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Prova Técnico Administrativo - UNICENTRO
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Questão 1 de 22 Q1445049 Q1 da prova
Texto para responder às questões 1 a 5.

VER, GUARDAR, LEMBRAR
Descobertas sobre a nossa memória visual, ferramenta essencial à sobrevivência, mostram como o ser humano é capaz de reter imagens no cérebro. Nos primórdios da história, um tempo de linguagem pouco desenvolvida e escassa troca de informações, os hominídeos, ancestrais dos humanos, tinham a memória como grande aliada para refazer as rotas que levavam às fontes de água, aos pés de frutas sem teor tóxico e às cavernas que ofereciam maior segurança. Protegida por essa primitiva capacidade de armazenar um vasto conjunto de imagens ao mesmo tempo, a espécie foi prosperando e evoluindo. Sem esse potente HD mental, a revolução agrícola que marcou a passagem da vida nômade para uma existência sedentária, provavelmente não teria se desenrolado como relatam hoje os livros de escola. Pois foi a associação entre as formas das plantas e seu período de plantio e colheita – tudo visualmente memorizado - que serviu de base para a reviravolta que moldaria os destinos da humanidade. Nesse amplo campo que não para de ser investigado pela ciência, uma recente descoberta reforça o que outras vinham sinalizando: a memória visual humana, já identificada em tão longínqua era, é muito superior ao que se imaginava. Depois de aplicar uma batelada de testes cognitivos em um grupo de centenas de pessoas e observar seu cérebro em ação por meio de avançados aparelhos, pesquisadores do Brigham and Women’s Hospital, prestigiado centro de estudos sobre psicologia e neurologia nos Estados Unidos, mapearam a frenética absorção de estímulos visuais – um processo que põe para trabalhar as principais regiões da mente, entre elas o córtex pré-frontal, local de registro instantâneo daquilo que se vê, e o hipocampo, que consolida a memória de longo prazo. Ao fim do extenso levantamento, eis que os cientistas chegaram à conclusão de que os indivíduos têm o poder de guardar o triplo de dados visuais do que costumava aparecer em aferições semelhantes. [...]O que está em jogo são lembranças de naturezas variadas, que enlaçam tempo e espaço – da localização do carro em um estacionamento apinhado ao trajeto para certo destino, do lugar onde repousa um produto no mercado a fragmentos comoventes da infância. “Quanto mais feliz o momento, mais ele tende a ficar armazenado, já que o cérebro entende sua relevância, ao mesmo tempo que, como mecanismo de defesa, pode apagar detalhes de episódios traumáticos”, explica o neurocientista Fabiano Agrela. A visão representa 80% de tudo o que os cinco sentidos captam juntos. Ela é permanentemente bombardeada de informações, algumas logo descartadas. O excesso de estímulos no entorno dos habitantes desta era moderna é um desafio e tanto para o cérebro, em sua constante função de separar o que vale guardar. É também, surpreendente, uma vantagem para a memória visual, segundo aponta o estudo americano. Ele constata que, diante de um cenário superlotado de informações, a mente humana se sai muito bem, memorizando em questão de segundos uma quantidade notável de imagens, sobretudo quando não faz esforço para reter o que vê. Curiosamente quanto mais intenso é o empenho para registrar uma determinada situação, pior será o desempenho dos neurônios unidos na teia que desemboca na memória. [...] Com os avanços da tecnologia, foi possível identificar o gene que, no curso da história, contribuiu para o gradativo aumento do tamanho do cérebro, aprimorando-se assim habilidades cognitivas e a própria memória – ferramenta vital para a sobrevivência.

41) “Sem esse potente HD mental, a revolução agrícola que marcou a passagem da vida nômade para uma existência sedentária, provavelmente não teria se desenrolado como relatam hoje os livros de escola.” A expressão “potente HD mental”, no texto, refere-se à/a

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Questão 2 de 22 Q1445051 Q2 da prova
Texto para responder às questões 1 a 5.

