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Prova Técnico de Laboratório - Maquetaria - FURB
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Questão 1 de 16 Q1243612 Q1 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.

Pesquisadores encontram lixo no oceano profundo Cientistas do Instituto Oceanográfico (IO) da Universidade de São Paulo (USP) encontraram embalagens plásticas, calçados, brinquedos e até um frasco de remédio feito há um século, na região do oceano em profundidades entre 200 e 1.500 metros ao largo da costa brasileira. Esse é o primeiro relato de lixo marinho no mar profundo do Brasil. Foram encontradas latas de refrigerante de oito países diferentes, embalagens de desodorante produzido na década de 1970 e de alimentos, de 1996. "O oceano profundo está, silenciosamente, se tornando uma lixeira", afirma o estudo. As expedições foram realizadas nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, com o intuito de estudar a biodiversidade dos animais que vivem em águas profundas e que, portanto, evoluíram para viver em ambientes quase inóspitos com baixa temperatura, altíssima pressão e luz solar incipiente ou completamente ausente. A bordo do Navio Oceanográfico Alpha Crucis da Universidade de São Paulo, os cientistas coletaram duas novas espécies de peixes nomeadas como Sciadnonus alphacrucis, em homenagem ao navio, e Polymixia carmena em homenagem à profa. Carmen Rossi-Wongtschowski e, para surpresa da equipe, grandes quantidades de lixo. As coletas foram feitas com redes de arrasto de fundo, entre 274 e 1.520 m de profundidade, em duas áreas distintas a 200 km de distância da costa sul do Brasil: entre Ilhabela (SP) e Florianópolis (SC). Ao total, foram recolhidos 603 itens, que somam 13,78 kg — a maioria era composta de plástico (58,5%) que pode ter sido transportada por milhares de quilômetros até se acumular na região. Tecidos e metais também foram frequentes, além de tintas catalisadas para barcos, vidro e concreto. Os primeiros registros de lixo marinho foram feitos no final da década de 1960 em regiões costeiras e, desde então, o lixo encontrado aumentou tanto em quantidade, quanto em áreas poluídas. Pela primeira vez, foi encontrado lixo marinho no Atlântico Sudoeste em águas profundas. A preocupação é com os efeitos nos ecossistemas e na fauna marinha, devido à quantidade de produtos altamente poluentes, como tinta de navio e latas de óleo contaminadas, além da ingestão do microplástico pelos animais marinhos. A oceanógrafa Flávia Tiemi Masumoto, que lidera o estudo, afirma que os resultados destacam a importância de fiscalizar o descarte do lixo nos mares e de repensar a utilização dos plásticos de uso único, como copos e sacolas. "O oceano não é um lixão que dá para a gente jogar tudo lá", alerta. Retirado e adaptado de: GAMA, Guilherme. Pela primeira vez, pesquisadores da USP encontram lixo no oceano profundo. CNN Brasil. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/pela-primeira-vez-pesquisadores-da-usp-encontram-lixo-no-oceano-profundo/ Acesso em: 29 mar., 2024.

Analise o seguinte trecho retirado do texto: A oceanógrafa Flávia Tiemi Masumoto, que lidera o estudo, afirma que os resultados destacam a importância de fiscalizar o descarte do lixo nos mares e de repensar a utilização dos plásticos de uso único, como copos e sacolas. Assinale a alternativa que apresenta a correta função da palavra em destaque no trecho:

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Questão 2 de 16 Q1243613 Q2 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.

