual for o motivo alegado para justificar o atraso ou a ausência do candidato portador de deficiência à avaliação tratada no item 3.9.

3.9.4. Verificada a incompatibilidade entre a deficiência e as atribuições do cargo postulado, o candidato será eliminado do certame.

3.9.5. Será eliminado da lista de deficientes o candidato cuja deficiência assinalada no Formulário de Solicitação de Inscrição não se fizer constatada conforme item 3.2, devendo o candidato permanecer apenas na lista de classificação geral.

3.10. A publicação do resultado final do concurso será feita em duas listas, a primeira contendo a pontuação de todos os candidatos, inclusive a dos portadores de deficiência, e a segunda, somente a pontuação destes últimos, observada a rigorosa ordem de classificação.

3.11. A não observância, pelo candidato, de qualquer das disposições deste item implicará a perda do direito a ser nomeado para as vagas reservadas a deficientes.

3.12. O Laudo Médico apresentado terá validade somente para este Concurso Público e não será devolvido.

3.13. Após a contratação do candidato, a deficiência não poderá ser arguida para justificar a concessão de aposentadoria.

3.14. Será eliminado o candidato:

a) que porventura firmar declaração falsa sobre a condição;

b) que não for considerado portador de deficiência pela Junta Médica;

c) cuja deficiência for considerada, pela Junta Médica, incompatível com as funções do cargo pretendido.

3.15. Caso não haja candidatos aprovados na categoria PNE, ou por reprovação destes no Concurso Público ou no Exame Médico, as vagas que sugirem serão preenchidas pelos demais candidatos, com estrita observância à ordem classificatória.

3.16. O candidato que não atender aos subitens anteriores não será considerado deficiente, não poderá impetrar recurso em favor de sua situação e não terá prova especialmente preparada, seja qual for o motivo alegado.

3.17. A relação dos candidatos que tiveram a inscrição indeferida para concorrer na condição de pessoa com deficiência está prevista para ser divulgada em 11/06/2012, na Internet, no endereço eletrônico www.cepuerj.uerj.br, link FEAM 2012.

3.18. O candidato poderá contestar o indeferimento através dos e-mails concursoscepuerj@yahoo.com.br ou coprosel@uerj.br, nos dias 12 a 13/06/2012. O assunto do e­mail deverá ser Recurso para Condição PNE. Após esse período, não serão aceitos pedidos de revisão.

4. DOS REQUISITOS PARA OCUPAÇÃO DOS CARGOS

a) ter sido aprovado e classificado no concurso público, de acordo com o que estipula este Edital, seus anexos e retificações;

b) ter idade mínima de 18 (dezoito) anos completos na data de efetivo início do exercício no cargo;

c) estar em dia com as obrigações eleitorais;

d) estar em dia com as obrigações militares, para os candidatos do sexo masculino;

e) estar inscrito regularmente no Cadastro de Pessoas Físicas;

f) ter a escolaridade exigida para cada cargo realizada em instituições reconhecidas pelo MEC, conforme descrito na tabela do subitem 2.2;

g) ter nacionalidade brasileira; no caso de nacionalidade portuguesa, estar amparado pelo estatuto de igualdade entre brasileiros e portugueses, com reconhecimento do gozo dos direitos políticos, na forma do art. 12 § 1º da Constituição Federativa do Brasil de 1988, com redação dada pela Emenda Constitucional nº 03/94, nos termos do Decreto nº 3.297/2001.

h) possuir registro no Conselho Regional respectivo, quando for o caso;

i) estar com a situação regularizada junto ao Conselho Regional respectivo, quando for o caso;

j) ser considerado apto física e mentalmente para o exercício das atribuições do cargo no exame médico admissional e entregar os documentos que se fizerem necessários por ocasião da posse.

5. DAS INSCRIÇÕES

5.1. As inscrições serão efetuadas exclusivamente através da Internet no endereço eletrônico www.cepuerj.uerj.br, Concursos em Andamento, link FEAM 2012, das 10h do dia 30/04/2012 às 21:00 horas do dia 18/05/2012, observado o horário oficial de Brasília.

5.2. O valor da taxa de inscrição será de R$ 100,00;

5.3. Procedimentos para inscrição:

a) certificar-se que atende a todos os requisitos exigidos conforme item 4 do Edital em referência;

b) acessar o endereço eletrônico www.cepuerj.uerj.br, Concursos em Andamento, link FEAM 2012 onde estará disponibilizado o Edital do concurso para download e impressão;

c) acessar o link de inscrição e caso seja a primeira vez que se inscreve num concurso organizado pelo CEPUERJ, clicar em Não Tenho Cadastro; preencher todos os dados solicitados, digitar o código captcha e clicar em enviar; caso já tenha cadastro, basta digitar seu CPF, senha e código captcha e enviar; após este procedimento, selecionar o cargo ao qual deseja concorrer e a opção Realizar Inscrição, preencher os dados solicitados e Enviar; aguardar a geração completa do boleto bancário;

d) imprimir em papel A4, o boleto da taxa de inscrição e efetuar o pagamento até a data de vencimento, em espécie, em qualquer Instituição Bancária, nos caixas eletrônicos ou nos serviços bancários na Internet, observados os horários definidos pelas agências bancárias para pagamento de títulos.

5.4. Caso o candidato não possua acesso à internet, poderá fazer sua inscrição, também obedecendo aos procedimentos da inscrição descritos no subitem 5, de 2ª a 6ª feira - dias úteis, no horário de 10 às 17 horas, comparecendo ao:

- Campus da UERJ, situado à Rua São Francisco Xavier, 524, 1º andar, sala 1006, bloco A.

OBSERVAÇÃO: A taxa de inscrição poderá ser paga até a data estabelecida no boleto bancário. As inscrições não pagas até a data prevista nos termos deste edital estarão automaticamente CANCELADAS.

5.5. Da Isenção da Taxa de Inscrição

5.5.1. Serão aceitos pedidos de isenção das 10hs do dia 30/04 até às 19hs do dia 04/05/2012, conforme as Instruções para Isenção de Taxa de Inscrição, divulgadas no endereço eletrônico www.cepuerj.uerj.br,

5.5.2. Somente será concedida a isenção total ou parcial do valor da taxa de inscrição para aqueles candidatos que comprovarem hipossuficiência de recursos financeiros, comprovarem renda bruta familiar mensal de até 2 (dois) salários mínimos ou possuam cadastro no CadÚnico.

5.5.3. Não serão aceitos pedidos de isenção do pagamento da taxa de inscrição que não atendam às condições para sua concessão, qualquer que seja o motivo e aqueles:

a) enviados via fax ou via correio eletrônico;

b) fora do prazo estabelecido no cronograma;

c) que não obedeçam aos critérios definidos nas Instruções para Isenção de Taxa de Inscrição;

d) que não contenham todas as documentações previstas.

5.5.4. O candidato que tiver seu pedido de isenção indeferido, e que desejar participar da seleção, deverá efetuar o pagamento da taxa de inscrição através de boleto bancário, obedecendo ao prazo determinado no subitem 5.1 e seguindo as orientações conforme subitens 5.2 e 5.3.

5.5.5. A resposta das solicitações de isenção de taxa de inscrição está prevista para ser divulgada no dia 10/05/2012, a partir das 14 horas, no endereço eletrônico www.cepuerj.uerj.br.

5.6. Informações Complementares

5.6.1. A inscrição vale, para todo e qualquer efeito, como forma expressa de aceitação de todas as normas constantes no presente Edital, das quais o candidato não poderá alegar desconhecimento.

5.6.2. Não serão aceitas inscrições condicionais e/ou fora do período e horários estabelecidos, quaisquer que sejam as razões alegadas, salvo pelo adiamento oficial do período inicialmente divulgado.

5.6.3. Não serão aceitas inscrições via fax, correio eletrônico ou por qualquer outra via que não a especificada neste Edital.

5.6.4. A taxa de inscrição não será devolvida em hipótese alguma, ainda que tenha sido efetuada em duplicidade, nem haverá parcelamento da mesma. A taxa só será devolvida em caso de cancelamento do certame.

5.6.5. Ao candidato será atribuída total responsabilidade pelo correto preenchimento do Formulário de Solicitação de Inscrição e escolha do cargo pretendido.

5.6.6. O candidato que fizer qualquer declaração falsa ou inexata ao se inscrever ou que não possa satisfazer todas as condições enumeradas neste Edital, terá cancelada sua inscrição e serão anulados todos os atos dela decorrentes, mesmo que tenha sido aprovado nas provas.

5.6.7. O candidato deverá manter sob sua guarda uma cópia do comprovante de pagamento da taxa de inscrição, por questões de segurança e para esclarecimento de eventuais dúvidas.

5.6.8. O CEPUERJ não se responsabilizará por solicitações de inscrição não recebidas por motivo de ordem técnica dos computadores, falhas de comunicação, congestionamento de linhas de comunicação, bem como outros fatores de ordem técnica que impossibilitem a transmissão de dados.

5.6.9. O simples recolhimento da taxa de inscrição na agência bancária não significa que a inscrição no concurso tenha sido efetivada. A efetivação será comprovada através do recebimento do crédito do pagamento pela instituição bancária e do recebimento da documentação exigida, quando for o caso.

5.6.10. Não será aceito pagamento em casas lotéricas, supermercados, correio, depósito comum, em conta corrente ou em caixa eletrônico, agendamento de pagamento, ordem de pagamento, DOC, DOC eletrônico, transferência eletrônica ou pagamento após a data de vencimento, constante do boleto bancário.

5.6.11. Após a identificação do recebimento do pagamento do boleto bancário referente à taxa de inscrição pelo CEPUERJ, o boleto bancário ficará indisponível para impressão. Assim sendo, o candidato poderá, 72 horas após de ter efetuado o pagamento da taxa de inscrição, confirmar se o mesmo foi creditado corretamente, da seguinte maneira:

a) acessar o endereço eletrônico www.cepuerj.uerj.br, Concursos em Andamento, link FEAM 2012;

b) digitar o CPF, senha e código Captcha e enviar; escolher a opção Situação do Boleto; neste momento, caso o pagamento tenha sido recebido, aparecerá a mensagem: "Você já se encontra em nosso cadastro e seu pagamento foi recebido com sucesso".

5.6.12. Caso o candidato não possua acesso à internet, poderá verificar a situação de seu pagamento, de 2ª a 6ª feira - dias úteis, no horário de 10 às 17 horas, comparecendo ao:

- Campus da UERJ, situado à Rua São Francisco Xavier, 524, 1º andar, sala 1006, bloco A.

6. DA CONFIRMAÇÃO DAS INSCRIÇÕES

6.1. O Cartão de Confirmação de Inscrição (CCI) estará disponível no endereço eletrônico www.cepuerj.uerj.br, Concursos em Andamento, link FEAM 2012, opção Cartão de Confirmação de Inscrição, sendo de responsabilidade exclusiva dos candidatos a obtenção desse documento. O CCI está previsto para ser divulgado partir das 14 horas do dia 25/06/2012.

6.2. É dever do candidato a conferência dos dados impressos no Cartão de Confirmação de Inscrição (CCI). Os eventuais erros de digitação em nome, identidade, etc. deverão ser corrigidos até as 19 horas do último dia de inscrição no site do concurso. Após esta data e horário, os eventuais erros somente serão corrigidos na sala de realização da prova, através do preenchimento da Ata de Sala.

6.3. Caso o candidato não possua acesso à internet para obtenção ou correção de dados do CCI, poderá de 2ª a 6ª feira - dias úteis, no horário de 10 às 17 horas, comparecer ao:

- Campus da UERJ, situado à Rua São Francisco Xavier, 524, 1º andar, sala 1006, bloco A.

6.4. O candidato deverá imprimir o Cartão de Confirmação (CCI) e portá-lo no dia de realização das provas.

6.5. As informações obtidas por meio de contato telefônico junto à Coordenadoria de Processos Seletivos ou à FEAM não se revestem de caráter oficial, devendo o candidato utilizar-se dos meios indicados no presente Edital para informar-se sobre as datas, locais e horários de realização das provas.

6.6. Somente será permitida a realização das provas na respectiva data, horário e local definido no CCI. Excepcionalmente será permitida a realização da prova em local diverso do que consta no CCI, nos casos previstos nos subitens 10.25 e 10.26.

6.7. O candidato que não efetuar as correções de dados pessoais até o último dia de inscrição ou no dia de realização da prova, arcará com as consequências advindas de sua omissão.

7. DAS ETAPAS DO CONCURSO

7.1. O Concurso compreenderá as seguintes etapas:

- Etapa I - Prova Objetiva - 50 questões

- Etapa II - Exame Médico Admissional

8. DAS PROVAS

8.1. DA PROVA OBJETIVA (Etapa I - Todos os cargos) - Eliminatória e Classificatória

8.1.1. As Provas Objetivas estão previstas para serem realizadas no dia 01/07/2012, às 9 horas e terão a duração de 4 (quatro) horas para todos os cargos.

8.1.2. A data, o local e o horário definitivo para a realização das provas serão informados no CCI, pois dependerão da disponibilidade de locais adequados à realização das mesmas.

8.1.3. As Provas Objetivas, de caráter eliminatório e classificatório, constarão de questões do tipo múltipla escolha, cada uma delas contendo 4 (quatro) opções de resposta e 1 (uma) única resposta correta, conforme quadro abaixo:

Disciplinas

Nº de Questões

Peso de cada questão

Total de Pontos

Língua Portuguesa - LP

10

02

20

Conhecimentos Específicos - CE

40

03

120

TOTAL

50

 

140

8.1.4. Serão considerados aprovados na prova objetiva os candidatos que obtiverem nota igual ou superior a 50% (cinquenta por cento) do total de pontos. O candidato não poderá zerar nenhuma das disciplinas da prova.

8.1.5. As questões da Prova Objetiva serão elaboradas de acordo com o conteúdo programático e as referências bibliográficas sugeridas que constam do Anexo III deste Edital.

9. DA DIVULGAÇÃO DOS GABARITOS DA PROVA OBJETIVA E DOS RECURSOS

9.1. O gabarito da Prova Objetiva está previsto para ser divulgado no dia 02/07/2012, a partir das 14h, no endereço eletrônico www.cepuerj.uerj.br, Concursos em Andamento, link FEAM 2012.

9.2. O candidato poderá solicitar recurso ao gabarito das Provas Objetivas no período de 02/07 a 05/07/2012.

9.3. Os recursos das Provas serão realizados pelo candidato, constando de todas as questões a que desejar recorrer.

9.4 O recurso da Prova Objetiva deverá constar da indicação precisa daquilo em que o candidato se julgar prejudicado, tomando por base apenas as referências bibliográficas sugeridas constantes do Anexo III, com indicação obrigatória do(s) título(s) da(s) referência(s), do(s) capítulo(s) e da(s) página(s) onde o fundamento do recurso é encontrado.

9.5. Os candidatos deverão adotar os procedimentos descritos abaixo para solicitar recursos:

a) acessar o endereço eletrônico www.cepuerj.uerj.br, Concursos em Andamento e o link FEAM 2012, onde estará disponível o modelo do Formulário de Solicitação de Recurso.

b) digitar o CPF, senha, código Captcha e enviar. Escolher a opção Solicitação de Recurso e clicar no botão Enviar;

c) preencher corretamente todos os campos do Formulário de Solicitação de Recurso discriminando as questões que serão objeto de recurso e enviá-lo através do botão específico (ENVIAR);

d) caso o candidato não possua acesso à internet para solicitação de recursos, poderá comparecer ao Campus da UERJ, situado à Rua São Francisco Xavier, 524, 1º andar, sala 1006, bloco A, no horário de 10 às 17 horas, de 2ª a 6ª feira - dias úteis;

e) os candidatos que tiverem obtido isenção da taxa de inscrição estão isentos do pagamento da taxa de recursos.

OBSERVAÇÃO: O cartão-resposta ficará disponível no site do CEPUERJ para vista, após a divulgação do resultado da prova objetiva, pelo período de uma semana.

9.6. Não será aceito recurso por via postal, telegrama, fax ou qualquer outro meio que não seja o especificado neste Edital, qual seja o site do CEPUERJ disponível 24 horas por dia no período de solicitação de recurso.

9.7. Será indeferido, liminarmente, o recurso que:

a) não estiver fundamentado nas referências bibliográficas sugeridas indicadas no Anexo III;

b) for interposto fora do período acima descrito;

c) não for entregue no período e horário determinado;

d) não tiver constatado o pagamento da taxa de recursos.

9.8. Após o julgamento dos recursos, o gabarito inicialmente divulgado poderá ser alterado e as provas serão corrigidas de acordo com o gabarito oficial. Os pontos correspondentes às questões porventura anuladas serão atribuídos indistintamente a todos os candidatos, que não tiverem obtido na correção inicial.

9.9. A decisão final da Banca Examinadora quanto ao gabarito da Prova Objetiva constitui última instância para recursos e revisão, sendo ela soberana em suas decisões, razão pela qual serão indeferidos, liminarmente, recursos ou revisões adicionais.

9.10. Os resultados dos recursos estarão à disposição dos candidatos para ciência no CEPUERJ, Pav. João Lyra Filho, 10 andar, bloco A, sala 1006, das 10 às 17 horas, com previsão para o dia 23/07/2012.

9.11. Caso haja provimento dos pedidos de recursos referentes às provas, haverá divulgação de novo resultado, a ser publicado no site do CEPUERJ.

10. DAS INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES

10.1. O candidato deverá comparecer ao local destinado à realização das provas, com antecedência mínima de uma hora do horário fixado para seu início, portando caneta esferográfica transparente (tinta azul ou preta), cartão de confirmação de inscrição (CCI) e documento de identidade original informado no ato da inscrição.

10.2. Não serão aceitas fotocópias nem protocolos de documentos sem foto como documento de identificação. Os documentos a serem apresentados deverão estar em boas condições, de forma a permitirem, com clareza, a identificação do candidato.

10.3. Caso o candidato esteja impossibilitado de apresentar, no dia de realização das provas o documento de identidade original, em virtude de roubo, furto ou perda, deverá apresentar documento que ateste o registro da ocorrência policial, expedido há, no máximo 30 (trinta) dias. Nestes casos, o candidato será submetido a identificação especial (coleta de dados do candidato, assinatura e impressão digital) em formulário próprio.

10.4. Serão considerados documentos de identidade: carteiras expedidas pelos Ministérios Militares e pelo Corpo de Bombeiro Militar; carteiras expedidas pelos órgãos fiscalizadores de exercício profissional (Ordens, Conselhos, etc); passaporte, certificado de reservista, carteiras funcionais do Ministério Público e da Magistratura, carteiras funcionais expedidas por órgão público que, por Lei Federal, valem como identidade; carteira de trabalho, carteira nacional de habilitação (somente o modelo novo, com foto).

10.5. O candidato não poderá alegar desconhecimento do local de realização da prova, data e horário como justificativa de sua ausência. O não comparecimento às provas, qualquer que seja o motivo alegado, caracterizará desistência do candidato.

10.6. Ao candidato só será permitida a realização das provas em data, local e horário constantes no cartão de confirmação de inscrição (CCI) ou no site do CEPUERJ. Não haverá, portanto, segunda chamada das provas.

