Gestante multípara dá entrada na maternidade em trabalho de parto, período expulsivo, e seu recém-nascido, de parto vaginal, a termo, com apgar 9 e 10, é do sexo feminino e pesa 3,200g. A mãe nega uso de drogas e de qualquer outra medicação durante a gravidez, não realizou nenhuma consulta do pré-natal. Dos exames admissionais tinha anti HIV negativo e VDRL com título de 1:16. O recém-nascido era assintomático, com títulos de VDRL de 1:8, líquor negativo para VDRL, raios-X de ossos longos normal, com bioquímica e citologia também normais. Assim, diante desta situação, sobre a conduta no recém-nascido é correto afirmar:
Sobre a sífilis congênita precoce, marque a alternativa incorreta:
Na síndrome da rubéola congênita, qual a alteração cardíaca mais encontrada?
Recém-nascido de mãe diabética em uso de insulina, nasceu a termo, com choro forte, apgar de 8/9, pensando 4,000g e boa vitalidade. Ao exame físico, foi verificado sopro sistólico ++/6+. Neste caso qual a cardiopatia mais esperada:
Recém-nascido a termo com APGAR 4/6, foi intubado em sala de parto e levado a UTI neonatal, onde foi colocado sob ventilação mecânica e realizado cateterismo umbilical. Após 4 horas de vida, apresentou convulsão tônico clônica generalizada. A droga de escolha e a principal causa da convulsão neonatal são respectivamente:
Recém-nascido com idade gestacional de 34 semanas, sexo masculino, filho de mãe diabética, nascido de parto cesáreo, sem bolsa rota, pesando 2,200g, apresentou logo após o nascimento disfunção respiratória, necessitando de oxigênio suplementar. Mãe com todas as sorologias negativas, inclusive pesquisa para estreptococo do grupo B. A radiografia de tórax revelava infiltrado reticulogranular com broncogramas aéreos. O diagnóstico mais provável é:
Considere um RN com 37 semanas de idade gestacional, nascido por cesárea eletiva, sem trabalho de parto, com APGAR 8/9. Evoluiu apresentando taquipneia (FR=80irpmj) e discreta tiragem intercostal. Após colocar CPAP nasal, manteve-se boa saturação de O2. Radiografia de tórax evidenciava hiperinsuflação com congestão perihilar e espessamento da cissura pulmonar. Qual principal hipótese diagnóstica para o caso apresentado?
Recém-nascido com retardo do crescimento intrauterino apresenta-se com hepatoesplenomegalia, icterícia, coriorretinite, petequeias cutâneas, calcificações intracranianas periventriculares e surdez neurossensorial. Considerando o quadro descrito, a doença congênita mais provável é:
A profilaxia antimicrobiana intraparto para prevenção de sepse precoce pelo Estreptococo do grupo B (GBS) é indicada:
Sobre a hipertensão pulmonar persistente neonatal é correto afirmar:
Uma adolescente primípara com tipagem sanguínea O positivo, dá a luz a um recém-nascido com tipo sanguíneo B negativo, que apresentou icterícia clinicamente visível na oitava hora de vida. Apresenta reticulócitos de 28%, coombs direto positivo, BT= 20mg%, BI=18mg% e BD= 2mg%. Qual possível diagnóstico etiológico?
Dentre as complicações da terapia nutricional parenteral prolongada, qual a mais frequente em recém-nascidos de muito baixo peso?
Lactente de seis meses de vida iniciou quadro de cianose central e periférica, que se exacerba com o choro. Ao exame físico encontra-se eutrófico, eupneico e com ausculta cardíaca com sopro sistólico rude em borda esternal esquerda. No raio X de tórax evidenciou-se coração em forma de bota, devido à hipertrofia do ventrículo direito, com arco médio escavado e hipofluxo pulmonar. A hipótese diagnóstica mais provável é:
Sobre asfixia perinatal assinale a opção incorreta:
Recém-nascido cianótico com possível doença cardíaca congênita apresenta-se com sopro holossistólico ao longo da borda esternal esquerda e impulso ventricular esquerdo aumentado. No eletrocardiograma fica evidente hipertrofia ventricular esquerda e desvio do eixo para esquerda. Qual diagnóstico mais provável?