VER, GUARDAR, LEMBRAR
Descobertas sobre a nossa memória visual, ferramenta essencial à sobrevivência, mostram como o ser humano é capaz de reter imagens no cérebro. Nos primórdios da história, um tempo de linguagem pouco desenvolvida e escassa troca de informações, os hominídeos, ancestrais dos humanos, tinham a memória como grande aliada para refazer as rotas que levavam às fontes de água, aos pés de frutas sem teor tóxico e às cavernas que ofereciam maior segurança. Protegida por essa primitiva capacidade de armazenar um vasto conjunto de imagens ao mesmo tempo, a espécie foi prosperando e evoluindo. Sem esse potente HD mental, a revolução agrícola que marcou a passagem da vida nômade para uma existência sedentária, provavelmente não teria se desenrolado como relatam hoje os livros de escola. Pois foi a associação entre as formas das plantas e seu período de plantio e colheita – tudo visualmente memorizado - que serviu de base para a reviravolta que moldaria os destinos da humanidade. Nesse amplo campo que não para de ser investigado pela ciência, uma recente descoberta reforça o que outras vinham sinalizando: a memória visual humana, já identificada em tão longínqua era, é muito superior ao que se imaginava. Depois de aplicar uma batelada de testes cognitivos em um grupo de centenas de pessoas e observar seu cérebro em ação por meio de avançados aparelhos, pesquisadores do Brigham and Women’s Hospital, prestigiado centro de estudos sobre psicologia e neurologia nos Estados Unidos, mapearam a frenética absorção de estímulos visuais – um processo que põe para trabalhar as principais regiões da mente, entre elas o córtex pré-frontal, local de registro instantâneo daquilo que se vê, e o hipocampo, que consolida a memória de longo prazo. Ao fim do extenso levantamento, eis que os cientistas chegaram à conclusão de que os indivíduos têm o poder de guardar o triplo de dados visuais do que costumava aparecer em aferições semelhantes. [...]O que está em jogo são lembranças de naturezas variadas, que enlaçam tempo e espaço – da localização do carro em um estacionamento apinhado ao trajeto para certo destino, do lugar onde repousa um produto no mercado a fragmentos comoventes da infância. “Quanto mais feliz o momento, mais ele tende a ficar armazenado, já que o cérebro entende sua relevância, ao mesmo tempo que, como mecanismo de defesa, pode apagar detalhes de episódios traumáticos”, explica o neurocientista Fabiano Agrela. A visão representa 80% de tudo o que os cinco sentidos captam juntos. Ela é permanentemente bombardeada de informações, algumas logo descartadas. O excesso de estímulos no entorno dos habitantes desta era moderna é um desafio e tanto para o cérebro, em sua constante função de separar o que vale guardar. É também, surpreendente, uma vantagem para a memória visual, segundo aponta o estudo americano. Ele constata que, diante de um cenário superlotado de informações, a mente humana se sai muito bem, memorizando em questão de segundos uma quantidade notável de imagens, sobretudo quando não faz esforço para reter o que vê. Curiosamente quanto mais intenso é o empenho para registrar uma determinada situação, pior será o desempenho dos neurônios unidos na teia que desemboca na memória. [...] Com os avanços da tecnologia, foi possível identificar o gene que, no curso da história, contribuiu para o gradativo aumento do tamanho do cérebro, aprimorando-se assim habilidades cognitivas e a própria memória – ferramenta vital para a sobrevivência.

2) Segundo o texto, a metodologia usada nas pesquisas empregou

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Questão 3 de 22 Q1445052 Q3 da prova
Texto para responder às questões 1 a 5.