10.7. Não será admitido ingresso de candidato ao local de realização das provas após o horário fixado para seu início. Os portões dos locais da Prova Objetiva serão fechados impreterivelmente às 9 horas.

10.8. O cartão-resposta será considerado como documento único e definitivo para efeito de correção das provas objetivas, devendo ser assinado e preenchido corretamente pelo candidato, de acordo com as instruções contidas na contracapa da prova, não sendo substituído em hipótese alguma por erro do candidato no preenchimento.

10.9. Os candidatos deverão conferir seus dados pessoais impressos no cartão-resposta, tais como nome, número de inscrição, cargo e identidade. Caso o candidato identifique erros durante a conferência das informações contidas no cartão-resposta da Prova Objetiva, estes deverão ser informados imediatamente ao fiscal de sala.

10.10. Por ocasião do recebimento do cartão-resposta, o candidato será solicitado a registrar, em campo próprio do referido cartão-resposta, sua assinatura e transcrição de frase. Este procedimento servirá para eventual necessidade de confirmação de sua identidade. Caso haja recusa em cumprir este procedimento, o candidato será eliminado do concurso.

10.11. Nenhuma marcação deverá ser realizada no cartão-resposta fora do campo destinado à marcação das respostas ou assinatura, pois qualquer marca poderá ser lida pelo sistema de leitura, prejudicando, assim, o desempenho do candidato.

10.12. As marcações feitas incorretamente no cartão-resposta são de inteira responsabilidade do candidato.

10.13. Não será permitida a marcação do cartão-resposta por outra pessoa que não seja o candidato, salvo o caso de o mesmo ter solicitado condições especiais, conforme subitens 10.25 e 10.26, mediante autorização da Coordenação de Processos Seletivos.

10.14. Será atribuída nota zero à questão que, no cartão-resposta, não estiver assinalada, que contiver mais de uma alternativa assinalada, emenda ou rasura, ainda que legível, ou com campo de marcação não preenchido integralmente.

10.15. Os candidatos poderão ser identificados digitalmente nas respectivas salas da prova, através de sistema específico.

10.16. Os celulares, relógios (digitais e analógicos) e outros dispositivos eletrônicos serão obrigatoriamente desligados e ficarão de posse do candidato em envelope lacrado, para garantir a lisura do certame, até a saída do candidato do local de prova. Caso o candidato se recuse a lacrar o celular, relógio ou outros dispositivos, viole o envelope sem autorização, ou, ainda, se o telefone celular tocar durante a realização da prova, o fato será registrado na Ata de Sala e o candidato será eliminado do certame.

10.17. Ao término da prova, o candidato deverá entregar, obrigatoriamente, ao fiscal de sala o cartão-resposta da Prova Objetiva. O candidato que não devolver o cartão-resposta estará automaticamente eliminado do concurso.

10.18. Não haverá, qualquer que seja o motivo alegado, prorrogação do tempo previsto para a aplicação da prova em virtude de afastamento do candidato da sala de prova.

10.19. Não será permitida, em hipótese alguma, consulta a livros, revistas, texto, notas, códigos, folhetos ou assemelhados. Tampouco será permitida a utilização de quaisquer aparelhos eletrônicos, tais como máquinas de calcular, agendas, relógios com calculadora, relógios analógicos e não analógicos, walkman, gravador, pager, palm top, I-pods, I-pads, telefone celular, receptores que possibilitem comunicações a distância, sob pena de eliminação.

10.20. O candidato somente poderá se retirar do recinto das provas com a devida autorização da coordenação e acompanhamento de fiscal.

10.21. Por motivo de segurança, os candidatos só poderão ausentar-se, definitivamente, do recinto das provas após 60 minutos contados a partir do efetivo início das mesmas.

10.22. Ao final das provas, os 3 (três) últimos candidatos só serão liberados após todos terem terminado ou encerrado o período de realização da prova, assinando a Ata de Prova, atestando, assim, a idoneidade da finalização da prova.

10.23. O candidato que não observar o disposto nos subitens 10.15, 10.16, 10.19, 10.20, 10.21 e 10.22, deverá assinar o Termo de Ocorrência do Concurso. Caso o candidato se negue a assinar o documento, o fato será relatado no referido Termo de Ocorrência e assinado pelos fiscais de sala e pelo Coordenador Local.

10.24. A candidata que tiver necessidade de amamentar durante a realização das provas deverá levar um acompanhante, que ficará em sala reservada para essa finalidade e será responsável pela guarda da criança. O tempo de realização da prova não será estendido tendo em vista o afastamento da candidata para a amamentação. A amamentação se dará nos momentos que se fizerem necessários, não tendo a candidata, neste momento, a companhia do seu acompanhante, mas sim de um fiscal. A candidata que não levar acompanhante não realizará a prova.

10.25. O candidato que necessitar de condições especiais para a realização da prova, deverá além de assinalar no Formulário de Solicitação de Inscrição, enviar ao CEPUERJ/Coordenação de Processos Seletivos, Caixa Postal 46.520, Agência Vila Isabel, Rio de Janeiro, RJ, CEP 20.551-970, através de carta registrada com AR, requerimento com exposição de motivos, acompanhado de atestado médico original (com assinatura e número do registro profissional) até o dia 20/06/2012 (data da postagem).

10.26. O candidato que, à época de realização da Prova, estiver com doença infectocontagiosa que demande isolamento, ou necessite de cuidados médicos especiais que comprovadamente impeçam o deslocamento ao local de realização da prova, deverá entrar em contato com o CEPUERJ/Coordenação de Processos Seletivos, através do Teleatendimento (21 2334-0639), até às 12 horas do dia 20/06/2012. Obedecendo a critérios de viabilidade e de razoabilidade, o CEPUERJ avaliará individualmente cada caso, no que tange à possibilidade de atender à demanda criada, o que poderá implicar mudança do local de realização da Prova do solicitante.

10.27. O candidato com deficiência que necessitar de tempo adicional para a realização das provas deverá indicar a necessidade na solicitação de inscrição e encaminhar ou entregar, até 20/06/2012, na forma do subitem 10.25, justificativa acompanhada de laudo e parecer emitido por especialista da área de sua deficiência que ateste a necessidade de tempo adicional, conforme prevê o parágrafo 2º do artigo 40 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, e suas alterações.

10.28. Não serão concedidas condições especiais para a realização das provas ao candidato que não as solicitar no prazo determinado nos subitens 10.25 e 10.26.

10.29. A solicitação de condições especiais para a realização das provas será atendida obedecendo a critérios de viabilidade e de razoabilidade.

10.30. No caso de utilização de ledor, conforme subitens 10.13 e 10.25, este transcreverá as respostas para o candidato, não podendo a FEAM ou o CEPUERJ ser responsabilizados, posteriormente, por qualquer alegação, por parte do candidato, de eventuais erros de transcrição provocados pelo ledor.

10.31. Os candidatos que terminarem suas provas não poderão utilizar os banheiros destinados aos candidatos que ainda estejam fazendo prova.

10.32. O CEPUERJ poderá adotar medidas adicionais de segurança, caso seja pertinente.

10.33. Os candidatos somente poderão levar consigo os cadernos de prova faltando uma hora para o seu encerramento.

11. DO RESULTADO FINAL

11.1. O resultado final está previsto para ser divulgado no dia 27/07/2012, a partir das 14 horas, no endereço eletrônico www.cepuerj.uerj.br, Concursos em Andamento, link FEAM 2012.

11.2. A classificação final dos candidatos será obtida através da nota obtida na Prova Objetiva.

11.3. Se houver empate no resultado final, serão considerados, para fins de desempate, os seguintes critérios, na ordem descrita a seguir:

1º - ter obtido maior número de pontos na disciplina de Conhecimentos Específicos (CE)

2º - ter obtido maior número de pontos na disciplina de Língua Portuguesa (LP);

3º - ser mais idoso, considerando dia, mês e ano de nascimento.

11.4. A listagem de pontuação obedecerá à seguinte legenda:

APROVADO - atendeu ao critério especificado nos subitens 8.1.4 e 11.3 e encontra-se apto a ser convocado pela FEAM para contratação,

REPROVADO - não atendeu ao critério descrito nos subitens 8.1.4;

ELIMINADO - faltou à prova ou desistiu de prestar o concurso ou deixou de atender às determinações previstas quando da realização da prova.

12. DO EXAME MÉDICO ADMISSIONAL ( Etapa II) - Eliminatório

12.1. O exame médico admissional será realizado pelos candidatos convocados pela FEAM e terá por objetivo avaliar as condições físicas e mentais, consideradas as exigências das atividades inerentes ao cargo.

12.2. Os candidatos quando convocados para a realização desta etapa, deverão apresentar os exames requeridos para o exercício profissional na data, horário e local definidos pela FEAM.

12.3. No exame médico não serão atribuídas notas, sendo o candidato apenas qualificado como "apto" ou "inapto".

12.4. O candidato será eliminado desta etapa e do concurso público:

a) se não comparecer ao exame médico;

b) se for considerado inapto no exame médico;

c) se não atender às exigências e prazos estabelecidos pela FEAM.

12.5. Se algum candidato for considerado "inapto", será convocado para avaliação médica o candidato de classificação subsequente e assim sucessivamente, até que as vagas que surjam sejam preenchidas.

12.6. O candidato, uma vez convocado, se residir em local diverso, deverá se deslocar para o município a ser designado com recursos próprios.

12.7. Os candidatos convocados para a realização do exame médico deverão portar a carteira de identidade original com a qual se inscreveram.

13. DA HOMOLOGAÇÃO E DA CONTRATAÇÃO

13.1. Os resultados oficiais do concurso serão homologados em até um mês após a divulgação dos resultados no Diário Oficial da União.

13.2. O Concurso Público terá validade de 2 (dois) anos a partir da data de publicação no Diário da União do resultado final, podendo ser prorrogado uma vez por igual período a critério da FEAM.

13.3. Dentro da validade do Concurso Público, de que trata o subitem 13.2, a FEAM poderá disponibilizar vagas para provimento, mediante autorização da Diretoria.

13.4. O candidato quando convocado para contratação deverá apresentar os seguintes documentos:

a) Certidão de nascimento ou casamento, com as respectivas averbações, se for o caso;

b) Título de eleitor, com o comprovante de votação na última eleição ou certidão de quitação eleitoral;

c) Certificado de Reservista ou de Dispensa de Incorporação, para os candidatos do sexo masculino;

d) Cédula de Identidade;

e) CPF;

f) Documento de inscrição no PIS ou PASEP, se houver;

g) 1 (uma) foto colorida, fundo branco, 3x4, recente;

h) i) Diploma de conclusão do ensino superior e cursos exigidos, quando for o caso;

j) Carteira do Conselho Regional e certidão de regularidade, quando for o caso;

k) Comprovante de Residência;

l) Carteira de Trabalho (parte da foto) frente e verso original;

m) Certidão de nascimento dos filhos menores de 14 anos;

n) Cartão de vacina dos filhos maiores de 5 (cinco) anos;

o) Declaração de matrícula dos filhos maiores de 7 (sete) anos;

p) Número de conta no banco de sua preferência dentre aqueles com os quais a FEAM opera regularmente.

13.5. Não serão aceitos protocolos dos documentos exigidos, nem fotocópias ou xerocópias não autenticadas.

13.6. Os candidatos que não apresentarem os documentos no prazo previsto serão desclassificados e excluídos do Concurso Público para todos os fins.

13.7. A falta de comprovação de qualquer dos requisitos para a contratação até a data da convocação ou a prática de falsidade ideológica em prova documental acarretará cancelamento da inscrição do candidato, sua eliminação do respectivo Concurso Público e anulação de todos os atos com respeito a ele praticados, ainda que já tenham sido publicados os resultados finais, sem prejuízo das sanções legais cabíveis.

13.8. A convocação para cada cargo obedecerá rigorosamente à ordem de classificação dos candidatos, de acordo com a necessidade da FEAM.

13.9. Os documentos comprobatórios de atendimento aos requisitos para a contratação nos cargos conforme subitem 13.4, serão exigidos apenas dos candidatos convocados para início das atividades.

13.10. O candidato que, na data da posse, não reunir os requisitos citados no item 4 deste Edital e os exigidos no item 13.4, perderá o direito à vaga.

13.11. Caberá ao candidato convocado para admissão arcar com o ônus de sua mudança, caso seja oriundo de outro município/estado.

14. DISPOSIÇÕES GERAIS

14.1. Não será permitido ao candidato entrar na sala de prova portando armas, celulares, relógios digitais ou analógicos, aparelhos eletrônicos de qualquer espécie, como também, o uso de óculos escuros ou quaisquer acessórios como bonés, chapéu, gorro, etc ou protetores auriculares.

14.2. Todas as despesas decorrentes da participação no concurso público em qualquer de suas etapas serão de inteira responsabilidade do candidato.

14.3. Não será permitido ao candidato fumar no local da prova, conforme Lei nº 5.517 de 17/08/2009 e Decreto nº 41.121 de 16/11/2009.

14.4. Será excluído do Concurso Público, em qualquer de suas fases, o candidato que:

a) apresentar-se após o horário estabelecido, não sendo admitida qualquer tolerância;

b) não comparecer às provas, seja qual for o motivo alegado;

c) ausentar-se da sala de provas sem o acompanhamento do fiscal após ter assinado a lista de frequência;

d) ausentar-se do local de provas antes de decorridos sessenta minutos do seu início;

e) fizer anotação de informações relativas às suas respostas em qualquer outro meio, que não o autorizado pelo CEPUERJ;

f) ausentar-se da sala de provas levando o cartão-resposta ou outros materiais não permitidos, sem autorização;

g) estiver portando armas, mesmo que possua o respectivo porte;

h) utilizar-se de processos ilícitos na realização das provas, comprováveis por meio eletrônico, estatístico, mecânico, visual ou grafotécnico, ainda que a constatação ocorra posteriormente;

i) for surpreendido em comunicação com outras pessoas ou utilizando-se de livro, anotação ou impresso não permitidos ou máquina calculadora ou similar;

j) estiver fazendo uso de qualquer tipo de aparelho eletrônico ou de comunicação (bip, telefone celular, relógios digitais ou analógicos, walkman, agenda eletrônica, notebook, palmtop, receptor, gravador ou outros equipamentos similares), bem como protetores auriculares;

k) comportar-se de modo a perturbar a realização das provas pelos demais candidatos, causando evidente prejuízo a estes;

l) deixar de assinar a lista de presença;

m) deixar de apresentar os documentos solicitados no prazo estabelecido;

n) não observar as disposições deste Edital.

14.5. A exclusão do Concurso Público de um candidato pelas razões indicadas neste Edital será publicada no Diário Oficial da União.

14.6. Decorridos 5 (cinco) anos da realização do Concurso Público, todos os documentos e processos a ele relativos serão incinerados, independente de qualquer formalidade.

14.7. O CEPUERJ não fornecerá qualquer documento comprobatório de aprovação no certame, valendo como declaração, a publicação do resultado final no Diário Oficial da União.

14.8. A constatação, a qualquer tempo, de que o candidato prestou qualquer informação fraudulenta, acarretará sua eliminação deste Concurso Público. No caso de já ter tomado posse, será eliminado, após assegurado o direito de ampla defesa, sem prejuízo das demais medidas judiciais e extrajudiciais cabíveis ao caso.

14.9. É de inteira responsabilidade do candidato, manter seu endereço atualizado junto à FEAM a fim de viabilizar contatos necessários para nomeação e posse. As alterações deverão ser realizadas na sede da FEAM através de requerimento específico, não se responsabilizando a FEAM e o CEPUERJ/UERJ por eventuais prejuízos que possa sofrer o candidato em decorrência de informações incorretas ou insuficientes.

14.10. A FEAM e o CEPUERJ não se responsabilizam por eventuais prejuízos aos candidatos: que não atualizarem seu endereço, cujo endereço for de difícil acesso, cuja correspondência for devolvida pela ECT por razões diversas de fornecimento de endereço e/ou com erro e cuja correspondência for recebida por terceiros.

14.11. Na hipótese de se verificarem falhas de impressão nas provas após a sua distribuição, o Coordenador Local, antes do seu início, providenciará a sua substituição.

14.12. Caso não haja cadernos suficientes para a devida substituição, o Coordenador Local realizará a leitura dos itens onde ocorram falhas, usando para esse fim, um caderno de questões completo.

14.13. Se a identificação de erros for verificada após o início da prova, o Coordenador Local, após contato com o CEPUERJ, estabelecerá prazo para a compensação do tempo usado para a regularização do caderno.

14.14. O CEPUERJ divulgará, sempre que necessário, editais, normas complementares e avisos oficiais sobre o Concurso, que passarão a integrar o presente Edital, sendo de responsabilidade do candidato o acompanhamento destes instrumentos no Diário Oficial da União e no sitio do CEPUERJ (www.cepuerj.uerj.br).

14.15. O CEPUERJ e a FEAM não se responsabilizam por cursos, textos, apostilas e outras publicações referentes a este concurso.

14.16. Todos os horários citados neste Edital referem-se à hora oficial de Brasília.

14.17. Não haverá justificativa para o não cumprimento dos prazos determinados, nem serão aceitos documentos após as datas estabelecidas.

14.18. As legislações publicadas após a divulgação deste edital não serão consideradas para fins de alterações no certame.

14.19. Os candidatos inscritos no certame ficam obrigados a acompanhar no site do CEPUERJ, todas as comunicações que se façam necessárias até o prazo de validade do concurso.

14.20. Os casos omissos serão decididos pela FEAM, o Centro de Produção da UERJ e o Presidente da Comissão do Concurso.

15. CRONOGRAMA DE ATIVIDADES

ATIVIDADES

DATAS PREVISTAS

Inscrições on-line

30/04 a 18/05/2012

Solicitação de isenção de taxa de inscrição

30/04 a 04/05/2012

Resultado das solicitações de isenção de taxa de inscrição

10/05/2012

Entrega de laudo médico PNE

21/05/2012

Último dia para pagamento da taxa de inscrição

21/05/2012

Divulgação dos indeferimentos de candidatos concorrentes à vaga de PNE

11/06/2012

Contestação dos Indeferimentos

12 e 13/06/2012

Solicitação de condições especiais para a prova

20/06/2012

Solicitação de cuidados médicos especiais

20/06/2012

Impressão de cartão de confirmação de inscrição - CCI

A partir de 25/06/2012

Realização da Prova Objetiva

01/07/2012

Divulgação do gabarito da Prova Objetiva

02/07/2012

Interposição de recursos ao gabarito da Prova Objetiva

02 a 05/07/2012

Resultado do recurso ao gabarito da Prova Objetiva

23/07/2012

Resultado Final

23/07/2012

DICAS IMPORTANTES

- Ao acessar o endereço eletrônico do CEPUERJ (www.cepuerj.uerj.br) atualize sempre a página, de modo a poder obter novas informações inseridas;

- Todos os materiais disponíveis na página para consulta estarão em formato PDF, portanto é necessário que você tenha instalado em seu computador o Acrobat Reader;

- Recomenda-se que o candidato chegue ao local de realização das provas com antecedência mínima de uma hora do horário fixado para início das mesmas, devendo estar de posse de documento de identidade, do cartão de confirmação de inscrição (CCI) e de caneta esferográfica transparente (tinta azul ou preta);

- As provas objetivas terão duração de até 4 (quatro) horas e o candidato não poderá se ausentar da sala para comprar água ou alimentos. Assim, na sala de realização da prova, será permitida a entrada de garrafas de água, biscoitos, barras de cereais, balas e assemelhados, juntamente com saco plástico para a coleta de descartes;

- Para os usuários de medicamentos de uso contínuo, recomenda-se trazê-los nos dias de provas se necessário for, pois não será permitido afastamento temporário para comprá-los durante a realização das mesmas;

- Haverá, no dia de realização das Provas, um médico de plantão e medicamentos básicos para atendimentos emergenciais.

