144 questões encontradas
A hipercalcemia relacionada ao câncer em geral ocorre em pacientes com doença mais avançada e com pior prognóstico. Em relação aos mecanismos, à investigação laboratorial e ao tratamento da hipercalcemia relacionada ao câncer, assinale a afirmativa correta.
Em relação a LLA, analise as afirmativas a seguir.
A ressecção cirúrgica completa é a única modalidade potencialmente curativa no tratamento de câncer de pâncreas. Os critérios de ressecabilidade estão listados a seguir, à exceção de um. Assinale-o.
Quanto ás questões relacionados aos cuidados paliativos, analise-as afirmativas a seguir.
Paciente de 40 anos, do sexo feminino, em acompanhamento no ambulatório de endocrinologia e de gastroenterologia, refere aparecimento de diarreia crônica e emagrecimento há cerca de 6 meses. Apesar de diversos exames já realizados, não se identificou a causa da diarreia até o momento. Ao exame físico, nota-se a presença de nódulo cervical anterior, endurecido e aderido a planos profundos. Não foi realizada a punção do nódulo, mas foi realizada a ultrassonografia cervical com dolpplerfluxometria,que indicou a presença de nódulo tireoidiano,localizado no polo superior do lobo esquerdo, com 2,2 cm de maior diâmetro, Chammas IV e com microcalcificações na periferia, além de adenopatia suspeita em cadeia cervical central. Levando em consideração o quadro acima, a histologia mais provável do tumor tireoidiano é:
Paciente de 56 anos, do sexo masculino, deu entrada no ambulatório de cirurgia oncológica referindo aparecimento de disfagia e emagrecimento importante (acima de 10% do peso corporal). Relata que parou de fumar há cerca de 5 anos e é etilista social de destilados.Trouxe uma esofagograma contrastado, realizado em outra unidade, que relevou afilamento da porção final do esôfago, ao nível da junção esôfago-gástrica. Neste contexto, o primeiro exame a ser solicitado é:
Dentre as síndromes paraneoplásicas listadas abaixo, a correlação é VERDADEIRA na:
Idoso, deu entrada no setor de emergência queixando-se de dor abdominal de forte intensidade, de início súbito, há cerca de 12 horas. Ao exame físico notava-se abdome em tábua. Foi realizada rotina radiológica de abdome agudo que evidenciou pneumoperitoneo volumoso. Durante a laparotomia exploradora foi identificada ulceração gástrica perfurada, pré-pilórca (em contato com o piloro), medindo 4 cm no maior diâmetro e grande contaminação da cavidade abdominal. A melhor conduta no caso apresentado é:
Mulher jovem, nulípara, assintomática, realizou uma ultrassonografia solicitada pela ginecologista que evidenciou um tumor hepático hiperecogênico, medindo 4 cm, localizado no segmento II. Refere emagrecimento de 4 kg, porém vem fazendo dieta “low-carb” há 6 meses e nega qualquer outro sintoma. Frente ao quadro descrito acima, a hipótese diagnóstica e conduta mais acertadas, respectivamente, são:
Durante a mobilização do lobo direito do fígado para a realização de uma hepatectomia direita como tratamento de um colangiocarcinoma intra-hepático, é necessária ligadura de uma série de pequenas veias que conectam a veia cava inferior retrohepática ao lobo direto do fígado. Estas são chamadas de veias de:
Paciente com carcinoma epidermóide de terço médio de esôfago foi estadiado como cT2 com auxílio de ecoendoscopia. Realizou tomografia computadorizada de tórax, abdome e pelve que evidenciou nódulo de 2 cm, captante de contraste, heterogêneo, espiculado e localizado no lobo superior do pulmão esquerdo. Frente a este achado a conduta mais adequada é realizar a:
Sobre a pesquisa do linfonodo sentinela é CORRETO afirmar que:
Paciente com tumor de cólon sigmoide, sem evidência de doença extra-colônica no estadiamento por imagem pré-operatório, foi submetida a retossigmoidectomia vídeo-laparoscópica sem intercorrências. Ao analisar o laudo histopatológico do espécime cirúrgico, observamos os seguintes dados: adenocarcinoma moderadamente diferenciado, estadiamento clinico T3 N0 Mx, sem invasão angiolinfatica ou perineural, 7 linfonodos ressecados e livres de neoplasia, margem cirúrgica proximal livre distando 10 cm do tumor e margem cirúrgica distal livre distando 5 cm do tumor. Baseado nos dados supracitados, a melhor conduta neste momento é realizar:
Mulher de 45 anos, multípara, já submetida a cirurgia bariátrica do tipo by pass gástrico há 7 anos, com perda de 60 Kg no período, apresenta início de icterícia, prurido, acolia, colúria há 1 mês.Nos últimos dias começou a apresentar febre, dor abdominal e hipotensão postural. Ao exame evidenciamos abdome distendido e doloroso, em especial no quadrante superior direito onde apresentava o sinal de Courvoisier-Terrier. A melhor conduta neste momento é:
Homem de 60 anos, com história de diarreia crônica, além de queixas gastrointestinais inespecíficas, relata início de quadro compatível com síndrome colestática há 3 semanas. Ao realizar a ultrassonografia do fígado e vias biliares,com radiologista de grande experiência, observa-se ausência de dilatação de vias biliares intra e extra-hepática. Considerando o quadro acima, a hipótese diagnóstica mais provável e o exame necessário para sua comprovação são:
Mulher de 58 anos relata aparecimento de tumoração sangrativa em braço esquerdo. Refere história de mastectomia esquerda radical modificada à Madden há 16 anos atrás. Ao exame físico observamos grande linfedema em membro superior esquerdo pós mastectomia e presença de tumoração de 10 cm em face posterior do braço esquerdo. Foi realizada uma bióspia deste tumor que revelou um linfangiossarcoma. Diante deste quadro pode-se afirmar que se trata da síndrome de:
Paciente SIDA em uso de antirretrovirais, apresenta formação neoplásica compatível com tumor de Buschke-Löwenstein no ânus. Foi submetido a biopsia incisional da lesão que evidenciou carcinoma epidermoide GII. Frente a este quadro a melhor conduta é:
São indicações formais e bem estabelecidas para a realização da citorredução tumoral e da hipertemoquimioterapia (HIPEC):
Sobre as descargas papilares no câncer de mama é CORRETO afirmar que:
Paciente cirrótico por vírus C, estratificado como Child B, apresenta nódulo hepático único de 2,7 cm no segmento III do fígado. Exame laboratorial revela dosagem sérica de alfafetopreteina muito elevada. Tomografia computadorizada de abdome com estudo dinâmico do fígado revela padrão de“wash out”. Frente a este quadro a melhor conduta a ser tomada é:
Em paciente com tumor do íleo distal e elevação plasmática da cromogranina A, o tipo histológico mais provável é:
Paciente de 23 anos, com 3 filhos e sem acompanhamento ginecológico prévio, deu entrada no serviço de ginecologia queixando-sede leucorréia e sangramento vaginal esporádico. Ao exame especular evidenciamos tumor no colo uterino medindo 4 cm em seu maior diâmetro e sem infiltração da vagina. Ao toque retal evidenciamos pequeno nódulo endurecido no terço proximal do paramétrio, sem atingir a parede óssea. Considerando que a lesão tenha sido biopsiada e o laudo histopatológico revelado o tipo histológico mais frequente de neoplasia malignado colo uterino, a melhor conduta neste caso é:
Idosa de 74 anos, sem cirurgia prévia, se apresenta com massa pélvica em topografia anexial na ressonância pélvica e elevação sérica do CA 125. A mesma foi submetida a laparotomia exploradora que evidenciou: ascite moderada,tumor de ovário sólido-cístico medindo 35 cm em seu maior diâmetro e irressecável (cavidadepélvica “congelada”) e, presença de carcinomatose peritoneal. A conduta relacionada a maior taxa de sobrevida neste caso é:
A situação que isoladamente NÃO indica a realização da linfadenectomia pélvica no câncer de endométrio é:





















