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Prova Professor PEB I - Inclusiva - Pref. Morro da Garça/MG
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Questão 1 de 9 Q2108011 Q4 da prova

De acordo com as orientações metodológicas propostas pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), a prática pedagógica deve considerar princípios que favorecem a construção do conhecimento de forma significativa, democrática e contextualizada. Nesse sentido, assinale a alternativa que contraria os princípios didáticos e pedagógicos defendidos pelo documento :

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Questão 2 de 9 Q2108013 Q5 da prova

A relação entre professor, aluno e conhecimento é central na prática pedagógica e assume diferentes significados conforme as concepções de educação. Sobre essa relação na perspectiva de uma pedagogia crítica e emancipadora, analise as afirmativas a seguir: I- O conhecimento não é uma verdade absoluta a ser transmitida, mas uma construção social mediada pela interação entre sujeitos históricos. II- O vínculo entre professor e aluno deve ser baseado no diálogo e na problematização da realidade, conforme defende Paulo Freire. III- A mediação docente implica compromisso ético e político com a formação crítica e reflexiva do educando. IV- A relação ensino-aprendizagem, na abordagem tradicional, privilegia a experiência prévia do aluno como eixo da construção do saber. Estão CORRETAS apenas as afirmativas

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Questão 3 de 9 Q2108015 Q6 da prova

Com base nas concepções contemporâneas de avaliação da aprendizagem, especialmente no contexto de uma prática pedagógica crítica e formativa, analise as afirmativas a seguir e marque V para as afirmativas e F para as falsas. ( ) O objetivo da avaliação formativa é selecionar os alunos aptos para avançar de série, desconsiderando os demais. ( ) A avaliação emancipadora considera o erro como parte do processo de aprendizagem e não como falha a ser punida. ( ) A função diagnóstica da avaliação possibilita ao professor rever estratégias didáticas durante o processo. ( ) A avaliação , em uma abordagem tradicional , está centrada na aferição de resultados ao final do processo. ( ) A avaliação formativa valoriza apenas o desempenho quantitativo dos estudantes em provas padronizadas. Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA , considerando as afirmativas de cima para baixo.

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Questão 4 de 9 Q2108017 Q7 da prova

Com base na abordagem de Edgar Morin (2000) sobre interdisciplinaridade e trabalho com projetos no contexto escolar, analise as afirmativas a seguir. Em seguida, marque V para as verdadeiras e F para as falsas: ( ) A fragmentação do conhecimento , para Edgar Morin, é necessária para aprofundar o conteúdo de cada disciplina, mesmo que isso dificulte a compreensão do todo. ( ) A interdisciplinaridade proposta por Morin busca integrar saberes, promovendo uma visão mais complexa e contextualizada da realidade. ( ) O trabalho com projetos permite que os alunos se tornem sujeitos ativos na construção do conhecimento, relacionando o conteúdo escolar a situações reais. ( ) A abordagem interdisciplinar é incompatível com o currículo escolar, pois exige a eliminação completa das disciplinas tradicionais. Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA , considerando as afirmativas de cima para baixo.

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Questão 5 de 9 Q2108018 Q8 da prova

Com base na perspectiva da escola inclusiva, analise as afirmativas a seguir sobre os saberes necessários à prática educativa: I- O saber pedagógico necessário à inclusão requer que o professor domine apenas estratégias específicas para alunos com deficiência, sem a necessidade de repensar as práticas para toda a turma. II- O saber ético, no contexto da escola inclusiva, implica reconhecer a diversidade como valor e combater posturas discriminatórias ou excludentes no ambiente escolar. III- O saber relacional envolve a capacidade de estabelecer vínculos com os estudantes, promovendo o respeito às diferenças e a construção de um ambiente acolhedor e cooperativo. IV- O saber político é essencial para que o educador compreenda as implicações sociais da exclusão escolar e atue como agente de transformação em defesa do direito à educação de todos. Está CORRETO apenas o que se afirma em

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Questão 6 de 9 Q2108019 Q9 da prova

Com base na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), Lei n.º 9.394/1996, assinale a alternativa que está de acordo com os princípios e diretrizes da educação nacional.

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Questão 7 de 9 Q2108021 Q10 da prova

Com base na Resolução CEB/CNE n.º 02/2001, que institui as Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica, analise as afirmativas a seguir . I- A educação especial é uma modalidade de ensino que se destina exclusivamente ao atendimento de alunos com deficiência intelectual em instituições especializadas. II- A Resolução reconhece a educação especial como transversal a todos os níveis e etapas da educação básica, devendo ser oferecida, preferencialmente, na rede regular de ensino. III- O atendimento educacional especializado (AEE) tem como objetivo a eliminação de barreiras e a participação plena dos estudantes . IV- A proposta da Resolução reforça a segregação pedagógica como estratégia eficaz para garantir o direito à educação dos estudantes com deficiência. Estão CORRETAS apenas as afirmativas