LOCALIZE-SE

CAMPUS DA UERJ
Rua São Francisco Xavier, 524 - Maracanã, RJ

CENTRO DE PRODUÇÃO DA UERJ
Rua São Francisco Xavier, 524 - Maracanã, RJ, Pavilhão João Lyra Filho, 1º Andar, Bloco A, Sala 1006.

COORDENADORIA DE PROCESSOS SELETIVOS
Rua São Francisco Xavier, 524 - Maracanã, RJ, Pavilhão João Lyra Filho, 1º Andar, Bloco A, Sala 1028.

FEAM
Rua Oito s/nº - Vila Residencial de Praia Brava - Angra dos Reis - RJ.

CENTRAL DE ATENDIMENTO AO CANDIDATO - CAC

O edital com as normas e procedimentos dos concursos organizados pelo CEPUERJ encontram-se disponíveis para consulta e impressão no endereço eletrônico www.cepuerj.uerj.br. Caso ainda persistam dúvidas, o candidato poderá entrar em contato através de e-mail, pessoalmente ou via teleatendimento:

E-mail: concursoscepuerj@yahoo.com.br ou coprosel@uerj.br.

Recepção - Rua São Francisco Xavier 524 - Maracanã, RJ, Pavilhão João Lyra Filho, 1º Andar, Bloco A, Sala 1006, 2ª a 6ª feira, das 9 às 18 horas.

Teleatendimento - (21) 2334-0639, de 2ª a 6ª feira, das 8 às 19 horas.

ANEXO I - ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS

ADMINISTRADOR

- Orientar a aplicação de práticas administrativas, obtendo informações e acompanhando a execução para os necessários ajustamentos.

- Preparar manuais de procedimentos para definir linhas de ação.

- Fazer pesquisas diversas, elaborando relatórios analíticos para definir linhas de ação ou subsidiar a tomada de decisões.

- Montar, implantar e fazer acompanhamento de banco de dados que servirão de referência para a organização.

- Coletar dados, analisando as informações da atividade, verificando a evolução de custos, emitindo relatórios e dados estatísticos.

- Acompanhar a edição de publicações especializadas.

- Participar da elaboração de projetos, fornecendo informações e/ou coordenando atividades.

- Acompanhar as séries de indicadores econômicos e sociais, comparando dados internos e externos para projeção da situação da ORGANIZAÇÃO.

- Coordenar, desenvolver ou participar da elaboração de trabalhões técnicos do subsistema de Recursos Humanos.

- Acompanhar a movimentação de pessoal, folha de pagamento, treinamento e desenvolvimento de pessoal, cargos e salários e recrutamento e seleção, dentre outros.

- Entrevistar candidatos e empregados, levantando potencial para mobilidade e promoções.

- Levantar dados internos e participar de pesquisas de remuneração, analisando resultados e reportando a posição da empresa em relação ao mercado.

- Efetuar cálculos de passivos trabalhistas, obtendo aprovação e tomando medidas para a sua regularização.

- Redigir normas e procedimentos e preparar formulários.

- Analisar sistemas administrativos adequando-os às práticas de computação.

- Executar tarefas correlatas às acima descritas a critério do superior imediato.

ADMINISTRADOR HOSPITALAR

- Orientar a aplicação de práticas administrativas, obtendo informações e acompanhando a execução para os necessários ajustamentos.

- Preparar manuais de procedimentos para definir linhas de ação.

- Conhecer e acompanhar o PGRSS (Programa de Gerenciamento de Resíduos em Serviço de Saúde.

- Fazer pesquisas diversas, elaborando relatórios analíticos para definir linhas de ação ou subsidiar a tomada de decisões.

- Montar, implantar e fazer acompanhamento de banco de dados que servirão de referência para a organização.

- Coletar dados, analisando as informações da atividade, verificando a evolução de custos, emitindo relatórios e dados estatísticos.

- Acompanhar a edição de publicações especializadas.

- Participar da elaboração de projetos, fornecendo informações e/ou coordenando atividades.

- Acompanhar as séries de indicadores econômicos e sociais, comparando dados internos e externos para projeção da situação da ORGANIZAÇÃO.

- Coordenar, desenvolver ou participar da elaboração de trabalhões técnicos da Organização.

- Entrevistar candidatos e empregados, levantando potencial para mobilidade e promoções.

- Redigir normas e procedimentos e preparar formulários.

- Analisar sistemas administrativos adequando-os às práticas de computação.

- Executar tarefas correlatas às acima descritas a critério do superior imediato.

ANALISTA DE SISTEMAS

- Aplicação dos sistemas de informação nas áreas administrativas e tecnológicas.

- Participar dos projetos de desenho do fluxo geral de processamento e informação.

- Preparar a documentação pertinente aos sistemas de informação.

- Identificar junto aos usuários as necessidades e requisitos de sistemas..

- Providenciar a emissão de pedidos e a inspeção dos serviços prestados.

- Analisar, projetar, implementar e implantar sistemas de informação.

- Planejar e executar treinamento dos usuários e técnicos sobre a utilização dos sistemas.

- Preparar, acompanhar e operacionalizar o processamento de sistemas.

- Supervisionar os projetos de desenvolvimento de sistemas, como também os recursos humanos e tecnológicos neles empregados.

- Executar tarefas correlatas às acima descritas a critério do superior imediato.

ASSISTENTE SOCIAL

- Atender pacientes no tratamento e prevenção de problemas de origem psico-social e econômica que interferem no tratamento médico.

- Orientar, motivar e apoiar os clientes, utilizando meios e técnicas para facilitar a recuperação da saúde e a reintegração no meio social.

- Informar, encaminhar e fornecer laudos a pacientes que tenham relação de emprego, a fim de amenizar a intensidade de problemas pertinentes à concessão de licenças, complementação salarial, readaptação profissional e outros.

- Acompanhar a evolução psicofísica de pacientes em convalescença, proporcionando os recursos assistenciais necessários.

- Articular-se com Unidades Básicas de Saúde e instituições que patrocinam programas sociais para possível encaminhamento de pacientes para complementação de tratamento médico.

- Participar de Programas de Saúde Físico-Mental, promovendo e divulgando meios profiláticos, preventivos e assistenciais.

- Fazer planejamento, análise e avaliação das atividades do Serviço Social.

- Coletar dados e divulgar indicadores hospitalares referentes às demandas sociais.

- Emitir relatórios.

- Executar tarefas correlatas às acima descritas a critério do superior imediato.

BIÓLOGO

- Lançar recebimentos e liberações de hemocomponentes no livro fiscal;.

- Confeccionar relatório mensal para o Hemonúcleo da Costa Verde;

- Confeccionar relatório mensal para a Vigilância Sanitária;

- Confeccionar relatório mensal para o Hemorrio;.

- Participar do Comitê Transfusional Hospitalar;

- Fazer hemovigilância (Reações Transfusionais);

- Supervisionar as técnicas dos plantonistas;

- Confeccionar a escala de serviço mensal;

- Confeccionar e atualizar o Manual de POP (Procedimento Operacional Padrão) do setor;

- Realizar fechamentos/estatísticas do Controle de Qualidade Externa;

- Realizar estatísticas/indicadores do setor;

- Fazer pedido de compras de materiais;

- Fazer levantamento do consumo mensal de insumos;

- Treinar os plantonistas do setor e da enfermagem em atividades hemoterátipcas;

- Apresentar palestras no Centro de Estudos.

CONTADOR

- Efetuar contabilização, analisando documentos e classificando-os segundo o plano de contas.

- Analisar resultados das contas, providenciando acertos. Apoiar a elaboração de balancetes e balanços, verificando custos e os indicadores financeiros básicos.

- Elaborar planilhas demonstrativas e notas explicativas que permitam avaliar a situação econômico-financeira.

- Preparar material e levantar os indicadores básicos para elaboração do orçamento anual. Consolidar dados e informações e submeter a apreciação da GERÊNCIA.

- Acompanhar a relação periódica das despesas x previsão, emitindo relatório sobre os resultados.

- Acompanhar a depreciação do ativo fixo e o seu valor real.

- Acompanhar os níveis de receitas e de despesas, saldos de caixas, preparando relatórios sobre fluxo de curto e médio prazo.

- Realizar ou participar de fiscalização interna, administrativa ou financeira, observando orientação da gerência ou da direção da FEAM.

- Processar ajustamentos no plano de contas da FUNDAÇÃO.

- Executar tarefas correlatas às acima descritas a critério do superior imediato.

DENTISTA

- Realizar perícias odontológicas e início e término de tratamento dentário.

- Encaminhar e orientar os usuários que apresentarem problemas mais complexos.

- Executar ações de assistência integral.

- Coordenar ações coletivas voltadas para a promoção e prevenção à Saúde Bucal.

- Procedimentos básicos nas áreas de especialização médica da FEAM.

- Realizar exames ocupacionais complementando o exame médico;

- Realizar procedimentos de emergência;

- Realizar procedimentos de certificação de Atestado emitido por profissionais executores de tratamentos externos.

ECONOMISTA

- Realizar planejamento, estudos, análises e previsões de natureza econômica, financeira e administrativa, aplicando fundamentos econômicos no processamento das atribuições.

- Processar estudos diversos nas áreas econômica, financeira e administrativa, compilando e analisando dados, alinhados com as diretrizes e políticas da FUNDAÇÃO.

- Montar planilhas para análise das condições econômicas e financeiras, preparando relatórios que subsidiem a tomada de decisões.

- Acompanhar a evolução de indicadores econômicos e estatísticos editados por diversas fontes, analisando e inter-relacionando dados para a definição de cenários que auxiliam nas políticas a serem seguidas e definições para elaboração do orçamento da FEAM.

- Elaborar modelos matemáticos utilizando técnicas econométricas para estudar situações especiais e definir projeções. Estudar situações de mercado, propondo mudança de curso das políticas adotadas.

- Assistir a gerência na realização de estudos e análises especiais como custos, receitas, preços, taxas e resultados.

- Executar tarefas correlatas às acima descritas a critério do superior imediato.

ESPECIALISTA EM RECURSOS HUMANOS

- Realizar o Levantamento de Necessidades de Treinamento - LNT, junto aos gerentes e responsáveis das áreas, viabilizando os programas de treinamento e desenvolvimento de funcionários.

- Emitir relatórios de treinamento conforme solicitação da direção, mantendo o cadastro de treinamento sempre atualizado.

- Coletar dados, analisando as informações da atividade, verificando a evolução de custos, emitindo relatórios e dados estatísticos.

- Viabilizar a comunicação interna da empresa, através dos seguintes meios de comunicação: jornal interno, intranet, quadros de aviso e outros.

- Organizar eventos internos em atendimento aos temas e ocasiões relacionados à organização.

- Realizar processos de recrutamento e seleção, objetivando a contratação de profissionais adequados ao perfil organizacional a ao requerido para cada posição, em conformidade com o PCS.

- Realizar pesquisa salarial, descrição de cargo e acompanhamento de pessoal, proporcionando o fluxo na estrutura de cargos e salários.

- Acompanhar os Programas de Avaliação de Desempenho, auxiliando os gerentes para a administração da equipe.

- Divulgar eventuais promoções de descontos em produtos e serviços, visando beneficiar os funcionários.

- Operacionalizar a administração de benefícios como: Seguro Saúde, Plano Odontológico, Vale Refeição, Cooperativas (CECREMEF), Convênios com CRECHE.

- Preparar, acompanhar e operacionalizar o processamento de sistemas.

- Supervisionar os projetos de desenvolvimento de sistemas, como também os recursos humanos e tecnológicos neles empregados.

- Executar tarefas correlatas às acima descritas a critério do superior imediato.

FISIOTERAPEUTA

- Prestar assistência fisioterapêutica hospitalar.

- Participar de equipes multidisciplinares destinadas a planejar, implementar, controlar e executar políticas, programas, cursos, pesquisas ou eventos em Saúde Pública.

- Participar de equipes multidisciplinares destinadas ao planejamento, à implementação, ao controle e à execução de projetos e programas de ações básicas de saúde.

- Prescrever, executar, planejar, ordenar, analisar, supervisionar e avaliar atividades fisioterapêuticas dos clientes, sua eficácia, resolutividade e condições de alta.

- Acompanhar e avaliar pacientes em ventilação espontânea e mecânica em ambiente de UTI. Utilizar técnicas de ventilação não invasiva, caso necessário.

- Executar outras tarefas correlatas às acima descritas a critério do superior imediato.

ENFERMEIRO

- Executar os procedimentos de enfermagem, orientando a administração de medicamentos, monitorização, movimentação e higiene.

- Verificar o estado dos pacientes e, se necessário, tomar providências.

- Fazer curativos, imobilizações e ministrar medicamentos em situações de emergência. Adaptar os pacientes ao ambiente hospitalar e aos procedimentos médicos a serem aplicados.

- Analisar o consumo e fazer previsão e requisição de medicamentos e materiais.

- Controlar materiais de uso restrito.

- Planejar e desenvolver treinamento em serviço.

- Avaliar necessidades e os níveis de assistência prestada.

- Executar outras tarefas correlatas às acima descritas a critério do superior imediato.

FARMACÊUTICO BIOQUÍMICO

- Processar amostras para exames laboratoriais nas áreas de hematologia, bioquímica, microbiologia, urianálise e parasitologia.

- Preparar reagentes necessários à realização dos exames.

- Manipular equipamentos automatizados ou não.

- Analisar e interpretar laudos de exames, liberando-os para o diagnóstico junto ao paciente ou para o simples envio, quando for o caso.

- Prestar apoio técnico às atividades do laboratório.

- Passar diagnósticos para o corpo clínico.

- Orientar empregados do setor.

- Executar tarefas correlatas às acima descritas a critério do superior imediato.

FARMACÊUTICO HOSPITALAR

- Analisar o receituário médico, verificando os medicamentos prescritos.

- Orientar o uso de similares ou agilizar a emissão de pedido de compra.

- Indicar intervalos para ministrar o remédio e a sua composição química.

- Manipular insumos farmacêuticos, fracionando e misturando com doseamento dos líquidos.

- Usar instrumentos especiais e fórmulas químicas para preparo de poções individualizadas.

- Orientar auxiliares durante o processo.

- Dar orientação sobre armazenagem de materiais e medicamentos nas prateleiras, indicando lotes e datas de validade.

- Analisar informações sobre níveis de estoque e providenciar pedidos de compras.

- Preparar nutrição parenteral seguindo prescrição dos médicos para pacientes específicos.

- Controlar estoque e uso de medicamentos restritos, de entorpecentes e produtos equiparados, orientando e prestando esclarecimentos sobre a legislação que normatiza o uso.

- Liberar o fornecimento mediante receitas aprovadas, fazendo lançamento no livro de controle e emitindo mapas para envio às entidades controladoras.

- Manter contatos com a CONTADORIA para informar dados sobre custos.

- Executar tarefas correlatas às acima descritas a critério do superior imediato.

MÉDICO

- Examinar pacientes, usando instrumentos para determinar diagnóstico e se necessário requisitar exames complementares e encaminhá-los a especialista.

- Analisar e interpretar resultados de exames solicitados, comparando-os com parâmetros médicos para orientar o diagnóstico.

- Prescrever medicamentos, indicando dosagem e forma de administração. Orientar quanto aos cuidados para preservar ou restabelecer a saúde dos pacientes.

- Manter registro dos pacientes examinados. Anotar diagnóstico, tratamento e evolução da doença.

- Emitir atestados para atender normas administrativas e preceitos legais.

- Atender urgências clínicas, cirúrgicas ou traumatológicas.

- Procedimentos básicos nas áreas de especialização médica da FEAM.

Médico Anestesiologista - Examinar e avaliar pacientes estudando o prontuário. Prescrever medicação pré-anestésica . Aplicar anestesias parciais ou gerais por via muscular, venosa, retal e por inalação. Controlar perturbações fisiológicas. Instalar respiração auxiliada. Processar a aspiração de secreções para facilitar a respiração normal do paciente.

Médico Angiologista - Interpretar resultados de exames de laboratório. Indicar ou executar cirurgia vascular. Prescrever tratamento indicando medicamentos e medidas especiais.

Médico Cirurgião - Operar usando técnicas apropriadas. Analisar com o anestesista as condições do pacientes Estudar o caso clínico e analisar prontuário. Requisitar exames laboratoriais. Prescrever tratamento de manutenção. Orientar o pessoal de enfermagem.

Médico Ginecologista - Fazer biopsia de órgãos e tecidos suspeitos. Fazer cauterização do colo uterino. Executar cirurgias ginecológicas. Colher secreções vaginais ou mamárias.

Médico Ortopedista - Avaliar condições físico-funcionais. Orientar ou executar a colocação de aparelhos imobilizadores. Orientar a colocação de trações transesqueléticas. Realizar cirurgias em ossos e anexos. Encaminhar pacientes para fisioterapia.

Médico Pediatra - Examinar crianças. Avaliar estágio de crescimento e desenvolvimento. Definir plano médico-terapêutico-profilático. Tratar lesões, doenças ou alterações orgânicas infantis.

Médico Radiologista - Fazer exames radiológico. Analisar chapas para elaborar relatório elucidativo.

Médico do Trabalho - Fazer acompanhamento da saúde ocupacional. Analisar e comparar resultados de exames periódicos e especiais. Analisar riscos das áreas de trabalho. Controlar o absenteísmo e suas causas médicas. Orientar trabalhadores e chefias na prevenção de acidentes.

Médico - Auditor - Revisão de contas hospitalares para cobrança de atendimentos ao SUS e demais convênios, Controlar e organizar o arquivo médico.

Médico Clínico Geral - Prestar atendimento emergencial especializado aos pacientes; realizar anamnese, exame físico e avaliação do prontuário médico, definindo hipóteses diagnósticas; solicitar exames laboratoriais e de imagem com a finalidade de avaliar a necessidade de intervenção cirúrgica ou adoção de outro tipo de terapia, definindo a internação ou não do paciente. Interpretar os exames complementares; fazer prescrição médica de acordo com a patologia apresentada; solicitar parecer especializado.

Médico Infectologista - Diagnosticar e tratar as doenças infecciosas e parasitárias; Imunizações; Aconselhar na Prescrição de Antimicrobianos (Uso correto de Antibióticos); participar da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar.

Médico Intensivista - Realizar visitas e consultas médicas a pacientes, acompanhando e checando a evolução clínica, prescrevendo os medicamentos necessários ao tratamento; preparar pacientes para cirurgias, examinando e avaliando o estado clínico, medicando e orientando adequadamente; realizar atendimento aos pacientes internados nas enfermarias orientando e prescrevendo o tratamento inicial; acompanhando o tratamento; aplicar métodos terapêuticos cirúrgicos ou não cirúrgicos, tais como: punção venosa profunda, intubação traqueal, traqueostomia, etc; examinar, diagnosticar, e solicitar exames e prescrever medicação adequada; efetuar acompanhamento, em regime de plantão, aos pacientes recém-operados, observar o estado clínico em que se encontram, para pronto atendimento e analisar a eventual necessidade de nova intervenção cirúrgica em caráter de emergência.