Pesquisadores encontram lixo no oceano profundo Cientistas do Instituto Oceanográfico (IO) da Universidade de São Paulo (USP) encontraram embalagens plásticas, calçados, brinquedos e até um frasco de remédio feito há um século, na região do oceano em profundidades entre 200 e 1.500 metros ao largo da costa brasileira. Esse é o primeiro relato de lixo marinho no mar profundo do Brasil. Foram encontradas latas de refrigerante de oito países diferentes, embalagens de desodorante produzido na década de 1970 e de alimentos, de 1996. "O oceano profundo está, silenciosamente, se tornando uma lixeira", afirma o estudo. As expedições foram realizadas nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, com o intuito de estudar a biodiversidade dos animais que vivem em águas profundas e que, portanto, evoluíram para viver em ambientes quase inóspitos com baixa temperatura, altíssima pressão e luz solar incipiente ou completamente ausente. A bordo do Navio Oceanográfico Alpha Crucis da Universidade de São Paulo, os cientistas coletaram duas novas espécies de peixes nomeadas como Sciadnonus alphacrucis, em homenagem ao navio, e Polymixia carmena em homenagem à profa. Carmen Rossi-Wongtschowski e, para surpresa da equipe, grandes quantidades de lixo. As coletas foram feitas com redes de arrasto de fundo, entre 274 e 1.520 m de profundidade, em duas áreas distintas a 200 km de distância da costa sul do Brasil: entre Ilhabela (SP) e Florianópolis (SC). Ao total, foram recolhidos 603 itens, que somam 13,78 kg — a maioria era composta de plástico (58,5%) que pode ter sido transportada por milhares de quilômetros até se acumular na região. Tecidos e metais também foram frequentes, além de tintas catalisadas para barcos, vidro e concreto. Os primeiros registros de lixo marinho foram feitos no final da década de 1960 em regiões costeiras e, desde então, o lixo encontrado aumentou tanto em quantidade, quanto em áreas poluídas. Pela primeira vez, foi encontrado lixo marinho no Atlântico Sudoeste em águas profundas. A preocupação é com os efeitos nos ecossistemas e na fauna marinha, devido à quantidade de produtos altamente poluentes, como tinta de navio e latas de óleo contaminadas, além da ingestão do microplástico pelos animais marinhos. A oceanógrafa Flávia Tiemi Masumoto, que lidera o estudo, afirma que os resultados destacam a importância de fiscalizar o descarte do lixo nos mares e de repensar a utilização dos plásticos de uso único, como copos e sacolas. "O oceano não é um lixão que dá para a gente jogar tudo lá", alerta. Retirado e adaptado de: GAMA, Guilherme. Pela primeira vez, pesquisadores da USP encontram lixo no oceano profundo. CNN Brasil. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/pela-primeira-vez-pesquisadores-da-usp-encontram-lixo-no-oceano-profundo/ Acesso em: 29 mar., 2024.

As sentenças a seguir foram retiradas do texto e alteradas. Assinale a alternativa na qual a mudança na pontuação não prejudica a formação da sentença. Isto é, assinale a alternativa que continua corretamente redigida:

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Questão 3 de 16 Q1243614 Q3 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.

Pesquisadores encontram lixo no oceano profundo Cientistas do Instituto Oceanográfico (IO) da Universidade de São Paulo (USP) encontraram embalagens plásticas, calçados, brinquedos e até um frasco de remédio feito há um século, na região do oceano em profundidades entre 200 e 1.500 metros ao largo da costa brasileira. Esse é o primeiro relato de lixo marinho no mar profundo do Brasil. Foram encontradas latas de refrigerante de oito países diferentes, embalagens de desodorante produzido na década de 1970 e de alimentos, de 1996. "O oceano profundo está, silenciosamente, se tornando uma lixeira", afirma o estudo. As expedições foram realizadas nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, com o intuito de estudar a biodiversidade dos animais que vivem em águas profundas e que, portanto, evoluíram para viver em ambientes quase inóspitos com baixa temperatura, altíssima pressão e luz solar incipiente ou completamente ausente. A bordo do Navio Oceanográfico Alpha Crucis da Universidade de São Paulo, os cientistas coletaram duas novas espécies de peixes nomeadas como Sciadnonus alphacrucis, em homenagem ao navio, e Polymixia carmena em homenagem à profa. Carmen Rossi-Wongtschowski e, para surpresa da equipe, grandes quantidades de lixo. As coletas foram feitas com redes de arrasto de fundo, entre 274 e 1.520 m de profundidade, em duas áreas distintas a 200 km de distância da costa sul do Brasil: entre Ilhabela (SP) e Florianópolis (SC). Ao total, foram recolhidos 603 itens, que somam 13,78 kg — a maioria era composta de plástico (58,5%) que pode ter sido transportada por milhares de quilômetros até se acumular na região. Tecidos e metais também foram frequentes, além de tintas catalisadas para barcos, vidro e concreto. Os primeiros registros de lixo marinho foram feitos no final da década de 1960 em regiões costeiras e, desde então, o lixo encontrado aumentou tanto em quantidade, quanto em áreas poluídas. Pela primeira vez, foi encontrado lixo marinho no Atlântico Sudoeste em águas profundas. A preocupação é com os efeitos nos ecossistemas e na fauna marinha, devido à quantidade de produtos altamente poluentes, como tinta de navio e latas de óleo contaminadas, além da ingestão do microplástico pelos animais marinhos. A oceanógrafa Flávia Tiemi Masumoto, que lidera o estudo, afirma que os resultados destacam a importância de fiscalizar o descarte do lixo nos mares e de repensar a utilização dos plásticos de uso único, como copos e sacolas. "O oceano não é um lixão que dá para a gente jogar tudo lá", alerta. Retirado e adaptado de: GAMA, Guilherme. Pela primeira vez, pesquisadores da USP encontram lixo no oceano profundo. CNN Brasil. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/pela-primeira-vez-pesquisadores-da-usp-encontram-lixo-no-oceano-profundo/ Acesso em: 29 mar., 2024.

