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Para Sousa Júnior (Pensar a Prática, vol. 4, 2000/2001, p.22) “a relação que se estabelece entre as aulas de edu-cação física e o esporte olímpico configura a retomada de um pensamento que procura colocar as aulas de Educa-ção Física à disposição do sistema esportivo nacional”. Para contrapor esta perspectiva, o autor afirma que a Educação Física na escola deve oportunizar aos alunos a
De acordo com Kunz (1994, p. 22), o sentido do esporte de rendimento baseado nos princípios da sobrepujança e das comparações objetivas gera processos de selecio-namento, especialização e instrumentalização levando à realização de movimentos cada vez mais normatizados e padronizados. Para o autor, esse tipo de prática impede que outros horizontes de movimentos possam ser reali-zados, coibindo, inclusive, a
Ao tratar dos procedimentos metodológicos para o ensino do esporte nas aulas de educação física, Duckur (2004, p. 96) afirma ser possível introduzir junto aos alunos dis-cussões “acerca das relações esporte-sociedade na perspectiva de construir a noção de que assim como no esporte, a sociedade também vive um constante proces-so de mudanças e cada indivíduo tem o direito de partici-par do processo de movimento da sociedade.” Essa pos-tura pedagógica está relacionada à concepção
Na obra “Entre a Educação Física na escola e a Educa-ção Física da escola” Caparroz (1997) demonstra que a produção teórica da educação física escolar na década de 1980 já denunciava o caráter instrumental e o aprisio-namento da Educação Física às determinações sociais, políticas e econômicas que serviam ao ideário dominante. Para o autor, que instituições exerceram forte influência ao longo da trajetória histórica da Educação Física?
Segundo a obra “Metodologia de Ensino da Educação Física” (Coletivo de Autores, 1992, p. 61), a Educação Física é “uma disciplina que trata, pedagogicamente, na escola, do conhecimento de uma área denominada aqui de cultura corporal”. Sua conf iguração dar-se-á por temas ou formas de atividades corporais, como: jogo, esporte, ginásticas, dança, entre outras que constituirão seu con-téudo. Nessa perspectiva, o objeto de estudo da Educa-ção Física é a
Para Soares (2001, p.113), “A Ginástica, compreendida como síntese do pensamento científico, foi afirmada ao longo de todo o século XIX no Ocidente europeu como parte integrante dos novos códigos de civilidade”. Contu-do, além dos conhecimentos provenientes da anatomia, mecânica e fisiologia, há outros saberes que também serviram de base para a ginástica científica e que foram apagados de seus registros, quais sejam:
A abordagem denominada Crítico-Superadora, construída por um coletivo de professores no ano de 1992, procurou dar um passo decisivo nas mudanças da Educação Física escolar. Defendendo a idéia de ciclos de escolarização para a Educação Física na educação básica, esta abor-dagem sugere o seguinte ordenamento:
Um programa de Educação Física escolar que orienta as aulas por meio de tematizações objetiva levar o aluno a tomar contato com diferentes realidades, tanto da cultura escolar como da realidade social, no sentido de apreen-der, criar e recriar conhecimentos que tenham significa-dos para sua vida pessoal e coletiva. Nesse processo de tematização, o professor precisa
Os procedimentos didático-metodológicos da abordagem crítico-superadora (Coletivo de Autores, 1992) envolvem quatro diferentes elementos, quais sejam:
A avaliação educacional sempre foi alvo de polêmicas dentro e fora do ambiente escolar e cada vez mais se constata o quanto ela é complexa. No caso da Educação Física, Lino Castellani (1998, p. 63), procurando superar os parâmetros da aptidão física, sugere ao professor a adoção de um modelo de avaliação que se baseia em dois níveis:





