NUTRICIONISTA

- Planejar cardápios e dietas especiais, orientando-se na aceitação dos alimentos pelos comensais.

- Introduzir produtos naturais, mais nutritivos e econômicos para oferecer refeições balanceadas.

- Desenvolver treinamento em serviço para o pessoal auxiliar de nutrição, visando a melhoria do padrão dos serviços.

- Coordenar o recebimento dos gêneros alimentícios e a sua armazenagem.

- Orientar o preparo e a distribuição das refeições.

- Preparar mapas dietéticos, verificando o prontuário dos doentes, prescrições médicas e o resultados de exames de laboratório, a fim de definir o tipo de dieta, a distribuição e o horário da alimentação dos enfermos.

- Pesquisar o estado de nutrição de pacientes ou de grupos, avaliando fatores relacionados com problemas de alimentação, observando as classes sociais e formas de vida.

- Agilizar programas de educação e de readaptação em matéria de nutrição, incutindo hábitos salutares de alimentação.

- Controlar estoques de mantimentos e registro de despesas.

- Fazer apontamento do número de refeições servidas, emitindo mapas e relatórios.

- Zelar pela ordem, pela manutenção e pelas condições de higiene das instalações, supervisionando os profissionais envolvidos.

- Promover a segurança no trabalho, orientando o grupo no uso de dispositivos e equipamentos de segurança.

- Participar de comissões de licitação encarregadas da aquisição de mantimentos, de material e de equipamentos.

- Executar tarefas correlatas às acima descritas a critério do superior imediato.

PSICÓLOGO

- Avaliar constantemente os aspectos emocionais, seja do paciente, da família ou da equipe, com presença fundamental nos períodos de visitas familiares.

- Estabelecer, além da humanização, a aproximação e apoio terapêutico necessário.

- Fazer psicodiagnósticos e elaborar laudos.

- Participar de grupos multiprofissionais e interdisciplinares no tratamento psicológico.

ANEXO II - MODELO DE ATESTADO MÉDICO PARA PNE

Atesto para fis de comprovação de inscrição no Concurso Público para a Fundação Eletronuclear de Assistência Médica _ FEAM que o Sr (a). _________________________, é portador (a) da deficiência _____________, grau ___________, nível _______ código CID ______________. Declaro ainda, que a deficiência apresentada pelo paciente é compatível com as atribuições do cargo ____________, descrita no Edital do concurso.

Data: ___/___/___

___________________________________
Assinatura (Nome, CRM e Carimbo)

ANEXO III - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

- LÍNGUA PORTUGUESA (Todos os Cargos)

Leitura e compreensão de textos de diferentes gêneros e domínios discursivos; Unidade e diversidade da língua portuguesa: variação regional, variação social e registros de usos; Modos de organização do texto: narração, descrição, exposição; argumentação; Níveis de coerência e mecanismos de coesão textual; Pontuação gramatical e expressiva; Elementos mórficos; processos de formação de palavras; Emprego das diferentes classes de palavra;Período simples: funções sintáticas; Concordância nominal e verbal; Regência nominal e verbal; emprego do acento grave; Sintaxe de colocação; Período composto: processos sintáticos de estruturação, comportamento sintático das orações e relações lógico-discursivas marcadas pelos conectores; Sinônimos, antônimos, homônimos, parônimos, hiperônimos, hipônimos; polissemia, denotação e conotação;Ortografia, ortoepia e prosódia; Figuras de linguagem.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

AZEREDO, José Carlos de. Gramática Houaiss da Língua Portuguesa. 2ed. São Paulo: Publifolha, 2008. BECHARA, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. 37ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009. GARCIA, Othon Moacyr. Comunicação em Prosa Moderna. 26ed. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2006. HENRIQUES, Claudio Cezar. Sintaxe: estudos descritivos da frase para o texto.Rio de Janeiro: Elvesier, 2008. ....... Morfologia: estudos lexicais em perspectiva sincrônica. Rio de Janeiro: Elvesier, 2007. ....... Fonética, Fonologia e Ortografia: estudos fono-ortográficos do português. Rio de Janeiro: Elvesier, 2007. HOUAISS, Antônio e VILLAR, Mauro de Salles. Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. KOCH, Ingedore Villaça. A coesão textual. São Paulo: Contexto, 1989. ; TRAVAGLIA, Luiz Carlos. A coerência textual. 4ed. São Paulo: Contexto, 1992.

ADMINISTRADOR

Introdução à Administração e às Organizações - Noções básicas. As organizações e a administração: conceitos básicos. As funções da administração e o processo de administração, fundamentos básicos: planejamento (conceito, tipos de planos, objetivos e metas); organização; direção; controle (abrangência, tipos, sistemas e fases do controle). As áreas funcionais da administração e suas principais atividades: produção e operações; comercial e marketing; financeira; recursos humanos; materiais e logística (suprimentos/compras, armazenagem e administração de estoque); tecnologia da informação. Abordagens contemporâneas da administração: administração de processos e instrumentos aplicativos (desenho de processo, qualidade total, reengenharia); administração estratégica, empreendedorismo; responsabilidade social e ética; governança corporativa; administração do conhecimento; Balanced scorecard; benchmarking; coaching. Cotidiano das empresas no Brasil - Conhecendo funções, procedimentos, técnicas e ambiente organizacional: funções e atividades do gestor; manuais, estrutura organizacional e organograma; fluxogramas, formulários e quadro de distribuição de tarefas; projetos, cronogramas, orçamentos e normas; produtividade, eficiência, eficácia e efetividade.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ARAÚJO,Luis César G. de. Teoria Geral da Administração: aplicação e resultados nas empresas brasileiras. São Paulo: Atlas, 2004. Capítulos: 3: itens 3.1 a 3.11; 4 e 5.

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, com as alterações introduzidas pelas Emendas Constitucionais, em especial: Dos Princípios Fundamentais (arts. 1º a 4º); Dos Direitos e Garantias Fundamentais (arts. 5º ao 17); Da Administração Pública (art.37); Da Tributação, do Orçamento e das Finanças Públicas (arts. 145 a 149; 156; 163 a 169).

BRASIL. Lei nº 8.666/93 e alterações posteriores, licitação e contratos administrativos. BRASIL. Lei nº 10.520/02, dispõe sobre a modalidade de licitação denominada pregão.

LACOMBE, Francisco, HEILBORN, Gilberto. Administração: princípios e tendências. São Paulo: Saraiva, 2003. Capítulos: 2; 6; 7; 8 e 23.

OLIVEIRA, Djalma de P. Rebouças de. Teoria Geral da Administração: uma abordagem prática. São Paulo: Atlas, 2008. Capítulos: 14 e 15.

POZO, Hamilton. Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais: uma abordagem logística. 3ª. ed. São Paulo: Atlas, 2004. Capítulos: 1; 2: itens 2.1 a 2.5; 3: itens 3.1 a 3.6; 5: itens 5.1 a 5.8.

SOBRAL, Felipe e PECI, Alketa. Administração: teoria e prática no contexto brasileiro. São Paulo, Pearson Prentice Hall, 2008. Capítulos: 1; 5 itens 5.1 a 5.5; 6: itens 6.1 e 6.2; 8: itens: 8.1 a 8.3; 9: item 9.1; 10: itens: 10.1 e 10.2; 11: item 11.1; e 12.

ADMINISTRADOR HOSPITALAR

Organização e Administração Hospitalar. Fundamentos de Administração de Serviços Médico-Hospitalares. Prática de Custos e Desempenho Hospitalar. Faturamento Hospitalar. Gestão Hospitalar e seus Aspectos Globais e Específicos. Visão Sistêmica da Organização. Sistema de Informações Gerenciais. Documentação Médica. Transporte. Administração de Lavanderia Hospitalar. Noções de Infecção Hospitalar. Limpeza. Manutenção. Nutrição. Serviços Meios e de Apoio. Arquivo Médico Estatístico. Arquitetura Hospitalar. Ética Profissional. Sistema Único de Saúde.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Borba R. Valdir & Lisboa C. Terezinha. Teoria geral de Administração Hospitalar. Qualitymark.

Souza, F. A, Toulias, H. C; Junior, S. J; Moll, R.J. Gestão de Manutenção em serviços de Saúde. Ed. Edgard Blucher.

Spiller, E.S; Senna, A.M.; Santos J.F; Marques, J. Gestão dos Serviços de Saúde. Ed. FGJ. Tajra, S.F. Gestão Estratégica na Saúde. Ed. Iátria.

Jacques, J E. Gestão Hospitalar: os custos médicos-assitênciais. Ed. Unisinos Júnior, FK. Administração Hospitalar. Ed. AB Editora.

ANALISTA DE SISTEMAS

1. Organização de computadores. Tipos e representações de dados numéricos; Aritmética binária; Álgebra booleana; Codificação de caracteres; Componentes da UCP; Modos de endereçamento; Arquitetura de processadores; Linguagem de montagem; Ligação (Linking); Modos de operação do hardware; Estrutura de E/S. 2. Sistemas Operacionais (SO). Conceitos gerais; Chamadas ao SO, Processos e Threads; Programação concorrente; Gerenciamento do processador; Escalonamento; Gerenciamento de memória, Gerenciamento de E/S; Sistemas de Arquivo. 3. Sistemas Distribuídos. Arquiteturas paralelas e distribuídas, Conceitos; Modelo cliente/servidor em 2 e 3 camadas; Cluster; Sincronismo e filas de mensagens, temporização, redundância e tolerância da falhas. 4. Comunicação de Dados e Redes Locais. Conceitos gerais, Arquiteturas e topologias, Modelo TCP/IP; Protocolos; Padrão IEEE 802.3, Redes sem fio (Wi-Fi); Bluetooth. 5. Desenvolvimento de Software. Metodologias de desenvolvimento de software: Processo Unificado; Metodologias Ágeis (extreme Programming); Padrões de análise, arquitetura e projetos. Análise Orientada a Objetos: principais conceitos: abstração, classes, subclasses, agregação e composição, encapsulamento, polimorfismo, objetos; identificação de classes primárias; classes derivadas; mensagens e seus tratadores; representação; linguagem de modelagem UML (Unified Modeling Language);. Projeto de sistemas de informação: Conceitos fundamentais; Planejamento das atividades de análise; projeto de entrada e de saída; controle de sistemas; implementação de sistemas. Testes e qualidade de software; Ferramentas CASE; SOA e Web Services: conceitos básicos e aplicações; Desenvolvimento de aplicações para internet rica (RIA); Frameworks. 6. Gerência de Projetos. Conceitos básicos, Gerenciamento de Projetos baseado no PMBOK. 7. Algoritmos e Estruturas de Dados; Fundamentos de lógica de programação: tipos de dados; expressões estruturadas de controle e repetição; pseudocódigos, fluxogramas; estruturas de dados homogêneas e heterogêneas: representação e manipulação de matrizes, listas, filas, pilhas e árvores; algoritmos de ordenação. 8. Técnicas e Linguagens de Programação. Programação orientada a objetos e a eventos; acesso a banco de dados; desenvolvimento de aplicações distribuídas; criação de componentes; plataforma J2EE, Java. 9. Banco de Dados. Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados (SGBD): Conceitos; Linguagem de consulta estruturada (SQL); Modelo Relacional de Dados; Mapeamento objeto relacional; Formas normais; Transação; Commit em duas fases; Serialização; Bloqueios (granularidade, exclusivos, compartilhados e de intenção); Método otimista de controle de concorrência; Níveis de Isolamento de transações; Visões; Restrições (de domínio, chave candidata, chave estrangeira, definidas para tabela, assertivas); Ações na restrição de chave estrangeira; avaliação postergada de restrições. 10. Sistemas de apoio à decisão. Modelo dimensional; Fundamentos de data warehouse; Esquemas estrela e floco de neve; Métricas aditivas, não aditivas e semiaditivas; Dimensões não estáveis; Agregação de fatos; Uso de fatos agregados; Procedimentos de extração, transformação e carga.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

TANENBAUM, Andrew S. - Rede de Computadores - Ed. Campus

TANENBAUM, Andrew S. - Sistemas Operacionais Modernos - Ed. Prentice-Hall

DEITEL, Paul J.; DEITEL, Harvey M. - Java: como programar - Ed. Pearson

PRESSMAN, Roger - Engenharia de software - Ed. McGraw-Hill

BARTIÉ, Alexandre - Garantia de qualidade de software - Ed. Elsevier

Project Management Institute - Um Guia do Conjunto de Conhecimentos em Gerenciamento de Projetos (PMBOK) - Ed. PMI

BEZERRA, Eduardo - Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML - Ed. Elsevier

ELMASRI, Ramez; NAVATHE, Shamkant - Sistemas de Banco de Dados - Ed. Pearson

ALUR, Deepak e outros - Core J2EE* Patterns - Ed. Campus

DATE, C. J. - Introdução a sistemas de bancos de dados - Ed. Campus

SOMMERVILLE, Ian - Engenharia de Software - Ed. Pearson

LARMAN, Craig - Utilizando UML e Padrões - Ed. Bookman

TODD, Nick; SZOLKOWSKI, Mark - JavaServer Pages: o guia do desenvolvedor - Ed. Elsevier

DEITEL, Paul J.; DEITEL, Harvey M. - Ajax, Rich Internet Applications e desenvolvimento Web para programadores - Ed. Pearson

GAMMA, Erich; HELM, Richard; JOHNSON, Ralph; VLISSIDES, John - Padrões de Projeto: Soluções reutilizáveis de software orientado a objetos - Ed. Bookman

ASSISTENTE SOCIAL

Estado e Política Social. A questão social no contexto da globalização e da reestruturação produtiva. Políticas Públicas de Saúde no Brasil: trajetória histórica e a conformação do sistema de saúde brasileiro. A Saúde no contexto da Seguridade Social (Constituição Federal de 1988 e a Lei Orgânica de Saúde)

O Serviço Social e suas dimensões: teórico-metodológica, ético-política, técnico-operativa e investigativa. Os desafios e potencialidades do projeto ético-político na contemporaneidade. Legislação Social e Serviço Social: direitos sociais na atual conjuntura brasileira. Serviço Social e Saúde: objetivo, intervenção, investigação, sistematização, planejamento e avaliação; trabalho com famílias; práticas educativas em saúde; trabalho em equipe; determinantes sociais no processo de saúde-doença e humanização.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRAVO, Maria Inês Souza e MATOS, Maurílio Castro de "A saúde no Brasil: reforma sanitária e ofensiva neoliberal". In: BRAVO, Maria Inês Souza e PEREIRA, Potyara A. P. (Organizadoras) Política Social e Democracia. São Paulo: Cortez; Rio de Janeiro: UERJ, 2001.

CFESS Legislação e Resoluções sobre o trabalho do/a assistente social. Brasília: CFESS, 2011. Disponível em: www.cfess.org.br/arquivos/LEGISLACAOERESOLUCOESAS.pdf.

______ Parâmetros para Atuação de Assistentes Sociais na Política de Saúde. Série Trabalho e Projeto Profissional nas Políticas Sociais (2). Brasília: CFESS, 2010. Disponível em: www.cfess.org.br/arquivos/ParametrosparaaAtuacaodeAssistentesSociaisnaSaude.pd f.

______ e ABEPSS (Organizadoras) Serviço Social: direitos sociais e competências profissionais.

Brasília: CFESS / ABEPSS, 2009.

BRASIL. Lei nº lei 8.213, de 24 de julho de 1991. Dispõe sobre os planos de benefícios da previdência Social e dá outras providências (alterada e atualizada).

______ Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003. Dispõe sobre o Estatuto do Idoso e dá outras providências (atualizada).

Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Estatuto da Criança e do Adolescente (alterado e atualizado).

Lei nº 8.742, de 7 de dezembro de 1993. Lei Orgânica da Assistência Social (alterada e atualizada).

______ Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006. Cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, nos termos do § 8º do art. 226 da Constituição Federal, da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres e da Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher; dispõe sobre a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher; altera o Código de Processo Penal, o Código Penal e a Lei de Execução Penal; e dá outras providências (atualizada).

______ Lei Nº 10.216, de 6 de abril de 2001. Dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental. (atualizada).

______ Lei nº 8080, 19 de setembro de 1990 e Lei nº 8142, 28 de dezembro 1990. Lei Orgânica da Saúde (alterada e atualizada).

______ . Ministério da Saúde. Política Nacional de Humanização: A Humanização como eixo norteador das práticas de Atenção e Gestão em todas as instâncias do SUS. Série B. Textos Básicos de Saúde, DF, 2004

IAMAMOTO, Marilda Villela O Serviço Social em Tempos de Capital Fetiche: capital financeiro, trabalho e questão social. Capítulo II e III. São Paulo: Cortez Editora, 2007.

MOTA, Ana Elizabete (org.). A Nova Fábrica de Consensos. São Paulo, Cortez.

MELO, Ana Inês Simões; ALMEIDA, G. Silva "Interdisciplinaridade: possibilidades e desafios para o trabalho profissional". In: CFESS / ABEPSS (Organizadores) Capacitação em Serviço Social e Política Social. Módulo 4. CEAD/UnB, 2000.

SALES, Mione A.; MATOS, Maurílio C. de & LEAL, Maria Cristina (orgs.) Política social, família e juventude: Uma questão de direitos. 2 ed., São Paulo: Cortez, 2006.

YAZBEK, Maria Carmelita; MARTINELLI, Maria Lúcia; RAICHELIS, Raquel "O Serviço Social Brasileiro em Movimento: fortalecendo a profissão na defesa de direitos". In: Revista Serviço Social e Sociedade (95). São Paulo: Cortez, 2008.

BIÓLOGO ÊNFASE ANÁLISES CLÍNICAS

1. Administração laboratorial e Controle de Qualidade: Aspectos administrativos, organizacionais e de qualidade relacionados aos Laboratórios de Análises Clínicas. Ferramentas de gestão e as normas de regulamentações pertinentes ao segmento. Planejamento para constituição de um laboratório. Ferramentas de gestão administrativa e da qualidade. Qualidade nos procedimentos laboratoriais nas fases pré-analítica, analítica e pós-analítica. Análise de mercado na prestação de serviços a convênios médicos e ao Sistema Único de Saúde.

2. Saúde Coletiva: Legislação da Saúde; SUS: Princípios e Organização; História das políticas de saúde no Brasil. Desenhos tecno-assistenciais em saúde. Sistema Único de Saúde. Determinantes sociais e iniquidades em saúde, integralidade, vulnerabilidade, promoção em saúde e acolhimento. Pacto pela saúde. Vigilância em saúde. Sistemas de informação em saúde.

3. Epidemiologia: Epidemiologia Geral. Determinantes do processo saúde-doença. Saúde Coletiva. Planejamento em saúde. História natural da doença e causalidades. Desenho e investigação epidemiológica. Indicadores epidemiológicos. Vigilância epidemiológica. Sistema de informação. Epidemiologia clínica e social.

