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Prova Auxiliar de Enfermagem - Pref. Rio das Anatas/SC
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Questão 1 de 15 Q1895994 Q1 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.

O futuro incerto dos elefantes treinados para entreter
turistas na Tailândia
Com quase três metros de altura até os ombros,
pesando quatro toneladas e com presas espetaculares
que se curvam juntas até quase se tocarem, um elefante
tailandês de dezoito anos é uma visão imponente.
No entanto, ele e seu criador estão passando por
dificuldades.
O seu responsável costumava ganhar a vida com a
participação do elefante em cerimônias para ordenar
novos monges, ou vestido como um elefante de guerra
para reencenar batalhas históricas. Tudo isso parou
durante os confinamentos impostos pela pandemia de
covid-19.
Mais elefantes são usados para o turismo na Tailândia -
acima de três mil - do que em qualquer outro lugar do
mundo. Diferentemente de outros países com
populações cativas, os da Tailândia são quase todos de
propriedade privada. Sendo assim, o colapso do turismo
durante a pandemia teve um impacto devastador sobre
os elefantes e seus donos, que não ganham mais o
suficiente para cuidar deles.
Mesmo com o início da recuperação do turismo, outra
ameaça paira sobre essa indústria única. Preocupações
éticas sobre como os animais em cativeiro são mantidos
e treinados estão levando muitos visitantes estrangeiros
a boicotar os shows de elefantes, que antes eram uma
atração clássica para os turistas, levantando questões
sobre se o turismo de elefantes pode voltar ao que era
antes da covid-19.
Lek e seu elefante voltaram para o vilarejo natal na
província de Surin - uma região cujo povo é famoso por
sua habilidade em manter, treinar e, no passado,
capturar elefantes.
Então, o futuro dessas criaturas magníficas fica, em
grande parte, nas mãos dos seus donos, muitos deles
ainda em situação financeira precária.
Os criadores estão contando os dias para que os turistas
voltem aos números de antes, mas também temem que
o único negócio que muitos deles conhecem possa estar
ameaçado pela mudança de gostos.
Levar seus elefantes para Surin custou a Lek mais de
dois mil dólares. Ele diz que não pode se dar ao luxo de
voltar para lá até ter certeza de que os shows estão
atraindo grandes multidões novamente.
"Neste momento, é muito difícil para nós, porque não
temos dinheiro suficiente. Os elefantes e os humanos
estão desempregados. Ainda haverá shows? Acho que
haverá, mas não tantos, porque alguns turistas estrangeiros pensam que nós, aqueles que criam elefantes, não os amam, que os torturamos com ganchos para fazê-los se apresentar."

O futuro dessas criaturas magníficas fica, em grande parte, nas mãos dos seus donos, muitos deles ainda em situação financeira precária. Assinale a opção CORRETA quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.

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Questão 2 de 15 Q1895996 Q2 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.

