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Ao analisar a organização da proposta curricular para o ensino de História, embasada nos Parâmetros Curriculares Nacionais, observa-se a proposta do trabalho com eixos temáticos/conceituais para a aprendizagem dessa disciplina. Em qual dos eixos temáticos/conceituais para História, são trabalhadas as identidades e diferenças?
Nos Anos Iniciais, o ensino de História deve ter preocupação com o embasamento do conhecimento, oportunizando situações didáticas com a intenção de construir competências e habilidades que serão mobilizadas na resolução de problemas complexos que ocorrem em sociedade. Sobre o ensino de História nos Anos Iniciais, é CORRETO afirmar que:
Qual das seguintes afirmações sobre o ensino de História nos anos finais do Ensino Fundamental, conforme abordado no Documento Curricular para Goiás (DC-GO) está correta?
Dentro de uma retrospectiva, observa-se que as características que compõem os conhecimentos relativos à História, no universo escolar, nem sempre se mantiveram fiéis a uma estrutura de organização semelhante ao modelo de disciplinas escolares da atualidade (FONSECA, 2011). Nesse sentido, foram destacados alguns períodos com as devidas correlações. Assinale a alternativa incorreta.
“Ensinar História implica um trabalho diário com temporalidade. Em cada aula de história, há sempre um jogar com o tempo, isto é, pode-se viajar do presente para um passado mais próximo ou para um tempo mais remoto, de um século para outro, um milênio para outro, num átimo de tempo, num segundo” (SCHMIDT, Maria Auxiliadora; CAINELLI, Marlene. Ensinar História. São Paulo: Scipione, 2009. p. 97). Como o professor pode trabalhar com os alunos a noção de tempo no ensino de história?
Leia o fragmento da música de Gabriel, O Pensador, [...] Decoreba: Esse é o método de ensino Eles me tratam como ameba e assim eu não raciocino Não aprendo as causas e consequências só decoro os fatos Desse jeito até história fica chato [...] (Ensino Errado, de Gabriel, O Pensador. Disponível em: https://www.letras.mus.br/gabriel-pensador/66375/. Data de acesso 29/01/2024) A letra da música "Ensino Errado" de Gabriel, O Pensador, aborda uma experiência na sala de aula de História. Considerando essa situação, identifique a abordagem educacional mencionada:
A avaliação determina até onde foram alcançados os propósitos, ajuda a tomar decisões no processo (dificuldade aprendizagem, interesse dos alunos, viabilidade dos métodos de ensino) e permite, em alguns casos, comparar resultados [...] (SUÁREZ, 1995, citado por SCHMIDT, Maria Auxiliadora; CAINELLI, Marlene. Ensinar História. São Paulo: Scipione, 2009. p. 190). Sobre a avaliação em História, analise as afirmativas abaixo: I. A avaliação deve ser compreendida como uma via de mão dupla, ao avaliar o aluno também se avalia o percurso de uma ação, seja ela curta, seja prolongada. Enquanto o planejamento dimensiona o que se vai construir, a avaliação subsidia essa construção, porque fundamenta novas decisões. II. A avaliação deve ser vista como meio que funcionará mais para resolver problemas e dificuldades de ensino e aprendizagem que para classificar o aluno, apontar seus erros ou reprová-lo. III. O planejamento não precisa considerar os resultados da avaliação, pois é uma etapa anterior a ela, mas a avaliação precisa considerar os conteúdos e as ações previstas no planejamento. IV. O planejamento precisa considerar os resultados da avaliação; ao mesmo tempo, a avaliação precisa considerar os conteúdos e as ações previstas no planejamento. V. O planejamento não precisa considerar os resultados da avaliação, e a avaliação não precisa considerar o planejamento, pois se tratam de procedimentos independentes. Estão corretas as afirmativas:
Ao analisar o ensino de História e a consciência histórica, Cerri propõe uma reflexão ampla que culmina na proposição aceita por muitos acerca do que realmente é importante nesse processo. Em observância a tais reflexões, o que é menos importante dentre as variáveis relacionadas ao ensino de História?
[...] a ideia de um Brasil sem preconceito racial, onde cada um colabora com aquilo que tem para a felicidade geral. O negro com a pimenta, o carnaval e o futebol; o imigrante com sua tenacidade; o índio com sua valentia. Negando o preconceito, guarda-se o fantasma no armário ao invés de lutar contra ele. O menino negro pobre, duplamente segregado, aprende que além da unidade nacional formamos uma unidade racial. A história que ele aprende não lhe diz respeito, é a de um Brasil construído na cabeça dos ideólogos e não na prática histórica, dentro da qual, afinal, ele vive. [...] (adaptado de: PINSKY, Jaime. Nação e Ensino de História no Brasil. In: PINSKY, Jaime. O ensino de história e a criação do fato. Editora Contexto, 1992. p. 12). Ao analisar o ensino de História no Brasil, Jaime Pinsky (1992) observou que este foi uma ferramenta importante para a construção de uma unidade nacional e racial, muitas vezes distante da prática histórica vivida pela população, reforçado pelas tradições inventadas e os rituais cívicos utilizados no fortalecimento de uma memória coletiva. Qual das seguintes afirmações melhor reflete a relação entre o ensino de História e a construção da identidade nacional no Brasil?