VER, GUARDAR, LEMBRAR
Descobertas sobre a nossa memória visual, ferramenta essencial à sobrevivência, mostram como o ser humano é capaz de reter imagens no cérebro. Nos primórdios da história, um tempo de linguagem pouco desenvolvida e escassa troca de informações, os hominídeos, ancestrais dos humanos, tinham a memória como grande aliada para refazer as rotas que levavam às fontes de água, aos pés de frutas sem teor tóxico e às cavernas que ofereciam maior segurança. Protegida por essa primitiva capacidade de armazenar um vasto conjunto de imagens ao mesmo tempo, a espécie foi prosperando e evoluindo. Sem esse potente HD mental, a revolução agrícola que marcou a passagem da vida nômade para uma existência sedentária, provavelmente não teria se desenrolado como relatam hoje os livros de escola. Pois foi a associação entre as formas das plantas e seu período de plantio e colheita – tudo visualmente memorizado - que serviu de base para a reviravolta que moldaria os destinos da humanidade. Nesse amplo campo que não para de ser investigado pela ciência, uma recente descoberta reforça o que outras vinham sinalizando: a memória visual humana, já identificada em tão longínqua era, é muito superior ao que se imaginava. Depois de aplicar uma batelada de testes cognitivos em um grupo de centenas de pessoas e observar seu cérebro em ação por meio de avançados aparelhos, pesquisadores do Brigham and Women’s Hospital, prestigiado centro de estudos sobre psicologia e neurologia nos Estados Unidos, mapearam a frenética absorção de estímulos visuais – um processo que põe para trabalhar as principais regiões da mente, entre elas o córtex pré-frontal, local de registro instantâneo daquilo que se vê, e o hipocampo, que consolida a memória de longo prazo. Ao fim do extenso levantamento, eis que os cientistas chegaram à conclusão de que os indivíduos têm o poder de guardar o triplo de dados visuais do que costumava aparecer em aferições semelhantes. [...]O que está em jogo são lembranças de naturezas variadas, que enlaçam tempo e espaço – da localização do carro em um estacionamento apinhado ao trajeto para certo destino, do lugar onde repousa um produto no mercado a fragmentos comoventes da infância. “Quanto mais feliz o momento, mais ele tende a ficar armazenado, já que o cérebro entende sua relevância, ao mesmo tempo que, como mecanismo de defesa, pode apagar detalhes de episódios traumáticos”, explica o neurocientista Fabiano Agrela. A visão representa 80% de tudo o que os cinco sentidos captam juntos. Ela é permanentemente bombardeada de informações, algumas logo descartadas. O excesso de estímulos no entorno dos habitantes desta era moderna é um desafio e tanto para o cérebro, em sua constante função de separar o que vale guardar. É também, surpreendente, uma vantagem para a memória visual, segundo aponta o estudo americano. Ele constata que, diante de um cenário superlotado de informações, a mente humana se sai muito bem, memorizando em questão de segundos uma quantidade notável de imagens, sobretudo quando não faz esforço para reter o que vê. Curiosamente quanto mais intenso é o empenho para registrar uma determinada situação, pior será o desempenho dos neurônios unidos na teia que desemboca na memória. [...] Com os avanços da tecnologia, foi possível identificar o gene que, no curso da história, contribuiu para o gradativo aumento do tamanho do cérebro, aprimorando-se assim habilidades cognitivas e a própria memória – ferramenta vital para a sobrevivência.

3) Assinale a alternativa correta a respeito das conclusões da pesquisa apontadas no texto.

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Questão 4 de 22 Q1445054 Q4 da prova
Texto para responder às questões 1 a 5.