O futuro incerto dos elefantes treinados para entreter
turistas na Tailândia
Com quase três metros de altura até os ombros,
pesando quatro toneladas e com presas espetaculares
que se curvam juntas até quase se tocarem, um elefante
tailandês de dezoito anos é uma visão imponente.
No entanto, ele e seu criador estão passando por
dificuldades.
O seu responsável costumava ganhar a vida com a
participação do elefante em cerimônias para ordenar
novos monges, ou vestido como um elefante de guerra
para reencenar batalhas históricas. Tudo isso parou
durante os confinamentos impostos pela pandemia de
covid-19.
Mais elefantes são usados para o turismo na Tailândia -
acima de três mil - do que em qualquer outro lugar do
mundo. Diferentemente de outros países com
populações cativas, os da Tailândia são quase todos de
propriedade privada. Sendo assim, o colapso do turismo
durante a pandemia teve um impacto devastador sobre
os elefantes e seus donos, que não ganham mais o
suficiente para cuidar deles.
Mesmo com o início da recuperação do turismo, outra
ameaça paira sobre essa indústria única. Preocupações
éticas sobre como os animais em cativeiro são mantidos
e treinados estão levando muitos visitantes estrangeiros
a boicotar os shows de elefantes, que antes eram uma
atração clássica para os turistas, levantando questões
sobre se o turismo de elefantes pode voltar ao que era
antes da covid-19.
Lek e seu elefante voltaram para o vilarejo natal na
província de Surin - uma região cujo povo é famoso por
sua habilidade em manter, treinar e, no passado,
capturar elefantes.
Então, o futuro dessas criaturas magníficas fica, em
grande parte, nas mãos dos seus donos, muitos deles
ainda em situação financeira precária.
Os criadores estão contando os dias para que os turistas
voltem aos números de antes, mas também temem que
o único negócio que muitos deles conhecem possa estar
ameaçado pela mudança de gostos.
Levar seus elefantes para Surin custou a Lek mais de
dois mil dólares. Ele diz que não pode se dar ao luxo de
voltar para lá até ter certeza de que os shows estão
atraindo grandes multidões novamente.
"Neste momento, é muito difícil para nós, porque não
temos dinheiro suficiente. Os elefantes e os humanos
estão desempregados. Ainda haverá shows? Acho que
haverá, mas não tantos, porque alguns turistas estrangeiros pensam que nós, aqueles que criam elefantes, não os amam, que os torturamos com ganchos para fazê-los se apresentar."

Lek e seu elefante voltaram para o vilarejo natal na província de Surin. Assinale a opção CORRETA.

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Questão 3 de 15 Q1895997 Q3 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.

O futuro incerto dos elefantes treinados para entreter
turistas na Tailândia
Com quase três metros de altura até os ombros,
pesando quatro toneladas e com presas espetaculares
que se curvam juntas até quase se tocarem, um elefante
tailandês de dezoito anos é uma visão imponente.
No entanto, ele e seu criador estão passando por
dificuldades.
O seu responsável costumava ganhar a vida com a
participação do elefante em cerimônias para ordenar
novos monges, ou vestido como um elefante de guerra
para reencenar batalhas históricas. Tudo isso parou
durante os confinamentos impostos pela pandemia de
covid-19.
Mais elefantes são usados para o turismo na Tailândia -
acima de três mil - do que em qualquer outro lugar do
mundo. Diferentemente de outros países com
populações cativas, os da Tailândia são quase todos de
propriedade privada. Sendo assim, o colapso do turismo
durante a pandemia teve um impacto devastador sobre
os elefantes e seus donos, que não ganham mais o
suficiente para cuidar deles.
Mesmo com o início da recuperação do turismo, outra
ameaça paira sobre essa indústria única. Preocupações
éticas sobre como os animais em cativeiro são mantidos
e treinados estão levando muitos visitantes estrangeiros
a boicotar os shows de elefantes, que antes eram uma
atração clássica para os turistas, levantando questões
sobre se o turismo de elefantes pode voltar ao que era
antes da covid-19.
Lek e seu elefante voltaram para o vilarejo natal na
província de Surin - uma região cujo povo é famoso por
sua habilidade em manter, treinar e, no passado,
capturar elefantes.
Então, o futuro dessas criaturas magníficas fica, em
grande parte, nas mãos dos seus donos, muitos deles
ainda em situação financeira precária.
Os criadores estão contando os dias para que os turistas
voltem aos números de antes, mas também temem que
o único negócio que muitos deles conhecem possa estar
ameaçado pela mudança de gostos.
Levar seus elefantes para Surin custou a Lek mais de
dois mil dólares. Ele diz que não pode se dar ao luxo de
voltar para lá até ter certeza de que os shows estão
atraindo grandes multidões novamente.
"Neste momento, é muito difícil para nós, porque não
temos dinheiro suficiente. Os elefantes e os humanos
estão desempregados. Ainda haverá shows? Acho que
haverá, mas não tantos, porque alguns turistas estrangeiros pensam que nós, aqueles que criam elefantes, não os amam, que os torturamos com ganchos para fazê-los se apresentar."

Os elefantes e os humanos estão 'desempregados'. A palavra destacada refere-se a:

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Questão 4 de 15 Q1895999 Q4 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.

