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Prova Residência Médica - Neurorradiologia - SES/PE
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Questão 1 de 25 Q1740518 Q3 da prova

Imunobiológicos têm sido cada vez mais utilizados para tratamento de doenças neurológicas. Assinale a alternativa que indica o mecanismo de ação CORRETO.

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Questão 2 de 25 Q1740520 Q4 da prova

Vários tipos de procedimentos podem estar associados a ocorrência de cefaleias secundárias. De acordo com a International Classification of Headache Disorders (terceira edição), o critério temporal para tempo máximo de início da dor após o procedimento está CORRETO na alternativa

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Questão 3 de 25 Q1740527 Q8 da prova

Os critérios diagnósticos de Boston para a angiopatia amiloide cerebral foram revisados em 2022. Pode-se considerar como critério CORRETO para doença classificada como provável:

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Questão 4 de 25 Q1740530 Q10 da prova

O tratamento da doença de Parkinson habitualmente implica o uso de múltiplos medicamentos em doses altas e posologia frequente. Qual das associações entre efeitos adversos comportamentais frequentes e os medicamentos para a doença está INCORRETA?

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Questão 5 de 25 Q1740532 Q11 da prova

Vários tratamentos estão disponíveis para a miastenia gravis, agindo em níveis diferentes da fisiopatologia da doença. Assinale a alternativa que indica o medicamento que está INCORRETAMENTE associado com o sítio de ação.

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Questão 6 de 25 Q1740536 Q13 da prova

Nas síndromes medulares, os achados clínicos estão relacionados à distribuição das fibras e tratos. Assinale a alternativa que indica a associação CORRETA entre as vias e as localizações.

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Questão 7 de 25 Q1740540 Q15 da prova

São considerados achados de imagem altamente sugestivos de qualquer tipo de neurofibromatose os citados abaixo, EXCETO

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Questão 8 de 25 Q1740553 Q21 da prova
CASO CLÍNICO 1 (Questões de 21 a 25) Da emergência pediátrica, veio pedido de parecer para neurocirurgia sobre recém-nascido com 28 dias de vida (DV), nascido com 23 semanas (sem) e 5-7 dias e idade corrigida de 28 sem que desenvolveu sinais e sintomas de hidrocefalia (HCF). Histórico materno: G3P2 (3 gestações e 2 partos), parto prematuro anterior com 24 sem / VDRL (Venereal disease research laboratory) de 1/16, colonização por estreptococos do grupo B com corioamnionite e, apesar do repouso na cama, cerclagem e tocolíticos, teve parto prematuro em maternidade do interior. Fez ultrassonografia (USG) transfontanela (TF): ventriculomegalia (VM) bilateral e grave com circunferência da cabeça de 30 cm (faixa normal em 28,5 sem = 23 –28,5 cm) / Peso (P) = 950 gramas (0,95 kg). Foi realizada punção lombar (PL) de 3 ml de líquido cefalorraquidiano (LCR): sanguinolento.

Qual a provável causa do quadro clínico neurológico (hidrocefalia) do paciente e seu diagnóstico, respectivamente?

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Questão 9 de 25 Q1740555 Q22 da prova
CASO CLÍNICO 1 (Questões de 21 a 25) Da emergência pediátrica, veio pedido de parecer para neurocirurgia sobre recém-nascido com 28 dias de vida (DV), nascido com 23 semanas (sem) e 5-7 dias e idade corrigida de 28 sem que desenvolveu sinais e sintomas de hidrocefalia (HCF). Histórico materno: G3P2 (3 gestações e 2 partos), parto prematuro anterior com 24 sem / VDRL (Venereal disease research laboratory) de 1/16, colonização por estreptococos do grupo B com corioamnionite e, apesar do repouso na cama, cerclagem e tocolíticos, teve parto prematuro em maternidade do interior. Fez ultrassonografia (USG) transfontanela (TF): ventriculomegalia (VM) bilateral e grave com circunferência da cabeça de 30 cm (faixa normal em 28,5 sem = 23 –28,5 cm) / Peso (P) = 950 gramas (0,95 kg). Foi realizada punção lombar (PL) de 3 ml de líquido cefalorraquidiano (LCR): sanguinolento.