VER, GUARDAR, LEMBRAR
Descobertas sobre a nossa memória visual, ferramenta essencial à sobrevivência, mostram como o ser humano é capaz de reter imagens no cérebro. Nos primórdios da história, um tempo de linguagem pouco desenvolvida e escassa troca de informações, os hominídeos, ancestrais dos humanos, tinham a memória como grande aliada para refazer as rotas que levavam às fontes de água, aos pés de frutas sem teor tóxico e às cavernas que ofereciam maior segurança. Protegida por essa primitiva capacidade de armazenar um vasto conjunto de imagens ao mesmo tempo, a espécie foi prosperando e evoluindo. Sem esse potente HD mental, a revolução agrícola que marcou a passagem da vida nômade para uma existência sedentária, provavelmente não teria se desenrolado como relatam hoje os livros de escola. Pois foi a associação entre as formas das plantas e seu período de plantio e colheita – tudo visualmente memorizado - que serviu de base para a reviravolta que moldaria os destinos da humanidade. Nesse amplo campo que não para de ser investigado pela ciência, uma recente descoberta reforça o que outras vinham sinalizando: a memória visual humana, já identificada em tão longínqua era, é muito superior ao que se imaginava. Depois de aplicar uma batelada de testes cognitivos em um grupo de centenas de pessoas e observar seu cérebro em ação por meio de avançados aparelhos, pesquisadores do Brigham and Women’s Hospital, prestigiado centro de estudos sobre psicologia e neurologia nos Estados Unidos, mapearam a frenética absorção de estímulos visuais – um processo que põe para trabalhar as principais regiões da mente, entre elas o córtex pré-frontal, local de registro instantâneo daquilo que se vê, e o hipocampo, que consolida a memória de longo prazo. Ao fim do extenso levantamento, eis que os cientistas chegaram à conclusão de que os indivíduos têm o poder de guardar o triplo de dados visuais do que costumava aparecer em aferições semelhantes. [...]O que está em jogo são lembranças de naturezas variadas, que enlaçam tempo e espaço – da localização do carro em um estacionamento apinhado ao trajeto para certo destino, do lugar onde repousa um produto no mercado a fragmentos comoventes da infância. “Quanto mais feliz o momento, mais ele tende a ficar armazenado, já que o cérebro entende sua relevância, ao mesmo tempo que, como mecanismo de defesa, pode apagar detalhes de episódios traumáticos”, explica o neurocientista Fabiano Agrela. A visão representa 80% de tudo o que os cinco sentidos captam juntos. Ela é permanentemente bombardeada de informações, algumas logo descartadas. O excesso de estímulos no entorno dos habitantes desta era moderna é um desafio e tanto para o cérebro, em sua constante função de separar o que vale guardar. É também, surpreendente, uma vantagem para a memória visual, segundo aponta o estudo americano. Ele constata que, diante de um cenário superlotado de informações, a mente humana se sai muito bem, memorizando em questão de segundos uma quantidade notável de imagens, sobretudo quando não faz esforço para reter o que vê. Curiosamente quanto mais intenso é o empenho para registrar uma determinada situação, pior será o desempenho dos neurônios unidos na teia que desemboca na memória. [...] Com os avanços da tecnologia, foi possível identificar o gene que, no curso da história, contribuiu para o gradativo aumento do tamanho do cérebro, aprimorando-se assim habilidades cognitivas e a própria memória – ferramenta vital para a sobrevivência.

4) “Quanto mais feliz o momento, mais ele tende a ficar armazenado, já que o cérebro entende sua relevância, ao mesmo tempo que, como mecanismo de defesa, pode apagar detalhes de episódios traumáticos.” O texto emprega um pronome possessivo adequadamente, sem possibilidade de dupla interpretação, ou seja, sem ambiguidade. Analise as estruturas abaixo e assinale a alternativa que também não apresenta ambiguidade no uso do pronome.

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Questão 5 de 22 Q1445056 Q5 da prova
Texto para responder às questões 1 a 5.