O futuro incerto dos elefantes treinados para entreter
turistas na Tailândia
Com quase três metros de altura até os ombros,
pesando quatro toneladas e com presas espetaculares
que se curvam juntas até quase se tocarem, um elefante
tailandês de dezoito anos é uma visão imponente.
No entanto, ele e seu criador estão passando por
dificuldades.
O seu responsável costumava ganhar a vida com a
participação do elefante em cerimônias para ordenar
novos monges, ou vestido como um elefante de guerra
para reencenar batalhas históricas. Tudo isso parou
durante os confinamentos impostos pela pandemia de
covid-19.
Mais elefantes são usados para o turismo na Tailândia -
acima de três mil - do que em qualquer outro lugar do
mundo. Diferentemente de outros países com
populações cativas, os da Tailândia são quase todos de
propriedade privada. Sendo assim, o colapso do turismo
durante a pandemia teve um impacto devastador sobre
os elefantes e seus donos, que não ganham mais o
suficiente para cuidar deles.
Mesmo com o início da recuperação do turismo, outra
ameaça paira sobre essa indústria única. Preocupações
éticas sobre como os animais em cativeiro são mantidos
e treinados estão levando muitos visitantes estrangeiros
a boicotar os shows de elefantes, que antes eram uma
atração clássica para os turistas, levantando questões
sobre se o turismo de elefantes pode voltar ao que era
antes da covid-19.
Lek e seu elefante voltaram para o vilarejo natal na
província de Surin - uma região cujo povo é famoso por
sua habilidade em manter, treinar e, no passado,
capturar elefantes.
Então, o futuro dessas criaturas magníficas fica, em
grande parte, nas mãos dos seus donos, muitos deles
ainda em situação financeira precária.
Os criadores estão contando os dias para que os turistas
voltem aos números de antes, mas também temem que
o único negócio que muitos deles conhecem possa estar
ameaçado pela mudança de gostos.
Levar seus elefantes para Surin custou a Lek mais de
dois mil dólares. Ele diz que não pode se dar ao luxo de
voltar para lá até ter certeza de que os shows estão
atraindo grandes multidões novamente.
"Neste momento, é muito difícil para nós, porque não
temos dinheiro suficiente. Os elefantes e os humanos
estão desempregados. Ainda haverá shows? Acho que
haverá, mas não tantos, porque alguns turistas estrangeiros pensam que nós, aqueles que criam elefantes, não os amam, que os torturamos com ganchos para fazê-los se apresentar."

Sendo assim, o colapso do turismo durante a pandemia teve um impacto devastador sobre os elefantes e seus donos. Assinale a opção que contenha pelo menos um artigo.

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Questão 5 de 15 Q1896001 Q5 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.

O futuro incerto dos elefantes treinados para entreter
turistas na Tailândia
Com quase três metros de altura até os ombros,
pesando quatro toneladas e com presas espetaculares
que se curvam juntas até quase se tocarem, um elefante
tailandês de dezoito anos é uma visão imponente.
No entanto, ele e seu criador estão passando por
dificuldades.
O seu responsável costumava ganhar a vida com a
participação do elefante em cerimônias para ordenar
novos monges, ou vestido como um elefante de guerra
para reencenar batalhas históricas. Tudo isso parou
durante os confinamentos impostos pela pandemia de
covid-19.
Mais elefantes são usados para o turismo na Tailândia -
acima de três mil - do que em qualquer outro lugar do
mundo. Diferentemente de outros países com
populações cativas, os da Tailândia são quase todos de
propriedade privada. Sendo assim, o colapso do turismo
durante a pandemia teve um impacto devastador sobre
os elefantes e seus donos, que não ganham mais o
suficiente para cuidar deles.
Mesmo com o início da recuperação do turismo, outra
ameaça paira sobre essa indústria única. Preocupações
éticas sobre como os animais em cativeiro são mantidos
e treinados estão levando muitos visitantes estrangeiros
a boicotar os shows de elefantes, que antes eram uma
atração clássica para os turistas, levantando questões
sobre se o turismo de elefantes pode voltar ao que era
antes da covid-19.
Lek e seu elefante voltaram para o vilarejo natal na
província de Surin - uma região cujo povo é famoso por
sua habilidade em manter, treinar e, no passado,
capturar elefantes.
Então, o futuro dessas criaturas magníficas fica, em
grande parte, nas mãos dos seus donos, muitos deles
ainda em situação financeira precária.
Os criadores estão contando os dias para que os turistas
voltem aos números de antes, mas também temem que
o único negócio que muitos deles conhecem possa estar
ameaçado pela mudança de gostos.
Levar seus elefantes para Surin custou a Lek mais de
dois mil dólares. Ele diz que não pode se dar ao luxo de
voltar para lá até ter certeza de que os shows estão
atraindo grandes multidões novamente.
"Neste momento, é muito difícil para nós, porque não
temos dinheiro suficiente. Os elefantes e os humanos
estão desempregados. Ainda haverá shows? Acho que
haverá, mas não tantos, porque alguns turistas estrangeiros pensam que nós, aqueles que criam elefantes, não os amam, que os torturamos com ganchos para fazê-los se apresentar."

