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Diversas classes de medicamentos, com diferentes mecanismos de ação, são utilizadas no tratamento farmacológico da hiperglicemia no diabetes mellitus tipo 2. Assinale a alternativa incorreta.
Julgue os itens a seguir e assinale a alternativa correta: I. O diabetes tipo 1 é diagnosticado somente em crianças e adolescentes, não acometendo pessoas na idade adulta, pois nessa faixa etária é predominante o tipo 2. II. A Diabetes Latente Autoimune do Adulto (LADA), caracteriza-se como um processo autoimune do organismo, que começa a atacar as células do fígado. III. A Pré-diabetes é a única fase do diabetes que pode ser revertida, prevenindo a evolução da doença e o surgimento de suas complicações. IV. Mulher que deu à luz criança com mais de 4 kg ou tem histórico de diabetes gestacional caracteriza fator de risco para o desenvolvimento de diabetes.
A hipoglicemia é a complicação aguda mais frequente em indivíduos com Diabetes Mellitus tipo 1 (DM1) e pode ocorrer também no Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2), sobretudo em pacientes tratados com insulina. É definida como a queda da concentração de glicose para valores inferiores a:
Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes (2006), o sobrepeso e o sedentarismo são fatores principais para o aumento e o risco de desenvolver diabetes, pois esses fatores reduzem o gasto de calorias ao contrário do exercício físico que ajuda a controlar o peso, como também aumenta a sensibilidade dos tecidos à insulina, ajudando a controlar os níveis de glicose do sangue. No que se refere às atividades físicas para portadores de diabetes, assinale a alternativa correta.
Usuário de insulina, apresenta dor abdominal, odor cetônico no hálito e taxas de glicemia persistentemente elevadas (glicemia > 250 mg/dL), com presença de corpos cetônicos na urina ou no sangue. Esses sinais e sintomas indica qual complicação aguda do diabetes mellitus?
A figura apresenta uma das recomendações da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) para administração de Insulina. Trata-se da realização de rodízio nos locais de aplicação da insulina com a finalidade de:
No tratamento do Diabetes Mellitus, a Sociedade Brasileira de Diabetes (2024) recomenda como meta que a Hemoglobina Glicada permaneça em níveis
Uma senhora de 72 anos chega ao ambulatório com queixas de poliúria, polidipsia e infecções urinárias de repetição. Nega doenças crônico-degenerativas e tabagismo. Refere realizar atividades físicas leves e adotar dieta balanceada. De antecedentes familiares importantes, refere que a mãe teve hipertensão arterial sistêmica e diabetes Mellitus tipo 2 (DM2). Baseando-se no relato da paciente e exame físico, o clínico de plantão considera a hipótese diagnóstica de DM2. Considerando-se a avaliação laboratorial para confirmação diagnóstica, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente. (_) Os critérios laboratoriais para diagnóstico de DM2 incluem glicemia de jejum entre 100 a 125mg/dl, glicemia 2 horas após o teste de tolerância oral à glicose (TOTG) maior que 140mg/dl e hemoglobina glicada maior ou igual a 6,5%. (_) É recomendado como critério de diagnóstico de DM a glicemia plasmática de jejum maior ou igual a 126mg dl, ou a glicemia duas horas após sobrecarga de 75g de glicose igual ou superior a 200mg/dl, ou a HbA1c maior ou igual a 6,5%. (_) O diagnóstico de DM deve ser estabelecido por identificação da hiperglicemia. Podem ser usados a glicemia plasmática de jejum, o TOTG e a hemoglobina glicada. Para confirmação diagnóstica, é necessário que dois exames estejam alterados. Se somente um exame estiver alterado, o diagnóstico poderá ser descartado. (_) Para isto o diagnóstico de DM, podem ser usados a glicemia plasmática de jejum, o TOTG e a hemoglobina glicada. Para confirmação diagnóstica, é necessário que dois exames estejam alterados. Se somente um exame estiver alterado, este deverá ser repetido para confirmação.