VER, GUARDAR, LEMBRAR
Descobertas sobre a nossa memória visual, ferramenta essencial à sobrevivência, mostram como o ser humano é capaz de reter imagens no cérebro. Nos primórdios da história, um tempo de linguagem pouco desenvolvida e escassa troca de informações, os hominídeos, ancestrais dos humanos, tinham a memória como grande aliada para refazer as rotas que levavam às fontes de água, aos pés de frutas sem teor tóxico e às cavernas que ofereciam maior segurança. Protegida por essa primitiva capacidade de armazenar um vasto conjunto de imagens ao mesmo tempo, a espécie foi prosperando e evoluindo. Sem esse potente HD mental, a revolução agrícola que marcou a passagem da vida nômade para uma existência sedentária, provavelmente não teria se desenrolado como relatam hoje os livros de escola. Pois foi a associação entre as formas das plantas e seu período de plantio e colheita – tudo visualmente memorizado - que serviu de base para a reviravolta que moldaria os destinos da humanidade. Nesse amplo campo que não para de ser investigado pela ciência, uma recente descoberta reforça o que outras vinham sinalizando: a memória visual humana, já identificada em tão longínqua era, é muito superior ao que se imaginava. Depois de aplicar uma batelada de testes cognitivos em um grupo de centenas de pessoas e observar seu cérebro em ação por meio de avançados aparelhos, pesquisadores do Brigham and Women’s Hospital, prestigiado centro de estudos sobre psicologia e neurologia nos Estados Unidos, mapearam a frenética absorção de estímulos visuais – um processo que põe para trabalhar as principais regiões da mente, entre elas o córtex pré-frontal, local de registro instantâneo daquilo que se vê, e o hipocampo, que consolida a memória de longo prazo. Ao fim do extenso levantamento, eis que os cientistas chegaram à conclusão de que os indivíduos têm o poder de guardar o triplo de dados visuais do que costumava aparecer em aferições semelhantes. [...]O que está em jogo são lembranças de naturezas variadas, que enlaçam tempo e espaço – da localização do carro em um estacionamento apinhado ao trajeto para certo destino, do lugar onde repousa um produto no mercado a fragmentos comoventes da infância. “Quanto mais feliz o momento, mais ele tende a ficar armazenado, já que o cérebro entende sua relevância, ao mesmo tempo que, como mecanismo de defesa, pode apagar detalhes de episódios traumáticos”, explica o neurocientista Fabiano Agrela. A visão representa 80% de tudo o que os cinco sentidos captam juntos. Ela é permanentemente bombardeada de informações, algumas logo descartadas. O excesso de estímulos no entorno dos habitantes desta era moderna é um desafio e tanto para o cérebro, em sua constante função de separar o que vale guardar. É também, surpreendente, uma vantagem para a memória visual, segundo aponta o estudo americano. Ele constata que, diante de um cenário superlotado de informações, a mente humana se sai muito bem, memorizando em questão de segundos uma quantidade notável de imagens, sobretudo quando não faz esforço para reter o que vê. Curiosamente quanto mais intenso é o empenho para registrar uma determinada situação, pior será o desempenho dos neurônios unidos na teia que desemboca na memória. [...] Com os avanços da tecnologia, foi possível identificar o gene que, no curso da história, contribuiu para o gradativo aumento do tamanho do cérebro, aprimorando-se assim habilidades cognitivas e a própria memória – ferramenta vital para a sobrevivência.

5) “Sem esse potente HD mental, a revolução agrícola que marcou a passagem da vida nômade para uma existência sedentária, provavelmente não teria se desenrolado como relatam hoje os livros de escola”. Assinale a alternativa que contém o nome da figura de linguagem que representa o sentido existente em relação às palavras nômade e sedentária, no texto.

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Questão 6 de 22 Q1445057 Q6 da prova

6) “Os adultos possuem poder de decisão; os jovens, incertezas e conflitos”. Na segunda oração do período acima, não houve a repetição do verbo possuir, modificando a estrutura sintática da frase. Esse recurso constitui uma figura de linguagem conhecida como

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Questão 7 de 22 Q1445061 Q8 da prova

8) As estruturas abaixo estão na voz passiva verbal analítica. I. Foram divulgadas muitas notícias falsas naquela época. II. Até agora não foram encontradas respostas para muitas das questões apresentadas. III. Aqui são vendidas peças raras de coleção. IV. Salas espaçosas e ensolaradas são alugadas neste bairro. Em qual das seguintes alternativas a forma sintética preservou a concordância verbal das estruturas acima?

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Questão 8 de 22 Q1445062 Q9 da prova

9) Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas das estruturas abaixo quanto ao emprego dos pronomes pessoais eu e mim. I. Pensei que as flores eram para............, mas descobri que eram para...........levar à igreja. II. O romance que enviaram para................é para .............ler e fazer um resumo. III. Estavam todos contra............., por isso pediram para .................sair.

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Questão 9 de 22 Q1445066 Q11 da prova

11) O Regimento Geral da Unicentro determina que o processo eleitoral para a escolha do Chefe e do Vice-chefe de Departamento Pedagógico tem regulamento próprio aprovado pelo

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Questão 10 de 22 Q1445067 Q12 da prova

12) Considerando o contido no Regimento Geral da Unicentro, os cursos de especialização, de aperfeiçoamento e outros, ofertados na modalidade a Distância, seguem cronograma próprio, aprovado

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Questão 11 de 22 Q1445069 Q13 da prova

13) De acordo com o Estatuto da Universidade Estadual do Centro-Oeste, assinale a alternativa que contenha um órgão deliberativo e consultivo da administração básica.