4. Biossegurança: Princípios de biossegurança. Avaliação de risco. Níveis de biossegurança laboratorial. Imunoprofilaxia. Transporte e transferência de agentes biológicos. Normas para trabalho com toxinas biológicas. Gerenciamento de resíduos de unidades de saúde. Equipamento de proteção individual.

5. Hematologia: Órgãos hematopoiéticos, hematopoese, fisiopatologia dos eritrócitos. Coagulação sangüinea: mecanismos e provas. Análises hematológicas de rotina laboratorial, hemograma, orientação interpretativa dos resultados. Estudo das anemias, leucemias e síndromes hemorrágicas. Mielograma. Introdução à hematologia laboratorial. Técnicas de coleta de amostras sangüíneas e processamento das amostras. Estudo da morfologia normal e patológica dos eritrócitos, leucócitos e plaquetas. Automação em hematologia. Investigação laboratorial das coagulopatias e doenças hemorrágicas. Interpretação clínica do hemograma. Velocidade de hemosedimentação. Introdução à hemoterapia laboratorial.

6. Microbiologia: Aspectos históricos e objetivos da microbiologia. Classificação dos micro­organismos. Principais grupos de micro-organismos, estrutura, reprodução, nutrição e crescimento e controle microbiano. Probiose. Meios de cultura e necessidades nutricionais de micro-organismos. Estudo de ensaios moleculares e sorológicos para detecção de infecções virais humanas.

7. Imunologia: as células do sistema imune; imunidade humoral: anticorpos e imunoglobinas; o complemento; imunoensaios no laboratório: princípios, prática e interpretação dos resultados; Doenças auto-imunes; imunodeficiências; dosagens hormonais no laboratório: princípios, prática e interpretação dos resultados; Avaliação da função endócrina; controle de qualidade em imunologia e hormonologia, biossegurança; Marcadores de hepatite. Introdução à imunologia; imunologia geral; imunogenicidade; antigenicidade; fisiologia da resposta imune; imunoglobulinas; anticorpos; sistemas complemento e properdina; reações antígeno-anticorpo; reações citotóxicas; imunogenética; regulação das respostas imunes. Estudo dos mecanismos imunológicos em doenças imunológicas e auto-imunes. Imunodeficiências. Integração clínico-laboratorial. Técnicas e métodos de diagnóstico. Aplicações. Controle de qualidade.

8. Parasitologia clínica: Métodos laboratoriais para identificação de: protozoários intestinais, helmintos intestinais, parasitas do sangue e dos tecidos; Características morfológicas para identificação de larvas; Introdução a coleta de material;

9. Bioquímica: Metabolismo glicídico; Metabolismo lípidico; Metabolismo protéico;

10. Citologia: Noções gerais de citologia; Citologia dos líquidos cavitários; Citologia do líquido encéfalo raquidiano; Líquido Seminal ; Citologia Hormonal pela Colpocitologia (Citologia Esfoliativa); Citologia Oncótica pela Colpocitologia (Citologia Esfoliativa); Citologia das secreções e excreções.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Constituição Federal de 1988 (Título VIII - capítulo II - Seção II - Leis 8080, 8142 e Emenda Constitucional 29/set2000). Norma Operacional Básica do Sistema Único de Saúde - NOB­SUS/1996; Norma Operacional da Assistência à Saúde - NOAS - SUS/2001. Abbas, A. K., Lichtman, A. H., & Pillai, S. (2008). Imunologia Celular e Molecular (6th ed., p. 564). Rio de Janeiro: Elsevier. Andriolo, A. (2005). Medicina Laboratorial. (N. Schor, Ed.) (1st ed., p. 256). Barueri: Manole. Brasil, M. da S. (2006). Entendendo o SUS (p. 28). Ministério da Saúde. Retrieved from http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/cartilha_entendendo_o_sus_2007.pdf. FAILACE, Renato Rego; FERNANDES, Flavo beno; FAILACE, Rafael. Hemograma:manual de interpretação. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. Filho, Nº de A., & Rouquayrol, M. Z. (2006). Introdução a Epidemiologia (4th ed., p. 282). Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Hoffbrand, A. V., Pettit, J. E., & Moss, P. A. H. (2004). Fundamentos em Hematologia (4th ed., p. 358). Porto Alegre: ArtMed Editora. Murray, Pa. R., Rosenthal, K. S., & PFaller, M. A. (2006). Microbiologia Médica (5th ed., p. 979). Rio de Janeiro: Elsevier. REY, L. Bases da Parasitologia Médica. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. RICHMOND, J.Y.; MCKINNEY, R.W.; Biossegurança em Laboratórios Biomédicos e de Microbiologia. 4. ed. Brasília: Ministério da Saúde: Fundação Nacional de Saúde, 2000. 276 p

CONTADOR

AUDITORIA E CONTROLE INTERNO: 1. Conceitos Básicos de Auditoria: Contextualização, Auditoria interna, Auditoria Externa, Controle interno.Legislação, Normas Técnicas e Profissionais de Auditoria: Fundamentos de Auditoria contábil, Perfil do auditor contábil, Normas Brasileiras de Auditoria. 2. Planejamento de auditoria. Plano de auditoria baseado no risco. Atividades preliminares. Determinação de escopo. Programas de auditoria. Papéis de trabalho. Testes de auditoria. Importância da amostragem estatística em auditoria. Eventos ou transações subsequentes. 3 Execução da auditoria. Técnicas e procedimentos: exame documental, inspeção física, conferência de cálculos, observação, entrevista, circularização, conciliações, análise de contas contábeis, revisão analítica. 4 Evidências. Caracterização de achados de auditoria. 5 Procedimentos em processos de tomadas e prestações de contas da Administração de acordo com a Deliberação TCE nº 198/96. 6. Pareceres de Auditoria: Conceito, Estrutura, Normas do parecer dos auditores independentes, Responsabilidade, Tipos de parecer (com ressalva, sem ressalva, parecer adverso, com abstenção de opinião), Parágrafo de ênfase. 7. Controle Interno: Conceitos, Objetivos, Avaliação da Integridade da administração, Entendimento e avaliação da estrutura e sistemas de controle, Entendimento da estrutura e dos sistemas contábeis. CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO: 1. Estrutura Conceitual: Conceito. Finalidades. Atividades. Organização. Função social. Princípios Contábeis. Normas Brasileiras de Contabilidade. Interpretação da legislação básica. 2. Patrimônio Público: Conceito, Classificação e grupos. 3. Plano de Contas: Conceito, estrutura e contas do ativo, passivo, variações patrimoniais aumentativas e diminutivas, resultado e controles do Planejamento e Orçamento. 4. Demonstrações Contábeis: Conceitos, aspectos legais, forma de apresentação, elaboração e análise. Balanço Orçamentário, Balanço Financeiro, Balanço Patrimonial, Demonstração das Variações Patrimoniais, Demonstração dos Fluxos de Caixa, Demonstração do Resultado Econômico e Notas Explicativas. CONTABILIDADE GERAL E CUSTOS: 1. Princípios Contábeis e estrutura conceitual para elaboração das Demonstrações Contábeis. 2. Normas Brasileiras de Contabilidade: Técnicas, Profissionais e as suas respectivas Interpretações Técnicas. 3. A Escrituração Contábil: As contas patrimoniais, de resultado e de compensação, os registros das operações e suas retificações, aplicadas a qualquer tipo de empresa, independente da sua natureza ou porte. As variações patrimoniais. Os livros contábeis. A equação patrimonial básica. O regime de caixa e o de competência. 4. Medidas preliminares à elaboração das Demonstrações Contábeis: O balancete de Concurso Público - Nível Superior - Prefeitura de Campos dos Goytacazes 2012 verificação. As conciliações e retificações de saldos de contas. As provisões e os diferimentos. O inventário de mercadorias e de materiais. 5. Mensuração dos ativos e passivos: Custo histórico. Custo Corrente. Valor realizável. Valor presente. Valor justo. Valor recuperável de ativos. A avaliação de investimentos pelo método de equivalência patrimonial. As empresas coligadas e controladas. 6. Reconhecimento de Receitas e Despesas. 7. A elaboração das demonstrações contábeis: Balanço Patrimonial, Demonstração do Resultado do Período, Demonstração do Resultado Abrangente, Demonstração de Lucros e Prejuízos Acumulados, Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, Demonstração do Valor Adicionado, Demonstração dos Fluxos de Caixa, Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis. 8. Consolidação das Demonstrações Contábeis. 9. Combinação de Negócios. 10. a). Custos: conceito, classificação, sistemas, métodos e formas de custeio, critérios de rateio. 2. Definição, principais características, diferenciação, vantagens e desvantagens de cada método; Diferença entre custos e despesas. 3. Princípios contábeis aplicados à Contabilidade de Custos; Contabilização dos Custos; Custos indiretos: custos fixos e variáveis. 4. Ponto de equilíbrio contábil, econômico e financeiro. 5. Custos no Setor Público: objetivo e finalidade b) Custos para Decisão: Comportamento dos custos e volume de produção. Margem de contribuição. Margem de contribuição e fator de limitação. Margem de contribuição e custos fixos identificados. Ponto de Equilíbrio contábil, econômico e financeiro. Margem de segurança. Alavancagem Operacional. ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA, ORÇAMENTÁRIA E RESPONSABILIDADE FISCAL: 1. Orçamento Público: conceitos, princípios orçamentários e características do orçamento tradicional e do orçamentoprograma. 2. Instrumentos de Planejamento: Plano Plurianual - PPA, Lei de Diretrizes Orçamentárias - LDO e Lei Orçamentária Anual - LOA. 3. Classificação, execução e estágios da receita e da despesa orçamentária. 4. Estrutura programática adotada no setor público brasileiro. 5. Ciclo Orçamentário. 6. Créditos Adicionais. 8. Programação Orçamentária e Financeira. Descentralização de Créditos Orçamentários e Recursos Financeiros. Elaboração da Programação Financeira. Contingenciamento. Limite de Empenho e de Movimentação Financeira. RESPOSABILIDADE FISCAL: 1. Lei de Responsabilidade Fiscal: princípios, objetivos e efeitos no planejamento e no processo orçamentário, regra de ouro. Anexo de Metas Fiscais. Anexo de Riscos Fiscais. Resultado Nominal, Resultado Primário, Receita Corrente Líquida. Renúncia de receita. Geração da Despesa e Despesa Obrigatória de Caráter Continuado. Vedações. Instrumentos de transparência. 2. Limites Constitucionais e legais: Educação, Saúde, Pessoal, Dívida e Operações de Crédito, Garantias. 3. Transferências Voluntárias. 4. Elaboração do Relatório de Gestão Fiscal, do Relatório Resumido da Execução Orçamentária e Anexo de Metas Fiscais e de Riscos Fiscais.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1 - FIPECAFI. Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras. Manual de contabilidade societária: aplicável a todas as sociedades de acordo com as normas internacionais e do CPC. São Paulo: Atlas, 2010. / 2 - MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. 10 ed. São Paulo: Atlas, 2010. / 3 - BRASIL. Ministério da Fazenda. Manual de contabilidade aplicada ao setor público: aplicado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios: válido para o exercício de 2012: portaria conjunta STN/SOF nº1, de 20 de junho de 2011 e portaria STN nº 406, de 20 de junho de 2011. Disponível no site www.tesouro.fazenda.gov.br/legislacao/leg_contabilidade.asp. / 4 - Lei Complementar nº 101, de 04.05.2000. / 5 - Lei nº 4.320, de 17.03.1964 / 6- SILVA, Lino Martins. Contabilidade Governamental: Um Enfoque Administrativo da Nova Contabilidade Pública. 9. Ed. São Paulo: Atlas, 2011 / 7- MAUSS, Cézar Volnei e SOUZA, Marcos Antônio de. Gestão de Custos Aplicada ao Setor Público: Modelo para Mensuração e Análise da Eficiência e Eficiência Governamental . 1ª ed. Atlas 2008. / 8- Normas Brasileiras de Contabilidade.

DENTISTA

1. Anestesia locorregional oral: técnicas, anestésicos, indicações e contra indicações, acidentes, medicação de urgência; 2. Atenção à saúde bucal do idoso e da criança; 3. Biossegurança, ergonomia e controle de infecção no consultório; 4. Cariologia: etiologia, epidemiologia, progressão e controle da cárie dentária; 5. Cimento ionômero de vidro de alta viscosidade: características e técnica de manipulação; 6. Confecção de coroas provisórias em acrílico; 7. Dentística: restaurações com ionômero de vidro e resina composta, restaurações complexas com amálgama; 8. Diagnóstico, tratamento e controle dos principais problemas periodontais, técnicas de raspagem; 9. Diretrizes assistenciais da saúde bucal em Belo Horizonte; 10. Doença periodontal: etiologia, epidemiologia, diagnóstico e tratamento; 11. Epidemiologia em saúde bucal; 12. Estratégia de Saúde da Família; 13. Farmacologia aplicada à odontologia; 14. Flúor: uso racional, toxicologia; 15. Fluorose dentária: diagnóstico e tratamento; 16. Infecções bacterianas, virais e micóticas: diagnóstico e tratamento; 17. Organização de modelos assistenciais em odontologia; 18. Planejamento e organização de serviços assistenciais de odontologia; 19. Políticas de saúde bucal no Brasil; 20. Principais manifestações bucais de doenças sistêmicas: diagnóstico e tratamento; 21. Princípios básicos de oclusão; Confecção e adaptação de prótese total e parcial removível; 22. Princípios da radiologia odontológica: Indicações, técnicas e interpretação; 23. Procedimentos cirúrgicos de pequeno e médio porte: exodontia simples e complexas; 24. Processos agudos na cavidade bucal: diagnóstico e tratamento; 25. Tratamento conservador do complexo dentina/polpa; 26. Tratamento Restaurador Atraumático: conceito, abordagem, materiais restauradores adesivos com abordagem de mínima intervenção 27. Traumatismos e imobilizações dentárias.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ANDREASEN, J. O. Traumatismo Dentário: Soluções Clínicas. São Paulo: Editora Médica Panamericana, 1991. / ANUSAVICE, K. J. PHILLIPS: Materiais Dentários. 11ª edição, Editora Elsevier, 1998. / BARATIERI, L. Nº et al. Odontologia Restauradora - Fundamentos e Técnicas. 1ª edição, São Paulo: Editora Santos, 2010. / BRAMANTE, C.M. Acidentes e Complicações no Tratamento Endodôntico Soluções Clínicas - Ed. Santos -2009. BRASIL. http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_brasil_sorridente.pdf> , Acesso em: 24/02/2012. / BRASIL. http://portal.saude.gov.br/portal/saude/area.cfm?id_area=1474, Acesso em: 24/02/2012. / COHEN, S. et al - Caminhos da Polpa - ED.ELSEVIER, 9ª ED, 2007. / DIAS, A. A. - Saúde Bucal Coletiva -1ª Ed. - Ed. Santos- 2007. / ESTRELA, C; Ciência Endodôntica, ED. ARTES MÉDICAS, 2004 / FEJERSKOV, O.; KIDD, E. Cárie Dentária, A Doença e seu Tratamento Clínico. 1ª edição, São Paulo: Editora Santos, 2005. / FONSECA, A.S. ET AL, Odontologia Integrada - Atualização Multidisciplinar para o Clínico e o Especialista. Vol. 3, MEDSI, 2003 / FREITAS, A. de - Radiologia Odontológica -6ª Ed. - Ed. Artes Médicas - 2004. / GUEDES PINTO, A.C.; BONECKER, M.; RODRIGUES, C.R.M.D. Fundamentos de Odontologia - Odontopediatria. 1ª edição, São Paulo: Editora Gen e Santos, 2009. / HOLMGREN, Christopher J; FRENCKEN, JO E. Tratamento Restaurador Atraumático - para a Cárie Dentária - ART. 1ª edição, São Paulo: Editora Santos, 2001. / LINDHE J, KARRING T., LANG, Nº P. Tratado de Periodontia Clínica e Implantologia Oral. 4ª edição, Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 2005. / LOPES, H.P.; SIQUEIRA JR, J.F. - Endodontia: Biologia e Técnica - 2ª Ed. - Ed. Guanabara Koogan - 2004. / MALAMED, Stanley F. Manual de Anestesia Local. 5ª Edição, Editora Elsevier, 2005. / MONDELLI, J. . Dentística Restauradora - Tratamentos Clínicos Integrados. 1. ed. São Paulo, SP: Livraria Editora Santos - Quintessense Publishing Co., 1984. v. 1. / MONDELLI, J. ; FURUSE, A. Y. ; MONDELLI, A. L. ; HERKRATH, F. J. ; PEREIRA, M. A. ; MALASPINA, O. A. ; MONDELLI, R. F. L. Estética e Cosmética em Clínica Integrada Restauradora. 1ª. ed. São Paulo, SP: Quintessence Editora Ltda, 2003. v. 1. / NEVILLE, B. W.N. et al. Patologia Oral e Maxilofacial. 3ª ed. Editora: Elsevier, 2009 / OKESON, Jeffrey. Tratamento das Desordens Temporomandibulares e Oclusão. 6ª edição, Editora Elsevier, 2008. / PASLER, F. A; VISSER, H. Radiologia Odontológica. 1ª edição, Editora Artmed, 2006. / PEREIRA, A.C. - Odontologia em Saúde Coletiva -Ed. Artmed - 2007. / PINTO, V. G. Saúde bucal coletiva. 5ª edição, São Paulo: Editora Santos, 2008. / SHAFER, W. G, (Cols). Tratado de Patologia Bucal. 4ª Edição, Editora Guanabara Koogan, 1987. / SHILINBURG, H.T. E KESSLER, J.C. Restauração Protética em Dentes Tratados Endodonticamente, ED. QUINTESSENCIA, 1987. / SHILLINGBURG, H.T. Fundamentos dos Preparos Dentários, ED. QUINTESSENCE, 1997. / SILVESTRE, J.A.; COSTA NETO, M.M. Abordagem do idoso em programas de Saúde da Família. In: Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, 19(3); 839 - 847. Mai/Jun, 2003. Revista Saúde Digital. www.scielo.br/pdf/csp/v19n3/15887.pdf Acesso em 24/02/2012. / TURANO, J. C.; TURANO, L. M. Fundamentos de prótese total. 9ª edição, São Paulo: Editora Santos, 2010. / WANNMACHER, L. ; FERREIRA, M. B. C. Farmacologia Clínica para Dentistas - 3ª edição, Editora Guanabara Koogan, 2007.