“Diabetes Mellitus (DM) é uma síndrome metabólica de origem múltipla, decorrente da falta de insulina e/ou da incapacidade e/ou falta de insulina exercer adequadamente seus efeitos, caracterizando altas taxa de açúcar no sangue (hiperglicemia) de forma permanente. A insulina é produzida pelo pâncreas, sendo responsável pela manutenção do metabolismo (quebra da glicose) para permitir que tenhamos energia para manter o organismo em funcionamento.” A glicemia de jejum é um parâmetro de avaliação nutricional essencial para a definição da melhor conduta dietoterápica. Na diabetes mellitus, é necessário uma boa interpretação dos exames para que se possa ter um entendimento claro e condizente com a condição clínica do paciente. Assinale corretamente a alternativa que indique um risco para diabetes:
A falta de controle da glicemia de um paciente diabético pode acarretar sérias complicações, independentemente de ser uma Diabetes Melito (DM) tipo 1 ou tipo 2. Conforme o Caderno de Atenção Básica n º 36, nos casos em que não há um controle da glicemia, algumas das complicações microvasculares que podem ocorrer são:
O diagnóstico de diabetes mellitus, (DM), tipo 2, deve ser estabelecido pela identificação de hiperglicemia. Para isso, conforme recomendações da Sociedade Brasileira de Diabetes, (2023), podem ser utilizados os seguintes exames para estabelecer o diagnóstico:
Acerca da diabetes mellitus, assinale a alternativa INCORRETA.
Para além das complicações sistêmicas da diabetes, ao nível dos rins, dos olhos, do sistema nervoso e cardiovascular e ao nível dos vasos sanguíneos, a hiperglicemia prolongada pode também estar associada a complicações orais, tais como, exceto:
São sintomas principais de pacientes portadores de diabetes tipo 1, EXCETO:
Considerando aspectos relacionados ao Diabetes Mellitus, suas terapias e mecanismos fisiopatológicos, bem como recomendações para detecção e fatores de risco, assinale a alternativa correta:
No rastreamento da Diabetes Mellitus, a probabilidade de apresentar diabetes ou um estado intermediário de glicemia depende da presença de fatores de risco. Desta forma, estão entre estes critérios os itens a seguir, associados a um excesso de peso (IMC >25 kg/m2), EXCETO:
A hipoglicemia é a complicação aguda mais frequente em indivíduos com Diabetes Mellitus tipo 1, e pode ocorrer também no Diabetes Mellitus tipo 2, sobretudo em pacientes tratados com insulina. Ademais, de acordo com Junkes (2016) a pessoa com Diabetes Mellitus (DM) possui maior probabilidade de necessitar uma intervenção cirúrgica em algum momento de sua vida, comparado ao restante da população. Estando o nível de glicose no sangue muito baixo no período pós-operatório em pessoas com DM, quais sinais/sintomas o paciente pode apresentar?
O Diabetes Mellitus tipo 2 tem seu início insidioso e, muitas vezes, o indivíduo não apresenta sintomas; porém, as alterações fisiopatológicas podem preceder em muitos anos o diagnóstico da doença. Diante desse cenário, algumas estratégias de rastreamento têm se mostrado custo-efetivas. De acordo com as orientações da Diretriz sobre o Diagnóstico do Diabetes e Rastreamento do Diabetes tipo 2, da Sociedade Brasileira de Diabetes, é recomendado o rastreamento em adultos com
A equipe da Estratégia de Saúde da Família é multiprofissional e conta, pelo menos, com médico, enfermeiro, técnico em enfermagem e agente comunitário de saúde. Na UBS Vila Cristal, uma vez por semana, toda a equipe se desloca para realizar visita domiciliar em uma parte bastante vulnerável do território. Em uma visita, a equipe se depara com uma idosa que recebeu alta do hospital há poucos dias e que, durante a internação, descobriu ser portadora de diabetes melito. A idosa está muito debilitada, emagrecida e com lesões nos pés com cicatrização lenta. Analise as orientações passadas pela equipe aos familiares da idosa durante a visita domiciliar:
A classificação do Diabetes Mellitus (DM) permite o tratamento adequado e a definição de estratégias de rastreamento de comorbidades e complicações crônicas. A Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) recomenda a classificação baseada na etiopatogenia do diabetes, que compreende o diabetes tipo 1 (DM1), o diabetes tipo 2 (DM2), o diabetes gestacional (DMG) e outros tipos de diabetes. (Classificação do Diabetes – Diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes, 2023.) De acordo com as orientações da norma citada da SBD, sobre o diagnóstico de tal doença, assinale a afirmativa INCORRETA.
