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Prova Servente - Pref. Rio dos Índios/RS
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Questão 1 de 14 Q2129699 Q3 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 8.

E se...

E se eu não tivesse brigado, discutido, me entregue? E se eu tivesse feito diferente, dito de outra forma, me retirado em silêncio? E se eu não tivesse aceitado o conselho, tivesse tomado uma decisão por mim mesmo ou ainda, se tivesse escutado o que me diziam, talvez hoje fosse diferente? Talvez eu não estaria aqui escrevendo e você não estivesse aí lendo. Não nos damos conta de que se não tivéssemos feito o que fizemos, dentro do possível que éramos na época, não teríamos chegado até aqui do jeito que chegamos. O “e se” é suspenso. O agitamos feito um papel manteiga que se dobra diante do vento. Tentar prever algo, saber de antemão é congelar a vida.
Construímos tensões ao longo do tempo. Ficamos tristes, desapontados, frustrados. Somos uma espécie de taças sendo preenchidas e esvaziadas constante e silenciosamente. Talvez pudéssemos pensar que o “e se” funciona como ruínas que carregamos dentro de nós. Somos tão cheios de impossibilidades e nos demoramos nelas feito crianças birrentas que insistem em algo que já passou. Pensar no que poderia ter acontecido se tivéssemos feito de outro modo é ficar velando ossos. O tempo revira a vida todos os dias. Precisamos aprender a passar por nossas ruínas internas sabendo por onde pisamos, aceitando o que se perdeu. Temos tanto medo de morrer, mas nem nos damos conta de que ao ficarmos fixados no “e se”, flertamos com o que já não tem mais vida alguma e nos assombra feito fantasmas. Alimentamos fantasmas pela escuridão que projetamos. Estar vivo é errar. Ninguém nasce com o mapa do caminho. Vamos inventando aos poucos. Acertando aqui, nos queimando logo ali. Pisando em falso numa memória, tropeçando numa escolha equivocada, correndo atrás dos sonhos. Se conseguirmos olhar para trás e pensar que hoje faríamos de outro jeito, eis a constatação de que estamos nos movimentando. Mesmo que estejamos andando em círculos, repetindo, repetindo. Até que um dia nos damos conta de que já passamos por esta mesma paisagem muitas vezes. Agora podemos reconhecer por onde andam os buracos que nos machucam.
Invocar o “e se” é permanecer voltado para trás. É ficar olhando para lápides e estátuas trincadas cobertas de musgo. Talvez pudéssemos nos permitir a perguntar: “e agora”? Todos carregamos coisas mal resolvidas dentro de si, mas para quê? Nossos cacos da infância, restos de histórias interrompidas compõem nosso chão, é fato, mas mais do que sermos metamorfoses ambulantes, somos trajetórias e trajetos que se fazem e desfazem e se refazem o tempo todo

Autora : Adriana Antunes - GZH (adaptado).

O texto articula reflexões existenciais sobre o tempo e a construção da vida. Analise as assertivas:
I. Estar vivo é assumir riscos, errar e corrigir percursos, como parte inevitável do processo de existir.
II. Permanecer fixado em dúvidas passadas representa uma forma de paralisia diante da vida.
III. A metáfora das “lápides e estátuas trincadas” reforça a ideia de que o “e se” mantém o indivíduo preso ao que já está morto.
Está correto o que se afirma em:

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Questão 2 de 14 Q2129705 Q6 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 8.

E se...

E se eu não tivesse brigado, discutido, me entregue? E se eu tivesse feito diferente, dito de outra forma, me retirado em silêncio? E se eu não tivesse aceitado o conselho, tivesse tomado uma decisão por mim mesmo ou ainda, se tivesse escutado o que me diziam, talvez hoje fosse diferente? Talvez eu não estaria aqui escrevendo e você não estivesse aí lendo. Não nos damos conta de que se não tivéssemos feito o que fizemos, dentro do possível que éramos na época, não teríamos chegado até aqui do jeito que chegamos. O “e se” é suspenso. O agitamos feito um papel manteiga que se dobra diante do vento. Tentar prever algo, saber de antemão é congelar a vida.
Construímos tensões ao longo do tempo. Ficamos tristes, desapontados, frustrados. Somos uma espécie de taças sendo preenchidas e esvaziadas constante e silenciosamente. Talvez pudéssemos pensar que o “e se” funciona como ruínas que carregamos dentro de nós. Somos tão cheios de impossibilidades e nos demoramos nelas feito crianças birrentas que insistem em algo que já passou. Pensar no que poderia ter acontecido se tivéssemos feito de outro modo é ficar velando ossos. O tempo revira a vida todos os dias. Precisamos aprender a passar por nossas ruínas internas sabendo por onde pisamos, aceitando o que se perdeu. Temos tanto medo de morrer, mas nem nos damos conta de que ao ficarmos fixados no “e se”, flertamos com o que já não tem mais vida alguma e nos assombra feito fantasmas. Alimentamos fantasmas pela escuridão que projetamos. Estar vivo é errar. Ninguém nasce com o mapa do caminho. Vamos inventando aos poucos. Acertando aqui, nos queimando logo ali. Pisando em falso numa memória, tropeçando numa escolha equivocada, correndo atrás dos sonhos. Se conseguirmos olhar para trás e pensar que hoje faríamos de outro jeito, eis a constatação de que estamos nos movimentando. Mesmo que estejamos andando em círculos, repetindo, repetindo. Até que um dia nos damos conta de que já passamos por esta mesma paisagem muitas vezes. Agora podemos reconhecer por onde andam os buracos que nos machucam.
Invocar o “e se” é permanecer voltado para trás. É ficar olhando para lápides e estátuas trincadas cobertas de musgo. Talvez pudéssemos nos permitir a perguntar: “e agora”? Todos carregamos coisas mal resolvidas dentro de si, mas para quê? Nossos cacos da infância, restos de histórias interrompidas compõem nosso chão, é fato, mas mais do que sermos metamorfoses ambulantes, somos trajetórias e trajetos que se fazem e desfazem e se refazem o tempo todo

Autora : Adriana Antunes - GZH (adaptado).