ENFERMEIRO

1. Enfermagem Fundamental: Administração em Enfermagem; Ética em Enfermagem; Exercício Profissional, Pesquisa, História da Enfermagem; Sistematização da Assistência de Enfermagem. 2. Enfermagem em Saúde Coletiva: Atenção a saúde. Promoção à saúde. Vigilância em saúde. Vigilância epidemiológica. Saúde Ambiental. Políticas, planejamento e administração em saúde. Epidemiologia. 3. Enfermagem em Saúde da Mulher, do Neonato, da Criança e do Adolescente: Programas de Assistência Integral à Saúde da Mulher: planejamento familiar, pré-natal, parto, puerpério, aborto, agravos por violência sexual, câncer de colo uterino e mama; Assistência Perinatal; Aspectos éticos e legais do cuidar. Programas de atenção a saúde da criança em diversas fases do desenvolvimento, do Adolescente no contexto da Política Nacional de Saúde. Sistematização da Assistência de enfermagem ao neonato, à criança e ao adolescente em situações clínicas e cirúrgicas, em cenários ambulatoriais e hospitalares.. 4. Enfermagem em Saúde do Adulto e do Idoso: Sistematização da Assistência de Enfermagem ao indivíduo adulto em situações clínicas, cirúrgicas e psiquiátricas; Enfermagem nos eventos emergenciais e cuidado ao paciente crítico; Ações de Enfermagem na prevenção e controle de infecção hospitalar; assistência periopertória de enfermagem; processo de limpeza, seleção, acondicionamento, esterilização e distribuição de material estéril; fluxo do processamento do material esterilizado; manuseio de equipamentos; autoclaves; seladora térmica; lavadora automática ultrassônica. Métodos de monitorização e controle do ciclo de esterilização. 5. Ética e Legislação em Enfermagem: A Ética aplicada à Enfermagem; Código de Ética profissional em Enfermagem; Lei do Exercício Profissional em Enfermagem; O Direito e o cuidado à saúde nas diferentes fases de vida da mulher, da criança, do adolescente, adulto e idoso; direito à saúde no ambiente de trabalho. 6. Políticas Nacionais; Diretrizes; Programas Nacionais de Saúde.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Ministério da Saúde. Atenção humanizada ao recém nascido de baixo peso: Método mãe canguru. Brasília, 2009. / Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. HIV/Aids,hepatites e outras DST. Cadernos de Atenção Básica, nº 18. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. Disponível em: http://sistemas.aids.gov.br/feminizacao/index.php?q=system/files/caderno.pdf. / BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas.Atenção à saúde do recém-nascido: guia para os profissionais de saúde / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas. - Brasília : Ministério da Saúde, 2011.4 - (Série A. Normas e Manuais Técnicas). Volumes 1 a 4/ BRASIL. Ministério da Saúde. Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde (PNI/MS) Disponível em: Portal da Saúde- www.saude.gov.br- Vacinação. / BRASIL.Ministério da Saúde. 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ENFERMEIRO DO TRABALHO

Sistema Único de Saúde - SUS / Aspectos éticos e legais do exercício da Enfermagem. / Administração do Serviço de Saúde do Trabalhador. / Política Nacional de Saúde do Trabalhador. / Programas de Saúde Pública voltada a Saúde do Trabalhador. / Assistência de Enfermagem do Trabalho e Biometria. / Vigilância em Saúde do Trabalhador. / Acidente de Trabalho e Doença Ocupacional / Biossegurança. / Legislação em Saúde do Trabalhador. / Assistência Pré-Hospitalar.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Organizado por Elizabeth Costa Dias ; colaboradores Idelberto Muniz Almeida et al. - Brasília: Ministério da Saúde do Brasil, 2001. / BRASIL. Ministério da Saúde. PORTARIA No- 2.728, DE 11 DE NOVEMBRO DE 2009. Dispõe sobre a Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST) e dá outras providências, Brasília, DF,2009. / BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de Condutas - Exposição ocupacional a material biológico: hepatite e HIV. Coordenação Nacional de DST e AIDS. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. / BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de normas de vacinação. 3. ed. Brasília: Fundação Nacional de Saúde, 2001. / BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS n.º 2048, de 5 de novembro de 2002. Aprova o Regulamento Técnico dos Sistemas Estaduais de Urgência e Emergência. Brasília: Ministério da Saúde, 2002. /BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Portaria GM n.º 3.214, de 08 de junho de 1978. 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Manual de aplicação da Norma Regulamentadora nº 17. -2 ed. - Brasília : MTE, SIT, 2002. / BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Portaria GM n.º 485, de 11 de novembro de 2005. Norma Regulamentadora nº 32 - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM SERVIÇOS DE SAÚDE. Disponível em http://portal.mte.gov.br/legislacao/normas-regulamentadoras-1.htm / BRASIL. Ministério da Saúde. RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 306, DE 7 DE DEZEMBRO DE 2004. Dispõe sobre o Regulamento Técnico para o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde. Brasília : Ministério da Saúde, 2004. / BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de Rede de Frio / elaboração de Cristina Maria Vieira da Rocha et al. - 3. ed. - Brasília: Ministério da Saúde: Fundação Nacional de Saúde; 2001. 80p. / BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Manual de vigilância epidemiológica de eventos adversos pós-vacinação / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância Epidemiológica. - Brasília : Ministério da Saúde, 2008. / BRASIL. Ministério da Saúde. Caderno de Atenção Básica;16. Diabetes Mellitus. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. / BRASIL. Ministério da Saúde. Caderno de Atenção Básica;15. Hipertensão Arterial. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. / BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Programa Nacional de Controle da Tuberculose. Manual de Recomendações para o Controle da Tuberculose no Brasil. Brasília,DF, 2010. / BRASIL, Ministério da Saúde. Brasil. Portaria GM nº 104 de 25 de Janeiro de 2011- Define as terminologias adotadas em legislação nacional, conforme o disposto no Regulamento Sanitário Internacional 2005 (RSI 2005), a relação de doenças, agravos e eventos em saúde pública de notificação compulsória em todo o território nacional e estabelece fluxo, critérios, responsabilidades e atribuições aos profissionais. Brasília, DF, 2011. / KURCGANT,Paulina Coordenadora- Gerenciamento em Enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,2005. / LEI FEDERAL Nº 7.498/86. Dispõe sobre a regulamentação do exercício da enfermagem. Publicada no D.O.U. de 26 de junho de 1986. / MORAES,Márcia Vilma G.- Enfermagem do Trabalho: Programas, Procedimentos e Técnicas.1.ed.-São Paulo: Iátria.2007.

ESPECIALISTA EM RECURSOS HUMANOS

Funções administrativas: Planejamento, organização, direção, liderança, controle e avaliação de programas e projetos. Comunicação, negociação e tomada de decisão. Objetivos e funções da área de recursos humanos: abordagens funcionalista, estratégica e política de Recursos Humanos. Processos de gestão de pessoas numa perspectiva sistêmica: Recrutamento, seleção, treinamento e desenvolvimento de pessoas, sistemas de remuneração e benefícios, sistemas de avaliação de desempenho, higiene e segurança no trabalho. Gestão de competências. Diagnóstico organizacional: governança pública; pesquisa de clima e cultura organizacional, intervenções em processos de gestão de pessoas. Atuação estratégica de R.H;, indicadores de desempenho. Comportamento organizacional - análise de variáveis dependentes e independentes do comportamento organizacional. - Percepção e tomada de decisão, liderança e poder. Diferenças entre grupos e equipes. Elementos de formação de equipes eficazes.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

CHIAVENATO, Idalberto. Administração nos novos tempos. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.

CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas. 3. ed. São Paulo: Campus, 2008.

FISCHER, A. M., DUTRA, J. S. e AMORIM, W. A. C. Gestão de pessoas: desafios estratégicos das organizações contemporâneas. São Paulo: Atlas, 2009.

MORGAN, Gareth. Imagens da organização. São Paulo: Atlas, 2002. Cap. 3 - A natureza entra em cena: as organizações vistas como organismos.

PIRES A. K. et al. Gestão por competências em organizações de governo. Brasília: ENAP, 2005. Disponível em: <www.enap.gov.br>

SCHWELLA, Erwin Inovação no Governo e no Setor Público Brasília: ENAP, 2005. Disponível em: <www.enap.gov.br> RSP. Vol. 53. nº 3 - julho/set.2005.

SILVA, Francielle Molon; MELLO, Simone Portella Teixeira. A noção de competência na gestão de pessoas: reflexões acerca do setor público - Disponível em: <www.enap.gov.br> RSP. Vol. 62. nº - abril/jun..2011

ROBBINS, Stephen. Fundamentos do comportamento organizacional. 11. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005.

FARMACÊUTICO BIOQUÍMICO

Bioquímica: Automação, Controle de qualidade. Dosagens bioquímicas dos principais analitos encontrados no sangue, urina e líquidos biológicos. Metabolismo, correlações clínico-patológicas e interferências nas análises Bioquímicas. Hematologia: Automação e controle de qualidade. Hematopoiese. Hemograma, exames relacionados e sua interpretação clínica. Alterações patológicas da série eritróide e da série leucocitária. Citologia hematológica e de líquidos biológicos. Classificação das anemias. Coagulograma. Testes diagnósticos e distúrbios da hemostasia, imunohematologia. Microbiologia: Técnicas de esterilização, processamento de amostras para exames microbiológicos. Métodos de coloração e características morfotintoriais de bactérias e fungos de interesse médico, meios de cultura e sua preparação; isolamento de bactérias e fungos, teste de sensibilidade " in vitro " aos antimicrobianos, Identificação de bactérias e fungos e suas correlações clinico patológicas, automação no laboratório de microbiologia. Urinálise: Coleta, transporte e armazenamento de amostras, características gerais, pesquisa de elementos anormais e sedimentoscopia, provas funcionais, automação em urinálise. Parasitologia: Etiologia e fisiopatologia das principais parasitoses de interesse médico. Fundamentos e métodos para pesquisa, caracterização e identificação de parasitas entéricos, tissulares e sanguíneos. Imunologia : Resposta imune, imunidade celular e humoral, sistema complemento, imunologia das doenças infecciosas e imunológicas, automação no Laboratório de Imunolgia, reações antígeno-anticorpo, reações sorológicas e imunoenzimáticas. Boas Práticas de Laboratório - Preparação, utilização de reagentes e soluções em concentrações variadas, utilização de equipamentos e vidrarias, microscopia e fotometria, Controle de qualidade interno e externo, coleta, transporte e armazenamento de amostras, biossegurança. Legislação e Ética Farmacêutica - Constituição Federal Brasileira - 1988; Sistema Único de Saúde; Código de Ética da profissão Farmacêutica, Regulamentação técnica e gerenciamento do Laboratório Clínico, Gerenciamento de Resíduos.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Abbas, A. Imunologia Celular e Molecular. Editora Revinter

Vaz, Adelaide J. - Ciências Farmacêuticas - Imunoensaios - Fundamentos e Aplicações. Guanabara Koogan

Oliveira, Raimundo Antônio Gomes - Hemograma: Como Fazer e Interpretar. Livraria Medica Paulista - Lmp

Ferreira AW e Ávila SLM. Diagnóstico Laboratorial das Principais Doenças Infecciosas e Auto Imunes. Editora Guanabara Koogan.

Jawestz E; Melnick JL; Adelberg EA; Brooks GF; Butel JS e Ornston LN. Microbiologia Médica.

Nogueira DM; Strufaldi B; Hirata MH; Abdalla DSP e Hirata RDC. Métodos de Bioquímica Clínica - Técnica e Interpretação. Pancast Editora Com. E Repres. Ltda

Rey, L. Bases da Parasitologia Médica. Editora Guanabara Koogan.

Urinálise e Fluídos Corporais - Susan K. Strasinger, Marjorie S. Di Lorenzo Ed. LMP

John Bernard Henry - Diagnósticos Clínicos e Tratamento por Métodos Laboratoriais - Ed. Manole.

Tietz Fundamentos de Quimica Clinica - Ashwood, Edward R., M.D.;Bruns, David; Burtis, Carl A Ed. Elsevier.

Diagnóstico Microbiológico - Koneman - Ed. Guanabara koogan

TEIXEIRA P. & VALLE, S. Biossegurança. Uma abordagem multidisciplinar. Editora FIOCRUZ.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL - 1988 - Artigos 196 a 200.

Lei 8.080 e 8.142 de 1990

RDC 302 - ANVISA - 2005.

RDC 50 - ANVISA - 2002.

RDC 307 - ANVISA - 2002

RDC 189 - ANVISA - 2003

RDC 306 - ANVISA - 2004

NR nº 32/2005 do Ministério do Trabalho e Emprego(MTE)

ABNT - NBR 9191/2001

ABNT - NBR 7500/2002

FISIOTERAPEUTA

1. Anatomia Geral ; 2. Fisiologia Geral; 3. Biomecânica; 4. Avaliação Fisioterápica; 5. Fisiopatologia:5.1. Sistema Nervoso; 5.2. Sistema Osteomioarticular; 5.3. Sistema Cardiopulmonar; 6. Fisioterapia Aplicada às Disfunções: 6.1. Cardiovasculares; 6.2. Reumatológicas; 6.3. Geriátricas; 6.4.Neurológicas; 6.5. Pneumológicas; 6.6. Ortopédicas e Traumatológicas.; 6.7. Uroginecológicas 7.Fisioterapia Geral: 7.1.Eletroterapia; 7.2. Termoterapia; 7.3. Cinesioterapia. 8. Fisioterapia no Pré e Pós-Operatório de Cirurgias Torácicas, Abdominais, Neurológicas e Ortopédicas 9. Sistema Único de Saúde SUS - Legislação da Saúde: Constituição Federal de 1988 (Título VIII -capítulo II - Seção II); Lei n.º 8.142/90e Lei n.º 8.080/90; Norma Operacional da Assistência à Saúde - NOAS - SUS/2001 e 2002. 10. Legislação e Código de Ética de Fisioterapia.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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MÉDICO - ANESTESIOLOGISTA

Ética médica e bioética. Responsabilidade profissional do anestesiologista; Risco profissional do anestesiologista; Preparo pré-anestésico; Sistema cardiocirculatório; Sistema respiratório; Sistema nervoso; Farmacologia geral; Farmacologia dos anestésicos locais; Farmacologia dos anestésicos venosos; Farmacologia dos anestésicos inalatórios; Farmacologia do sistema respiratório; Farmacologia do sistema cardiovascular; Farmacologia do sistema nervoso; Transmissão e bloqueio neuromuscular; Anestesia venosa; Física e anestesia; Anestesia inalatória; Bloqueio subaracnóideo e peridural; Bloqueios periféricos; Recuperação pós-anestésica; Monitorização; Parada cardíaca e reanimação; Sistema urinário; Sistema digestivo; Sistema endócrino; Autacóides derivados dos lipídios; Metabolismo; Reposição volêmica e transfusão; Metodologia científica; Anestesia para cirurgia abdominal; Anestesia em urologia; Ortopedia; Anestesia e sistema endócrino; Anestesia em obstetrícia; Anestesia em urgências e no trauma; Anestesia para oftalmo e otorrino; Anestesia para cirurgia plástica e buco-maxilo-facial; Anestesia em geriatria; Anestesia para cirurgia torácica; Anestesia e sistema cardiovascular; Anestesia em pediatria; Anestesia para neurocirurgia; Anestesia ambulatorial; Anestesia para procedimentos fora do centro cirúrgico; Complicações da anestesia; Choque; Terapia intensiva; Suporte ventilatório; Dor; Hipotermia e hipotensão arterial induzida; Anestesia para transplantes.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BARASH, PG; CULLEN, BF; STOELTING, RK. Clinical Anesthesia. 6th Ed. Philadelphia, Lippincott Williams & Wilkins, 2009. / CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. RESOLUÇÃO CFM nº 1950/2010 (Publicada no D.O.U., de 07 de julho de 2010, seção I, p.132). Disponível em: www.portalmedico.org.br/resolucoes/CFM/2010/1950_2010.htm. / CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. RESOLUÇÃO CFM Nº 1.886/2008 (Publicada no D.O.U. de 21 de novembro de 2008, Seção I, p. 271). Disponível em: www.portalmedico.org.br/resolucoes/CFM/2008/18862008.htm. / CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. RESOLUÇÃO CFM N° 1. 802/2006 (Publicado n o D.O.U. de 01 novembro 2006, Seção I, pg. 102) (Retificação publicada no D.O.U. de 20 de dezembro de 2006, Seção I, pg. 160). Disponível em: www.portalmedico.org.br/resolucoes/CFM/2006/1802_2006.htm. / CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. RESOLUÇÃO CFM Nº 1.720/2004 (Publicada no D.O.U. 18.5.04, Seção I , pg. 80). Disponível em: www.portalmedico.org.br/resolucoes/CFM/2004/1720_2004.htm. / CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. RESOLUÇÃO CFM 1.670/03 (Publicada no D.O.U. 14 JUL 2003, SECAO I, pg. 78 ). Disponível em: www.portalmedico.org.br/resolucoes/CFM/2003/16702003.htm. / MILLER, RD et al. Miller's Anesthesia. 7th Ed. Philadelphia, Elsevier Churchill Livinstone. 2009.