Quais os principais fatores de risco para esse tipo de complicação no recém-nascido em questão?

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Questão 10 de 25 Q1740557 Q23 da prova
CASO CLÍNICO 1 (Questões de 21 a 25) Da emergência pediátrica, veio pedido de parecer para neurocirurgia sobre recém-nascido com 28 dias de vida (DV), nascido com 23 semanas (sem) e 5-7 dias e idade corrigida de 28 sem que desenvolveu sinais e sintomas de hidrocefalia (HCF). Histórico materno: G3P2 (3 gestações e 2 partos), parto prematuro anterior com 24 sem / VDRL (Venereal disease research laboratory) de 1/16, colonização por estreptococos do grupo B com corioamnionite e, apesar do repouso na cama, cerclagem e tocolíticos, teve parto prematuro em maternidade do interior. Fez ultrassonografia (USG) transfontanela (TF): ventriculomegalia (VM) bilateral e grave com circunferência da cabeça de 30 cm (faixa normal em 28,5 sem = 23 –28,5 cm) / Peso (P) = 950 gramas (0,95 kg). Foi realizada punção lombar (PL) de 3 ml de líquido cefalorraquidiano (LCR): sanguinolento.

Qual grau, segundo os critérios de Papile (1978), podemos classificar a lesão cerebral pelos achados da USG acima?

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Questão 11 de 25 Q1740559 Q25 da prova
CASO CLÍNICO 1 (Questões de 21 a 25) Da emergência pediátrica, veio pedido de parecer para neurocirurgia sobre recém-nascido com 28 dias de vida (DV), nascido com 23 semanas (sem) e 5-7 dias e idade corrigida de 28 sem que desenvolveu sinais e sintomas de hidrocefalia (HCF). Histórico materno: G3P2 (3 gestações e 2 partos), parto prematuro anterior com 24 sem / VDRL (Venereal disease research laboratory) de 1/16, colonização por estreptococos do grupo B com corioamnionite e, apesar do repouso na cama, cerclagem e tocolíticos, teve parto prematuro em maternidade do interior. Fez ultrassonografia (USG) transfontanela (TF): ventriculomegalia (VM) bilateral e grave com circunferência da cabeça de 30 cm (faixa normal em 28,5 sem = 23 –28,5 cm) / Peso (P) = 950 gramas (0,95 kg). Foi realizada punção lombar (PL) de 3 ml de líquido cefalorraquidiano (LCR): sanguinolento.

Qual é o tratamento de escolha para o quadro neurológico da paciente em questão?

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Questão 12 de 25 Q1740561 Q26 da prova
CASO CLÍNICO 2 (questões de 26 a 30) Paciente de 45 anos, sexo masculino, veio encaminhado do município de Canhotinho -PE para parecer da neurocirurgia após alta da cirurgia geral. Estava sem acompanhamento médico e em uso de cateter nasal com O2 6L/min. Tinha relato de queda de motocicleta há 6h, sem uso de capacete e com libação alcoólica. Exame físico em unidade de trauma: não abria os olhos, falava palavras inapropriadas, localizava a dor à esquerda, escoriações múltiplas em face, ferimento cortocontuso sangrante e não suturado em região temporoparietal direita e anisocoria à direita. Fez tomografia computadorizada (TC) de crânio que estava alterada e coluna cervical normal.

Qual a pontuação pela escala de coma de Glasgow (ECG) com a avaliação da resposta pupilar e classificação do traumatismo cranioencefálico (TCE) do paciente em questão?