A partir da leitura do texto, analise as afirmações a seguir. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas: (__ ) O estudo apresentado coletou o material por meio de redes de arrasto de fundo em um perímetro de 274 a 1520 quilômetros ao longo da costa. (__ ) Quando a pesquisa iniciou, os pesquisadores tinham como objetivo a retirada do lixo no oceano profundo brasileiro. (__ ) O lixo no oceano profundo pode causar uma série de problemas no ecossistema e na vida marinha. (__ ) Embora não seja uma coisa positiva, o lixo no oceano profundo não preocupa tanto como em mares mais rasos, pois no oceano profundo vivem animais que evoluíram para viver em ambientes quase inóspitos com baixa temperatura, altíssima pressão e luz solar incipiente ou completamente ausente. Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

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Questão 4 de 16 Q1243615 Q4 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.

Pesquisadores encontram lixo no oceano profundo Cientistas do Instituto Oceanográfico (IO) da Universidade de São Paulo (USP) encontraram embalagens plásticas, calçados, brinquedos e até um frasco de remédio feito há um século, na região do oceano em profundidades entre 200 e 1.500 metros ao largo da costa brasileira. Esse é o primeiro relato de lixo marinho no mar profundo do Brasil. Foram encontradas latas de refrigerante de oito países diferentes, embalagens de desodorante produzido na década de 1970 e de alimentos, de 1996. "O oceano profundo está, silenciosamente, se tornando uma lixeira", afirma o estudo. As expedições foram realizadas nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, com o intuito de estudar a biodiversidade dos animais que vivem em águas profundas e que, portanto, evoluíram para viver em ambientes quase inóspitos com baixa temperatura, altíssima pressão e luz solar incipiente ou completamente ausente. A bordo do Navio Oceanográfico Alpha Crucis da Universidade de São Paulo, os cientistas coletaram duas novas espécies de peixes nomeadas como Sciadnonus alphacrucis, em homenagem ao navio, e Polymixia carmena em homenagem à profa. Carmen Rossi-Wongtschowski e, para surpresa da equipe, grandes quantidades de lixo. As coletas foram feitas com redes de arrasto de fundo, entre 274 e 1.520 m de profundidade, em duas áreas distintas a 200 km de distância da costa sul do Brasil: entre Ilhabela (SP) e Florianópolis (SC). Ao total, foram recolhidos 603 itens, que somam 13,78 kg — a maioria era composta de plástico (58,5%) que pode ter sido transportada por milhares de quilômetros até se acumular na região. Tecidos e metais também foram frequentes, além de tintas catalisadas para barcos, vidro e concreto. Os primeiros registros de lixo marinho foram feitos no final da década de 1960 em regiões costeiras e, desde então, o lixo encontrado aumentou tanto em quantidade, quanto em áreas poluídas. Pela primeira vez, foi encontrado lixo marinho no Atlântico Sudoeste em águas profundas. A preocupação é com os efeitos nos ecossistemas e na fauna marinha, devido à quantidade de produtos altamente poluentes, como tinta de navio e latas de óleo contaminadas, além da ingestão do microplástico pelos animais marinhos. A oceanógrafa Flávia Tiemi Masumoto, que lidera o estudo, afirma que os resultados destacam a importância de fiscalizar o descarte do lixo nos mares e de repensar a utilização dos plásticos de uso único, como copos e sacolas. "O oceano não é um lixão que dá para a gente jogar tudo lá", alerta. Retirado e adaptado de: GAMA, Guilherme. Pela primeira vez, pesquisadores da USP encontram lixo no oceano profundo. CNN Brasil. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/pela-primeira-vez-pesquisadores-da-usp-encontram-lixo-no-oceano-profundo/ Acesso em: 29 mar., 2024.