MÉDICO - ANGIOLOGISTA

Embriologia do aparelho circulatório / Anatomia e histologia vascular / Fisiologia circulatória Microcirculação Arteriologia Fisiopatologia da circulação arterial / Semiologia arterial / Métodos de estudo laboratorial da circulação arterial / Angiografias / Arteriopatias vasomotoras / Ateroesclerose: fisiopatologia e suas manifestações periféricas e viscerais. / Fatores de risco. / Tratamento clinico. / Tratamento cirúrgico. / Aneurismas / Dissecção da aorta / Isquemia cerebral de origem extracraniana / Hipertensão renovascular / Displasia fibromuscular / Traumatismos arteriais Vasculites / Síndrome do desfiladeiro cérvicotoracoaxilar / Fístulas arteriovenosas / O diabetes como doença vascular. Cuidados com o pé do diabético. / Ulceras arteriais / Síndrome metabólica e suas implicações na doença arterial / Flebologia Fisiopatologia do retorno venoso / Semiologia venosa / Flebografias / Varizes / Trombofilia adquirida e hereditária / Trombose venosa / Embolia pulmonar / Síndrome pós­trombótica / Síndrome de congestão pélvica / Insuficiência venosa crônica / Traumatismos venosos / Angiodisplasias / Úlceras de estase: Fisiopatologia da cicatrização. Curativos oclusivos. Pomadas e cremes. Linfologia Fisiopatologia linfática / Métodos de investigação / Linfangites / Linfedemas / Linfografia / Cintilografia / Anomalias congênitas / Terapêutica. / Terapia física complexa / Tratamento clínico e cirúrgico Terapêutica vascular Antibióticos / Antiinflamatórios / Antiagregantes plaquetários / Angioplastias / Anticoagulantes Fibrinolíticos / Flebotônicos / Hipotensores / Hipolipêmicos / Hipoglicemiantes / Imunossupressores / Vasoativadores / Vasodilatadores hemorreológicos / Vasodilatadores / Prostaglandinas / Terapia física complexa / Substâncias mobolizadoras de células tronco Métodos cirúrgicos Complementação laboratorial em Angiologia Bioquímica do sangue / Estudo dos mecanismos da coagulação e fibrinólise / Métodos de diagnóstico das alterações nos mecanismos da coagulação e da fibrinólise / Provas imunológicas / Estudo das anomalias e alterações genéticas em Angiologia Complementação no diagnóstico por imagem em Angiologia Princípios físicos do Rx / Estudo e Cuidados com a radiação / Efeitos colaterais da radiação Técnicas de cateterismo / Catéteres utilizados em angiografias / Endopróteses e stents A formação da imagem utilizando o ultrassom / Técnicas de captação da imagem utilizando o ultrassom

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1 - Maffei FHA, Lastória S, Yoshida WB, Rollo HÁ, Giannini M, Moura R. DOENÇAS VASCULARES PERIFÉRICAS. 2008, 4ª edição, Guanabara Koogan ed, Rio de Janeiro, 2 vol, 2135p. / 2 - Brito CJ, Duque A, Merlo I, Murilo R, Fonseca Fº VL. Cirurgia Vascular, Cirurgia Endovascular e Angiologia - 2008, 2ª edição, Revinter ed, Rio de Janeiro, 2 vol, 1990p. / 3 - TASC II - ACESSÍVEL PARA DOWNLOAD em: www.tasc-2- Pad.org/Client/EN/index.aspx?Composant=SSRubrique&IDBase=571&Methode=ClientFDetail&Ref=Downloadfulltextguidelines

MÉDICO - AUDITOR

Procedimentos de auditoria em sistema de saúde: definições e conceitos; Objetivos; Tipos e campo de atuação da auditoria; Perfil do auditor; Auditoria analítica; Auditoria operativa; Apuração de denúncia; Normas de vigilância sanitária para estabelecimento de saúde. Financiamento no SUS: forma de repasse de Recursos Federais; Programas financiados pelo piso de atenção básica; Utilização de Recursos Federais no SUS. Orçamento como instrumento de controle. Noções de planejamento estratégico. Habilitação para gestão no SUS. Programa saúde da família. Programa saúde da mulher. Programa saúde de criança. Programa de saúde bucal. Programa de hipertensão. Programa de diabetes. Programa de controle da tuberculose. Programa de controle da hanseníase. Documentos oficiais: Constituição Brasileira na área de Saúde; Código de Defesa do Consumidor; Código de Ética Medica; Código de Ética de Enfermagem; Código de Ética de Odontologia; Código de Ética de Farmácia; Lei 866/93; Procedimentos para Pagamento de Produção Ambulatorial no SUS; Procedimentos de liberação de Atualização de Internação Hospitalar; Procedimentos de liberação de Autorização de Procedimento de Alta Complexidade. Noções sobre Políticas de Saúde no Brasil. Legislação de Saúde do Brasil (Constituição Federal, Leis Orgânicas da Saúde, Normas Operacionais). Ética e legislação profissional.. Noções Básicas de Epidemiologia: Vigilância epidemiológica, Indicadores Básicos de Saúde; Fundamentos de Epidemiologia e Doenças de Motivação Compulsória; Fundamentos de Saúde Pública.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil - Com as Emendas Constitucionais. (Dos Direitos e Garantias Fundamentais - Art. 5° a 11. D a nacionalidade - Art. 12 e 13. Da Organização do Estado - Art. 29 a 41. Da Organização dos Poderes - Art. 59 a 83. Da Ordem Social - Art. 193 a 204 - Art. 225. Do Meio Ambiente - Art. 226 a 230. Da Família, da Criança, do Adolescente e do Idoso). BRASIL. Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990 e alterações - Dispõe sobre as condições para a promoção e recuperação da saúde e dá outras providências. BRASIL. Lei nº 8.142, de 28 de dezembro de 1990 e alterações - Dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do SUS e dá outras providências. BRASIL. Ministério da Saúde www.saude.gov.br BRASIL. Ministério da Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Manual de Hipertensão arterial e Diabetes mellitus. Brasília. BRASIL. Ministério da Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia para o controle da Hanseníase. Brasília. BRASIL. Ministério da Saúde. Departamento de Atenção Básica. Manual Técnico para o Controle da Tuberculose: cadernos de atenção básica. Brasília. BRASIL. Ministério da Saúde. Departamento de Atenção Básica. Revista Brasileira de Saúde da Família. Brasília.BRASIL. Ministério da Saúde. Departamento de Atenção Básica. SIAB - Manual do Sistema de Informação de Atenção Básica. Brasília. BRASIL. Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Saúde dentro de casa: programa de saúde da família. BRASIL. Ministério da Saúde. Publicações Saúde da Criança. BRASIL. Ministério da Saúde. Publicações Saúde da Mulher. BRASIL. Ministério da Saúde. Publicações Saúde do Adolescente e do Jovem. BRASIL. Ministério da Saúde. Publicações Saúde do Idoso. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria Nacional de Assistência à Saúde. ABC do SUS - Doutrinas e Princípios.Novo Código de Ética Médica. HARRISON, F.; BRAUWALD et al. Medicina Interna. Mc Graw Hill. COSTA, C.C.V. Manual de Auditoria Médico-hospitalar. Paranaset. DENASUS. Orientações Técnicas sobre Aplicação de Glosas em Auditoria no SUS. Brasília, 2005. (disponível no site: www.saude.gov.br/publicacoes) LOVERDOS, A. Auditoria e Análise das Contas Médico-hospitalare.

MÉDICO - CIRURGIÃO GERAL

Atendimento inicial ao paciente politraumatizado, choque: conceito, fisiopatologia e tratamento, controle hidreletrolítico em cirurgia, manejo pré-operatório: estado nutricional; indicações de alimentação parenteral; cuidados com o paciente hipertenso, nefropata, cardiopata, hepatopata, diabético e idoso. Cicatrização de feridas operatórias, complicações da incisão cirúrgica. Queimados: tratamento e fisiopatologia. Esôfago: anatomia; fisiologia; anomalias congênitas; alterações da motilidade; tumores; traumatismos e hérnia de hiato. Diafragma: alterações congênitas; trauma. Estômago e duodeno: anatomia e fisiologia; anomalias congênitas; patologias inflamatórias (complicações e tratamentos); tumores; trauma. Intestino delgado: anatomia e fisiologia; anomalias congênitas; patologias inflamatórias; síndrome de má absorção; tumores; trauma. Cólon, reto e ânus: anatomia e fisiologia; anomalias congênitas; patologias inflamatórias; megacólon; patologias vasculares; doença diverticular; tumores; patologias orificiais; trauma. Fígado e vias biliares; anatomia e fisiologia; anomalias congênitas; inflamações hepáticas, parenquimatosas e ductais; tumores de vias biliares; litíase biliar; doenças inflamatórias da vesícula biliar; trauma; Pâncreas: anatomia e fisiologia; anomalias congênitas; pancreatites; tumores; trauma. Parede abdominal: hérnias: anatomia e fisiologia; congênitas e adquiridas; complicações; tratamento. Abdome agudo: classificação; conduta diagnóstica e tratamento. Tórax: anatomia e fisiologia; trauma: diagnóstico e conduta. Cabeça e pescoço: anatomia cirúrgica cervical; trauma cervical (tipos e conduta) e noções de Trauma bucomaxilofacial. Aparelho urinário: anatomia e fisiologia; anomalias congênitas; doença calculosa; obstruções; tumores; trauma. Infecção e antibióticos em cirurgia. Patologias vasculares: tromboses venosas; obstruções arteriais periféricas.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

IRANY NOVAH MORAES, Tratado de Clínica Cirúrgica, Volume II Editora Roca. MODERN HERNIA REPAIR - the embryological and anatomical basis of surgery, The Parthenon Publishing Group. VICTOR CORONHO, ANDY PETROIANU, EUCLIDES DE MATOS SANTANA, LUIZ GONZAGA PIMENTA, TRATADO DE Endocrinologia e Cirurgia Endócrina, Ed. Guanabara Koogan. RUY GARCIA MARQUES, Cirurgia - Instrumental e Fundamentos Técnicos. Ed. Cultura Médica, Rio de Janeiro, Brasil. FERNANDO LUIZ BARROSO, ORLANDO MARQUES VIEIRA, Abdome Agudo Não Traumático - Novas Propostas - Colégio Brasileiro de Cirurgiões, Núcleo Central, Robe Editorial. FREDERICO FILGUEIRAS POHL, ANDY PETROIANU, Tubos, Sondas e Drenos, Editora Guanabara Koogan. SCHWARTZ`S Principles of Surgery, Mc Graw Hill Medical, Ninth Edition.

MÉDICO - CLÍNICO GERAL

Promoção da saúde: atenção primária, atenção secundária e atenção terciária. Esquemas de vacinação no adulto. Exames complementares na prática clínica. Terapêutica em medicina interna, drogas e seus efeitos colaterais. Doenças infecciosas: doenças exantemáticas, estafilococcias, estreptococcias, dengue, DST, tuberculose, candidíase, herpes-zóster, Aids, leptospirose, tétano, raiva, hanseníase, parasitoses intestinais, leishmaniose, cólera. Doenças esofágicas, gástricas, intestinais, coloproctológicas, hepáticas, vesiculares, pancreáticas e do peritônio. Doenças do trato respiratório superior, DPOC, asma brônquica, pneumoconioses, pneumotórax, doenças da pleura, apneia do sono. Hipertensão arterial, coronariopatia isquêmica, arritmias, miocardiopatias, febre reumática, endocardites, insuficiência cardíaca, valvopatias orgânicas, tamponamento cardíaco. Distúrbios hidreletrolíticos e ácido-básicos. Doenças renais agudas e crônicas, litíase, doenças da bexiga e da próstata. Doenças do aparelho genital feminino. Doenças neoplásicas e paraneoplasias. Obesidade, desnutrição, diabete melito, tireopatias, gota, hipovitaminoses, dislipidemias. Distúrbios da crase sanguínea, anemias, leucemias e linfomas. Artrite, osteoartrose, osteoporose, DORT, espondilite anquilosante, síndrome do túnel do carpo, fibromialgia, fadiga crônica. Meningites, encefalites, TCE, vasculopatias encefálicas, doenças degenerativas, doenças desmielinizantes, síndromes demenciais, doenças dos pares cranianos. Afecções neuropsiquiátricas, alcoolismo, tabagismo, uso de drogas ilícitas. Medicina geriátrica. Doenças oculares comuns, vícios de refração. Doenças otorrinolaringológicas comuns: surdez, otites, rinites e sinusites. Doenças dermatológicas comuns, lesões elementares da pele. Doenças congênitas. Emergências médicas: noções gerais, abdômen agudo, traumatismos, fraturas, queimaduras, intoxicações exógenas.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

FAUCI, A. S.; BRAUNWALD, E.; KASPER, D. L.; HAUSER, S. L.; LONGO, D. L.; JAMESON, J. L. & LOSCALZO, J. (eds.). - HARRISON'S Principles of Internal Medicine. 17th ed, McGraw-Hill Medical Publishing Division, 2008. GOLDMAN, L. & AUSIELLO, D.A. (eds.). - CECIL Medicine. 23th ed, Saunders Elsevier, 2008.

MÉDICO - GINECOLOGISTA/ OBSTETRA

Ginecologia

Anatomia. Embriologia do sistema urogenital e mamário. Semiologia. Propedêutica em ginecologia. Fisiologia. Bioesteroidogênese e farmacologia dos hormônios. Puberdade normal e anormal. Síndrome pré-menstrual. Vulvovaginites.Sangramento uterino anormal.Endometriose. Dor pélvica. Doença inflamatória pélvica.Calendário vacinal da mulher. Climatério. Amenorréias. Hiperandrogenismo. Hiperprolactinemias. Estados interssexuais. Infertilidade. Anticoncepção. Doenças sexualmente transmissíveis. Patologia benigna de mama. Patologia benigna de vulva. Patologia benigna de vagina. Patologia benigna de colo uterino. Patologia benigna de corpo uterino. Patologia benigna de ovário. Patologia maligna de mama. Patologia maligna de vulva e vagina. Patologia maligna de colo uterino. Patologia maligna de corpo uterino. Patologia maligna de ovário. Distopias genitais. Emergências ginecológicas. Ginecologia operatória. Aspectos ético e médico - legais em ginecologia.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Berek,Jonathan S. Berek & Novak's Gynecology. 14º edição, Lippincott Williams & Wilkins, 2007. / Schorge,John O. ; Schaffer,Joseph I. ; Halvorson,Lisa M. ; Hoffman,Barbara L. ; Bradshaw,Karen D. ; Cunningham,F.Gary . Williams Gynecology. edição, McGraw-Hill , 2008. / Ministério da Saúde. Prevenção e tratamento dos agravos resultantes da violência sexual contra mulheres e adolescentes, Norma Técnica. 2º edição , 2005.

Obstetrícia

Embriogênese e desenvolvimento fetal. Anexos do embrião e feto. Trocas materno ovulares. Endocrinologia do ciclo gestativo. Estudo da bacia. Estática fetal. Contratilidade uterina. Mecanismo de parto. Alterações do organismo materno na gravidez. Propedêutica na gravidez: Diagnóstico de gravidez, anamnese, exame físico, exames complementares. Assistência pré-natal.Infecções congênitas. Parto, puerpério e lactação normais (estudo clínico e assistência). Analgesia e anestesia. Doenças intercorrentes do ciclo grávido puerperal. Doença hipertensiva (específica e não específica) da gestação. Abortamento. Prenhez ectópica. Neoplasia trofoblástica gestacional. Implantações heterotrópicas da placenta. DPP. Distúbios da hemocoagulação, embolia amniótica e choque. Polidramnia, oligodramnia e amniorrexe prematura. Prematuridade. Gemelidade. Hidropsia fetal imune e não imune. Gravidez prolongada. Patologia das membranas, placenta e cordão umbilical. Anomalias congênitas. Gravidez de alto risco. Medicina fetal. Patologias do parto, puerpério e lactação. Tocurgia. Indicações de cirúrgias no ciclo gestativo. Mortalidade materna e perinatal. Aspectos médico-legais e éticos em obstetrícia.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Cunningham, F.Gary ; Leveno,Kenneth J. ; Bloom,Steven L. Williams Obstetrics. 23ºedição, McGraw- Hill, 2010. / Gabbe, Steven J. ; Niebyl, Jannifer R. ; Simpson, Joe Leigh. Obstetrics:Normal &Problem Pregnancies. 5ºedição, Churchill Livingstone, 2007. / Rezende, Jorge ; Montenegro, Carlos Antônio B. ; Filho, J Rezende. Obstetrícia. 11ºedição, Guanabara Koogan, 2010. / Ministério da Saúde. Recomendações para profilaxia da transmissão vertical do HIV e terapia antirretroviral em gestantes. 5ºedição, 2010.

MÉDICO - INFECTOLOGISTA

1. Acidentes por animais peçonhentos: 1.1. Aranhas. 1.2. Artrópodes. 1.3. Escorpiões. 1.4. Peixes. 1.5. Serpentes. 2. Aids (Síndrome de Imunodeficiência Adquirida): 2.1. Doenças oportunistas: diagnóstico, prevenção e tratamento. 2.2. Terapia anti-retroviral. 2.3. Prevenção da infecção pelo HIV. 3. Antimicrobianos: 3.1. Emprego clínico de antimicrobianos, indicações e efeitos colaterais. 3.2. Uso racional de antimicrobianos. 4.Doenças causadas por citomegalovírus: 5. Cólera e diarréias infecciosas. 6. Dengue e Febre Amarela.7. Doença de Chagas. 8. Doenças exantemáticas: 8.1. Infecções por parvovírus. 8.2. Sarampo. 8.3. Rubéola. 8.4. Varicela e herpes zoster.8.5. Coxsackiose. 9. Doenças sexualmente transmissíveis. 10. Endocardites infecciosas. 11. Esquistossomose mansônica e Parasitoses Intestinais. 12. Estafilococcias,Estreptococcias e infecções pelos enterococos. 13. Tuberculose. 14. HTLV. 15.Hepatites Virais. 16.Imunizações. 17. Infecções por Herpes Simplex. 18.Infecções hospitalares: 18.1 Prevenção. 18.2 Controle. 18.3.Vigilância Microbiológica. 18.4 Legislação. 19. Infecções por bacilos Gram-negativos. 20. Infecções por bactérias anaeróbias.21. Influenza e outras doenças respiratórias por vírus. 22.Leishmanioses. 23. Leptospiroses. 24. Malária. 25.Meningites. 26. Micoses sistêmicas. 27.Mononucleose infecciosa e síndrome mononucleose-símile. 28. Infecções em Transplantes. 29. Raiva. 30.Riquetsioses. 31. Salmoneloses. 32. Tetano. 33 Toxoplasmose.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Mandell, G.L .;Douglas and Bennett,J.E.: Principles and Practice of Infectious Diseases. 2009. Brasil, Ministério da Saúde. Manual de Recomendações para o Controle da Tuberculose no Brasil, 2010. Editora MS, Brasília, 2010. disponívelemhttp://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/manual_de_recomendacoes_controle _tb_novo.pdf Veronesi, R. & Focaccia, R.: Tratado de Infectologia. Editora Atheneu, Rio de Janeiro, 2010. Brasil, Ministério da Saúde. RecomendaçõesparaTerapia Antirretroviral em Adultos e Adolescentes Infectados pelo HIV:2007/2008.Editora MS, Brasília, 2008. Disponível em www.aids.gov.br. Brasil, Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Manual de Diagnóstico e Tratamento de Acidentes por Animais Peçonhentos. Brasília, 2001. Brasil, Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Manual dos Centros de Referência paraImunobiológicos Especiais 2006. Brasília, 2006. Brasil, Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Manual de Normas de Vacinação. Brasília, 2001. Tavares, W.;Marinho, L.A.C.: Rotinas de Diagnóstico e Tratamento das Doenças Infecciosas e Parasitárias. Editora Atheneu, 2007. Brasil, Ministerio da Saude. Normas Tecnicas de Profilaxia da Raiva Humana. Brasilia, 2011.

MÉDICO - INTENSIVISTA

Equilíbrio hidroeletrolítico / Equilíbrio ácido-base / Pneumonia comunitária grave / Insuficiência respiratória aguda / Síndrome de angústia respiratória aguda / Ventilação mecânica / Sedação, analgesia e relaxamento muscular / Sepse/ Antibioticoterapia / Monitorização hemodinâmica / Emergências hipertensivas / Choque circulatório / Síndromes coronarianas agudas / Arritmias cardíacas / Parada cardiorrespiratória / Traumatismo cranioencefálico / Hipertensão intracraniana / Acidentes vasculares encefálicos / Epilepsia / Miastenia gravis / Síndrome de Guillain-Barré / Insuficiência renal aguda / Métodos dialíticos / Insuficiência hepática aguda / Hemorragia digestiva / Dengue / Meningite / Tétano / Leptospirose / Tuberculose / Nutrição enteral e parenteral.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Irwin and Rippe's Intensive Care Medicine, 6th ed., Lippincott Williams & Wilkins, Philadelphia, 2008. Condutas no paciente grave, Elias Knobel, 3ª ed., Atheneu, São Paulo, 2006. Medicina Intensiva­AMIB, Cid Marcos David, Revinter, Rio de Janeiro, 2004. Harrison's Principles of Internal Medicine, 18th ed., MacGraw Hill, 2011.