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Questão 8 de 9 Q2108026 Q12 da prova
Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões de 11 a 16, que a ele se referem. Texto 01 O que fazer para suportar essa tal felicidade? Um dia me fizeram a pergunta: “Você é sempre assim, insuportavelmente feliz?”. Confesso que fiquei sem ação. Naquele momento não consegui encontrar uma resposta, pois na minha cabeça eu precisava ainda definir: O que seria ser feliz? Qual seria o peso do advérbio sempre? Insuportável para quem? Na hora só consegui pedir desculpas. Sim, me desculpei por parecer feliz e até insuportável. Para minha sorte, a ausência dessa resposta não pesou no resultado da entrevista. Entrevista? Exatamente. Essa dúvida quanto ao meu estado constante de felicidade aconteceu no meio de um processo seletivo para uma grande empresa. Apesar de não encontrar a resposta, eu fui contratada. Agora, depois de tantos anos, essa pergunta voltou a ressoar em minha mente e resolvi, então, tentar entender as suas partes. Sou avessa aos determinismos e reducionismos quando se tratam de fenômenos existenciais humanos. Palavras como “sempre” e “nunca” nos aprisionam a uma condição imutável e de permanência. E nos impedem de transitar pelo “quase” ou pelo “talvez”, que nos permitem a dúvida, a crise, a possibilidade de escolher novos caminhos e provocar a mudança. Definitivamente o “sempre” não me representa. No insuportável, evidencia-se o peso da subjetividade. Assim como a dor, o nível de tolerância acontecerá a partir do conteúdo interno de cada um, bem como o impacto que isso gera. De fato, não podemos nos culpar pelo outro não se sentir à vontade com a nossa suposta felicidade. [...] Com alguns anos de atraso, encontrei a resposta. Se a felicidade está na tomada de consciência de que não existe um estado de permanência e as oscilações acontecem e fazem parte irremediável da existência, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é sentir a minha humanidade, me permitir chorar nas adversidades, rir ou chorar de alegria, e sorrir quando dou de cara com um novo desafio, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é ter uma relação familiar e com amigos, onde cuidamos para que uma convivência de respeito seja a prioridade, apesar das diferenças, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é me permitir o silêncio e as pausas necessárias para que eu possa me escutar e organizar as minhas ideias, mesmo que por alguns minutos, sim, eu sou feliz! Se a felicidade está em viver a fé, exercitando a prática do bem, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é um projeto de vida que exige escolhas e ação, sim, eu sou feliz! Portanto, a felicidade não é uma estética. Não está no sorriso. Está no sentir e no sentido que encontramos para viver, mesmo quando as lágrimas se manifestam. Acredito que a felicidade está em encontrarmos espaços que nos comportem, nos ampliem e não mais tentar entrar em lugares que nos reduzam, porque se é para ser, que sejamos inteiros e de verdade.

Analise os itens a seguir, tendo em vista o conceito de felicidade para a autora : I- Conviver harmoniosamente com amigos e familiares. II- Ter tempo para refletir sobre os próprios sentimentos. III- Ter projetos de vida e agir conforme esses projetos. IV- Negar vivenciar momentos de adversidades e tristezas. V- Estar, permanentemente, vivendo momentos de alegria. Estão CORRETOS

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Questão 9 de 9 Q2108030 Q14 da prova
Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões de 11 a 16, que a ele se referem. Texto 01 O que fazer para suportar essa tal felicidade? Um dia me fizeram a pergunta: “Você é sempre assim, insuportavelmente feliz?”. Confesso que fiquei sem ação. Naquele momento não consegui encontrar uma resposta, pois na minha cabeça eu precisava ainda definir: O que seria ser feliz? Qual seria o peso do advérbio sempre? Insuportável para quem? Na hora só consegui pedir desculpas. Sim, me desculpei por parecer feliz e até insuportável. Para minha sorte, a ausência dessa resposta não pesou no resultado da entrevista. Entrevista? Exatamente. Essa dúvida quanto ao meu estado constante de felicidade aconteceu no meio de um processo seletivo para uma grande empresa. Apesar de não encontrar a resposta, eu fui contratada. Agora, depois de tantos anos, essa pergunta voltou a ressoar em minha mente e resolvi, então, tentar entender as suas partes. Sou avessa aos determinismos e reducionismos quando se tratam de fenômenos existenciais humanos. Palavras como “sempre” e “nunca” nos aprisionam a uma condição imutável e de permanência. E nos impedem de transitar pelo “quase” ou pelo “talvez”, que nos permitem a dúvida, a crise, a possibilidade de escolher novos caminhos e provocar a mudança. Definitivamente o “sempre” não me representa. No insuportável, evidencia-se o peso da subjetividade. Assim como a dor, o nível de tolerância acontecerá a partir do conteúdo interno de cada um, bem como o impacto que isso gera. De fato, não podemos nos culpar pelo outro não se sentir à vontade com a nossa suposta felicidade. [...] Com alguns anos de atraso, encontrei a resposta. Se a felicidade está na tomada de consciência de que não existe um estado de permanência e as oscilações acontecem e fazem parte irremediável da existência, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é sentir a minha humanidade, me permitir chorar nas adversidades, rir ou chorar de alegria, e sorrir quando dou de cara com um novo desafio, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é ter uma relação familiar e com amigos, onde cuidamos para que uma convivência de respeito seja a prioridade, apesar das diferenças, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é me permitir o silêncio e as pausas necessárias para que eu possa me escutar e organizar as minhas ideias, mesmo que por alguns minutos, sim, eu sou feliz! Se a felicidade está em viver a fé, exercitando a prática do bem, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é um projeto de vida que exige escolhas e ação, sim, eu sou feliz! Portanto, a felicidade não é uma estética. Não está no sorriso. Está no sentir e no sentido que encontramos para viver, mesmo quando as lágrimas se manifestam. Acredito que a felicidade está em encontrarmos espaços que nos comportem, nos ampliem e não mais tentar entrar em lugares que nos reduzam, porque se é para ser, que sejamos inteiros e de verdade.

Tendo em vista a estrutura de composição do texto 01, verifica-se a presença de

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