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Prova Professor Nível Superior - Pref. Santa Rita/TO
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Questão 1 de 4 Q1509437 Q2 da prova
Leia o texto 1 a seguir e responda as QUESTÕES de 01 a 05. A população fica mais velha? Dá para tirar vantagem disso Ante um pano de fundo de ansiedade econômica causada pela recente crise financeira, falar em tendências demográficas parece secundário. Mas o envelhecimento das nações tem preocupado bastante alguns analistas econômicos. Espera-se que o número de centenários mais que duplique em todo o mundo até 2030. No Brasil, o envelhecimento da população está se acelerando dramaticamente. Uma análise de longo prazo deixa isso claro. O país levou seis décadas para ver a participação das pessoas acima de 60 anos aumentar de 5% da população para os atuais 10%. Nos próximos 40 anos, esse percentual deverá chegar a 30%. As preocupações dos economistas com o envelhecimento giram em torno de escassez de trabalhadores, crescimento econômico mais lento e sistemas de previdência e assistência médica sob pressão. Para alguns, envelhecimento populacional significa aumento no número de idosos frágeis, solitários e isolados em instituições que oneram sua família. Em outro cenário terrível, a morte é adiada, mas o surgimento de doenças crônicas, a decadência física e mental e a perda de independência se impõem. Em todos esses casos, o prolongamento da vida significa apenas mais miséria. Além disso, argumentam esses economistas, os idosos não trabalham nem poupam como a maioria dos adultos. Por isso, muitos preveem que o envelhecimento vai pesar sobre as gerações mais jovens, obrigadas a financiar os sistemas de aposentadoria e de saúde. As visões alarmistas não resistem, porém, a uma análise mais profunda. Primeiro porque vale sempre lembrar que o aumento da longevidade é uma das conquistas mais notáveis da humanidade — uma consequência dos avanços em saúde pública, educação e desenvolvimento econômico. Fora isso, o envelhecimento da população não se traduz automaticamente numa catástrofe econômica e social. Há estratégias que podem ser adotadas para minimizar possíveis problemas causados pelo envelhecimento, como mudanças nas regras de aposentadoria, políticas trabalhistas favoráveis a mulheres e programas de treinamento para trabalhadores mais velhos. Com toda a certeza, o veredito sobre esse tsunami grisalho ainda não foi dado. É curioso perceber que, em vários países onde o fenômeno já é mais marcante, as mudanças demográficas estimulam transformações comportamentais e tecnológicas, provocam inovações e promovem ajustes institucionais que, com frequência, compensam a força da nova configuração geracional. Tudo depende da preparação e do poder de adaptação, tanto do ponto de vista individual como coletivo. Antecipar uma vida mais longa significa que as pessoas provavelmente pouparão mais para os anos em que não estarão trabalhando. Indica também a revisão de políticas de aposentadoria para desestimular a saída precoce do mercado de trabalho. Quando o assunto é adiar a aposentadoria, vale sempre se perguntar se as pessoas mais velhas vão querer trabalhar por mais anos. Tudo indica que sim. As tecnologias contra o envelhecimento e os estilos de vida mais saudáveis não têm só aumentado a longevidade, mas tornado a velhice mais vigorosa. Fonte: adaptado de: BLOOM, D. E. Disponível em: . Acesso em: 03 de agosto de 2016.

Analise as afirmativas a respeito da posição dos economistas sobre o acelerado processo de envelhecimento da população. I. Com o aumento do envelhecimento da população, há diminuição no número de trabalhadores e, consequentemente, no crescimento econômico. II. Com o aumento do envelhecimento da população, os idosos passam a poupar mais. III. Com o aumento do envelhecimento da população, os jovens precisam trabalhar mais para financiar os sistemas de aposentadoria e de saúde. IV. Com o aumento do envelhecimento da população, adia-se a morte, mas surgem doenças. Assinale a alternativa CORRETA.

