71 questões encontradas
O uso precoce da prostaglandina E1 pode salvar a vida de um recém-nascido com cardiopatia congênita. Qual é a única cardiopatia em que o uso dessa droga não é recomendado?
Com mais facilidade à realização de ecocardiograma congênito, as cardiopatias congênitas vem sendo cada vez mais diagnosticadas. Qual cardiopatia congênita é a mais comum?
Na síndrome da rubéola congênita, qual a alteração cardíaca mais encontrada?
Recém-nascido de mãe diabética em uso de insulina, nasceu a termo, com choro forte, apgar de 8/9, pensando 4,000g e boa vitalidade. Ao exame físico, foi verificado sopro sistólico ++/6+. Neste caso qual a cardiopatia mais esperada:
Lactente de 7 meses, portador de Tetralogia de Fallot, dá entrada na emergência apresentando cianose importante, taquipneia, taquicardia, agitação e diminuição do sopro cardíaco que apresentava. Frente a esse quadro, qual deve ser a sua conduta?
Em qual das condições abaixo apresenta sopro contínuo na região infraclavicular esquerda descrito como sopro em ‘maquinaria”, com 2ª bulha hiperfonética e precórdio hiperdinâmico:
Lactente de seis meses de vida iniciou quadro de cianose central e periférica, que se exacerba com o choro. Ao exame físico encontra-se eutrófico, eupneico e com ausculta cardíaca com sopro sistólico rude em borda esternal esquerda. No raio X de tórax evidenciou-se coração em forma de bota, devido à hipertrofia do ventrículo direito, com arco médio escavado e hipofluxo pulmonar. A hipótese diagnóstica mais provável é:
Recém-nascido cianótico com possível doença cardíaca congênita apresenta-se com sopro holossistólico ao longo da borda esternal esquerda e impulso ventricular esquerdo aumentado. No eletrocardiograma fica evidente hipertrofia ventricular esquerda e desvio do eixo para esquerda. Qual diagnóstico mais provável?
Qual classe de medicações citada abaixo é a indicada nas crises de hipóxia em crianças com cardiopatia congênita?
A profilaxia secundária da febre reumática em pacientes com lesão valvar moderada/severa deve ser:
Os traumatismos crânioencefálicos (TCE) constituem importantes causas de morte por trauma em crianças. Alguns dados clínicos devem ser levados em consideração na abordagem da criança vítima de TCE, tais como:





