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Questão 13 de 25 Q1740563 Q27 da prova
CASO CLÍNICO 2 (questões de 26 a 30) Paciente de 45 anos, sexo masculino, veio encaminhado do município de Canhotinho -PE para parecer da neurocirurgia após alta da cirurgia geral. Estava sem acompanhamento médico e em uso de cateter nasal com O2 6L/min. Tinha relato de queda de motocicleta há 6h, sem uso de capacete e com libação alcoólica. Exame físico em unidade de trauma: não abria os olhos, falava palavras inapropriadas, localizava a dor à esquerda, escoriações múltiplas em face, ferimento cortocontuso sangrante e não suturado em região temporoparietal direita e anisocoria à direita. Fez tomografia computadorizada (TC) de crânio que estava alterada e coluna cervical normal.

Qual lesão é responsável pelo quadro neurológico do paciente e o possível local de herniação cerebral que justifique a anisocoria?

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Questão 14 de 25 Q1740565 Q28 da prova
CASO CLÍNICO 2 (questões de 26 a 30) Paciente de 45 anos, sexo masculino, veio encaminhado do município de Canhotinho -PE para parecer da neurocirurgia após alta da cirurgia geral. Estava sem acompanhamento médico e em uso de cateter nasal com O2 6L/min. Tinha relato de queda de motocicleta há 6h, sem uso de capacete e com libação alcoólica. Exame físico em unidade de trauma: não abria os olhos, falava palavras inapropriadas, localizava a dor à esquerda, escoriações múltiplas em face, ferimento cortocontuso sangrante e não suturado em região temporoparietal direita e anisocoria à direita. Fez tomografia computadorizada (TC) de crânio que estava alterada e coluna cervical normal.

Qual deve ser a conduta imediata e mais apropriada do neurocirurgião diante desse paciente?

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Questão 15 de 25 Q1740567 Q29 da prova
CASO CLÍNICO 2 (questões de 26 a 30) Paciente de 45 anos, sexo masculino, veio encaminhado do município de Canhotinho -PE para parecer da neurocirurgia após alta da cirurgia geral. Estava sem acompanhamento médico e em uso de cateter nasal com O2 6L/min. Tinha relato de queda de motocicleta há 6h, sem uso de capacete e com libação alcoólica. Exame físico em unidade de trauma: não abria os olhos, falava palavras inapropriadas, localizava a dor à esquerda, escoriações múltiplas em face, ferimento cortocontuso sangrante e não suturado em região temporoparietal direita e anisocoria à direita. Fez tomografia computadorizada (TC) de crânio que estava alterada e coluna cervical normal.

Diferentemente do caso em questão e em relação aos hematomas epidurais agudos, vários fatores podem levar a uma TAC de crânio não diagnóstica, EXCETO:

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Questão 16 de 25 Q1740569 Q30 da prova
CASO CLÍNICO 2 (questões de 26 a 30) Paciente de 45 anos, sexo masculino, veio encaminhado do município de Canhotinho -PE para parecer da neurocirurgia após alta da cirurgia geral. Estava sem acompanhamento médico e em uso de cateter nasal com O2 6L/min. Tinha relato de queda de motocicleta há 6h, sem uso de capacete e com libação alcoólica. Exame físico em unidade de trauma: não abria os olhos, falava palavras inapropriadas, localizava a dor à esquerda, escoriações múltiplas em face, ferimento cortocontuso sangrante e não suturado em região temporoparietal direita e anisocoria à direita. Fez tomografia computadorizada (TC) de crânio que estava alterada e coluna cervical normal.

Ainda sobre os hematomas epidurais agudos, a rotura da Artéria Meníngea Média (AMM) é frequentemente associada ao surgimento deles. Qual alternativa está CORRETA sobre essa artéria?