A respeito dos valores semânticos encontrados no texto, analise as afirmações a seguir: I. No excerto "estudar a biodiversidade dos animais que vivem em águas profundas e que, portanto, evoluíram para viver em ambientes quase inóspitos com baixa temperatura, altíssima pressão e luz solar incipiente ou completamente ausente", temos uma ideia de explicação. II. Em "Tecidos e metais também foram frequentes, além de tintas catalisadas para barcos, vidro e concreto", podemos afirmar que o sentido construído é o da adição. III. No excerto "Os primeiros registros de lixo marinho foram feitos no final da década de 1960 em regiões costeiras e, desde então, o lixo encontrado aumentou tanto em quantidade, quanto em áreas poluídas", há presentes as ideias de temporalidade e comparação. É correto o que se afirma em:

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Questão 5 de 16 Q1243616 Q5 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.

Pesquisadores encontram lixo no oceano profundo Cientistas do Instituto Oceanográfico (IO) da Universidade de São Paulo (USP) encontraram embalagens plásticas, calçados, brinquedos e até um frasco de remédio feito há um século, na região do oceano em profundidades entre 200 e 1.500 metros ao largo da costa brasileira. Esse é o primeiro relato de lixo marinho no mar profundo do Brasil. Foram encontradas latas de refrigerante de oito países diferentes, embalagens de desodorante produzido na década de 1970 e de alimentos, de 1996. "O oceano profundo está, silenciosamente, se tornando uma lixeira", afirma o estudo. As expedições foram realizadas nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, com o intuito de estudar a biodiversidade dos animais que vivem em águas profundas e que, portanto, evoluíram para viver em ambientes quase inóspitos com baixa temperatura, altíssima pressão e luz solar incipiente ou completamente ausente. A bordo do Navio Oceanográfico Alpha Crucis da Universidade de São Paulo, os cientistas coletaram duas novas espécies de peixes nomeadas como Sciadnonus alphacrucis, em homenagem ao navio, e Polymixia carmena em homenagem à profa. Carmen Rossi-Wongtschowski e, para surpresa da equipe, grandes quantidades de lixo. As coletas foram feitas com redes de arrasto de fundo, entre 274 e 1.520 m de profundidade, em duas áreas distintas a 200 km de distância da costa sul do Brasil: entre Ilhabela (SP) e Florianópolis (SC). Ao total, foram recolhidos 603 itens, que somam 13,78 kg — a maioria era composta de plástico (58,5%) que pode ter sido transportada por milhares de quilômetros até se acumular na região. Tecidos e metais também foram frequentes, além de tintas catalisadas para barcos, vidro e concreto. Os primeiros registros de lixo marinho foram feitos no final da década de 1960 em regiões costeiras e, desde então, o lixo encontrado aumentou tanto em quantidade, quanto em áreas poluídas. Pela primeira vez, foi encontrado lixo marinho no Atlântico Sudoeste em águas profundas. A preocupação é com os efeitos nos ecossistemas e na fauna marinha, devido à quantidade de produtos altamente poluentes, como tinta de navio e latas de óleo contaminadas, além da ingestão do microplástico pelos animais marinhos. A oceanógrafa Flávia Tiemi Masumoto, que lidera o estudo, afirma que os resultados destacam a importância de fiscalizar o descarte do lixo nos mares e de repensar a utilização dos plásticos de uso único, como copos e sacolas. "O oceano não é um lixão que dá para a gente jogar tudo lá", alerta. Retirado e adaptado de: GAMA, Guilherme. Pela primeira vez, pesquisadores da USP encontram lixo no oceano profundo. CNN Brasil. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/pela-primeira-vez-pesquisadores-da-usp-encontram-lixo-no-oceano-profundo/ Acesso em: 29 mar., 2024.

Assinale a alternativa que correta e respectivamente apresenta o gênero e o tipo textual predominante no texto:

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Questão 6 de 16 Q1243617 Q7 da prova

Ao se representar objetos tridimensionais utilizando vistas ortogonais, um profissional precisa representar as dimensões e formas do objeto, seguindo as Normas ABNT, para que possa ser perfeitamente compreendido e construído por outro. Considerando a necessidade de precisão e clareza, quantas vistas são necessárias, no mínimo, à representação de objetos tridimensionais?