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Questão 12 de 22 Q1445070 Q14 da prova

14) De acordo com o Estatuto da Universidade Estadual do Centro-Oeste, assinale a alternativa que contenha um órgão executivo da administração intermediária.

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Questão 13 de 22 Q1445072 Q15 da prova

15) O desenvolvimento de instrumento avaliativo próprio para o processo de autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento de cursos, na modalidade EaD, cabe

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Questão 14 de 22 Q1445077 Q18 da prova

18) Sobre a sede e os polos, na modalidade de educação a distância, de acordo com a Resolução nº 001-CNE/CES, de 11 de março de 2016, analise as seguintes assertivas: I - Os polos de EaD poderão abrigar atividades de ensino, pesquisa e extensão. II – Poderão existir polos de EaD em território nacional e no exterior. III - Polo de EaD é a unidade acadêmica e operacional descentralizada, instalada apenas no território nacional. IV - Os polos de EaD poderão abrigar apenas atividades de ensino. Estão CORRETAS as assertivas

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Questão 15 de 22 Q1445079 Q19 da prova

19) Consoante à Resolução nº 001-CNE/CES, de 11 de março de 2016, assegurar a todos os estudantes matriculados, corpo docente, tutor e gestor, o acesso às tecnologias e aos recursos educacionais do curso,

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Questão 16 de 22 Q1445080 Q20 da prova

20) Considerando o Decreto Federal nº 9.057/2017, assinale a alternativa INCORRETA.

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Questão 17 de 22 Q1445082 Q21 da prova

21) De acordo com o Decreto Federal nº 9.057, de 25 de maio de 2017, assinale a alternativa INCORRETA.

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Questão 18 de 22 Q1445084 Q22 da prova

22) Analise as assertivas abaixo, sobre o Decreto Federal nº 9.057, de 25 de maio de 2017. I - Considera-se educação a distância a modalidade educacional na qual a mediação didático-pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem ocorra com a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação, com pessoal qualificado, com políticas de acesso, com acompanhamento e avaliação compatíveis, entre outros, e desenvolva atividades educativas por estudantes e profissionais da educação que estejam em lugares e tempos diversos. II - Apenas a educação superior poderá ser ofertada na modalidade a distância, observadas as condições de acessibilidade que devem ser asseguradas nos espaços e meios utilizados. III - As atividades presenciais, como tutorias, avaliações, estágios, práticas profissionais e de laboratório e defesa de trabalhos, previstas nos projetos pedagógicos ou de desenvolvimento da instituição de ensino e do curso, serão realizadas somente nos polos de educação a distância. IV - A criação, a organização, a oferta e o desenvolvimento de cursos a distância observarão a legislação em vigor e as normas específicas expedidas pelo Ministério da Educação. Estão CORRETAS as assertivas

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Questão 19 de 22 Q1445085 Q23 da prova

23) De acordo com o Art. 80, da Lei Federal nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, a educação a distância gozará de tratamento diferenciado, que incluirá

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Questão 20 de 22 Q1445087 Q24 da prova

24) De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente,

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Questão 21 de 22 Q1445094 Q29 da prova

29) Assinale a alternativa que relaciona as definições ao respectivo conceito sobre organização e gerenciamento de informações. I) Conjunto de informações referentes aos diversos elementos de uma coleção, na qual todos são de uma mesma natureza. Diz respeito a programas ou a dados. II) Sequência de itens de dados, cada qual, também, com um registro conhecido como campo; esses itens de dados, que caracterizam cada elemento, são tratados como uma unidade de informação. III) Quantidade de informação transmitida à memória ou retirada dela, em consequência de uma instrução. IV) Espaços reservados aos diferentes dados que correspondem a uma característica ou à propriedade do objeto representado.

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Questão 22 de 22 Q1445095 Q30 da prova

30) Sobre redes de computadores, assinale a alternativa onde todas as estações são contempladas com o mesmo sistema operacional de redes e todas têm idênticos “poderes”. A natureza dos serviços, a cada momento, é que determina quais máquinas são clientes; uma mesma máquina poderá ser cliente e servidor, em relação a dois serviços diferentes, simultaneamente.

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