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Questão 2 de 4 Q1509439 Q3 da prova
Leia o texto 1 a seguir e responda as QUESTÕES de 01 a 05. A população fica mais velha? Dá para tirar vantagem disso Ante um pano de fundo de ansiedade econômica causada pela recente crise financeira, falar em tendências demográficas parece secundário. Mas o envelhecimento das nações tem preocupado bastante alguns analistas econômicos. Espera-se que o número de centenários mais que duplique em todo o mundo até 2030. No Brasil, o envelhecimento da população está se acelerando dramaticamente. Uma análise de longo prazo deixa isso claro. O país levou seis décadas para ver a participação das pessoas acima de 60 anos aumentar de 5% da população para os atuais 10%. Nos próximos 40 anos, esse percentual deverá chegar a 30%. As preocupações dos economistas com o envelhecimento giram em torno de escassez de trabalhadores, crescimento econômico mais lento e sistemas de previdência e assistência médica sob pressão. Para alguns, envelhecimento populacional significa aumento no número de idosos frágeis, solitários e isolados em instituições que oneram sua família. Em outro cenário terrível, a morte é adiada, mas o surgimento de doenças crônicas, a decadência física e mental e a perda de independência se impõem. Em todos esses casos, o prolongamento da vida significa apenas mais miséria. Além disso, argumentam esses economistas, os idosos não trabalham nem poupam como a maioria dos adultos. Por isso, muitos preveem que o envelhecimento vai pesar sobre as gerações mais jovens, obrigadas a financiar os sistemas de aposentadoria e de saúde. As visões alarmistas não resistem, porém, a uma análise mais profunda. Primeiro porque vale sempre lembrar que o aumento da longevidade é uma das conquistas mais notáveis da humanidade — uma consequência dos avanços em saúde pública, educação e desenvolvimento econômico. Fora isso, o envelhecimento da população não se traduz automaticamente numa catástrofe econômica e social. Há estratégias que podem ser adotadas para minimizar possíveis problemas causados pelo envelhecimento, como mudanças nas regras de aposentadoria, políticas trabalhistas favoráveis a mulheres e programas de treinamento para trabalhadores mais velhos. Com toda a certeza, o veredito sobre esse tsunami grisalho ainda não foi dado. É curioso perceber que, em vários países onde o fenômeno já é mais marcante, as mudanças demográficas estimulam transformações comportamentais e tecnológicas, provocam inovações e promovem ajustes institucionais que, com frequência, compensam a força da nova configuração geracional. Tudo depende da preparação e do poder de adaptação, tanto do ponto de vista individual como coletivo. Antecipar uma vida mais longa significa que as pessoas provavelmente pouparão mais para os anos em que não estarão trabalhando. Indica também a revisão de políticas de aposentadoria para desestimular a saída precoce do mercado de trabalho. Quando o assunto é adiar a aposentadoria, vale sempre se perguntar se as pessoas mais velhas vão querer trabalhar por mais anos. Tudo indica que sim. As tecnologias contra o envelhecimento e os estilos de vida mais saudáveis não têm só aumentado a longevidade, mas tornado a velhice mais vigorosa. Fonte: adaptado de: BLOOM, D. E. Disponível em: . Acesso em: 03 de agosto de 2016.

Analise as afirmativas a seguir em relação aos aspectos gramaticais do texto. I. Na frase, “Além disso, argumentam esses economistas” (4º parágrafo), há sujeito simples. II. Na frase, “As tecnologias contra o envelhecimento e os estilos de vida mais saudáveis não têm só aumentado” (10º parágrafo), o verbo ‘ter’ está conjugado na 3.ª pessoa do plural, pois concorda com o sujeito simples “as tecnologias”. III. Na frase, “Há estratégias que podem ser adotadas para minimizar possíveis problemas” (7º parágrafo), não há sujeito (oração sem sujeito), pois se emprega o verbo “haver” no sentido de existir. IV. Na frase, “as mudanças demográficas estimulam transformações comportamentais e tecnológicas, provocam inovações e promovem ajustes institucionais” (8º parágrafo), o sujeito das orações é “as mudanças demográficas”. Assinale a alternativa CORRETA.