Nos últimos tempos muito se tem falado da renovação do que se ensina e do que se aprende em História sendo necessário uma constante atualização e revisão dos conteúdos, abordagens e metodologias utilizadas no ensino da disciplina. Essa renovação envolve a incorporação de novas perspectivas historiográficas, a inclusão de temas e narrativas até então negligenciados, a crítica aos discursos dominantes e a promoção de uma visão mais plural e inclusiva da História. Além disso, a renovação no ensino e aprendizado de História também pode envolver a utilização de recursos tecnológicos, a integração de fontes históricas diversas, o estímulo ao pensamento crítico e reflexivo dos estudantes, bem como a valorização da interdisciplinaridade e da contextualização dos eventos históricos. Sobre a renovação do que se ensina e se aprende em História, analise as afirmativas a seguir. I. A renovação do ensino de História é desnecessária, pois os conteúdos históricos são imutáveis e universais. II. A renovação do ensino de História é essencial para promover uma educação mais inclusiva e crítica. III. A renovação do ensino de História é prejudicial, pois pode distorcer a narrativa histórica tradicional. IV. A renovação do ensino de História é uma tendência passageira sem impacto significativo na prática educacional. Está correto o que se afirma em:
Qual das alternativas abaixo apresenta objetivos da prática do ensino de História a nível Fundamental?
Neste cenário, o ensino de história em Israel adquiriu a função de:
Analise as afirmativas I - O ensino de História contribui no projeto de construção do sujeito autônomo, capaz de perceber o singular, o outro e o coletivo, respeitando e identificando as diferenças e semelhanças, permanências e rupturas em tempo e espaço determinado. ASSIM, II - A História investiga rastros do homem no tempo, retorna ao passado para compreender o presente, verificando continuidades de comportamento e pensamento, assim como suas alternâncias decorrentes de acontecimentos históricos singulares que apontam pistas sobre nós e o mundo que criamos e imaginamos ao longo dos séculos. Assinale a alternativa correta.
O componente curricular de História do Currículo do Estado do Espírito Santo (2020) descreve as ações que constituem o papel do ensino de História na Educação Básica. Dentre essas ações, está:
Do século XIX aos dias atuais, o Ensino de História se destaca por mudanças marcantes em sua trajetória escolar quanto aos objetivos, conteúdos e práticas educacionais. Sobre esse percurso, é correto assinalar que:
No ensino de história ao 5º na unidade conforme a Base Nacional Comum Curricular – BNCC, na temática Povos e culturas: meu lugar no mundo e meu grupo social, um dos objetos de conhecimento é “O que forma um povo: do nomadismo aos primeiros povos sedentários”. Assinale a alternativa que apresenta as habilidades a serem desenvolvidas, neste objeto de conhecimento:
A contextualização é uma tarefa imprescindível para o conhecimento histórico. Analise os itens, com base na frase acima abstraída da Base Nacional Comum Curricular – BNCC: I- Com base em níveis variados de exigência, das operações mais simples às mais elaboradas, os alunos devem ser dissuadidos a contextualizar; II- Saber localizar momentos e lugares específicos de um evento, de um discurso ou de um registro das atividades humanas é tarefa fundamental para evitar atribuição de sentidos e significados não condizentes com uma determinada época, grupo social, comunidade ou território; III- Os estudantes devem identificar, em um contexto, o momento em que uma circunstância histórica é analisada e as condições específicas daquele momento, inserindo o evento em um quadro mais amplo de referências sociais, culturais e econômicas. Sobre a contextualização no ensino de história, dos itens acima:
“Para a sociedade brasileira atual, a questão da identidade tem se tornado um tema de dimensões abrangentes [...]. Dentro dessa perspectiva, o ensino de História tende a desempenhar um papel mais relevante na formação da cidadania [...].” A partir dessa citação, considere as afirmações a seguir e assinale (V) para verdadeiro e (F) para falso:
Sobre a relação entre a história do Brasil e o ensino de História no país, podemos estabelecer as seguintes relações.
Quando se trata do ensino de História, qual opção correta?
O ensino de História no Brasil, nas últimas décadas do século XX e início do século XXI, foi impactado pelo uso inadequado de tecnologias e pela busca do saber como consumo, o que levou a valorização de fatos e eventos pitorescos do passado. Em razão disso, é CORRETO afirmar que o ensino de História em sala de aula, sem a crítica que lhe é peculiar, corre o risco de passar por um processo de:
Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais, é CORRETO afirmar que o ensino de História:





