A classificação do Diabetes Mellitus (DM) permite o tratamento adequado e a definição de estratégias de rastreamento de comorbidades e complicações crônicas. A Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) recomenda a classificação baseada na etiopatogenia do diabetes, que compreende o diabetes tipo 1 (DM1), o diabetes tipo 2 (DM2), o diabetes gestacional (DMG) e outros tipos de diabetes. De acordo com as orientações da norma citada da SBD, sobre o diagnóstico de tal doença, assinale a afirmativa INCORRETA.
Com base na classificação etiológica do diabetes mellitus (DM), assinale a alternativa CORRETA que está relacionada a perda progressiva de secreção insulínicacombinada com resistência à insulina.
Com base na classificação etiológica do diabetes mellitus (DM), assinale a alternativa CORRETA que está relacionada a perda progressiva de secreção insulínica combinada com resistência à insulina.
As condições abaixo são indica ções para rastreamento de DM2 ( Diabete s Melito Tipo 2) em indivíduos assintomáticos, EXCETO:
Segundo a publicação do Ministério da Saúde - Caderno de Atenção Básica nº 36 - Estratégias para o Cuidado da Pessoa com Doença Crônica Diabete Mellitus, em relação ao diabetes mellitus, assinalar a alternativa CORRETA:
As diretrizes atuais de tratamento de diabetes mellitus tipo 2 (DM2) têm recomendado a individualização terapêutica. Sobre o tratamento do DM2, é correto afirmar que:
Sobre o diabetes mellitus, analise as afirmativas. I - A obesidade visceral aumenta a secreção, pelo tecido adiposo, de citocinas pró-inflamatórias que exacerbam a resistência à insulina. II - O acúmulo de gordura no pâncreas contribui para a disfunção da célula beta e sua destruição pela apoptose e pelo estresse oxidativo. III - A glicotoxicidade corresponde aos efeitos provocados pela hipoglicemia nos tecidos. IV - A hiperglicemia interfere na ação da insulina no músculo esquelético. Estão corretas as afirmativas
De acordo com a recente publicação do Ministério da Saúde (2013), as pessoas com fatores de risco para Diabetes mellitus (DM) deverão ser encaminhadas para consulta de rastreamento e solicitação do exame de glicemia, a ser realizada pelo enfermeiro na Unidade Básica de Saúde. Assim sendo, a consulta de enfermagem
Dois pacientes (J.B.F e C.B.C.) com glicemia de jejum alterada se apresentam com valores similares de glicemia de jejum (112 mg/dL) e hemoglobina glicada (5,8%) após se submeterem a modificação no estilo de vida (MEV) por 6 meses. A glicemia de 2 horas no TOTG foi > 140 e < 200 mg/dL em ambos os casos. J.B.F tem 68 anos de idade e IMC de 24,2 Kg/m², ao passo que C.B.C. é mais jovem (56 anos) e tem IMC maior (31,2 kg/m²). Ambos são hipertensos: J.B.F. usa amlodipino 5 mg/dia e hidroclorotiazida 12,5 mg/dia, ao passo que C.B.C. toma atenolol 50 mg/dia. Os pacientes não têm doença coronariana nem história familiar de diabetes tipo 2. Ambos os pacientes vêm se mantendo com níveis pressóricos em torno de 140/90 mmHg. Qual a melhor conduta para esses pacientes, visando à prevenção da progressão para DM2?
O Diabetes Mellitus é um grupo de doenças metabólicas caracterizadas por níveis elevados de glicose no sangue decorrentes dos defeitos na secreção e/ou na ação da insulina. Sobre o Diabetes, NÃO é correto o que se afirma em:



