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Questão 3 de 4 Q1509440 Q4 da prova
Leia o texto 1 a seguir e responda as QUESTÕES de 01 a 05. A população fica mais velha? Dá para tirar vantagem disso Ante um pano de fundo de ansiedade econômica causada pela recente crise financeira, falar em tendências demográficas parece secundário. Mas o envelhecimento das nações tem preocupado bastante alguns analistas econômicos. Espera-se que o número de centenários mais que duplique em todo o mundo até 2030. No Brasil, o envelhecimento da população está se acelerando dramaticamente. Uma análise de longo prazo deixa isso claro. O país levou seis décadas para ver a participação das pessoas acima de 60 anos aumentar de 5% da população para os atuais 10%. Nos próximos 40 anos, esse percentual deverá chegar a 30%. As preocupações dos economistas com o envelhecimento giram em torno de escassez de trabalhadores, crescimento econômico mais lento e sistemas de previdência e assistência médica sob pressão. Para alguns, envelhecimento populacional significa aumento no número de idosos frágeis, solitários e isolados em instituições que oneram sua família. Em outro cenário terrível, a morte é adiada, mas o surgimento de doenças crônicas, a decadência física e mental e a perda de independência se impõem. Em todos esses casos, o prolongamento da vida significa apenas mais miséria. Além disso, argumentam esses economistas, os idosos não trabalham nem poupam como a maioria dos adultos. Por isso, muitos preveem que o envelhecimento vai pesar sobre as gerações mais jovens, obrigadas a financiar os sistemas de aposentadoria e de saúde. As visões alarmistas não resistem, porém, a uma análise mais profunda. Primeiro porque vale sempre lembrar que o aumento da longevidade é uma das conquistas mais notáveis da humanidade — uma consequência dos avanços em saúde pública, educação e desenvolvimento econômico. Fora isso, o envelhecimento da população não se traduz automaticamente numa catástrofe econômica e social. Há estratégias que podem ser adotadas para minimizar possíveis problemas causados pelo envelhecimento, como mudanças nas regras de aposentadoria, políticas trabalhistas favoráveis a mulheres e programas de treinamento para trabalhadores mais velhos. Com toda a certeza, o veredito sobre esse tsunami grisalho ainda não foi dado. É curioso perceber que, em vários países onde o fenômeno já é mais marcante, as mudanças demográficas estimulam transformações comportamentais e tecnológicas, provocam inovações e promovem ajustes institucionais que, com frequência, compensam a força da nova configuração geracional. Tudo depende da preparação e do poder de adaptação, tanto do ponto de vista individual como coletivo. Antecipar uma vida mais longa significa que as pessoas provavelmente pouparão mais para os anos em que não estarão trabalhando. Indica também a revisão de políticas de aposentadoria para desestimular a saída precoce do mercado de trabalho. Quando o assunto é adiar a aposentadoria, vale sempre se perguntar se as pessoas mais velhas vão querer trabalhar por mais anos. Tudo indica que sim. As tecnologias contra o envelhecimento e os estilos de vida mais saudáveis não têm só aumentado a longevidade, mas tornado a velhice mais vigorosa. Fonte: adaptado de: BLOOM, D. E. Disponível em: . Acesso em: 03 de agosto de 2016.

Analise as afirmativas a seguir em relação aos aspectos gramaticais do texto. I. “Mas” (1º parágrafo) pode ser substituído por “no entanto”. II. “Por isso” (5º parágrafo) indica o mesmo entendimento que “tudo isso”. III. “Além disso” (4º parágrafo) é uma conjunção alternativa que pode ser substituída por “também”, sem prejuízo ao entendimento do texto. IV. “Porém” (6º parágrafo) é uma conjunção adversativa que pode ser substituída por “todavia”, sem prejuízo ao entendimento do texto. Assinale a alternativa CORRETA.

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Questão 4 de 4 Q1509443 Q7 da prova
Leia o texto 2 a seguir e responda as QUESTÕES de 06 a 09. Balada para idosos A população da Coreia do Sul está envelhecendo. Hoje, 13% dos habitantes têm mais de 65 anos, e essa proporção deve chegar a 40% em 2026. O aumento dessa faixa etária tem causado uma revolução nos negócios voltados, teoricamente, para os jovens. É o caso das discotecas que se reinventaram para atrair os mais velhos. A casa noturna Kukilgwan Palace, por exemplo, permite a entrada apenas de pessoas com mais de 60 anos e funciona em um horário alternativo: das 12 às 18h. Além de música animada e comes e bebes, o empreendimento tem um armário de remédios para possíveis emergências. Nos finais de semana, a casa recebe 1500 clientes – que são mais fiéis do que os jovens, segundo o proprietário da Kukilgwan Palace. Fonte: Revista Você S/A. Edição 212, março de 2016, p. 18.

Analise as afirmativas a seguir em relação aos aspectos gramaticais do texto. I. Na oração, “O aumento dessa faixa etária tem causado uma revolução”, o termo ‘dessa’ é um pronome demonstrativo combinado com preposição: de+essa. II. Na oração: “A casa noturna Kukilgwan Palace, por exemplo, permite a entrada apenas de pessoas com mais de 60 anos”, ‘por exemplo’ está entre vírgulas, pois é um aposto explicativo. III. Na oração, “Hoje, 13% dos habitantes têm mais de 65 anos”, o verbo ‘ter’ está conjugado na 3.ª pessoa do plural, pois concorda com o sujeito simples formado por número percentual: “13% dos habitantes”. IV. Na oração, “e funciona em horário alternativo: das 12 às 18h”, o emprego da crase é opcional neste caso. Assinale a alternativa CORRETA.

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