MÉDICO - ORTOPEDISTA/TRAUMATOLOGISTA

Anatomia do aparelho locomotor; Vias de acesso;Princípios de Osteossíntese; Lesões fisárias;Deformidades congênitas;Displasia do desenvolvimento do quadril(Luxação congênita do quadril); Doença de Legg-Perthes; Luxações ; Os teocondroses ;Síndrome compar t imental ; Fraturas na c r iança e no adulto;Osteoartrose;Escorbuto; Sífilis congênita;Raquitismo; Doenças Reumáticas;Doença de Dupuytren; Tenossinovitede DeQuervain;Condropatia fisária proximal do fêmur (epifisiólise); Lesões dos tendões flexores e extensores no membro superior e inferior; Lesões ligamentares;Coalizão tarsal (barras de fusão); Enxertos ósseos; Síndromes compressivas neurológicas; Lesões dos nervos periféricos; Enxertos de nervo; Paralisia Cerebral; Fraturas expostas; Amputações; Incidências radiográficas no aparelho locomotor;Síndrome do túnel do carpo; Síndrome do túnel do tarso; Espondilolistese;Hérnia de disco cervical e lombar;Osteomielite; Artrite Séptica;Artrodeses; Escolioses;Pseudo-artroses;Osteoporose; Artroplastias;Tumores ósseos e lesões pseudotumorais;Remodelação óssea; Lesões meniscais; Doenças metabólicas e endócrinas. Artroscopias; Escolioses; Lesões Traumáticas da Cintura Escapular;Paralisia Obstétrica; Sinovite Transitória do Quadril; Fraturas e artroses carpais; Métodos Diagnóstico por Imagem; Lesões Traumáticas do Joelho em Crianças e Adolescentes. Infecçôes (agudas e crônicas). Tumores de partes moles. Tendinites e tenossinovites. Paralisia Obstétrica. Hanseníase.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Sobotta - Atlas de Anatomia Humana, vols. I e II - Editora Guanabara Koogan, 2006. / Pediatric Orthopaedic - Tachdjian, 2a.edição,1990.W.B Saunders, vols. I,II,III e IV. / Cirurgia Ortopédica de Campbell - A.H Cresnshaw, 8a.edição, Mosby Year Book,Inc, 1996 e edição em portugues, 1990. / Ortopedia e Traumatologia: Princípios e Prática, 4a.ed., Sizínio Hebert, Ed.Artmed, 2009. / Princípios AO do Tratamento de Fraturas. T.P Ruedi; W.M.Murphy.Edit.Artmed, 2002. Traumatismos da Mão - Pardini, 4a.ed. Editora Medbook, 2008. Cirurgia da Mão - Lesões não traumáticas - Pardini, 2a.ed. Editora Medbook, 2008.

MÉDICO - PEDIATRA

Ações básicas de Saúde: Aleitamento materno. Imunização ativa e passiva. Terapia de reidratação oral. Crescimento e desenvolvimento. Infecções respiratórias agudas. Maus tratos. Acidentes na infância. Obesidade. Adolescência: Crescimento físico e desenvolvimento normal e variações. Imunizações. DST e vulvovaginites. Abuso de drogas. Alergia e imunoalérgicas: Urticárias. Farmacodermias. Imunodeficiências, rinite e asma. Cardiologia: Cardiopatias congênitas. Insuficiência cardíaca. Miocardite. Endocardite. Arritmias. Febre reumática. Endocardite. Hiperlipidemias. Dermatologia: Eczemas. Genodermatoses. Infecções bacterianas, fúngicas e viróticas. Zoodermatoses. Estrófulo. Disidrose. Larva migrans. Emergência: Intoxicações agudas. Queimaduras. Choque. Iatrogenia. Trauma Pediátrico. Endocrinologia: Hipotireoidismo e hipertireodismo. Hiperplasia adrenal congênita. Nanismo. Diabete. Puberdade precoce. Genética: Síndrome de Down. Trissomias. Erros inatos do metabolismo. Gastroenterologia e Hepatologia: : Diarréia aguda e crônica. Má formações congênitas. Abdômen agudo. Obstrução intestinal. Refluxo gastro-esofágico. Hepatites. Abscesso hepático. Colestase. Constipação intestinal. Síndrome de malabsorção. Doença celíaca.Gastrite. Hematologia e Oncologia: Anemias carenciais e hemolíticas. Púrpuras. Leucemias. Linfomas. Hemofilias. Hemoglobinopatias. Tumor de Wilms. Neuroblastoma. Histiocitose. Síndrome Hemolítico Urêmica. Infectologia e parasitologia: Sarampo. Rubéola. Exantema súbito e eritema infeccioso. Escarlatina. Caxumba. Coqueluche. Difteria. Tétano. Meningites. Sífilis. Mononucleose Estafilococcias e estreptococcias. Sepse. Osteomielite. Artrite séptica. Toxoplasmose. Herpes simples. Coxsakioses. Varicela-Zoster. Citomegalia. SIDA. Leptospirose. Doença da arranhadura do gato. Raiva. Parasitoses intestinais. Síndrome da Imunodefiência Adquirida. Nefrologia e Urologia: Glomerulonefrites. Síndrome nefrótica. Pielonefrite. Infecção urinária (ITU). Hematúria. Insuficiência renal aguda. Malformações genito-urinárias. Uretrite. Fimose. Balanopostite. Neonatologia: Assistência ao recém nascido na sala de parto. Recém nascido a termo, prematuro e pós-maturo (PIG, AIG, GIG). Asfixia perinatal. Infecções congênitas e adquiridas. Sepse neonatal. Distúrbios metabólicos, hematológicos e respiratórios. Patologias cirúrgicas. Infecção do estreptococcos do grupo B. Profilaxia da transmissão vertical do HIV. Neurologia: Convulsões. Epilepsias. Hiperatividade. Meningoencefalites. Tumor cerebral. Enxaqueca. Acidente vascular cerebral. Traumatismo crânio encefálico. Coma. Nutrição infantil: Alimentação do lactente sadio. Desnutrição. Metabolismo hidroeletrolítico. Desidratação. Superidratação. Distúrbios do equilíbrio ácido- base Disvitaminoses.Nutrição Parenteral. Ortopedia: Luxação congênita do quadril. Escoliose e Cifose. Osteocondroses.Doença de Legg-Calvé-Perthes. Sindrome de Osgood-Schlatter,Fraturas. Tumores. Pneumologia: Infecção respiratória aguda: amigdalite, sinusite, otite, mastoidite faringite, epiglotite , laringites, bronquite, bronquiolite. Traqueobronquites. Pneumonias. Abscesso pulmonar. Derrame pleural, pneumotórax, empiema. Fibrose cística. Tuberculose. Reumatologia: Artrite reumatóide juvenil. Febre reumática. Colagenoses. Vasculites. Doença de Kawasaki.Diagnóstico diferencial dor em membros Terapia Intensiva: Admissão e alta em UTI. Transporte do paciente grave. Sistemas: cardiovascular, respiratório, neurológico, renal, endócrino e metabólico, gastrointestinal e oncohematológico. Patologias cirúrgicas. Emergências alérgicas. Antibioticoterapia. Sedação e analgesia. Oxigenioterapia. Ventilação Respiratória.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICAS

Kliegman; Behrman; Jenson; Stanton ,Nelson Tratado de Pediatria, 18ª edição, Volumes 1 e 2, Ed. Elsevier, 2009. / Lopez, Fábio Ancona; Júnior, Dioclécio Campos, Tratado de Pediatria Sociedade Brasileira de Pediatria , 2ª edição, Volumes 1 e 2, Ed. Manole, 2009. / Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde; Departamento de Vigilância Epidemiológica, Dengue diagnóstico e manejo clinico : criança, 1ª edição, Ministério da Saúde, 2011. / Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde, Programa Nacional de DST/AIDS, Diretrizes para controle da sífilis congênita: manual de bolso, 2ª edição, Ministério da Saúde, 2006. / Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde, Programa Nacional de DST/AIDS, Guia de Tratamento Clínico da Infecção pelo HIV em Pediatria, 3ª edição, Ministério da Saúde, 2006. / Ministério da Saúde. Recomendações para profilaxia da transmissão vertical do HIV e terapia antirretroviral em gestantes. 5ºedição, Ministério da Saúde, 2010

MÉDICO DO TRABALHO

Normas regulamentadoras federais relativas a segurança e medicina do trabalho; Condições sanitárias e de conforto nos locais de trabalho; Atividades e operações periculosas; Atividades e operações insalubres; Comissões internas de prevenção de acidentes; Serviços especializados em engenharia de segurança e em medicina do trabalho; Equipamentos de Proteção Individual e coletivo; Acidentes do trabalho; Doenças profissionais; Programa de prevenção de riscos ambientais - PPRA; Segurança e Medicina do trabalho em situações especiais; atividades com inflamáveis, com explosivos, sujeitas a ação de radiações e agentes biológicos; Dermatoses ocupacionais; Distúrbios osteo-musculares relacionados ao trabalho; Doenças músculoesqueléticas relacionadas ao trabalho. Hematopatias e imunopatologias ocupacionais; Neuropatias ocupacionais; Nefropatias ocupacionais; Cardiopatias e vasculopatias ocupacionais; Patologias do aparelho digestivo relacionadas ao trabalho; Patologias auditivas induzidas pelo ruído; Oncologia ocupacional; Toxicologia:intoxicações exógenas e sua relação com o trabalho; Detecção dos agravos a saúde relacionadas com o trabalho; Psicopatologias relacionadas ao trabalho. Sistema Único de Saúde- SUS: - Constituição da República Federativa do Brasil, Capítulo II, seção II- da saúde, artigos 196 a 200; Lei n° 8.080/1990 ; Lei n° 8142/1990. Aspectos epidemiológicos e preventivos.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

BRASIL, Lei n° 8.080/1990. / BRASIL, Lei n° 8.142/1 990. / Brasil, Ministério da Saúde, protocolos de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador in http://bvsms.saude.gov.br/bvs/trabalhador/index.php. / Constituição da República Federativa do Brasil, Capítulo II, seção II- da saúde, artigos 196 a 200. / MENDES, R. Patologia do Trabalho - Rio de Janeiro: Atheneu, 2003 - 2ª Edição- dois volumes. / Segurança e Medicina do Trabalho - São Paulo: Atlas, 2011 - 67ª edição.

MÉDICO - RADIOLOGISTA

Radiologia convencional, ultrassonografia, tomografia computadorizada e ressonância magnéticada da cabeça e pescoço (incluindo temas de neurorradiologia), torax, abdome, aparelho digestivo,aparelho urinário, sistema músculo-esquelético-articular , coluna vertebral e mama, no indivíduo normal e no enfermo. Técnica radiológica e anatomia radiológica.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

1-Neurorradiologia:diagnóstico por imagem das alterações encefálicas/Leite,C.C. et al. ,G Koogan 2008 2-Cabeça e Pescoço/Gebrin,E M S et al/G Koogan ,2010 3-Computed tomography and magnetic ressonance of the thorax/Naiddlich,D P et al, 4th edition,Williams and Wilkins,2007 4- Tomografia computadorizada do corpo em correlação com ressonância magnética/Lee J K T /G Koogan, 2008 5- Tratado de Ultrassonografia Diagnóstica/Rumack, C M et al./3 edição;Elsevier,2006 6-Diagnostic Imaging:Emergency/Jeffrey,R B et al/ Amyrsis,1ª edição, 2007 7-Torax:Série do Col Bras de Radiologia /Silva ,C et al,Elsevier, 2010 8-Abdomen:Serie do Col Bras de Radiologia/d'Ippolito,G et al, Elsevier,2011 9-Radiologia e Diagnóstico por Imagem da Cabeça e Pescoço/Cerri,G/G Koogan, 2010 10-Fundamentos de Radiologia e Diagnóstico por Imagem/Brant,W E et al,G Koogan, 3ª edição,2008

NUTRICIONISTA

1. Administração em Serviços de Alimentação e Nutrição. 1.1.Fundamentos de Administração; Estrutura organizacional e funcional das U.A.N 1.2. Planejamento, organização, coordenação e controle de unidades de alimentação e nutrição. 1.3. Gestão de recursos humanos, físicos e materiais. 1.4. Planejamento e administração de custos. 1.5 . Técnica dietética: conceitos, classificação, características dos alimentos. Pré-preparo e preparo dos alimentos. 1.6. Controle de qualidade e segurança sanitária em Sistemas de Alimentação Coletiva: Controle do fluxo do preparo e distribuição das refeições, Doenças transmitidas por alimentos (DTAs); Deterioração dos alimentos; Métodos de conservação dos alimentos; Boas Práticas, PPHO e Sistema APPCC; 1.7. Aspectos físicos, funcionais e de controle de qualidade do Lactário, banco de leite e área de preparo de Nutrição enteral. 1.8. Segurança do trabalho. 2. Nutrição Clínica. 2.1. Carboidratos, proteínas, lipídios, fibras, vitaminas, minerais, água e álcool. 2.2. Cálculo das necessidades energéticas e de nutrientes. 2.3. Avaliação nutricional (objetiva e subjetiva) e prescrição dietética. 2.4. Fisiopatologia e Conduta Nutricional: obesidade, desnutrição, diabetes mellitus, doenças do aparelho digestivo, cardiovasculares, pulmonares, renais, nutrição em neoplasia, nutrição em SIDA, nutrição em cirurgia, nutrição nas doenças reumáticas, osteoporose, nutrição em doenças hematológicas, nutrição em transplantes, nutrição no trauma e na sepse. 2.5. Terapia nutricional enteral e parenteral (indicações, vias de acesso, tipos de dietas, monitorização, complicações e particularidades nas diferentes condições clínicas). 2.6. Interação droga-nutriente. 2.7. Alimentos funcionais e suplementos nutricionais. 2.8. Interpretação e solicitação de exames laboratoriais. 3. Nutrição Materno-Infanto­Juvenil. 3.1. Bases fisiológicas das necessidades nutricionais na gestação e lactação, necessidades nutricionais da adolescente grávida, aleitamento materno, alimentação complementar, terapêuticas nutricionais no diabetes gestacional e síndromes hipertensivas da gravidez, avaliação e orientação nutricional na assistência pré-natal. 3.2. bases fisiológicas das necessidades nutricionais para recém-nascido (a termo, pré-termo, baixo peso), lactentes, pré-escolares, escolares e adolescentes e avaliação nutricional. 3.3. Terapêutica Nutricional nas diarréias agudas e crônicas, desnutrição energético-protéica, doenças carenciais, nefropatias, cardiopatias, doenças hematológicas, doenças hepáticas e diabetes tipo 1 e 2, distúrbios gastrointestinais e doenças infectoparasitárias.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

MAHAN. L.K, ESCOTT-STUMP, S. Krause - Alimentos, nutrição e dietoterapia. 11ª. ed. São Paulo: Roca, 2005.

MEZOMO, I. B. Os serviços de alimentação: planejamento e administração. 5ª Ed. São Paulo: Editora Manole, 2002.

ORNELAS, L. H. Técnica Dietética, Seleção e Preparo de Alimentos. Atualizado por Shizuko Kashima e Marta Regina Verruma Bernardi. 8 ed. São Paulo: Atheneu, 2007.

RESOLUÇÃO CFN N° 304/2003 - DISPÕE SOBRE CRITÉRIOS PARA PRESCRIÇÃO DIETÉTICA NA ÁREA DE NUTRIÇÃO CLÍNICA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

RESOLUÇÃO CFN N° 306/2003 - DISPÕE SOBRE SOLICITAÇÃO DE EXAMES LABORATORIAIS NA ÁREA DE NUTRIÇÃO CLÍNICA, REVOGA A RESOLUÇÃO CFN Nº 236, DE 2000 E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

RESOLUÇÃO CFN N° 334/2004 - Dispõe sobre o Código d e Ética do Nutricionista e dá outras providências.

RESOLUÇÃO CFN N° 380/2005 - DISPÕE SOBRE A DEFINIÇÃO DAS ÁREAS DE ATUAÇÃO DO NUTRICIONISTA E SUAS ATRIBUIÇÕES, ESTABELECE PARÂMETROS NUMÉRICOS DE REFERÊNCIA, POR ÁREA DE ATUAÇÃO, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS anexo II - atribuições de nutricionista por área de atuação.

SILVA JUNIOR, E.A. Manual de controle higiênico-sanitário em alimentos. 6ª Ed. São Paulo: Editora Varela, 2010.

Teixeira, S.M.F.G.; Oliveira, Z.M.C.; Rego, J.C.; Biscontini, T.M.B. Administração aplicada às unidades de alimentação e nutrição. Rio de Janeiro: Administração aplicada as unidades de alimentação e nutrição. 3 reimp. São Paulo: Atheneu, 2004.

VASCONCELOS, M. J. O. B.; Barbosa, J M; PINTO, I. C. S.; LIMA, T. M. ; ARAÚJO, A F C. Nutrição Clínica Obstetrícia e Pediatria. 1ª ed. Rio de Janeiro: Medbook, 2011.

PSICÓLOGO

Psicopatologia e imagem inconsciente do corpo. / Psicodiagnóstico e técnicas de entrevista. / Elaboração de documentos. / Os bebês e suas mães. / Família e desenvolvimento do indivíduo. / Espaços comuns e partilhados: grupos e instituições. / Psicanálise: teoria e técnica.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Bleger, J. Temas de Psicologia (Entrevista y grupos). Buenos Aires: Nueva Visión, 1976.

Cunha, J. A. e col. Psicodiagnóstico-R. Porto Alegre: Artes Médicas, 1993 - 1ª parte.

Dolto, F. A imagem inconsciente do corpo. São Paulo: Perspectiva, 2001.

Ferro, A. A técnica na psicanálise infantil. Rio de Janeiro: Imago, 1995.

Graña, R. Transtornos da identidade de gênero na infância. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2009.

Golse, B. Sobre a psicoterapia pais-bebê: narratividade, filiação e transmissão. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2003.

Gomes, I. C. (coord.) Família: diagnóstico e abordagens terapêuticas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.

Manfredi, S. T. As certezas perdidas da psicanálise clínica. Rio de Janeiro: Imago, 1998.

Ogden, T. H. Esta arte da psicanálise: sonhando sonhos não sonhados e gritos interrompidos. Porto Alegre: Artmed, 2010.

Portella Nunes, E.; Bueno, J. R. & Nardi, A. E. Psiquiatria e saúde mental: conceitos clínicos e terapêuticos fundamentais. São Paulo: Atheneu, 1996.

Resolução CFP Nº. 007/2003.

Silva, M. C. P. A construção da parentalidade em mães adolescentes: um modelo de intervenção e prevenção. Curitiba: Honoris Causa, 2011.

Szejer, M. e Stewart, R. Nove meses na vida da mulher. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1997.

Traubenberg, Nº R. A prática do Rorschach São Paulo: Vetor, 1998.

Villemor-Amaral, A. E. & Werlang, B. S. G. Atualização em métodos projetivos para avaliação psicológica. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2008 - capítulos: "Técnicas projetivas gráficas e o desenho infantil", de Maria Cecília de Vilhena Moraes Silva; "O procedimento de desenhos-estórias (D-E) e seus derivados: fundamentação teórica, aplicações em clínica e pesquisa", de Leila Salomão de La Plata Cury Tardivo; e "O teste de Bender como instrumento de avaliação da personalidade", de Eda Marconi Custódio.

Winnicott, D. W. (1986) Tudo começa em casa. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1978.

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

REITOR

Ricardo Vieiralves de Castro

VICE-REITOR

Paulo Roberto Volpato Dias

CENTRO DE PRODUÇÃO DA UERJ

DIRETORA
Maria das Graças Freire e Silva

FUNDAÇÃO ELETRONUCLEAR DE ASSISTÊNCIA MÉDICA

DIRETORA SUPERINTENDENTE
Teresa Cristina Sampaio de Barros Leite

Presidente da Comissão de Concurso Público
Jorge Mattos Hadlich