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Questão 17 de 25 Q1740571 Q31 da prova
CASO CLÍNICO 3 (questões de 31 a 35) Jovem de 17 anos, veio encaminhado do Cabo de Santo Agostinho -PE para avaliação com a neurocirurgia de emergência. Tinha história de cefaleia súbita e de forte intensidade, seguida de vômitos, rebaixamento do nível de consciência e crise convulsiva na escola há 23h. Genitora informa que o paciente possuía o diagnóstico de malformação arteriovenosa (MAV) cerebral há 2 anos quando fez investigação de cefaleia crônica e crise convulsiva. Fazia uso de ácido valproico 250mg 1x/dia e estava aguardando embolização eletiva da MAV. Trouxe laudo de ressonância magnética (RM) e angioressonância magnética (angioRM) de 6 meses atrás com a seguinte informação: presença de MAV frontotemporal profunda direita, acometendo também cápsula interna e gânglios basais do mesmo lado com um grande nidus 6,2 x 6,0 x 5,6 cm, exibindo múltiplos vazios de fluxo. Suas artérias de alimentação são da artéria cerebral média direita e veia de drenagem para a veia cerebral profunda e depois para a veia de Galeno. Ao exame: entubado, sedado, com midríase fixa bilateral, sem reflexo de tosse e sem reflexo corneopalpebral. Trazia imagem de TC de crânio.

Qual medida mais adequada no momento a se fazer diante desse paciente?

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Questão 18 de 25 Q1740573 Q32 da prova
CASO CLÍNICO 3 (questões de 31 a 35) Jovem de 17 anos, veio encaminhado do Cabo de Santo Agostinho -PE para avaliação com a neurocirurgia de emergência. Tinha história de cefaleia súbita e de forte intensidade, seguida de vômitos, rebaixamento do nível de consciência e crise convulsiva na escola há 23h. Genitora informa que o paciente possuía o diagnóstico de malformação arteriovenosa (MAV) cerebral há 2 anos quando fez investigação de cefaleia crônica e crise convulsiva. Fazia uso de ácido valproico 250mg 1x/dia e estava aguardando embolização eletiva da MAV. Trouxe laudo de ressonância magnética (RM) e angioressonância magnética (angioRM) de 6 meses atrás com a seguinte informação: presença de MAV frontotemporal profunda direita, acometendo também cápsula interna e gânglios basais do mesmo lado com um grande nidus 6,2 x 6,0 x 5,6 cm, exibindo múltiplos vazios de fluxo. Suas artérias de alimentação são da artéria cerebral média direita e veia de drenagem para a veia cerebral profunda e depois para a veia de Galeno. Ao exame: entubado, sedado, com midríase fixa bilateral, sem reflexo de tosse e sem reflexo corneopalpebral. Trazia imagem de TC de crânio.

Quantos pontos e qual grau a MAV cerebral do paciente em questão recebe pela classificação de Spetzler-Martin (SM)?

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Questão 19 de 25 Q1740575 Q33 da prova
CASO CLÍNICO 3 (questões de 31 a 35) Jovem de 17 anos, veio encaminhado do Cabo de Santo Agostinho -PE para avaliação com a neurocirurgia de emergência. Tinha história de cefaleia súbita e de forte intensidade, seguida de vômitos, rebaixamento do nível de consciência e crise convulsiva na escola há 23h. Genitora informa que o paciente possuía o diagnóstico de malformação arteriovenosa (MAV) cerebral há 2 anos quando fez investigação de cefaleia crônica e crise convulsiva. Fazia uso de ácido valproico 250mg 1x/dia e estava aguardando embolização eletiva da MAV. Trouxe laudo de ressonância magnética (RM) e angioressonância magnética (angioRM) de 6 meses atrás com a seguinte informação: presença de MAV frontotemporal profunda direita, acometendo também cápsula interna e gânglios basais do mesmo lado com um grande nidus 6,2 x 6,0 x 5,6 cm, exibindo múltiplos vazios de fluxo. Suas artérias de alimentação são da artéria cerebral média direita e veia de drenagem para a veia cerebral profunda e depois para a veia de Galeno. Ao exame: entubado, sedado, com midríase fixa bilateral, sem reflexo de tosse e sem reflexo corneopalpebral. Trazia imagem de TC de crânio.

Quais os critérios usados na classificação suplementar de Spetzler-Martin e quantos pontos a MAV cerebral do paciente em questão recebe?