Na Tailândia, elefantes e seus donos passam por dificuldades, e a causa tem a ver com o turismo na região, uma situação delicada para aqueles que vivem deste entretenimento. De acordo com o texto, o motivo que desencadeou o problema e que levou às dificuldades financeiras foi:

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Questão 6 de 15 Q1896005 Q7 da prova

Flávia gasta 45 min para ir e 45 min para voltar do trabalho todos os dias e como trabalha de segunda a sexta, quanto tempo ela caminha nesse percurso durante a semana?

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Questão 7 de 15 Q1896006 Q8 da prova

No bairro de Liliana tem 7 ruas, duas de 300 metros, 3 de 500 metros e 4 de 600 metros. Todos os dias Liliana dá duas voltas em todas essas ruas caminhando. Qual é a distância que Liliana caminha?

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Questão 8 de 15 Q1896010 Q10 da prova

Para fazer um bolo, Joana usa 250 gramas de trigo. Se ela recebeu uma encomenda de 12 bolos, quanto de trigo ela usará?

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Questão 9 de 15 Q1896013 Q12 da prova

A Cultura Brasileira é uma das mais vastas e diversas. Frente às influências podemos destacar o vocabulário. As palavras como 'caju, acerola, guaraná', são influência da cultura:

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Questão 10 de 15 Q1896015 Q13 da prova

"A cidadania é o termo que designa o conjunto de direitos e deveres de um indivíduo". Das alternativas abaixo qual o único que NÃO representa um exemplo de cidadania:

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Questão 11 de 15 Q1896019 Q15 da prova

No ano de 2022 um programa de assistencialismos brasileiro foi extinto, e substituído por um novo programa do governo federal. O Auxílio Brasil, substituiu o:

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Questão 12 de 15 Q1896020 Q16 da prova

A administração de medicamento por via Sonda Enteral ou Gástrica, é o ato de administrar medicamentos por sonda enteral/gástrica na impossibilidade de administração por via oral (LISBOA, SILVA, MATOS, 2013). A seringa dosadora deverá ser trocada a cada _____, desde que protegida adequadamente, mantendo-a identificada (nome do paciente, data e hora). Assinale a alternativa CORRETA que preenche a lacuna acima.

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Questão 13 de 15 Q1896024 Q18 da prova

Com base na classificação etiológica do diabetes mellitus (DM), assinale a alternativa CORRETA que está relacionada a perda progressiva de secreção insulínica combinada com resistência à insulina.

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Questão 14 de 15 Q1896026 Q19 da prova

Com base nos efeitos do fumo passivo, assinale a alternativa CORRETA que corresponde a um efeito de longo prazo do fumo passivo em crianças.

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Questão 15 de 15 Q1896027 Q20 da prova

Com base nas recomendações gerais de biossegurança, é INCORRETO afirmar que:

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