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Questão 7 de 16 Q1243618 Q10 da prova

Em um projeto de um móvel, o desenho técnico serve como uma linguagem gráfica universal. Utilizando normas específicas, permite a representação precisa de dimensões e detalhes construtivos do artefato a ser produzido. Ao encontro disso, qual a importância da padronização nos desenhos técnicos para a indústria moveleira?

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Questão 8 de 16 Q1243619 Q11 da prova

No processo de fabricação de móveis, a escolha do adesivo correto é crucial para garantir a durabilidade e a estética do produto final. Entre as opções disponíveis, a cola do tipo PVA é amplamente utilizada, dadas suas características específicas, que a tornam adequada para vários tipos de projetos em marcenaria. Considerando as propriedades dos adesivos utilizados em marcenaria, qual é a principal vantagem da utilização de cola PVA em relação a outros tipos de cola?

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Questão 9 de 16 Q1243620 Q12 da prova

Na fabricação de produtos em madeira para um projeto de design de interiores, a escala de representação no desenho técnico é crucial para a precisão e a eficácia da construção do modelo físico e, consequentemente, do produto final. Isso posto, caso o designer decida utilizar uma relação de escala em que a representação tem 6 cm de largura na vista frontal e o produto final tem 30 cm na parte equivalente, ele está utilizando uma escala de:

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Questão 10 de 16 Q1243621 Q13 da prova

No campo de estudos da forma, um dos conceitos fundamentais envolve a análise de __________, além de considerar a organização espacial, as propriedades físicas dos materiais e a funcionalidade de objetos tanto no campo do Design quanto na Arquitetura. Esse conceito é essencial para o desenvolvimento de soluções criativas e inovadoras, que são esteticamente agradáveis e funcionalmente eficazes. Assinale a alternativa que corretamente preenche a lacuna no excerto:

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Questão 11 de 16 Q1243622 Q14 da prova

Ao se construir um aparador voltado ao uso no interior doméstico, a escolha do material é crucial para assegurar tanto a estética quanto a funcionalidade do móvel. Considerando as propriedades necessárias para esse tipo de peça, em especial os quesitos fino acabamento e durabilidade, qual tipo de madeira é considerado mais apropriado?

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Questão 12 de 16 Q1243623 Q15 da prova

Na normatização brasileira para desenhos técnicos e representações gráficas, regida pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), há diretrizes específicas quanto aos quadrantes de representação. Levando isso em consideração, avalie as seguintes afirmações referentes aos quadrantes aceitos pela ABNT para representação em desenhos técnicos: I. Primeiro quadrante. II. Segundo quadrante. III. Terceiro quadrante. IV. Quarto quadrante. A partir do referido contexto, quais quadrantes devem ser utilizados na representação de desenhos técnicos?

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Questão 13 de 16 Q1243624 Q16 da prova

Na concepção de cadeiras em madeira, a integração entre forma, função e material é essencial para garantir a durabilidade, o conforto e a beleza do produto. Levando isso em conta, qual das seguintes afirmações melhor descreve a importância dessa integração no design de produtos feitos em madeira?

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Questão 14 de 16 Q1243625 Q17 da prova

O processo de desenvolvimento de um produto a ser replicado deve transcorrer em etapas. É importante seguir cada uma das etapas na ordem coerente, de modo que os produtos finais resultantes sigam, de maneira tão fiel quanto possível, o que foi projetado pelo idealizador. São as etapas: 1. Desenho técnico. 2. Modelo em escala reduzida. 3. Croqui. 4. Acabamento. 5. Produção. A sequência correta em que ocorre esse processo é:

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Questão 15 de 16 Q1243626 Q19 da prova

Analise as afirmativas a seguir: I. A ética é constitutiva de fatores e dimensões históricas e culturais. II. A ética estabelece vínculos entre indivíduos e o coletivo. III. A ética define determinados padrões de conduta que são assimilados pelas instituições sociais e nos códigos do direito. IV. A ética possui um sistema de pensamento estruturado. É correto o que se afirma em:

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Questão 16 de 16 Q1243627 Q20 da prova

Em relação ao comportamento dentro de um grupo de trabalho, analise as afirmativas a seguir e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas: (__ ) Os grupos podem ter um impacto substancial sobre as atitudes e os comportamentos dos seus membros. (__ ) Sob condições corretas, os grupos podem melhorar o desempenho na tarefa e a satisfação no emprego dos seus membros. (__ ) Os grupos são sistemas pessoais com muitas possibilidades de relacionamento interpessoal. Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

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