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Questão 20 de 25 Q1740577 Q34 da prova
CASO CLÍNICO 3 (questões de 31 a 35) Jovem de 17 anos, veio encaminhado do Cabo de Santo Agostinho -PE para avaliação com a neurocirurgia de emergência. Tinha história de cefaleia súbita e de forte intensidade, seguida de vômitos, rebaixamento do nível de consciência e crise convulsiva na escola há 23h. Genitora informa que o paciente possuía o diagnóstico de malformação arteriovenosa (MAV) cerebral há 2 anos quando fez investigação de cefaleia crônica e crise convulsiva. Fazia uso de ácido valproico 250mg 1x/dia e estava aguardando embolização eletiva da MAV. Trouxe laudo de ressonância magnética (RM) e angioressonância magnética (angioRM) de 6 meses atrás com a seguinte informação: presença de MAV frontotemporal profunda direita, acometendo também cápsula interna e gânglios basais do mesmo lado com um grande nidus 6,2 x 6,0 x 5,6 cm, exibindo múltiplos vazios de fluxo. Suas artérias de alimentação são da artéria cerebral média direita e veia de drenagem para a veia cerebral profunda e depois para a veia de Galeno. Ao exame: entubado, sedado, com midríase fixa bilateral, sem reflexo de tosse e sem reflexo corneopalpebral. Trazia imagem de TC de crânio.

Sobre MAV cerebral, é INCORRETO afirmar que

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Questão 21 de 25 Q1740579 Q35 da prova
CASO CLÍNICO 3 (questões de 31 a 35) Jovem de 17 anos, veio encaminhado do Cabo de Santo Agostinho -PE para avaliação com a neurocirurgia de emergência. Tinha história de cefaleia súbita e de forte intensidade, seguida de vômitos, rebaixamento do nível de consciência e crise convulsiva na escola há 23h. Genitora informa que o paciente possuía o diagnóstico de malformação arteriovenosa (MAV) cerebral há 2 anos quando fez investigação de cefaleia crônica e crise convulsiva. Fazia uso de ácido valproico 250mg 1x/dia e estava aguardando embolização eletiva da MAV. Trouxe laudo de ressonância magnética (RM) e angioressonância magnética (angioRM) de 6 meses atrás com a seguinte informação: presença de MAV frontotemporal profunda direita, acometendo também cápsula interna e gânglios basais do mesmo lado com um grande nidus 6,2 x 6,0 x 5,6 cm, exibindo múltiplos vazios de fluxo. Suas artérias de alimentação são da artéria cerebral média direita e veia de drenagem para a veia cerebral profunda e depois para a veia de Galeno. Ao exame: entubado, sedado, com midríase fixa bilateral, sem reflexo de tosse e sem reflexo corneopalpebral. Trazia imagem de TC de crânio.

Alguns critérios devem ser observados para se realizar a abertura do protocolo de morte encefálica no caso do paciente acima, EXCETO:

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Questão 22 de 25 Q1740586 Q39 da prova

Paciente chega ao pronto-socorro após cair de bicicleta, com suspeita de traumatismo cranioencefálico. De acordo com relato dos acompanhantes, paciente desmaiou logo após a queda, mas, no momento, encontra-se consciente. Foi observada fratura óssea e coleção biconvexa hiperdensa na região frontotemporal ao estudo tomográfico sem contraste. Qual é a sua principal consideração diagnóstica?

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Questão 23 de 25 Q1740595 Q43 da prova

Sobre o “sinal da silhueta” na radiografia de tórax, podemos afirmar:

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Questão 24 de 25 Q1740603 Q47 da prova

Sobre a avaliação por imagem em uma paciente com suspeita de endometriose, marque a alternativa correta.

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Questão 25 de 25 Q1740607 Q49 da prova

Fraturas bilaterais do istmo ou do pedículo de C2, avulsão do canto inferior de C2 e subluxação/luxação anterior do corpo vertebral de C2 podem ser visualizadas em que tipo de fratura?

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