A ortoépia estuda a correta separação das sílabas e a acentuação da sílaba tônica nas palavras. Nesse sentido, analise as assertivas:
I. A palavra fantasmas separa-se em fan-tas-mas e tem a sílaba tônica em tas, classificando-se como paroxítona.
II. O vocábulo equivocada divide-se em e-qui-vo-ca-da e apresenta tonicidade em ca, sendo, portanto, paroxítona.
III. A palavra impossibilidades separa-se em im-pos-si-bi-li-da-des e tem como sílaba tônica da, classificando-se como paroxítona.
Está correto o que se afirma em:

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Questão 3 de 14 Q2129729 Q18 da prova

Analise as afirmações a seguir sobre aspectos geopolíticos e climáticos que afetam o Brasil contemporâneo:
I. O Brasil faz parte do G20, grupo que reúne as maiores economias do mundo, sendo influente nas negociações ambientais globais.
II. O país enfrenta efeitos das mudanças climáticas, como períodos prolongados de seca no Nordeste e enchentes no Sul.
III. A posição do Brasil na América do Sul impede que seja afetado por fenômenos climáticos como El Niño ou La Niña.
Das afirmações, pode-se afirmar que:

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Questão 4 de 14 Q2129739 Q23 da prova

Entre as competências do Município, no exercício de sua autonomia, está(ão):
I. Decretar suas Leis, expedir decretos e atos relativos aos assuntos de seu peculiar interesse.
II. Promover o ordenamento territorial, através de planejamento e controle do uso, parcelamento e da ocupação do solo urbano.
III. Regulamentar a fixação de cartazes, anúncios, emblemas e quaisquer outros meios de publicidade e propaganda.
Está(ão) CORRETA(S):

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Questão 5 de 14 Q2129755 Q31 da prova

A limpeza de pisos internos deve ser realizada de forma planejada, utilizando produtos adequados para cada superfície. Sobre esse procedimento, assinale a alternativa correta.

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Questão 6 de 14 Q2129757 Q32 da prova

Sobre o uso de produtos químicos na limpeza, analise as assertivas:
I – É importante diluir os produtos conforme instruções do fabricante, evitando excesso de concentração.
II – A mistura de produtos diferentes deve ser feita para potencializar a ação da limpeza.
III – O armazenamento de produtos deve ser em local arejado e identificado.
Das assertivas, pode-se afirmar que:

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Questão 7 de 14 Q2129759 Q33 da prova

A _______ é fundamental para evitar a proliferação de doenças, sendo recomendada a lavagem frequente das mãos, o uso de roupas limpas e o cuidado com a higiene corporal no ambiente de trabalho. Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna?

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Questão 8 de 14 Q2129760 Q34 da prova

Analise as assertivas sobre manutenção de equipamentos:
I – A limpeza das ferramentas deve ser realizada após o uso, evitando corrosão e danos.
II – Peças quebradas ou desgastadas devem ser substituídas para garantir o bom funcionamento.
III – Pequenos reparos só devem ser feitos por profissionais especializados, nunca pelo próprio usuário.
Das assertivas, pode-se afirmar que:

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Questão 9 de 14 Q2129762 Q35 da prova

A coleta seletiva contribui para o destino adequado dos resíduos. Nesse processo, os resíduos orgânicos correspondem a:

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Questão 10 de 14 Q2129764 Q36 da prova

Sobre os procedimentos de destinação correta dos resíduos, assinale a alternativa INCORRETA.

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Questão 11 de 14 Q2129766 Q37 da prova

Um dos principais objetivos do uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) é:

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Questão 12 de 14 Q2129768 Q38 da prova

Sobre procedimentos em caso de acidentes no trabalho, analise as assertivas:
I – Afastar imediatamente a vítima da fonte de risco é uma das primeiras providências.
II – Comunicar o acidente ao setor responsável ou supervisor é medida obrigatória.
III – Não é necessário registrar o acidente oficialmente quando não há ferimentos visíveis.
Das assertivas, pode-se afirmar que:

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Questão 13 de 14 Q2129770 Q39 da prova

A higiene ambiental no local de trabalho está associada ao controle de agentes físicos, químicos e biológicos que podem comprometer a saúde coletiva. Nesse sentido, assinale a alternativa INCORRETA.

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Questão 14 de 14 Q2129772 Q40 da prova

A(O) ____ ____ ___ é um equipamento elétrico utilizado em procedimentos de conservação, responsável por devolver o brilho e uniformidade a pisos encerados ou tratados, exigindo manuseio cuidadoso e treinamento prévio para evitar danos à superfície. Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna?

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